quarta-feira, 5 de dezembro de 2018
Filme noir sobre sistema prisional feminino
Mais
um filme noir visto. "À Margem da Vida" (Caged), de John Cromwell, 1950, que aborda
os problemas do sistema prisional feminino. Trata de abuso físico, corrupção,
claustrofobia, gravidez indesejada, parto prematuro, lesbianismo insinuado.
Na
trama, uma ingênua viúva de dezenove anos, Marie Allen (Eleanor Parker) se
torna cínica quando é enviada para a prisão de mulheres e é exposta
a criminosas endurecidas e guardas sádicas, após tentativa de roubo à
mão armada praticada por seu marido, na qual ele é morto.
O filme deixa claramente
a mensagem de que se nenhum esforço for feito para reabilitar pessoas presas, tudo que
uma prisão faz bem é educar as pessoas criminosas em sua vocação: o crime. Os personagens não têm remissão.
No Festival Internacional de Veneza, Itália, prêmio
de Melhor
Atriz para Eleanor Parker, que foi indicada ao Oscar na mesma categoria. Outras
indicações da Academia de Artes Cinematográficas de
Hollywood: Melhor Atriz Coadjuvante para Hope Emerson e Melhor História
e Roteiro para Virginia Kellogg e Bernard C. Schoenfeld.
Destaque
para a fotografia - em preto e branco - de Carl Guthrie, bem como a trilha sonora de Max Steiner.
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Ação social do Senai no centro da cidade
Uma ação
social em que estão sendo realizadas demonstrações técnicas (Foto 3), oficinas,
exposição de equipamentos industriais (Foto 4) e orientação profissional para a
comunidade. A I Feira de Orientação
Técnica Profissional realizada pela Unidade de Feira de Santana
do Serviço Nacional da Indústria (Senai) ocorre até a quinta-feira, 6, no
estacionamento em frente ao Paço Municipal Maria Quitéria (Foto 1).
Uma das oficinas
que está sendo realizada é a de fabricação de perfume (Foto 2), no laboratório da unidade
móvel do Senai (Foto 2).
Todos os
serviços são gratuitos e ocorrem entre 8 e 12 horas e das 13 às 18 horas.
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"Abuso de poder"
E
Lewandowski, que chamou a polícia ao ouvir uma crítica (moderada) ao STF? Não
fosse um poderoso ministro, estaria sujeito ao artigo 4º, I, da Lei de Abuso de
Autoridade, que proíbe "ordenar ou executar medida privativa de liberdade
individual, sem as formalidades legais".
Fonte: Claudio Humberto
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terça-feira, 4 de dezembro de 2018
Senai realiza I Feira de Orientação Técnica Profissional nesta quarta-feira
A Unidade de Feira de Santana do Serviço
Nacional da Indústria (Senai) realiza nesta quarta-feira, 5, a I Feira de
Orientação Técnica Profissional, no estacionamento em frente ao Paço Municipal
Maria Quitéria.
Trata-se de uma ação social em que
serão realizadas demonstrações técnicas, oficinas, exposição de equipamentos
industriais e orientação profissional para a comunidade.
Uma das oficinas a ser realizada é a
de fabricação de perfume, no laboratório da unidade móvel que o Senai levará
para o evento.
Todos os serviços são gratuitos e
ocorrerão entre 8 e 12 horas e das 13 às 18 horas.
(Com
informações de Luciana Oliveira Rocha, do Núcleo de Carreira Profissional -
Senai Feira de Santana)
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Dois lançamentos e uma pré-estreia
1. Bojana Novakovic em "O Chamado do Mal"
2. Animação "Encantado"
3. Jason Mamoa e Patrock Wilson em "Aquaman"
Fotos: IMDB
São dois lançamentos nacionais desta semana, no Orient Cineplace Boulevard, a partir desta quinta-feira, 6. A animação "Encantado", que está em pré-estreia desde a quinta-feira passada; e o thriller de horror "O Chamado do Mal" (Malicious).
2. Animação "Encantado"
3. Jason Mamoa e Patrock Wilson em "Aquaman"
Fotos: IMDB
São dois lançamentos nacionais desta semana, no Orient Cineplace Boulevard, a partir desta quinta-feira, 6. A animação "Encantado", que está em pré-estreia desde a quinta-feira passada; e o thriller de horror "O Chamado do Mal" (Malicious).
Para completar, na quarta-feira, 12, pré-estreia do filme de ação, aventura, fantasia e ficção científica "Aquaman", baseado em personagem dos quadrinhos da DC Comics. Tem direção de James Wan e 143 minutos de duração.
Na trama, Arthur Curry (Kaan Guldur, criança, e Jason Mamoa, adulto) descobre que é o herdeiro do reino subaquático de Atlântida e deve dar um passo adiante para liderar seu povo e ser um herói para o mundo.
Na trama, Arthur Curry (Kaan Guldur, criança, e Jason Mamoa, adulto) descobre que é o herdeiro do reino subaquático de Atlântida e deve dar um passo adiante para liderar seu povo e ser um herói para o mundo.
Com diretor e elenco desconhecido, "O
Chamado do Mal" tem como apelo o slogan "Você não vai ter por onde fugir". Na trama, a mulher grávida de um professor se vê
assombrada por uma entidade maligna que atormenta sua vida. Ela terá que
lutar contra a razão para encontrar respostas e descobrir o que aconteceu com
seu bebê.
Na animação "Encantado", o príncipe Felipe Encantado tem que se decidir entre as princesas Bela Adormecida, Branca de Neve e Cinderela.
Na animação "Encantado", o príncipe Felipe Encantado tem que se decidir entre as princesas Bela Adormecida, Branca de Neve e Cinderela.
Continuações da semana: a comédia dramática
"De Repente uma Família", que trata de adoção de crianças por um
casal sem filhos, entra em segunda semana. Também em segunda semana, o filme de
horror e mistério "Cadáver" e a comediota brasileira
"Exterminadores do Além Contra a Loira do Banheiro".
Outra continuação: o filme de aventuras "Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald", em quarta semana.
Outra continuação: o filme de aventuras "Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald", em quarta semana.
No
sábado, 8, matinais de "Encantado"
(11 horas); e "O Chamado do Mal" (11h20), e "Animais Fantásticos: Os Crimes de
Grindelwald" (11h30).
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Avenida Senhor dos Passos no tempo
Estas fotos estão sequenciadas cronologicamente, com possíveis erros.
Tentaremos marcar a época por detalhes conhecidos, se o leitor encontrar sinais
que comprovem o acerto ou erro, será interessante fazer comentário corrigindo
ou confirmando.
Foto 1 - A primeira
foto mostra a localização antiga da capela com o cemitério, no centro onde é
hoje o início da avenida Getúlio Vargas; o casarão ao lado foi desapropriado para juntamente com o cemitério, construir
a Prefeitura, em 1922.
Foto 2 - Esta
é a foto mais antiga do arquivo do Blog. Reparem que ainda não havia poste de
luz elétrica nem calçamento.
Foto 3 - Como as
primeiras, a atual avenida Senhor dos Passos se chamava rua Barão de Cotegipe,
como mostra a inscrição abaixo da foto. Esta já tinha poste, mas bem rústico,
certamente era madeira do próprio município não fazendo parte de sistema
regional. Também ainda não tinha calçamento. Já a posteação era padronizada, deduz-se que provavelmente
fazia parte do sistema estadual de Bananeiras, década de 30.
Foto 4 - Os canteiros
centrais recém construído, pois ainda não tinham plantado as árvores, também
década de 30. Vê-se no meio, lado direito a "Casa da Torre", defronte
onde hoje é o "Centro Comercial Arnold Silva".
Fotos 6, 7 e 8 - Vamos identificar
a ordem cronológica pelo crescimento das plantas. Nota-se, na foto 6, poste com luminárias, tinha o no deglobo na entrada do Paço Municipal, que na foto 9, de 1945, já não existiam. Legenda escrita na foto 8 registra o atual nome da avenida Senhor dos Passos - não sei precisar a data da mudança do nome.
Fotos 10 e 11 - A ordem de postagem foi calcada nos modelos dos veículos, naturalmente sujeitas a erro. Não existia mais os canteiros centrais, mas continuava os postes no centro da avenida.
Foto 12 - Não aparece mais os postes no centro da avenida. Ainda existia o abrigo da praça João Pedreira, de frente a avenida Senhor dos Passos.
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Evangelho da prosperidade enfraquece a teologia, indica estudo
Movimento crescente tem menos a
ver com "sentir Deus", e mais com "sentir-se bem"
As pessoas que ouvem os ensinamentos do chamado "evangelho da prosperidade" sentem-se mais positivas, mas não estão
necessariamente aprendendo qualquer conteúdo teológico, indica um novo estudo.
A Universidade de Toronto divulgou na revista de Psicologia da Religião e Espiritualidade,
um levantamento sobre os ensinamentos popularizados por pregadores como Joel
Osteen, T. D. Jakes e Creflo Dollar. Além de suas pregações disponíveis nas
redes sociais, eles possuem livros traduzidos em diversas línguas, o que
aumenta sua influência sobre pessoas de várias partes do mundo.
Um dos autores do estudo, Nicholas M. Hobson, do Departamento de Psicologia da Universidade de Toronto, observou que o movimento também chamado de 'teologia da prosperidade' e 'confissão positiva cristã' é "um dos movimentos religiosos de maior crescimento".
"O evangelho da prosperidade surgiu na década de 1950. O boom desses movimentos evangélicos da prosperidade resultou da popularização dos televangelistas. Os mais influentes hoje são Joel Osteen, Creflo Dollar e T. D. Jakes", afirma Hobson.
"A doutrina central do evangelho ensinado por eles é que Deus deseja que os fiéis sejam prósperos financeiramente. As bênçãos materiais, portanto, fazem parte da vontade de Deus. Só que para se beneficiar dessas bênçãos, a pessoa deve (a) adotar um pensamento ou discurso sempre positivo e (b) doar uma certa quantia de dinheiro para a igreja ou ministério", resume.
O estudo lembra que "Usando termos como 'semente de fé', a maioria dos seguidores do evangelho da prosperidade acredita que fazer doações regulares para sua igreja os ajudará a colher uma safra abundante em algum momento no futuro."
Estímulos à pregação
Para a realização do estudo, os pesquisadores convidaram teólogos e ateus para ouvir um sermão sobre prosperidade, tendo seus sentimentos medidos depois.
"Ao verificar o efeito positivo, descobrimos que o evangelho da prosperidade oferece um impulso de positividade, gerando uma sensação de bem-estar, mesmo entre o grupo de ateus. Isso comprovaria a ideia de que o impacto da mensagem tem mais a ver com o bem-estar do ouvinte que com suas crenças pessoais", concluíram os autores do estudo.
O levantamento indica ainda que "o sucesso crescente do evangelho da prosperidade como um sistema de crenças religiosas pode ser atribuído às suas experiências positivas e excitantes - não aos seus ensinamentos teológicos". O efeito sobre os sentimentos dos ouvintes é inegável, mas não gera conhecimento teológico sobre a pessoa de Deus. Isso geraria um enfraquecimento da doutrina histórica das igrejas evangélicas.
Em suas conclusões, os pesquisadores apontam ainda que "as mensagens religiosas sobre prosperidade aumentam o viés otimista e estimulam comportamentos financeiros arriscados". Ao mesmo tempo, "ironicamente, seu sucesso como movimento religioso crescente tem menos a ver com 'sentir Deus', e mais com 'sentir-se bem'."
O 'Christian Post' entrou em contato com os ministérios de Osteen, Jakes and Dollar para comentarem sobre o estudo
O porta-voz da Igreja de Lakewood, Donald Iloff Jr., ressaltou que a mensagem de Osteen não é exclusivamente sobre ganhos financeiros. "Caracterizar a mensagem com foco na riqueza material é uma análise bastante superficial da mensagem de Joel", argumentou o porta-voz. "Ele fala sobre um Deus que quer o que é melhor para você, o que poderia incluir possuir um negócio de sucesso", lembra. Assegurou ainda que Osteen rejeitou o rótulo de pastor da prosperidade.
Os ministérios de Jakes e Dollar não quiseram se manifestar.
Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br
Um dos autores do estudo, Nicholas M. Hobson, do Departamento de Psicologia da Universidade de Toronto, observou que o movimento também chamado de 'teologia da prosperidade' e 'confissão positiva cristã' é "um dos movimentos religiosos de maior crescimento".
"O evangelho da prosperidade surgiu na década de 1950. O boom desses movimentos evangélicos da prosperidade resultou da popularização dos televangelistas. Os mais influentes hoje são Joel Osteen, Creflo Dollar e T. D. Jakes", afirma Hobson.
"A doutrina central do evangelho ensinado por eles é que Deus deseja que os fiéis sejam prósperos financeiramente. As bênçãos materiais, portanto, fazem parte da vontade de Deus. Só que para se beneficiar dessas bênçãos, a pessoa deve (a) adotar um pensamento ou discurso sempre positivo e (b) doar uma certa quantia de dinheiro para a igreja ou ministério", resume.
O estudo lembra que "Usando termos como 'semente de fé', a maioria dos seguidores do evangelho da prosperidade acredita que fazer doações regulares para sua igreja os ajudará a colher uma safra abundante em algum momento no futuro."
Estímulos à pregação
Para a realização do estudo, os pesquisadores convidaram teólogos e ateus para ouvir um sermão sobre prosperidade, tendo seus sentimentos medidos depois.
"Ao verificar o efeito positivo, descobrimos que o evangelho da prosperidade oferece um impulso de positividade, gerando uma sensação de bem-estar, mesmo entre o grupo de ateus. Isso comprovaria a ideia de que o impacto da mensagem tem mais a ver com o bem-estar do ouvinte que com suas crenças pessoais", concluíram os autores do estudo.
O levantamento indica ainda que "o sucesso crescente do evangelho da prosperidade como um sistema de crenças religiosas pode ser atribuído às suas experiências positivas e excitantes - não aos seus ensinamentos teológicos". O efeito sobre os sentimentos dos ouvintes é inegável, mas não gera conhecimento teológico sobre a pessoa de Deus. Isso geraria um enfraquecimento da doutrina histórica das igrejas evangélicas.
Em suas conclusões, os pesquisadores apontam ainda que "as mensagens religiosas sobre prosperidade aumentam o viés otimista e estimulam comportamentos financeiros arriscados". Ao mesmo tempo, "ironicamente, seu sucesso como movimento religioso crescente tem menos a ver com 'sentir Deus', e mais com 'sentir-se bem'."
O 'Christian Post' entrou em contato com os ministérios de Osteen, Jakes and Dollar para comentarem sobre o estudo
O porta-voz da Igreja de Lakewood, Donald Iloff Jr., ressaltou que a mensagem de Osteen não é exclusivamente sobre ganhos financeiros. "Caracterizar a mensagem com foco na riqueza material é uma análise bastante superficial da mensagem de Joel", argumentou o porta-voz. "Ele fala sobre um Deus que quer o que é melhor para você, o que poderia incluir possuir um negócio de sucesso", lembra. Assegurou ainda que Osteen rejeitou o rótulo de pastor da prosperidade.
Os ministérios de Jakes e Dollar não quiseram se manifestar.
Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br
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Extinção do CIS: "Triste governo de retrocesso"
Sobre
postagem no Blog Demais e compartilhamento
no Facebook a respeito da extinção do Centro Industrial do Subaé (CIS), alguns comentários:
Lícia
Silva Que triste realidade! E ainda tem gente que apoia! Revoltante!
João Junior O CIS era uma autarquia municipal.
Para ser estadualizado houve aprovação da Câmara Municipal, para transferência
do seu patrimônio. No projeto de lei que extingue, consta que o patrimônio
passará para o Estado. No mínimo tal patrimônio deve
ser revertido para o Município de Feira de Santana.
Roseli D. Lima Triste governo de retrocesso.
Raymundo Pinto Associo-me aos que são contra
acabar com o CIS, obra inesquecível de João Durval.
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Menção a Arlindo Barbosa da Silva em jornal da FEB publicado na Itália
No jornal "O Cruzeiro do Sul", publicação do
Serviço Especial da Força Expedicionária Brasileira (FEB), na Itália, em 19 de
abril de 1945, alusão a correspondência do então sargento Arlindo Barbosa da
Silva, conforme pesquisa do memorialista Dazio Brasileiro Filho, integrante do Instituto Histórico e Geográfico de Feira de Santana.
O militar, como sargento, foi integrante da Força Expedicionária Brasileira (FEB) durante a Segunda Guerra Mundial.
Em Feira de Santana, já como capitão, atuou com professor de Educação Física no Colégio Estadual.
Nomina o Complexo de Delegacias, no Sobradinho, inaugurado em 12 de fevereiro de 2014. Na homenagem póstuma, Complexo Policial Capitão do Exército Brasileiro Arlindo Barbosa da Silva, como está na placa. No dia 7 de agosto do mesmo ano, Sistema de Videomnitoramento foi inaugurado pelo então prefeito José Ronaldo com entrega da Sala Capitão Arlindo Barbosa da Silva, no Gabinete de Gestão Integrada Municipal.
O militar, como sargento, foi integrante da Força Expedicionária Brasileira (FEB) durante a Segunda Guerra Mundial.
Em Feira de Santana, já como capitão, atuou com professor de Educação Física no Colégio Estadual.
Nomina o Complexo de Delegacias, no Sobradinho, inaugurado em 12 de fevereiro de 2014. Na homenagem póstuma, Complexo Policial Capitão do Exército Brasileiro Arlindo Barbosa da Silva, como está na placa. No dia 7 de agosto do mesmo ano, Sistema de Videomnitoramento foi inaugurado pelo então prefeito José Ronaldo com entrega da Sala Capitão Arlindo Barbosa da Silva, no Gabinete de Gestão Integrada Municipal.
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Histórias de Salvador em documentário narrado por Cid Teixeira
Narrado
por Cid Teixeira, o documentário “Toponímia da Cidade do Salvador” será
exibido no dia 19 de dezembro, às 17h30, na TVE Bahia. O documentário
é uma releitura do programa de rádio do Instituto de Radiodifusão
Educativa da Bahia (Irdeb), realizado pelo historiador em 1975, e terá
lançamento nesta quarta-feira, 5, às 19 horas, na Sala Walter da Silveira.
Produzido pela documentarista Carolina Canguçu, a obra traz explicações, curiosidades e a origem dos nomes de lugares famosos da cidade como Pelourinho, Sete Portas, Baixa dos Sapateiros, Subúrbio, Ladeira dos Galés, Igreja do Rosário dos Pretos, Igreja do Passo, Comércio, entre outros. Desde agosto deste ano, a TVE e a Rádio Educadora FM têm exibido vídeos individuais deste projeto nos intervalos das suas programações, além de terem disponibilizado o material nas plataformas digitais dos veículos.
Como parte da celebração dos 40 anos da Rádio Educadora FM, o projeto surgiu a partir das pesquisas e, consequentemente, digitalização do material extraído do Centro de Documentação (Cedoc) da TVE, o maior arquivo de imagens históricas da Bahia existente no Estado, além dos áudios originais do programa do historiador. Para o evento de lançamento está prevista a participação de cerca de 200 pessoas entre autoridades, formadores de opinião do cinema, referências artísticas e culturais, historiadores, educadores e representantes de instituições e comunidades de Salvador que se identificam com a temática da produção audiovisual.
Acompanhe a TVE nas redes sociais:
facebook.com/tvebahia
youtube.com/tvebahia
twitter.com/tvebahia
instagram.com/tvebahia
(Com informações da Assessoria de Comunicação do Irdeb)
Produzido pela documentarista Carolina Canguçu, a obra traz explicações, curiosidades e a origem dos nomes de lugares famosos da cidade como Pelourinho, Sete Portas, Baixa dos Sapateiros, Subúrbio, Ladeira dos Galés, Igreja do Rosário dos Pretos, Igreja do Passo, Comércio, entre outros. Desde agosto deste ano, a TVE e a Rádio Educadora FM têm exibido vídeos individuais deste projeto nos intervalos das suas programações, além de terem disponibilizado o material nas plataformas digitais dos veículos.
Como parte da celebração dos 40 anos da Rádio Educadora FM, o projeto surgiu a partir das pesquisas e, consequentemente, digitalização do material extraído do Centro de Documentação (Cedoc) da TVE, o maior arquivo de imagens históricas da Bahia existente no Estado, além dos áudios originais do programa do historiador. Para o evento de lançamento está prevista a participação de cerca de 200 pessoas entre autoridades, formadores de opinião do cinema, referências artísticas e culturais, historiadores, educadores e representantes de instituições e comunidades de Salvador que se identificam com a temática da produção audiovisual.
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(Com informações da Assessoria de Comunicação do Irdeb)
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Film noir com trama psicológica
Dane Clark e Gail Russell em "Ao Cair da Noite"
Fotos: IMDb
Do disco 2 de "Filme Noir Vol. 11", digistack lançado pela Versátil, a visão de um dos seis clássicos do gênero,
na noite de segunda-feira, 3. "Ao Cair da Noite" (Moonrise), de Frank Borzage
1947, trata sobre o bem e o mal. Culpa e expiação.
Atormentado desde a infância pelo passado criminoso do pai,
que é enforcado, o jovem Danny (Dane Clark), desde criança sofrendo assédio
moral, acaba acidentalmente matando outro rapaz (Lloyd Bridges) por causa de
uma garota Gilly (Gail Russell). Ela tenta influenciá-lo a admitir sua culpa ao
xerife (Allyn Joslyn)
Assim, uma trama psicológica. O personagem é assombrado pelo passado e tem crise de consciência. "Nascer da Lua" é a tradução litral do título original.
Em preto e branco, como convêm, é um filme noir que não é urbano, sim em
ambiente rural. Conta com blues na trilha sonora.
Teve indicação ao Oscar de Melhor Gravação de Som para
Daniel J. Bloomberg, pela Academia de Ciências e Artes Cinematográficas de
Hollywood.
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segunda-feira, 3 de dezembro de 2018
Dayane Pimentel homenageada com premiação "Quem É Quem"
Deputada federal eleita Dayane Pimentel em imagens do evento
Entre os homenageados na premiação "Quem É Quem" realizada
pelo gestor regional da “Tribuna da Bahia” Antonio José Larangeira, a deputada federal eleita Dayane Pimentel. O evento ocorreu na noite de sexta-feira, 30 de dezembro, no Casarão Fróes da Motta.
"Tive a satisfação de ser homenageada em evento digníssimo. Sinto-me muito honrada e desejo fazer valer
todas as gentilezas através do meu trabalho pela nossa Bahia", considerou Dayane,
completando que foi "uma noite muito agradável ao lado do meu esposo Alberto
Pimentel e dos amigos Magno Feuzenburg e sua esposa Aninha".
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Holocausto e busca da Alemanha pela "perfeição"
Yuliya Vysotskaya em dois momentos de "Paraíso"
Fotos: IMDb
O drama "Paraíso", de Andrey Konchalovsky, produção germano-russa, de
2016, visto no TeleCine Cult, trata sobre três pessoas e três perspectivas
distintas do mesmo período de guerra: Olga (Yuliya Vysotskaya), uma emigrante
aristocrática russa e membro da Resistência Francesa; Jules (Phillippe Duquesne), um
colaborador francês; e Helmut (Christian Claus), um alto oficial nazista da SS.
O
filme é narrado em entrevistas - quem é o entrevistador? - e flashbacks Como
pano de fundo, o Holocausto, a busca da Alemanha pela "perfeição".
Olga é presa por esconder crianças judias durante um
ataque. Seu caso é investigado por
Jules, que, atraído por ela, se oferece para ser suave, se ela dormir com ele. Mas as intenções dele são
interrompidas quando é morto por combatentes da Resistência.
Olga é colocada em um campo de concentração onde encontra
Helmut que no passado era apaixonado por ela e ainda nutre sentimentos. Juntos, eles embarcam em um
relacionamento destrutivo.
Enquanto os nazistas enfrentam uma a iminente derrota,
Helmut decide salvar Olga e fugir com ela para a América do Sul. Embora ela inicialmente
concorde em ir com ele, no último momento muda de ideia.
Na trilha sonora, Sinfonia nº 3 em Fá Maior, op. 90: III. Poco allegretto, de Johannes Brahms.
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Quem são os coveiros do CIS?
O prefeito Colbert Martins (MDB) não está nada satisfeito
com a decisão do governador Rui Costa (PT), anunciada na sexta-feira, 30 de
novembro, de extinguir o Centro Industrial do Subaé (CIS). Em entrevistas
concedidas nos meios de comunicação locais, o prefeito disse considerar um
"enorme prejuízo acabar com a autarquia".
Lembrar que durante seu governo - 1987-1989 - o então governador Waldir Pires também quis extinguir o CIS. Na época, políticos como Colbert Martins (pai), João Durval Carneiro e José Ronaldo de Carvalho lutaram contra a extinção da autarquia. Agora, 30 anos depois, aparece novo coveiro: o governo petista.
Colbert está na expectativa de que o governador faça uma reflexão sobre o assunto e procure ouvir os diversos segmentos interessados. "Ainda há tempo de se discutir este tema. Creio que não deve ser algo a ser sacramentado assim, sem um mínimo debate", disse.
O prefeito considera que este seria um "presente de grego" do governador ao povo de Feira de Santana menos de dois meses após ter sido reeleito e bem votado no município.
Colbert lembra que a autarquia CIS foi criada em 1983. Ele conclama as representações do empresariado, das classes trabalhadoras e dos diversos organismos da sociedade feirense a lutar contra a medida.
O Centro Industrial do Subaé, diz o prefeito, é um órgão interlocutor deste setor importante da economia com o Governo do Estado, "que não pode ser encerrado assim, de forma abrupta, em apenas uma canetada do governador".
Lembrar que durante seu governo - 1987-1989 - o então governador Waldir Pires também quis extinguir o CIS. Na época, políticos como Colbert Martins (pai), João Durval Carneiro e José Ronaldo de Carvalho lutaram contra a extinção da autarquia. Agora, 30 anos depois, aparece novo coveiro: o governo petista.
Colbert está na expectativa de que o governador faça uma reflexão sobre o assunto e procure ouvir os diversos segmentos interessados. "Ainda há tempo de se discutir este tema. Creio que não deve ser algo a ser sacramentado assim, sem um mínimo debate", disse.
O prefeito considera que este seria um "presente de grego" do governador ao povo de Feira de Santana menos de dois meses após ter sido reeleito e bem votado no município.
Colbert lembra que a autarquia CIS foi criada em 1983. Ele conclama as representações do empresariado, das classes trabalhadoras e dos diversos organismos da sociedade feirense a lutar contra a medida.
O Centro Industrial do Subaé, diz o prefeito, é um órgão interlocutor deste setor importante da economia com o Governo do Estado, "que não pode ser encerrado assim, de forma abrupta, em apenas uma canetada do governador".
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Encontro de Cooperação Internacional nesta segunda-feira
Encontro
de Cooperação Internacional, dentro do Feira 2030, ocorre nesta segunda-feira,
3, entre 9 e 17 horas, no auditório da unidade do Serviço Social da
Indústria (Sesi). O evento será aberto pelo prefeito Colbert Martins e pela
representante do Corpo Consular da Bahia (CCB) Miriam de Almeida Souza, cônsul
honorária da República Helênica (Grécia).
O Projeto Feira 2030 foi criado por iniciativa do Poder Executivo, através do Decreto 10.219, de 20 de março de 2017.
No programa do Encontro: Potencial, possibilidades e demandas da Região Metropolitana de Feira de Santana: Educação, saúde, comércio, indústria, agronegócio, inovação, tecnologia, comércio exterior; Apresentação dos membros do Corpo Consular da Bahia: Possibilidades de relações internacionais dos países representados com a Bahia nas áreas de negócios, cultura, tecnologias, educação e atração de investimentos; Plenária para propostas de cooperação internacional com os consulados e as secretarias, entidades acadêmicas, empresariais e sociais presentes; além de visitas ao Parque do Saber e à indústria Pirelli.
Estão confirmadas as presenças dos cônsules da República Argentina Pablo Exequiel Virasoro (geral) e da República Oriental do Uruguai Lorena García; cônsules honorários do Reino dos Países Baixos Egbert Bloemsma; da Republica da Finlândia Wilson Andrade; da República Federal da Alemanha Petra Schaeber; da Áustria Simone Klein de Araújo; da Itália Giovanni V. Pisanu.
O Projeto Feira 2030 foi criado por iniciativa do Poder Executivo, através do Decreto 10.219, de 20 de março de 2017.
No programa do Encontro: Potencial, possibilidades e demandas da Região Metropolitana de Feira de Santana: Educação, saúde, comércio, indústria, agronegócio, inovação, tecnologia, comércio exterior; Apresentação dos membros do Corpo Consular da Bahia: Possibilidades de relações internacionais dos países representados com a Bahia nas áreas de negócios, cultura, tecnologias, educação e atração de investimentos; Plenária para propostas de cooperação internacional com os consulados e as secretarias, entidades acadêmicas, empresariais e sociais presentes; além de visitas ao Parque do Saber e à indústria Pirelli.
Estão confirmadas as presenças dos cônsules da República Argentina Pablo Exequiel Virasoro (geral) e da República Oriental do Uruguai Lorena García; cônsules honorários do Reino dos Países Baixos Egbert Bloemsma; da Republica da Finlândia Wilson Andrade; da República Federal da Alemanha Petra Schaeber; da Áustria Simone Klein de Araújo; da Itália Giovanni V. Pisanu.
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Colbert recebe homenagem do Instituto Histórico e Geográfico
O prefeito Colbert
Martins (Foto), vereador Roberto Tourinho, secretário de Governo Paulo Aquino e José
Alexandrino de Souza, integrante do Instituto Histórico e Geográfico de Feira de
Santana (IHGFS), serão homenageados pela instituição no evento de encerramento
das atividades deste ano do, no sábado, 8 de dezembro, a partir das 10 horas,
com almoço de adesão, na Churrascaria Los Pampas.
Na oportunidade, o professor doutor
Alfredo José Moura de Assis vai palestrar sobre "Mitologias Sonoras:
Música na Mitologia Grega". Ainda na programação, lançamento da Revista
Número 15 e entrega de diplomas a novos sócios.
O
Instituto Histórico e Geográfico, fundado há 15 anos, em 21 de agosto de 2003,
é presidido atualmente por Liacélia Pires Leal e conta com nomes como Dazio
Brasileiro, Antônio Moreira Ferreira, Nilza Silva Ribeiro, Neide Almeida da
Cruz, Neuza Brito Carneiro, Iany Brasileiro, Leny Madalena de Souza
Silva, José Alexandrino Souza, Lélia Vitor Fernandes de Oliveira, Carlos
Alberto Almeida Mello, entre outros.
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"Pânico entre políticos"
Se o
presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) pretendia assustar a classe política
enchendo o primeiro escalão do seu governo de generais, conseguiu. Habituados
aos métodos do passado, eles estão em pânico.
Fonte: Claudio Humberto
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"Ideologia cultural esquerdista (mamãe eu quero mamar)"
Por
Ipojuca Pontes
Tipos como Cacá Diegues, o "sinhozinho" do cinema,
viciado há quase cinco décadas no mamar sôfrego nas tetas da Viúva, costumam
afirmar que "não existe cinema brasileiro sem ajuda do Estado". E, com o apoio
da mídia amestrada, 100% esquerdista, pressionam dia e noite governos
perdulários, ignorantes ou coniventes sempre pedindo mais verbas públicas para
produzir, distribuir e exibir filmes de orçamentos cada vez mais elevados e, de
ordinário, sem retorno financeiro condizente. Um dos argumentos empregados, já
puídos pelo tempo, é o de que, tanto no capitalismo liberal quanto no
capitalismo de Estado, os governantes "investem em seus valores culturais para
existir como nação".
Bem, vamos por partes, como diria o Dr. Samuel Johnson (visto por Boswel). No caso particular do cinema brasileiro, totalmente subsidiado pelos cofres públicos, os "valores culturais" disseminados são, em sua maioria, derrisórios, em geral subordinados a conceitos falaciosos do "marxismo cultural" ou plasmados em cursos de cinema que reproduzem os padrões doutrinários o mais das vezes repassados pela indigente Escola de Cinema de San Antonio de los Baños, em Cuba - uma arapuca de encomenda para formar militantes empenhados em estabelecer a patranha do "socialismo tropical" abaixo da Linha do Equador.
Por sua vez, à margem o fato de que a nossa população repudia (em gênero, número e grau) esse tipo de cinema oficial que se faz hoje no País, na certa por não reconhecer nele os seus próprios valores, é preciso dizer alto e bom som, em particular aos novos governantes, que a coisa nem sempre funcionou assim. De maneira nenhuma!
Com efeito, desde a prodigiosa filmagem de Paschoal Segreto documentando, no final do século XIX a Baía de Guanabara, passando pela ação contínua de pioneiros como Antonio Leal, José Medina, Carmem Santos, Ademar Gonzaga até chegar aos filmes da Atlântica, Cinédia, Vera Cruz, Cinedistri, Herbert Richers e os ciclos dos filmes de cangaço, de carnaval, das chanchadas, das comédias eróticas etc - tudo levou a marca de empresários que corriam riscos e que conquistaram o público para o cinema nacional sem as amarras do dinheiro fácil e corruptor do Estado e sua burocracia engajada.
Eis o fato: no histórico, com a confiabilidade e a força do mercado construíram-se estúdios e laboratórios, implantaram-se distribuidoras, sindicatos e uma vigorosa cadeia nacional de exibição com cerca de 4.200 salas para uma frequência que chegou a atingir cerca de 30 milhões de espectadores/ano. (Sem esquecer a conquista única da Palma de Ouro do Festival de Cannes levantada pelo "O Pagador de Promessas", em 1962, produzido por um ex-porteiro de cinema, Oswaldo Massaini, e dirigido por um ex-galã de chanchadas, o competente Anselmo Duarte).
Tudo isso ocorreu em linha ascendente até o advento da desastrosa intervenção do Estado no cinema, a partir da criação da Embrafilme, em 1969, pela ação estatizante do falso estrategista Golbery do "colt" e Silva, general tido como o "mago da teoria da panela de pressão", panaceia que consistia em entregar as universidades públicas e os espaços culturais do governo à esquerda gramsciana (enquanto combatia as guerrilhas rurais e urbanas). Nesta fase, para arrancar mais dinheiro dos cofres da estatal do cinema dirigida pelo comunista Celso Amorim e produzir filmes pífios e caluniosos como "Idade da Terra" ou "Pra Frente Brasil", Glauber Rocha, baiano genioso que carregava o Cinema Novo-rico debaixo do sovaco, inventou que Golbery, então chefe da Casa Civil do governo Geisel, era o "gênio da raça" ao lado - vejam só! - de Euclides da Cunha, Villa-Lobos e Rui Barbosa.
De lá pra cá, mesmo com o fechamento saneador da Embrafilme decretado pelo fraco e (acuado) Collor de Mello, as leis permissivas, concessões a fundo perdido e benesses de todo tipo só têm ampliado o buraco negro do desperdício do dinheiro público na área conflagrada, corrupta e aparelhada da cultura oficial que, como se sabe, aniquilou qualquer possibilidade de agentes privados investirem no setor.
Neste terreno pantanoso, diante da falência nacional, a manutenção de monstrengos tipo Lei Rouanet, Lei do Audiovisual, Fundo Setorial do Audiovisual etc, a dilapidar bilhões e bilhões de reais para oferecer regalias a corporações parasitárias é uma afronta, ou melhor, um atentado ao contribuinte e à população brasileira carente de condições básicas como comer, habitar e caminhar com segurança pelas ruas.
Soube que o deputado Osmar Serra, de MDB, futuro ministro da Cidadania (onde foram alojadas as pastas do Desenvolvimento Social, Esportes e Cultura), defendeu o uso do "pente fino" para levantar os "desvios" da Lei Rouanet e, por extensão, os "malfeitos" de leis amparadas por bilionárias e isenções fiscais e subsídios, entre elas, por exemplo, a onerosa Lei do Audiovisual.
É pouco, muito pouco mesmo. Esses incentivos perdulários, além de incontroláveis, são socialmente irresponsáveis e economicamente doentios. Como ex-titular da pasta da Secretaria Nacional da Cultura, digo que eles apenas acarretam a apropriação pelo privado de qualquer tipo de lucro e a socialização do prejuízo pela sociedade. No reino de uma atividade que só pensa na mamação, o correto é estabelecer critérios rigorosos, voltados prioritariamente para cuidar de museus, bibliotecas, acervos do patrimônio histórico, etc - em suma, os verdadeiros bens públicos.
Voltaremos ao assunto mas, antes de concluir, lembro ao deputado Osmar Serra que, recentemente, falando para representes dos principais setores da indústria, na sede do BNDES-Rio, Paulo Guedes, ministro da Economia, foi curto e objetivo: "Quem está acostumado com subsídio vai ter de aprender a viver sem".
Correto, corretíssimo!
Até.
Fonte: https://diariodopoder.com.br
Bem, vamos por partes, como diria o Dr. Samuel Johnson (visto por Boswel). No caso particular do cinema brasileiro, totalmente subsidiado pelos cofres públicos, os "valores culturais" disseminados são, em sua maioria, derrisórios, em geral subordinados a conceitos falaciosos do "marxismo cultural" ou plasmados em cursos de cinema que reproduzem os padrões doutrinários o mais das vezes repassados pela indigente Escola de Cinema de San Antonio de los Baños, em Cuba - uma arapuca de encomenda para formar militantes empenhados em estabelecer a patranha do "socialismo tropical" abaixo da Linha do Equador.
Por sua vez, à margem o fato de que a nossa população repudia (em gênero, número e grau) esse tipo de cinema oficial que se faz hoje no País, na certa por não reconhecer nele os seus próprios valores, é preciso dizer alto e bom som, em particular aos novos governantes, que a coisa nem sempre funcionou assim. De maneira nenhuma!
Com efeito, desde a prodigiosa filmagem de Paschoal Segreto documentando, no final do século XIX a Baía de Guanabara, passando pela ação contínua de pioneiros como Antonio Leal, José Medina, Carmem Santos, Ademar Gonzaga até chegar aos filmes da Atlântica, Cinédia, Vera Cruz, Cinedistri, Herbert Richers e os ciclos dos filmes de cangaço, de carnaval, das chanchadas, das comédias eróticas etc - tudo levou a marca de empresários que corriam riscos e que conquistaram o público para o cinema nacional sem as amarras do dinheiro fácil e corruptor do Estado e sua burocracia engajada.
Eis o fato: no histórico, com a confiabilidade e a força do mercado construíram-se estúdios e laboratórios, implantaram-se distribuidoras, sindicatos e uma vigorosa cadeia nacional de exibição com cerca de 4.200 salas para uma frequência que chegou a atingir cerca de 30 milhões de espectadores/ano. (Sem esquecer a conquista única da Palma de Ouro do Festival de Cannes levantada pelo "O Pagador de Promessas", em 1962, produzido por um ex-porteiro de cinema, Oswaldo Massaini, e dirigido por um ex-galã de chanchadas, o competente Anselmo Duarte).
Tudo isso ocorreu em linha ascendente até o advento da desastrosa intervenção do Estado no cinema, a partir da criação da Embrafilme, em 1969, pela ação estatizante do falso estrategista Golbery do "colt" e Silva, general tido como o "mago da teoria da panela de pressão", panaceia que consistia em entregar as universidades públicas e os espaços culturais do governo à esquerda gramsciana (enquanto combatia as guerrilhas rurais e urbanas). Nesta fase, para arrancar mais dinheiro dos cofres da estatal do cinema dirigida pelo comunista Celso Amorim e produzir filmes pífios e caluniosos como "Idade da Terra" ou "Pra Frente Brasil", Glauber Rocha, baiano genioso que carregava o Cinema Novo-rico debaixo do sovaco, inventou que Golbery, então chefe da Casa Civil do governo Geisel, era o "gênio da raça" ao lado - vejam só! - de Euclides da Cunha, Villa-Lobos e Rui Barbosa.
De lá pra cá, mesmo com o fechamento saneador da Embrafilme decretado pelo fraco e (acuado) Collor de Mello, as leis permissivas, concessões a fundo perdido e benesses de todo tipo só têm ampliado o buraco negro do desperdício do dinheiro público na área conflagrada, corrupta e aparelhada da cultura oficial que, como se sabe, aniquilou qualquer possibilidade de agentes privados investirem no setor.
Neste terreno pantanoso, diante da falência nacional, a manutenção de monstrengos tipo Lei Rouanet, Lei do Audiovisual, Fundo Setorial do Audiovisual etc, a dilapidar bilhões e bilhões de reais para oferecer regalias a corporações parasitárias é uma afronta, ou melhor, um atentado ao contribuinte e à população brasileira carente de condições básicas como comer, habitar e caminhar com segurança pelas ruas.
Soube que o deputado Osmar Serra, de MDB, futuro ministro da Cidadania (onde foram alojadas as pastas do Desenvolvimento Social, Esportes e Cultura), defendeu o uso do "pente fino" para levantar os "desvios" da Lei Rouanet e, por extensão, os "malfeitos" de leis amparadas por bilionárias e isenções fiscais e subsídios, entre elas, por exemplo, a onerosa Lei do Audiovisual.
É pouco, muito pouco mesmo. Esses incentivos perdulários, além de incontroláveis, são socialmente irresponsáveis e economicamente doentios. Como ex-titular da pasta da Secretaria Nacional da Cultura, digo que eles apenas acarretam a apropriação pelo privado de qualquer tipo de lucro e a socialização do prejuízo pela sociedade. No reino de uma atividade que só pensa na mamação, o correto é estabelecer critérios rigorosos, voltados prioritariamente para cuidar de museus, bibliotecas, acervos do patrimônio histórico, etc - em suma, os verdadeiros bens públicos.
Voltaremos ao assunto mas, antes de concluir, lembro ao deputado Osmar Serra que, recentemente, falando para representes dos principais setores da indústria, na sede do BNDES-Rio, Paulo Guedes, ministro da Economia, foi curto e objetivo: "Quem está acostumado com subsídio vai ter de aprender a viver sem".
Correto, corretíssimo!
Até.
Fonte: https://diariodopoder.com.br
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sábado, 1 de dezembro de 2018
"A improbidade de Jaques Wagner"
Jaques Wagner foi acusado de improbidade administrativa por ter
arrumado um cargo nos Estados Unidos para o marido de Ideli Salvatti.
De acordo com a TV Globo, o petista atuou a fim de que o segundo-tenente do Exército, Jeferson da Silva Figueiredo, fosse empregado como "ajudante da Subsecretaria de Serviços Administrativos na Junta Interamericana de Defesa, com jornada semanal de 32 horas, pagamento mensal de U$ 7,4 mil (cerca de R$ 28 mil na cotação atual) e mais ajuda de custo para transferência de R$ 40 mil."
Esse é o menor dos problemas de Jaques Wagner, que está prestes a cair na Lava Jato por causa da sede da Petrobras, em Salvador.
Fonte: https://www.oantagonista.com/
De acordo com a TV Globo, o petista atuou a fim de que o segundo-tenente do Exército, Jeferson da Silva Figueiredo, fosse empregado como "ajudante da Subsecretaria de Serviços Administrativos na Junta Interamericana de Defesa, com jornada semanal de 32 horas, pagamento mensal de U$ 7,4 mil (cerca de R$ 28 mil na cotação atual) e mais ajuda de custo para transferência de R$ 40 mil."
Esse é o menor dos problemas de Jaques Wagner, que está prestes a cair na Lava Jato por causa da sede da Petrobras, em Salvador.
Fonte: https://www.oantagonista.com/
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Ganância na trama de western cult
1. Gary Cooper e Susan Hayward em "Jardim do Pecado"
2. Poster original do western
Fotos: Reprodução
2. Poster original do western
Fotos: Reprodução
No western "Jardim do Pecado" (Garden of Evil), de Henry Hathaway, 1954, mais uma vez revisto na manhã deste sábado, no TeleCine Cult, estão na trama ambição, amor, desejo, lealdade e traição.
Os aventureiros Hooker (Gary Cooper), Fisk (Richard Widmark) e Luke Daly (Cameron Mitchell) mais o mexicano Madariaga (Victor Manuel Mendoza) são contratados por Leah (Susan Hayward) - para salvar seu marido John Fuller (Hugh Marlowe), que está preso numa mina de ouro, no México. Eles questionam se a recompensa de dois mil dólares para cada um vale o risco de salvar alguém que pode já estar morto.
Rita Moreno aparece no início como cantora de uma cantina mexicana. A trilha sonora do filme, plena de música sinfônica, é do mestre Bernard Hermann - o único western musicado por ele.
Em Feira de Santana, foi exibido no final dos anos 1950, em CinemaScope, no Cine Íris.
Os aventureiros Hooker (Gary Cooper), Fisk (Richard Widmark) e Luke Daly (Cameron Mitchell) mais o mexicano Madariaga (Victor Manuel Mendoza) são contratados por Leah (Susan Hayward) - para salvar seu marido John Fuller (Hugh Marlowe), que está preso numa mina de ouro, no México. Eles questionam se a recompensa de dois mil dólares para cada um vale o risco de salvar alguém que pode já estar morto.
Rita Moreno aparece no início como cantora de uma cantina mexicana. A trilha sonora do filme, plena de música sinfônica, é do mestre Bernard Hermann - o único western musicado por ele.
Em Feira de Santana, foi exibido no final dos anos 1950, em CinemaScope, no Cine Íris.
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"Deputados torram R$ 35,3 milhões em autopromoção"
Os pagadores de impostos pagam até a "divulgação de
atividades" dos deputados federais, que não coçam o próprio bolso para nada. Só
este anos, foram R$35,3 milhões gastos para trombetear uma atividade
parlamentar na maioria dos casos medíocre, para não dizer inexistente. Além
disso, no ano eleitoral de 2018, ainda tivemos de desembolsar quase R$ 3 bilhões
para abastecer os fundos partidário e eleitoral.
A conta é toda nossa
Vale tudo nos gastos com promoção pessoal dos deputados, da
contratação de assessores ao financiamento de publicações.
Gastadores impiedosos
Os maiores "divulgadores" da própria imagem foram deputados
do PRB Jhonatan Jesus e César Halum. Juntos, torraram mais de R$ 570 mil.
Divulgou mal
Arlindo Chinaglia (PT-SP), que bate boca até com a própria
sombra, gastou R$ 273,6 mil para divulgar sua atuação. Quase perdeu a eleição.
Hors concours
Protagonista de inúmeros escândalos de corrupção, o PT foi o
partido que mais usou dinheiro público em propaganda: mais de R$ 4 milhões.
Fonte: Cláudio Humberto
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