Fico espantado com a histeria
coletiva da grande imprensa contra o Presidente Jair Bolsonaro, aproveitando-se
da crise decorrente da pandemia "coronavírus". A grande
imprensa, comemorou a 7ª noite de panelaço contra o presidente Bolsonaro, como
revide à não distribuição de verbas publicitária do governo federal.
Estou a falar da Rede Globo, o Estadão e a Folha, sem rodeios. Os jornalistas "pseudo-intelectuais" de jornais e emissoras de
televisão que dependiam de verbas anuais bilionárias do governo federal,
defendem com "unhas e dentes", os seu empregos bem remunerados.
Estes "pseudo-profissionais" não sobreviveriam sem ter um alvo
fácil, como é o presidente da República que dá "gancho" para
matérias, repetidas insistentemente. Refiro-me ao ataque à frase
dita pelo presidente Bolsonaro: "uma gripinha qualquer" não
derruba para quem já sofreu uma facada", se referindo à gripe
coronavírus. Com certeza, os pseudo-jornalistas nunca passaram por
situação que o presidente Bolsonaro passou com facada e sucessivas cirurgia à
beira da morte. A frase foi infeliz, certamente. Nós que o elegemos, sabíamos que o presidente Bolsonaro não era nenhum
"estadista", pelo contrário, o povo que o elegeu sabia que o
Bolsonaro era um militar "tosco", sem "papas na
língua". Muito provável que se ele fosse um grande
"estadista", como a grande imprensa quer, Bolsonaro teria sido eleito
em 2018. Alguns jornalistas, que se consideram
"intelectuais", obedecendo os seus patrões, elegeram como inimigo
preferencial, o presidente da República, para produzir matéria que "dá
audiência". Para estes jornalistas considerados
"intelectuais", o que importa é a "audiência" para os
veículos que pagam seus polpudos salários. Não importa para esses
"intelectuais a sobriedade necessária, no momento difícil que o País
atravessa.
A grande verdade é que o presidente Bolsonaro não é nenhum
"Brastemp", no entanto, está longe de ser uma pessoa ignorante ou
"sem objetivo", como muitos presidentes que o País já conheceu na
história recente. Será necessário lembrar que o Brasil já teve presidentes
da República do tipo Lula, Dilma e Temer? Vejo nas atitude dos
jornalistas "intelectuais", muito mais "saudosismo" das
figuras "carimbadas" do que a vontade de construir um País que seja
orgulho de todos nós. Está na hora, destes jornalistas "intelectuais" deixarem de lado as
eventuais desavenças "políticas" e "ideológicas" e
unirem-se em torno do objetivo que é de salvar o País da pandemia da
coronavírus. O presidente Bolsonaro, à maneira própria, procura construir o
País. Faltam aos jornalistas "intelectuais", formadores de
opinião, se unirem em torno do objetivo comum que é tornar o Brasil um país
emergente, do que ficar "azucrinando" a vida pessoal do presidente da
República. O mínimo que posso fazer, no momento de crise, é apoiar o presidente Bolsonaro,
para o bem e sucesso do País.
O lançamento mundial de
"Mulher-Maravilha 1984" (Wonder Womana 1984), de Patty Jenkins, foi
adiado para o dia 14 de agosto nos Estados Unidos por causa da pandemia do novo
coronavírus. O segundo filme solo da heroína da DC tinha lançamento
originalmente marcado para 5 de junho.
"Quando aprovamos 'Mulher-Maravilha
1984', tínhamos toda a intenção de que fosse visto na tela grande e estamos
animados em anunciar que a Warner Bros. Pictures vai levar o filme aos cinemas
em 14 de agosto", afirmou em nota o presidente do estúdio, Toby Emmerich.
"Esperamos que o mundo esteja em um
lugar mais seguro e saudável até então."
O filme de ação,
aventura e fantasia tem Gal Gadot como Diana Pruince/Mulher Maravilha (Foto: IMDb), Chris
Pine, Connie Nielsen, Robin Wright, que estiveram no filme inicial, de 2017.
Faleceu na segunda-feira, 23, a atriz italiana Lucia Bosé, aos 89
anos. Ela chegou à fama após vencer a
competição Miss Itália em 1947, com apenas 16 anos de idade. Começou a atuar no
cinema em 1950.
Uma
das maiores vantagens da "coincidência de mandatos", a partir de
2022, com eleições somente a cada quatro anos, é reabrir o debate sobre a extinção
da Justiça Eleitoral, jabuticaba brasileira que nos custa R$6 bilhões por ano.
Já se conversa no Congresso sobre o adiamento das eleições de outubro, em razão
do coronavírus, e a prorrogação de mandatos por alguns meses, até que a
pandemia desapareça. Ou até 2022, como pretende proposta de emenda que tramita
no Congresso.
Campanha não dá A
alegação pelo adiamento das eleições é a impossibilidade de fazer campanha,
comício, corpo-a-corpo, beijar criancinhas etc. Sem
horário gratuito Bolsonaro
defende a coincidência de mandatos de presidente a vereador a cada 4 anos. O
cancelamento do horário gratuito é outra vantagem. Fundão
de menos O
fim de eleições a cada 2 anos faria o País economizar, começando pelos R$ 2,7
bilhões do indecoroso fundão eleitoral. Fonte:
Claudio Humberto
O Brasil está divido por uma guerra cada vez mais
aberta, indigna e agressiva entre dois países. Na verdade, só um país move essa
guerra; o outro, sem defesa, apenas sofre as misérias que vêm dela.
Basicamente, o país agressor, que se recusa a qualquer trégua, é o Brasil onde
habitam, prosperam e mandam os membros das nossas "instituições". O país
agredido é aquele onde você, e cerca de 200 outros milhões de brasileiros, têm
de trabalhar todos os dias para viver e sustentar suas famílias; sua única
função, para o outro Brasil, é pagar impostos que vão sustentar cada um dos
seus confortos, necessidades e caprichos. Neste ano de 2020, antes da epidemia,
estava previsto que o total a ser pago seria de 3,4 trilhões de reais - isso
mesmo, trilhões, arrancados do seu bolso a cada chamada de celular, cada litro
de gasolina comprado no posto, cada real que você ganha, num arco que só acaba
no infinito.
A última agressão vem do Supremo Tribunal Federal,
que tem a folha corrida que todos conhecem, e do "Tribunal Superior Eleitoral" - um desvairado cabide de empregos que só existe no Brasil e não tem função
lógica nenhuma no serviço público. Suas Excelências, justo numa hora dessas, em
que o Brasil sofre um dos mais chocantes dramas de saúde de sua história e se
desespera em busca de recursos para combatê-lo, tiveram a ideia de pagar com o
dinheiro do contribuinte suas vacinas contra a gripe e o coronavírus. Não só
eles: eles, seus filhos e funcionários da nossa corte suprema. Serão, pelos
cálculos iniciais, 4.000 vacinas, a um custo de R$ 140.000. O TSE, de imediato,
copiou os colegas e já está se preparando para comprar 1.100 vacinas para si
próprio; devem queimar nisso mais uns R$ 75.000.
O dinheiro é uma mixaria, dizem eles, mas a atitude
moral dos ministros é uma calamidade. Com todos os privilégios que já têm, por
que não pagam eles mesmos esses trocados? A resposta é um retrato perfeito dos
dois Brasis descritos acima: não pagam porque podem meter a mão no seu bolso,
de onde sai o dinheiro de todos os impostos, e tirar o dinheiro de lá. Não vai
acontecer nada, vai? Então porque gastar, mesmo um centavo, se existe um país
inteiro para pagar as suas contas?
A um certo momento, nessa crise toda, foi sugerido,
imaginem só, que deputados e senadores, dessem para o combate ao coronavírus
uma parte dos bilionários Fundos Eleitoral e Partidário que criaram para doar
dinheiro a si próprios - tirado, é óbvio, dos impostos pagos por você. Santa
inocência. Não deram, é claro, um tostão furado para combater doença nenhuma. Estás
na fila do SUS há 12 horas esperando um atendimento que pode vir ou não vir,
bonitão? Problema seu. No nosso ninguém tasca. E tratem de dar graças a Deus
porque ainda não tivemos a ideia de lhe tomar mais uns trocos para fazermos
nosso estoque de vacinas - como fizeram as maravilhosas instituições
judiciárias aí do lado.
Este Brasil que está em guerra com os brasileiros é
hoje um dos maiores concentradores de renda do mundo. Não são os "ricos", os "empresários", "o 1% do topo", etc. que constroem a miséria nossa de cada dia.
Não são eles os promotores da desigualdade em estado extremo no País. Não são
eles que os impõem a ditadura dos privilégios. É essa gente que não admite,
sequer, pagar a própria vacina. A imprensa faz esforços inéditos, todos os dias,
para defender essa gente, pois são eles que compõem as "instituições". E o que
os jornalistas recebem em troca de congressistas e magistrados? Atos de
crocodilagem explicita, um atrás do outro. Fica cada vez mais difícil achar
alguma virtude nesse baixo mundo.
JR Guzzo é jornalista
Artigo publicado no "Estadão", edição de domingo, 22 de março
Nesta
pequena cápsula que é meu gabinete de trabalho, onde quase tudo está ao alcance
da mão, tenho me lembrado de Howard Hughes. Nos anos 60, encantava-me a
pluralidade de seus talentos. Engenheiro, aviador, industrialista, diretor de
cinema, riquíssimo, namorava as mais belas divas de Hollywood e afastou-se de
tudo e de todas, internando-se em sua própria casa num misto de misantropia,
fobia de contaminação e drogadição. Encarcerou-se
com grades que seus fantasmas impunham. Renunciou à liberdade que, por décadas,
lhe proporcionou uma vida criativa e, sob muitos aspectos, extraordinária. Diferentemente,
nestes dias, eu e minha mulher, a exemplo de tantos em todo o mundo, nos
tornamos prisioneiros. Não de fobias, mas de invisíveis ameaças reais e letais.
Renunciamos à liberdade um dia antes de essa renúncia nos ser imposta pelas
autoridades locais e nacionais. Ficou entendido, para nós, o sentido social,
apropriadamente social, do esvaziamento das ruas. Quem não consegue entender o
significado do bem comum, tem, agora, uma boa oportunidade de esclarecimento
mediante o desenho dos fatos. É preciso
tirar as pernas do vírus. Ele caminha com nossas pernas. Voa com nossas asas
metálicas. Está
mudando muitas vidas e não apenas as rotinas dessas vidas a invulgar experiência
de protagonizar um desses filmes cujo script cria suspense em torno da luta
contra a exterminação da humanidade. Reza-se nas redes sociais (quem diria?),
reza-se em família. Lê-se como raramente sobra tempo para ler. E se tem uma
erupção de sentimentos profundamente humanos proporcionados pelo
desencarceramento do tempo. Entre eles, de um lado, o medo, o egoísmo, a
desesperança rumo ao desespero, a mudança emocional para o reino da fantasia;
de outro, a solidariedade, a compaixão, a esperança, a busca do transcendente e
a necessidade de atribuir sentido a esse novo cotidiano. Em Viena,
no centro da Graben, um monumento domina a paisagem. É a Pestsäule, coluna
comemorativa do fim da peste que atacou a cidade no final do século XVII. Obra
coletiva de diversos escultores e pintores, o monumento barroco resulta confuso
pela pluralidade de mensagens a ver, sentir e interpretar. Mas é essa
característica que impõe, a quem o contempla, prolongada análise de seus
elementos. Vê-se ali a celebração artística do fim do flagelo, o ódio à peste e
o gratificado louvor à Santíssima Trindade. Nunca
pensei que, um dia, aquele monumento fosse ganhar atualidade e se fazer
ensinamento na nossa vida. Percival Puggina (75), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é
arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista
de dezenas de jornais e sites no país. Autor de "Crônicas Contra o
Totalitarismo", "Cuba, a Tragédia da Utopia", "Pombas e
Gaviões", "A Tomada do Brasil". Integrante do grupo Pensar+. Fonte: http://www.puggina.org/
O Ministério Público do Trabalho (MPT)
emitiu está distribuindo documento com um conjunto de recomendações para
empresas, hospitais e órgãos públicos da cidade de Feira de Santana e demais
municípios da região. O principal objetivo é ressaltar os direitos sociais
constitucionalmente garantidos no âmbito das relações de trabalho em meio à
pandemia do novo coronavírus (Covid-19) e evitar que sejam adotadas medidas que
prejudiquem trabalhadores e possam ser alvo de ações judiciais posteriores
contra os empregadores.
"Expedimos recomendações para as
maiores empresas da região de Feira de Santana, inclusive empresas de
telemarketing, com o objetivo de evitar dispensas em massa, e estabelecendo
diretrizes de reorganização dos locais de trabalho para garantir distância de
mínima de dois metros entre postos de trabalho, disponibilizar álcool em gel,
água e sabão com lavatórios, flexibilidade de jornada de trabalho, privilegiar
o teletrabalho e muitos outros aspectos", explicou Ilan Fonseca, procurador da
unidade do MPT em Feira de Santana.
O documento começou a ser distribuído
por correio eletrônico para empresas com mais de cem empregados de toda a
microrregião de Feira e para as empresas com mais de 300 empregados sediadas na
cidade. Em todo o estado, o MPT está reforçando a comunicação com as empresas e
sindicatos com o objetivo de fornecer segurança jurídica e orientação segura
para as relações de trabalho, prevenindo medidas açodadas que possam levar a
novos desequilíbrios. A orientação geral é a de que os gestores procurem o bom
senso e a negociação coletiva, buscando o entendimento entre empregadores e
empregados.
Os procuradores que assinam esta
notificação recomendatória ressaltam que a valorização do trabalho é um
princípio fundamental da sociedade brasileira, além de reafirmarem que essa é
uma situação excepcional e motivo de força maior. Por isso, as ausências ao
trabalho ou a adaptação da prestação de serviços por força dos encargos
familiares são aplicáveis igualitariamente aos trabalhadores e trabalhadoras, e
não poderão ser considerados como razão válida para sanção disciplinar ou o
término de uma relação de emprego, podendo configurar ato discriminatório.
Outras medidas, como estabelecer
política de autocuidado para identificação de potenciais sinais e sintomas do
Covid-19, com posterior isolamento e contato dos serviços de saúde na
identificação de casos suspeitos, advertir os gestores dos contratos de
prestação de serviços terceirizados quanto à responsabilidade da empresa
contratada em adotar todos os meios necessários para conscientizar e prevenir seus
trabalhadores acerca dos riscos do contágio do novo coronavírus, então contidas
no documento.
As recomendações também foram emitidas
para empresas das cidades de Irecê, Itaberaba, Conceição do Coité, Serrinha,
Alagoinhas e outras, reiterando que as mesmas sigam os procedimentos que foram
abordados, visando o direito do trabalhador.
(Com informações de Rogério Paiva, da
Assessoria de Comunicação)
Viraliza
a campanha para que parlamentares, sobretudo do Congresso, abram mão dos seus
privilégios e regalias, a fim de que esses recursos sejam aplicados no combate
ao coronavírus. Afinal, enquanto a crise ameaça salários, empregos e
empresários já não sabem se continuarão sua atividade, deputados federais e
senadores seguem custando quase R$ 200 mil por mês, cada, e ainda têm plano de
saúde único no mundo, ao contrário do povão, que paga essa conta e tem que
enfrentar o SUS. Hora
de retribuir A
campanha nas redes sociais inclui, além de parlamentares, todos os ocupantes de
cargos bem remunerados na administração pública. Grande
ideia O
empresário José Luís Leite, cujo vídeo viralizou, pede que políticos "cortem na
própria carne" e doem seus salários. Foi um sucesso. Nisso
eles são rápidos Com a crise do
coronavírus, em poucos dias Câmara e Senado criaram um sistema de votação
remoto que os dispensam de ir ao trabalho. Ao
menos reduzir Se o Congresso não abre
mão de privilégios, ao menos poderia reduzi-los, já que a pretexto do
coronavírus vai trabalhar só um dia por semana.
Filme sobre o músico Jeremy Camp traz a reflexão de que é
possível encontrar a verdadeira esperança em dias de turbulência
Ter questionamentos
sobre os mistérios dos planos de Deus é parte da vida cotidiana do ser humano.
Muitas vezes, acreditar na fé, no amor e confiar no controle de Deus pode
tornar-se um processo difícil. É nesse contexto que o filme "Enquanto
Estivermos Juntos" conta a jornada de amor e perda vivida pelo cantor cristão
norte-americano Jeremy Camp, interpretado no longa pelo ator K.J. Apa. O filme será lançado em
breve no Brasil, mas já pode ensinar muitas lições. Em dias de incertezas,
devido ao caos instalado no mundo com o aparecimento do Covid-19, é preciso
coragem para acreditar que tudo dará certo se cada um fizer a sua parte. "Enquanto Estivermos Juntos" mostra o quão
impactante a história de vida de alguém pode ser para outra pessoa que esteja
passando pela mesma situação. Também ensina que um amor pode mudar uma vida, e
uma vida pode mudar o mundo. Este é um tempo
desafiador, mas também pode ser o momento propício para que cada um fortaleça a
sua fé. Dessa forma, seguindo firmes para resistir às batalhas que surgem ao
longo do caminho. Seja gentil consigo mesmo e com quem está à sua volta. Assim,
como a mensagem do filme, sua postura hoje pode ser um diferencial para muitos. Enviado por Paloma
Furtado, da Assessoria de Imprensa de 360 WayUp
O sujeito viu o muro de Berlim ser construído e tinha certeza de que o
lado de lá era tudo de bom. Torcia pela URSS nas copas do mundo. Carregava
sempre um caderninho com frases de Mao Tse-Tung. Admirava os Viet Congs e os
Khmer Vermelho. Comemorou o sequestro de Aldo Moro pelas Brigate Rosse. Vestiu,
lavou, secou e vestiu de novo sua camiseta do Che. Colou uma foto do Danny le
Rouge no guarda-roupa. Sacudiu bandeirinha de Cuba. Passou uma temporada lá, em
1969, colhendo cana para atender ao apelo do camarada Fidel. Teve arrepios
cívicos quando a cadelinha Laika subiu para a turnê da tecnologia soviética no
seu canil espacial. Vociferou contra a Primavera Húngara de 1956 e a de Praga
em 1968. Aplaudiu as ações dos tanques chineses na Praça da Paz Celestial. Todo
ano, no dia 11 de setembro, faz feriado e bebe espumante. Varou o inverno
acampado na frente da PF de Curitiba. Cumpriu a agenda direitinho. Nunca
esteve só. Muitos, como ele, dedicam a vida a argumentar em favor do comunismo
e do caráter científico e inevitável do socialismo. Como professores,
políticos, jornalistas, religiosos, intelectuais ou simples militantes
partidários, gastaram seu latim e seu português em apontar e condenar as "insuperáveis contradições" do capitalismo e da economia de mercado. Capturaram
corações e mentes. Fizeram (e perderam) todas as apostas possíveis na
superioridade ética e técnica das teses esquerdistas. Dá para
ter noção, leitor, do pesadelo em que se transformou a vida dessas pessoas nos
últimos anos? Seus porta-vozes e líderes têm sido tipos como Lula e Dilma, o
casal Kirchner, Hugo Chávez e Nicolás Maduro, Daniel Ortega, Evo Morales,
Rafael Correa. Você procura uma democracia construída sobre suas idéias e não
encontra. Um livro que junte os cacos e reorganize consistentemente sua visão
de mundo sobre as bases daquela crença? Nada. Um estadista de boa estirpe para
seguir? Ninguém aparece. Para arrematar, os eleitores norte-americanos elegeram
Trump e o Brasil deu vitória a Bolsonaro. É dureza!
Na contramão, as idéias que combateu retiram inúmeras nações da fome e do
atraso. As economias abertas alcançam níveis consistentes de desenvolvimento
social. Todos os modernos e bem sucedidos estados nacionais aderem à democracia
representativa, ao pluralismo e viabilizam amplas liberdades públicas. Até a
China, do comunismo amarelo e vermelho, adotou o capitalismo e pôs em curso um
dos mais espetaculares saltos econômicos e sociais que a humanidade já
observou. Do comunismo ficou o pauzinho do picolé: a ditadura. E, com ela, a
mal explicada história do Covid-19. Percival
Puggina (75), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto,
empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas
de jornais e sites no país. Autor de "Crônicas Contra o
Totalitarismo", "Cuba, a Tragédia da Utopia", "Pombas e
Gaviões", "A Tomada do Brasil". Integrante do grupo Pensar+.
Denzel Washington com Spike Lee (1) e Cynda Williams (2) em "Mais e Melhores Blues" Fotos: IMDb
O filme mais pessoal
de Spike Lee, "Mais e Melhores Blues" (Mo' 'Better Blues), de 1990, foi visto nesses
dias de confinamento.Uma
homenagem poética para "a
música", no caso blues.Tem drama, música e
romance. Trata sobre amizade, amargura, frustração e redenção. Um filme de jazz.Spike Lee cria um pano de fundo íntimo para ressaltar "a música", Denzel Washington faz
Bleek Gilliam, um trompetista egoísta que lidera um quinteto de jazz em um
clube do Brooklyn.Concentrado
na sua música, ele faz malabarismos com duas mulheres. Uma,Clarke (Cynda Williams), uma garota sexy que
precisa da sua atenção e aspira ser cantora, esperando que ele lhe dê uma
oportunidade.Outra,Indigo (Joie Lee, que é irmã de Spike), uma
professora atenciosa. Na condução da banda, ele luta com músicos - saxofonista Shadow
(Wesley Snipes), pianista Lacey (Giancarlo Esposito), baixo Hammer (Bill Nunn)
e baterista Jones (Jeff 'Tail' Watts),
que querem ganhar mais pelo sucesso no clube onde tocam.O
empresário da banda é o desajeitado Giant (Spike Lee),
amigo de infância, que ainda tem um grande problema, ser apostador e dever muito. Na trilha sonora, ótimos números de jazz.Além dos números de concertos escritos e
executados por Branford Marsalis - que aparece na trama - há peças de Dizzy Gillespie, John Coltrane - sempre referenciado no decorrer do filme -, Miles Davis. Ainda no elenco, Robin Harris, a quem o filme é dedicado,
pois morreu depois das filmagens, John Turturro e seu irmão Nicholas Turturro,
Samuel L. Jackson, Rubém Blades, Bill Lee, que é pai do diretor, e aparição da
cantora Diahann Carroll.
Sem ter muito o que fazer, deputados e senadores do "Centrão", que ganhou peso e virou "Blocão" de 351 integrantes só na Câmara,
nutrem ideia de cancelar as eleições municipais previstas para outubro e
prorrogar o mandato dos atuais prefeitos. Parlamentares que participam do
movimento, que ainda se encontra na categoria "fogo de monturo", alegam que a
crise do coronavírus inviabiliza a campanha eleitoral. PEC já tramita O "Blocão" pode aproveitar a PEC 56, de maio de
2019, que prorroga os mandatos municipais por dois anos para unificar as
eleições no País. PEC da alegria A proposta que faz a alegria de prefeitos e
vereadores é de autoria do deputado Rogério Peninha Mendonça (MDB-SC). Sem clima O movimento para prorrogar os mandatos dos
prefeitos e vereadores alega que, com o Covid-19, não há clima para se manter a
eleição. Comícios, nem pensar O problema é que campanha eleitoral ainda depende
de comícios e "corpo-a-corpo", condições proibidas no combate ao coronavírus. Fonte: Claudio Humberto
Em
2011, a exibição nos cinemas do filme "Contágio" (Contagion), drama de ficção científica
realizado por Steven Sorderberg.
O
surto do Covid-19 desperta interesse na visão deste filme, que está no topo das
paradas de aluguel do iTunes.
Tudo o que está ocorrendo hoje no mundo, com a pandemia do novo coronavírus, está no filme lançado há nove anos, com viés apocalíptico.
Vírus,
surto, contágio, infecção, humanidade em perigo, procura por cura, vacina,
medo, pânico, paranoia, comida chinesa, cobertura da mídia, manipulação, teoria
da conspiração.
"O
mundo se torna viral", "Não fale com ninguém. Não
toque em ninguém", "Nada se espalha como o medo", são as frase de efeito que anunciavam o filme na época do lançamento. Na
trama, logo após seu retorno de uma viagem de negócios a Hong Kong, Beth Emhoff
(Gwyneth Paltrow - Foto: IMDb) morre de gripe ou algum outro tipo de infecção.Seu jovem filho morre no mesmo dia.Seu marido Mitch (Matt Damon), no entanto, parece imune.Assim começa a propagação de
uma infecção mortal.Para médicos e administradores dos Centros de Controle de Doenças dos Estados
Unidos, vários dias se passam antes que alguém perceba a extensão ou a
gravidade dessa nova infecção.Eles devem primeiro identificar o tipo de vírus em questão e, em seguida,
encontrar um meio de combatê-lo, um processo que provavelmente levará vários
meses. À medida que o contágio se espalha para milhões de pessoas em todo o
mundo, a ordem social começa a desmoronar quando as pessoas entram em pânico.
No
elenco, nomes conhecidos como os de Jude Law, Kate Winslet, Marion Cotillard, Elliott
Gould, Laurence Fishburne, Bryan Cranston e Jennifer Ehle.
Finalmente hoje eu vi uma linha tempo sobre a pandemia do vírus chinês desde os primeiros sinais que ocorreram em 17 de novembro de 2019, sendo que a China avisou ao mundo no dia 31 de dezembro e o próprio país só agiu mais seriamente para conter a doença no dia 23 de janeiro. A linha do tempo também mostra as tentativas das autoridades chinesas de esconder a doença, além do habitual controle da internet.
Tem também a corrupção da Organização Mundial de Saúde (OMS) com a China. A OMS ficou do lado da ditadura chinesa e assim colaborou para que o vírus chinês se espalhasse pelo mundo (mostro um vídeo sobre o assunto).
Muitos dizem que a epidemia já acabou na China, informações obtidas fora da rede oficial mostram que isso não é verdade.
17 de novembro de 2019: O primeiro caso de alguém que sofre de COVID-19 ocorre em Wuhan, segundo o South China Morning Post.
10 de dezembro: Wei Guixian, vendeu mercadorias no mercado úmido de Wuhan, supostamente começou a se sentir doente neste dia. Felizmente, ela foi liberada do hospital em janeiro, informou o Wall Street Journal.
27 de dezembro: Zhang Jixian, médico do Hospital Provincial de Hubei de Medicina Chinesa e Ocidental, soa o alarme sobre uma nova doença que já afetou 180 pacientes, informou o Morning Post.
26-30 de dezembro: A primeira evidência do novo vírus é revelada através de dados de pacientes de Wuhan, que foram enviados a várias empresas de genoma chinesas, informou a Caixin Global.
A comissão de saúde de Hubei ordena que uma empresa de genoma pare de testar o novo vírus e destrua todas as amostras, de acordo com uma fonte anônima da Caixin Global.
31 de dezembro: Mais de um mês após o primeiro incidente do COVID-19, autoridades chinesas alertam a Representação da China na Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre pneumonia com causa desconhecida que afeta pessoas em Wuhan, informou a Caixin Global.
As autoridades chinesas da Internet começaram a censurar termos relacionados ao vírus nas mídias sociais, incluindo "Wuhan Unknown Pneumonia", "SARS Variation", "Wuhan Seafood Market" e qualquer coisa crítica à resposta do governo à doença, informou o Citizen Lab.
1º de janeiro: Oito médicos, incluindo o Dr. Li Wenliang, são detidos e interrogados pelo governo chinês, que os condena por "fazer declarações falsas na Internet", informou a CNN. Li é forçado a escrever uma carta dizendo que seus avisos "tiveram um impacto negativo", informou o Journal.
A Caixin Global informou que a comissão de saúde de Hubei ordenou que as empresas de genoma parassem de testar o vírus e destruíssem amostras, confirmando seu relatório anterior.
O mercado de frutos do mar de Wuhan, onde o vírus supostamente estourou pela primeira vez foi finalmente fechado, embora seja então "desinfetado" sem esfregar as gaiolas de animais individuais ou tirar sangue dos trabalhadores, o que significa que a evidência do que pode ter sido a fonte do vírus foi destruído, informou o Times.
3 de janeiro: a Comissão Nacional de Saúde da China emitiu uma ordem de mordaça e ordenou que amostras de pneumonia fossem transferidas para instalações de teste designadas ou destruídas. A Comissão também ordena às instituições que não publiquem nenhuma informação sobre a doença ainda desconhecida, informou a Caixin Global.
5 de janeiro: o professor Zhang Yongzhen, do Centro Clínico de Saúde Pública de Xangai, forneceu a sequência genômica do vírus às autoridades chinesas. No mesmo dia, a Comissão Municipal de Saúde de Wuhan parou de lançar atualizações diárias sobre novos casos, informou o Journal.
9 de janeiro: A OMS divulgou uma declaração sobre o conjunto de casos de pneumonia em Wuhan, sugerindo que os casos apontam o coronavírus como o possível patógeno causador dos problemas. O comunicado também disse que a China descartou SARS, MERS, influenza, gripe aviária e outros patógenos comuns.
10 de janeiro: Wang Guangfa, um importante especialista do governo da República Popular da China, disse à emissora estatal China Central Television que o surto de pneumonia estava "sob controle" e subestimou o vírus como uma "condição leve", informou o Times.
11 de janeiro: Como o governo chinês não tomou nenhuma providência quanto à sequência genômica de Yongzhen, ele publicou os dados on-line para ajudar o mundo a trabalhar nos métodos de teste, informou o Morning Post.
12 de janeiro: A Comissão Nacional de Saúde compartilhou as informações genômicas do vírus com a OMS pela primeira vez, informou a Caixin Global. Nesse mesmo dia, o laboratório de Youngzhen em Xangai está fechado para "retificação", informou o Morning Post.
14 de janeiro: A OMS disse que pode ter havido transmissão humano-a-humano do vírus, informou a Reuters. Também neste dia, a polícia chinesa à paisana começa a deter jornalistas que tentam denunciar o surto no Hospital Jinyintan de Wuhan. Os jornalistas são forçados a excluir todas as imagens capturadas e entregar seus telefones e câmeras para inspeção, reportaram o Business Insider e o Times.
15 de janeiro:Li Qun, chefe do centro de emergência dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças da China (CDC), afirma que o risco de transmissão de humano para humano é "baixo", informou o Journal.
17 de janeiro: Após 12 dias, a Comissão Municipal de Saúde de Wuhan começou a dar atualizações diárias sobre novos casos de coronavírus.
18 de janeiro: Apesar da presença do coronavírus, Wuhan realiza um banquete "potluck" para 40.000 famílias tentarem quebrar um recorde mundial, informou o New York Times.
20 de janeiro: O Dr. Zhong Nanshan, que ajudou a combater a SARS, diz em uma entrevista na TV que o coronavírus está se espalhando de pessoa para pessoa. Nanshan também disse mais tarde que se o governo chinês tivesse agido em dezembro ou no início de janeiro para conter o vírus, “o número de doentes teria sido bastante reduzido, informou o Journal.
No mesmo dia, o prefeito de Wuhan, Zhou Xianwang, disse que as regras de Pequim o impediram de divulgar informações sobre a ameaça do coronavírus, informou o Journal.
23 de janeiro: Wuhan está finalmente trancado, apesar de cerca de 5 milhões de pessoas já terem deixado a cidade sem serem rastreadas até aquele momento.
6 de fevereiro: O presidente da China, Xi Jinping, ordena que o órgão de vigilância da Internet do país controle ainda mais as plataformas de mídia social, informou o Morning Post. Nesse mesmo dia, o jornalista cidadão Chen Qiushi, que também era ex-advogado de direitos humanos, desapareceu em Wuhan depois de publicar imagens de hospitais superlotados e famílias em pânico, informou o Times.
7 de fevereiro: o Dr. Li Wenliang morre devido ao coronavírus, que contraiu de um paciente. Wenliang foi detido por acionar o alarme do vírus, informou o Journal.
9 de fevereiro: Outro jornalista chinês, Fang Bin, que também era empresário local, desapareceu depois de postar vídeos de Wuhan nas mídias sociais chinesas, informou o Times.
15 de fevereiro: O presidente Xi reforçou ainda mais o controle das discussões na Internet, informou a Agence Free-Presse. Nesse mesmo dia, o ativista Xu Zhiyong foi preso por um ensaio de 4 de fevereiro pedindo que Xi se demitisse por suprimir informações sobre o coronavírus. Xu está fugitivo há dois meses, informou a NPR.
16 de fevereiro: o professor Xu Zhangrun foi preso em casa e banido das mídias sociais e da Internet por publicar um ensaio afirmando que "a epidemia de coronavírus revelou o núcleo podre da governança chinesa", informou o The Guardian.
19 de fevereiro: Os repórteres do Journal tiveram suas credenciais de imprensa revogadas por Pequim devido à cobertura do surto de coronavírus, informou o Journal.
14 de março: Outro ativista, Ren Zhiqiang, desapareceu em Pequim depois de criticar a maneira como Xi reagiu ao coronavírus, informou o Times.
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A OMS ajudou à corrupção e assim colaborou para que o vírus chinês se espalhasse pelo mundo. Demorou muito a agir, sempre esperando apoio chinês.
Dimas Oliveira, 78 anos, é jornalista. Desde 1967 escreve sobre cinema, cultura, política e variedades. Atuou no "Feira Hoje", "Folha do Norte", "Diário da Feira" e "Folha do Estado" como editor. Também na "Gazeta Feirense", "Panorama", "Tribuna da Bahia", "Municípios em Foco". Na "Folha do Estado" e no "NoiteDia" escreve sobre cinema e cultura. Visitou Argentina, Chile, Portugal, Cuba, Itália e Coréia do Sul, Israel (Jerusalém), Jordânia, Abu Dhabi e Dubai. Prestou serviços ao FTC, CCC, CIS, Sesi, Sesc, Câmara e Cifs. Entre 1994 e 1999 editou o jornal evangélico "Feira de Jesus". De 1º.01.2001 a 31.12. 2010, foi diretor de Publicidade da Secretaria de Comunicação Social, também de 04.01.2017 a 31.12. 2020. Em 2006, recebeu a Ordem Municipal do Mérito no grau de Oficial. Em 2025, recebeu a Comenda Jubilar de Jornalismo Oydema Ferreira. Em 2026, recebeu o Cine Farol - Prêmio Resistência da Sétima Arte. Desde 2025, nomina Sala no Casarão Fróes da Motta. É efetivo da Academia Feirense de Letras, ocupando a Cadeira 16, patrono Áureo Filho. Em 2014, lançou "cinema demais"; em 2018, "O Processo de Cassação da Rádio Cultura", e em 2021, "A Arte do Silêncio em Feira de Santana" (e-book).
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Compilação das peças do processo que resultou no fechamento da emissora. É resultado de pesquisa feita a partir de material disponível e de domínio público no Arquivo Nacional