Indignados com a forte revista feita pela segurança da comitiva de Barack Obama, os ministros Guido Mantega (Fazenda), Edison Lobão (Minas e Energia), Aloizio Mercadante (Ciências e Tecnologia) e Fernando Pimentel (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) não pensaram duas vezes: abandonaram o encontro da Cúpula Empresarial Brasil-Estados Unidos sem assistir o aguardado discurso do presidente dos EUA.
Segundo fontes ouvidas pelo "Estado", havia sido firmado um acordo com a Casa Branca para que os ministros não fossem revistados quando chegassem ao local da realização do encontro. Após o almoço oferecido no Itamaraty, os ministros seguiram para o centro de convenções onde era realizado o encontro empresarial. O acordo firmado com a Casa Branca foi ignorado pelos seguranças que estavam no local.
O ministro Aloizio Mercadante reclamou muito, mas acabou passando pela revista junto com seus colegas de ministério. Mantega chegou a comentar que nem em viagens internacionais tinha passado por tal constrangimento. Quando chegaram ao auditório e viram que o presidente da seção americana do Conselho Empresarial Brasil-EUA, John Faraci, simplesmente subiu ao palco e começou a falar em inglês, o clima que já não estava bom entre os ministros piorou.
Sem ter recebido aparelho de tradução simultânea, Mantega, Mercadante, Lobão e Pimentel simplesmente levantaram e foram embora. Lobão prometeu que iria ligar para seu colega do Itamaraty, Antonio Patriota, para reclamar da quebra do acordo firmado com a Casa Branca. A assessoria de imprensa do Ministério do Desenvolvimento afirmou que Pimentel não assistiu ao discurso de Obama porque teria sido chamado as pressas pela presidente Dilma Rousseff.
Segundo fontes ouvidas pelo "Estado", havia sido firmado um acordo com a Casa Branca para que os ministros não fossem revistados quando chegassem ao local da realização do encontro. Após o almoço oferecido no Itamaraty, os ministros seguiram para o centro de convenções onde era realizado o encontro empresarial. O acordo firmado com a Casa Branca foi ignorado pelos seguranças que estavam no local.
O ministro Aloizio Mercadante reclamou muito, mas acabou passando pela revista junto com seus colegas de ministério. Mantega chegou a comentar que nem em viagens internacionais tinha passado por tal constrangimento. Quando chegaram ao auditório e viram que o presidente da seção americana do Conselho Empresarial Brasil-EUA, John Faraci, simplesmente subiu ao palco e começou a falar em inglês, o clima que já não estava bom entre os ministros piorou.
Sem ter recebido aparelho de tradução simultânea, Mantega, Mercadante, Lobão e Pimentel simplesmente levantaram e foram embora. Lobão prometeu que iria ligar para seu colega do Itamaraty, Antonio Patriota, para reclamar da quebra do acordo firmado com a Casa Branca. A assessoria de imprensa do Ministério do Desenvolvimento afirmou que Pimentel não assistiu ao discurso de Obama porque teria sido chamado as pressas pela presidente Dilma Rousseff.
Fonte: Blog "Coturno Noturno", a partir de matéria do Estadão

7 comentários:
Se eu sou presidente dos USA e escutasse o que Obama já escutou dessa gente, em relação aos terroristas e ditadores do mundo, não deixaria passar nem Dilma sem revista.
esses filho da puta vem la da puta que pariu fazer graça aqui no nosso pais eu acho que os Brasileiros tem que se valorizar mais.
esses merda vem faser moral aqui no Brasil e os brasileiros dao moral
Brasileiros são babacas mesmo, se abaixaram muito e mostraram o que não deviam.
Ô gente, vocês no lugar de Obama não fariam diferente...os governistas são alinhados com até com as FARC, com os Castro...queriam o quê? E depois, Obama é convidado, não invasor ou algo parecido. Por mais que eu tenha um pé atrás com êle, tudo foi milimetricamente combinado entre os dois protocolos.
O fato é, para nós, muito infeliz.
Não sei se é a falta de patriotismo, não nos impulsiona numa direção de autoridade de "dono da casa", uma vês que o país nos pertence. Um sentimento latente nos verdadeiros militares e civis do país que procuram cuidar bem da sua casa.
Se ele(o Presidente dos EUA) tem muitos inimigos é problema dele. Nós cuidamos dos nossos.
Leigo no assunto e dentro da minha simplicidade, vejo que as boas relações diplomáticas devem existir, porém, dentro de um respeito e tolerância.
Acordos que são quebrados denota-se falta de respeito a quem se quer o tal. Achei a atitudes dos ministros corretas, mais poderiam ser mais efetivas.
Obama ta muito Certo no caso desses politicos ai. Pra eles politico brasileiro quando não caga na saida caga na entrada. Tinham que ser era barrados. E se os americanos nos humilham a culpa é nossa. Temos que deixar de ser os "macaquitos da floresta" e sermos um povo com uma cultura de luta e orgulho da nossa terra e nossa gente tão sofrida e esforçada, excluindo é clado essa corja de politicos miseráveis e corruptos.
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