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segunda-feira, 18 de julho de 2016

Visão de "A Dama Dourada"



Em "A Dama Dourada" (Woman in Gold), drama biográfico diretor do britânico Simon Curtis, 2015, uma judia octogenária tenta recuperar quadros do pintor Gustav Klimt (1862-1918), como "Retrato de Adele Bloch-Bauer I", um dos quadros mais célebres do mundo, confiscados pelos nazistas de sua família durante a Segunda Guerra. A tela era conhecida como "A Mona Lisa Austríaca".
O filme - visto na noite desta segunda-feira, pelo Net Flix - lembra que existem mais de 100 mil obras de arte desse período desaparecidas. A estatística também aparece em "Caçadores de Obras-Primas" (The Monuments Men), de George Clooney, 2014.
No filme, a batalha jurídica entre Maria Altmann (Helen Mirren, foto), austríaca que fugiu com o marido para os Estados Unidos durante a guerra, contra o governo da Áustria, para recuperar obras de arte da coleção de seu pai. Entre as peças estava o famoso quadro de Klimt, que retrata sua tia Adele, e que até 2006 era o orgulho da Galeria Nacional Belvedere, em Viena.
Depois de vencer a questão com o seu advogado, Ronald Schoenberg (Ryan Reynolds), ela vende o retrato para Ronald Lauder (Ben Miles), da Neue Galery, de Nova York, por 135 milhões de dólares, o maior valor pago por uma pintura até então.
A história de Maria Altmann está no livro "A Dama Dourada: A Extraordinária História da Obra-Prima de Gustav Klimt", da jornalista Anne-Marie O’Connor.

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