Lucas da Feira, que querem nome de rua não oficial, foi como ficou conhecido o mulato Lucas Evangelista, por ter nascido em Feira de Santana, Bahia. Filho de negros cativos, Inácio e Maria, Lucas nasceu em 18 de outubro de 1807.
Era vesgo e canhoto e cresceu vendo o drama a que eram submetidos os escravos (surras, castigos, condições sub humanas de vida, estupros, maus tratos etc.) Estas cenas viriam marcar para sempre a sua vida de criança e posterior adolescência. Lucas era um negro forte e taludo e, ainda com 15 anos de idade, resolveu vingar-se, a seu modo, das crueldades praticadas pelos feitores.
Lucas da Feira formou um grupo composto por mais de trinta homens, entre negros e mulatos fugitivos, e passou a aterrorizar grandes trechos da Bahia, assaltando propriedades, surrando e matando fazendeiros brancos, deixando as estradas vazias sendo evitadas sempre que possível.
Uma peculiaridade sua era a de achar que tinha, sobre as moças brancas, o mesmo direito que os senhores brancos tinham para com as mulheres negras, que eram estupradas e seviciadas pelos seus “donos”. Lucas não se fazia de rogado. Ao invadir uma propriedade, estuprava igualmente as moças brancas daquela casa, juntamente com seu grupo.
Com o passar do tempo seu grupo foi diminuindo. Lucas foi então traído por um compadre e ferido, foi levado à forca. Diante do mito em que se tornou, o Imperador D. Pedro II manifestou desejo de conhecê-lo. Lucas foi levado da Bahia ao Rio de Janeiro e ao retornar foi então enforcado no dia 26 de setembro de 1849, no Campo do Gado, aos 42 anos de idade.
Era vesgo e canhoto e cresceu vendo o drama a que eram submetidos os escravos (surras, castigos, condições sub humanas de vida, estupros, maus tratos etc.) Estas cenas viriam marcar para sempre a sua vida de criança e posterior adolescência. Lucas era um negro forte e taludo e, ainda com 15 anos de idade, resolveu vingar-se, a seu modo, das crueldades praticadas pelos feitores.
Lucas da Feira formou um grupo composto por mais de trinta homens, entre negros e mulatos fugitivos, e passou a aterrorizar grandes trechos da Bahia, assaltando propriedades, surrando e matando fazendeiros brancos, deixando as estradas vazias sendo evitadas sempre que possível.
Uma peculiaridade sua era a de achar que tinha, sobre as moças brancas, o mesmo direito que os senhores brancos tinham para com as mulheres negras, que eram estupradas e seviciadas pelos seus “donos”. Lucas não se fazia de rogado. Ao invadir uma propriedade, estuprava igualmente as moças brancas daquela casa, juntamente com seu grupo.
Com o passar do tempo seu grupo foi diminuindo. Lucas foi então traído por um compadre e ferido, foi levado à forca. Diante do mito em que se tornou, o Imperador D. Pedro II manifestou desejo de conhecê-lo. Lucas foi levado da Bahia ao Rio de Janeiro e ao retornar foi então enforcado no dia 26 de setembro de 1849, no Campo do Gado, aos 42 anos de idade.

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