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sábado, 7 de janeiro de 2023

Lembrando primeiro filme visto


Assista ao trailer


H. B. Warner como Jesus em "O Rei dos Reis"
Fotos: IMDb

Primeiro filme visto em cinema, com seis anos, provavelmente numa sexta-feira santa, em 1955, "O Rei dos Reis" (The King of Kings), de Cecil B. DeMille, 1927, é sempre revisto em DVD. São 155 minutos de duração.
O filme é mesmo magnífico e considerado a melhor versão da vida de Jesus Cristo já realizada pelo cinema. Indubitavelmente, trata-se de uma obra-prima.
Reverência espiritual e imaginação cinematográfica estão nesta produção, ainda no cinema mudo.
Destaque para os efeitos especiais - há 96 anos nem se imaginava os avanços em efeitos gerados por computador. O filme é em preto e branco, com algumas sequências, como a inicial, em cores.
Destaque também para o guarda-roupa e para a trilha sonora, de Hugo Riesenfeld. São milhares de pessoas na figuração e um grande elenco.
Conta-se que cada dia de filmagem foi seguido por orações, uma determinação de Cecil B. DeMille.
No final, não aparece "The End". O filme escurece e Jesus, depois da ressurreição, aparece pairando sobre uma cidade moderna e a legenda sobreposta "LO - I am with you always" (Sou com você sempre).
Elenco: H. B. Warner (Jesus), Jacqueline Logan (Maria Madalena), Joseph Schildkrault (Judas), Dorothy Cummings (Maria), Ernest Torrence (Pedro), Rudolph Schildkrault (Caifás), Joseph Striker (João), Robert Edeson (Mateus), Victor Varconi (Pilatos), Majel Coleman (Claudia Proculla), William Boyd (Simão Cirineu), Julia Faye (Marta), Clarence Burton (Dimas), Montagu Love (Centurião), Michael D. Moore (Marcos), entre muitos outros.
Cecil B. DeMille dirigiu outros filmes com temática bíblica e religiosa, como as duas versões de "Os Dez Mandamentos" (1923 e 1959), "O Sinal da Cruz" (1932), "As Cruzadas" (1935) e "Sansão e Dalila" (1949).

sexta-feira, 6 de janeiro de 2023

Filmes de desastre: série de quatro "Aeroporto"






Nos anos 1970, lançamentos de filmes de desastre. Teve a série de quatro filmes "Aeroporto", baseada no best-seller de Arthur Hailey e com quatro diretores diferentes. Todos com drama, ação e suspense.

O primeiro foi "Aeroporto" (Airport), de George Seaton, 1970, exibido em Feira de Santana em dezembro de 1972, ano de inauguração do Cine Timbira. Foi indicado a dez prêmios Oscar.

Na trama, um avião 707, um terrorista a bordo, um aeroporto quase fechado por tempestade de neve e vários problemas pessoais de tripulantes e passageiros, além de política e romance.

No elenco, Burt Lancaster, Dean Martin, Jean Seberg, Jacqueline Bisset, Van Heflin, Dana Wynter, Helen Hayes - que ganhou o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante -, Maureen Stapleton e George Kennedy, que participou de todos os quatro filmes.

"Aeroporto 75"

Em seguida, a vez de "Aeroporto 75" (Airport 1975), de Jack Smight, 1974, exibido em Feira de Santana em dezembro de 1977, no Cine Timbira.

No desenrolar, um avião 747 colide em voo com uma pequena aeronave e fica sem piloto. De alguma forma a torre de controle precisa colocar outro piloto a bordo para completar o voo.

Com Charlton Heston, Karen Black, Susan Clark, Efrem Zimbalist Jr., Dana Andrews, Linda Blair, Myrna Loy, Martha Scott e George Kennedy.

"Aeroporto 77"

O terceiro filme, "Aeroporto 77" (Airport '77), de Jerry Jameson, 1977. Foi exibido em Feira de Santana em dezembro de 1979, no Cine Timbira.

Na ação, ladrões de obras de arte sequestram um avião 747, são pegos por uma névoa e caem no Triângulo das Bermudas, aprisionando a si mesmos e os passageiros a 30 metros de profundidade.

Com Jack Lemmon, Lee Grant, Brenda Vaccaro, James Stewart, Olivia de Havilland, Joseph Cotten, Christopher Lee e George Kennedy.

"Aeroporto 79: O Concorde"

O quarto e último filme foi "Aeroporto 79: O Concorde" (The Concorde: Airport '79), de David Lowell Rich, 1979. Também exibido no Cine Timbira, em 1981.

Um desastre aéreo supersônico. Para sobreviver a um voo rumo às Olimpíadas de Moscou, os tripulantes e passageiros do Concorde devem fazer acrobacias aéreas para desviar de mísseis e sobreviver a um dispositivo que descomprime o avião.

Com Alain Delon, Robert Wagner, Susan Blakely, Sylvia Kristel, Bibi Andersson, Eddie Albert, Cicely Tyson, David Warner, Mercedes McCambridge e George Kennedy.

Na onda

Logo depois do primeiro "Aeroporto", pongando na onda de filmes de desastre e repleto de clichês, apareceu "Voo 502: Em Perigo" (Skyjacked), de John Guillermin,1972. Exibido também no Timbira, em 1974.

Um veterano combatente vietnamita enlouquecido sequestra um Boeing 707 e exige ser levado para a Rússia.

Com Charlton Heston, Yvette Mimieux, James Brolin, Jeanne Craine Walter Pidgeon.

Um filme sobre circo


John Bromfield e Marian Carr em "A Morte Ronda o Espetáculo" 
Fonte: IMDb

Com sete anos de idade, comecei a assistir filmes. Como mantenho até hoje a prática de fazer cadernos de filmes, posso lembrar que o 19º filme visto, então com 10 anos de idade, em 1958, no Cine Íris, uma das quatro salas de cinema existentes na época em Feira de Santana - as outras eram Madrid, Plaza e Santanópólis - foi "A Morte Ronda o Espetáculo" (Ring of Fear), de James Edward Grant, 1954.
Trata-se de um drama de mistério passado em um circo (de Clyde Beatty, que faz seu próprio papel de dono). Na ação, um maníaco homicida (Sean McClory) se integra ao ambiente do circo e provoca uma série de acidentes para arruinar o espetáculo. É quando é chamado um escritor policial (o autor de romances policiais Mickey Spillane como um detetive) para solucionar o caso, que tem como alvo uma bela trapezista (Marian Carr).
Tenho o filme em minha coleção de DVD. Foi lançado pela Paramount, com o nome de "O Circo do Medo". Com o exemplar em mão, a descoberta de que foi produzido por John Wayne para a sua Batjac Production Company. Que além de James Edward Grant, também roteirista, William A. Wellman foi co-diretor. Que o ator Paul Fix foi um dos roteiristas. O escritor Mickey Spillane (09.03.1918-17.07.2006) criou o personagem Mike Hammer (de filmes como "A Morte Num Beijo" (Kiss Me Deadly), de Robert Aldrich, 1954, com Ralph Meeker).
Em "Marty", de 1955, que ganhou o Oscar de Melhor Filme, Melhor Ator (Ernest Borgnine), Melhor Diretor (Delbert Mann) e Melhor Roteiro (Paddy Chayefsky, em uma cena de Marty (Borgnine) caminhando com Clara (Betsy Blair) no Bronx, em Nova York, aparece o poster de "Ring of Fear" na frente de um cinema. 
Interessante que na mesma época, antes de "A Morte Ronda o Espetáculo", a assistência de outros dois filmes sobre a temática circense: "Trapézio" (Trapeze), de Carol Reed, 1956, com Burt Lancaster, Tony Curtis e Gina Lolobrigida, filme que inaugurou reforma com CinemaScope no Íris, em 1958; e "A Tragédia Conduz o Espetáculo", de C. Borghezio, 1955.

Lembrança de "E Agora Brilha o Sol"


Lembrando do filme "E Agora Brilha o Sol", de Henry King, 1957, inspirado no livro "O Sol Também Se Levanta" (The Sun Also Rises), primeiro grande best-seller de Ernest Hemingway, publicado em 1926.
Foi o primeiro   filme assistido em 1965 - 388º no caderno de filmes -, no Cine Íris.
Como no livro trata sobre um grupo de expatriados americanos na Europa (França e Espanha) durante os anos 20 do século passado.
O título é retirado do livro de Eclesiastes 1: 5: "O sol também se levanta e o sol se põe, e se apressa para o local onde nasceu". Assim como o título o livro (e o filme) começa com outra citação de Eclesiastes, mais precisamente com o versículo anterior (1: 4): "Uma geração vai, e outra geração vem, mas a terra permanece eternamente".
Na trama, Jake (Tyrone Power) é um jornalista e ex-soldado americano que, junto a outros amigos escritores na mesma condição, passa a maior parte do tempo nos cafés parisienses, vivendo uma vida hedonista e sem rumo. Ele sofreu um ferimento de guerra que o deixou impotente, mas a luxuriosa lady Ashley (Ava Gardner, belíssima), noiva do beberrão Mike Campbell (Errol Flynn), insiste em perseguir um romance com o jornalista. Aliando-se a mais alguns amigos, como Robert Cohn (Mel Ferrer) e Bill Gorton (Eddie Albert) o grupo viaja até as touradas de Pamplona para ver o matador Pedro Romero (Robert Evans) e vive experiências no fogoso calor da Espanha.
Hemingway criou tipos humanos complexos, representando assim uma geração perdida, contaminada pela ironia e pelo vazio diante da vida, com valores morais destruídos. Solidão, morte, impossibilidade de amar são temas, assim como emoções reprimidas e valores enterrados. Tédio e álcool também.
Ainda no elenco: Juliette Grecco, Danik Patisson e Marcel Dalio.

Para atrair o leitor mais jovem, professores criam projetos e dão novo sentido à leitura

Com o objetivo de driblar as pesquisas que indicam a redução da leitura entre os brasileiros, são criadas novas formas de leitura, que não dispensam o uso da Internet e abraça outros formatos


 

O Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas forneceu um dado preocupante: que o Brasil perdeu cerca de 800 bibliotecas entre 2015 e 2020. O antigo Ibope, num levantamento de 2019, informou que o país perdeu 4,6 milhões de leitores. Além disso, numa pesquisa, a Retratos da Leitura no Brasil revelou que 31% dos brasileiros nunca compraram um livro e metade da população não tem o hábito de ler.

Diante de um cenário como esse, bastante preocupante, um alento: a faixa etária que mais lê é a dos cinco aos 10 anos de idade. Observando esses indicativos, como reverter a situação e trazer a sociedade como um todo de volta aos livros? Além disso, como interagir com os leitores do século XXI, que dividem a atenção com vários outros gadgets, como televisão, smartphone e vídeo games?

No Colégio Cândido Portinari há um trabalho para conectar, não só as crianças, como os adolescentes ao universo literário. Foi criado o projeto "Contação de História - era uma vez era outra ve". Nessa ação, contos modernos são introduzidos em sala de aula, com o intuito de aumentar o senso crítico e desenvolver o aspecto cognitivo, tudo isso de forma lúdica e prática.

Nesse projeto, é utilizado a técnica da leitura fílmica, que consiste numa série de exercícios para a introdução de textos e assuntos presentes nas práticas sociais do dia a dia. Na Contação de História, outros elementos e suportes estão inseridos no ato da leitura, como dramatização, caracterização e criação de cenários.

"O projeto sempre existiu. Mas acontece que precisava de uma adaptação aos tempos modernos, de internet e redes sociais. Como incentivar a leitura e engajar os nossos alunos? Como mantê-los interessados? A partir daí que o Contação de História ganhou esse novo formato, que transcendeu as salas e ganhou até o teatro do colégio”", declara a professora e idealizadora do projeto, Maria Angélica Oliveira.

Adaptação

Na Contação de História, os próprios alunos podem modificar elementos do enredo no processo de dramatização. No caso do livro clássico 'Chapeuzinho Vermelho', a vovó virou uma mulher moderna, amante dos esportes radicais. "Nesse sentido, o intuito é permitir o desenvolvimento da oralidade e criação, que novas histórias e desfechos surjam a partir dali. Muitos tomam gosto pela produção textual a partir de experiências como essas", completa Maria Angélica.

Todos os anos, cerca de 90 alunos do Colégio Portinari participam do projeto, já que ele é dedicado apenas para os alunos do 6º ano do ensino fundamental. O intuito, no Contação de História, é estimular o uso da tecnologia como aliada, como ferramenta de consulta e insights.

Para Rita Pina, coordenadora pedagógica do Colégio Portinari, há um consenso que a leitura é boa e traz aspectos positivos, e que ela é necessária à vida e desenvolve aspectos como desenvolvimento de ideias, conhecimento e ampliação de vocabulário. Mas diante disso, o maior desafio é aperfeiçoar o hábito de ler e proporcionar aos estudantes o maior número possível de livros de literatura durante o ano letivo. "Mais que isso, é importante levar esses estudantes ao processo de reflexão e expressão sobre o contexto das obras, conhecer/reconhecer alguns autores. Com isso, vamos possibilitar a esse jovem leitor uma melhor interação com o mundo, resgatando os valores humanos universais".

Fato é, que segundo a pesquisa do Retratos da Leitura no Brasil, no país a porcentagem de leitores é de 52%, e que o brasileiro lê em média cinco livros por ano. Além disso, no levantamento há outro dado que gera esperança: 82% dos entrevistados alegaram que gostariam de ler mais. Nesse processo, a escola é fundamental na reversão desses dados.

"Não tem jeito, precisamos pensar os fatores externos, solicitar aos responsáveis dos alunos que estimulem a leitura em casa, oferecer atividades lúdicas que prendam a atenção e fujam daquele sistema que existia numa época sem internet, com os alunos fazendo uma leitura dura, sem a introdução de outros elementos. Nós, professores, somos fundamentais nesse processo", conclui Maria Angélica.

(Com informações de Bruno Ganem)

quinta-feira, 5 de janeiro de 2023

Morte de Chico Liberato



Imagem: Jornal da Feira/chicoliberato.com.br

Foi sepultado na tarde desta quinta-feira, 5, o artista multimeios Francisco Liberato de Mattos. Ele estava com 87 anos.

Chico Liberato trabalhou como cineasta, desenhista, designer gráfico, escultor, gravador e pintor.

Ele faz parte da segunda geração de artistas moderno da Bahia. Sua obra é reflexo de experiências vivenciadas no exercício dessas múltiplas linguagens visuais, em sete décadas de produção ininterrupta.

Durante 12 anos, entre 1979 e 1991, e  dirigiu o Museu de Arte Moderna da Bahia, em Salvador. No acervo do Museu de Arte Contemporânea Raimundo Oliveira tem obra dele, assim como no Museu Regional de Arte.

Filmografia em animação: "Ementário" e "Experimentos", em 1972; "Onirak" e "Antístrofe", em 1973; "Caipora" e "Deus Não Está Morto", em 1974; "Pedro Piedra" (1975); "Eram-se Opostos" (1978); "Muçagambira" (1982); "Boi Aruá" (1984); "O Pedido, Paz" (1988); "Um Outro" (2009); "Ritos de Passagem" (2012); "Amarílis" (2014).

A primeira aparição de Liberato em Feira de Santana foi em 23 de novembro de 1966, durante exposição "Tempos Brasileiros",com Antonio Dias na Galeria do TEF. Depois, em exposição no Museu Regional, em janeiro de 1967.

Em 1983, entre 8 e 11 de novembro, participou do evento "4 Dias de Arte", realizado no Clube de Campo Cajueiro.

A última aparição de Chico Liberato em Feira de Santana foi na exposição coletiva "Muncab Mac & Arte em Movimento", no Museu de Arte Contemporânea Raimundo de Oliveira, aberta em 25 de outubro de 2019. Na mostra, também trabalhos de Antonio Brasileiro, Caetano Dias, César Romero, Guache Marques, J. Cunha, Juarez Paraíso, Juraci Dórea, Washington Falcão e Yedamaria (in memorian).

Na mesma noite, foi lançado o livro "Memória e Remanescentes da Arquitetura Eclética", de Juraci Dórea, parceiro de Chico Liberato em vários projetos.

Antes, em 9 de maio de 2012, lançou a animação "Ritos de Passagem", no Centro de Cultura Amélio Amorim.

E, em 19 de setembro de 2008, exibiu seu filme "Um Outro", no Aberto 2008 do Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca), no Teatro da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL).

Tem notícia boa por aqui!


 

QUAKER® lança desafio para incentivar consumidor a manter hábitos saudáveis

Marca entrega programa de 21 dias com receitas, dicas e rotinas desenvolvidas por time de especialistas em nutrição e saúde


Sabemos o quanto a rotina pode consumir nosso tempo e, com isso, nossos hábitos saudáveis por vezes ficam de lado. Pensando em tornar o dia a dia mais prático e com qualidade, QUAKER® lançou o #DesafioQuaker, um programa que o consumidor irá receber ao longo de 21 dias receitas, rotinas e dicas para conseguir começar mudanças positivas na mente, no corpo e no coração. A ideia é que as pessoas se desafiem a manterem esses novos hábitos saudáveis.

Em um site desenvolvido pela marca, o consumidor preenche um breve cadastro e passa por duas etapas de seleção de hábitos de consumo e preferência de como incluir aveia no seu dia a dia para que possa receber um conteúdo personalizado direto em seu e-mail. O questionário é necessário porque é a partir dele que os conteúdos são montados e enviados aos consumidores participantes. Aliada a uma alimentação equilibrada e à prática de atividades físicas, o consumo da aveia ajuda a manter o coração saudável e oferece energia para a rotina diária, além de melhorar a digestão por ser fonte de fibras, que auxiliam no funcionamento intestinal.  

"Desenvolvemos a plataforma Desafio QUAKER® para incentivar os consumidores a terem hábitos saudáveis mesmo com uma rotina atribulada. Além de ser um super grão, com inúmeros benefícios à saúde, a aveia é um produto versátil e prático para o dia a dia. Vamos compartilhar dicas de rotina e exercícios, bem como uma série de receitas práticas e deliciosas utilizando a aveia",  afirma Carolina Frydman, gerente de Marketing de QUAKER®.

Confira abaixo uma das receitas práticas para fazer com aveia QUAKER® e já dê o primeiro passo nesse desafio. 

Bolo de Cenoura com Aveia QUAKER®

Massa:

- 360g de cenouras descascadas e raladas

- 4 ovos

- 1/2 xícara de azeite de oliva

- 1 xícara de açúcar de sua preferência

- 1 1/3 xícara de farinha de aveia QUAKER®

- 1 colher de sopa de fermento

- 1 xícara de farinha de trigo

Cobertura:

- 100g de chocolate amargo picado

- 70ml de leite de sua preferência

Modo de preparo:

Adicionar ao liquidificador as cenouras, os ovos, o azeite e o açúcar e bater. Em uma tigela separada, misture a farinha de aveia QUAKER®, o fermento, a farinha de trigo, integrar a mistura liquefeita, mexer e despejar em uma assadeira untada. Levar ao forno 180º por 40 minutos. Deixe esfriar por 30 minutos.

Para a cobertura: derreta o chocolate amargo em banho maria e depois acrescente o leite. Misture até formar uma cobertura cremosa. Cubra o bolo assado com o chocolate.

Sobre Quaker

QUAKER® é uma marca com 145 anos de tradição e líder de mercado, oferece produtos para uma alimentação rica e nutritiva por meio da inserção da aveia nas ocasiões de consumo dos brasileiros. A aveia é um grão integral, que naturalmente contém proteínas vegetais, minerais e é fonte de fibras, especialmente de Beta-Q, que ajuda na redução do colesterol, dentro de uma alimentação equilibrada e de um estilo de vida saudável.

QUAKER® acredita que pequenas mudanças de hábitos podem fazer uma grande diferença na saúde, principalmente, por meio de uma alimentação rica e nutritiva. A inserção de novas experiências na alimentação pode ser gostosa, divertida e nutritiva, como a marca mostra em seu website.

Sobre a PepsiCo

Os produtos da PepsiCo são apreciados pelos(as) consumidores(as) mais de um bilhão de vezes por dia em mais de 200 países e territórios ao redor do mundo. A PepsiCo gerou mais de US$ 79 bilhões em receita líquida em 2021, impulsionada por um portfólio complementar de alimentos e bebidas que, no Brasil, inclui PEPSI®, GATORADE®, QUAKER®, LAY’S®, DORITOS®, RUFFLES®, CHEETOS®, KERO COCO®, H2OH!®, TODDY® entre outras. O portfólio de produtos da PepsiCo conta com uma ampla variedade de alimentos e bebidas para diversas ocasiões de consumo, incluindo diversas marcas icônicas que geram mais de US$ 1 bilhão cada em vendas anuais estimadas no varejo.

A PepsiCo é guiada pela visão de Ser a Líder Global em Alimentos e Bebidas Convenientes, ao Vencer com PepsiCo Positive (pep+). pep+ é uma estratégia de transformação de ponta a ponta, que coloca a sustentabilidade no centro de como a PepsiCo cria valor e cresce operando dentro dos limites do planeta e inspirando mudanças positivas para o meio ambiente e para as pessoas. Para mais informações, visite PepsiCo e siga no TwitterInstagramFacebook e LinkedIn.

(Com informações de Mallu Silva, da LK Comunicação)

Filmes em Exibição no Orient Cineplace Boulevard

Com Milena Batista

PRÉ-ESTREIA


OLHOS FAMINTOS: RENASCIMENTO
(Jeepers Creepers: Reborn), de Timo Vuoresola, 2022. Terror. Forçada a viajar com o namorado, Laine começa a experimentar premonições associadas com o mito urbano de The Creepers. Ela acredita que algo de sobrenatural foi manifestado e está no centro de tudo isto. Cópia dublada. Não recomendado para menores de 16 anos. 
Duração: 88 minutos. Horário: 21h30.

LANÇAMENTO NACIONAL


GATO DE BOTAS 2: O ÚLTIMO PEDIDO (Puss in Boots 2: The Last Wish), de Joel Crawford, 2022.  O Gato de Botas descobre que sua paixão pela aventura cobrou seu preço: ele esgotou oito de suas nove vidas. O Gato de Botas embarca em uma jornada épica para encontrar o mítico Último Desejo e recuperar suas nove vidas. Classificação: Livre. Duração: 102 minutos. Horários: 13h15, 14h30, 15h30, 16h40 17h50 e 19 horas.  

CONTINUAÇÕES


AVATAR: O CAMINHO DA ÁGUA
 (Avatar: The Way of Water), de James Cameron. 2022. Com Sam Worthington, Zoe Saldana, Kate Winslet, Sigourney Weaver , Stephen Lang e Giovanni Ribisi. Ação, aventura, fantasia e ficção científica. Jake Sully vive com sua nova família formada no planeta Pandora. Assim que uma ameaça familiar retorna para terminar o que foi iniciado anteriormente, ele deve trabalhar com Neytiri e o exército da raça Na'vi para proteger seu planeta. Quarta semana. C
ópia dublada. Não recomendado para menores de 12 anos. Duração: 192 minutos. Horários: 13 horas, 13h30, 13h45, 16h45, 17h15, 20h30 e 21 horas.


PANTERA NEGRA: WAKANDA PARA SEMPRE
 (Black Panther: Wakanda Forever), de Ryan Coogler, 2022. Com Angela Basset, Letitia Wright, Lupita Nyong'o, Winston Duke, Danai Gurira, Shikita James, e Tenoch Huerta. Ação e aventura. Na ação, Rainha Ramonda, Shuri, M'Baku, Okoye e Dora Milaje lutam para proteger o reino de Wakanda das potências mundiais intervenientes após a morte do rei T'Challa. Enquanto os wakandanos se esforçam para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia e Everett Ross e forjar um novo caminho para sua nação. Em meio a isso tudo, Wakanda ainda terá que aprender a conviver com a nação debaixo d'água, Atlantis, e seu rei Namor. Nona semana. Cópia dublada. Não recomendado para menores de 12 anos. Duração: 161 minutos. Horário: 21h15.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2023

Apelo pela permanência


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Trailer de "Gato de Botas 2: O Último Pedido"


A animação GATO DE BOTAS 2: O ÚLTIMO PEDIDO (Puss in Boots 2: The Last Wish), entra em cartaz nesta quinta-feira, 5, no Orient Cineplace Boulevard, em seis horários: 13h15, 14h30, 15h30, 16h40 17h50 e 19 horas.  
Na trama, o Gato de Botas descobre que sua paixão pela aventura cobrou seu preço: ele esgotou oito de suas nove vidas. O Gato de Botas embarca em uma jornada épica para encontrar o mítico Último Desejo e recuperar suas nove vidas

Colégio Nobre recebe certificado de "Instituição Amiga do Esporte"


O Colégio Nobre recebeu dos organizadores da 4° Edição dos Jogos Esportivos Escolares (Jespe), o maior evento esportivo estudantil de Feira de Santana, o certificado de"Instituição Amiga do Esporte". 

O Jespe Análise surgiu em 2017, com o objetivo de trazer um novo conceito de evento esportivo escolar, além de ofertar as práticas esportivas o evento gerar um ambiente divertido, seguro, com muito aprendizado e interação para os participantes e público envolvido. 

"Muito gratificante participar de eventos que se preocupam com o bem estar dos integrantes [alunos], participamos dos últimos anos do Jespe, e essa integração dos adolescentes, dos atletas, é algo muito importante, além da questão deles desenvolverem a inteligência emocional, ou seja nas partidas eles entrarem com equilíbrio sabendo que o resultado esperado é a vitória, mas poderá não acontecer e os estudantes têm que estar preparados para que na próxima partida trabalharem mais, treinarem mais para conseguirem a vitória, é muito importante para a mente e para o corpo dos adolescentes participarem de eventos esportivos", enfatizou a diretora do colégio, professora Everilda Sampaio Almeida.

O Colégio Nobre acredita na importância do esporte e da educação física na formação integral de crianças e jovens, e então oferece aos seus estudantes e à comunidade atividades esportivas em diferentes modalidades, por exemplo aulas de basquete, handebol, vôlei e futsal.

(Com informações de Michelle Milla, da Assessoria de Comunicação do Colégio Nobre)

Jesus no Cinema no Aprisco

Apresentação de estudo sobre Religião x Cinema feita por Dimas Oliveira durante culto noturno dentro da "Prata da Casa". 

Local: Aprisco Church, 19 de janeiro de 2016. Feira de Santana - Ba 

Imagens e Edição: Arivaldo Públio 


segunda-feira, 2 de janeiro de 2023

Há lugar para uma livraria em uma cidade que pode não querer uma?




Baseado no romance homônimo de Penelope Fitzgerald, o drama "A Livraria" (The Bookshop), com direção de Isabel Coixet, foi visto nesta segunda-feira, 2. Um filme introspectivo que faz examinar as almas das pessoas.

A viúva Florence Green (Emily Mortimer), de espírito livre arrisca tudo para abrir uma livraria em uma cidade costeira conservadora de East Anglia, na Inglaterra, em 1959. Ao provocar um despertar cultural surpreendente por meio das obras de Ray Bradbury e Vladimir Nabokov, ela recebe oposição implacável de uma mulher rica e narcisista, Violet Gamart (Patricia Clarkson) e o apoio e afeição de um viúvo recluso, amante de livros (Bill Nighy). À medida que os obstáculos de Florence se acumulam e trazem sinais suspeitos de uma luta pelo poder local, ela é forçada a perguntar: há lugar para uma livraria em uma cidade que pode não querer uma?

Trata-se de uma alegoria contundente da determinação pessoal, testada na batalha pela alma de uma comunidade.

No filme, um livro e citado visto muitas vezes é "Fahrenheit 451" de Ray Bradbury. A narrativa da obra de Bradbury é sobre uma sociedade futurista onde as pessoas não leem livros. Eles são proibidos e a missão dos bombeiros é queimá-los. O final de "A Livraria" remete diretamente à questão.

Curiosidades

O primeiro pacote de livros que Florence envia para Edmund Brundish contém "Fahrenheit 451", "Aquele Sentimento Incerto" (That Uncertain Feeling), de Kingsley Amis, e uma coleção de poemas de Philip Larkin.

No filme, Brundish desenvolve um forte gosto pelos livros de Ray Bradbury, três dos primeiros trabalhos dele aparecem na tela, além de "Fahrenheit 451", de 1953, "Crônicas Marcianas" (The Martian Chronicles), de 1950, e "Licor de Dente-de-leão" (Dandelion Wine), de 1957.

"Vendaval em Jamaica" (A High Wind in Jamaica) de Richard Arthur Warren Hughes, é livro que a garota Christine (Honor Kneafsey) segura na cena final.

Ainda sequência final, a capa do livro de Penelope Fitzgerald no qual o filme se baseia é colocada de forma destacada entre os outros livros.

"Lamento de Justino", de Fernando Lona, em "O Grito da Terra"

Canção "Lamento de Justino" (Fernando Lona - Orlando Senna). Do romance de Ciro de Carvalho Leite à produção cinematográfica de Olney São Paulo, o "Grito da Terra". Fernando Lona estreia como cantor e compositor na trilha sonora registrada em disco.

Enviado por José Umberto

 


domingo, 1 de janeiro de 2023

Salmos 25

A ti, SENHOR, levanto a minha alma.
Deus meu, em ti confio, não me deixes confundido, nem que os meus inimigos triunfem sobre mim.
Na verdade, não serão confundidos os que esperam em ti; confundidos serão os que transgridem sem causa.
Faze-me saber os teus caminhos, Senhor; ensina-me as tuas veredas.
Guia-me na tua verdade, e ensina-me, pois tu és o Deus da minha salvação; por ti estou esperando todo o dia.
Lembra-te, Senhor, das tuas misericórdias e das tuas benignidades, porque são desde a eternidade.
Não te lembres dos pecados da minha mocidade, nem das minhas transgressões; mas segundo a tua misericórdia, lembra-te de mim, por tua bondade, Senhor.
Bom e reto é o Senhor; por isso ensinará o caminho aos pecadores.
Guiará os mansos em justiça e aos mansos ensinará o seu caminho.
Todas as veredas do Senhor são misericórdia e verdade para aqueles que guardam a sua aliança e os seus testemunhos.
Por amor do teu nome, Senhor, perdoa a minha iniqüidade, pois é grande.
Qual é o homem que teme ao Senhor? Ele o ensinará no caminho que deve escolher.
A sua alma pousará no bem, e a sua semente herdará a terra.
O segredo do Senhor é com aqueles que o temem; e ele lhes mostrará a sua aliança.
Os meus olhos estão continuamente no Senhor, pois ele tirará os meus pés da rede.
Olha para mim, e tem piedade de mim, porque estou solitário e aflito.
As ânsias do meu coração se têm multiplicado; tira-me dos meus apertos.
Olha para a minha aflição e para a minha dor, e perdoa todos os meus pecados.
Olha para os meus inimigos, pois se vão multiplicando e me odeiam com ódio cruel.
Guarda a minha alma, e livra-me; não me deixes confundido, porquanto confio em ti.
Guardem-me a sinceridade e a retidão, porquanto espero em ti.
Redime, ó Deus, a Israel de todas as suas angústias.


Pedro Roberto: 17 anos de ausência

                                                        (29.06.1950-01.01.2006)

                                    Auto-retrato de Pedro Roberto

Neste primeiro dia do ano, a passagem dos 15 anos de morte do artista plástico Pedro Roberto.
Pedro Roberto Boaventura de Oliveira nasceu em 29 de junho de 1950, em Angico, distrito de Mairi, na Bahia. Filho da professora Hilda Pereira Boaventura de Oliveira e do comerciante Carlos Simões de Oliveira, ambos falecidos, sendo o oitavo filho do casal. Aos dois anos de idade veio morar em Feira de Santana e, desde criança mostrou muito interesse por trabalhos manuais, desenhos e um conhecimento especial sobre cinema, na época, o grande divertimento da garotada.
Aos 16 anos, com incentivo de sua mãe, foi trabalhar com o arquiteto Amélio Amorim, então, o mais renomado da cidade, onde aprendeu desenho técnico, tornando-se logo, um dos mais requisitados nessa área. Com a dupla de arquitetos José Monteiro Filho e Juraci Dórea continuou desenhista até o início dos anos 70, quando prestou vestibular em Salvador, cursando Artes Plásticas na Universidade Federal da Bahia (Ufba), até 1976.
Em 1973, realizou sua primeira exposição individual, no Clube de Campo Cajueiro, em Feira de Santana, denominada "Realismo Fantástico", que obteve repercussão imediata, tanto na parte comercial como na mídia especializada, recebendo citação em matéria da conceituada crítica Matilde Matos, do "Jornal da Bahia". Paralelamente, em Salvador, trabalhou com vários arquitetos, entre eles Itamar Batista, Geraldo Gordilho, Luiz Humberto Carvalho e Neilton Dórea.
Até o final dos anos 80, realizou dezenas de exposições individuais, participou de salões e coletivas, criou cartazes (duas vezes para a Micareta de Feira de Santana) e figurinos para teatro, decoração para eventos, murais, além de cenários para desfiles de moda e peças teatrais.
Aos 30 anos de idade foi morar no Rio de Janeiro e, em 1982, mudou-se para São Paulo, onde abriu o atelier "Garagem 957" juntamente com a designer de jóias Jeanette Pires.Em 1988, foi convidado pelo estilista Ney Galvão para mostrar seus quadros no programa "Veja o Gordo" e indicado pelo mesmo para ser cenógrafo no Sistema Brasileiro de Televisão (SBT).
Ele trabalhou dezesseis anos na emissora, até 2004, exercendo os cargos de assistente de Cenografia, cenógrafo, chefe de Cenografia, gerente de Contra-Regra, gerente de Cenografia & Contra-Regra, gerente de Cenografia & Figurino e como coordenador de Cenografia & Figurino.
Vitimado por um câncer, ele voltou para Feira de Santana em dezembro de 2004, depois de ter se submetido a uma delicada cirurgia. Nesta cidade, fez tratamento de quimioterapia e radioterapia. Realizou a que seria sua última exposição, "Faces", de desenhos, na Galeria de Arte Carlo Barbosa. Em setembro de 2005, com o recrudescimento da doença, ele voltou para São Paulo, onde faleceu em 1º de janeiro de 2006. Seu corpo veio para Feira de Santana, onde foi sepultado no dia seguinte, 2 de janeiro, no Cemitério Piedade.
Em 2012, homenagem póstuma da Fundação Carlo Barbosa com lançamento de álbum "Grandes Pintores Feirenses".
Em 2013, a vez de sua inclusão na revista "Grandes Pintores Feirenses", da Fundação Senhor dos Passos e Fundação Carlo Barbosa, que preserva a divulgação dos valores culturais de Feira de Santana. Na revista do Instituto Histórico e Geográfico de Feira de Santana, lançada em dezembro passado, o perfil do artista e ilustração com seu auto-retrato.
Celebração do talento e inspiração

A exposição "Feira de Santana: 1999 a 2019 - 20 Anos de Crescimento e Transformação" esteve em pauta no Boulevard Shopping, celebrando os 186 anos de Feira de Santana, em meados de setembro de 2019.
A exposição - com curadoria da galerista Ligia Motta - também celebrou o talento e a inspiração de oito nomes do cenário artístico e cultural que tem suas raízes na cidade: Antônio Brasileiro, Carlo Barbosa, Cesar Romero, Gil Mário, Graça Ramos, Juraci Dórea, Luiz Humberto Carvalho e Pedro Roberto.
Instalada na entrada 3E, entre 12 e 29, a mostra faz um paralelo entre os 20 anos do Shopping - comemorados este ano - e o desenvolvimento de Feira de Santana nas últimas duas décadas.
Pedro Roberto
Um dos oito artistas contemplados é Pedro Roberto (29.06.1950-01.01.2006), com seu "Auto-Retrato", bico de pena e cores, 48x72, 1983, acervo de Dimas Oliveira.
"A arte de Pedro Roberto representa pelo menos uma das posições que é possível ao artista tomar hoje, frente a frente com a experiência da segunda metade do século XX.
(...) O que procura é a cultura popular dos anos 20 e 30, num trabalho figurativo que se torna formal sob a influência da Art Nouveau.
(...) Dono de técnica limpa e traço seguro, dá prioridade ao seu mundo interior preferindo, à invenção de novas formas, manipular com gosto e tato as pré-existentes, limitando a sua criação às metamorfoses de suas criaturas e às texturas que enfeitam seus campos" - Matilde Matos, crítica da ABCA.

56 anos da visão de "Quando Voam as Cegonhas" no cinema


1. Poster original do filme soviético

2 e 3. Tatiana Somoilova em "Quando Voam as Cegonhas"

Há 56 anos, em 1967, com 19 anos, assisti no Cine Santanópolis, em matinal - única exibição então programada -, ao filme "Quando Voam as Cegonhas" (Letyat Zhuravli), de Mikhail Kalatozov, 1957. Fui ao cinema depois de estar em reveillon no Feira Tênis Clube. Foi o 687º filme visto, anotado em caderno. Lembro sempre desse fato e registro aqui no Blog Demais.
Trata-se de drama romântico, que tem como pano de fundo, a Segunda Guerra Mundial. Veronika (Tatiana Somoilova) e Boris (Alexei Batalov) estão apaixonados. Eles caminham pelas ruas de Moscou até o amanhecer. Mas a Segunda Guerra Mundial está começando e Boris, que trabalha numa fábrica, alista-se voluntariamente às forças armadas. Para a tristeza de sua família e de Veronika, ele parte para a frente de batalha. Cansada de esperar pela volta do amado, ela se casa com Mark (Aleksandr Shvorin).
Este filme é um dos marcos da história do cinema soviético. Pela sua qualidade, obteve sucesso internacional e venceu a Palma de Ouro do Festival de Cannes de 1958. Naturalmente, tenho "Quando Voam as Cegonhas" em DVD na minha coleção.