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domingo, 17 de dezembro de 2017

Filarmônica 25 de Março faz apresentação no Natal Encantado



1. Maestro Miro, regente no passado
2. Tony Neves, regente hoje

A banda da Sociedade Filarmônica 25 de Março vai apresentar neste domingo, 17, no coreto da praça Monsenhor Renato Galvão, às 16 horas, no primeiro dia das festividades do Natal Encantado realizado pela Prefeitura.
Neste local será atualizado aquilo que os feirenses desde o final do século XIX tem o hábito de ouvir e se emocionar, as belas retretas que ocorriam nos coretos da cidade, local esse o qual, a cidade viu a partida de seus pracinhas para a Segunda Guerra Mundial e sua chegada, comemorando a vitória da Força Expedicionária Brasileira em terras "inimigas", com a bela tocata das filarmônicas da cidade, exaltando a vitória dos pracinhas.   
Com a reativação da Sociedade Filarmônica 25 de Março, hoje os feirenses podem relembrar o passado e reavivar a identidade cultural, com a preservação e manutenção da história do município. 
Umas das ações do processo de reativação da banda que merece destaque, é a Escola de Música Maestro Estevam Moura, que vêm formando novos músicos para a banda e para cidade, resgatando através da juventude a história cultural e identidade da mesma.
Todo esse trabalho colocou Feira de Santana em destaque nacionalmente: o maestro Antônio Carlos Neves ganhou recentemente o prêmio Culturas Populares Leandro Gomes de Barros, realizado pelo Ministério da Cultura (MinC), com 1.336 inscritos para categoria mestres. Para o jovem Tony Neves, só reafirma o trabalho que vem sendo feito dentro da Filarmônica com os alunos da escola de música e seus veteranos músicos, e o caminho que  já foi construindo por grandes mestres como Estevam Moura, maestro Miro, Tertuliano Santos e outros que passaram, isso mostra a grandiosidade da tradição cultural de Feira de Santana". 
A Filarmônica 25 de Março encerra suas atividades de 2017 com esplendor, em sua última tocata numa edificação a qual foi elaborada para a apresentação desse estilo de banda.
(Com informações de Felipe Farias)

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Coitadinho do cinema brasileiro que está fora do Oscar

"Bingo: O Rei das Manhãs" está de fora da disputa pelo Oscar de Melhor Filme de Língua Estrangeira. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood anunciou na quinta-feira, 14, os nove filmes que avançam para a próxima fase da votação e o drama brasileiro não está entre eles. "Bingo" foi anunciado como concorrente para uma vaga ao prêmio em setembro. 
O filme é inspirado na vida de Arlindo Barreto, ex-intérprete do palhaço Bozo e foi exibido em Feira de Santana, no Orient Cineplace Boulevard, entre 24 de agosto.
A indicação para o prêmio é feita em duas etapas. Ao todo, 92 filmes foram indicados para a primeira fase.
A lista final de concorrentes ao Oscar será anunciada em 23 de janeiro de 2018. A premiação acontece no dia 4 de março, em Hollywood.
Confira os nomes dos nove filmes que seguem na disputa para uma vaga de indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro: "A Fantastic Woman", de Sebastián Lelio, do Chile; "In the Fade", de Fatih Akin, da Alemanha; "On Body and Soul", de Ildikó Enyedi, da Hungria;  "Foxtrot", de Samuel Maoz, de Israel; "The Insult", de Ziad Doueiri, do Líbano;  "Loveless", de Andrey Zvyagintsev, da Rússia; "Felicité", de Alain Gomis, do Senegal;·  "The Wound", de John Trengove, da África do Sul; e "The Square", de Ruben Óstlund, da Suécia.
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Um mês do novo cinema



Com um mês de funcionamento, o CineSercla América Outlet abriu ao público no dia 15 de novembro com lançamentos dos filmes "Liga da Justiça", que também entrou no Orient Cineplace; "Big Pai, Big Filho", pré-estreia de "Pai em Dose Dupla 2", como no concorrente; e entrou com "Thor: Ragnarok", que já estava em cartaz há três semanas no cinema do Boulevard.
No primeiro mês do novo cinema, 10 filmes exibidos, sete deles juntamente com o Orient - além dos já citados "Liga da Justiça", "Pai em Dose Dupla 2" e "Thor: Ragnarok", apresentou "Assassinato no Expresso do Oriente", "Os Parças", "Extraordinário" e “Star Wars: Os Últimos Jedi", os três últimos em exibição. Com exclusividade, apenas três títulos - "Big Pai, Big Filho", "A Estrela de Belém" - que teve pré-estreia no concorrente -, e "Perfeita É a Mãe", os dois últimos em exibição.
Os que imaginavam que o cinema apresentaria "filmes de festivais internacionais", "filmes para público adulto", "filmes legendados" podem estar decepcionados.
No Facebook, Charles Marques reclama: "De que adianta um cinema novo com cinco salas, sendo uma vip, e em todas elas passarem os mesmos filmes do concorrente? Queremos ao menos, duas dessas salas com programação diferenciada da concorrência, senão dá a impressão de ser um cartel, monopolizando a exibição dos filmes".
Diz mais: "Daí não vale a pena o deslocamento, para ter que assistir aos mesmos filmes". 
O certo é que a programação segue a tendência do mercado, com a maioria das sessões com cópias dubladas - uma imposição do sistema - e praticamente os mesmos filmes do cinema concorrente, pois são os filmes disponíveis a cada semana.

"Plano B de Lula é 'dominar o Congresso"'



Lula nega publicamente que exista plano B, se for mesmo impedido de disputar a Presidência em 2018, mas em conversas reservadas deixa claro que a alternativa é eleger a maior bancada possível de deputados federais e senadores para "tomar o Legislativo". Ele não cita outro petista, como o ex-prefeito paulistano Fernando Haddad disputando o Planalto. O sonho de Lula é dar ao PT o poder exercido pelo "centrão".
A inspiração
O plano B de Lula é inspirado no PMDB, cujo apoio viabilizou seu próprio governo e a falta dele acabou por inviabilizar o governo Dilma.
Busca do comando
O partido de maior bancada indica presidentes da Câmara e Senado. Lula segredou a amigos que deseja ver o PT dominando o Congresso.
Garoto propaganda
Lula admite que ficará inelegível, mas solto. Por isso planeja percorrer o País tentando eleger o maior número possível de parlamentares.
Estratégia do poder
O PMDB, que não tem candidato próprio à Presidência desde 1989, faz parte da base aliada dos governos federais desde a década de 1990.
Fonte: Cláudio Humberto

"Use a história de Star Wars para pregar a Cristo, pede autor"

O filme "Star Wars: Os Últimos Jedi" está em cartaz mundialmente e deve ser um sucesso de bilheteria como todos os outros da franquia. Há 40 anos, o primeiro filme da saga (terceiro na cronologia) chamado "Guerra nas Estrelas" iniciava uma mudança na maneira como as pessoas se relacionavam com o cinema.
Estima-se que todos os filmes e produtos relacionados com o nome Star Wars geraram cerca de 37 bilhões  de dólares até hoje, tornando-se a franquia mais bem-sucedida da história. Desde 1977, os sabres de luz, os androides e os alienígenas fazem parte do imaginário de milhões de pessoas no mundo todo.
A ideia dessa "força" que controla o universo extrapolou as telas e chegou a inspirar uma seita/filosofia que em várias partes do mundo exige ser reconhecida como uma religião legítima. 
Contudo, desde que o primeiro filme se popularizou, alguns cristãos criticavam a mensagem, dizendo que George Lucas estava divulgando ideias do hinduísmo, que era parte de uma "conspiração satânica" que visava instalar a Nova Era nas mentes das crianças. Esses mesmos críticos subiram o tom após o lançamento do segundo filme, "O Império Contra-Ataca", principalmente por causa do personagem Yoda, cujo nome parecia muito com "yoga" e ele ensinava o ocultismo a seu discípulo Luke, principalmente sobre como mover coisas apenas com seu pensamento.
Por outro lado, alguns defensores insistiam que Star Wars continha temas cristãos, como o bem vencendo o mal, a virtude do sacrifício e o poder da redenção. Essa última ideia ficou especialmente óbvia no "Retorno de Jedi", quando Darth Vader se volta contra o imperador para defender Luke, que se recusava a se voltar para o "lado negro" da Força.
Autores cristãos fizeram avaliações apaixonadas desse tipo de paralelo em livros como "O Evangelho Segundo Star Wars" (John C. McDowell), "Star Wars e Jesus" (Caleb Grimes) e "Encontrando Deus em uma Galáxia Muito, Muito Distante" (Timothy Paul Jones). O escritor Paul Kent escreveu inclusive um devocional de 40 dias, "A Força Real", alternando passagens bíblicas com trechos dos filmes.
Agora que um novo episódio é lançado, a questão volta a incomodar: os filmes Star Wars são bons para os cristãos? Ou são perigosos? Seriam apenas uma forma de entretenimento?
Lee Grady, que por 11 anos foi editor da Charisma, maior revista pentecostal do mundo, escreveu sobre isso em um longo artigo esta semana. Para ele, não devemos "demonizar" um filme apenas porque não mostra aquilo que aprendemos na escola bíblica dominical.
"Eu não protegi meus filhos dos contos de fadas, mesmo que essas histórias tivessem magia ("Cinderela", "Pinóquio"), uma bruxa má ("O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa") ou um fantasma. Na verdade, acredito que Deus pode usar a ficção criativa para nos ensinar e inspirar", insiste Grady, que hoje trabalha em uma missão humanitária.
Para o líder cristão, há lições importantes na série. "Eu gosto de boas histórias. Adoro histórias em que os bons ganham, os maus perdem e o pior homem percebe que cometeu um erro e decide mudar. Eu amo histórias que ilustram os valores que quero na minha vida, mesmo que o cenário seja um planeta fictício (como Alderaan ou Tatooine). Esse é o apelo de todos os filmes da Star Wars. Eles nos falam, de modo profundo, sobre temas importantes como perdão, coragem e virtude. Eles enfatizam fé, esperança e amor", defende.
Obviamente, ele não acredita que Star Wars pretende ensinar teologia. "Eu não acredito que a Força é a mesma coisa que o Deus da Bíblia (e sim, há ideias hinduístas e budistas nessa mistura). Mas acredito que posso usar a história da Star Wars para ajudar uma pessoa a entender o cristianismo. Esse é o trabalho de um sábio evangelista - ele pode usar uma referência cultural, um mito, uma música pop ou um filme para pregar o evangelho", avalia.
Para Grady, se o apóstolo Paulo estivesse por aqui hoje, possivelmente iria ao cinema assistir Star Wars - e coletar material para seu próximo sermão. O paralelo se justifica na busca de Paulo para ser relevante diante da cultura. Ele disse: "Fiz-me tudo para todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns" (1 Coríntios 9: 22).
Como muitos outros teólogos, Grady acredita que a Igreja precisa aprender a "falar a mesma língua que a cultura". Paulo frequentemente usava a poesia popular de seu tempo para alcançar os incrédulos. Quando pregou em Atenas, cita dois poetas seculares para descrever o vasto propósito de Deus, de uma maneira que fazia sentido para seu público pagão. Ele estava citando Epimênides quando disse: "Porque nele [Deus] vivemos, e nos movemos, e existimos" (ver Atos 17: 28).
De muitas maneiras, a nossa cultura hoje é muito parecida com Atenas do primeiro século. Para muitas pessoas, "Os Últimos Jedi" transmitirá ideias religiosas. Portanto, conclui Grady, "devemos estar atentos para aqueles que estão buscando o significado da vida e acreditam na mensagem de um filme".
Podemos usar isso para iniciar um diálogo com eles, testemunhando como a única "força" que muda as coisas é a que vem de Deus. Aos que gostariam de ver uma "Guerra nas Estrelas", é possível mostrar a eles o que diz Apocalipse. Para quem deseja ver o mal (lado negro) vencido, nada melhor do que apresentar a cruz de Cristo.
Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

PIB de Feira de Santana é o 34º do Brasil

O Produto Interno Bruto (PIB) de Feira de Santana 2010-2015, divulgado nesta quinta-feira, 14, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é de R$ 11.961.848,00. 
É o terceiro entre os municípios da Bahia, 12º entre os municípios do Nordeste e 34º no Brasil


"Um árabe islâmico relata: A verdadeira resposta palestina ao discurso de Trump sobre Jerusalém"

                         Imagem: Captura de tela do video CBS News

Por Bassam Tawil
Não mais do que três horas depois que o presidente dos Estados Unidos Donald Trump, telefonou ao presidente da Autoridade Palestina Mahmoud Abbas, para informá-lo sobre sua intenção de transferir a embaixada dos EUA de Tel Aviv para Jerusalém, um sem-número de fotojornalistas palestinos receberam um telefonema de Belém.
Os telefonemas vieram de "ativistas" palestinos, convidando os fotógrafos a irem à cidade para documentar um "acontecimento importante". Quando os fotógrafos chegaram, descobriram que o "acontecimento importante" nada mais era do que meia dúzia de gatos pingados de "ativistas" palestinos que se dispuseram a queimar posters de Trump na frente das câmeras.
Os "ativistas" aguardaram pacientemente enquanto os fotojornalistas e cinegrafistas montavam seus equipamentos para registrarem o "acontecimento importante". Logo, a mídia já estava toda alvoroçada com relatos sobre "manifestantes palestinos furiosos tomando as ruas para protestar" contra a intenção de Trump de transferir a embaixada para Jerusalém e o reconhecimento da cidade como a capital de Israel. As filmagens da meia duzia de gatos pingados palestinos queimando as fotos de Trump foram feitas de tal forma para que parecesse que faziam parte de um gigantesco protesto avassalando as comunidades palestinas.
A cena mostra mais um caso do conluio entre os palestinos e os meios de comunicação, cujos representantes estão sempre ávidos em servir de porta-vozes da máquina de propaganda palestina e proporcionar uma plataforma aberta para transmitir ameaças dos palestinos contra Israel e os Estados Unidos.
Se os fotógrafos e os cinegrafistas não tivessem aparecido para registrar a "espontânea" queima das imagens, os ativistas palestinos teriam sido obrigados a debandarem, com o rabo entre as pernas, de volta para um dos coffee shops de Belém.
Até aqui nada de mais, nada incomum: os ativistas palestinos estão cansados de saber que os repórteres, tanto locais quanto estrangeiros, estão sedentos por sensacionalismo e, o que melhor para sair bem na fita do que pôsteres de Trump em chamas bem no lugar do nascimento de Jesus na véspera de Natal, quando milhares de peregrinos e turistas cristãos estão se dirigindo para a cidade?
Ao maquiar a "cerimônia" da queima de pôsteres como reflexo da fúria generalizada dos palestinos quanto à política de Trump em relação a Jerusalém, a mídia internacional está sendo mais uma vez cúmplice na disseminação da propaganda dos formadores de opinião palestinos. Líderes e porta-vozes palestinos dão tudo de si para criarem a impressão de que a política de Trump no tocante a Jerusalém incendiará a região. Eles também se esforçam ao máximo para mandar a mensagem ao povo americano de que a política de seu presidente põe em perigo suas vidas. Com efeito, a mídia se ofereceu para servir à campanha de intimidação dos palestinos. E a confluência da mídia na farsa da queima de pôsteres em Belém é só o começo.
Agora que os palestinos conseguiram, com a ajuda da mídia, incrustar essas imagens nas mentes de milhões de americanos, eles planejam encenar mais protestos. Objetivo: aterrorizar o povo americano e forçar Trump a rescindir sua decisão sobre o status de Jerusalém. Essa tática de intimidação através da mídia não é nova. Na verdade, ela vem acontecendo há décadas, em grande parte graças à adesão da grande mídia do Ocidente.
A esta altura, jornalistas palestinos e ocidentais já foram convidados a cobrir uma série de protestos programados pelos palestinos para os próximos dias e semanas em resposta à política de Trump. Os jornalistas, incluindo fotógrafos e cameramen, receberam planilhas detalhadas especificando data e hora das manifestações que terão lugar em diferentes regiões da Cisjordânia e da Faixa de Gaza. Aos jornalistas foram prometidas mais cenas de fotos de Trump e da bandeira dos EUA em chamas. Foram até dadas dicas a jornalistas sobre os locais onde os "confrontos" irão ocorrer entre os arruaceiros palestinos e os soldados da Força de Defesa de Israel. Em outras palavras, os jornalistas foram informados exatamente onde deveriam estar para documentar os palestinos atirando pedras contra os soldados, juntamente com a previsão da resposta da FDI.
O engraçado é que, se por alguma razão os cameramen não aparecerem, os "ativistas" também não aparecerão. No mundo palestino, tudo gira em torno da manipulação da mídia e do recrutamento dela em favor da causa palestina. E a causa é sempre atacar Israel e atacar Trump não fica muito atrás.
Sim, os palestinos irão protestar nos próximos dias contra Trump. Sim, eles tomarão as ruas e atirarão pedras contra os soldados da FDI. Sim, eles queimarão imagens de Trump e bandeiras dos Estados Unidos. E sim, eles tentarão perpetrar ataques terroristas contra os israelenses.
"Quando estamos em nossas salas de estar assistindo aos noticiários transmitidos da Cisjordânia e da Faixa de Gaza, por que não nos perguntamos: quantos desses 'eventos' não são, de fato, paródias da mídia? Por que os jornalistas se deixam levar pela máquina de propaganda palestina que vomita ódio e violência da manhã até à noite? E por que os jornalistas exageram e agravam as ameaças de violência e anarquia dos palestinos?
Primeiro, muitos jornalistas querem agradar seus leitores e editores, oferecendo-lhes histórias que apresentam uma imagem negativa de Israel. Segundo, há também aqueles jornalistas que acreditam que escrever histórias anti-israelenses os ajudarão a ganhar prêmios de diversas organizações autoproclamadas de defesa da moral. Terceiro, muitos jornalistas acreditam que escrever artigos anti-Israel lhes darão acesso aos assim chamados grupos 'liberais' e a um clube fechado, exclusivo, teoricamente 'esclarecido' que romantiza estar 'no lado direito da história'. Eles não querem ver que 21 estados muçulmanos procuraram por muitas décadas destruir um único estado judeu, eles acham que se os jornalistas forem 'liberais' e 'de mente aberta', eles têm que apoiar os 'coitadinhos', que eles acreditam serem 'os palestinos'. Quarto, muitos jornalistas veem o conflito como sendo entre bandidos (supostamente os israelenses) e mocinhos (supostamente os palestinos) e que é dever deles ficarem do lado dos 'mocinhos', ainda que os 'mocinhos' estejam praticando atos de violência e terrorismo."
Não faz muito tempo, mais de 300 fiéis muçulmanos foram massacrados por terroristas também muçulmanos enquanto eles oravam em uma mesquita no Sinai, Egito. Essa tragédia provavelmente foi coberta por menos jornalistas do que o episódio orquestrado sobre o poster de Trump em Belém. Houve alguma comoção no mundo árabe e islâmico? Agora se fala sobre "dias de fúria" nos países árabes e muçulmanos em sinal de protesto contra Trump. Por que não houve "dias de fúria" nos países árabes e islâmicos quando mais de 300 fiéis, entre eles muitas crianças, foram massacrados durante as rezas da sexta-feira?
Já está mais do que na hora de certa autoreflexão por parte da mídia: eles realmente querem continuar servindo como porta-vozes dos árabes e muçulmanos que intimidam e aterrorizam o Ocidente?
Os jornalistas mancomunam diligentemente com a Autoridade Palestina e o Hamas para criarem a falsa impressão de que eclodirá a Terceira Guerra Mundial se a embaixada dos EUA for transferida para Jerusalém. Centenas de milhares de muçulmanos e cristãos foram massacrados desde que teve início a "primavera árabe" há mais de seis anos. Eles foram mortos por terroristas muçulmanos e outros árabes. O derramamento de sangue continua até hoje no Iêmen, Líbia, Síria, Iraque e Egito.
Não se deixe enganar: os prometidos "rios de sangue" jorram nesse exato momento. No entanto, é a faca de árabes e muçulmanos que corta a garganta de irmãos árabes e muçulmanos que é a fonte desta torrente vermelha e não uma declaração feita por um presidente dos EUA. Talvez isso possa finalmente ser um evento que vale a pena cobrir pelos itinerantes repórteres da região?
Bassam Tawil é árabe muçulmano, radicado no Oriente Médio.
Publicado no site do Gatestone Institute  https://pt.gatestoneinstitute.org
Tradução: Joseph Skilnik
Fonte: http://midiasemmascara.org

Cinemas oferecem opção de compra de ingresso pela Internet

Para escapar de filas e garantir um lugar na plateia do cinema para ver o filme que você quer tanto assistir, a opção de comprar ingressos pela Internet. 
Os dois cinemas de Feira de Santana operam com sites diferentes com o sistema de venda de ingresso:
Orient Cineplace Boulvard: https://www.ingresso.com/salvador/home/
Cine Sercla América Outlet: http://www.hypertech.com.br/htticket/


Boulevard Shopping funciona em horários especiais neste fim de ano

O Boulevard Shopping conta com horários especiais de funcionamento neste mês de dezembro, para que seus clientes possam ter mais tempo e comodidade para as suas compras de Natal e Ano Novo.
Confira a programação abaixo:
- No período de 15 até 22/12 (exceto domingo): o Shopping estará aberto das 9 às 23 horas. Exceto o Hiper Bompreço, que funcionará das 8 às 23 horas.
- Dia 17/12 (domingo): o Shopping abre mais cedo, das 12 às 22 horas. O Hiper Bompreço, funcionará no mesmo horário.
- Dia 23/12: o empreendimento estará aberto das 9 às 1 do dia 24/12. O Hiper Bompreço funcionará das 8 horas às 0 hora.
- Dia 24/12: o Shopping estará aberto das às 16 horas. O Hiper Bompreço funcionará das 8 às 18 horas.
- Nos dias 25/12 e 1/01/18: O Boulevard estará totalmente FECHADO.
- Dia 31/12 - Funcionará das 9 às 15 horas e o Hiper Bompreço das 8 às 17 horas.

(Com informações da ComunicAtiva Associados)

Último arrasa quarteirão do ano

Daisy Ridley em "Star Wars: Os Últimos Jedi", a partir desta quinta-feira
Foto: Divulgação

Em duas salas e seis sessões no Orient Cinemas Boulevard mais três salas e sete sessões no Cine Sercla América Outlet - são mais de 1.300 salas no Brasil -, com cópias dubladas e legendadas, 3D e em Sala VIP, o lançamento mundial de "Star Wars: Os Últimos Jedi", o oitavo da saga, nesta quinta-feira, 14. Com 150 minutos, é o mais longo filme de toda a saga.
Na trama, tendo dado os primeiros para o mundo Jedi, Rey (Daisy Ridley) se junta a Luke Skywalker (Mark Hamill) em uma aventura com Leia (Carrie Fisher), Finn (John Boyega) e Poe (Oscar Isaac), que desencadeia os mistérios da Força e revelações surpreendentes do passado.
Em 1977, o primeiro filme, "Guerra nas Estrelas", que é o quarto episódio. O segundo filme, em 1980, "O Império Contra-Ataca" é o quinto episódio. Em 1983, com "O Retorno de Jedi", o sexto episódio. O quarto filme realizado, em 1999, "Star Wars: A Ameaça Fantasma”, é o episódio I da série. Na sequência, em 2002, "Star Wars: O Ataque dos Clones", que corresponde ao episódio II da série. O episódio III, "Star Wars: A Vingança dos Sith", realizado em 2005. Em 2015, "Star Wars: O Despertar da Força", sétimo episódio, iniciando nova trilogia. Agora, "Star Wars: Os Últimos Jedi", o oitavo episódio e terceiro de nova trilogia. Em 2016, "Rogue One: Uma História Star Wars".
Como em todos os filmes, ingredientes de ação, aventura, fantasia e ficção-científica.

"Lula deve ser monitorado para evitar sua fuga"



A eventual confirmação da condenação Lula, com sua prisão imediata, vai acionar o esquema de monitoramento das forças de segurança, com o objetivo de frustrar qualquer tentativa de fuga do País. As providências são adotadas sempre que há um réu nessas condições, respondendo em liberdade a recurso de sentença que determina sua prisão. Mas a possibilidade de tumulto reforça os procedimentos.
Rotas mapeadas
Órgãos de inteligência mapearam rotas de fuga para países latino-americanos cujos governantes ofereceram refúgio a Lula.
O dia D é 24
O recurso de Lula será julgado por três desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre, dia 24 de janeiro.
Ameaças à Justiça
Lideranças petistas mobilizando filiados e sindicalistas para "invadir" e tocar o terror em Porto Alegre, para pressionar os magistrados.
Estratégia burra
Tanto Lula quanto seus advogados e adoradores insistem na estratégia pouco inteligente de desqualificar quem vai julgar o ex-presidente.
Fonte: Cláudio Humberto

Disney compra 20th Century Fox

Depois de semanas de rumores, a Disney oficializou a compra de parte da 20th Century Fox por 52,4 bilhões dólares.
A Walt Disney agora detém controle das divisões cinematográficas e parte das televisivas do conglomerado, enquanto o magnata Rupert Murdoch permanece comandando o Fox News e os canais norte americanos do Fox Sports. A transação ainda precisa ser aprovada pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, algo que pode demorar vários meses.
A Disney ainda não anunciou seus planos para as franquias que tem em mãos e isso deve acontecer nos próximos meses.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Programas no Orient Cineplace Boulevard

Semana até 20 de dezembro de 2017
PRÉ-ESTREIA
AS AVENTURAS DE TADEO 2: O SEGREDO DO REI MIDAS  (Tadeo Jones 2: El Secreto del Rey Midas), de David Alonso e Enrique Gato, 2017. Animação. Tadeo, pedreiro e aspirante a arqueólogo, é muito aventureiro. Quando ele descobre que o colar do rei Midas, que transformava tudo que tocava em ouro, existiu de verdade, sai numa jornada com seus amigos rumo a Los Angeles. Mas um problema surge quando Sara, uma de suas amigas, desaparece. Cópia dublada. Classificação: Livre. Duração: 85 minutos. Horário: 13h10, somente no sábado, 16, e no domingo, 17. Sala 4 (261 lugares). 
LANÇAMENTO MUNDIAL
STAR WARS: OS ÚLTIMOS JEDI  (Star Wars: The Last Jedi), de Rian Johnson, 2017. Com Daisy Ridley, John Boyega, Mark Hamill, Carrie Fisher, Oscar Issac, Brenicio Del Toro e Laura Dern. Ação, aventura, fantasia e ficção científica. Após encontrar Luke Skywalker recluso em uma ilha isolada, a jovem Rey busca entender o balanço da Força a partir dos ensinamentos do mestre Jedi. Paralelamente, o Primeiro Império de Kylo Ren se reorganiza para enfrentar a Aliança Rebelde. Não recomendado para menores de 12 anos. Duração: 85 minutos. Horários: 15 e 18 horas, com cópia dublada, e 21 horas, com cópia legendada, na Sala 1 (240 lugares), e 14h20, com cópia legendada, e 17h20 e 20h20, com cópia dublada, na Sala 4 (261 lugares). 
CONTINUAÇÕES
EXTRAORDINÁRIO  (Wonder), de Stephen Chbosky, 2017. Com Julia Roberts, Owen Wilson, Jacob Tremblay e Sonia Braga. Drama. Um menino com uma deformação facial enfrenta os desafios de iniciar seus ensinos em uma escola regular. Em segunda semana. Cópia dublada. Não recomendado para menores de 10 anos. Duração: 114 minutos Horários: 13h20, 15h50 e 20h50. Sala 3 (165 lugares). 
LIGA DA JUSTIÇA (Justice League), de Zack Snyder, 2017. Com Ben Affleck, Gal Godot e Henry Cavill. Ação, aventura, fantasia e ficção-científica. Bruce Wayne alimentado por sua fé restaurada na humanidade e inspirado pelo ato desinteressado de Super-Homem, alista a ajuda de sua nova aliada, Diana Prince, para enfrentar um inimigo ainda maior. Juntos, Batman e Mulher Maravilha trabalham recrutar uma equipe de meta-humanos para se opor a essa ameaça recém-despertada. Mas, apesar da formação desta liga de heróis sem precedentes - Batman, Mulher Maravilha, Super-Homem, Aquaman, Cyborg e The Flash - talvez já seja tarde demais para salvar o planeta de um ataque de proporções catastróficas. Em quinta semana. Cópia dublada. Não recomendado para menores de 12 anos. Duração: 121 minutos. Horário: 18h20. Sala 3 (165 lugares). 
OS PARÇAS, de Halder Gomes, 2017. Com Tom Cavalcante, Whindersson Nunes e Tirulipa.  Comédia. Chantageados e enganados por um tranbiqueiro, Toinho, Ray Van, Pilôra e Romeu organizam uma festa de casamento, sem nenhum dinheiro. Caso falhem, terão que lidar com o maior contrabandista da  rua 25 de Março em São Paulo, que é também o pai da noiva. Não recomendado para menores de 14 anos. Duração: 100 minutos. Horários: 14h40, 16h50, 19 horas e 21h10. Sala 2 (158 lugares). 
ENDEREÇO E TELEFONE
Orient Cineplace Boulevard - Multiplex do Boulevard Shopping, telefax 3225-3185 e telefone 3610-1515 para saber informações sobre programas e horários.
(Com informações do Departamento de Marketing de Orient Cinemas).

Filmes em Exibição no Cine Sercla



Semana até 20 de dezembro de 2017
LANÇAMENTO MUNDIAL
STAR WARS: OS ÚLTIMOS JEDI  (Star Wars: The Last Jedi), de Rian Johnson, 2017. Com Daisy Ridley, John Boyega, Mark Hamill, Carrie Fisher, Oscar Issac, Brenicio Del Toro e Laura Dern. Ação, aventura, fantasia e ficção científica. Após encontrar Luke Skywalker recluso em uma ilha isolada, a jovem Rey busca entender o balanço da Força a partir dos ensinamentos do mestre Jedi. Paralelamente, o Primeiro Império de Kylo Ren se reorganiza para enfrentar a Aliança Rebelde. Classificação: Livre. Duração: 85 minutos. Horários: 14h30, 17h30 e 20h30, com cópia dublada, na Sala 2 3 D (264 lugares); 18 horas, com cópia legendada, e 21 horas, com cópia dublada, na Sala 3 (137 lugares); e 15h20, com cópia dublada, e 20h40 com cópia legendada, na Sala 4 VIP (70 lugares).  
CONTINUAÇÕES
OS PARÇAS, de Halder Gomes, 2017. Com Tom Cavalcante, Whindersson Nunes, Bruno de Lucca e Tirulipa.  Comédia. Chantageados e enganados por um tranbiqueiro, Toinho, Ray Van, Pilôra e Romeu organizam uma festa de casamento, sem nenhum dinheiro. Caso falhem, terão que lidar com o maior contrabandista da  rua 25 de Março em São Paulo, que é também o pai da noiva. Em terceira semana. Não recomendado para menores de 14 anos. Duração: 100 minutos. Horários: 14h35 e 18h50. Sala 1 (264 lugares).
LIGA DA JUSTIÇA (Justice League), de Zack Snyder, 2017. Com Ben Affleck, Gal Godot, Henry Cavill, Jason Momoa, Ray Fisher e Ezra Miller. Ação, aventura, fantasia e ficção-científica. Bruce Wayne alimentado por sua fé restaurada na humanidade e inspirado pelo ato desinteressado de Super-Homem, alista a ajuda de sua nova aliada, Diana Prince, para enfrentar um inimigo ainda maior. Juntos, Batman e Mulher Maravilha trabalham recrutar uma equipe de meta-humanos para se opor a essa ameaça recém-despertada. Mas, apesar da formação desta liga de heróis sem precedentes - Batman, Mulher Maravilha, Super-Homem, Aquaman, Cyborg e The Flash - talvez já seja tarde demais para salvar o planeta de um ataque de proporções catastróficas. Em quinta semana. Não recomendado para menores de 12 anos. Duração: 121 minutos. Horários: 16h30 e 20h50, com cópia dublada, na Sala 1 3D (264 lugares); e 18h20, com cópia dublada. Na Sala VIP (70 lugares).
A ESTRELA DE BELÉM (The Star), de Timothy Reckart, 2017. Animação. Um pequeno e destemido burro, anseia por uma vida que vai além da cota diária de trabalho no moinho da vila. Um dia ele encontra coragem para fugir e finalmente viver as aventuras que tanto sonhou. Em sua jornada, ele logo se alia à uma ovelha que se perdeu de seu bando e a um pombo com aspirações grandiosas. E junto com os três sábios camelos e outros animais de um estábulo, o burrinho e seus amigos se tornam heróis improváveis na maior história já contada, o primeiro Natal. Em terceira semana. Cópia dublada. Classificação: Livre. Duração: 100 minutos. Horário: 14h20. Sala 3. 
PERFEITA É A MÃE 2  (A Bad Mom's Christmas), de Jon Lucas e Scott Moore, 2017.Com Kristin Bell, Cheryl Hines, Mila Kunis, Kathryn Hahn e Susan Sarandon. Comédia. Amy, Kiki e Carla lidam com o estresse familiar da época natalina e com as visitas de suas respectivas mães. Será que elas conseguirão jogar tudo para o alto novamente? Em segunda semana. Cópia dublada. Não recomendado para menores de 16 anos. Duração: 104 minutos. Horário: 16 horas. Sala 3. 
EXTRAORDINÁRIO  (Wonder), de Stephen Chbosky, 2017. Com Julia Roberts, Owen Wilson, Jacob Tremblay e Sonia Braga. Drama. Um menino com uma deformação facial enfrenta os desafios de iniciar seus ensinos em uma escola regular. Em segunda semana. Não recomendado para menores de 10 anos. Duração: 114 minutos. Horários: 14 horas, 16h10 e 20h35, com cópia dublada, e 18h20, com cópia legendada. Sala 5 (146 lugares). 
ENDEREÇO E TELEFONE
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Duas premiações com momentos marcantes de casamentos para fotógrafo feirense



Duas fotografias premiadas na maior associação de fotógrafos de casamento do Brasil, mantendo-se como único representante feirense e segundo lugar na Bahia
1. Fotografia "Gargalhadas Noivos e Padre", premiada na Bride Association
2. Fotografia "Noivo e Pai", premiada na Bride Association

O fotógrafo feirense Murilo Mascarenhas teve duas fotografias premiadas na Bride Association, a maior associação de fotógrafos de casamento do Brasil, registrando momentos marcantes que acontecem durante um casamento. Com essas duas fotografias premiadas Murilo sobe no ranking da associação, sendo o único representante de Feira de Santana e o segundo da Bahia.
Os dois registros foram feitos em casamentos diferentes e mostram cenas de emoção e alegria. Uma mostra um momento do noivo com seu pai emocionados. Vemos as lágrimas e as expressões fortes, que demonstram o alívio daquele momento, que antecede o casamento. Outra foto mostra os noivos e o padre no altar, todos envolvidos numa gargalhada contagiante. A princípio parecem fotografias simples, que podem acontecer em qualquer casamento, no entanto, é preciso um olhar apurado, conexão com as pessoas, concentração e previsibilidade para captá-los no momento certo, no melhor ângulo e com a técnica correta.
Murilo Mascarenhas conta que estes momentos estão sempre propensos a acontecer, mas se não houver preparação e empatia do fotógrafo, podem passar despercebidos. "Eles só dependem de um pequeno estímulo. Mas, não podemos dizer, 'agora se emocione'; é necessário aproximação com as pessoas e bastante delicadeza para que isso aconteça com naturalidade. A confiança é a base do nosso trabalho, dessa forma, a pessoa se sente segura ao seu lado, a ponto de demonstrar os sentimentos que estão mais protegidos; como foi o caso do noivo com seu pai", explica.
Os momentos espontâneos também precisam de atenção, por que acontecem de repente e se o fotógrafo não estiver preparado, perde o registro. Na foto do casal gargalhando, a noiva colocou a aliança no dedo errado; depois que ela terminou de colocar, o noivo retirou o anel calmamente e o devolveu. Ninguém entendeu a princípio, depois ele falou baixinho e a noiva caiu na gargalhada, contagiando todos os que haviam percebido o que tinha acontecido, inclusive o padre. "Nesse caso a gente tem que estar bem posicionado e preparado para agir o tempo todo. Os casamentos podem ter o mesmo ritual, mas cada um tem sua particularidade. E é justamente nisso que estamos focados", afirma.
A fotógrafa Rebeca Mascarenhas, sócia e esposa de Murilo, conta que no álbum de casamento dos seus pais há uma foto dos dois no altar, olhando para o lado direito e sorrindo; sua mãe sempre contou a história por trás daquela foto, mas o motivo daqueles sorrisos não está na fotografia. "Eu só sei por que ela contou, e a foto tem um peso maior por causa disso. Por isso, a fotografia que buscamos precisa ter contexto e precisa contar uma história para qualquer pessoa, sem precisar de intérpretes", revela.
Murilo e Rebeca Mascarenhas atuam como fotógrafos de casamento em Feira de Santana e região desde 2014, e acumulam oito premiações ao longo de sua carreira. 
Para conhecer mais sobre o trabalho deles acesse o site www.murilomascarenhas.com.br.

Dez motivos bíblicos que apoiam a decisão de reconhecer Jerusalém

Rabino observa que Trump apenas segue o que a Bíblia diz sobre a cidade                                                 mais sagrada do mundo

Desde que foi anunciada pelo presidente dos Estados Unidos Donald Trump, a decisão de reconhecer Jerusalém como a capital do Estado de Israel vem sendo o centro das atenções no noticiário internacional.
O rabino Tuly Weisz, que nasceu nos Estados Unidos, mas vive em Israel, além do trabalho religioso é o diretor do site www.Israel365.com. Ele escreveu um artigo onde aponta por que considera que o que está acontecendo é apenas aquilo já previsto nas Escrituras. Defende que a capital do povo judeu foi estabelecida há milhares de anos, portanto o que acontece agora é só uma repetição do que o Antigo Testamento já declarava.
Ele listou 10 motivos bíblicos que mostram como reconhecer a cidade como a capital de Israel era algo inevitável.
1. Jerusalém é mencionada mais de 600 vezes na Bíblia
"Por amor de Sião eu não sossegarei, por amor de Jerusalém não descansarei" (Isaías 62: 1).
Jerusalém é citada 662 vezes na Bíblia. Não há uma única menção de Jerusalém no texto sagrado do Islã, o Alcorão. Tudo que os muçulmanos falam sobre ela ser um local sagrado para o islamismo é uma invenção, sem base histórica.
2. O rei Davi declarou isso há 3000 anos
"Mas, agora, escolhi Jerusalém para o meu nome ali estar e escolhi Davi para governar Israel, o meu povo" (2 Crônicas 6: 6).
O rei de Israel não foi eleito pelo povo nem apontado por um parlamento. Foi o Deus Todo-Poderoso que escolheu Davi como o líder de Israel e Jerusalém como a capital do reino judaico. Dali o rei Davi governou por 33 anos. Embora tenha sido ocupada ao longo dos séculos por diversos impérios estrangeiros, nenhuma outra nação fez de Jerusalém a sua capital além do povo judeu.
O primeiro-ministro Menachem Begin, que governou Israel na década de 1970 e recebeu um Prêmio Nobel da Paz, certa vez foi perguntado por que os judeus não abriam mão da cidade, ele respondeu: "Nós não declaramos que Jerusalém seria nossa capital, foi o rei Davi que declarou isso há 3000 anos".
3. Mesmo no exílio ou na Diáspora, os judeus nunca esqueceram de Jerusalém
"Que a minha mão direita definhe, ó Jerusalém, se eu me esquecer de ti!" (Salmos 137: 5).
Faz parte da tradição judaica fazer uma pausa para refletir sobre a destruição do antigo Templo em Jerusalém. Por exemplo, nos casamentos judeus é comum o noivo declarar: "Se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém, que a minha mão direita murche", e quebra um copo para simbolizar que nenhuma ocasião é completamente alegre enquanto não tivermos de volta o Templo Sagrado.
4. O estado soberano de Israel estabeleceu Jerusalém como sua capital
"Assim diz o Senhor: "Estou voltando para Sião e habitarei em Jerusalém" (Zacarias 8: 3).
O governo israelense decide sobre a economia, dizendo que o shekel é sua moeda nacional, e sobre política afirmando que sua capital é Jerusalém. Colocar uma embaixada em qualquer outra cidade israelense tira de Israel a sua soberania. Israel é o único país do mundo onde as embaixadas não ficam em seu capital funcionando, pelo menos por enquanto.
5. Ao longo da história, a presença judaica permaneceu ininterrupta em Jerusalém
"Judá será habitada para sempre e Jerusalém por todas as gerações" (Joel 3: 20).
Um dos mais conhecidos relatos bíblicos fala sobre Abraão levando seu filho Isaque ao Monte Moriá (hoje chamado de Monte do Templo) para sacrificá-lo como prova de fé.
Foi nesse mesmo local onde Davi estabeleceu a sede do Reino, seu filho Salomão construiu o Primeiro Templo e, depois da destruição desse, o Segundo Templo também foi erguido. Apesar de inúmeras tentativas de eliminarem a comunidade judaica da Terra de Israel, os judeus permaneceram fiéis à cidade mais sagrada do judaísmo.
. Jerusalém é o centro das práticas judaicas
"Venham e subamos a Sião, à presença do Senhor, do nosso Deus"(Jeremias 31:6)
Os judeus fazem referência constante a Jerusalém em suas bênçãos e orações diárias. Na hora das refeições, por exemplo, os judeus pedem ao Todo-Poderoso: “Edifique a cidade sagrada de Jerusalém”. E no final de toda celebração de Yom Kippur [Ano Novo] e Páscoa, declaram fervorosamente: “No ano que vem, em Jerusalém!”
7) Somente Israel protege os locais sagrados de todas as religiões
“Minha casa será chamada casa de oração para todos os povos” (Isaías 56:7).
O judaísmo prega um profundo respeito por todas as religiões monoteístas. Em contraste, quando os muçulmanos controlavam Jerusalém, os antigos locais sagrados judeus e cristãos foram saqueados e desonrados. Depois de 1967, quando Israel voltou a existir, a cidade sagrada voltou a ter liberdade religiosa. Continua aberta a todas as religiões e acolhe milhões de peregrinos vindos de todo o mundo.
8) Os judeus de todo o mundo oram voltados na direção de Jerusalém
“Que o Senhor o abençoe desde Sião, para que você veja a prosperidade de Jerusalém todos os dias da sua vida” (Salmo 128:5).
Toda sinagoga do mundo é construída voltada para Jerusalém. Sendo assim, sempre que um judeu reza, fica de frente para a direção de Jerusalém. Por outro lado, os muçulmanos, mesmo quando estão orando no Monte do Templo, fazem suas orações na direção de Meca, na Arábia Saudita. Os palestinos que vivem em outras partes de Israel viram as costas para Jerusalém, enquanto rezam.
9) Uma embaixada é um pedaço de seu país em Jerusalém
“Virão muitos povos e dirão: “Venham, subamos ao monte do Senhor, ao templo do Deus de Jacó, para que ele nos ensine os seus caminhos, e assim andemos em suas veredas” (Isaías 2:3)
Toda embaixada é considerada uma parte da nação que representa em terra alheia. Quando uma nação colocar sua embaixada na capital de Israel, estará levando para lá uma parte do seu território. É em Jerusalém que ficará (no futuro) o templo do Senhor, como era no passado!
10) A oração por Jerusalém contém uma benção
“Orai pela paz de Jerusalém; prosperarão aqueles que te amam” (Salmo 122:6)
Enquanto os palestinos estão ameaçando protestos com violência e ódio, a essência de Jerusalém emerge do seu sagrado nome hebraico, Yerushalayim. No seu centro está a palavra hebraica “shalom”, que tem diferentes significados em hebraico.
Shalom é uma saudação, a maneira como os amigos se cumprimentam uns aos outros. É assim, por exemplo, que os israelenses atendem o telefone e começam os e-mails. Mas shalom também é uma benção. A paz é o presente mais importante que podemos receber de Deus, seja como indivíduos, famílias e nações.
Sendo assim, é de extrema importância que a cidade mais sagrada do mundo, Jerusalém, tenha paz não só no nome, pois só quando Jerusalém estiver em plena paz, o mundo inteiro pode finalmente desfrutar de paz na Terra. 
Traduzido e adaptado de WND