Hoje ocorreu a primeira reunião do grupo de países que pode iniciar substituição da ONU. É o "Board of Peace", iniciativa internacional lançada por Trump em janeiro de 2026.
O Board inicialmente procura resolver a questão da Faixa de Gaza, por isso entre os membros fundadores há muitos da região do Oriente Médio e muçulmanos.
Na primeira reunião, participaram por volta de 50 países, o que já é muito.
27 são os membros fundadores formalmente aderentes. Dois são da América do Sul, Argentina e Paraguai. Veja a lista dos 27:
- Albânia
- Argentina
- Armênia
- Azerbaijão
- Bahrein
- Bulgária
- Camboja
- Egito
- El Salvador
- Hungria
- Indonésia
- Israel
- Jordânia
- Cazaquistão
- Kosovo
- Kuwait
- Mongólia
- Marrocos
- Paquistão
- Paraguai
- Qatar
- Arábia Saudita
- Turquia
- Emirados Árabes Unidos
- Uzbequistão
- Vietnã
Se havia apenas dois países europeus ocidentais entre os aderentes, a própria União Europeia participou da reunião entre os observadores, além da Itália e da Alemanha. Vejam os países observadores:
- Áustria
- Croácia
- Chipre
- República Tcheca
- União Europeia (representada pela comissária Dubravka Šuica)
- Finlândia
- Alemanha
- Grécia
- Índia (algumas fontes dizem que está revisando, mas enviou observador)
- Itália
- Japão
- México
- Países Baixos
- Noruega
- Coreia do Sul
- Reino Unido
- Suíça
- Romênia (presidente Nicușor Dan compareceu pessoalmente)
- Tailândia, e outros.
O presidente do grupo é Trump.
Os membros do Executive Board / Gaza Executive Board: Incluem Marco Rubio (Secretário de Estado dos EUA), Jared Kushner (genro de Trump), Steve Witkoff (enviado especial), Tony Blair (ex-primeiro-ministro britânico), Nickolay Mladenov (High Representative for Gaza), e outros como representantes de Turquia, Qatar, Emirados, etc.
O Vaticano dizer que não deseja aderir por enquanto é aceitável. Mesmo porque o Vaticano, ou melhor, a Santa Sé, nunca aderiu nem mesmo à ONU, apenas aderiu como observador em 1964, quase 20 depois que a ONU foi criada. Até hoje a Santa Sé não tem poder de voto na ONU pois não aderiu.
Agora dizer que prefere a ONU para resolver a Faixa de Gaza não é aceitável. O histórico da ONU na região é horrível.
Leão XIV manter a diplomacia da Santa Sé nas mãos de Parolin, o homem de Francisco do acordo secreto com a China, é péssimo sinal do seu pontificado.
Rezemos pela paz em Gaza.
https://thyselfolord.blogspot.com/

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