Rotary Clube pede ao prefeito José Ronaldo instauração do procedimento administrativo
Monumento Relógio Rotary, em 2021 (Foto: Franz Reuter)
O Rotary Club de Feira de Santana vai solicitar do prefeito José Ronaldo o Tombamento do Monumento Relógio Rotary como Patrimônio Cultural Municipal. Para tanto solicitará a instauração do procedimento administrativo visando ao determinado objetivo.
O Relógio Rotary, construído por iniciativa do primeiro clube de Rotary da cidade, consolidou-se, ao longo do tempo, como marco urbano, referencial simbólico e elemento integrante da memória coletiva da cidade, ultrapassando sua função original para assumir relevante significado histórico, cultural, social e urbanístico.
Trata-se de um bem que expressa, de forma material, a contribuição do Rotary para o desenvolvimento urbano e para a promoção dos valores de cidadania, cooperação e serviço à comunidade, razão pela qual sua proteção legal representa um ato de reconhecimento institucional e de preservação da memória urbana de Feira de Santana.
Nesse sentido, o Rotary Club encaminhará um Dossiê Técnico de Tombamento, contendo histórico, justificativa, fundamentação legal e caracterização do bem, com vistas a subsidiar a análise pelos órgãos municipais competentes e a deliberação do Conselho Municipal de Cultura, culminando com a edição do respectivo Decreto de Tombamento.
O presidente Ruy Sandes Leal Filho, em nome dos rotarianos, conta com a sensibilidade do prefeito Josér Ronaldo para "as causas relacionadas à preservação do patrimônio cultural e à valorização da história da cidade".
Na justificatica da solicitação, o Rotary Club coloca que "o monumento ultrapassou sua função utilitária original para tornar-se referência espacial, ponto de encontro, elemento identitário e símbolo da cooperação entre sociedade civil organizada e poder público."
Dizs mais que "no longo do tempo, o Relógio Rotary consolidou-se como parte da memória coletiva urbana, integrando o cotidiano da cidade, aparecendo em relatos orais, fotografias, registros jornalísticos e na vivência afetiva da população."
Assim, o tombamento se justifica por: "Valor histórico, como testemunho da ação cívica do Rotary em Feira de Santana; Valor cultural e simbólico, enquanto marco identitário da cidade; Valor urbanístico, compondo a paisagem e a leitura histórica do espaço público; e Valor social, por integrar práticas de sociabilidade urbana e memória afetiva local."
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