Pela primeira vez, Obama é reprovado pela maioria e perderia para um republicano. A saída, pra ele, talvez seja a terceiro-mundização da política…
Por Reinado Azevedo
Por Reinado Azevedo
A coisa está feia pro lado de Barack Obama, presidente dos EUA. Parece que lhe restará terceiro-mundizar de vez a política do país, recorrendo ao método Luiz Inácio Apedeuta da Silva: "É tudo culpa da herança maldita do meu antecessor".
Um dos nossos muitos obamistas diria: "E não é?Lá, isso é verdade!" Temos bons críticos no lulismo no Brasil que seriam "lulistas" nos EUA… A crise na economia americana - que é uma crise nos países ricos, que põe Obama em palpos de aranha - não tem nada a ver com as guerras de Bush. Isso é tolice. Aliás, se faltassem guerras a Obama, ele inventou a sua própria, não é mesmo? Vamos ver no que vai dar. O eleitorado americano nunca foi chegado a esse negócio de transferir responsabilidades. Se o sujeito se apresenta para a tarefa, é porque sabe o que fazer. Se não sabe, que dê lugar a quem saiba. Era assim ao menos. Mas nada como um fraco rei para espalhar maus costumes…
Segundo pesquisa Wall Street Journal/ NBC News, 44% dos americanos aprovam a atuação de Obama, mas 51% a reprovam. Ente os mil entrevistados, 44% disseram que pretendem votar num republicano nas próximas eleições, contra 40% que dariam mais um mandato ao democrata. É a primeira vez que a reprovação é maior do que a aprovação e que Obama "perderia" a eleição. Para 73%, o país está na direção errada, e 70% acham que a economia vai piorar. Um alento para o presidente: boa parte acredita que isso se deve à pesada herança do governo anterior. Vale dizer: a terceiro-mundização da política, à moda Apedeuta, talvez salve Obama, o fraco rei…
O presidente americano fará amanhã um discurso no Congresso para anunciar um plano de recuperação do emprego e de incentivo à economia. Vamos ver se fala como presidente ou como candidato. É o primeiro que está comprometendo o desempenho do segundo. Será que o segundo conseguirá dar as esperanças que o primeiro não consegue alimentar?
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"
Um dos nossos muitos obamistas diria: "E não é?Lá, isso é verdade!" Temos bons críticos no lulismo no Brasil que seriam "lulistas" nos EUA… A crise na economia americana - que é uma crise nos países ricos, que põe Obama em palpos de aranha - não tem nada a ver com as guerras de Bush. Isso é tolice. Aliás, se faltassem guerras a Obama, ele inventou a sua própria, não é mesmo? Vamos ver no que vai dar. O eleitorado americano nunca foi chegado a esse negócio de transferir responsabilidades. Se o sujeito se apresenta para a tarefa, é porque sabe o que fazer. Se não sabe, que dê lugar a quem saiba. Era assim ao menos. Mas nada como um fraco rei para espalhar maus costumes…
Segundo pesquisa Wall Street Journal/ NBC News, 44% dos americanos aprovam a atuação de Obama, mas 51% a reprovam. Ente os mil entrevistados, 44% disseram que pretendem votar num republicano nas próximas eleições, contra 40% que dariam mais um mandato ao democrata. É a primeira vez que a reprovação é maior do que a aprovação e que Obama "perderia" a eleição. Para 73%, o país está na direção errada, e 70% acham que a economia vai piorar. Um alento para o presidente: boa parte acredita que isso se deve à pesada herança do governo anterior. Vale dizer: a terceiro-mundização da política, à moda Apedeuta, talvez salve Obama, o fraco rei…
O presidente americano fará amanhã um discurso no Congresso para anunciar um plano de recuperação do emprego e de incentivo à economia. Vamos ver se fala como presidente ou como candidato. É o primeiro que está comprometendo o desempenho do segundo. Será que o segundo conseguirá dar as esperanças que o primeiro não consegue alimentar?
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"

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