Brendan Fraser, Josh Hutcherson e Anita Briem em "Viagerm ao Centro da Terra - O Filme"
Divulgação
"Viagem ao Centro da Terra - O Filme" é uma superprodução da New Line Cinema em parceria com o estúdio Walden Media. O filme entra em cartaz nesta sexta-feira, 11, em todo o mundo, inclusive em Feira de Santana, no Orient Cineplace, com cópia dublada.
O site especializado "Coming Soon.Net" afirma que se trata de um trabalho “maravilhoso, construindo este fantástico mundo subterrâneo com cenas que o deixarão verdadeiramente encantado”. O articulista Edward Douglas comparou a aventura com os clássicos filmes da Disney na década de 80 ou mesmo com sucessos da Amblin como “Goonies”, “De Volta Para o Futuro” e “Uma Cilada Para Roger Rabbit”.
Trata-se da estréia na direção de Eric Brevig, especialista em efeitos especiais de filmes como “O Segredo do Abismo” e “Pearl Harbor”. "Viagem ao Centro da Terra - O Filme" é o primeiro longa-metragem rodado utilizando a mais moderna tecnologia de captação de imagens em 3D, a câmera digital Fusion desenvolvida pela equipe do cineasta James Cameron (de “Titanic”). Somente em São Paulo existe sala copm esse equipamento.
Na roupagem moderna para o clássico de Julio Verne - existe a versão de 1959 -, os espectadores encontrarão entretenimento garantido para todas as idades. Trevor (Brendan Fraser) e seu irmão Max formavam um time campeão de geólogos, até que Max desapareceu sem deixar vestígios em uma pesquisa na Islândia há dez anos. Trevor nunca mais foi o mesmo, assim como seu sobrinho Sean (Josh Hutcherson), agora um problemático e rebelde garoto de 13 anos. Quando surge a oportunidade para visitar o topo da montanha na qual Max desapareceu, Trevor aceita, esperando saber mais sobre o destino de Max. Mas como terá que tomar conta de Sean durante o verão, ele não tem escolha a não ser levá-lo junto. Ao lado da guia Hannah (Anita Briem), eles acabam presos em uma caverna por conta de uma tempestade elétrica e embarcam para a mais inacreditável aventura de suas vidas. "Apenas uma coisa é certa: quando se está a seis mil quilômetros abaixo da superfície, tudo pode acontecer", como é anunciado.
(Com informações da PlayArte)

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