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terça-feira, 14 de setembro de 2010

Paulo Souto critica estratégia de cooptação do governo petista

O candidato ao Governo do Estado Paulo Souto (Foto: Valter Pontes), pela coligação “A Bahia Merece Mais” (DEM/PSDB), condenou a estratégia do atual governo petista para arregimentar lideranças políticas. “Com o propósito único e claro de cooptar os partidos e lideranças, em apenas seis meses, às vésperas do pleito eleitoral, o Governo do Estado repassou R$ 181,5 milhões através de transferências voluntárias, superando em R$ 600 mil os contratos celebrados em três anos de gestão. Seguramente essa não é a forma mais legítima de buscar apoios políticos”.
O abuso de poder econômico, segundo Paulo Souto, por parte do governo petista, vem conseguindo atrair, sobretudo, políticos de partidos de oposição. Para o candidato democrata, declarações de prefeitos publicadas recentemente em matéria de "A Tarde" ratificam a sua afirmação. “Há um carinho maior com prefeitos quando há alinhamento”, ressaltou a prefeita do município de Jacobina, Valdice Castro (DEM), reconhecendo a existência de tratamento diferenciado dispensado aos aliados.
Para Paulo Souto, a adesão ao governo tem sido a maneira que os prefeitos do interior encontraram para obter recursos do Governo do Estado. Em alguns casos, procedimentos ilegais são observados, como no contrato celebrado entre a Conder e a Prefeitura de Medeiros Neto, no valor de R$ 1 milhão, no dia 24 de agosto. O convênio foi assinado fora do prazo previsto pela lei eleitoral 9504/97 para realização de repasses do Governo do Estado aos municípios.
Além disso, outros convênios entre governo e municípios no mês de junho e início de julho não foram publicados no "Diário Oficial" dentro do prazo máximo de 10 dias, como prevê a legislação, chegando a registrar atraso de dois meses. Os convênios totalizam R$ 6,66 milhões para 159 municípios baianos.
De acordo com Souto, o conceito de republicanismo do atual governador só se aplica àqueles que se curvam aos seus interesses políticos. “Das 22 cidades que mais receberam repasses do governo, 17 são administradas por partidos aliados. Isso mostra que Wagner governa sob a ótica do preconceito aos municípios administrados por opositores, garantindo privilégios aos prefeitos da base governista”.
O candidato democrata acredita, no entanto, que a manutenção de tais alianças não garante o sucesso de um político que disputa a eleição majoritária. “Estou tranqüilo por cumprir meu papel mantendo minha identidade política, minhas idéias, meus programas e propósitos. Quem deverá julgar isso é o povo, que, nas eleições majoritárias, se sente cada vez mais livre para ter seu voto, a sua opinião”, concluiu confiante Paulo Souto.
(Postado por Thaís Oliveira, com informações de Geraldo Bittencourt, da Assessoria de Comunicação)

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