quarta-feira, 8 de abril de 2020
"Resultado prático"
terça-feira, 7 de abril de 2020
Cultura da Feira - O teatro amador nas décadas de 1960-1970
A história do teatro amador de Feira de Santana, nesse período, é contada, em linhas gerais, no minidocumentário que está sendo exibido no Memorial da Feira, portal mantido na Internet pela Prefeitura, através da Secretaria de Comunicação Social. Seus narradores são dois dos seus principais protagonistas: o jornalista Gildarte Ramos e sua esposa, a professora Alvaceli Ramos, ambos aposentados. Os dois se conheceram nos palcos, e se apaixonaram durante os ensaios de uma peça, em que ele fazia o papel do prefeito e ela da primeira-dama. Viriam a firmar matrimônio um ano depois, num "casamento hippie" que reuniu milhares de pessoas na Catedral de Santana e que viria a entrar na história de Feira de Santana como um dos acontecimentos mais inusitados da cidade.
O documentário "O teatro amador na Feira" pode ser visto na seção Panoramas da Feira. O portal Memorial da Feira pode acessado na Internet no endereço www.memorialdafeira.ba.gov.br .
"Bolsonaro tem 3 opções para o lugar de Mandetta"
Estava se achando
Mandetta até ousou prestigiar o governador goiano Ronaldo Caiado, que na véspera havia rompido com seu chefe. Não tinha perigo de dar certo.
Três nomes no páreo
Bolsonaro tem três opções para o lugar de Mandeta: o ex-ministro da Cidadania e deputado Osmar Terra (MDB-RS) está na "pole position".
Um amigo pessoal
Outra opção é seu amigo pessoal almirante Antonio Barra Torres, diretor da Anvisa e ex-vice-diretor do Hospital Naval Marcílio Dias, no Rio.
Médica com afinidade
A médica Nise Yamaguchi, terceiro nome, defende o isolamento vertical e, como Bolsonaro, é entusiasta da cloroquina, remédio contra malária.
Demissão vai sair
Mandetta será mesmo demitido. Político experiente, o presidente da República sabe que vai apequenar sua autoridade, mantendo o atual ministro no cargo. E criando uma opção a ele na corrida presidencial.
Fonte: Claudio Humberto
segunda-feira, 6 de abril de 2020
Filmes com viés apocalíptico
Morre ator James Drury
1994 Maverick
1967 Tormenta de Aço
1962 Pistoleiro do Entardecer
1960 Pollyanna
1960 O Mundo Fabuloso do Circo
1959 A Dois Passos da Forca
1957 O Sonho Que Eu Vivi
1956 Ama-me Com Ternura
1956 A Última Carroça
1956Planeta Proibido
1956 Diana da França
1955 Armadilha Amorosa
1955 Ama-me ou Esquece-me
1955 Sementes de Violência
Morre atriz Honor Blackman
2004 Jack Brown e a Maldição da Coroa
2001 O Diário de Bridget Jones
1999 Caminhando Com Leões
1998 O Enigma de Talos
1978 O Gato e o Canário
1977 A Idade da Inocência
1976 Uma Filha Para o Diabo
1971 Os Renegados
1971 Uma Noite de Pavor
1970 A Virgem e o Cigano
1970 A Última Granada
1970 Twinky
1968 O Último Romano I
1968 Os Diamantes do Diabo
1968 Shalako
1966 Por um Momento de Amor
1965 Leilão de Almas
1965 O Segredo do Meu Sucesso
1964 007 Contra Goldfinger
1963 Jasão e o Velo de Ouro
1962 Serena
1961 Brincando Com a Morte
1958 Norman, O Recruta Biruta
1958 Somente Deus Por Testemunha
1957 Conta Prestada
1957 Álibi Suspenso em
1957 Você Paga Seu Dinheiro
1955 A Gaiola de Vidro
1955 O Caso Delavine
1954 Passaporte Diplomático
1952 Manchas de Sangue na Lua
1951 Verde Cresça os Juncos
1950 Angústia de uma Alma
1949 Cidade Tentação
1949 Traidor
1949 Um Garoto, uma Garota e uma Bicicleta
1948 Quarteto - Segmento "O Milho Alienígena"
Morre José Alexandrino de Souza
"OMS nunca recomendou a paralisia do trabalho"
Para a Organização Mundial da Saúde, as medidas
contra o novo coronavírus são complexas e diversas, e o "distanciamento
social", a mais polêmica (cuja "livre tradução" brasileira é "isolamento")
reforça a ideia de evitar contato físico, manter distância mínima entre pessoas
etc. A OMS nunca recomendou que as pessoas evitassem trabalhar, apenas indicou
medida ampla de ficar em casa. Mas só para quem tem condições de trabalhar onde
reside, à distância, ou seja, o home office.
Profissionais e profissionais
A OMS recomenda que a vida siga em frente; uma
caminhada ao ar livre, como exemplificou o ministro da Mandetta, faz bem à
saúde.
Outro setor
O cuidado em medir as palavras para evitar
equívocos é característica conhecida do diretor-geral da OMS, Dr. Tedros
Adhanom.
Preocupações
OMS está tão aflita com a falta de equipamentos de
proteção individual (EPI) para profissionais de saúde quanto com o "distanciamento".
Fonte:
Claudio Humberto
"Velhíssima raposa"
Rodrigo Maia continua embromando sobre redução
salarial e fundão eleitoral de R$2,7 bilhões no combate ao Covid19. Quando
perguntado sobre esses assuntos, ele critica Bolsonaro por qualquer razão.
Assim, garante manchete para o repórter e desvia a atenção dos abestados.
“Onde estava Deus naqueles dias?”
Por
Percival Puggina
O papa, qualquer papa, é um ser humano sujeito às nossas mesmas angústias e inquietudes. Ele não fala com Deus todos os dias através do celular. Quem ainda não se interrogou sobre o silêncio de Deus? Quem, perante a dor, o sofrimento e a aflição, nunca clamou pela interferência direta do Altíssimo?
O paciente Jó, sofredor sempre fiel, nos fornece antigo exemplo bíblico desses brados da nossa débil natureza, que soam e ressoam através das gerações. A manifestação de Bento XVI, que ele mesmo chamou de grito da humanidade, foi humilde e reiterada expressão dessa mesma humanidade. Nem mesmo Jesus escapou a tão inevitável contingência: "Pai! Por que me abandonaste?"
Não conheço Auschwitz. Contudo, visitei o campo de concentração de Daschau e o memorial lá existente. Saímos, minha mulher e eu, com a impressão de havermos visitado um santuário onde a presença de Deus era quase palpável. E isso não se constituiu numa contradição. Ao contrário, aquele lugar de tantos padecimentos se converteu, de modo inevitável, em silencioso ambiente de reflexão e oração, no qual se percebe com nitidez o que acontece quando os homens, prescindindo do Senhor do bem, se bestializam e se convertem em senhores do mal.
É fácil imaginar, igualmente, a presença divina atuando nos incontáveis gestos de solidariedade que, por certo, ocorrem numa situação como aquela. Ativo no coração dos que o amam, ali agia o Deus de todas as vítimas, consolo dos que sofrem, esperança dos aflitos e destino final dos seus filhos. É claro que a nós pareceria mais proveitoso um Deus que atuasse como gerente supremo dos eventos humanos, intervindo para evitar quaisquer males, retificando a imprudência dos homens, proclamando verdades cotidianas em dizeres escritos com as nuvens do céu, fazendo o bem que não fazemos, a todos santificando por ação de seu querer e pela impossibilidade do erro e do pecado.
Nesse paraíso terrestre, nada seria como é e nós não seríamos como somos. Não haveria cruz, nem Cristo. Não haveria lágrimas, nem dor. Tampouco morte, ou vida. É o imenso respeito divino à nossa liberdade que configura a existência humana como tal e que nos concede o direito de bradar aos céus. No entanto, tão rapidamente quanto Deus nos ouve, ouve-nos nosso próprio coração. Sim, porque Deus estava ali, em Auschwitz, como estava em Daschau. Mas não havia lugar para ele no coração dos algozes.
Nesta quaresma das quarentenas, nesta semana que nos leva à Páscoa da Ressureição, aprendamos com as lições da história, da ciência e da prudência. Aprendamos com o que acontece quando o materialismo, o relativismo e os totalitarismos investem na concretização de seus projetos de poder. Eles jamais abandonam o tabuleiro das opções e seus males sempre se fazem sentir.
Percival Puggina (75), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de "Crônicas Contra o Totalitarismo", "Cuba, a Tragédia da Utopia", "Pombas e Gaviões", A Tomada do Brasil". Integrante do grupo Pensar+.
Fonte: http://www.puggina.org/
domingo, 5 de abril de 2020
"Exclusivo: 67% do país estão 'muito preocupados'"
Levantamento exclusivo do Diário do Poder/Orbis
sobre como a população percebe os efeitos da pandemia do coronavírus na
economia brasileira, mostra que o presidente Jair Bolsonaro não está sozinho
nas preocupações com o impacto da crise do vírus: 67,7% dos entrevistados
também dizem estar "muito preocupados" e mais 24,4% "um pouco preocupados" com
os efeitos sobre sua situação econômica.
Raros despreocupados
Apenas 4,5% dos 2.163 pesquisados disseram "não
estar preocupados" com a situação econômica; 3,3% não souberam avaliar.
Preocupação por sexo
O segmento mais preocupado com efeitos econômicos
do coronavírus são pessoas de 20 a 35 anos: 69,7% estão muito preocupados.
Grau de preocupação
Mais mulheres estão "muito preocupadas" que homens:
68,8% a 66,4%. Despreocupados são 5,1% de homens e 4% de mulheres.
Dados da pesquisa
A Orbis entrevistou 2.163 pessoas em todo o
território nacional. A pesquisa foi realizada na segunda-feira, 30 de março.
Fonte: Claudio Humberto
sábado, 4 de abril de 2020
Uma das maiores comédias do cinema
"O dono da caneta"
"Pensando bem..."
...o coronavírus trouxe algo de positivo: tornou possível identificar órgãos públicos desnecessários ou que funcionam melhor com menos gente.
Fonte: Claudio Humberto
sexta-feira, 3 de abril de 2020
"Área pública impõe sacrifícios, e se finge de morta"
Marajás unidos jamais...
...serão vencidos: chefes dos poderes que tê mais marajás, Dias Toffoli (STF) e Eodrigo Maia (Câmara) têm um pacto contra a redução.
Atitude vergonhosa
Câmara e Senado fecharam na gaveta (e jogaram a chave fora) projetos prevendo a redução ou a suspensão dos salários dos parlamentares.
Ninguém tasca
Toffoli prometeu a representantes de procuradores e juízes, dias atrás, que a grana de suas excelências não será reduzida. Quanto ao País..
O país que se exploda
A pelegada das chamadas "carreiras de Estado" já se posicionou contra a redução de salários. Cinicamente, acham que "não precisa"
quinta-feira, 2 de abril de 2020
Quando as cortinas se fechavam no Cine Íris
Porque me fazes chorar?
E sou um pecador
E sofro só por te amar!
(bis)
Não sei qual a razão
Que eu sofro tanto assim
Castigo sim, castigo sim
Imploro a Deus
Para vencer o teu amor
O teu amor, amor
Dorinha, meu amor...
Dorinha, juro que
Só pensarei em ti
Somente em ti
Somente em ti
Só tu que podes dar
Alívio a esta dor
"O novo genocídio chinês"
Por
Percival Puggina
Em 1979, com a morte de Mao Tse-Tung, houve uma luta por sua substituição ao cabo da qual o poder foi entregue a Deng Xiaoping que promoveu uma série de reformas econômicas cujos efeitos levariam a China a sentar-se entre as grandes economias do planeta.
Agora, um novo genocídio, em escala planetária. Centenas de milhares de pessoas deverão morrer em virtude do vício institucional dos governos comunistas de ocultar seus desacertos e se darem bem com esse procedimento. Quando, em Wuhan, o médico Li Wenliang advertiu seus colegas sobre as primeiras manifestações do referido vírus, imediatamente se tornou alvo da polícia e foi obrigado a desmentir-se... A ditadura mostrou seu poder e caráter. E assim se perderam semanas preciosas, ampliando-se o número de vítimas da pandemia.
Eduardo Bolsonaro, semanas depois, relatou o fato já sabido, ou seja, que o vírus surgira na China, e estabeleceu paralelismo entre a nova epidemia e o desastre de Chernobyl. Assim como o Covid-19 foi, de início, silenciado no comunismo chinês, o desastre nuclear de Chernobyl foi, de início, silenciado no comunismo soviético. E afirmou que "a liberdade seria a solução". Desabaram, então, sobre ele as críticas da imprensa nacional, ocupadíssima em desgastar o presidente da República. Foram dias consecutivos com os noticiários e as "News" batendo no mesmo assunto, até que surgisse pauta mais interessante para espremer. Para a maior parte do atual jornalismo brasileiro o deputado havia faltado com o respeito ao "maior parceiro comercial do Brasil". Agora me digam se isso não é frase que se pode esperar de agentes de polícia política? Centenas de milhares, talvez milhões de vidas, perdem significado quando o assunto é business...
Nesses mesmos dias, com a encenação em curso, Rodrigo Maia pegou carona na boleia da carroça publicitária aberta e desabou aos pés do embaixador chinês, implorando perdão em nome da Câmara dos Deputados. Que coisa mais ridícula!
No entanto, tudo é ainda muito mais grave e infinitamente mais perigoso, já se verá. O PCC, maior partido político da história, rico como jamais se viu igual, vem estendendo seu poder e influência sobre o mundo. A grande imprensa brasileira, diante de nossos olhos, sem nenhum constrangimento, se põe genuflexa perante a ditadura chinesa, aceita seus métodos, e entra no teatro do silêncio sobre temas desconfortáveis ao regime chinês. Com o jugo já preso ao pescoço, ela esgota, em Bolsonaro, sua combatividade e o uso que faz da liberdade de informação.
Percival Puggina (75), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de "Crônicas Contra o Totalitarismo", "Cuba, a Tragédia da Utopia", "Pombas e Gaviões", "A Tomada do Brasil". Integrante do grupo Pensar+.
Fonte: http://www.puggina.org/
Aniversário de Doralice
"É só palanque"
Obra mais lapidada de Jerry Lewis
quarta-feira, 1 de abril de 2020
Antonio do Lajedinho comenta
"Parabéns para vocês e outros que estão em constante luta pela memória da Fira de Santana. E isto me dá um feliz final de vida", encerra.
Morre atriz alemã Barbara Rutting
1968 Tamara
1963 Manaus, Glória de Uma Época
1961 As Revoltadas
1961 Cidade Sem Compaixão
1959 Dr. Lund, O Médico da Morte
1959 O Preço de um Adulto
1958 Amar e Morrer
1958 Escrava da Sedução
1958T odos os Pecados do Mundo
1957 O Amor Como a Mulher Deseja
1954 Almirante Canaris
1954 A Ponte da Esperança
1953 Christina
1952 ... E Tudo Indica Berlim
Designer de interiores e personal organizer em live no Instagram
"A imprensa quer matar o estado democrático?"
As últimas 48 horas têm sido extremamente preocupantes. Hoje, 31 de março, é o aniversário do Golpe de 64. Ontem, dia 30, o general Eduardo Villas Bôas emitiu uma dura nota tirando o presidente Bolsonaro das cordas, para onde fora jogado por uma metralhadora incessante das organizações Globo. Na mesma segunda, o general Braga Netto, ministro-chefe da Casa Civil, assume as entrevistas coletivas do governo federal, que até sábado era palco absoluto do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.
Neste mesmo ciclo de horas, o ministro do STF Marco Aurélio Mello recebe e encaminha à Procuradoria Geral da República uma denúncia criminal contra o presidente da República, protocolado por inexpressivo deputado do PT. Ainda neste caldeirão, o governador do Rio ameaça indiretamente levar o Presidente a corte internacional.
Os telejornais da Globo e o seu canal de notícia passaram as últimas 24 horas tentando desconstruir o presidente por ele ter saído do Palácio para ouvir o povo, como ele próprio disse e como o general Villas Bôas endossou.
Não está mais havendo limite e respeito às instituições. O general, um símbolo vivo da moralidade das forças armadas por enfrentar em público uma doença que corrói a sua mobilidade, mas amplifica a sua coragem e lucidez, afirma: "Conheço o presidente e sei que ele não tem outra motivação que não o bem-estar do povo e o futuro do país. Pode-se discordar do presidente, mas sua postura revela coragem e perseverança nas próprias convicções. Um líder deve agir em função do que as pessoas necessitam, acima do que elas querem".
Vivemos hoje uma realidade construída por uma organização, que parece estar à deriva desde da morte do seu patriarca. Ela funciona hoje como um porta-aviões sem almirante a bordo e com seus guardas-marinhas à frente da sua artilharia atirando para todos os lados, sem precisão e com um volume de tiros aleatórios primários. Tão primários que desafiam os manuais de gestão política de qualquer veículo de comunicação.
Ontem dedicaram horas a mostrar a repercussão no exterior de notícias contra o presidente Bolsonaro. Muitas delas têm como origem agências noticiosas como a Reuters, que baseou o seu noticiário na própria agência.
Uma simples saída não programada, encontrando pessoas que já estavam na rua, uma ida a uma padaria e a uma farmácia (o que não é proibido) e o retorno ao Planalto.
O melhor exemplo deste paradoxo surgiu quando, questionado por um repórter da CNN-Brasil por que ele estava ali numa padaria, o presidente responde: "Você não está aqui também?"
Para os telejornais da TV Globo e seu canal de notícias só existe um assunto: Bolsonaro.
Quando falam em Trump, é para dizer que ele mudou de ideia. Quando fala dos governadores, é para dizer que eles contestam o presidente.
Tudo o que o governo faz de concreto é eclipsado. O que é bom é do governo federal e o que é ruim é o governo Bolsonaro.
Podemos gostar ou não do presidente, mas ele foi eleito, empossado e tem mandato. A esquerda questiona a eleição ter sido pela maioria. Mas ele foi eleito dentro das regras constitucionais.
A dupla Davi Alcolumbre e Rodrigo Maia segue esticando as cordas. Trouxeram para si o crédito da votação do auxílio, e o presidente do Senado usou as redes sociais para pedir "Sanciona logo, Bolsonaro". Tenta faturar politicamente sobre algo que o próprio presidente encaminhou.
Hoje o presidente fala a nação, em pleno dia 31 de março. Aliás, nunca tivemos um aniversário do Golpe com a corda tão esticada.
A Globo passa dos limites e contribui para um clima de instabilidade e insegurança. O presidente gasta parte do seu tempo para revidar os ataques. Villas Bôas e Braga Netto são obrigados a ir para a linha de frente.
Resta perguntar? O que estão querendo? Para onde querem levar o país em plena guerra pandêmica, onde estamos entregues à própria sorte, com fronteiras fechadas, economia parada e uma insanidade suicida?
Lembra a fabula do sapo e do escorpião que pede carona. Achando que o escorpião tinha bom-senso, aceita. No meio da travessia o sapo leva uma ferroada e os dois morrem. É o que deseja a Globo? Que todo o país morra? Que morra o estado democrático? O retrocesso do estado de direito, em tempos de guerra, pode correr riscos. A mídia tem que deixar de ser escorpião e permitir que a travessia seja realizada de forma liberal, segura e preservando as instituições.
* Cláudio Magnavita é diretor de redação do Correio da Manhã
Fonte: https://www.jornalcorreiodamanha.com.br/
"Começar tudo outra vez"
"Ativismo descontrolado"
É risível a
atitude dos que se calaram durante uma semana, sem críticas ao Congresso pela
demora na votação do coronavoucher, e classificarem de "absurdo" o presidente
levar 24 horas para sancioná-lo.















