quinta-feira, 31 de julho de 2014

Homenagem a Antonio Gonçalves da Silva

O prefeito José Ronaldo de Carvalho inaugura na noite desta quinta-feira, 31, a escola Municipal Antonio Gonçalves da Silva, na rua Tijuca, 1.355, no bairro Parque Ipê.
Com nove salas de aula, inicialmente vai atender a demanda do primeiro ciclo do Ensino Fundamental dos alunos matriculados na Escola Municipal Clovis Lima, localizada no mesmo bairro. As aulas serão iniciadas no dia 4 de agosto.
A unidade, que tem capacidade para 300 alunos, é dotada de uma quadra poliesportiva coberta e com vestiário, um auditório com mais de 70 lugares – onde foi instalada a lousa digital, um parque infantil com três equipamentos, depósito, sala de reunião para os professores e biblioteca com oito computadores - todos com madeira tratada de eucalipto. Todo o mobiliário é novo e de resina, do Programa Reequipar.
Para a nominação do equipamento público foi considerado que a Administração Municipal deve homenagear aqueles que por seu esforço pessoal contribuem para a construção da história de nossa comunidade.
Assim, foi considerada a atuação do homenageado como empresário do segmento de artes gráficas, principalmente na produção de material escolar, que projetou o município, a Bahia e o Brasil em vários países europeus ao expor materiais em estandes de feiras nacionais e internacionais.
Também o seu papel destacado como membro do Rotary Club de Feira de Santana, desde 1987, tendo como padrinho o saudoso Egberto Tavares Costa; tinha o título de Companheiro Paul Harris, com três Safiras, foi presidente por duas vezes (1998-1999 e 2001-2002) e governador assistente do Distrito 4390 de Rotary International (2001-2002); como fundador da Fundação Senhor dos Passos, da qual foi presidente. Em 1984 fundou a "Panorama da Bahia", revista política e informativa com circulação quinzenal até 1990 - a mais duradoura publicação no gênero em Feira de Santana -, e escola de muitos jornalistas feirenses. Em 1986 fundou o jornal semanário "Gazeta Feirense" o qual circulou durante seis meses.
Trajetória                  
(22.12.1944-27.05.2013)
Antonio Gonçalves da Silva, administrador de empresa, natural de Tucano - Bahia.
Em Tucano, iniciou sua trajetória comercial com 14 anos de idade trabalhando como balconista de loja de tecidos e confecções. Foi camelô no ramo de confecções. Aos 17 anos abriu um bazar que funcionou durante seis anos.
Em Feira de Santana foi vendedor de livros, ações e seguros até 1971.
Em 1970 casou-se com Elisabete Chagas Gonçalves.
Em 1971 fundou a empresa Bahia Artes Gráficas - Tipografia - com um capital de mil dólares, empregando mais de 300 pessoas na produção de material escolar, escritório, embalagens e informática.
Em 1990 participou do Encontro de Casais Com Cristo, envolvendo-se em várias pastorais durante 10 anos.
Na Alemanha, participou da Drupa - Feira Internacional de Equipamentos Gráficos.
Visitou várias empresas no segmento de papel nos países Portugal, Espanha, Holanda e Bélgica.
Participou com estande da Bahia Artes Gráficas na Escolar, a Feira Internacional de Papelaria e Brinquedos no Anhembi, em São Paulo.
Em 1991, pela segunda vez, participou com estande da Bahia Artes Gráficas na Escolar, a Feira Internacional de Papelaria e Brinquedos no Center Norte em São Paulo.
Em 1993 recebeu da Câmara Municipal de Feira de Santana o Título de Cidadão Feirense.
Mais uma vez esteve presente com estande da Bahia Artes Gráficas na Escolar, a Feira Internacional de Papelaria e Brinquedos no Ibirapuera em São Paulo.
Em 1995, pela segunda vez, participou na Alemanha da Drupa - Feira Internacional de Equipamentos Gráficos.
Visitou várias empresas no segmento de embalagem nos países Holanda, Áustria, Itália e Suíça.
Participou com estande da Bahia Artes Gráficas na Escolar, a Feira Internacional de Papelaria e Brinquedos no Anhembi em São Paulo.
Em 1996 criou a Fundação Senhor dos Passos com a recuperação total da Igreja dos Remédios.
Esteve nos Estados Unidos e Canadá (Calgary) onde participou da Convenção Internacional de Rotary International.
Em 1998 esteve em Buenos Aires, Argentina, participando de uma Feira de Indústria Gráfica. Nesse ano tomou posse como presidente do Rotary Club de Feira de Santana.
Em 1999 criou a Fundação Jonathas Telles de Carvalho com trabalhos voltados para deficientes visuais, exercendo a presidência da instituição.
Participou com estande da Bahia Artes Gráficas na Escolar, a Feira Internacional de Papelaria e Brinquedos no Anhembi em São Paulo.
Em 2000 foi governador assistente de Rotary - Distrito 4390, que abrange parte da Bahia, Sergipe e Alagoas.
Na Alemanha, participou pela terceira vez da Drupa - Feira Internacional de Equipamentos Gráficos.
Participou com estande da Bahia Artes Gráficas na Escolar, a Feira Internacional de Papelaria e Brinquedos no Anhembi em São Paulo.
Em 2001 foi presidente do Rotary Club de Feira de Santana pela segunda vez.
Em 2005 esteve nos Estados Unidos, em Chicago, participando do Centenário de Rotary International.
Recebeu o 15º Prêmio de Excelência Gráfica "Fernando Pini" Certificado ISO 9001:2000 em São Paulo, promovido pela Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf) e Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica (ABTG), ficando em segundo lugar na classificação Caderno Escolar.
Foi vice-presidente do Centro das Indústrias de Feira de Santana em dois mandatos, no período de 2005 a 2009, integrando as seguintes comissões: Fórum Empresarial de Feira de Santana, Conselho Municipal de Saúde, Conselho de Geração de Emprego e Renda e Conselho de Festejos Populares.
Em 2006, pela segunda vez, recebeu o 16º Prêmio de Excelência Gráfica "Fernando Pini" Certificado ISO 9001:2000 em São Paulo.
Em novembro, a Bahia Artes Gráficas, recebeu da Câmara Municipal de Feira de Santana o Certificado de Excelência.
Em 2012 lançou o livro "O Despertar de Nossa Feira", com mais de 800 propostas para o desenvolvimento sustentável de Feira de Santana.

Homenagem ao maestro Estevam Moura

A Sociedade Filarmônica 25 de Março promove na quinta-feira, 7 de agosto, às 14h30, a abertura oficial das atividades da Escola de Música Maestro Estevam Moura. O evento ocorre no Centro Comunitário Ederval Fernandes Falcão, no bairro das Baraúnas.
Na oportunidade, os alunos da Escola recebem camisas (Foto) doadas pela Cidade Propaganda - leia-se publicitário Moacir Mansur de Carvalho.
professor Antonio Carlos Batista Neves Júnior, o Tony Neves, feirense e integrante da Filarmônica da Universidade Federal da Bahia (Ufba), é o regente da Sociedade Filarmônica 25 de Março e responsável pela formação de músicos na Escola de Música Estevão Moura.
Enquanto isso, benfeitores da instituição que apóiam a iniciativa com a doação de instrumentos musicais para a revitalização da secular Filarmônica - patrimônio cultural de inestimável valor para Feira de Santana - receberão camisa com a marca renovada da Vinte e Cinco.
Quem foi
Filho de João Pedreira de Moura e Minervina Carvalho de Moura, Estevam Pedreira de Moura nasceu em Santo Estevão em 3 de agosto de 1907 - há 107 anos. Desde cedo teve o pendor pela música, pois fabricava flauta com o talo do mamoeiro, para acompanhar a Zabumba da Vila.
Ele foi aprendiz da Filarmônica 26 de Dezembro e depois chegou a maestro. Ele executava vários instrumentos, como piano, violão, flauta, sax e trombone, deixando um grande número de composições.
Aos 18 anos, veio para Feira de Santana, residir no distrito de Bonfim de Feira. A convite, passou a dirigir a Filarmônica Minerva. Depois, transferiu-se para Conceição do Almeida, onde regeu a filarmônica local. De volta a Feira de Santana, foi professor de Canto Orfeônico do Colégio Santanópolis e regeu a Sociedade Filarmônica 25 de março, onde permaneceu até sua morte, em 9 de março de 1951.

Em Santo Estevão, sua terra natal, existe a Sociedade Filarmônica Estevam Moura.
Compôs os dobrados - era comum, na época, dedicar esse tipo de música a pessoas queridas e ilustres, colocando seus nomes como título) - "Tusca", em homenagem ao seu filho Ernani; "Arnold Silva", em homenagem ao então deputado federal, que foi prefeito de Feira de Santana, "Magnata", "João Almeida", "Sonho Azul" e "Vida e Morte". Também compôs a marcha "Constelação", o fox "Reveillon" que ficou bastante popular na cidade e que era tocado em muitas festas. Compôs ainda o "Hino do Congresso Eucarístico" (realizado na década de 40) e o "Hino da Festa de Santana" também é de sua autoria
Seu sonho de compositor era fundar uma escola de música em Feira de Santana. Chegou a concretizá-lo ao lado da professora Georgina de Mello Lima Erismann, Gerson Simões e da professora Carmem, numa casa ao fundo do Asilo Nossa Senhora de Lourdes. Porém, não foi adiante, devido à falta de verbas e incentivo do poder público. 
Para incentivar os jovens nascidos em Feira de Santana ao gosto pela música, criou o Coral São Miguel com quarenta vozes masculinas. Recebeu convites para trabalhar como músico no Rio de Janeiro e não aceitou.
Estevam Moura também exerceu o cargo de chefe da Guarda Municipal de Feira de Santana.
Suas composições são lembradas e bastante executadas por diversas filarmônicas da Bahia e pelo Brasil afora. É bastante fácil encontrar partituras de composições atribuídas a Estevam Moura em filarmônicas de cidades como Cachoeira, Maragogipe, Santo Amaro, Serrinha e, inclusive, no Rio de Janeiro.

Obra de arte destruída

Pedro Roberto em frente de sua criação (Foto: Blog Demais)

Em junho de 1997, a convite do empresário Jair Santos Silva, o artista plástico Pedro Roberto (29.06.1950-01.01.2006) criou um mural em concreto e isopor para o Feira Palace Hotel, em Feira de Santana. A obra de arte foi destruída deliberadamente no início do século XXI.


Mais uma edição de "Memórias"

Organizada pelo historiador Carlos Alberto Almeida Mello, mais uma edição de "Memórias" (Foto), pela Fundação Senhor dos Passos, através do Núcleo de Preservação da Memória Feirense. O lançamento deve ocorrer neste semestre.
A publicação contém discurso de Martiniano da Silva Carneiro, proferido em 13 de abril de 1952, na sessão solene de inauguração da nova sede da Sociedade Filarmônica Euterpe Feirense; e conferência "Poesia Hispano-Americana", de Dival da Silva Pitombo, realizada na Semana de Arte, Literatura e Educação, no dia dedicado ao Sentimento Pan-Americano, em 1946, publicada pelo Rotary Club de Feira de Santana e editada pela Papelaria Silva e Irmão.
Também na publicação, Sinopses Estatísticas do Município de Feira de Santana, com subsídios para o Estudo da Evolução Política, alguns resultados estatísticos (1945) e principais resultados censitários (1940), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

"Hamas deve ser derrotado à moda antiga, a começar por exigência de rendição incondicional"

Por Felipe Moura Brasil
Pedi ao leitor Gabriel Marini que traduzisse este artigo de 28 de julho do colunista americano-israelense Zev Chafets, que está perfeitamente de acordo com a cobertura que venho fazendo neste blog do conflito no Oriente Médio. Ao lançar foguetes contra Israel de maneira deliberada, o Hamas unificou o povo israelense, a ponto de 86,5% aprovarem a atual operação em Gaza. Eles sabem que não há solução diplomática a tratar com terroristas que pregam o seu extermínio, como mostrei aqui. Agora é preciso vencê-los, lutando até o fim. Segue o texto traduzido, com a minha revisão. O título é o mesmo do post. (FMB)
O jornal "Jerusalém Post" publicou na manhã de segunda-feira os resultados de uma pesquisa sobre os próximos passos de Israel. [No Globo,aqui.] Cerca de 10% do público disse que já bastava, e que era hora de um cessar-fogo. Outros 3% não tinham tanta certeza.
Entretanto, 86.5% dos israelenses judeus disseram que queriam continuar lutando.
Ninguém me perguntou, mas eu estou com a maioria.
Israel tentou duas vezes antes, em 2008 e 2012, pôr um fim à infiltração e ao disparo de mísseis por parte do Hamas através de ações militares limitadas. Ambos esses esforços terminaram com um cessar-fogo acompanhado por ameaças do governo de Israel ao Hamas, do tipo "não nos obriguem a voltar aqui novamente".
Quando o Hamas abriu fogo, três semanas atrás, muitos israelenses esperavam que, desta vez, fosse diferente. Em vez disso, o primeiro-ministro Netanyahu e o seu gabinete adotaram um conjunto limitado de objetivos de guerra: destruir os túneis do Hamas que os levavam a Israel, enfraquecer sua estrutura de foguetes e melhorar as condições para o próximo cessar-fogo.
Desde então, Israel destruiu muitos túneis. Derrubou muitos mísseis e foguetes. E concordou com quatro ou cinco cessar-fogos. E, ainda assim, não conseguiu atingir nenhuma dessas finalidades limitadas. O Hamas continua atirando mísseis (nesta segunda matou seis em solo israelense), infiltrando unidades de comando via túneis supostamente destruídos (outro grupo foi interceptado na segunda), e violando cada um dos "cessar-fogos humanitários" (como fez na segunda-feira). Em suma, o Hamas está lutando para valer. Ele vê esta guerra coma uma guerra de verdade, uma batalha de vida ou morte.
Neste ponto, estou com o Hamas.
Esta é uma guerra de verdade. E o objetivo de uma guerra de verdade é a vitória.
O Hamas não será derrotado por meio da explosão de seus túneis. Se Israel bater em retirada após o próximo cessar-fogo temporário, eles construirão túneis melhores e mais profundos. O Hamas não será derrotado pelo esgotamento de seu arsenal de foguetes. Se Israel permitir que o Hamas permaneça de pé, ele conseguirá mais do Irã (que admite abertamente fornecê-los), ou os construirá com partes contrabandeadas. Se puder, preencherá esses novos foguetes com produtos químicos, o que tornará extremamente perigoso para Israel interceptá-los em áreas civis, que são os alvos do Hamas.
Não, o Hamas tem de ser derrotado à moda antiga. Isto começa com uma nova exigência - rendimento incondicional - e a disposição em fazer o que for necessário para atingi-lo.
As imagens televisivas terão impacto negativo na imagem de Israel? Depende de quem estiver assistindo. A esquerda europeia anti-Israel e os muçulmanos europeus anti-judeus ficarão indignados, mas isso eles já estão. Alguns rabinos liberais e celebridades judias, ruborizados, ecoarão Michel Corleone ("É minha família, Kay, não sou eu"). Editorialistas e colunistas menosprezarão a perda do "alto padrão moral" de Israel. Experts que insistem que é ciência política indiscutível que o terror não pode ser derrotado militarmente recusar-se-ão a crer em seus próprios olhos.
Como eu sei isso? Eu já vi esse espetáculo antes.
Mas o universo televisivo é um lugar grande. Os governantes do Egito e da Arábia Saudita, que consideram o Hamas um inimigo terrorista, provavelmente apreciarão o show. Assim como os líderes de Rússia, China, Índia, Nigéria e outros países atualmente engajados em esforços para derrotar as insurreições fundamentalistas islâmicas.
Para Israel, os jihadistas são uma chave demográfica. Eles podem não gostar de ver Gaza em chamas e o Hamas derrotado, mas essas são cenas que concentrarão suas mentes. Os aiatolás iranianos, o Hezbollah, a Al Qaeda, as Crianças Assassinas do Califado do ISIL [da sigla em inglês para Estado Islâmico do Iraque e do Levante] e outros Saladinos dos tempos modernos aparecerão odiando Israel ainda mais do que eles odeiam agora? Talvez sim. Mas eles também terão uma visão mais realista do que eles podem fazer a respeito.
Como sempre, a audiência mais importante de todas está bem aqui, em casa. Com o passar dos anos, os israelenses ficaram habituados a um certo nível de violência do Hamas. Mísseis? Ah, eles nem matam tanta gente assim. Sequestros? Solte uns mil terroristas que você consegue o cara de volta. Substituir o Hamas? O que vier depois pode ser pior! Não podemos simplesmente fazer um acordo melhor desta vez, conseguir mais uns anos de relativa tranquilidade antes do próximo round?
A resposta é não. Não há acordo a ser feito com o Hamas, nem sucessor algum que Israel deva temer mais do que ele. Hamas é o diabo que Israel conhece e também o demônio que tem de matar. A quantidade de matança depende do quão rapidamente os hamasniks se renderão ou - aqui vai a possibilidade menos provável - da população de Gaza decidir que já sofreu o bastante e que é hora de se voltar contra eles.
Será que Bibi Netanyahu tem estômago para levar isso adiante? Será que ele quer? Eu não sei. Mas eu sei quem quer que ele tente - 86.5% do público judeu israelense.
* Zev Chafdets é comentarista da FoxNews.com. O texto foi traduzido por Gabriel Marini, a pedido e com revisão do colunista da "Veja" Felipe Moura Brasil.

Lembrando o Santanópolis e o Timbira

Grande sala - com mais de 1.187 cadeiras - do Cine Santanópolis, que foi inaugurada com o filme "Sinfonia Interrompida" (Interlude), de Douglas Sirk, 1957, em 22 de novembro de 1958. Em 23 de março de 1973, reformado, foi inaugurado como Cine Timbira, apresentando o filme "Por uma Graça Recebida" (Per Grazia Ricevuta), de e com Nino Manfredi, 1971. Durou até meados de 1997. A última sessão de cinema no Timbira foi com o filme "O Espelho Tem Duas Faces" (The Mirror Has Two Faces), de e com Barbra Streisand, 1996
Atualmente, no local funciona unidade das Lojas Americanas.

Charge de Sponholz


quarta-feira, 30 de julho de 2014

Filmes em Exibição no Orient Cineplace



Período de 31 de julho a 6 de agosto

                                    LANÇAMENTO NACIONAL

GUARDIÕES DA GALÁXIA (Guardians of the Galaxy), de , 2014. Com Chris Pratt, Zoe Saldana, Dave Bautista, Lee Pace, Karen Gillan, Djimon Hounsou, Glenn Close e Benício del Toro. Ação e aventura. O impetuoso aventureiro Peter Quill se vê como objeto de uma caçada implacável após roubar uma misteriosa esfera cobiçada por Ronan, um vilão poderoso com ambição que ameaça todo o universo. Para fugir de Ronan, Quill é forçado a fazer uma complicada aliança com um quarteto de desajustados - Rocket, um guaxinim atirador, Groot, uma árvore mutante humanóide, a mortal e enigmática Gamora e o vingador Drax, o Destruidor. Mas quando ele descobre o verdadeiro poder da esfera e o perigo que ela representa para o cosmo, ele reúne seu grupo desorganizado para uma última e desesperada resistência - com o destino da galáxia em jogo. Cópia dublada. Não recomendável para menores de 12 anos. Duração: 121 minutos. Horários: 13h30, 16 horas, 18h30 e 21 horas. Sala 1 (243 lugares).
CONTINUAÇÕES
AVIÕES 2: HERÓIS DO FOGO AO RESGATE (Planes:  Fire & Rescue), de Bobs Gannawa, 2014. Animação. Uma dinâmica equipe de elite de aviões de combate a incêndios dedica-se a proteger o histórico Parque Nacional de Piston Peak de grandes incêndios. O corredor aéreo Dusty  fica sabendo que seu motor está danificado e que talvez nunca mais possa correr, ele precisa mudar de ofício e é lançado no mundo aéreo de combate a incêndios. Ele se junta a uma equipe na luta contra um enorme incêndio, e aprende o que é necessário para se tornar um verdadeiro herói. Em terceira semana. Classificação: Livre. Cópia dublada. Duração: 83 minutos. Horários: 14h10 e 16h10. Sala 2 (160 lugares).
A CULPA É DAS ESTRELAS (The Fault in Our Stars), de Josh Boone, 2014. Com Shailene Woodley e Ansel Elgort. Drama romântico. Dois adolescentes se conhecem em um grupo de apoio a pacientes com câncer e compartilham, além do humor ácido e do desdém por tudo o que é convencional, uma história de amor que os faz embarcar em uma jornada inesquecível. Em nona semana. Cópia dublada. Classificação: Livre. Duração: 130 minutos. Horários: 18h10 e 20h50. Sala 3 (167 lugares).
COMO TREINAR SEU DRAGÃO 2 (How To Train Your Dragon 2), de Dean De Blois, 2014. Animação. Segundo capítulo da épica trilogia retorna ao mundo fantástico do heróico viking Soluço e seu fiel dragão Banguela. A dupla inseparável precisa proteger a paz e salvar o futuro dos homens e dos dragões do ambicioso Drago. Em sétima semana.  Cópia dublada. Classificação: Livre. Duração: 102 minutos. Horário: 13 horas. Sala 3 (167 lugares).
TRANSFORMERS: A ERA DA EXTINÇÃO (Transformers 4: Age of Extinction), de Michael Bay, 2014. Com Mark Wahlberg e Nicole Peltz. Ação. Um grupo de empresários poderosos e cientistas pesquisam a passagem dos Transformers pela Terra e acabam empurrando a tecnologia a limites para além do que eles podem controlar. Ao mesmo tempo, uma poderosa ameaça coloca o planeta em sua mira. Começa uma batalha entre o bem e o mal, para a liberdade ou para a escravidão. Em quarta semana. Cópia dublada. Não recomendável para menores de 12 anos. Duração: 165 minutos. Horários: 15h10, 18h20 e 21h30. Sala 3.
PLANETA DOS MACACOS - O CONFRONTO (Dawn of the Planet of the Apes), de Matt Reeves, 2014. Com Andy Serkis, Gary Oldman, Jason Clarke, Kodi Smit-McPhee, Keri Russell e Judy Greer. Na crescente comunidade de primatas geneticamente evoluídos, liderada por Cesar, os primatas entram em contato com humanos sobreviventes pela primeira vez, em uma década, desde que a gripe símia dizimou a raça humana. O contato entre eles leva a um conflito e uma série de eventos que ameaça levar as duas raças à guerra que determinará qual espécie irá dominar a Terra. Em segunda semana. Cópia dublada. Não recomendável para menores de 12 anos. Duração: 130 minutos. Horários: 13h10, 15h50, 18h40 e 21h20. Sala  (264 lugares).
ENDEREÇO E TELEFONES
Orient Cineplace - Multiplex do Boulevard Shopping, telefax 3225-3185 e telefone 3610-1515 para saber informações sobre programas e horários.
(Com informações do Departamento de Marketing de Orient Cinemas)

Feira de Santana e seus distritos


Segundo a divisão administrativa do Brasil, concernente a 1911, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o município de Feira de Santana subdividia-se em nove distritos: o da séde e os de Almas, Bom Despacho, Bonfim, Humildes, Itapororocas, Remédios da Gameleira, Santa Bárbara, Tanquinho.
Em 1920, Feira de Santana aparece com os mesmos distritos e mais São Vicente. Também aparece São José das Itapororocas (e não mais Itapororocas).
No quadro territorial fixado pelo Decreto Estadual nº 11.089, para vigorar no qüinqüênio 1939-1943, os mesmos distritos apontados em 1933, alguns com alterações toponímicas, como Ipuaçu (ex- Remédios da Gameleira), Itacuruçá (ex-Bonfim), Maria Quitéria (ex- São José das Itapororocas). 
Em 1944, mais alterações toponímicas, como Anguera (ex-Almas), Bonfim de Feira (ex-Itacuruçá), Jaguara (ex- Bom Despacho), Pacatu (Santa Bárbara) e Tiquaruçu (ex- São Vicente).
Em 1953, a criação do distrito de Jaíba, com partes da sede, Humildes e Maria Quitéria.
Em 14 de agosto de 1958, Feira de Santana perdeu parte do distrito de Tanquinho para o município do mesmo nome, ganhando para o distrito de Pacatu parte do distrito-séde do novo município.
Em 20 de novembro de 1961 e 14 de novembro do mesmo ano, registraram-se os desmembramentos dos distritos de Anguera e Pacatu (Santa Bárbara), que passam a ser municípios.
Desde então, Feira de Santana conta com os distritos sede, Bonfim de Feira, Humildes, Ipuaçu (que passa a ser Governador João Durval Carneiro pela lei estadual nº 4224, de 26 de dezembro de 1983), Jaguara, Jaíba, Maria Quitéria e Tiquaruçu.
Os distritos de Almas e São José das Itapororocas foram criados ela resolução provincial nº 657, de 16 de dezembro de 1857; Remédio da Gameleira foi criado pela resolução provincial nº 737, de 18 de maio de 1859; o distrito de Santa Bárbara foi criado pela resolução provincial nº 742, de 06 de junho de 1859; o distrito de Bonfim foi criado pela resolução provincial nº 756, de 16 de junho de 1859; Humildes foi criado pela resolução provincial nº 794, de 13 de julho de 1859; Bom Despacho foi criado pela lei provincial nº 1795, de 03 de julho de 1877; o distrito de Tanquinho foi criado pela lei provincial ou resolução nº 1907, de 28 de julho de 1879.
Por lei estadual nº 978, de 26 de julho de 1913, é criado o distrito de São Vicente.
Pelo decreto estadual nº 11089, de 30 de novembro de 1938, o distrito de Remédio da Gameleira passa a chamar-se Ipuaçu, Bonfim tomou o nome Itacuruçá e o distrito de São José das Itapororocas passou a denominar-se Maria Quitéria.
Pelo decreto estadual nº 141, de 31 de dezembro de 1943, o distrito de São Vicente passou a denominar-se Tiquaruçu, Bom Despacho a chamar-se Jaguara e o distrito de Itacuruçá tomou o nome de  Bonfim da Feira.
Pelo decreto estadual nº 12978, de 01 de junho de 1944, o distrito de Almas passou a denominar-se Anguera e o distrito de Santa Bárbara tomou o nome de Pacatu.

Vida e obra de Fernando Pinto de Queiroz




Um eloqüente momento acadêmico foi vivido por todos que participaram da Sessão Pública da Academia de Educação de Feira de Santana, na manhã desta quarta-feira, 30, no Auditório da Associação Comercial e Empresarial de Feira de Santana, quando a acadêmica Elza Santos Silva, titular da Cadeira número 17,  apresentou  a vida e a obra de Fernando Pinto de Queiroz, patrono da cadeira numero 22.
Um bom público prestigiou o evento.  D. Marisa Pinto de Queiroz, viúva do homenageado, representando a família, o vice-prefeito Luciano Ribeiro representou o prefeito José Ronaldo, secretários Carlos Brito, de Planejamento, e Valdomiro Silva, de Comunicação Social, profissionais da imprensa, amigos do homenageado, vários representantes de órgãos locais, além dos  acadêmicos, amigos  e ex-alunos da oradora.
Com um brilhantismo que emocionou o público, a professora Elza discorreu sobre Fernando Pinto, narrando fatos da sua vida, "tão dignamente assumida e da sua obra, tão corajosamente erguida".
Primeiro referiu-se ao acadêmico, enquanto titular da Cadeira número 10 da Academia de Educação, participante, animador, presente, próximo. Depois referiu-se ao momento atual, silencioso, distante,  uma ausência que ainda nos causa pesar, saudade, falta de sua valiosa e sábia colaboração.
Visivelmente emocionada, em sua retórica  ela conseguia narrar a trajetória do jurista, do educador, do historiador e pesquisador, do homem ético, íntegro, sábio, incansável nas lutas construtivas, "combatente do bom combate!.  Um homem  cuja  obra foi  inteiramente dedicada ao ideal de servir e, especialmente, à causa pública, à justiça e à educação".
Concluiu a  sua apresentação com  dois momentos merecedores de aplausos: o primeiro, foi a declamação de uma poesia, de sua autoria, denominada "Caminhada de Feira de Santana em Passos Contados e Cantados", onde  ela disse cumprir um desejo de Fernando Pinto quando a estimulava a escrever sobre Feira de Santana. O segundo momento foi uma apresentação musical, por Dilma Ferreira, interpretando "Barracão de Zinco", para homenagear o Fernando Pinto que  viveu intensamente mas sabia  guardar  tempo para ouvir a boa música.  E assim foram todos embalados pela canção, principalmente pela "Ave Maria",  como que numa prece ao grande jurídico e educador que tanto serviu à Feira de Santana.
Ao encerrar a sessão, a presidente da Academia de Educação, professora Anaci Paim, referiu-se ao momento especial vivenciado, parabenizando à oradora pela belíssima apresentação, digna do homenageado, agradecendo às presenças e renovando o pedido já formulado pela Academia no sentido de que o Governo Municipal denomine uma obra pública, de preferência uma escola,  com o nome de Fernando Pinto de Queiroz. 
(Com informações da Academia de Educação de Feira de Santana)

cinema nasce nu


Por José Umberto

"Filosoficamente falando, aliás, o que é a crueldade? Do ponto de vista do espírito, crueldade significa rigor, aplicação e decisão implacável, determinação irreversível, absoluta."
Artaud
O pensamento arcaico é o reverso da modernidade. E a sombra chinesa já anunciava o protocinema, panóptico tardio. Essas flutuações entrópicas selam a aliança com a magia. Daí que o analógico arcaísmo mecânico do cinematógrapho salta para o sistema quântico digital em obediência ao proceder ascético da qualificação tecnológica. São meras mutações de decodificação simbólicas. Tudo sob a guarda do templo diferenciador da linguagem, morada do ser.
O cinema ampara esse eco de vozes. Escuta e transcodifica essa energia sem termo, essa potência desmedida, essa força desinteressada. Desencadeia a paixão da inércia: o silêncio do olho do furacão, a dança da imobilidade. O totem da dinâmica elegante e bárbara. O eterno retorno de rotações simultâneas, paralelas e dissonantes que se projeta no eclipse de sentido. E se bifurca na dobradiça do possível.
A língua audiovisual desperta camadas arquetípicas em hibernação. O lance barroco é uma peregrinação do espírito paradoxal esfuziante. Sua temporalidade se indetermina no deserto da esfinge pré-moderna. Brota de estilo cruel, da lira do estranhamento, da opacidade, da perversão idiomática, do deslocamento de recalques, das fontes ancestrais. Os ritos da alma selvagem na sua inconstância de contrastes, algo em preto-e-branco, a lembrar um filme expressionista nunca revelado às nossas retinas. Removendo a perplexidade da 'língua geral', do nheengatu tupi, uma nascente pagã. Os murmúrios guturais do falar mestiço pagão. Essa propagação de ritmos dessemelhantes de uma carnavália ufanista retumbante. Paródia do éden e alegoria da brutalidade boçal. Cenografia tropicalista cujo simbolismo do tabu é a gastronomia da transgressão.
canga e cocar
A passagem da harmonia (sagrado) ao caos (profano) arremata a policromia da vivência. A delicadeza e o ímpeto encerram a antípoda da paixão que se reconcilia e cicatriza. Desse modo, a genealogia de nosso inaugural repertório pré-colombiano irradia-se para a práxis da antropofagia ritual. Daí, uma sintonia fina, velada e invisível religa a cultura indígena ao ethos do cangaço. Uma conjugação simultânea de valores baseada na confluência da vingança como réplica ou herança atávica que não se dissipa. E um corolário que representa o elo da carnavalização simbólica de gestuais alucinatórios e lúcidos repassados por neurônios imemoriais. Essas transposições sinalizam para metáforas coletivas que se cristalizam em alegorias de guerra.
Nesse intervalo, emerge a edificante valentia como postulado monástico do patriarcalismo armorial. A armadura da arte do guerreiro unifocalizada na parcimônia do severo e no legado machista de um estoicismo tribal estribado na austeridade da brabeza. A heráldica do conflito que postula o aforismo de que "se o leão pudesse falar, não poderíamos compreendê-lo". É o campo de força do aviltamento com a vibração do território da crise e a fissão do paradoxal. Um abalo.
Uma épica de transferência, uma estética fauve, de assombro, herética e violadora, um teatro de mise-en-scène herdada, uma música de ecos, dançarinos em transe hipnótico, uma pintura nascida das vísceras do tempo, a linguagem genética, cápsula do tempo... e o cinema da intuição em fuga melódica.
Como se estendesse uma parabólica cósmica a captar sinais p´rá serem decodificados como a ciência da criptografia.
trama escarlate
O traçado dessa violência gerou-se no espelho da exclusão social do homem sem qualidade na sua jornada de tragédia sem catarse, cinema mudo de imagem ausente. Uma persona obscena de dramaturgia de opostos. Experimentada na desproporção da histeria. Essa desconstrução da nervura cordial na escala da moderação em tom polivalente. Aquela exposição irreverente do inconsciente que implode a arquitetura de convivência. Espasmos de lucidez mítica. Atônitas fabulações oníricas baixadas de brumas imemoriais em busca do tempo perdido. Ou da lenda reencontrada. A queda impulsiva no círculo de fogo do desejo de vingança do sangue.
Ah! vendeta.
Como o monstro no cio. Ou na velocidade da luz expandindo a placenta no útero do espaço inviolável. Numa querença de infinito, de absoluto, de transcendência supersônica. E de cíclica insatisfação ilimitada. Quando não, o insustentável peso da inútil esperança-sentimental a percorrer o túnel vazio. No êxtase da duração única de explosivo orgasmo celestial. É a unidade do fotograma virgem do celuloide romântico que precede o ato da filmagem. Uma graça
A violência primitiva originária - um agregado da moldura estoica da aspereza não salvacionista, de contração satânica antimessiânica e de contenção escatológica -, configura o fóssil tardio. Uma ação inerente de tradição da brutalidade conservadora longínqua, primeva e infante. Comportamento esse que se desdobra em saltos descontínuos de transposição. Sombra fantasmática de regressão. Liberando-se a posteriori em ondulações de correspondência e ligação a novas contingências cíclicas: fenômenos de repercussão ão ão ão.   De propagação. Embora não haja o sofisma da repetição, porém o contraponto do redimensionamento. O campo de força da destruição em cujo núcleo repousa a inovação. A imóvel contemplação na dialética propulsão de agir. E nesse círculo atua o espanto da criação.
abismo inocente
O cinema da crueldade como hipótese do arco na meta retesada sobre o fluxo da cachoeira de sangue. No derrame, na corrente... queda.
A matéria e o espírito concatenados na sucessão descontínua que se depura na substância do desvio, esse caráter restaurador, renovador, compactado na tela. Mas que se converte, se distorce oblíquo e se expande ao avesso. A sístole e a diástole da pulsação do nascedouro em ondas. Essa harmonia dissoluta, descabida e caleidoscópica.
A herança do emblema trágico se conforma no culto ao sacrifício. Um pathos de dívida de sangue da arqueologia jurídica juramentada no código de honra da heráldica vendeta. São vínculos ambivalentes de superestrutura de pensamento. Uma reminiscente constelação difusa atraída pelo teor de gravidade do enigma que despenca no precipício.
"que o novo não é necessariamente revolucionário nem o antigo é sempre reacionário"
Oduvaldo Vianna Filho
(Vianinha)
Post-scriptum: Lampião também fez cinema de manivela, fotografia, entrevista em jornal, ouvinte de rádio, bordador em máquina de costura e tocador de concertina “pé-de-bode”, além de exímio amansador de burro brabo - muito apreciado pelas moças do sertão à dentro - e repentista acompanhado por cego rabequeiro à sombra dum mandacaru vermelho nos confins do sertão.
O "rei do cangaço" é pop.
José Umberto é cineasta. Autor de "Revoada"

Novo filme da Marvel em lançamento nacional



Da Marvel, o estúdio que trouxe franquias globais campeãs de bilheteria como "Homem de Ferro", "Thor", "Capitão América" e "Os Vingadores", chega uma nova equipe, com a aventura espacial com muita ação e aventura, "Guardiões da Galáxia" (Gardians of the Galaxy), de James Gunn, que tem lançamento no Orient Cineplace, nesta quinta-feira, 24.
O filme da Marvel expande o Universo Cinemático Marvel para o cosmo, onde o impetuoso aventureiro Peter Quill (Chris Pratt) se vê como objeto de uma caçada implacável após roubar uma misteriosa esfera cobiçada por Ronan (Lee Pace), um vilão poderoso com ambição que ameaça todo o universo. Para fugir do determinado Ronan, Quill é forçado a fazer uma complicada aliança com um quarteto de desajustados - Rocket, um guaxinim atirador, Groot, uma árvore mutante humanoide, a mortal e enigmática Gamora (Zoe Saldana) e o vingador Drax, o Destruidor (Dave Batista). Mas quando Quill descobre o verdadeiro poder da esfera e o perigo que ela representa para o cosmo, ele deve fazer seu melhor para reunir seu grupo desorganizado para uma última e desesperada resistência - com o destino da galáxia em jogo.
Enquanto isso, o filme de ação e ficção científica, "O Planeta dos Macacos: O Confronto" (Dawn of the Planet of the Apes), entra em segunda semana.
Também continuam em cartaz, a animação da Disney "Aviões 2: Heróis do Fogo ao Resgate" (Planes:  Fire & Rescue), em terceira semana; "Transformers 4: A Era da Extinção" (Transformers 4: Age of Extinction), de Michael Bay, com Mark Wahlberg, em quarta semana; a animação "Como Treinar Seu Dragão 2" (How To Train Your Dragon 2), em sétima semana; e o drama romântico "A Culpa É das Estrelas" (The Fault in Our Stars), em nona semana. Todos os filmes são exibidos em cópias dubladas. 

"O CIRCO DE HORRORES - Dilma volta a falar sobre conflito israelo-palestino e mete, de novo, a política externa brasileira no lixo, agora sob os auspícios do regime bolivariano, francamente antissemita"



Por Reinaldo Azevedo
A presidente Dilma Rousseff participou nesta terça de um troço impossível: uma reunião de cúpula do Mercosul. A questão é simples: ou bem alguma coisa é de cúpula ou bem é do Mercosul. As duas palavras não podem compor uma unidade semântica. Convenham: reúnam-se Dilma, Cristina Kirchner, Nicolás Maduro e José Mujica… Tinha de tudo: anã diplomática, mulher transformista, domador com chicote e palhaço… O Mercosul é aquela estrovenga que impede o nosso país de firmar acordos bilaterais e que está ajudando a enterrar a indústria brasileira. O encontro aconteceu na Casa Amarilla, no Centro de Caracas. Os jornalistas foram proibidos de chegar perto do circo. Ninguém por ali gosta de liberdade de imprensa.
Entre as muitas irrelevâncias, houve, claro, espaço para dizer delinquências políticas sobre o conflito israelo-palestino. E tal honraria coube a Dilma, que não se dispensou de manchar mais uma vez a diplomacia brasileira. Disse ela: "Desde o princípio, o Brasil condenou o lançamento de foguetes e morteiros contra Israel e reconheceu o direito israelense de se defender. No entanto, é necessário ressaltar nossa mais veemente condenação ao uso desproporcional da força por Israel na Faixa de Gaza, do qual resultou elevado número de vítimas civis, incluindo mulheres e crianças".
"Desde o princípio", quando? A nota oficial do Itamaraty, junto com a ordem para o retorno do embaixador brasileiro em Tel Aviv, ignorava os ataques do Hamas. Sucessivos governos do PT, que puxam o saco de todas as ditaduras islâmicas, têm condenado Israel de forma sistemática.
Dilma nunca soube direito o que dizer sobre a maioria dos assuntos. Então candidata a presidente, em 2010, ela participou, no dia 14 de maio, em Brasília, da "Missa dos Excluídos", que encerrou o 16º Congresso Eucarístico Nacional. Foi indagada sobre a legalização do aborto, à qual ela era francamente favorável. Disse o seguinte:
"Não é uma questão se eu sou contra ou a favor, é o que eu acho que tem que ser feito. Não acredito que mulher alguma queira abortar. Não acho que ninguém quer arrancar um dente, e ninguém tampouco quer tirar a vida de dentro de si".
Entenderam. Na cabeça de Dilma, não havia diferença entre um feto e um dente estragado. É com essa propriedade que ela reflete sobre assuntos graves. E não foi diferente ao se pronunciar sobre a criação de um Estado palestino, segundo ela, uma "pré-condição para a paz". Uau! Dilma acha que, primeiro, Israel deve permitir que os palestinos criem o seu Estado, mesmo debaixo de foguetes e sob ataques terroristas. Aí, então, é só cuidar da paz. A diplomacia israelense foi suave ao chamar o Brasil de anão diplomático. O Mercosul divulgou uma nota no mesmo tom.
É uma ironia patética que essa declaração tenha sido feita na Venezuela. O bolivarianismo é francamente antissemita. Em 2009, Chávez expulsou o embaixador de Israel de Caracas sob o pretexto de protestar contra a incursão de então à Faixa de Gaza. Foi fartamente elogiado pelos terroristas do Hamas, do Hezbollah e pelo governo do Irã. Em 2012, um estafeta do chavismo publicou um artigo no site da Rádio Nacional da Venezuela com um ataque bucéfalo ao candidato da oposição, Henrique Caprilles Radonski, cuja família é de origem judaica, chamando-o de "porco". Foi além e escreveu: "Este é o nosso inimigo, o sionismo que Capriles Radonski hoje representa, que não tem nada a ver com uma força nacional e independente". O artigo incitava os venezuelanos a rechaçar "o sionismo internacional, que ameaça com a destruição do planeta que habitamos". E, claro!, pedia votos para Chávez. É pouco? Os chamados círculos bolivarianos são infiltrados por militantes ligados ao Hezbollah, o movimento terrorista que governa o Sul do Líbano. E o Irã segue sendo um dos principais parceiros do governo Maduro, como era de Chávez.
E nessa lata de lixo que a presidente Dilma mete a política externa brasileira.
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"

Não acredito em governo petista

Há pouco mais de sete anos, postamos aqui no Blog Demais a nota que se segue. De lá para cá nada mudou:
Só mesmo sendo ingênuo ou besta para acreditar que o restaurante Carro de Boi e a boate Jerimum vão ser recuperadas, daqui a um ano - em período pré-eleitoral.
Não acredito em bruxas, em Papai Noel, em duendes e, principalmente não acredito em governo petista, de esquerda e que tais.
Ainda mais um governo que que suspendeu as obras do Teatro e Centro de Convenções, complexo que já era para estar em funcionamento.

"Dilma tenta se descolar de 'Top-Top' no caso Israel"



O governo "plantou" nos jornais de ontem correção importante no seu discurso sobre o Oriente Médio: destacou que a presidenta Dilma qualifica de "massacre" e não "genocídio" o que ocorre em Gaza, em razão da ofensiva israelense. Dilma isola e se descola do aspone lulista Marco Aurélio "Top-Top" Garcia - que usou a expressão "genocídio", provocando reação de Israel e fazendo do Brasil motivo de chacota.
Anão é o ‘Top-Top’
O governo de Israel chutou o pau da barraca e chamou de "anã" a diplomacia brasileira por saber que "Top-Top" Garcia a lidera de fato.
Vergonhoso
Estreito, atrasado, trapalhão, Marco Aurélio Garcia jamais foi diplomata, mas define a política externa desde o governo Lula.
Medo cúmplice
Subservientes, os diplomatas assistem Marco Aurélio Garcia esfacelar o prestígio construído pela Itamaraty ao longo de mais de cem anos.
Fonte: Cláudio Humberto

Como será o final dos tempos

Artigo de Dimas Oliveira, publicado em agosto de 1999, no jornal "Diário da Feira", do qual foi editor:
O homem não conhece tudo. Sobre o fim do mundo, o homem não sabe nada. "Daquele dia e hora, porém, ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, senão só o Pai" (Mateus 24: 42). Em Marcos 13: 24-27, juntamente com as passagens paralelas de Mateus 24: 29-41 e Lucas 21: 21-33, o centro da reflexão evangélica sobre a história do fim do mundo. São ensinamentos sobre as "últimas coisas", sobre o que se chama escatologia.
Por isso que os crentes não crêem que o mundo possa acabar amanhã. Numerosas previsões humanas já foram feitas e todas inevitavelmente fracassaram. "Não lhes compete saber os tempos ou datas que o Pai estabeleceu pela Sua própria autoridade", disse Jesus (Atos 1: 6 e 7).
Os crentes esperam a segunda vinda de Jesus, o arrebatamento. Aqueles que aceitaram Jesus Cristo como Messias, como o Filho de Deus terão vida eterna no mundo futuro, com a Igreja que será arrebatada por Jesus.
Marcos 13: 24-27 diz: "Mas naqueles dias, depois daquela tribulação, o sol escurecerá, e a lua nãodará a sua luz; as estrelas cairão no céu e os poderes que estão nos céus serão abalados. Então verão vir o Filho do Homem nas nuvens, com grande poder e glória. E logo enviará os seus anjos, e ajuntará os seus eleitos, desde os quatro ventos, desde a extremidade da terra até a extremidade do céu". Lucas 21: 25-28 diz: "E haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas; e sobre a terra haverá angústia das nações em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas; os homens desfalecerão de terror, e pela expectação das coisas que sobrevirão ao mundo; porquanto os poderes do céu serão abalados. (...) Ora, quando essas coisas começarem a acontecer, exultai e levantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção de aproxima".
Assim, resta ao crente, como exorta Mateus (24: 42), que "Vigiai, pois, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor".
Os que não aceitam esta verdade, de que Jesus é o Rei dos reis e Senhor dos senhores não vão escapar do período de provação, da grande tribulação, que se seguirá à segunda vinda de Jesus, para a redenção fina no fim dos tempos.

Lembrando filme indiano "Fantasia Oriental"


Vídeo com Lata Mangeshkar cantando a bela canção "Aaj Mere Mann Mein Sakhi" no filme indiano “Fantasia Oriental” (Aan)


Cartaz de "Fantasia Oriental" (Foto: Reprodução)

Quem se lembra do filme "Fantasia Oriental", que foi exibido no Cine Santanópolis, nos anos 60? Era menino quando assisti à essa produção indiana, de sucesso internacional. Com mais de três horas de duração, "Fantasia Oriental" (Aan), de Mehboob Khan, 1952, encontrou seu lugar na história como o primeiro filme Technicolor da Índia. 
Em Londres, a premiére foi um evento marcante, com presenças de estrelas de Hollywood, como Errol Flynn, Joan Fontaine, Douglas Fairbanks e Vivien Leigh. Foi muito apreciado e ficou 12 semanas em cartaz. Uma típica aventura, o filme foi baseado no clássico "A Megera Domada", de William Shakespeare. Foi filmado com grandes gastos, cenário caro e figurino glamouroso. Tem ação, aventura, drama, romance e música.
A narrativa: Jai (Dilip Kumar) é um fazendeiro que vive pacificamente com sua mãe numa humilde morada. Um dia, o príncipe Shamsher Singh (Prem Nath) vem ao vilarejo e avista a bela Mangala (Nimmi). Ele tenta conquistá-la, mas ela não cede, já que ama Jai. Shamsher seqüestra Mangala, e Jai vai ao palácio para resgatá-la. Mangala se suicida e em vingança, Jai seqüestra a cruel e arrogante princesa Rajshree (Nadira), cujo acessório favorito é um chicote. Ele a domestica, e ela se torna humilde e feminina. Jai e a princesa se apaixonam, e enquanto isso, no palácio, Shamsher continua com seus atos tirânicos. Finalmente Jai inicia uma rebelião em massa com a ajuda dos habitantes do vilarejo. Ele derrota o exército de Shamsher e casa-se com a princesa. Foi distribuído pelo mundo inteiro - em alguns lugares o título foi "Princesa Selvagem"