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domingo, 11 de fevereiro de 2024

"O Mundo Silencioso", primeiro documentário visto


Co-produção franco-italiana, "O Mundo Silencioso" (Le Monde du Silence), de Jacques-Yves Cousteau e Louis Malle, 1956, foi vencedor do Oscar como Melhor Documentário, e ganhou a Palma de Ouro do Festival de Cannes. Foi o vigésimo quinto filme visto, no Cine Íris.
"De um universo desconhecido, surge uma experiência de beleza sobrenatural. Inspirado no livro lido por 4.000.000 de pessoas, 'Calipso', sobre a viagem do capitão Cousteau e sua corajosa tripulação, penetrando no desconhecido", assim foi anunciado.
Trata-se de um documentário, pioneiro - o primeiro visto -, sobre exploradores submarinos e como eles penetram no mundo subaquático. Investiga habitats aquáticos em vários locais do mundo e retrata um quadro fascinante da exploração marinha. Teve locações no Mar Mediterrâneo, Mar Vermelho, Golfo Pérsico e Oceano Índico.
Este filme foi esquecido. Provavelmente por ter cenas como massacre de tubarões pelos exploradores ou a colocação de dinamite na água, para descobrir a diversidade de peixes. 

Argentina tira Brasil dos Jogos Olímpicos de Paris


Neste domingo, 11, no Pré-Olímpico da Venezuela, o Brasil Sub-23 perdeu para a Argentina por 1 a 0 e não conseguiu a vaga para os Jogos Olímpicos de Paris 2024.
É a primeira vez desde Atenas 2004 que o Brasil não estará no torneio olímpico de futebol masculino.

"Helena de Tróia", um épico superior



Rossana Podestá e Jaques Sernas em 
 "Helena de Tróia" (Divulgação)

"Helena de Tróia" (Helen of Troy), de Robert Wise.1956, foi o vigésimo nono filme visto. Foi no Cine Íris, que havia instalado o sistema CinemaScope, em 1958. Estava com dez anos. Um filme épico superior dos tempos em que cinema era pura diversão.

Na trama, 1100 anos antes de Cristo, baseada em "Ilíada", de Homero, o príncipe Páris (Jacques Sernas), de Tróia, em missão diplomática com o rei de Esparta, Menelau (Nial McGinnis) para organizar um comércio pacífico, é levado à costa espartana após naufragar durante uma tempestade. Ele é ajudado pela adorável Helena (Rossana Podestá), que afirma ser uma serva da rainha. Ele se apaixona por Helena antes de saber quem ela realmente é. Helena avisa Páris sobre o perigo para sua vida e o incentiva a fugir e sucumbe aos apelos dele e seguem juntos para Tróia, o que dá aos gregos a justificativa de que necessitam para a tão desejada guerra.

No elenco: Stanley Baker (Aquiles),  Sir Cedric Hardwicke (Príamo), Nora Swinburne (Hecuba), Torin Thatcher (Ulisses), Robert Douglas (Agamenon), Harry Andrews (Heitor), Brigitte Bardot (Andraste), e Janette Scott (Cassandra).

Curiosidades

"Helena de Tróia" foi o primeiro filme a conseguir o que foi chamado de 'estreia global'. Em 26 de janeiro de 1956, foi lançado em 56 países. 

Na época de seu lançamento, "Helena de Tróia" era considerada a produção mais ambiciosa já realizada pela Warner Bros.

Raoul Walsh ajudou Robert Wise dirigindo unidades adicionais.

Sergio Leone foi um dos diretores da Segunda Unidade.

"Sinfonia Interrompida": O filme que inaugurou o Cine Santanópolis há 65 anos



Há pouco mais de 65 anos, em 22 de novembro de 1958, participei da inauguração do Cine Santanópolis. Então, com dez anos, assisti - vigésimo sétimo visto - ao filme "Sinfonia Interrompida", de Douglas Sirk, 1957. Tenho em minha coleção de DVD este drama romântico, sobre a impossibilidade do amor. Interlúdio (do título original "Interlude"), é um trecho instrumental que se intercala entre as várias partes de uma composição. Assim, o título dado no Brasil tem a ver com a narrativa.
"Deve acontecer uma vez com todos?", "A história de amor agridoce de uma jovem e um homem casado" e "Uma história de amor... para amantes" foram os slogans do filme.
É baseado em uma história de James M. Cain. Trata-se de remake de "Noite de Pecado", de John M. Stahl, 1939, com Irene Dunne e Charles Boyer. A música "Interlude", de Frank Skinner com letra de Paul Francis Webster, é cantada por The McGuire Sisters.
O filme conta a história de uma jovem mulher, Helen Banning (June Allyson), que viaja para Munique em busca de novas experiências e romance. Enquanto trabalha para a agência American House, ela conhece um famoso maestro, Tonio Fischer (Rossano Brazzi), e começa um relacionamento com ele. Helen descobre que o maestro é casado com Reni (Marianne Cook), que tem problemas mentais. Ela também tem que aguentar as investidas de Morley Dwyer (Keith Andes), um médico de sua cidade natal que também trabalha em Munique. Helen tem que tomar uma decisão - apostar na conturbada paixão pelo maestro, ou aceitar a segurança que o médico lhe propõe para toda a vida. 
Ainda no elenco: Françoise Roray, Frances Bergen, Jane Wyatt e Paul Cavanagh.

sábado, 10 de fevereiro de 2024

 Classificação R por conteúdo sexual forte e difundido, nudez gráfica, material perturbador, violência e linguagem

Já é Carnaval

Alguns títulos de postagens em sites sobre o Carnaval, neste sábado, 10:

"Motorista bêbado atropela 30 foliões em MG; 1 estão em estado grave"

"Folião tenta beijar policial e é preso por importunação sexual em BH"

"O que fazer após bloquear o celular roubado no bloco"

"Carro alegórico pega fogo no Rio e fere mulher"

"Confusão em bloco em Copacabana termina com 4 feridos"

"Onda de violência faz São Vicente cancelar Carnaval"

"Jovens exibem réplicas de fuzis em bloco em frente a posto da PM em São Gonçalo"

"PM apreende 71 cartões de banco com suspeitos em Carnaval na zona sul de SP"

"'Polícia, pega esse safado:' Anitta para tudo em Salvador após confusão"

"Acidente no circuito: Camarote na Barra tem afundamento de assoalho da área externa"

"Polícia Militar da Bahia retém mais de  dois mil objetos proibidos"

"Quantidade maior de resíduos (lixo) nas ruas"

"Carnaval de Salvador: 'Tá enlouquecendo todo mundo'"

"Em dois dias de Carnaval, Polícia Civil aponta 29 casos de roubo e 205 furtos"


Morre empresário Elio Oliveira




Faleceu neste sábado, 10, o empresário feirense Elio Santos de Oliveira. Ele completaria 80 anos no dia 2 de abril. Trata-se de um dos maiores fãs de Elvis Presley, o "Rei do Rock", em Feira de Santana. Tanto que seu primogênito chama-se Elvis Aaron. A odontóloga Camila Freitas, a filha. Deixa viúva, Nildes Miriam, que trabalhou na Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs).
Em 1960, Elio foi um dos destaques do 1º Festival de Rock da Rádio Cultura "Rítmo Alucinante", realizado em 16 de agosto, com apresentação de Ivanito Rocha e Edson Magalhães, além dos locutores convidados Lucílio Bastos e Maria Helena, da Rádio Sociedade. Valdir Serrão e o cantor Demétrius, de sucesso a nível nacional participaram do festival.
Elio atuou na Discolândia, implantou a gráfica e editora Sicla, Saloon Club e depois a Feira Signs, hoje administrada pelo filho Elvis. Era irmão de Nelia e Neuza Oliveira, que atuaram no teatro feirense nos anos 60.
Foi um dos colaboradores da revista "Elvis Magazine", dedicada a Elvis Presley, que foi criada por Bernardo Mascarenhas, então diretor da Bahia Elvis Presley Society (Beps). Também foi integrante do Clube de Cinema de Feira de Santana. Estudou no Instituto de Educação Gastão Guimarães e no Colégio Santanópolis.

Morte da professora Neide Pinho


Faleceu na quinta-feira, 8, e somente agora tomando conhecimento, a professora Neide Luiza Pinho, que era viúva de meu primo carnal, Zeca Amorim de Oliveira, falecido em17 de maio de 2023. Ela formou-se pela Escola Normal de Feira de Santana, em 1959, sendo colega dos saudosos irmãos Natércio Carlos Boaventura de Oliveira e Regina Célia de Oliveira Casaes, e lecionou Matemática no Colégio Estadual de Feira de Santana e Instituto de Educação Gastão Guimarães.
Foto: G. Borges

Morte de Elio Santos de Oliveira


 

Memória de "Carrossel"


Musical da 20th Century Fox, "Carrossel" (Carousel), de Henry King, 1956, foi o vigésimo filme que assisti, no Cine Íris, em 1958, logo depois da inauguração da tela grande - o sistema CinemaScope. Tenho em DVD na minha coleção de filmes.
É inspirado em peça de Richard Rodgers e Oscar Hammerstein. Trata-se de uma história de amor entre Billy Bigelow (Gordon MacRae), um apresentador de carrossel e a garota ingênua por quem se apaixona, Julie (Shirley Jones). A ação se passa em uma cidadezinha na costa do Maine. Apesar de Billy ser morto durante um assalto antes do nascimento de sua filha, anos depois, ele recebe permissão para voltar à terra por um dia para redimir-se - e ensinar à garota (Susan Luckey) uma lição muito importante. Este filme, considerado o mais poético e lírico dos musicais de Rodgers e Hammerstein, apresenta as clássicas canções "If I Loved You" e "You'll Never Walk Alone". 
Ainda no elenco Barbara Ruick, Cameron Mitchell, Gene Lockhart, Claramae Turner, Susan Luckey, Audrey Christie, John Dehner.
Henry king recebeu o Prêmio DGA pelo excelente desempenho de direção em filmes.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2024

Primeiro filme de caubói visto


Assista ao trailer original


O primeiro western, faroeste, filme de caubói - um dos gêneros cinematográficos que mais gosto - que assisti foi “Domingo Sangrento” (A Day at Fury), de Harmon Jones, 1956, da Universal Pictures. Foi o vigésimo-sexto filme visto, em 1858, com dez anos de idade, no Cine Íris.

Na trama, quando o pistoleiro Jagade (Dale Robertson) chega a uma cidade temente a Deus, com igreja liderada pelo pastor Jason (John Dehner) e cumpridora da lei, com o xerife Alan Burnett (Jock Mahoney), ele consegue transformar os habitantes da cidade em transgressores da lei, enquanto o xerife da cidade fica impotente devido a uma dívida moral com Jagade.

É considerado que este filme inspirou "O Estranho Sem Nome" (High Plains Drifter), de e com Clint Eastwood, 1973, pela visão cínica do caráter humano e sua exposição da fraqueza e medo.

Assim, temas intrigantes e com diálogos que elevam o filme, com a revisão feita. Um filme sobre o fim do Velho Oeste, personificado pelo pistoleiro Jagade, e sua substituição pelos valores da civilização, com toda sua mesquinhez.

Ainda no elenco, nomes de Mara Corday e Dani Craine (as garotas do saloon), Carl Benton Reid (o juiz), mais Jan Merlin e Malcolm Atterbury.

Lembrando "Primavera no Coração"




O vigésimo-primeiro filme visto - no Cine Íris - foi o drama musical com comédia e romance, "Primavera no Coração" (Primavera em el Corazón), de Roberto Rodrigues, 1965. Trata-se da primeira produção mexicana - na sua Época de Ouro - realizada no sistema CinemaScope (MexiScope). Também nominado de "Serenata Mexicana".
Típico namorador manipula seu colega de quarto para ajudá-lo a montar esquemas para chegar ao lado de uma garota que ele está de olho.
Conta com o ator e cantor americano Andy Russell, o mexicano Enrique Rambal e a atriz Irasema Dillián (1924-1996), que nasceu no Rio de Janeiro e atuou no cinema da Itália  - estreou em “Zero de Conduta”, de Vittorio De Sica -, México e Espanha. Em partiipação especial o Ballet de Katherine Dunham.
Andy Russell canta "Copacabana", composição de Alberto Ribeiro e João de Barro.

Outra chanchada, o segundo filme brasileiro visto






1. Poster de "Carnaval em Marte"

2. Anselo Duarte

3. Ilka Soares

4. Violeta Ferraz e Catalano

5. Emilinha Borba, presença musical

Fotos: Banco de Contreúdos Culturais da Cinemateca Brasileira

Na segunda-feira, 5, a postagem sobre o terceiro filme visto, em 1957, o primeiro brasileiro, a chanchada "O Petróleo É Nosso", de Watson Macedo, 1954. Agora, a lembrança do sétimo filme assistido, o segundo brasileiro, no mesmo ano, também uma chanchada e do mesmo Watson Macedo: "Carnaval em Marte".

A trama da comédia ocorre na época de Carnaval no Rio de Janeiro. .D. Petrolina (Violeta Ferrraz) sonha em ser coroada Rainha do Carnaval e todo o movimento da votação para este concurso é por ela seguido com grande interesse pelo rádio. Mas sua apreensão se torna ainda maior quando os resultados do concurso são interrompidos para noticiar coisas sobre discos voadores. Chaveco (Silva Filho), o cabo eleitoral de D. Petrolina, vem agravar ainda mais a tensão nervosa de sua candidata ao gastar na gafieira, "Não empurra que é pior", todo o dinheiro que esta havia lhe dado para a compra de votos. Ao saber disto, ela é tomada de grande raiva e vai à tal gafieira para tentar reaver o dinheiro. Arma-se então uma grande confusão, empurra-não-empurra, e D. Petrolina é atingida na cabeça por um vaso. Desmaiada e com seu subconsciente já todo tomado pela "onda" de discos voadores, ela sonha que é a "Rainha de Marte", onde verdadeiras peripécias acontecem. Mas em Marte não existem homens e, agora sob o controle da nova "rainha", expedições à Terra são organizadas no sentido de conseguir suprir aquela falta. As primeiras expedicionárias chegam ao nosso mundo em pleno Carnaval, e tão encantadas ficam que o levam para seu planeta onde então se realiza o 'Carnaval em Marte'."

Também no elenco, Anselmo Duarte e Ilka Soares, como o par romântico, mais Catalano, Pituca, Zezé Macedo.

A parte musical de "Carnaval em Marte" apresenta Angela Maria, Aracy Costa, Carmem Costa, Cauby Peixoto, Cesar de Alencar, Emilinha Borba,  Jorge Goulart, Jorge Veiga, Linda Batista, Ruy Rey, Silvinha Teles, Virginia Lane, mais  Bandeirantes e Seus Melódicos, Escola de Samba Mangueira, Império do Frevo, Real Clube Escola, e Rei Tabajara do Brasi.

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2024

Morte de Renato Andrade



 

Documentário aponta que Cristianismo cresce muito mesmo em meio a perseguição

Gravado no Brasil, Gana e Nigéria aborda o crescimento do cristianismo mundial e o poder do evangelismo


O filme "Multiplied", dirigido por Chris Worthington, oferece uma nova perspectiva sobre o estado do cristianismo global e o poder do evangelismo em um momento em que relatos sobre o declínio e a perseguição cristãos são frequentes. O documentário acompanha o cineasta de 24 anos e fundador do Every Nation Will Bow enquanto ele viaja pelo Brasil, Gana e Nigéria.
"Assisti tanto Billy Graham depois de ser salvo que senti como se o conhecesse. Então, quando ele faleceu, o poder de sua vida e legado realmente me atingiu. E então pensei comigo mesmo: ‘Bem, com ele indo embora, como será o futuro do evangelismo?'", disse Worthington.
Segundo The Christian Post, a morte subsequente de Reinhard Bonnke, gigante do evangelismo africano, levou Worthington a explorar o futuro do evangelismo. Isso o levou a Daniel Kolenda, sucessor de Bonnke, e ao conceito de "multiplicação" como a nova era do evangelismo. Essa exploração levou Worthington e sua equipe a capturar a essência das reuniões cristãs em diferentes culturas e cenários.
Nesse sentido, ele afirma que enquanto o cristianismo é popular no Brasil onde  "todo mundo quer estar em um palco enorme e pregar para 80.000 pessoas" sua experiência na Nigéria foi muito diferente. Apesar dos perigos durante as filmagens, Worthington disse que ele e sua equipe se impulssionaram por um propósito mais profundo.
"Na Nigéria, é exatamente o oposto … passamos de voar em jatos particulares para realmente sermos alvos de tiros na Nigéria. Minha vida passou diante dos meus olhos. Eu não percebi toda essa perseguição lá. Foi insano. Quanto mais você é atacado, mais coisas tentam dar errado, coisas que são claramente guerra espiritual. Então continue avançando, porque é assim que você vai mudar o mundo", disse ele.
Cinema e Evangelismo
Desse modo, o objetivo de Worthington com "Multiplied" é impactar profundamente os espectadores, especialmente aqueles céticos sobre a vitalidade do cristianismo em uma cultura cada vez mais secularizada. O filme também apresenta performances exclusivas no cinema de artistas como Alexander Pappas e Kim Walker-Smith, além de perspectivas de Brian "Head" Welch do Korn e Scott McNamara.
"O cristianismo está explodindo, especialmente na África. Eu vi com meus próprios olhos e capturei tudo na câmera. É sobre mostrar a realidade de que não se trata apenas de alguns evangelistas famosos, mas de uma geração inteira pregando o Evangelho. É sobre você e eu; é sobre a pessoa comum. Acho que é assim que Jesus queria desde o início", enfatizou.
Por fim, Worthington apontou que o cinema é uma ferramenta enorme para o evangelísmo. Ele destacou o potencial para alcançar o público de maneiras novas e impactantes, apontando que "o novo campo de cruzada é a sala de estar!". Segundo ele, nada tem sentido se não estiver apontando as pessoas para Cristo.

Fonte: https://www.gospelprime.com.br/

Um filme sobre circo



John Bromfield e Marian Carr em "A Morte Ronda o Espetáculo" (Fotos: IMDb)

Com sete anos de idade, comecei a assistir filmes. No primeiro Caderno de Filmes, posso lembrar que o 19º filme visto, então com 10 anos de idade, em 1958, no Cine Íris, uma das quatro salas de cinema existentes na época em Feira de Santana - as outras eram Madrid, Plaza e Santanópólis - foi "A Morte Ronda o Espetáculo" (Ring of Fear), de James Edward Grant, 1954.
Trata-se de um drama de mistério passado em um circo (de Clyde Beatty, que faz seu próprio papel de dono). Na ação, um maníaco homicida (Sean McClory) se integra ao ambiente do circo e provoca uma série de acidentes para arruinar o espetáculo. É quando é chamado um escritor policial (o autor de romances policiais Mickey Spillane como um detetive) para solucionar o caso, que tem como alvo uma bela trapezista (Marian Carr).
Tenho o filme em minha coleção de DVD. Foi lançado pela Paramount, com o nome de "O Circo do Medo". Com o exemplar em mão, a descoberta de que foi produzido por John Wayne para a sua Batjac Production Company. Que além de James Edward Grant, também roteirista, William A. Wellman foi co-diretor. Que o ator Paul Fix foi um dos roteiristas. O escritor Mickey Spillane (09.03.1918-17.07.2006) criou o personagem Mike Hammer (de filmes como "A Morte Num Beijo" (Kiss Me Deadly), de Robert Aldrich, 1954, com Ralph Meeker).
Em "Marty", de 1955, que ganhou o Oscar de Melhor Filme, Melhor Ator (Ernest Borgnine), Melhor Diretor (Delbert Mann) e Melhor Roteiro (Paddy Chayefsky, em uma cena de Marty (Borgnine) caminhando com Clara (Betsy Blair) no Bronx, em Nova York, aparece o poster de "Ring of Fear" na frente de um cinema. 
Interessante que na mesma época, antes de "A Morte Ronda o Espetáculo", a assistência de outros dois filmes sobre a temática circense: "Trapézio" (Trapeze), de Carol Reed, 1956, com Burt Lancaster, Tony Curtis e Gina Lolobrigida, filme que inaugurou reforma com CinemaScope no Íris, em 1958; e "A Tragédia Conduz o Espetáculo", de C. Borghezio, 1955.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2024

Roteiro do Orient CinePlace Boulevard

Com Milena Batista

LANÇAMENTOS NACIONAIS


POBRES CRIATURAS 
(Poor Things
), de Yorgos Lanthimos, 2023. Com Emma Stone, Mark Ruffalo e Willem Dafoe. Ficção científica. 
 A fantástica evolução de Bella Baxter, uma jovem que é trazida de volta à vida pelo brilhante e pouco ortodoxo cientista Dr. Godwin Baxter. Sob a proteção de Baxter, Bella está ansiosa para aprender. Desejando conhecer mais sobre o mundo, Bella foge com Duncan Wedderburn, um advogado astuto e debochado, para uma aventura por vários continentes. Livre dos preconceitos de sua época, Bella se firma em seu propósito de defender a igualdade e a libertação. Indicado a 11 Oscars. Cópia dublada. Não recomendável para menores de 18 anos. Duração:  141 minutos. Horário: 18 horas.


BAGHEAD: A BRUXA DOS MORTOS (Baghead
), de Alberto Corredor, 2024. Com Freya Allan, Jeremy Irvine, Peter Mullan e Ruby Barker. Terror 
 Após o falecimento do pai, Iris herda um antigo bar que abriga uma entidade capaz de incorporar os mortos. Tentada a explorar os poderes da criatura e ajudar pessoas desesperadas em troca de dinheiro, ela mergulha em um terreno perigoso. Cópia dublada. Não recomendável para menores de 14 anos. Duração:  95 minutos. Horários: 17, 19 e 21 horas. 

PRÉ-ESTREIA

MADAME TEIA (Madame Web), de S. J. Clarkson, 2024. Com Dakota Johnson, Sydney Sweeney, Isabela Merced, Emma Roberts, Celeste O'Connor, Zosia Mamet. Ação e ficção científica. Cassandra Webb é uma paramédica em Manhattan que tem habilidades de clarividência. Forçada a confrontar revelações sobre seu passado, ela forja uma relação com três jovens destinadas a futuros poderosos, se elas conseguirem sobreviver ao presente ameaçador. Cópia dublada. Não recomendável para menores de 14 anos. Duração:  116 minutos. Horários: 13h30, 15h50, 18h15 e 20h40. NA QUARTA-FEIRA, 14.

CONTINUAÇÕES


ARGYLLE: O SUPERESPIÃO (Argylle), de Matthew Vaughn, 2024. Com  Bryce Dallas Howard, Sam Rockwell, Henry Cavill, Sofia Boutella, Dua Lipa  e Samuel L. Jackson. Ação e suspense. Elly Conway, uma escritora de espionagem introvertida que raramente sai de casa, é atraída para o mundo real da espionagem quando os enredos de seus livros se aproximam demais das atividades de um sinistro sindicato clandestino. Quando Aiden, um espião, aparece para salvá-la de ser sequestrada ou morta, Elly e seu querido gato Alfie são mergulhados em um mundo secreto onde nada, nem ninguém, é o que parece. Segunda semana. Cópia dublada. Não recomendado para menores de 14 anos. Duração: 139 minutos. Horários: 15h15 e 20h45.



TODOS MENOS VOCÊ 
(Anyone But You
), de Will Gluck, 2023. Com Sydney Sweeney, Glenn Powell e Alexandra Shipp
. Comédia romântica. Bea e Ben parecem o casal perfeito, mas depois de um incrível primeiro encontro, algo aconteceu que esfriou a atração eletrizante dos dois. Até que eles são colocados inesperadamente juntos em um casamento na Austrália. Então, eles fazem o que todo adulto faria - fingem ser um casal. Terceira semana. Cópia dublada. Não recomendável para menores de 16 anos. Duração: 105 minutos. Horários: 14 horas, 16h15, 18h30 e 20h40.


NOSSO LAR 2: OS MENSAGEIROS
, de Wagner de Assis, 2023. Com Edson Celulari, Fabio Lago e Aline Prado
. Drama. O médico André Luiz junta-se a um grupo de espíritos mensageiros da cidade espiritual Nosso Lar liderados por Aniceto na missão de ajudar a salvar projetos de vidas que estão prestes a fracassar. Terceira semana. Não recomendável para menores de 12 anos. Duração: 105 minutos. Horário: 13h40.


PATOS! 
(Migration
), de Benjamim Renner e Guylo Homsy, 2023. Animação. Uma família de patos tenta convencer seu pai superprotetor a embarcar nas férias dos sonhos. Sexta semana. Cópia dublada. 
Classificação: Livre. Duração: 83 minutos. Horário: 
13h20.


WISH: O PODER DOS DESEJOS 
(Wish
), de Chris Buck e Fawn Veerasunthorn, 2023. Animação. 
No mágico reino de Rosas, Asha, uma jovem e espirituosa sonhadora, faz um desejo tão poderoso que é atendido por uma força cósmica: uma pequena esfera de energia chamada Estrela. Juntas, Asha e Estrela enfrentam um inimigo formidável, o Rei Magnífico, soberano de Rosas, para salvar sua comunidade e provar que quando a vontade de uma pessoa corajosa se une à magia das estrelas, coisas maravilhosas podem acontecer. Sexta semana. Cópia dublada. Classificação: Livre. Duração: 83 minutos. Horários: 13 e 15 horas.

AQUAMAN 2: O REINO PERDIDO
 (Aquaman and the Lost Kingdom), de James Wan, 2023. Com 
Jason Mamoa, Yahya Abdul-Mateen II, Patrick Wilson, Ben Affleck, Nicole Kidman, Amber Heard e Dolph Lundgren. Ação, aventura e fantasia. Tendo falhado em derrotar Aquaman, Black Manta, ainda movido pela vingança pela morte de seu pai, não vai parar até derrubar Aquaman. Desta vez, ele empunha o poder do mítico Tridente Negro, que desencadeia uma força malévola. Para derrotá-lo, Aquaman recorre a seu irmão preso Orm, o ex-rei da Atlântida. Juntos, eles devem deixar de lado suas diferenças para proteger seu reino e salvar a família e o mundo, da destruição irreversível. Oitava semana. Cópia dublada. Não recomendável para menores de 12 anos. Duração: 124 minutos. Horários: 16 horas
 e 20h50.
Programação de quinta-feira, 8, a terça-feira, 13

Com informações do Marketing - Orient Cinemas

Com 11 indicações ao Oscar, "Pobres Criaturas" tem lançamento no Orient CinePlace Boulevard


Emma Stone e Willem Dafoe em "Pobres Criaturas"
Divulgação

Com 11 indicações ao Oscar, "Pobres Criaturas" (Poor Things), entra em cartaz no Orient CinePlace Boulevard, nesta quinta-feira, 8, uma semana após ser lançado nacionalmente.  Até terça-feira, 13, apenas uma sessão, às 18 horas. Na quarta-feira, 14, sessões às 17h50 e 20h40. Não recomendado para menores de 18 anos.
No drama, comédia e ficção científica, a incrível história e fantástica evolução de Bella Baxter (Emma Stone), uma mulher com mente de criança que é trazida de volta à vida pelo brilhante e excêntrico cientista Dr. Godwin Baxter (Willem Dafoe). Assim, produto de um experimento que remete a Frankstein. Sob a proteção de Baxter, Bella está ansiosa para aprender. Desejando conhecer mais sobre o mundo, Bella foge com Duncan Wedderburn (Mark Ruffalo), um advogado astuto e devasso, para uma aventura turbulenta por vários continentes. Livre dos preconceitos de sua época, Bella cresce em seu propósito de defender a igualdade e a libertação.
Na lista da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, recebeu as indicações: Melhor Filme, Melhor Direção (Yorgos Lanthimos), Melhor Atriz (Emma Stone), Melhor Ator Coadjuvante (Mark Ruffalo), Melhor Roteiro Adaptado (Tony McNamara), Melhor Edição, Melhor Fotografia. Melhor Direção de Arte, Melhor Trilha Sonora Original. Melhor Figurino e Melhor Maquiagem e Cabelo.
No Globo de Ouro 2024, em 7.de janeiro, "Pobres Criaturas"  venceu nas categorias Melhor Filme - Comédia/Musical e Emma Stone venceu como Melhor Atriz - Comédia/Musical. O filme tem mais de 70 premiações e quase 400 indicações.