A escolha correta das cores ressalta a textura e beleza de uma obra. Quando o artista tem conhecimento das diferentes nuances de cores, surgem composições que roubam olhares e abrem caminhos cheios de possibilidades


No seu galpão, César Lins utiliza a mesma técnica usada na pintura de carros em seu trabalho
(Foto:Henrique Gualtieri)
Percepção visual, impressão ou mistério da ciência? A cor encanta o homem pela sua diversidade e por sua capacidade de dar vida a objetos. Intriga a ciência que até hoje não soube explicar porque os seres humanos desenvolveram a capacidade de diferenciar as três cores primárias - verde, azul e vermelho. E orienta a vida na Terra - no trânsito, por exemplo, somos guiados pelas cores.
No trabalho do artista, a cor também é essencial para o pleno desenvolvimento das técnicas profissionais. Os quadros e esculturas não chamam a atenção apenas pelos traços e formas, mas pelo uso harmônico de tonalidades diferentes de cores. O artista César Lins conta como escolhe as cores que aplica em algumas de suas esculturas: "Gosto de trabalhar com as cores primárias, porém busco tons fortes bem definidos e impactantes. A escolha errada de uma cor pode comprometer todo o trabalho".
César, que chega a gastar duas horas apenas analisando qual é a cor perfeita para suas esculturas, utiliza a mesma técnica usada na pintura de carros em seu trabalho. "Uso equipamentos de grande porte, materiais e componentes de alto desempenho", comenta. Segundo ele, todo esse processo de pintura é minucioso, exigindo muita atenção e concentração: "É preciso saber a quantidade de carga de tinta que vai ser aplicada em cada parte da peça para que não fique pontos com baixa carga ou mesmo com sobrecarga, isso prejudica a estética e a resistência da pintura".
Mas antes de começar a botar a mão na massa, ou melhor, na tinta, o artista plástico faz toda uma preparação, para que a superfície das peças fique perfeita e possa receber a tintura. "Antes de realizar a pintura, a chapa é submetida a um trabalhoso e delicado processo de correção de toda sua imperfeição. Primeiro deve-se fazer o jateamento, em seguida deve-se preparar a camada superficial da chapa para que esta consiga se aderir à tinta com mais eficiência", explica. Depois de tudo isso é preciso ainda aplicar o primer para proteger a chapa da oxidação. Só então, a peça está pronta para receber a tonalidade que lhe dará graça e encherá a visão dos apaixonados por arte de possibilidades.
Contudo, o trabalho de César não acaba aí: "Depois de passar por todos esses processos, chega a hora de aplicar o verniz de proteção final. Em seguida, passa-se para a fase de polimento, que dará aquele brilho à obra", descreve. Esse procedimento, de preparação para a pintura e posterior finalização, pode levar de cinco a sete dias para peças pequenas. No caso de peças maiores, o tempo é bem maior. César passa até um mês e meio se dedicando inteiramente à cor da sua arte.
Segundo o artista, a preocupação com a cor da obra deve começar desde o projeto, quando é definido o material a ser usado: "Escolho aços especiais que possuem grande resistência a intempéries e à corrosão. Já no processo de pintura, utilizo somente materiais de alta qualidade e desempenho, utilizados na pintura de carros de alto luxo como Ferrari, Jaguar, Mercedes e outros", finaliza.
(Com informações da Mão Dupla Comunicação)
(Foto:Henrique Gualtieri)
Percepção visual, impressão ou mistério da ciência? A cor encanta o homem pela sua diversidade e por sua capacidade de dar vida a objetos. Intriga a ciência que até hoje não soube explicar porque os seres humanos desenvolveram a capacidade de diferenciar as três cores primárias - verde, azul e vermelho. E orienta a vida na Terra - no trânsito, por exemplo, somos guiados pelas cores.
No trabalho do artista, a cor também é essencial para o pleno desenvolvimento das técnicas profissionais. Os quadros e esculturas não chamam a atenção apenas pelos traços e formas, mas pelo uso harmônico de tonalidades diferentes de cores. O artista César Lins conta como escolhe as cores que aplica em algumas de suas esculturas: "Gosto de trabalhar com as cores primárias, porém busco tons fortes bem definidos e impactantes. A escolha errada de uma cor pode comprometer todo o trabalho".
César, que chega a gastar duas horas apenas analisando qual é a cor perfeita para suas esculturas, utiliza a mesma técnica usada na pintura de carros em seu trabalho. "Uso equipamentos de grande porte, materiais e componentes de alto desempenho", comenta. Segundo ele, todo esse processo de pintura é minucioso, exigindo muita atenção e concentração: "É preciso saber a quantidade de carga de tinta que vai ser aplicada em cada parte da peça para que não fique pontos com baixa carga ou mesmo com sobrecarga, isso prejudica a estética e a resistência da pintura".
Mas antes de começar a botar a mão na massa, ou melhor, na tinta, o artista plástico faz toda uma preparação, para que a superfície das peças fique perfeita e possa receber a tintura. "Antes de realizar a pintura, a chapa é submetida a um trabalhoso e delicado processo de correção de toda sua imperfeição. Primeiro deve-se fazer o jateamento, em seguida deve-se preparar a camada superficial da chapa para que esta consiga se aderir à tinta com mais eficiência", explica. Depois de tudo isso é preciso ainda aplicar o primer para proteger a chapa da oxidação. Só então, a peça está pronta para receber a tonalidade que lhe dará graça e encherá a visão dos apaixonados por arte de possibilidades.
Contudo, o trabalho de César não acaba aí: "Depois de passar por todos esses processos, chega a hora de aplicar o verniz de proteção final. Em seguida, passa-se para a fase de polimento, que dará aquele brilho à obra", descreve. Esse procedimento, de preparação para a pintura e posterior finalização, pode levar de cinco a sete dias para peças pequenas. No caso de peças maiores, o tempo é bem maior. César passa até um mês e meio se dedicando inteiramente à cor da sua arte.
Segundo o artista, a preocupação com a cor da obra deve começar desde o projeto, quando é definido o material a ser usado: "Escolho aços especiais que possuem grande resistência a intempéries e à corrosão. Já no processo de pintura, utilizo somente materiais de alta qualidade e desempenho, utilizados na pintura de carros de alto luxo como Ferrari, Jaguar, Mercedes e outros", finaliza.
(Com informações da Mão Dupla Comunicação)

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