O site "Bahia Notícias" também perguntou a Geddel Vieira Lima: "Sobre o PSD, que é a sigla em que os três deputados pretendem ir, o senhor trocou farpas via imprensa com o vice-governador Otto Alencar, que é o principal articulador da legenda no estado. Como o senhor avalia a formação do novo partido?"
Ele respondeu que "em primeiro lugar, vamos colocar bastante claro aqui que é preciso ter uma postura de coerência. O vice-governador deu a sua opinião, deu a sua penada, em assuntos internos do PMDB. Foi o vice-governador que foi a público considerar que a postura do PMDB, em relação a esses parlamentares, foi autoritária. O que eu disse, também, foi constatar o óbvio, que o vice-governador é um cara-de-pau. Não é uma ofensa pessoal, é uma constatação do óbvio. Por que cara-de-pau? Porque viveu a vida inteira, formou-se politicamente, servindo-se e servindo a Antonio Carlos Magalhães, que, independentemente das qualidades que tivesse, e as tinha também, conseguiu unanimidade em torno de uma verdade: era uma figura autoritária e prepotente na forma de fazer política. Agredia os seus adversários e os transformava em inimigos. Eu nunca vi, ao longo da vida, o senhor Otto Alencar erguer sua voz para dizer que Antonio Carlos Magalhães era autoritário ou tinha posições autoritárias. Nunca vi erguer sua voz para defender, àquele período, quem quer que fosse que tivesse sido atingido ou atacado por Antonio Carlos Magalhães. Faltou-lhe coragem? É provável. Hoje, se arvora ao direito de tecer críticas ou adjetivar as posições do PMDB? Ele pode dizer o que quiser. Pode agredir-me do jeito que quiser. Para mim, essa é uma postura de um cara-de-pau. Em relação ao PSD, um partido que nasce com os seus chefes dizendo que o partido não é de centro, não é direita, não é esquerda, não é de cima, não é de baixo, pode ser governo, pode ser oposição, todo mundo que quiser se encostar, em qualquer que seja o governo, 'venha para cá que esse é o instrumento', isso não é partido. Isso não merece respeito. Isso é um aconchego de interesses. Sem nenhuma ofensa, essa é a avaliação que eu faço. Deixa o futuro dizer se estamos corretos ou não na nossa avaliação."
Ele respondeu que "em primeiro lugar, vamos colocar bastante claro aqui que é preciso ter uma postura de coerência. O vice-governador deu a sua opinião, deu a sua penada, em assuntos internos do PMDB. Foi o vice-governador que foi a público considerar que a postura do PMDB, em relação a esses parlamentares, foi autoritária. O que eu disse, também, foi constatar o óbvio, que o vice-governador é um cara-de-pau. Não é uma ofensa pessoal, é uma constatação do óbvio. Por que cara-de-pau? Porque viveu a vida inteira, formou-se politicamente, servindo-se e servindo a Antonio Carlos Magalhães, que, independentemente das qualidades que tivesse, e as tinha também, conseguiu unanimidade em torno de uma verdade: era uma figura autoritária e prepotente na forma de fazer política. Agredia os seus adversários e os transformava em inimigos. Eu nunca vi, ao longo da vida, o senhor Otto Alencar erguer sua voz para dizer que Antonio Carlos Magalhães era autoritário ou tinha posições autoritárias. Nunca vi erguer sua voz para defender, àquele período, quem quer que fosse que tivesse sido atingido ou atacado por Antonio Carlos Magalhães. Faltou-lhe coragem? É provável. Hoje, se arvora ao direito de tecer críticas ou adjetivar as posições do PMDB? Ele pode dizer o que quiser. Pode agredir-me do jeito que quiser. Para mim, essa é uma postura de um cara-de-pau. Em relação ao PSD, um partido que nasce com os seus chefes dizendo que o partido não é de centro, não é direita, não é esquerda, não é de cima, não é de baixo, pode ser governo, pode ser oposição, todo mundo que quiser se encostar, em qualquer que seja o governo, 'venha para cá que esse é o instrumento', isso não é partido. Isso não merece respeito. Isso é um aconchego de interesses. Sem nenhuma ofensa, essa é a avaliação que eu faço. Deixa o futuro dizer se estamos corretos ou não na nossa avaliação."

Um comentário:
Só Otto? Seria bom,rs...
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