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Vem aí!

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terça-feira, 18 de abril de 2017

Exemplo de José Ronaldo

No jornal “A Tarde”, na coluna “Tempo Presente”, de Levi Vasconcelos, edição desta terça-feira, 18, a nota “Contas refeitas”:
“Passados os primeiros 100 dias, período de avaliação, Joaquim Neto (DEM), prefeito de Alagoinhas, vai decolar a sua administração: anunciou um pacote de obras que totaliza R$ 71,5 milhões.
Ele diz que o dinheiro vem de emendas parlamentares e em boa parte, R$ 20 milhões, de economia que fez.
- Refiz contratos, baixando os preços, ninguém reclamou e os serviços não pararam. Aprendi isso com Zé Ronaldo.

Zé Ronaldo (DEM) pe o prefeito de Feira.





No jornal "A Tarde", na coluna "Tempo Presente", de Levi Vasconcelos, edição desta terça-feira, 18, a nota "Contas refeitas":
"Passados os primeiros 100 dias, período de avaliação, Joaquim Neto (DEM), prefeito de Alagoinhas, vai decolar a sua administração: anunciou um pacote de obras que totaliza R$ 71,5 milhões.
Ele diz que o dinheiro vem de emendas parlamentares e em boa parte, R$ 20 milhões, de economia que fez.
- Refiz contratos, baixando os preços, ninguém reclamou e os serviços não pararam. Aprendi isso com Zé Ronaldo.
Zé Ronaldo (DEM) pe o prefeito de Feira."









"Velozes e Furiosos 8" tem maior estreia

Charlize Theron e Vin Diesel em "Velozes e Furiosos 8"
Foto: Divulgação
O filme de ação "Velozes e Furiosos 8" ultrapassou "Star Wars: O Despertar da Força" como a segunda maior estreia de todos os tempos, entre quinta-feira, 13, e domingo, 16. O longa-metragem da franquia arrecadou mais de 532,5 milhões de dólares apenas no fim de semana de lançamento mundial, enquanto o sétimo filme da franquia "Star Wars" arrecadou 529 milhões de dólares também em seu final de semana de estreia. O oitavo filme de "Velozes e Furiosos" arrecadou 100.181.640 dólares nos Estados Unidos e 432,2 milhões de dólares internacionalmente, o que bate o recorde de "Jurassic World" (316,7 milhões de dólares).
O desempenho de "Velozes e Furiosos 8" inclui 190 milhões de dólares arrecadados somente na China. O filme hoje é considerado a maior estreia de um longa-metragem de Hollywood.
No Brasil, em 1.400 salas arrecadou R$ 36.448.000. Está em exibição em Feira de Santana, no Orient Cineplace Boulevard.

Aprovação de Trump sobe para 50% após ações militares

As demonstrações de força militar dos Estados Unidos elevaram a popularidade do presidente Donald Trump. De acordo com a última sondagem divulgada pelo instituto Rasmussen, a aprovação ao republicano chegou a 50% na segunda-feira, 17.
O instituto, que divulga relatórios diariamente sobre a percepção popular em relação a Trump, disse que este é o nível mais alto registrado desde que Trump tomou posse, em 20 de janeiro, quando tinha 59% de apoio. Logo em seguida, a aprovação caiu ao mínimo de 38% e ficou no patamar de 40% a 42%, o que deu ao republicano o título de presidente dos EUA pior avaliado nos três primeiros meses de governo.
O primeiro aumento significativo no índice veio justamente após ações militares dos EUA no exterior. Em 6 de abril, os Estados Unidos bombardearam alvos do governo sírio de Bashar al-Assad.
Já na semana passada, Trump ordenou o uso da chamada "mãe de todas as bombas", considerada o maior explosivo não-nuclear, contra túneis que seriam usados por terroristas do Estado Islâmico (EI) no Afeganistão. Durante o último fim de semana, a tensão entre EUA e a Coreia do Norte aumentou, com ameaças de uma guerra nuclear.
Fonte: http://noticias.r7.com

Feijoada do Larangeira no dia 13 de maio


"Sinais de Cinza: A Peleja de Olney Contra o Dragão da Maldade" tem exibição


Assista ao trailer
O documentário "Sinais de Cinza: A Peleja de Olney Contra o Dragão da Maldade", do cineasta baiano Henrique Dantas, tem sessão especial nesta terça-feira, 18, às 19 horas, na Saladearte - Cinema do Museu, na Vitória, em Salvador. A exibição será seguida de debate com o autor.
O filme refaz a trajetória  do cineasta baiano Olney São Paulo (1936-1978), nascido em Riachão do Jacuípe - e que viveu em Feira de Santana -, que foi perseguido e torturado pela ditadura militar, por causa do média-metragem "Manhã Cinzenta" (1969). 
"Sinais de Cinza", explica o autor, "procura dar a dimensão da importância do cinema de Onley São Paulo (Foto), assim como dos absurdos cometidos pela ditadura militar na vida deste cineasta caboclo e sertanejo, que tinha a ideia de mudar o mundo a partir de seu cinema revolucionário". 
O filme trabalha com projeções de obras de Olney em espaços desgastados por onde ele passou ao longo de sua vida, incluindo a sala em que foi torturado. E tem sua narrativa costurada através de depoimentos de cineastas como  Guido Araújo, Luís Paulínio dos Santos, Nelson Pereira dos Santos, Orlando Senna e Silvio Tendler.
Finalizado há quatro anos, em 2013, "Sinais de Cinza" passou por festivais como a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Festival do Rio e Festival de Havana. O cineasta Henrique Dantas também é autor dos documentários "Filhos de João: O Admirável Mundo Novo Baiano", sobre o grupo musical Novos Baianos, e "A Noite Escura da Alma", sobre a  ditadura militar na Bahia.  

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Prêmio Educador do Ano tem oitava edição



Encontra-se aberto o  edital de convocação para o Prêmio Educador do Ano Luiz Viana Filho edição 2017, da Academia de Educação de Feira de Santana, com inscrições a  serem  feitas  no  período  até  14   de agosto deste  ano,  através do e-mail  da Academia:  academia.edufsa@gmail.com.
Criado em abril de 2010, o Prêmio Educador do Ano Luiz Viana Filho  tem por objetivo homenagear  professor, no pleno exercício da atividade de magistério (docência, gestão, supervisão, coordenação), autor ou executor de uma experiência inovadora que tenha contribuído para a melhoria da qualidade da Educação Básica no Município de Feira de Santana.
O edital completo e a resolução que instituiu o prêmio poderão ser encontrados no site da academia: academiadeeducacao.org.br  ou solicitado através do e-mail acima citado.
O educador selecionado  receberá certificado e medalha de mérito em sessão solene a ser realizada em data e local a serem previamente anunciados.
Este prêmio foi criado como uma forma de homenagear aquele que foi o responsável pela implantação da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), o governador Luiz Viana Filho, quando assinou o Decreto 21.583, de 28 de novembro de 1969, criando a Fundação Universidade e nomeando o seu primeiro Conselho Diretor, responsável pela organização e instalação da Uefs.
A Academia de Educação já homenageou sete educadores, os dois últimos da rede municipal de ensino e espera continuar contribuindo  para prestar  reconhecimento  a tantos outros merecedores dessa prerrogativa.
(Com informações da Academia de Educação de Feira de Santana)

Congresso de Mulheres



De 11 a 13 de maio, a realização do 7° Congresso de Mulheres, organizado pelo Ministério Ágape, da Igreja Batistas Centra.

Marilyn Monroe: "Nunca Fui Santa"


"Nunca Fui Santa" (Bus Stop), de Joshua Logan,  1956, é um drama romântico com elementos de comédia. Trata-se de filme que rendeu à Marilyn Monroe a indicação ao Globo de Ouro de Melhor Atriz Dramática em 1957. Neste filme, Marilyn provou ser uma atriz talentosa e capaz de interpretar papeis dramáticos. Foi quando ela se desligou do estereótipo de "loira burra" de filmes anteriores. Estréia de Don Murray no cinema, ele foi indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante. Tenho exemplar do filme em DVD na minha coleção.
Um rude e inocente caubói (Don Murrary) disputa rodeios longe de casa e conhece e se apaixona por Cherie (Marilyn Monroe), uma estonteante e sedutora cantora de saloon, que sonha com uma carreira de sucesso em Hollywood. Ele decide que vai se casar com ela mas a trata como se ela fosse gado. Cherie embarca a força no mesmo ônibus que ele para Montana. Com uma tempestade de neve, o ônibus fica retido em uma parada de ônibus - daí o título original do filme -  e ocorre o desfecho da trama 
A atriz Hope Lange também estreou no cinema neste filme. Ainda no elenco, Arthur O’Connell, Betty Field, Eileen Heckart, Robert Bray e Hans Conried. 

Charge de Sponholz


"Se tiver apoio, serei candidato", diz Zé Ronaldo

Por Osvaldo Lyra, editor de Política, e Paulo Roberto Sampaio, diretor de Redação
Prefeito de Feira de Santana, o ex-deputado federal José Ronaldo de Carvalho (DEM) declarou, em entrevista exclusiva à Tribuna, que alimenta pretensões políticas para 2018, caso obtenha o apoio necessário para isso. Após desconversar sobre os rumores de que poderia filiar-se ao PP, da base do governador Rui Costa (PT), o democrata relembrou a época em que concorreu ao Senado, em 2010. "Foi uma campanha dificílima, sem materiais totais, mas fizemos uma campanha digna, honrada. Conheço a Bahia toda, lideranças de todas as regiões, me acho em condições de exercer um cargo majoritário. Então, se eu puder disputar um pleito em 2018, não vou esconder, vindo uma candidatura, eu iria com simpatia. Mas não pode ser um desejo meu, não pode ser uma coisa única na minha cabeça.
A vontade eu tenho, mas tenho que ter apoio de grupo, de políticos e da sociedade. Então, se esses apoios surgirem, eu não tenho nenhum receio de enfrentar uma luta", disse, para emendar: "Se tiver apoio, serei sim, candidato". Zé Ronaldo também fala sobre as ações que tem empreendido para enfrentar o problema da seca, comenta a boa relação mantida com o governo estadual e ainda avalia a economia e os impactos da Lava Jato na política nacional. "Foram abertos inquéritos contra mais de 200 pessoas.
A abertura de inquérito também dá a oportunidade para as pessoas se defenderem, mostrarem a sua verdade. Mas acredito que com o passar do tempo as pessoas inocentes vão conseguir provar a sua inocência. Mas vale a sociedade tomar conhecimento. Aquele que não provar, aí é com a Justiça. Mas acho também que a política nacional passa por uma grande transformação. A Lava Jato vem dando, ao longo desses anos, uma forte contribuição à política nacional.
Acho que ela vai conseguir mudar a mentalidade de muita gente que está na vida pública e pensa em obter benefício de ordem pessoal. Acho que isso vai ajudar e muito a fazer uma mudança na política, que quando as pessoas participarem da política a vejam como um patrimônio da sociedade", emendou. 
Confira entrevista completa: 
Tribuna da Bahia - Prefeito, a seca é um problema grave no semiárido baiano, e Feira se insere nela com maior ou menor intensidade. O que tem sido feito para enfrentar esse drama?
Zé Ronaldo -
 Na verdade, a seca vem em qualquer lugar, é difícil, complicado. Prejudica tudo, o ser humano na questão do abastecimento, a economia, pois arrecada-se menos. Em Feira de Santana, o abastecimento de água, eu diria que tem 80% da população na zona rural, ela tem serviços de redes permanentes por meio da Embasa. Ao longo dos anos, foram feitos vários investimentos, quer sejam diretamente pela empresa, ou pela prefeitura, ou seja, o município atingiu 80%. Esses 20% ainda são abastecidos por poços artesianos e carros-pipa. Claro que isso também afeta a economia, porque na zona rural você tem vários mercadinhos que contribuem com a economia local, das regiões. Então se tem menos recursos, compra-se menos. Às vezes um mercadinho desses vai fechar, às vezes lá trabalham família e um ou dois empregados. Estamos lutando arduamente para que esses locais que ainda não tenham abastecimento da Embasa passem a ter. Temos construído também algumas aguadas, transformadas em pequenas barragens. Acho que isso vai ajudar em pequenas irrigações para produção de alimentos para o animal. Acredito nisso e estou investindo nessas questões.
Tribuna - A economia nacional teve um grande recuo por conta da crise. Como Feira reagiu?
Zé Ronaldo - 
Feira de Santana é uma cidade atípica, só veio a sentir mesmo a crise de um ano e meio para cá. Você vê que algumas casas comerciais fecharam, a abertura de empresas na cidade diminuiu e quase ficou no mesmo ritmo do resto do país. O município tem leis que permitem o incentivo para empresas que querem se instalar. Temos conversado com essas empresas, temos recebido, mesmo com essa crise, empresas do setor atacadista. Outras deram entrada em projetos da prefeitura, e temos lutado para agilizar essas liberações no sentido de proporcionar empregos desde o seu início na construção civil e depois no funcionamento dessas empresas. Temos procurado atrair para fugir dessa crise nacional, mas acredito muito em Feira. A nível do poder público municipal a gente conseguiu manter o volume de obras no município. Recentemente anunciei licitações no valor de R$ 22 milhões, isso é o objetivo de estar gerando emprego, principalmente na construção civil e em pequenas empresas. Recentemente, um grupo empresarial esteve na cidade reativando a ideia da construção de shopping.
Tribuna - O senhor foi presidente da UPB duas vezes, conhece muito bem os problemas municipalistas. Como é o principal gargalo das prefeituras hoje?
Zé Ronaldo -
 Quando você tem uma crise econômica, misturada com a crise política, o ente que mais sofre é o município, porque é o menor, o que tem os menores recursos. O governo federal fica com 60% do que arrecada, o Estado fica com 25% e o município com uns 15%. Mas é o município que administra todos os problemas. O cidadão vai na porta do prefeito, no posto de saúde, na escola, pede iluminação pública, limpeza, tudo isso é feito pela prefeitura. O município tem essas dificuldades, e a diminuição das ações e da presença do governo, então, claro que o município sofre, porque a economia local diminui. A sociedade cobra.
Tribuna - Como o senhor vê o socorro que o governo tem dado às prefeituras?
Zé Ronaldo -
 Eu desconheço esse socorro. Pelo menos a nível de Feira de Santana esse socorro não existe. Porque não reconheço o recurso da repatriação como um socorro. Aquilo é uma lei que foi aprovada no Congresso Nacional para trazer recursos que estavam lá fora que na luta das entidades municipalistas puderam incluir os municípios. Claro que foi um recurso extra, que entrou no final do ano passado, finalizando um período de governo, mas, fora isso, desconheço qualquer participação mais efetiva nos últimos anos pelo crescimento dos municípios, que lutaram por 1% no FPM. Acho isso muito pouco. Quando foi criado o Samu, o governo bancava 60%, o Estado 25% e o município, 15%. Hoje as coisas se inverteram. Então claro que isso prejudica a administração municipal porque quando o serviço é implantado, o povo quer que o serviço funcione bem, não quer saber que o recurso é pouco. Acho que essas conquistas foram muito pequenas e que a luta deve continuar. E acho que os municípios deveriam ter uma união mais forte. 
Tribuna - O que fazer para conter o problema da violência na cidade?
Zé Ronaldo - 
Isso me incomoda muito. Constitucionalmente, as atribuições da segurança são da União e dos Estados, o município não tem poder para tal, nem capacidade de influir. O máximo que o prefeito pode fazer é conversar, e às vezes a conversa nem é bem-vinda. Falo agora do prefeito de modo geral, saindo da esfera de Feira de Santana. Quando vejo uma notícia que Feira é uma cidade violenta, me abalo muito. Quero dizer que enquanto em outros locais do mundo a segurança é comandada por governos municipais, acho que isso daria uma melhor segurança, mais praticidade. Quando se faz um concurso para PMs, é para repor aqueles que estão indo para a reserva, para a aposentadoria. Então fica aquém das reais necessidades para se fazer a segurança pública.
Tribuna - Muito se fala que o senhor pode passar para a base do governador Rui Costa. Qual a possibilidade disso acontecer?
Zé Ronaldo -
 Aprendi ao longo da minha vida a manter uma relação de respeito institucional com as autoridades. Tenho com Jaques Wagner, mantenho com Rui, diria até que temos um relacionamento pessoal bom, de homens e cidadãos, e mantemos realmente uma relação muito respeitosa. E com certeza isso continuará, porque sempre coloquei o interesse da administração pública acima do interesse pessoal. Agora, política nem ele falou comigo nem eu falei com ele. Em nome da justiça e da verdade, não tratamos desse assunto.
Tribuna - Haveria um início de diálogo entre o senhor e o PP nacional?
Zé Ronaldo - 
Não, converso com todo mundo. Tenho um relacionamento com todas as pessoas de todos os partidos que tenham representantes na Assembleia e no Congresso Nacional. Em todos esses partidos tem pessoas que foram meus colegas, alguns colegas como prefeito, então isso facilita a conversa. Se eu disser que não converso com essas pessoas sobre política de 2018, eu estaria mentindo. Converso e vou continuar conversando.
Tribuna - O senhor acha que o prefeito ACM Neto vai ter fôlego para disputar o governo do Estado em 2018?
Zé Ronaldo -
 Ele tem tudo. A juventude dele, a competência, a inteligência, o bom trabalho administrativo o qualifica para ser candidato a governador. Agora, a decisão é da pessoa. Para ser candidato, o cidadão tem que querer. Depois disso ele vai partir para buscar os apoios de outros partidos e da sociedade. Aí ele lança a sua plataforma e a sua luta. Acho que Neto sempre foi muito bem votado para deputado federal e prefeito, e faz uma belíssima administração. É só a vontade pessoal dele.
Tribuna - O senhor vai colocar o seu nome para 2018?
Zé Ronaldo - 
Fui candidato a senador em 2010. Foi uma campanha dificílima, sem materiais totais, mas fizemos uma campanha digna, honrada. Conheço a Bahia toda, lideranças de todas as regiões, me acho em condições de exercer um cargo majoritário. Então, se eu puder disputar um pleito em 2018, não vou esconder, vindo uma candidatura, eu iria com simpatia. Mas não pode ser um desejo meu, não pode ser uma coisa única na minha cabeça. A vontade eu tenho, mas tenho que ter apoio de grupo, de políticos e da sociedade. Então, se esses apoios surgirem, eu não tenho nenhum receio de enfrentar uma luta. 
Tribuna - Que leitura faz do governo Rui Costa? Qual o principal erro e o principal acerto?
Zé Ronaldo - 
Acho que a economia tem passado por imensas dificuldades. A Bahia tem um déficit de quase R$ 1 bilhão. Esse é um quadro que preocupa. Ele tem viajado muito pela Bahia, não fica no gabinete. Acho que viajar muito ajuda a governar, mantém o cidadão sabendo da administração. Mas houve em determinado momento uma presença melhor, hoje a presença é menor de obras acontecendo. Mas existe um momento da política nacional acontecendo. No momento que estamos vivendo, que não se sabe quem é um candidato à presidência da República, fica mais difícil ter um pensamento da política mais forte. Isso prejudica a administração pública, e isso tem que ser superado com muito trabalho.
Tribuna - A Operação Lava Jato atingiu o ex-presidente Lula e o PT. Depois pegou o PP e o PMDB. Agora o DEM e PSDB. Qual a sua avaliação?
Zé Ronaldo - 
Essa Operação Lava Jato teve como carro-chefe a Petrobras, construções de hidrelétricas e estádios. Um político de oposição não tem acesso a governo. Ele não tem acesso a essas empresas. Que acesso tinha essa oposição tão pequena que tinha no Congresso Nacional? Acho isso um pouco estranho. Tenho o raciocínio que essas pessoas não tinham força nenhuma para interferir nesses processos. Mas foram abertos inquéritos contra mais de 200 pessoas. A abertura de inquérito também dá a oportunidade para as pessoas se defenderem, mostrarem a sua verdade. Mas acredito que com o passar do tempo as pessoas inocentes vão conseguir provar a sua inocência. Mas vale a sociedade tomar conhecimento. Aquele que não provar, aí é com a Justiça. Mas acho também que a política nacional passa por uma grande transformação. A Lava Jato vem dando ao longo desses anos uma forte contribuição à política nacional. Acho que ela vai conseguir mudar a mentalidade de muita gente que está na vida pública e pensa em obter benefício de ordem pessoal. Acho que isso vai ajudar e muito a fazer uma mudança na política, que quando as pessoas participarem da política a vejam como um patrimônio da sociedade.
Tribuna - É chegada a hora de se mudar a forma de fazer política no Brasil?
Zé Ronaldo - 
Com certeza. Acho que o Brasil precisa de uma reforma política. Fazer uma reforma é complicadíssimo porque o político que está na Câmara, quando ele vai votar, pensa se vai se eleger com a reforma. Então fica difícil porque ele está pensando na própria sobrevivência. Mas é importante, assim como uma reforma tributária. Está sendo debatido na Câmara. Uma das coisas que têm acontecido é que o Congresso está debatendo todos os assuntos. Acho que Temer, apesar de tudo, está tendo coragem para tocar à frente assuntos polêmicos e impopulares.
Tribuna - As investigações da Lava Jato vão atingir o presidente Michel Temer?
Zé Ronaldo -
 Sinceramente, acho muito difícil. Está faltando um ano e oito meses para acabar esse período governamental. Se você atinge o presidente nesse momento, as eleições ocorrem de maneira indireta no Congresso. Então acho complicado. Não sei se o país está preparado. Não seria bom para a política nem para a economia.
Colaborou: Guilherme Reis
Fonte: "Tribuna da Bahia"

"Lula tenta se blindar de grampo da Lava Jato"

Com medo de ser alvo de gravações que o comprometam, sobretudo no âmbito da Lava Jato, o ex-presidente Lula ordenou que os celulares de quem o visita sejam recolhidos antes de qualquer reunião privada. Sempre lembra que celulares têm gravadores. Réu em cinco processos por corrupção, Lula não fala ao telefone nada que não possa ser divulgado. Ele não desconfia, tem certeza de que está grampeado.
Escutas ambientais
Até em casa Lula fala quase aos cochichos. E encomenda varreduras periódicas em seus endereços, temendo escutas ambientais.
Fugindo do grampo
O ex-presidente usa apenas aparelhos de seguranças e assessores. É um dos raros brasileiros que não têm seu próprio celular.
Celular dos outros
O grampo da Policia Federal que flagrou o plano para obstruir a Justiça foi uma conversa de Dilma com Lula no celular de um segurança dele.
Regra de ouro
Paranóico, Lula implantou a regra que até hoje é seguida no Palácio do Planalto: ninguém entra no gabinete presidencial com celular no bolso.

Fonte: Claudio Humberto

"Primeiramente, fora Lula"


Por Ricardo Noblat
Quem foi Marcelo Odebrecht? O mandachuva do país durante o reinado do PT? O chefe de uma sofisticada organização criminosa? Ou o "bobo da corte" afinal preso e forçado a delatar?
E Lula, quem foi? O primeiro operário a chegar ao poder? O maior líder popular da História? Ou o presidente que fez da corrupção uma política de Estado?
Marcelo será esquecido. Luiz Inácio Odebrecht da Silva, jamais.
Em dezembro de 1989, poucos dias após a eleição do presidente Fernando Collor de Melo, o deputado Ulysses Guimarães (PMDB-SP), ex-condestável do novo regime, almoçava no restaurante Piantella, em Brasília, quando entrou a cantora Fafá de Belém, amiga de Lula. "Como vai Lula?", perguntou Ulysses. Fafá passara ao lado dele o domingo da sua derrota para Collor.
E contou: "Lula ficou muito chateado, mas começamos a beber e a comer, os meninos foram para a piscina e ele acabou relaxando". Ulysses quis saber: "Tem piscina na casa de Lula?" Fafá explicou: "Tem, mas a casa é de um compadre dele, o advogado Roberto Teixeira". Ulysses calou-se. Depois comentou com amigos: "O mal de Lula é que ele parece gostar de viver de obséquios". Na mosca!
Lula viveu de obséquios. Vive. O dinheiro não o atrai. A rotina da política, tampouco. O conforto e as facilidades, sim. Terceiriza a missão de obtê-las.
O poder sempre o fascinou. E para conquistá-lo e mantê-lo, mandou às favas todos os escrúpulos que não tinha.
Os que o cercam em nada se surpreenderam com a figura que emerge das delações dos executivos da Odebrecht.
É um pragmático, oportunista, que se revelou um farsante. Emilio, o patriarca dos Odebrecht, decifrou Lula muito antes de ele subir a rampa do Palácio do Planalto. Conquistou-o com conselhos e dinheiro.
Perdeu nas vezes em que ele foi derrotado. Recuperou o que perdeu e saiu com os bolsos estufados quando Lula e Dilma governaram. Chamava-o de "chefe". Emílio era o chefe.
Nos oito anos da presidência do ex-operário que detestava macacão e sonhava com gravatas caras, o país conviveu com o Lula que pensava conhecer e, sem o saber, também com Luiz Inácio Odebrecht da Silva, só conhecido por Emílio e alguns poucos.
"Cuide do meu filho", um dia Lula pediu a Emílio. Que retrucou: "Cuide do meu também". Emílio cuidou de Fábio. Lula, de Marcelo.
De Lula cuidaram Emílio e Marcelo, reservando-lhe uma montanha de dinheiro em conta especial para satisfazer-lhe todas as vontades. Lula retribuiu com decisões governamentais que fizeram a Odebrecht crescer muito mais do que a Microsoft em certo período.
A Odebrecht pagou a Lula, e Lula pagou a Odebrecht, com a mesma moeda - recursos públicos. Quem perdeu com isso?
A Odebrecht ganhou mais dinheiro à custa de Lula do que ele à custa dela, mas Lula foi mais esperto. Criou seu próprio banco, administrado pela empreiteira. E quando precisava sacar, outros o faziam em seu nome.
Imagina não ter deixado impressões digitais nas negociatas em que se meteu. A polícia já identificou muitas. E outras serão identificadas antes do seu depoimento em Curitiba.
Corrupção mata. Mata sonhos, esperanças, alucinações. Mata o passado, o presente e compromete o futuro. Mata também de morte morrida à falta de saneamento, hospitais, escolas, segurança pública. A impunidade mata tanto ou mais.
A hora e a vez são da Justiça. E ela será julgada pelo que fizer ou deixar de fazer.
Fonte: "Blog do Noblat"

"Odebrecht anuncia o epitáfio do mito: bon vivant"

Por Josias de Souza
As ruas já haviam descanonizado Lula em 2015, quando um gigantesco boneco do morubixaba do PT, vestido de presidiário, passou a ornamentar os protestos contra a corrupção. Os delatores da Odebrecht providenciaram o enterro do mito ao confirmar que Lula deixou mesmo o socialismo para cair na vida. E o dono da empreiteira, Emílio Odebrecht, pronunciou algo muito parecido com um epitáfio: "Bon vivant".
Um dos principais provedores dos confortos de Lula, Emílio evocou no seu depoimento à força-tarefa da Lava Jato uma frase que diz ter ouvido do general Golbery do Couto e Silva, criador do SNI e chefe do gabinete militar nos governos Ernesto Geisel e João Figueiredo: ''Emílio, o Lula não tem nada de esquerda. Ele é um bon vivant.''
Em 1968, já lá se vão 49 anos, Lula foi atraído para a militância trabalhista pelo irmão mais velho: José Ferreira de Melo, o Frei Chico. Nessa época, Lula tinha 25 anos. Com a velocidade de um raio, virou diretor de sindicato. Frei Chico era militante do Partido Comunista. Imaginou-se que Lula se enrolaria na mesma bandeira. Engano.
Em entrevista registrada no ótimo livro "Lula, o Filho do Brasil", da jornalista Denise Paraná, o pajé do PT afirmaria muitos anos depois: ''A minha ligação com o Frei Chico é uma ligação biológica. Ou seja, um negócio evidentemente de irmão para irmão. Não tinha nenhuma afinidade política com Frei Chico.''
Com Emílio Odebrecht, Lula desenvolveu um relacionamento fisiológico-patrimonial, do tipo uma mão suja outra. Coisa tão profunda que acabou virando matéria-prima para a força-tarefa da Lava Jato em Curitiba. Suprema ironia: além de forrar a conta bancária de Lula com os milhões das pseudo-palestras e de providenciar confortos como a reforma do sítio de Atibaia, a Odebrecht bancava até uma mesada de R$ 5 mil mensais para o ex-comunista Frei Chico.
Depois que Lula declarou que, "se a Odebrecht resolveu dar R$ 5 mil de mesada para Frei Chico, o problema é da Odebrecht", ficou todo mundo desobrigado de fazer sentido no Brasil. O próprio Lula abusou do vale-tudo semântico ao desafiar qualquer empresário a dizer que ele pediu cinco centavos ou dez centavos em benefício próprio. A conta roda na casa dos milhões, não dos centavos.
Na época em que o Brasil ainda era um país lógico, ''lealdade'' e "ética" não eram sinônimos de ''submissão'' e ''conivência”. Nesse tempo, políticos sérios eram leais aos interesses da sociedade, não às conveniências negociais da Odebrecht.
No livro "A Ditadura Acabada", quinto volume da extraordinária obra do repórter Elio Gaspari, há um relato sobre a passagem de Lula pela cadeia. Deu-se em 1980, nas pegadas de uma greve que eletrificou o ambiente no ABC paulista. Gaspari obteve a transcrição do interrogatório de Lula.
Verificou-se que o oficial que o inquiriu tinha uma enorme curiosidade. Queria porque queria saber se o preso, na época um líder sindical de mostruário, reunira-se secretamente com Golbery. Lula respondeu que jamais estivera com o general. Supondo-se que disse a verdade, o bruxo da ditadura, mesmo sem conhecê-lo pessoalmente, soou premonitório no comentário feito ao dono da Odebrecht: ''Emílio, o Lula não tem nada de esquerda, é um bon vivant.''
Nos 13 anos que o PT passou no poder, Lula fez consigo mesmo o que seus inimigos tentavam há quatro décadas, sem sucesso: desmoralizou-se. Ofereceu em holocausto, em altares como o da Odebrecht, o maior patrimônio que um político pode almejar: a presunção de superioridade moral. Foi para o beleléu aquela aura de diferença heróica que o distinguia. O mito morreu. Reluz sobre a lápide, com o patrocínio da Odebrecht, o epitáfio constrangedor: "Aqui jaz um bon vivant".
Fonte: "Blog do Josias de Souza"

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Bota é fogo!



Com gols de Camilo (Foto: G1) e Guilherme, o Botafogo venceu o Atlético Nacional, em Medellín, na Colômbia, pela Libertadores, e é líder do Grupo 1, ao lado do Barcelona de Guayaquil, com duas vitórias, seis pontos ganhos, quatro gols pró e um gol contra.

Capa desta semana


Cinema brasileiro fora do Festival de Cannes



Poster oficial da 70ª edição Festival de Cannes faz homenagem à atriz italiana Claudia Cardinale
Foto: Reprodução

A organização do 70º Festival Internacional do Filme de Cannes divulgou nesta quinta-feira, 13, a sua programação completa.
A edição 2017 do evento, um dos principais do cinema internacional, vai ocorrer entre 17 a 28 de maio. Ao todo, 18 filmes vão disputar a Palma de Ouro.
49 longas-metragens de 29 países foram selecionados a partir de um total de 1.930 propostos. Esses números contam com os trabalhos apresentados fora de competição, em sessões da meia-noite ou mostras especiais. O número de filmes inscritos em 2016 tinha sido de 1.869.
Dos 49 selecionados, 18 longas estarão em competição pela Palma de Ouro.
E 16 filmes serão exibidos na mostra paralela "Un Certain Regard" (Um Certo Olhar).
Entre os diretores que disputam a Palma de Ouro, apenas o austríaco Michael Haneke já foi premiado: por "A Fita Branca" (2009) e "Amour" (2012).
Dos 18 filmes que concorrem à Palma de Ouro, quatro são assinados por cineastas franceses, quatro por americanos, dois por coreanos, um por um húngaro, um por um britânico, um por um austríaco, um por um russo, um por um ucraniano, um por um grego, um por um alemão e um por um japonês. Nenhum brasileiro.
Três mulheres cineastas estão disputando a Palma de Ouro, o mesmo número que no ano passado: a americana Sofia Coppola, a japonesa Naomi Kawase e a britânica Lynne Ramsay.
Lista de filmes em disputa da Palma de Ouro em Cannes:
– "Loveless", de Andrey Zvyagintsev
– "Good Time", de Benny Safdie e Josh Safdie
– "You Were Never Really Here", de Lynne Ramsay
– "L'Amant Double", de François Ozon
– "Jupiter's Moon", de Kornél Mandruczo
– "A Gentle Creature", de Sergei Loznitsa
– "The Killing of a Sacred Deer", de Yorgos Lanthimos
– "Radiance", de Naomi Kawase
– "Le Jour d'Après", de Hong Sangsoo
– "Le Redoutable", de Michel Hazanavicius
– "Wonderstruck", de Todd Haynes
– "Happy End", de Michael Haneke
– "Rodin", de Jacques Doillon
– "O Estranho Que Nós Amamos", de Sofia Coppola
– "120 Battements Par Minute", de Robin Campillo
– "Okja", de Bong Joon-Ho
– "In the Fade", de Fatih Akin
      "The Meyerowitz Stories", de Noah Baumbach 
 Fonte: France Press

No tempo em que Micareta tinha cartaz

Ilustração do cartaz da Micareta 1978, há 39 anos, peça criada pelo programador visual Enéas Guerra Sampaio. Então, Colbert Martins era o prefeito e Antonio Miranda o secretário de Turismo.


Memória do Cine Íris e Projeto Pixinguinha

No final dos anos 80, o Proxeto Pixinnguinha aportou em Feira de Santana, tendo como local de apresentação o Cine Íris com sua platéia de cerca de 1.000 lugares. Então, o feirense teve oportunidade de prestigiar grandes nomes da música popular brasileira.


Quando a praça era do Comércio e não da Bandeira

Foto da praça do Comércio, hoje praça da Bandeira, em Feira de Santana, no início do século passado, em dia de segunda-feira. Compartilhada no Facebook por Joel Carvalho.

Imagem mais que centenária

Foto da rua Conselheiro Franco, em Feira de Santana, no início do século passado. Compartilhada no Facebook por Joel Carvalho.

Lembrando a Art Films

Nos anos 1960, a existência da Art Films (Foto: logo da vinheta), que distribuia principalmente filmes europeus. Então, na programação do Cine Madrid, em Feira de Santana, na rua Castro Alves onde hoje funciona o Restaurante Kilogril, filmes italianos lançados pela Art Films.

No tempo do cartão postal

Cartão postal da praça Bernadino Bahia, em Feira de Santana, nos anos 1960.

Filme conta história do Palácio de Versalhes

Com narração de Orson Welles, "Se Versailles Falasse" (Si Versailles M'Était Conte), de Sacha Guitry, assistido - 83º no meu caderno de filmes - no Cine Íris, em 1960, então com doze anos. O filme conta a história do Palácio de Versalhes, em Paris, e das figuras que frequentavam o local no período de 300 anos. São várias intrigas amorosas e políticas de três reis franceses. A trama vai até a Revolução Francesa.
Ator (no filme faz o velho Luís XIV) e dramaturgo, Guitry foi um dos diretores responsáveis pela glória do cinema francês nos anos 30. Na década em que o cinema foi sendo gradualmente dominado pelo sonoro, ele construiu sua fama de "mestre do diálogo". Seus filmes eram considerados pelos críticos como "teatro filmado".
O elenco é grandioso: Michel Auclair, Brigitte Bardot, Jean-Pierre Aumont, Jean-Louis Barrault,Gilbert Bokanowski (Louis XVI), Bourvil, Gino Cervi (Cagliostro), Claudette Colbert (Madame de Montespan),  Nicole Courcel, Danièle Delorme, Daniel Gélin, Fernand Gravey (Molière), Jean Marais(Louis XV), Georges Marchal, Édith Piaf, Gérard Philipe (D'Artagnan), Micheline Presle (Madame de Pompadour),  Charles Vanel (Monsieur de Vergennes), Orson Welles (Benjamin Franklin), Gilbert Gil(Jean-Jacques Rousseau), Nicole Maurey, Louis Seigner (Lavoisier), entre outros.

Vídeo com Sophia Loren


Assista
Vídeo com cenas de vários filmes estrelados pela atriz italiana Sophia Loren. 

Lembrando o Cine Íris com mais gente do lado de fora

Nos anos 60, no velho Cine Íris, a visão do clássico western "Tambores Distantes" (Distant Drums), de Raoul Walsh, 1951 - que tenho em DVD na minha coleção.
Gary Cooper faz o capitão Quincy Wyatt, que tem a missão de reprimir uma rebelião dos índios seminoles na Flórida, bem como impedir que contrabandistas vendam armas para os índios. Baseado em história real ocorrida em 1840.
No filme, o confronto final entre o capitão e o chefe índio Oscala (Larry Carper), que não pode ser resolvido num duelo à bala, vira uma briga de faca, debaixo d'água. Uma seqüência eletrizante e com muita plasticidade. 
Provavelmente pela cena, na tarde de domingo em que consegui ver o filme, do lado de fora do cinema ficou mais gente que dentro da sala  de mais de 1.000 lugares.

"Lula nega ser ladrão, mas não processa delatores"



A cada denúncia sobre seu papel protagonista no maior escândalo de corrupção da História, o ex-presidente Lula nega ser o ladrão que as delações revelam, reclama de "perseguição" e "vazamentos seletivos", chama os delatores de "mentirosos" etc, mas nem sequer ameaça processá-los. Marcelo Odebrecht, o mais devastador dos delatores, revelou vários pagamentos de propina a Lula, o "Amigo" da Odebrecht.
Melhor não provocar
A força-tarefa crê que Lula e Dilma não processam Marcelo Odebrecht, por exemplo, porque o empresário guarda ainda de muitos segredos.
Calúnia não deve ser
Se mentisse ao confessar pagamentos de propina a Lula, Marcelo Odebrecht estaria sujeito a processo por crime de calúnia.
Detalhes sórdidos
A cada depoimento, a Justiça conhece os detalhes mais sórdidos da relação promíscua de Lula e Dilma com a Odebrecht.
Ela também não
Dilma se diz vítima daqueles que, para se livrar de prisão, "inventam fatos" tentando envolvê-la no caso. Mas não processa os delatores.
Pensando bem...
...só respirou aliviado ontem o ex-presidente Lula, que pela primeira vez não está na lista.
Fonte: Claudio Humberto

"Jaques Wagner reclamou de atraso nas contribuições da Odebrecht"

Em delação, o ex-diretor de Relações Institucionais da Odebrecht, Claudio Melo Filho, disse que Jacques Wagner reclamou "em algumas oportunidades" da demora das contribuições da empreiteira. 
Apenas entre 2010 e 2011, o ex-governador da Bahia teria recebido 7,5 milhões de reais da companhia.
Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Filmes em Exibição no Orient Cineplace Boulevard

Semana até 19 de abril de 2017
LANÇAMENTO MUNDIAL
VELOZES E FURIOSOS 8 (The Fate of the Furious), de F. Gary Gray, 2017. Com Vin Diesel, Dwayne Hickman, Jason Statham, Charlize Theron, Michelle Rodrigues, Kurt Russell e Helen Mirren. Ação. Dom (Vin Diesel) e Letty (Michelle Rodriguez) estão em sua lua de mel e como o resto da equipe encontram uma vida normal. Mas quando uma misteriosa mulher (Charlize Theron) seduz Dom para o mundo do crime e da velocidade, ele não consegue escapar a traição daqueles mais próximos de si, e todos vão enfrentar testes que nunca enfrentaram antes. Das praias de Cuba às ruas de Nova York, passando pelas planícies geladas de Barents Sea, a força de elite vai viajar através do mundo para parar uma anarquista que quer liberar o caos na sociedade. Não recomendável para menores de 14 anos. Duração: 136 minutos. Horários: 13 horas, 15h40 e 18h35 com cópia dublada, e às 21h30 com cópia legendada. Sala 4 (261 lugares)
CONTINUAÇÕES
A CABANA (The Shack), de Stuart Hazeldine, 2017. Com Sam Worthington e Octavia SpencerDrama. Um homem vive atormentado após perder a sua filha mais nova, cujo corpo nunca foi encontrado, mas com sinais de que ela teria sido violentada e assassinada são encontrados em uma cabana nas montanhas. Anos depois da tragédia, ele recebe um chamado misterioso para retornar ao local, onde vai receber uma lição de vida. Em segunda semana. Não recomendável para menores de 12 anos. Duração: 132 minutos. Horários: 13h20, com cópia dublada, na Sala 1; 18h50, com cópia dublada, e 21h20, com cópia legendada, na Sala 2 (158 lugares).
A BELA E A FERA (Beauty and the Beast), de Bill Condom, 2017. Com Emma Watson e Dan Stevens. Fantasia musical.  Moradora de aldeia francesa, Bela tem o pai capturado pela Fera e decide entregar sua vida ao estranho ser em troca da liberdade do progenitor. No castelo ela descobre que a Fera é na verdade um príncipe que precisa de amor para voltar à forma humana. Em quinta semana. Cópia dublada. Não recomendável para menores de 10 anos. Duração: 129 minutos. Horários: 15h50, 18h30 e  21h10. Sala 1 (240 lugares).
O PODEROSO CHEFINHO (The Boss Baby), de Tom McGrath, 2017. Animação. Um bebê falante que usa terno e carrega uma maleta misteriosa une forças com seu irmão mais velho invejoso para impedir que se acabe com o amor no mundo. A missão é salvar os pais, impedir a catástrofe e provar que o mais intenso dos sentimentos é uma poderosa força. Em terceira semana. Cópia dublada. Duração: 98 minutos. Horários: 14h20, 16h30. Sala 2.
SMURFS E A VILA PERDIDA (Smurfs: The Lost Village), de Kelly Asbury, 2017. Animação. Smurfette começa a perceber que todos os homens do vilarejo dos Smurfs têm uma função precisa na comunidade, menos ela. Indignada, ela parte em busca de novas descobertas e conhece uma floresta encantada, com diversas criaturas. Enquanto isso, o vilão Gargamel segue os seus passos. Em segunda semana. Classificação: Livre. Duração: 90 minutos. Horários: 14h40, 16h40 e 18h40. Sala 3 (165 lugares).
A VIGILANTE DO AMANHà(Ghost in the Shell), de Rupert Sanders, 2017. Com Scarlett Johansson e Juliette Binoche. Thriller. Num mundo pós 2029, cérebros se fundem facilmente a computadores e a tecnologia está em todos os lugares. Motoko Kusanagi, conhecida como Major, é uma ciborgue com experiência militar que comanda um esquadrão de elite especializado em combater crimes cibernéticos. Cópia legendada. Em terceira semana. Não recomendável para menores de 14 anos. Duração: 106 minutos. Horário: 20h40. Sala 3, com cópia legendada.
ENDEREÇO E TELEFONES
Orient Cinemas Boulevard - Multiplex do Boulevard Shopping, telefax 3225-3185 e telefone 3610-1515 para saber informações sobre programas e horários.
(Com informações do Departamento de Marketing do Orient Cinemas)