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sábado, 20 de dezembro de 2014

Mais um clássico film noir




Marsha Hunt, Claire Trevor e Dennis O’Keefe em "Entre Dois Fogos"
Foto: Reprodução
 
Depois da visão de "A Morte Num Beijo" (Kiss Me Deadly), de Robert Aldrich, 1955;  "Fuga do Passado" (Out of the Past), 1947, de Jacques Tourneur, 1947; "O Cúmplice das Sombras" (The Prowler), de Joseph Losey, 1951;  "Anjo do Mal" (Pickup On South Street), de Samuel Fuller, 1953;  "Passos na Noite" (Where the Sidewalk Ends), de Otto Preminger, 1950; a vez de assistir "Entre Dois Fogos" (Raw Deal), de Anthony Mann, 1948, com Dennis O’Keefe, Claire Trevor, Marsha Hunt, John Ireland e Raymond Burr.

Os seis filmes estão contidos no digistack "Film Noir", lançado pela Versátil e adquirido na 2001 Vídeo, com três DVDs que reúnem seis clássicos do gênero dirigidos por mestres do cinema, e estrelados por astros como Robert Mitchum, Kirk Douglas, Richard Widmark, Dana Andrews e Van Heflin e estrelas como Jean Peters, Gene Tierney, Claire Trevor e Jane Greer.
Em "Entre Dois Fogos", um filme noir onírico, a narrativa em off da personagem Pat Cameron (Claire Trevor), namorada do ambíguo Joe Sullivan (Dennis O’Keefe), que foge da prisão e busca vingança contra o gângster Rick Coyle (Raymond Burr), um sádico piromaníaco que encomendara a sua morte. Ele também conta com ajuda da apaixonada Ann Martin (Marsha Hunt). O triângulo amoroso está formado e o final é sombrio.
Destaque para a fotografia em preto e branco de John Alton, que é muito boa.

No "Municípios em Foco"


Deu em Claudio Humberto


sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Agradecimento


Visão de clássico film noir





Assista os créditos de abertura do filme

Na noite desta sexta-feira, 19, a visão em DVD do clássico film noir "Passos na Noite" (Where the Sidewalk Ends), de Otto Preminger, 1950. Reúne a mesma dupla de "Laura", outro clássico do mesmo diretor, realizado em 1944.
Detetive da polícia (Dana Andrews) se encontra em apuros com seus superiores (Karl Malden e Robert F. Simon) pelas táticas que utiliza quando acidentalmente mata um suspeito de homicídio (Mark Stevens), que foi marido da garota (Gene Tierney) por quem se apaixona. Para se proteger, encobre o crime criando falsas pistas que levam a um inimigo seu (Gary Merrill), já com vários crimes nas costas.

"Governo dá calote de 5 bilhões de reais em obras de infraestrutura"


Por Ricardo Setti
O governo atrasou o pagamento de pelo menos 5 bilhões de reais em obras de infraestrutura, de acordo com informações publicadas nesta sexta-feira pelo jornal Folha de S. Paulo.
Empresários do setor estimam débitos de cerca de 2 bilhões de reais em projetos do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), 1,5 bilhão de reais em pagamentos atrasados para construtoras do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) e mais 1 bilhão de reais em ferrovias, transposição do rio São Francisco e obras do Ministério das Cidades.
Empresários afirmam que a equipe da presidente Dilma Rousseff (PT) havia prometido quitar as dívidas contanto que as construtoras apoiassem a manobra fiscal que autoriza o descumprimento da meta do superávit primário deste ano. Mas apesar da alteração na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2014, o governo não cumpriu sua parte no acordo. "O combinado não foi cumprido", disse o presidente da Associação Nacional das Empresas de Obras Rodoviárias (Aneor), José Alberto Pereira Ribeiro.
O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil (CBIC), José Carlos Martins, reuniu-se na quinta-feira com o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Preocupados com um possível calote, eles lembraram que estão ocorrendo greves em canteiros de obras e que empresas estão reduzindo o nível de serviço para evitar uma paralisação.
Algumas companhias temem não ter dinheiro para pagar o 13º salário de seus funcionários ou para reparar estragos típicos em estradas nesta época do ano.
O governo negou acordo com as construtoras, mas disse que analisará e solucionará as pendências na medida do possível. De acordo com empresários do setor, as dívidas acumularam por causa de uma tentativa do ministro Guido Mantega de encerrar seu mandato com superávit primário. Mesmo assim, o fechamento das contas este ano ainda dependerá da parcela dos débitos que será liquidada.

"5 coisas que poderiam ser feitas com os 21 bilhoes desviados da Petrobras"



21 bilhões de reais. Esse é o montante desviado da Petrobras durante os anos de governo petista segundo estimativa do banco americano Morgan Stanley. O cálculo foi feito com base nos 3% de propina denunciados pelo ex-diretor da estatal Paulo Roberto da Costa, investigado na Operação Lava Jato da Polícia Federal.
Com esse valor exorbitante, seria possível compensar 127 vezes o famoso assalto ao Banco Central de 2005; ou juntar 100 pilhas de dinheiro com o mesmo valor que a de Walter White, o protagonista de Breaking Bad; ou construir dois novos World Trade Centers; ou comprar esses quatro times de futebol: Real Madrid, Barcelona, Chelsea e Inter de Milão; ou ainda, adquirir duas fantasias de palhaço para cada um dos 203 milhões de brasileiros.

"Em 2014, horror e maravilha!"



Por Reinaldo Azevedo
Estamos chegando ao fim de 2014, ano em que horror e maravilha se encontram. O horror é de todos conhecido a esta altura. O Estado brasileiro está sendo assaltado, espoliado, dilapidado.
O Estado, meus caros, reúne tudo e nada ao mesmo tempo: nele estão as instituições, o ordenamento jurídico, os direitos assegurados, as expectativas de direito, os valores que nos permitem conviver de forma mais ou menos harmoniosa etc. Mas, quando falamos em Estado, as pessoas desaparecem, somem, perdem, como dizia o poeta, a sua carnadura concreta.
Sim, o Estado, numa democracia, nada mais é do que o conjunto dos interesses dos cidadãos traduzido numa ordem abstrata. Estados existem para servir aos indivíduos, não o contrário. Ora, mas são tantos os interesses, tão distintas as inclinações, tão diversas as convicções, tão várias as ideologias, que cabe a pergunta: "Pode um ente abarcar tamanha largueza?"
A resposta: pode, sim! E tanto mais o fará quanto menos fizer. Vale dizer: o Estado mais presente é o menos presente. Um Estado gigante deixa de ser um árbitro para ser uma parte do jogo. E produzirá injustiças em penca. Precisamos de um Estado mais forte e mais presente na segurança pública, na educação e na saúde. E precisamos que ela saia com urgência da operação da economia propriamente dita. Ao fazê-lo, ele deixa de articular as diferenças e passa ser uma espécie de gendarme em favor de uns poucos privilegiados.
A roubalheira na Petrobras, à diferença do que diz a presidente Dilma, não é apenas obra de indivíduos, de pessoas. É mais do que isso: a roubalheira na Petrobras é fruto de um modelo de gestão, de um sistema, de um modo de entender a coisa pública, como deixou claro  o ministro Gilmar Mendes em entrevista exclusiva ao programa "Os Pingos nos Is", que ancoro na Jovem Pan.
Não estamos sendo assaltados apenas por uma quadrilha. Estamos sendo assaltados, também, por farsantes ideológicos - o que significa, então, a farsa dentro da farsa. Sob o pretexto de produzir justiça social, um bando destrói o patrimônio brasileiro e compromete o futuro do país. Pior para todos nós, mas especialmente para os pobres.
Mas eu falei que o ano de 2014 também traz sinais de maravilha. Percebo um saudável despertar das consciências; noto que é crescente o inconformismo como esse estado de coisas; meus radares detectam uma insatisfação saudável com aqueles que se querem donos do nosso destino. Ao mesmo tempo em que as safadeza da Petrobras nos deixam estarrecidos, elas também nos informam que, de verdade, donos do nosso destino somos nós mesmos.
A democracia não comporta salvadores da pátria; a democracia não comporta demiurgos; a democracia não comporta discursos salvacionistas. A cada dia, mais gente se mostra insatisfeita com esse jogo rasteiro do "nós contra eles", da política exercida como guerra de todos contra todos, o que, como vemos, só atende aos interesses de ladrões e vigaristas ideológicos.
Sabem por que a Petrobras se tornou aquele antro? Porque os que passaram a decidir seus destinos agem como vencedores de uma guerra sem regras. À moda de tempos idos, de pouco apuro moral e ético, acreditam que a vitória lhes dá o direito de saquear, de estuprar, de humilhar, de eliminar os sobreviventes.
A sociedade está aprendendo a reagir e ganha as ruas não para demonizar pessoas, mas para reivindicar o cumprimento das leis definidas pelo jogo democrático.
Este blog  é parte dessa luta e se orgulha muito disso. Não serve a este ou àquele, mas pensa e se posiciona sem falsos pudores. Não tem receio de chamar as coisas e as pessoas pelos seus respectivos nomes. Não ofende, mas confronta. Não agride, mas diz "não" quando julga ser o caso. Não concede, mas diz "sim", quando também julga ser o caso. Não trai jamais seus leitores porque não esconde o que pensa; não se refugia no conforto de uma posição nem-nem; escolhe sempre um caminho.
E nós seguiremos adiante: com alegria, com determinação, com destemor - já que a coragem não deve ser tomada como atributo de homens raros. É só uma obrigação.
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"

Boas Festas: Receita de Ano Novo



RECEITA DE ANO NOVO
 (Carlos Drummond de Andrade)

Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor de arco-íris, ou da cor de sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser, novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa expedir e nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegrama?)
Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta
Não precisa chorar de arrependido
pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar
que por decreto da esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.

Com votos de Boas Festas,
 
Cordial abraço
Paulo Cesar Bastos

FNS fragmenta repasse do SUS e municípios podem sofrer colapso


Feira de Santana e todos os demais municípios baianos se encontram sob ameaça de sérios problemas nos serviços públicos de saúde, nas próximas semanas, em decorrência de "fragmentação do repasse do recurso referente ao Teto de Média e Alta Complexidade", por parte do Fundo Nacional de Saúde. É o que revela  o Conselho Estadual dos Secretários Municipais de Saúde da Bahia (Cosems-BA).

Em nota de esclarecimento publicada na quarta-feira, 17, o Cosems-BA informa que o repasse dos recursos, na verdade, "já se encontra em atraso". A fonte da informação divulgada pelo Conselho dos Secretários  é o site do próprio Fundo Nacional de Saúde, o que pode ser constatado através do link:  http:/fns.saude.gov.br/indexExterno.jsf.
Estes recursos, informa o documento, são destinados ao custeio das ações e serviços ambulatoriais, hospitalares e de urgência e emergência, em média e alta complexidade, além do pagamento de programas como o Caps, Rede Cegonha, cirurgias eletivas, entre outros.
Conforme a entidade, os problemas relacionados aos recursos de repasse regular e automático "fundo a fundo" não farão vítimas apenas os  municípios de comando único (serviços de saúde municipalizados), mas também os que se encontram sob gestão estadual.
De acordo com o Conselho de gestores da saúde nos municípios baianos, a nota do FNS "não assegura", também, o repasse do Piso de Atenção Básica, bem como "a continuidade das obras dos programas de requalificação de unidades básicas de saúde em seus componentes (construção, ampliação e reforma), bem como Academia da Saúde".
O Conselho adverte aos gestores municipais de saúde, que devem estar em alerta para os possíveis desdobramentos deste cenário, principalmente na área de urgência-emergência no período dos festejos natalinos, quando normalmente há significativo aumento da demanda. Há, de acordo com o Cosems-BA, prenúncio de uma crise sem precedentes  e "iminência de fechamento de unidades com risco real de desassistência".
Agentes de saúde: Governo Federal não vai aumentar valor do recurso
Além dos problemas no atendimento à população pelos serviços públicos de saúde, em todo o estado, há mais uma informação preocupante no documento emitido esta semana pelo Conselho dos Secretários Municipais de Saúde da Bahia. A notícia interessa diz respeito aos agentes comunitários de saúde e também aos que atuam no combate as endemias.
Os programas foram implantados pelo governo federal e são administrados pelos municípios, mas com responsabilidade no repasse de recursos para salários a cargo da União. Atualmente, há uma grande polêmica em todo o país quanto ao pagamento do novo piso salarial da classe, preconizado para que seja de R$ 1.014,00.
Sobre os agentes de saúde, especificamente, de acordo com  o Conselho, o Ministério da Saúde tem uma decisão nada promissora  quanto ao valor do repasse para viabilizar o cumprimento do piso salarial da categoria: "Serão repassados os mesmos valores já praticados e não há perspectiva de dinheiro novo", afirma a entidade.
Quanto aos agentes de combates a endemias, as perspectivas não são também animadoras no que diz respeito a questão salarial. Estes servidores ficarão sob responsabilidade dos municípios "quanto ao financiamento e pagamento do piso, uma vez que não há recurso novo no Bloco da Vigilância à Saúde".

Coral da Escola Mãe dos Humildes se une a outros corais e encantam o centro de Feira



"Uma noite espetacular que vai ficar registrada na memória e no coração de todos nós". Assim definiu a advogada Norma Suely Mello, que veio direto do Recife, capital pernambucana, apenas para assistir ao show produzido pelo Coral da Escola Mãe dos Humildes juntamente com outros corais de duas outras escolas públicas nas janelas do Paço Municipal Maria Quitéria, bem no coração de Feira de Santana (Fotos: Raul Ferraz). 
"Noite Feliz", "Um Feliz Natal", "Meu Sapatinho", "Anoiteceu", "Adeus Ano Velho", "Quero Ver Você Não Chorar", "Bate o Sino" e "Natal das Crianças" compuseram o repertório que encantou não apenas a advogada pernambucana, mas também a professora Margarida Matos,  de Nova Soure, semiárido baiano, Jefter Ribeiro que veio de Acajutiba, cidade que fica no leste da Bahia, e outras centenas de ouvintes que deixaram o estacionamento da Prefeitura pequeno para tamanha emoção produzida pelas 30 vozes do Coral da Mãe dos Humildes e outras dezenas de vozes do  Coral da Escola Maria da Glória Carvalho Bahia e do Coral da Escola Vasco da Gama.
Prova disto foi o olhar lacrimejante do professor Reginaldo da Silva Santos, coordenador pedagógico da Mãe dos Humildes. Ele não escondeu as lágrimas de gratidão pelo presente de Natal que recebera dos alunos que coordena. "Não consigo conter a emoção. Para nós que lecionamos na zona rural ver essas crianças com tamanho brilho aqui no Natal Encantado pela segunda vez não tem preço. Somos muito gratos a Deus. A apresentação deles e dos outros corais foi linda", disse o professor Regi, como é carinhosamente chamado pelos estudantes Juliana Oliveira dos Santos e Bruno Silva de Jesus.
Juliana disse viver uma grande realização. "Participar do Natal Encantado é muito bom. A gente fica feliz em saber que temos talento e que as pessoas gostam de ver a gente cantando", falou. "Estou muito orgulhoso de participar desse movimento. Amo a música e ver as pessoas chorando como vejo o professor Regi também me emociona", completou Bruno.
O Natal Encantado, apesar de recém-criado, já é considerado o maior do Nordeste Brasileiro em virtude da variedade de atrações locais e nacionais e da variedade de sons e ritmos que embala os sinos tanto da Catedral quanto a cadencia dos corações dos feirenses. O projeto começou no dia 13 e encerra dia 23, na antevéspera do Natal.

Charge de Sponholz


"No vídeo, Dilma finge enxergar um viveiro de sumidades a serviço da nação numa Petrobras já dominada por bandidos amigos"





Por Augusto Nunes

Ainda na chefia da Casa Civil mas já fantasiada de candidata à Presidência, Dilma Rousseff juntou-se em 23 de maio de 2009 à tropa incumbida de abortar outra tentativa de abrir a caixa preta da Petrobras: uma Comissão Parlamentar de Inquérito proposta pelo senador Álvaro Dias, do PSDB do Paraná. Se o parto fosse consumado, a CPI se dedicaria a lancetar simultaneamente três tumores: licitações fraudulentas envolvendo plataformas marítimas, a pilha de contratos superfaturados que continuava aumentando na Refinaria Abreu e Lima e bandalheiras de bom tamanho fisgadas nas ondas dos royalties do petróleo.
No vídeo, Dilma tenta provar que crime - e crime hediondo - era colocar sob suspeita um monumento à lisura e à competência. Merecia mais respeito "uma empresa que hoje ocupa, e vai ocupá, cada vez mais, a partir  do pré-sal, um espaço muito grande, né?…ela é uma empresa que tem que sê preservada". Pausa para descanso do neurônio solitário. "Acho que você pode… é… todos os objetos, pelo menos os que eu vi, da CPI, você pode investigá usando TCU, Ministério Público", recomeça o palavrório em dilmês castiço. "Essa história de falá que a Petrobras é uma caixa preta… a Petrobras pode ter sido uma caixa preta em 97, 98, 99, 2000". Nos tempos de FHC, claro.
Nada a ver com a estatal pronta para premiar com a carteirinha de sócio-atleta da OPEP o Brasil Maravilha que Lula pariu e Dilma ainda amamenta. "A Petrobras de hoje é uma empresa dum nível de contabilidade dos mais apurados do mundo", caprichou na tapeação a supergerente de araque. Em junho, a CPI nasceu já enfraquecida pela anemia e morreu de inanição em novembro. Em setembro, enquanto uns poucos oposicionistas tentavam furar o cerco da base alugada, Dilma recebeu o email enviado por Paulo Roberto Costa divulgado por VEJA em 26 de novembro deste ano.
Antes do Petrolão, o vídeo era só uma prova de que Lula resolvera instalar no Planalto um poste incapaz de dizer coisa com coisa. Depois da descoberta do maior e mais repulsivo escândalo político-policial da história do Brasil, virou prova de crime. Dilma já sabia do que se passava na estatal saqueada anos a fio. Só comparsas fingem enxergar um viveiro de gênios da raça a serviço da nação na catacumba infestada de delinquentes companheiros.




"O louco discurso de Dilma na cerimônia de diplomação. Ou: Os deuses primeiro enlouquecem aqueles a quem querem destruir. Ou ainda: Toffoli e 'terceiro turno"'

Por Reinaldo Azevedo

Já lembrei isto à presidente Dilma Rousseff uma vez e o faço de novo: "Quos volunt di perdere, dementant prius" - "Os deuses primeiro enlouquecem aqueles a quem querem destruir". A citação com todos os termos no singular é mais conhecida: "Quem vult deus perdere dementat prius" - "Deus primeiro enlouquece aquele a quem quer destruir".
A presidente Dilma Rousseff e Michel Temer, seu vice, foram diplomados nesta quinta-feira pelo Tribunal Superior Eleitoral. Dilma se esqueceu de que recebia ali o documento que lhe permite tomar posse do segundo mandato e resolveu pensar como uma socióloga nefelibata, do tipo que anda com a cabeça nas nuvens e os pés também. A governanta decidiu se referir à roubalheira na Petrobras e, ora vejam!, dividir as suas culpas conosco. Na verdade, tudo bem pensado, foi ainda mais grave: a presidente nos tomou a todos como corruptos - os brasileiros no geral.
Ao falar sobre o que é preciso para coibir a ladroagem na estatal, disse: "É preciso uma nova consciência, uma nova cultura, fundada em valores éticos profundos. Ela tem de nascer dentro da cada lar, dentro de cada escola, dentro da alma de cada cidadão e ir ganhando de forma absoluta as instituições".
Com a devida vênia, a presidente enlouqueceu. Retiro. Esse discurso não tem nem pé nem cabeça nas nuvens. Tem é os dois pés no chão e as duas mãos também. Quer dizer que há fatores, digamos, antropológicos e socioculturais que explicam os desvios praticados por diretores nomeados pelo PT e uma corja de políticos? Dilma está a dizer que o país todo é corrupto e que o que se praticava na Petrobras é a nossa rotina.
É mesmo? Quem nomeou Paulo Roberto Costa, Renato Duque e Nestor Cerveró? Foi o cidadão comum, o estudante, a dona de casa, eu, você? A propósito: eles foram nomeados por quê? E aqui cumpre lembrar como esta senhora pretende mudar a cultura brasileira: ela vai dar uma vice-presidência do Banco do Brasil a Anthony Garotinho, candidato derrotado ao governo do Rio pelo PR e com uma extensa, como direi?, ficha na Justiça. O que ele entende do assunto? Por que vai assumir o posto? É a sua especialidade que o conduzirá ao cargo?
A presidente investiu ainda no nacionalismo tosco: "Alguns funcionários da Petrobras, empresa que tem sido e vai continuar sendo o nosso ícone de eficiência, brasilidade e superação, foram atingidos no processo de combate à corrupção. Estamos enfrentando essa situação com destemor e vamos converter a renovação da Petrobras em energia transformadora do nosso país. Temos de punir as pessoas, não destruir as empresas. Temos de saber punir o crime, não prejudicar o país ou sua economia".
É mesmo? Fale com o mercado, minha senhora! Fale com os investidores. Converse com os acionistas que foram lesados dentro e fora do país. Infelizmente para nós, é mentira que a Petrobras seja um exemplo de eficiência. Ao contrário: a empresa não consegue nem fechar o seu balanço e está virando pó. Infelizmente para nós, é mentira que o que se deu lá seja uma exceção. O que se fez por lá é método.
O presidente do TSE, Dias Toffoli, também discursou. Afirmou: "Não haverá terceiro turno na Justiça Eleitoral. Que os especuladores se calem. Já conversei com a Corte, e é esta a posição inclusive do nosso corregedor-geral eleitoral. Não há espaço para terceiro turno que possa vir a cassar o voto destes 54,5 milhões de eleitores".
Certo. Vamos explicar. Não haverá terceiro turno porque não há terceiro turno previsto em lei, certo? Quanto ao mais, diga-se o óbvio: se aparecer algum crime eleitoral que venha a ensejar a perda de mandato, reivindicá-la, deve concordar o ministro Toffoli, não é "terceiro turno", mas exercício do Estado de Direito. Se o crime aparecer, cassar o mandato é não é "terceiro turno", mas exercício do Estado de Direito. De resto, a sombra que se projeta sobre o mandato de Dilma não está na esfera eleitoral, mas criminal. A propósito, doutor Toffoli: quando a Câmara dos Deputados aceitou a denúncia contra Fernando Collor por crime de responsabilidade, aquilo foi terceiro turno ou cumprimento da lei e da Constituição? 
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"

Pintura do Arquivo Público


Entre os nove bens com tombamento provisório pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (Ipac), o prédio do Arquivo Público Municipal, antiga Escola João Florêncio, na avenida Senhor dos Passos, passa por manutenção, com pintura (Fotos: Arivaldo Públio).
A construção do primeiro prédio escolar construído na cidade data de 1917, pelo então intendente de Feira de Santana Agostinho Fróes da Motta.
Quem foi
João Florêncio Gomes (28,02.1846-02.10.1925) nasceu na Vila de São Francisco. Colou grau em Medicina em 1870 e dedicou sua vida à educação, lecionando e dirigindo o Colégio São José, antigo Ginásio Baiano.

OLP deseja Boas Festas

O Observatório da Língua Portuguesa
deseja Boas Festas de Natal e Ano Novo........


Carlos Geilson apresenta quarta edição do jornal "Mandato Livre"





"Minha posição é a comunidade". Foi através destas palavras que o deputado estadual Carlos Geilson (PTN) apresentou, na noite de quinta-feira, 18, a quarta edição do jornal Mandato Livre, informativo que traz um balanço dos projetos de leis por ele apresentados na Assembleia Legislativa e temas recorrentes na atuação do parlamentar. A confraternização aconteceu no Restaurante Coxilha, em Feira de Santana.
Nesta edição, a concessão da ViaBahia, o novo campus da UFRB, a construção de uma maternidade pública estadual e a Região Metropolitana de Feira de Santana são alguns dos assuntos abordados. Destaque para o PL de instalação de faixas elevadas, apresentado pelo deputado Carlos Geilson na Assembleia Legislativa e que já virou realidade em duas das maiores cidades da Bahia: Salvador e Feira de Santana.
Durante o evento, o deputado agradeceu o carinho de todos os presentes. "Fico feliz de ver que a nossa família cresceu. Sei que vocês em nenhum momento se decepcionaram. Graças a Deus, estamos indo para um novo mandato e mantemos o compromisso com minha querida Feira e região", comemorou. Carlos Geilson falou ainda que o apoio conquistado durante sua trajetória é fruto de muito trabalho, muita luta e dedicação num mandato íntegro.
Além da imprensa feirense, participaram do evento: o prefeito de Feira de Santana José Ronaldo (Democratas), prefeito de Anguera Mauro Vieira (PSD), presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Euclides da Cunha José Antônio Oliveira de Santana, empresários André Santana e Moacir Mansur e advogados Rafael Cordeiro e Magno Felzemburg.
Welligton Andrade (PTN), Marcos Lima (PRP), Neinha (PMN), Carlito do Peixe (DEM), Roque Pereira (PTN) e Correia Zezito (PTB), vereadores de Feira que caminham lado a lado com Geilson, também estiveram presentes, além de suplentes, secretários municipais, personalidades e lideranças políticas de Feira e toda região.
Mauro Vieira, prefeito de Anguera, destacou a representatividade de Carlos Geilson. "A presença do deputado Carlos Geilson é constante. Caminhamos juntos e tenho certeza de que, com o mandato renovado, muitos frutos irão para o nosso município, pois não importa se é oposição, o que importa é o desejo e a vontade de fazer", afirmou.
O deputado estadual, que também é radialista, foi homenageado pela Associação Baiana de Imprensa. Na figura do presidente da Seccional Norte e Nordeste, Jair Cezarinho, Geilson foi premiado como 'Personalidade da Comunicação 2014'. Cezarinho cumprimentou o parlamentar pelos serviços prestados e destacou a importância do compromisso de Carlos Geilson com a comunidade.
(Com informações de Vívian Rodrigues, da Assessoria de Comunicação do Deputado Carlos Geilson)

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Charge de Sponholz



Quem te viu, quem te vê

FAT deseja o maior presente neste fim de ano


"A fala indecorosa de Lula no Ministério da Justiça. Ou: Ele NÃO ANDOU LENDO Platão, Aristóteles e John Locke"



Por Reinaldo Azevedo
Luiz Inácio Lula da Silva, o Poderoso Chefão do PT, que já autorizou, por incrível que pareça, o lançamento de sua candidatura à Presidência para 2018, participou nesta quinta-feira de uma solenidade, no Ministério da Justiça, em homenagem aos dez anos da reforma do Judiciário e à criação do Conselho Nacional de Justiça. Discursou. Sabe-se lá por quê. Mas discursou. E afirmou o seguinte:
"Nesse momento em que se realizam investigações capazes de conduzir ao expurgo de práticas ilícitas de corruptos e corruptores, há setores que se lançam à manipulação da denúncia e ao vazamento seletivo de inquéritos com indisfarçável objetivo político-partidário (…). Pessoas e instituições investigadas tornam-se alvo de prejulgamento público sem acesso proporcional ao direito de defesa".
Ulalá! Não se trata, à diferença do que parece, de uma defesa do Estado Democrático e de Direito. O que Lula faz é a defesa do seu partido e, na prática, de sua própria herança. A casa de horrores em que se transformou a Petrobras não é uma exceção à regra; estamos diante da exposição de um método e de um jeito de entender a coisa pública. Aliás, não falta apenas substância a esse discurso de Lula; faltam também os sensos de decoro e de ridículo. Fazer a defesa de uma tese em causa própria numa solenidade voltada à defesa da Justiça é só mais uma ação imprópria deste senhor, cuja atuação política nunca primou pelo respeito às instituições.
Segundo Lula, "setores partidários e da imprensa fazem tábula rasa de sagrados princípios do Estado de Direito". Eis aí: trata-se de mais uma tentativa, a enésima, de intimidar a imprensa, buscando vincular o seu trabalho a uma forma de antipetismo. Ora, se, ao revelar os bastidores dos descalabros que atingem o país, o jornalismo esbarra em interesses do PT, e preciso que a gente apele à lógica para constatar: é o PT que está comprometido demais com os descalabros.
Essa não é, de resto, a fala típica de Lula. Esse texto meio pomposo deve ter sido redigido por algum estafeta. O dono do PT deve desconhecer o conceito de "tábula rasa". Certamente não se referia a tertúlias herdadas de Platão e Aristóteles, atualizadas por John Locke. A Lula não interessa saber se o homem traz consigo ideias inatas ou se nasce oco de verdades, adquirindo-as ao longo da vida. Ele já deixou claro que especulações filosóficas lhe dão sono. Dorme até lendo livros do Chico Buarque - e, nesse particular apenas, como censurá-lo?
Lula, sim, construiu a sua carreira política fazendo "tábula rasa" dos que vieram antes. Ele, sim, procurou raspar a tábua das biografias alheias, para sobrepor ao antigo escrito a sua própria versão da história. Foi assim que inventou uma suposta herança maldita e cravou o bordão "Nunca antes na história deste país", como se o Brasil tivesse sido descoberto e fundado pelo PT.
Lula reclama agora porque, com efeito, a sua herança maldita reduziu a Petrobras a um sexto do que ela chegou a valer no mercado. E, nunca antes na história deste país, se viram escândalos da magnitude do mensalão e do petrolão.
De resto, quem é Lula para reclamar do vazamento de investigações? Incrustado na máquina do estado e nos três Poderes da República, o PT sempre usou o acesso a informações privilegiadas sobre a vida dos indivíduos para fazer política e para defender os próprios interesses. Ou a quebra informal do sigilo bancário do caseiro Francenildo dos Santos Costa não restará para a história como o emblema da mobilização da máquina do estado contra um homem pobre que teve a má sorte de se ver em meio a um enredo macabro protagonizado pelo partido?
Esse Lula moralizador dos costumes, esse Catão de fancaria, não convence ninguém. O PT, sim, tentou manipular a história e está sendo desmoralizado pelos fatos.
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"

Feliz Natal


Foto-Cartão



Votos de alegres Festas Natalinas e que 2015 seja de muita Paz e Realizações.

Abraços de Robinson e Marilusa

Boas Festas e Feliz 2015


Mais um “Fragmentos da História de Feira de Santana”



O sétimo volume da coleção "Fragmentos da História de Feira de Santana", com os DVDs 13 e 14, está pronto para ser lançado, em março do próximo ano, pela Fundação Senhor dos Passos, através do Núcleo de Preservação da Memória Feirense.
Contém "Clube de Campo Cajueiro - 30 Anos", acervo Dázio Brasileiro Filho; "Comenda Filinto Bastos - Antonio Santana", acervo Marcus Santana; e "Eurico Alves Boaventura - 100 Anos", acerco Academia Feirense de Letras, no primeiro disco. Mais: "Jóias da Princesa - Casario Fróes da Motta", acervo Marcílio Tavares Costa; "Santa Casa de Misericórdia de Feira de Santana - 150 Anos de História", acervo João Batista de Cerqueira; e "Bloco Periquito (Micareta)", acervo Jader Marques.

Sem prestígio

Nenhum nome de Feira de Santana no secretariado, ainda parcial, do governador diplomado Rui Costa (PT). Nem o deputado estadual José Neto, nem Jairo Carneiro, nem Eliana Boaventura, nem fulano, nem beltrano, muito menos sicrano.
Mais uma vez demonstrado o prestígio às avessas de Feira de Santana junto a governo petista.
Mas, André Curvello, secretário de Comunicação Social, foi secretário de pasta similar em Feira de Santana no governo do prefeito João Durval Carneiro; e Maurício Barbosa, que continua secretário da Segurança Pública, é filho de Ana Maria e Arnon Lima Barbosa, que residiram nesta cidade.

Plano Diretor existe

Políticos de oposição, jornalistas, radialistas e curiosos têm mostrado falta de conhecimento sobre a existência do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PPDU) de Feira de Santana. Também, a insistência deles pode ser ignorância ou má fé.
Informar que o Plano Diretor é composto de quatro leis, que sofrem atualizações constantes.
Tem a Lei Complementar nº 086, de 24 de setembro de 2014, que altera, amplia e dá nova redação à Lei nº 1.615/1992, que institui a Lei de Ordenamento do Uso e da Ocupação do Solo na Área Urbana do Município de Feira de Santana e revoga a Lei Complementar nº 046, de 19 de agosto de 2010, que dispõe o Sistema Viário das Áreas de Expansão Urbana da Cidade de Feira de Santana.
Também a Lei nº 3.473, de 24 de setembro de 2014, que dispõe sobre nova redação para o Código de Obras e Edificações do Município de Feira de Santana, revogando integralmente a Lei Municipal nº 623/1969.
Ainda, a Lei Complementar nº 1.612/1992, que instituiu o Código do Meio Ambiente e dispõe sobre o Sistema Municipal do Meio Ambiente para a administração da qualidade ambiental, proteção, controle e desenvolvimento do meio ambiente e uso, adequado dos recursos naturais no Município de Feira de Santana.
Por fim, a Lei nº 66, que cria a Política Habitacional do Município de Feira de Santana, como Lei anexa à Lei 1.612/92, do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano de Feira de Santana.

Aumento do ICMS sobre gasolina é aprovado com voto contrário da oposição

A alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que incide na gasolina sofrerá aumento de 3% a partir de abril de 2015. O projeto, de autoria do Poder Executivo, foi aprovado na Assembleia Legislativa no início da noite de quarta-feira, 17, com votos contra da oposição. "Votei contra esse projeto, pois quero estar com a consciência tranquila, de que não coloquei nesse aumento as minhas impressões digitais", afirmou o deputado estadual Carlos Geilson (PTN).
Após o governador sancionar esse aumento, a alíquota do ICMS vai subir de 27% para 30%, e a Bahia será, juntamente com o Rio de Janeiro, o estado que mais tributa no país. Atualmente de cada litro de gasolina comprado, 0,85 centavos é de ICMS. "O povo da Bahia não suporta mais tanto imposto, a carga tributária é perversa. Senhor Rui Costa, em sua campanha era pregado que a Bahia desfrutava de saúde financeira, mas não é isso que estamos percebendo. Não é isso que estamos sentindo no bolso. A máscara caiu, esse aumento é a verdadeira prova do buraco que se criou nas contas do Estado", criticou.
Segundo Geilson, o aumento dos combustíveis resulta num efeito cascata, atinge dos mais favorecidos aos mais carentes. Ele ainda protestou sobre a forma de encaminhamento do projeto ao plenário. "Um projeto dessa importância não pode chegar ao plenário sem passar pelas comissões. De que adianta o funcionamento das comissões, se o governador faz pouco caso delas e joga os projetos diretamente para o plenário, sem que sejam discutidos?", questionou o deputado.
(Com informações de Núbia Passos, da Assessoria de Comunicação do Deputado Carlos Geilson)


José Umberto e o livro "cinema demais"

Caro Dimas,
Recebi "cinema demais" e agradeço a sua cordialidade.
Lerei o livro, logo logo... mas, de antemão, sei de se tratar de uma obra que engrandece o cinema e, por tabela, enaltece a cultura de Feira de Santana. Ele revela que a comunidade feirense está antenada com a sétima arte, o que é um sintoma de civilidade. Atualmente, um cidadão culto necessariamente tem que estar em sintonia perfeita com o audiovisual. Essa conexão coloca a pessoa no bojo de uma técnica, uma linguagem,
uma história e de um sentimento elevado do mundo. Pois o cinema é esse tête-a-tête com a fisionomia da humanidade. E "cinema demais" insinua um olhar de modernidade ou o espelho de avanço diante da imagem e do som, matéria de que somos moldados e espírito de que somos feitos.
Um abraço de
José Umberto - Cineasta e escritor

Boas Festas e um Ano Novo repleto de conquistas e realizações de sonhos


"cinema demais" na Livraria D. Pedro II

O livro "cinema demais ou era uma vez dezenas de filmes comentados e a situação do cinema em feira de santana" (na vitrine com outros livros de autores feirenses), de Dimas Oliveira, está disponível em vários pontos de venda - R$ 30,00, o exemplar - da cidade, como a Livraria D. Pedro II, na avenida Senhor dos Passos, bem no centro.