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sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Estudantes e curiosos mostram interesse pela civilização Maya




Estudantes de todas as faixas e curiosos (Fotos: Basílio Fernandez) têm formado o público que visita a exposição internacional “O Mundo Maya em El Salvador", no Foyer do Museu Parque do Saber Dival da Silva Pitombo. Em pauta até a noite desta sexta-feira, 11, até às 21 horas, a interessante mostra completa 11 dias em Feira de Santana, sem cobrança de ingresso. O interesse tem sido patente.
A exposição apresenta 137 peças de artesanato em madeira, pedras e cerâmicas, dando uma dimensão da secular civilização que surgiu 1.800 anos antes de Cristo e que habitou a América Central. "Feira de Santana só tem a ganhar com um evento como este", considerou a estudante Ana Paula Oliveira. Para ela, "pouco mais de uma semana é tempo curto para a visitação. Uma pena que esteja sendo encerrada".
A mostra da cultura do povo que se espalhou por uma vasta região, incluindo El Salvador, reúne peças raras, algumas datadas de até mais de 600 anos, como vasos em cerâmica, figuras simbolizando deuses da fertilidade e produtividade, pinturas em vasos diversos com predominância do tigre, antigo símbolo da força do povo Maya. "Desperta em todos a vontade de estudar mais sobre história dos povos, principalmente sobre os maias", disse a professora Letícia Santos.
Ainda desperta a atenção uma coleção oficial do Consulado Geral de El Salvador na Bahia com caixinhas de surpresa com cenas do cotidiano.
A exposição "O Mundo Maya em El Salvador" marca o primeiro aniversário do Museu Parque do Saber, que foi inaugurado em 15 de dezembro de 2008. A promoção é da Prefeitura de Feira de Santana, através da Fundação Cultural Municipal Egberto Tavares Costa, em parceria com o Consulado Geral de El Salvador na Bahia.
(Com informações da Secretaria de Comunicação Social)

3 comentários:

Unknown disse...

Muito interessante mesmo, Dimas. Precisamos saber mais de outras culturas. Mas eu li que só em meados do século XIX, se não me engano, é que alguém descobriu que houve esta civilização, que assim como o povo Inca no Peru, foi quase que exterminado por padres e bispos espanhóis, não é? Queimaram seus escritos como se êstes fôssem demoníacos e os condenavam à pena de morte. Com os Incas,(li um livro sôbre)foi ainda pior. Extupraram as mulheres e crianças e as matavam sem pena nem dó, por causa do ouro que pro povo inca significava a beleza, o sol, Deus. Enfim, a igreja, sempre, Deus que me perdoe.

Thomas disse...

Dimas, na verdade não era tigre e sim o jaguar, ou onça para essas bandas. Não há tigres nativos no novo mundo.

Thomas disse...

Mariana, esses povos também não eram flores que se cheirassem e também exterminava outras tribos de indios menos civilizados, além de utilizar vários como escravos e vítimas de sacrifícios humanos. Eu encaro essa época histórica como um embate entre civilizações onde prevaleceu a mais forte. Claro que isso não é mais cabível nos dias de hoje, mas pra época, considero os acontecimentos normais.