Por Paulo Cesar Bastos
Oportuna e importante, neste momento decisivo em que vive o Brasil, ano de eleição, é uma reflexão com muita energia sobre uma política desenvolvimentista e de melhoria.
Para um lógico e correto progresso na moderna sociedade do conhecimento, são indispensáveis um programa permanente de desenvolvimento científico e tecnológico, empreendedorismo e inovação.
Assim, lembro-me de uma publicação promocional, em forma de um livro muito bem ilustrado, que Ii há alguns anos na recepção de um hotel na bela e hospitaleira Aracaju. O livro era de autoria de William Clay Ford Jr., chairman da Ford, bisneto de Henry Ford e de Harvey Firestone, fundadores das empresas que possuem e internacionalizaram os seus nomes.
O livro conta como Henry Ford, Harvey Firestone e Thomas Edison eram amigos inseparáveis: o empreendedor-inovador, o industrial-tecnologista e o cientista-inventor.
Um trio elétrico de sucesso que empolgou uma multidão internacional através da ciência (Edison), tecnologia (Firestone) e inovação (Ford). Para o contemporâneo modelo de desenvolvimento, continua valendo seguir essa clássica e vitoriosa estratégia de unir empreendedorismo com a tecnologia e ciência, mas adequada ao nosso novo tempo temperada com uma boa dose de gestão inovadora e a imprescindível visão de sustentabilidade rimando com prosperidade.
Admirar e compartilhar os bons exemplos é importante para traçar o caminho do progresso em direção ao sucesso. Assim, esse exemplo de amizade e relacionamento cultural e de negócios poderá ser um mote para fortalecer um programa nacional de maior aproximação entre a empresa, o centro de pesquisa e a academia. Não se constrói nada sozinho. Conhecimento precisa gerar desenvolvimento. Ciência, tecnologia e inovação devem ser aplicadas à produção para bem-estar e a qualidade de vida do cidadão. Vale a pena imaginar, acreditar e inovar para sempre avançar.
Paulo Cesar Bastos é Engenheiro civil


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