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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

"Carnaval dos deputados será de duas semanas"

Com sessões só até esta quarta, deputados federais começam a semana de olho da folga de quinze dias para a folia de Carnaval. Sem previsão de corte ou desconto no salário de R$ 33,7 mil, eles deixarão Brasília na tarde deste dia 22 e, em vez de voltar ao trabalho na tarde da Quarta-Feira de Cinzas (1º), como a maioria dos trabalhadores, os deputados federais só voltam ao batente no plenário em 7 de março.
STF volta dia 1º
Em portaria publicada no início do mês, o Supremo Tribunal Federal confirmou retorno aos trabalhos às 14h do dia 1º de março.
Executivo idem
O feriado de Carnaval no governo federal também termina na quarta-feira de cinzas, com expediente normal depois do almoço.
Salário completo
Apesar da folga equivalente à metade de um mês, salário e também a cota parlamentar, de até R$ 45 mil, poderá ser usada integralmente.
Sessão na quinta
O presidente do Senado, Eunício Oliveira, marcou sessão para quinta (2): os senadores só folgam nos dias de folia, ao contrário da Câmara.
Pergunta no espelho d'água
É bom ou ruim para o país o Carnaval malandro dos deputados federais, que vai durar duas semanas?
Fonte: Claudio Humberto

"Notícias falsas? A guerra da esquerda contra a liberdade"

Por Pamela Geller
As elites de esquerda e seus asseclas na (ini)mídia estão levando a cabo uma de suas maiores campanhas publicitárias fictícias, campanha esta que dissimula se tratar de uma notícia importante. O seu último alvo a abater são os "sites de notícias falsas".
Um pouco depois das eleições, o New York Times afirmou que o Google e o Facebook "foram enormemente criticados sobre as notícias falsas em seus sites possivelmente terem influenciado o resultado eleitoral".
Esta própria afirmação revelou-se sendo falsa. As "notícias falsas" não influenciaram o resultado eleitoral, foram as notícias verdadeiras que expuseram o rumo errado que a nossa nação seguia sob a administração de Barack Obama. Mesmo assim, o 'The Times' declarou que "essas grandes empresas retorquiram ao deixar claro que não iriam tolerar esse tipo de desinformação, através do ataque direto às fontes de rendimento de sites de noticias falsas."
Como é que eles fariam isso? "O influente motor de pesquisa do Vale do Silício, o Google, iniciou uma ação na tarde de segunda-feira, declarando que iria banir sites que espalhassem notícias falsas de utilizar o seu serviço de publicidade online. Horas depois, a rede social Facebook atualizou a descrição da sua política de rede de anúncios (Audience Network), que agora refere que não irá mostrar anúncios em sites que exprimam conteúdo ilegal ou enganador, isto de modo a incluir os sites de notícias falsas."
Um porta-voz do Facebook explicou: "Nós atualizamos a política para clarificar de modo explícito que isto é dirigido para as notícias falsas. A nossa equipa continuará a acompanhar de perto todos os potenciais editores e monitorar os existentes para garantir a conformidade."
A controvérsia em torno das "notícias falsas" tornou-se numa mediática história a nível internacional, com os 'Los Angeles Times' a liderar o "movimento", com manchetes como "Want to keep fake news out of your newsfeed? College professor creates list of sites to avoid" (Quer manter as notícias falsas do seu feed de notícias? Professor cria listas de sites a seres evitados); "Fake news writers: 'Hillary Clinton, here are your deplorables'" (Autores de notícias falsas: 'Hillary Clinton, aqui estão seus deploráveis') e "Fake news writers abuse the 1st Amendment and endanger democracy for personal profit" (Autores de notícias falsas violam a Primeira Emenda e põem em risco a democracia visando lucro pessoal).    
Existem teorias da conspiração e fatos da conspiração, e aquilo com que nos deparamos é uma conspiração de esquerda que se faz passar por uma conspiração de direita. Este é o tipo de coisa que não se consegue inventar. Acaba por ser diabólico. Na corrida para as eleições, expus vários sites conservadores falsos que foram criados por esquerdistas de modo a descreditar os verdadeiros sites conservadores. Se alguém se deparar com um site conservador repleto de mentiras, isso fará com que um site verdadeiramente conservador pareça questionável. "Sites de notícias" como o "Baltimore Gazettee o "National Reportestiveram meses a publicar falsidades de modo a influenciar conservadores que tivessem acesso às histórias.
Eu sempre entendi que o objetivo deles foi manchar a cobertura de notícias dos conservadores. Os sites eram criados por eles, com o objetivo de se auto insultarem e desonrar as pessoas afiliadas à direita. Isto é desinformação clássica. São jogadas e mais jogadas…das pessoas que arriscaram a morte de populares ao trazer a prática de Soros de "alugar-um-protesto", vandalizações, roubo e destruição em cidades etc. Mas eu não havia percebido o objetivo real: o fim da liberdade de expressão. Eles querem destruir a liberdade de expressão, algo que está nos seus planos já há algum tempo.
A esquerda está constantemente a pregar a verdadeira democracia, mas eles apropriam-se do poder do modo mais rápido e cruel que podem. Além disso, estão sempre falando de assuntos "controversos" que ou são inexistentes/fabricados, ou que não importam.
Quando um blogger ou um redator de notícias transmite uma notícia incorreta, isso faz dele(a) ou do seu site se caracterizar com de notícias falsas? Se for esse o caso, então deveriam encerrar as redações do 'New York Times', 'The Los Angeles Times', 'The Boston Globe', 'ABC News', 'NBC News', 'CBS News', 'CNN' etc. Eles transmitem informações erradas a toda a hora. Todos os artigos escritos sobre os meus colegas, o meu trabalho ou sobre mim mesmo são falsos. Tudo o que foi escrito em relação ao massacre em massa a uma boate em Orlando foi desinformação e fraude.
Ao efetuar uma errata, isso faz com que a notícia falsa transmitida seja removida?! Tudo isto é uma grande mentira - é uma ofensa à Primeira Emenda, e é um desastre. É fato que o Facebook tem demasiado poder, mas banir "notícias falsas" não é a solução. É esse o modo de Zuckerberg resolver as coisas? Isto até seria engraçado, se não fosse tão hitleriano. Os curadores de notícias do Facebook, mini-Goebbelians, são mais assustadores do que os antagonistas de Kafka. O site devia ser fechado como a empresa Ma Bell. O Facebook não decide o que é bom e o que é proibido. Os fascistas de esquerda não devem e não podem decidir quais as notícias que as pessoas podem e não podem ver. Mas é exatamente isso que nós vemos no Facebook.
Veja estas imagens recentes, da notícia de um duplo homicídio honroso, que foi banida:
Isso não é selecionar "notícias falsas", é apenas mais manipulação pró-islâmica das notícias para manter as pessoas na ignorância em relação aos problemas que vêm com a imigração muçulmana em massa. Em setembro de 2015, a chanceler alemã Angela Merkel influenciou Zuckerberg para censurar posts contrários a invasão de imigrantes. A CNBC informou que ouviu Merkel "confrontar o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, em relação a posts inflamatórios na rede social". Mas que tipo de posts inflamatórios? Publicações terroristas pro-jihad? Não: Merkel estava irritada com mensagens que criticavam a sua política de inundar a Alemanha com imigrantes muçulmanos.
A notícia da CNBC continua: "Num descuido durante um almoço das Nações Unidas no sábado, Merkel foi vista pressionando Zuckerberg sobre publicações na rede social a respeito da onda de refugiados sírios que entra na Alemanha, informou a publicação. O CEO do Facebook respondeu que "precisamos fazer algum trabalho" para reduzir as publicações contra os imigrantes sobre a crise dos refugiados. "Você está trabalhando nisso?" - Perguntou Merkel em inglês, pergunta a qual Zuckerberg respondeu afirmativamente.
O fato de Zuckerberg ter concordado com a ordem de Merkel neste assunto demonstra o quão inescrupuloso ele é.
Isto é tão típico das elites. Eles controlam a política, controlam as redes sociais, controlam a cultura - mas não podem controlar as pessoas. E isso os deixa loucos. Se pudessem, mudariam as pessoas.
Mas isso não é possível. A liberdade de expressão é o alicerce de uma sociedade livre. Sem ela, um opressor pode causar danos sem igual enquanto os seus adversários são silenciados. Devemos lutar ainda mais para defender e preservar essa liberdade fundamental.
Publicado no WND.
Tradução: Vitor Machado
Revisão: Renan Poço
http://tradutoresdedireita.org
Fonte: "Mídia Sem Máscara"

Deus não abençoa Carnaval


"O Carnaval é invenção do diabo/ Que Deus abençoou", cantou Caetano Veloso. A primeira parte da letra está certa, pois Carnaval é festa da carne que tem origens no paganismo da antiguidade, onde se permite tudo. A segunda parte é uma blasfêmia, pois o Senhor não tem nada a ver com a festa. Deus não abençoa Carnaval nenhum.

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Mais uma noite de jazz com Santini & Trio

Neste sábado, 18, a terceira sessão de jazz programada pelo Boulevard Shopping visando proporcionar opção de lazer de qualidade e gratuita.
O Santini & Trio (Foto: Divulgação), composto pelos renomados músicos Rony Santini, Anderson Silva, Flaviano Galo e Rogério Ferrer, apresenta repertório que inclui clássicos de Milton Nascimento, Tom Jobim, Michael Jackson, dentre outros, e promete animar o público na Praça de Alimentação Olney São Paulo, às 19h30, através do Projeto Jazz Boulevard.
Mundialmente consagrado, o jazz é uma manifestação artístico-musical, originária de Nova Orleans, Chicago e Nova York, nos Estados Unidos, cujo surgimento ocorreu por volta do século XX.
(Com informações de Luiza Ribeiro, da Comunicativa Associados)

"Lições da América"



Por Antônio Barreto
Há uma espécie de concurso entre as elites europeias e americanas de esquerda: quem insulta mais Donald Trump? Quem consegue escolher os epítetos mais violentos? Racista, boçal, cretino, sexista, corrupto, inculto e xenófobo estão entre os mais utilizados. Isto para além das classificações brandas de fascista e populista.
No entanto, o problema não é o de qualificar Trump nem de sublinhar a sua incultura e a sua falta de sofisticação. O problema consiste em saber por que razão foi eleito. Contra a opinião sondada e publicada, este senhor foi escolhido por 60 milhões de americanos que, creio, não são todos racistas, machistas, bandidos, milionários, fascistas e corruptos. E, se fossem, a questão era ainda mais difícil: como é possível que houvesse tantos assim?
O problema não é o de classificar os defeitos de Trump e seus apoiantes nem de mostrar como são violentos, intolerantes, xenófobos e déspotas. O problema é o de saber por que razões perderam os virtuosos, os democratas, os liberais, os intelectuais, os jornalistas e os artistas. O problema é o de saber por que razão os pobres, os desempregados e os marginalizados não votaram em quem deveriam votar, isto é, em quem pensa que a solidariedade, a segurança social, o emprego e a igualdade são exclusivos dos democratas e das esquerdas.
As esquerdas em geral, incluindo artistas, intelectuais, jornalistas, liberais americanos e progressistas europeus, não suportam não ter percebido nem ter previsto o que aconteceu. Como não admitem que são, tantas vezes, responsáveis pelas derivas políticas dos seus países.
Já correm pelo mundo explicações fabulosas sobre estas eleições. As mais hilariantes são duas. Uma diz que, além dos machistas e dos racistas, votaram em Trump os analfabetos, os desesperados, os marginalizados pelo progresso, os desempregados e os supersticiosos. A outra diz que o fiasco das sondagens, dos estudos de opinião e dos jornalistas se deve ao facto de os reacionários terem vergonha de dizer em quem votariam! Por outras palavras: quem não presta votou em Trump e quem votou em Trump enganou-nos!
Tal como os democratas em geral, as esquerdas atribuem sempre as culpas das suas derrotas aos defeitos dos outros, da extrema-direita, dos ricos, dos padres, dos fascistas, dos proprietários, dos patrões, dos corruptos e agora dos populistas. Não pensam que os culpados são ou também são eles, os democratas, ou elas próprias, as esquerdas. Raramente se dão conta de uma verdade velha, com dezenas de anos, mas sempre esquecida: as democracias não caem por serem atacadas, não são derrubadas pelos seus inimigos, caem por sua própria responsabilidade, porque enfraquecem, porque se dividem, porque perdem tempo e energias com quezílias idiotas e porque deixam que o sistema político perca de vista as populações. Também, finalmente, porque acreditam nas suas virtudes, porque confiam na sua racionalidade e porque consideram que têm o exclusivo da bondade e da compaixão.
As esquerdas (nas suas versões americana e europeia) apresentam-se cada vez mais como uma soma de sindicatos e de clientelas: mulheres, negros, operários da indústria, desempregados, pensionistas, homossexuais, artistas, intelectuais, imigrantes, latinos ou muçulmanos. Todas as minorias imagináveis, incluindo as mulheres que o não são. Às vezes, resulta. Mas acaba sempre por não resultar. As esquerdas abandonaram as ideias e os direitos universais dos cidadãos e valorizam as suas circunstâncias étnicas, sociais ou sexuais. Como também abandonaram a capacidade de pensar a identidade nacional, entidade ainda hoje vigorosa e reduto de referências pessoais e culturais.
Acima de tudo, a arrogância e a superioridade moral, cultural e política das esquerdas têm destes resultados: afastam-nas do povo e favorecem os inimigos da democracia.
Publicado no Diário de Notícias, de Portugal.
Divulgação: Papéis Avulsos - www.heitordepaola.com
Fonte: "Mídia Sem Máscara"

O show deve continuar



James Stewart, Betty Hutton e Charlton Heston em "O Maior Espetáculo da Terra" 
Fotos: IMDb

Oscar de Melhor Filme e Melhor Roteiro em 1952, o drama romântico "O Maior Espetáculo da Terra" (The Geatest Show On Earth), de Cecil B.de Mille (12.08.1881-21.01.1959), foi revisto neste sábado, 18, no TeleCine Cult.
Penúltimo filme de Cecil B. de Mille, realizador de superproduções - a última foi "Os Dez Mandamentos" (The Ten Commandments), em 1956, "O Maior Espetáculo da Terra" é um grandioso retrato do circo, com seus bastidores e a rivalidade entre seus integrantes.
De Mille - que narra o filme - dizia que o circo é "um incansável gigante em movimento". O espírito é que o show deve continuar, aconteça o que acontecer. O circo utilizado no filme é o Ringling Brothers and Barnum & Bailey. O elenco é formado por Charlton Heston, Betty Hutton, Cornel Wilde, James Stewart, Dorothy Lamour e Gloria Grahame, entre outros. Aparecem como espectadores do circo: Bing Crosby, Bob Hope, Kathleen Freeman, Mona Freeman, Nancy Gates e Van Johnson. No desfile da trupe, aparece William Boyd, o Hopalong Cassidy.
Além dos dois prêmios recebidos, foi indicado nas categorias de Diretor, Figurino e Edição.

"Supremo faz a vítima indenizar o próprio algoz"



Vai sair do bolso do contribuinte, vítima da criminalidade, a indenização ordenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para os presos que reclamam das condições carcerárias. Na prática, o bandido que balear ou estuprar receberá compensação pelo presídio "degradante", ao contrário de sua vítima, levada a hospital público de fato degradante. A vítima não terá do STF ou do Estado nem mesmo pedido de desculpas.
Duas vezes vítima
Entre os contribuintes que vão pagar a indenização ordenada pelo STF estão aqueles que agonizam nos hospitais, vitimados pelo bandidos.
Três vezes vítima
A ocupação de um leito hospitalar pela vítima de crime priva o acesso ao leito de uma pessoa que necessita, pelas vias ordinárias.
Muso inspirador
A ação que encantou o STF é de um bandido condenado por latrocínio, um dos crimes mais covardes e repugnantes. Ele matou para roubar.
Fonte: Claudio Humberto

"Marajás 'mamam' nos Três Poderes do Brasil"



"Marajás" do serviço público recebem supersalários nos Três Poderes, "contornando" o teto constitucional. A malandragem consiste em não incluir na conta dos vencimentos o que chamam de "vantagens" e outros ganhos. Um desembargador de Sergipe recebeu R$ 326 mil em janeiro, enquanto no Tribunal de Justiça do Ceará 26 embolsaram salários superiores ao limite constitucional. Neste ano de 2017, só o governo federal gastará R$ 306,9 bilhões com pagamento de salários.
Meio bilhão ilegais
Somente as "vantagens" dos marajás do Poder Executivo federal somaram R$ 422,4 milhões no mês de dezembro.
Marajás afortunados
O governo federal ainda não divulgou os dados da folha de janeiro, mas em dezembro pagou supersalários a 17 afortunados servidores.
Professor marajá
O campeão do mês foi um professor da Universidade Federal de Juiz de Fora, que embolsou R$ 157 mil em dezembro, além do salário.
Constituição estapeada
O Legislativo tem seus próprios marajás. Somente na Câmara dos Deputados, 21 servidores recebem ilegalmente acima de R$33,7 mil.
Fonte: Claudio Humberto

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

"Televisão: a serviço da mentira globalista"



No Brasil, o índice de sujeição da mídia esquerdista ao projeto globalista chega a 100%.
Emissoras como SBT, Record, Bandeirantes e, com unhas e dentes, a Rede Globo, são, sem margem de erro, completos aparelhos de difusão das resoluções da ONU.

Por Ipojuca Pontes
Como disse antes, a televisão, seguindo ditames do Grande Inquisidor descrito por Dostoievski, adotou o "milagre", o "mistério" e a "autoridade" como elementos fundamentais para subjugar a consciência humana. Solerte, a máquina de fazer doido se fez o mais formidável instrumento de lavagem cerebral por ventura imaginado. Onipresente, ela se infiltrou no cotidiano de cada um e se impôs, sub-repticiamente, como pretenso “Portal da Verdade”, criando uma espécie de segunda realidade onde os fatos importam menos que a versão.    
Circo sem nenhum pão (substância), a TV opera em tempo contínuo, em geral exibindo programação de "baixíssima qualidade" (ponto para Norman Mailer!), quase sempre indigente, repleta de novelas apelativas, talk shows descartáveis, roqueiros desbundados, transmissões esportivas, corridas de auto, lutas, chulos esquetes humorísticos com palhaços, pilantras e outros que tais - tudo com o objetivo de faturar alto e, segundo teóricos da praça, nos livrar do "tedium vitae". Como se sabe, o lado considerado "sério" da TV é exposto em "horários nobres" nos chamados noticiosos, cuja característica principal tem sido espetacularizar a tragédia do cotidiano em flashes tintos de sangue.
É ai que a televisão exerce sua "autoridade" e, no relativismo da informação em cascata, procura condicionar a mente e fazer a cabeça do telespectador. Não se discute: para manutenção do poder a informação significa controle - e controle quer dizer autoridade. Neste aspecto, faz sentido afirmar que a TV integra a administração paralela do Estado (à margem o fato de que é um serviço de concessão pública).
Mas o papel nefasto da televisão vai muito além. Dominada totalmente pelas esquerdas e, curiosamente, pela elite do Clube de Bilderberg, onde pontificam megaespeculadores tipo George Soros e sua Open Society Foundation, a TV incorporou e propaga full-time a agenda da Globalização (ou "Nova Ordem Mundial") que objetiva liquidar com a legitimidade do Estado-nação e impor a supremacia do globalismo - este, tal como a falida União Europeia, a ser controlado por uma burocracia totalitária.       
(Os comunistas e a banca internacional, em nome de um utópico mundo de paz e felicidade, sempre adiado, intuíram que a civilização ocidental e cristã e os princípios conservadores - contrários, por exemplo, ao casamento gay, à liberação da droga e às fronteiras abertas para a imigração terrorista - representam o grande obstáculo para o domínio de um governo global sob a tutela de figuras como Barack Obama, Soros, o tarado Bill Clinton e a caterva parasitária da ONU coletivista).
Assim - desesperados pelo renovado avanço das forças conservadores, representadas pelo Brexit, pela Frente Nacional de Marine Le Pen (N. do E.: sobre a Frente Nacional, vale atentar para os estudos de Cécile Vaissié e outras investigações), o avanço da Alternativa para a Alemanha e a direita italiana, mas, sobretudo, em definitivo, pela vitória e também a postura desafiadora de Donald Trump, resta aos ativistas do globalismo ocidental, diante do espectro da derrota, o apelo de odiar, espernear, inventar, caluniar, distorcer e insistir na mentira deliberada. Além de partir para a guerra total e sem fronteiras da desinformação.
Nos Estados Unidos, salvo a Fox News, 90% das cadeias televisivas (entre elas, CNN, CBS, ABC, NBC) estão a serviço do globalismo ocidental e seus interesses "hegemônicos" (nos quais a patuleia ignara, segundo o mote do Grande Inquisidor, "entra como rebanho manso no jardim do Éden... sem, contudo... deixar de trabalhar".                           
No Brasil, o índice de sujeição da mídia esquerdista ao projeto globalista sobe para 100%. Emissoras como SBT, Record, Bandeirantes e, com unhas e dentes, a Rede Globo, são, sem margem de erro, completos aparelhos de difusão das resoluções da ONU - o que significa propagar o receituário globalista que abarca o abortismo, a legalização da droga, a ideologia "de gênero", o ativismo gay, desarmamentismo, cotas raciais, marxismo cultural - ou sejaxz, tudo aquilo que fere valores individuais, tradições e costumes consagrados no universo de um caráter nacional.
A minoria desvairada se comporta como se maioria fosse. Isto mesmo: para os fanáticos da Globalização a ordem é destruir a todo custo os princípios e crenças que dão sentido à vida das pessoas normais, aquelas que acreditam nos Dez Mandamentos e nos valores transmitidos de pai para filho.
O exemplo vivo dessa mixórdia, percebi assistindo ao programa "Globo News Painel", conduzido com extrema desonestidade intelectual por William Waack, sobre as medidas que o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, tomou para restituir a América aos americanos depois da "razzia" mulçumana de Barack Hussein Obama - que Waack e seus entrevistados entendiam, com visão globalista (no duplo sentido da palavra), como a "era de incerteza".
Sem conceder espaço para um representante do "outro lado", convenção do jornalismo honesto, Waack tinha como convidados três "espíritos acadêmicos". Um deles, Rubens Ricupero, ex-ministro da Fazenda de Itamar Franco, posto para fora do cargo por motivos éticos. (para quem não lembra, em entrevista à própria TV Globo, pensando que estava fora do ar, a figura revelou sua norma de conduta: "No governo, o que é bom se divulga, o que é ruim a gente esconde debaixo do tapete").
Outro "fazedor de opinião" do Painel era Eduardo Viola, professor da UnB, figura prolixa, confusa, falando aos borbotões, e que jamais deveria desinformar em publico antes de concluir breve curso de califasia, arte de falar com boa dicção e elegância. O terceiro convidado, Eduardo Gianetti, economista, também se empenhou em demonizar Donald Trump, sem contextualizar as medidas justas do novo presidente dos EUA.
Todos eles, em uníssono, compunham uma espécie de tribunal de acusação, digno do concebido pelo Grande Inquisidor para levar Cristo à fogueira.     
Voltaremos ao assunto.
* Ipojuca Pontes, cineasta, jornalista, e autor de livros como 'A Era Lula', 'Cultura e Desenvolvimento' e 'Politicamente Corretíssimos', é um dos mais antigos colunistas do Mídia Sem Máscara. Também é conferencista e foi secretário Nacional da Cultura.

Fonte: "Mídia Sem Máscara"

"Como esquerdistas brancos aumentam o crime nas comunidades negras"



Vejamos o que funciona e o que não funciona.
Em 1990, a cidade de Nova York adotou a prática na qual seus policiais podiam parar e questionar um pedestre. Se houvesse suspeita, eles revistariam a pessoa para armas e contrabandos. Esta prática, bem dentro da lei, é conhecida como um "Terry stop".
Depois de duas décadas desse programa proativo da polícia, os homicídios de Nova York caíram de mais de 2.200 por ano para cerca de 300. Os negros foram os principais beneficiários do policiamento pró-ativo.
De acordo com a estudiosa do Instituto Manhattan, Heather Mac Donald, autora de "The War on Cops", homens negros eram a maioria das vítimas de homicídios na cidade de Nova York, portanto, mais de 10 mil negros não estariam vivos hoje se não fosse esse policiamento pró-ativo .
A American Civil Liberties Union e outros grupos esquerdistas interpuseram ação contra o policiamento pró-ativo. Um juiz da corte federal distrital decidiu que o uso do “Terry stop" na cidade de Nova York violava a 14ª Emenda de proteção igualitária, porque negros e hispânicos estavam sujeitos a paradas e revistas numa uma taxa maior do que os brancos.
Mas a maior taxa foi justificada. Mac Donald ressalta que enquanto os negros são 23% da população da cidade de Nova York, eles são responsáveis por 75% dos tiroteios e 70% dos roubos. Os brancos são 34% da população de Nova York. Eles são responsáveis por menos de 2 por cento dos tiroteios e 4 por cento dos roubos.
Se você estiver tentando evitar tiroteios e roubos, em quem você vai concentrar a maior atenção, negros ou brancos?
Em 2015, 986 pessoas foram baleadas e mortas pela polícia. Desse número, 495 eram brancos (50%) e 258 eram negros (26%).
Os esquerdistas consideram os tiroteios por parte da polícia como ataques racistas contra negros. Para resolver este problema, eles querem que departamentos de polícia contratem mais policiais negros.
Acontece que o Departamento de Justiça dos EUA descobriu que os policiais negros em São Francisco e Filadélfia têm estatisticamente maior probabilidade que os brancos para atirar e usar a força contra os suspeitos negros.
Esse achado é consistente com um estudo de 2.699 mortes fatais da polícia entre 2013 e 2015, conduzido por John R. Lott Jr. e Carlisle E. Moody, do Crime Prevention Research Center, mostrando que as chances de um suspeito negro ser morto por um policial negro eram muito maiores do que as probabilidades de um suspeito negro ser morto por um oficial branco.
E pouco se diz sobre policiais mortos. Mac Donald relata que em 2013, 42% dos assassinos de policiais eram negros.
Acadêmicos de esquerda e porta-vozes de direitos civis afirmam que o número desproporcional de negros na prisão é resultado do racismo. Eles ignoram o fato de que a atividade criminosa negra é muito maior do que a de outros grupos raciais. Eles argumentam que a prisão diferencial dos negros é resultado da guerra racista contra as drogas.
Mac Donald diz que as prisões estaduais contêm 88% da população prisional do país. Apenas 4% dos prisioneiros estaduais estão encarcerados por posse de drogas. Ela argumenta que se os criminosos de drogas fossem removidos das prisões da nação, a taxa de encarceramento negro iria cair de cerca de 37,6% para apenas 37,4%.
A grande maioria dos negros está na prisão por causa de crimes violentos - e principalmente contra negros.
Isso nos leva ao aspecto mais trágico do crime negro. As vítimas primárias são pessoas negras que cumprem as leis e que devem conduzir suas vidas com medo. Alguns pais servem as refeições de seus filhos no chão e, às vezes, colocam-nos para dormir em banheiras, de modo a evitar balas perdidas.
O americano médio não vive assim e não toleraria. E isso inclui os esquerdistas brancos que apoiam e dão desculpas para os criminosos.
A pura decência exige que socorramos milhões de pessoas cumpridoras da lei cercadas pelo crime. Por seu lado, os negros devem parar de ser peões para os esquerdistas brancos e apoiar a polícia que está tentando protegê-los.
* Walter E. Williams é professor de economia na George Mason University.
Publicado no Daily Signal.
Tradução e divulgação: Papéis avulsos - www.heitordepaola.com
Fonte: "Mídia Sem Máscara"

"Luta do PC do B agora é para manter boquinhas"



O PCdoB se agarra como carrapato às boquinhas da Agência Nacional de Cinema (Ancine) e a seu orçamento de R$ 1,2 bilhão. Diretores e produtores de cinema regiamente financiados com dinheiro público retribuem defendendo interesses do partido, que "aparelha" a Ancine desde 2005. Em Berlim, protestaram contra a saída de Manoel Rangel Neto da presidência e de Rosana Alcântara da diretoria, prevista para maio. Estão aboletados nos cargos há 12 anos. Rangel integra o comitê central do PCdoB.
Fim da boca livre
Cineastas de festival dizem estar "apreensivos" com a substituição de diretores da Ancine. Eles estão apreensivos é com o fim da "boca livre".
A turma do cachê
Em junho, Michel Temer já presidente, a Ancine fez a turma do filme "Aquarius", que financiou, exibir cartazes "contra o golpe" em Cannes.
Amantes de tetas
O PCdoB premia com cargos na Ancine antigos militantes obrigados a deixar entidades que também "aparelham", como UNE, Ubes etc.
Fonte: Cláudio Humberto

"Liberdade, liberdade"

Por Dimas Oliveira
"Liberdade, liberdade, /Abre as asas sobre nós, /Das lutas, na tempestade, /Dá que ouçamos tua voz... /Nós achamos que é preciso cantar /Agora, mais que nunca, é preciso cantar.  /É preciso cantar e alegrar a cidade... /A tristeza que a gente tem, /Qualquer dia vai se acabar, /Todos vão sorrir, /Voltou a esperança /É o povo que dança /Contente da vida, /Feliz a cantar. /Porque são tantas coisas azuis /Há tão grandes promessas de luz, /Tanto amor para amar de que a gente nem sabe...
Seja o nosso País triunfante, /Livre terra de livres irmãos...
Abraham Lincoln: Pode-se enganar algumas pessoas todo o tempo; pode-se enganar todas as pessoas algum tempo; mas não se pode enganar todas as pessoas todo o tempo!
Voltaire: Não concordo com uma só palavra do que dizeis, mas defenderei até a morte vosso direito de dizê-las!
Mme. Roland, guilhotinada pela Revolução Francesa: Liberdade, liberdade, quantos crimes se cometem em teu nome!
Osório Duque Estrada: E o sol da liberdade em raios fúlgidos, brilhou no céu da Pátria nesse instante!
Castro Alves: Auriverde pendão da minha terra, que a brisa do Brasil beija e balança
Aristóteles: As tiranias são os mais frágeis governos!
John Fitzgerald Kennedy: Não pergunteis o que o país pode fazer por vós, mas sim o que podeis fazer pelo país!
Bernard Shaw: Há quem morra chorando pelo pobre: eu morrerei denunciando a pobreza!
Tiradentes: Cumpri minha palavra: Morro pela liberdade!
Artigo 141 da Constituição Brasileira: É livre a manifestação de pensamento!"
Excertos do espetáculo "Liberdade, Liberdade", de Millor Fernandes e Flávio Rangel, encenado em 1965, que 52 anos depois podem ser utilizados para reflexão sobre a situação do país.
Publicado no jornal "NoiteDia", edição desta sexta-feira, 17


Balaio

Inconveniência
"O senhor respeite o juízo!". Frase do juiz federal Sérgio Moro, da Operação Lava Jato, na segunda-feira, 12, dirigida a um dos defensores de Lula, advogado Juarez Cirino dos Santos, durante audiência do processo penal contra o ex-presidente por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do apartamento triplex do Guarujá. Antes, Moro disse mais ao advogado: "Dr. o senhor está sendo inconveniente", disse Moro.
Também em Feira de Santana
Os grupos "Movimento Brasil Livre" (MBL) e "Eu Vou Pra Rua", que pediram em 2016 o impeachment de Dilma Rousseff (PT) estão convocando novas manifestações em todo o país para o dia 26 de março. Nas redes sociais, estão listadas as pautas do protesto: "Fim do Estatuto do Desarmamento", "Fim do foro privilegiado", "Bom andamento da Lava-Jato", "Contra o fim da Polícia Militar", "Pela reforma trabalhista", "Pela reforma da Previdência", e "Fim das mamatas dos políticos e do judiciário". Em Feira de Santana também vai haver manifestação por essas causas.
Mesa
A Câmara Municipal de Feira de Santana iniciou sua legislatura na quarta-feira, 15. A mesa diretora é composta dos vereadores Reinaldo Miranda (PHS), presidente; Ewerton Carneiro (PEN), primeiro vice-presidente; Marcos Lima (PRP), segundo vice-presidente; Isaías dos Santos (PSC), terceiro vice-presidente; Gerusa Sampaio (Democratas), primeira secretária; Luiz Augusto de Jesus (Democratas), segundo secretário; e Fabiano Souza (PPS), terceiro secretário.
Vice-prefeito
Colbert Martins (PMDB) decidiu que não vai assumir mandato de deputado federal. Continua como vice-prefeito de Feira de Santana.
Debate público
O deputado estadual Ângelo Almeida (PSB) promoveu na noite de ontem um debate público sobre o sistema de transporte público da cidade. O objetivo foi "construir um diagnóstico real do problema enfrentado todos os dias por milhares de feirenses".
Água
O deputado estadual Zé Neto (PT) comemorando o aumento da capacidade de abastecimento de água na região. "Uma das maiores dificuldades que nós temos de muitas décadas em Feira de Santana e região, em pleno semiárido, é a falta de água. Muito já foi feito em busca de uma melhoria, mas ainda resta muito a fazer. Agora foi dado pelo Governo do Estado um passo decisivo nas cidades de Santo Estêvão, Ipecaetá, Serra Preta, Anguera, Antônio Cardoso, Rafael Jambeiro e adjacências". 
Coluna publicada no jornal "NoiteDia", edição desta sexta-feira, 17

Ponto Facultativo no Carnaval

Considerando o caráter nacional das festividades  do Carnaval, o prefeito José Ronaldo de Carvalho decretou:
Artigo 1º - Será considerado facultativo o expediente nas repartições públicas municipais, não sujeitas a regime de plantão, e que não prestem serviços essenciais à população no dia 27 de fevereiro de 2017 (segunda-feira de Carnaval).
Artigo 2º - O expediente das repartições públicas municipais no dia 1º de março de 2017 (quarta será das 13 às 18 horas). 
O Decreto nº 10.188, de 16 de fevereiro de 2017, está publicado na edição desta sexta-feira, 17, do "Diário Oficial Eletrônico do Município de Feira de Santana".

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Com inscrição aberta, Prêmio IEL de Estágio tem novidades



Na edição 2017, instituições de ensino médio, estagiários de ensino médio e órgãos públicos poderão inscrever seus projetos

Reconhecer a atuação de todos os agentes envolvidos no processo de estágio é o objetivo do Prêmio IEL de Estágio, que está com inscrições abertas. A edição 2017 traz novidades. Neste ano, foram incluídas três novas subcategorias na premiação: na categoria Instituições de Ensino Destaque, agora podem participar instituições de ensino médio; na categoria Estagiário Destaque, podem se inscrever estudantes de ensino médio; e a categoria Empresa Destaque, abriu espaço aos órgãos públicos. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas até 30 de abril.
A premiação homenageia empresas com melhores práticas de atração, desenvolvimento e retenção de estagiários; estudantes que se destacam e as instituições de ensino que apoiam e incentivam a prática de estágio durante a formação acadêmica dos alunos.
Na categoria Empresa será avaliada a gestão das práticas do programa de estágio. Podem participar empresas públicas e privadas, além de entidades do terceiro setor de todo o Estado, nas classificações: micro/pequeno, médio ou grande porte, além de órgãos públicos.
Na categoria Estagiário, podem se inscrever estudantes de educação profissional de nível técnico, de ensino superior ou ensino médio. Já na categoria Instituição de Ensino, podem participar instituições de ensino público ou privado, atuantes com educação profissional e/ou educação superior, ou ensino médio.
Para se inscrever no Prêmio IEL de Estágio é preciso efetuar cadastro no site do prêmio (www.premioieldeestagio.org.br), baixar o regulamento, preencher o formulário de inscrição referente à categoria escolhida e enviar as documentações necessárias com informações complementares para validar a inscrição (via e-mail ou entregar na unidade do IEL mais próxima). O IEL garante a confidencialidade das informações fornecidas.
Mais informações podem ser obtidas por telefone nos números (71)3343-1365 e (71)3343-1453 ou pelo e-mail melhorespraticas@fieb.org.br.
 (Com informações da Gerência de Comunicação Institucional Federação das Indústrias do Estado da Bahia - Sistema Fieb)


" Novilíngua, eufemismos e... testosterona"



No "politicamente correto", usa-se e abusa-se dos eufemismos, trocando-se palavras fortes por palavras fracas para tornar palatável o que deveria ser rejeitado.

Por Percival Puggina
O famigerado "politicamente correto" parece nascido nas páginas de 1984, o profético livro de George Orwell sobre o totalitarismo em expressão máxima. É a própria "novilíngua", que manipula, suprime ou recompõe vocábulos para dominar a linguagem e o pensamento. O "politicamente correto" já fez muito disso e já foi longe demais. Vocábulos triviais foram carimbados como impróprios e se converteram no que Orwell talvez chamasse de "impalavras", ou "despalavras". Ao sumirem, por supressões e patrulhamento, some a ideia que expressam e é restringido o que podemos pensar.
No "politicamente correto", usa-se e abusa-se dos eufemismos, trocando-se palavras fortes por palavras fracas para tornar palatável o que deveria ser rejeitado. Neste último fim de semana, por exemplo, a edição de ZH estampou matéria cujo título mencionava o possível fim da "paralisação" dos policiais militares no Espírito Santo. Paralisação? Mas aquilo não foi um motim? Na Globo News, uma locutora referia as "eventuais ações" sobre "possíveis crimes" praticados pelos "grevistas". O próprio presidente da República, em nota sobre aqueles episódios, pediu o fim da "paralisação". Não fazem diferente aqueles que falam em "ocupação" sempre que manipulados baderneiros de esquerda metem o pé e entram porta ou vidraça adentro em alguma propriedade pública ou privada. Ora, só se pode ocupar o que está vago, devoluto, ou não tem proprietário, inquilino ou comodatário. Tudo mais é invasão, seja um parlamento, uma estância ou uma escola.
O que acabo de escrever evidencia a crescente fragilidade nas nossas estruturas de comunicação. Se formos desatentos a esses e outros processos em curso na vida social, corremos o risco de ser tragados por eles, imperceptivelmente submissos a um insinuante ideal totalitário, tornando-se a sociedade vulnerável ao domínio de quem controla as palavras que ela usa.
Por isso, chamam a atenção de todos, com aprovação de muitos e rejeição de outros tantos, a conduta e o vocabulário utilizado por agentes políticos como Trump e Bolsonaro. Do primeiro, escreveu outro dia o prof. Neemias Félix que, perto dele, o segundo parece um poeta. O que os faz notórios, principalmente, é a ruptura com a novilíngua, com os eufemismos e com o déficit de testosterona, que já habituou a sociedade a conviver com falas molengas e discursos pasteurizados, nos quais só os adjetivos lânguidos e as imprecisões cuidadosamente estudadas têm assento às mesas onde a comunicação se estabelece.
Caem juntas, a cultura e a civilização. Caem a golpes de dissimulação, covardia e melindres, vulgarmente conhecidos como mimimis.
http://puggina.org
Fonte: "Mídia Sem Máscara"

"Paranoia político-ideológica"

Por Adilson Fônseca
Num dos inúmeros debates travados nas redes sociais, relatei que os pretos, como quaisquer outras pessoas, deveriam desenvolver a auto-estima não pela autoafirmação da cor, mas das qualidades que desenvolve ao longo da vida. A primeira reação de quem estava debatendo foi de chamar-me de preconceituoso, fascista, porque eu usava o termo "preto", como algo pejorativo, escravagista, e não "negro", que seria politicamente correto.
Não adiantaram as explicações de que o "politicamente correto", nesse caso, estava errado, pois negro é grupo étnico, que "preto" é cor, raça. Que o IBGE usa essa denominação desde o seu primeiro Censo Demográfico, em 1872 e que o grupo "negro" inclui os pardos, mulatos, caboclos, mas a cor preta é uma só. Não existe preto claro ou escuro, mas tonalidades de uma única cor.
Isso me veio à mente ao deparar-me com o relato de uma jovem, de Curitiba, Thauane Cordeiro, de 19 anos, que, segundo relatou nas redes sociais, foi constrangida a retirar o turbante, porque estaria se apropriando de uma cultura de natureza afro. Thauane sofre de leucemia mieloide aguda e um dos seus efeitos imediatos é a queda do cabelo.

No ano passado, o cantor Bell Marques teve que mudar de última hora a letra da sua música que falava de cabelo de chapinha (neologismo do alisamento)porque não se podia se referir a esse modismo que teria um cunho racista. A música continuou sendo tocada, a despeito de todo cerco "politicamente correto". Mesmo com a letra da música alterada, isso não impediu que ela fosse uma das mais tocadas no carnaval.
Nos últimos anos, desde quando o ex-presidente Lula resolveu dividir o país entre "nós" e "eles", acentuando suas origens nordestinas e, de todas as formas, procurando desqualificar os brasileiros do Sul e Sudeste, principalmente os paulistas, unicamente movido pelos seus interesses político-partidários, que se estabeleceu uma paranoia político-ideológica, com derivações étnicas, sociais e econômicas.
Pobre não tem que ser necessariamente negro (e aí incluem-se toda uma diversidade da cor preta) e branco não tem quer ser rico, "coxinha", do Sul e do Sudeste (paulista de preferência). O ex-presidente Lula chegou mesmo a diferenciar os brasileiros entre os de "olhos azuis" e os "nordestinos". Ou seja, filhos de imigrantes italianos, alemães, japoneses, americanos, britânicos, holandeses, todos de pele branca e olhos azuis, verdes, não seriam, os verdadeiros brasileiros. O Brasil, contudo, é uma diversidade étnica de brasileiros.
A "branca" Thauane Cordeiro é uma das milhares de brasileiras, branca, preta, índia, cabocla, mulata, que sofre de câncer, leucemia, que pode usar turbante, saia rodada, torso de pano da costa como as baianas, ser paulista sem ser coxinha (ela é de Curitiba) e nordestina sem ser pobre. É brasileira.
Não somos "nós", versus "eles", mas um povo de todos os traços, ocidentais, europeus, orientais, asiáticos e africanos, que hoje sofre as agruras de desgovernos. Mas que viemos sendo contaminados pelo divisionismo étnico, religioso, ideológico. Desemprego, doenças como a leucemia, acometem-nos pelas condições sociais, culturais e políticas, não pela cor. 
A nossa paranoia político- ideológica faz-nos enxergar fantasmas onde não existem e faz-nos esquecer da nossa condição de povo multiétnico, multipolítico, multicultural, em que a cor diferente nos faz adversários, quando deveriam ser motivo de luta pela igualdade dos direitos.
Deveremos ter, sim, mais turbantes usados por pretos, brancos, amarelos. Saias e torços de pano da costa usados por quem assim o quiser. Da mesma forma como negros, orientais, brancos, podem usar tênis, comer acarajé, churrasco e feijoada, sem que alguém lhes venha a advertir sobre uma suposta apropriação de cultura.
Religião e a própria cultura não se medem pela cor da pele e muito menos pelos adereços que se colocam sobre ela. São bens imateriais que pertencem não a um grupo étnico, raça, partido político. São heranças universais que ao longo da história do próprio homem vão sendo compartilhadas por todas as sociedades naquilo que têm de melhor. 
Adilson Fonsêca é jornalista.
Publicado na "Tribuna da Bahia", edição de quarta-feira, 15

"Feira de Santana: capital do semiárido"

Por Eduardo Athayde
O semiárido abrange mais de 20% dos municípios brasileiros (1.135) e  ocupa 18,2% (982.566 km²) do território nacional. Abrigando cerca de 11,84% da população do país, 24 milhões de brasileiros vivem na região, sendo 63% urbanos e 37% rurais (IBGE). 42% da população é formada por crianças e adolescentes na faixa etária de 0 a 17 anos, a geração que brevemente estará sentada nas cadeiras de comando.
Dos nove estados nordestinos, metade tem mais de 85% de sua área caracterizada como semiárida, estendendo-se pelo Norte mineiro e o Vale do Jequitinhonha, ocupando 18% do território daquele estado. Feira de Santana, com uma população de 622.639 habitantes (IBGE 2016), PIB de R$ 10,8 bilhões, um alto Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM/ONU - 0,712) é a maior, mais rica cidade e capital do semiárido brasileiro, um status que não pode ficar despercebido.
O I Fórum de Cidade Solar, em 14/2, promovido pela Prefeitura de Feira de Santana, Sudene e Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), da ONU, deu mostras do poder do semiárido lotando o auditório da Câmara de Dirigentes Logistas (CDL) de Feira, recebendo 18 prefeitos, recepcionados pelo prefeito anfitrião, Jose Ronaldo, além de universidades, empresários locais e nacionais, superintendente da Sudene, Marcelo Neves [primeira vez que um superintendente da Sudene vai à Capital do Semiárido desde 1969], Vivaldo Mendonça, secretário de Inovação, Ciência e Tecnologia da Bahia, e o presidente da Associação Brasileira de Energia Solar (Absolar) que, com apenas 3 anos de fundada, já conta com 190 empresas associadas.
Durante o evento, Rodrigo Sauaia, presidente da Absolar, destacou o potencial do Brasil para a instalação de placas solares em telhados, setor que cresceu 322% entre 2015 e 2016, anos de crise. Com potencial de 180 gigawatts (GW), o Brasil atingirá 1 GW de energia solar fotovoltaica instalados em 2017, mesmo com os painéis solares custando até 40% mais que a importação da China, devido aos impostos. A participação da energia solar na matriz energética brasileira é estimada pular de 0,02%, em 2015, para mais de 10%, em 2030. Mostrando o potencial explosivo desse mercado, China e Índia planejam chegar a 100 GW solar fotovoltaicos instalados, em 2018 e 2022, respectivamente.
O lago de Pedra do Cavalo, com 420 km² de área, responsável por 60% do abastecimento de água de Salvador e região metropolitana - esquecido diante do seu imenso potencial “eco-nômico”, como transporte aquaviário, produção agrícola e de pescados, energia das algas, eólica e solar e vocação especial para o mercado imobiliário -, é quase dez vezes maior que o Lago Paranoá (48 km²) de Brasília e maior que a Baía de Guanabara (415 km²). A Usina Hidrelétrica de Pedra do Cavalo, que gera 160 MW de energia limpa (Grupo Votorantin), é um dos poucos usos eco-nômicos do seu potencial.
O rico semiárido, historicamente divulgado apenas pela pobreza e a ignorância, está recebendo a luz nova do conhecimento e começa a inovar sustentavelmente, destravando seus potenciais e exibindo suas imensas riquezas. Fontes energéticas eólica, solar e hídrica são apenas três dos inúmeros potenciais. A biodiversidade, os saberes e a cultura semiáridos são um rico capitulo à parte. Parcerias com outros locais semiáridos do planeta, como a Califórnia, por exemplo (PIB de 2,5 trilhões de dólares), para troca de informações, ajudará a transferir conhecimentos e fortalecer redes de cooperação. Em visita a Pedra do Cavalo, dirigentes da Universidade de Berkeley manifestaram interesse em parcerias. A hora é chegada. Para firmar-se como Capital do Semiárido, Feira de Santana, além de ser a maior, terá que atrair inovação, ciência e tecnologia e investir em conhecimento, para ser a melhor.
* Eduardo Athayde é diretor do WWI-Worldwatch Institute no Brasil. eduathayde@gmail.com
Publicado na edição desta quinta-feira do "Correio da Bahia"

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Filmes de Cartaz no Orient Cinemas Boulevard


Semana até 22 de fevereiro de 2017
LANÇAMENTO NACIONAL
JOHN WICK - UM NOVO DIA PARA MATAR (John Wick - Chapter 2), de Chad Stahelski, 2017. Com Keanu Reeves, Laurence Fishburne, Ian McShane, Common e Bridget Moynahan. Thriller de ação. John Wick é forçado a deixar a aposentadoria em função de um criminoso que conspira para tomar o controle de um clã de assassinos internacionais. Motivado por um pacto de sangue, ele viaja para Roma com o objetivo de ajudar um velho amigo a derrubar a organização internacional, perigosa e mortal, com assassinos procurados em todo o mundo. Não recomendável para menores de 16 anos. Duração: 123 minutos. Horários: 13 horas, 15h40 e 18h20, com cópia dublada, e às 21 horas, com cópia legendada. Sala 2 (158 lugares).
CONTINUAÇÕES
LEGO BATMAN: O FILME (The Lego Batman Movie), de Chris McKay, 2017. Animação. Batman leva uma vida solitária como o herói de Gotham City. Apesar disto, ele curte bastante o posto de celebridade e o fato de sempre ser chamado pela polícia quando surge algum problema - que ele, inevitavelmente, resolve. Em segunda semana. Cópia dublada. Classificação: Livre. Duração: 104 minutos. Horários: 14h20, 16h40 e 19 horas. Sala 1  (240 lugares).
RESIDENT EVIL 6: O CAPÍTULO FINAL (Residente Evil: The Final Chapter), de Paul W. S. Anderson, 2016. Com Milla Jovovich. Ação e ficção científica. Alice é a única sobrevivente do que era para ter sido a última chance da humanidade de lutar contra os mortos-vivos. Agora, ela precisa retornar para o lugar onde esse pesadelo começou. Em quarta semana. Cópia dublada. Não recomendado para menores de 14 anos. Duração: 106 minutos. Horário: 21h20. Sala 1.
TOC - TRANSTORNADA OBSESSIVA COMPULSIVA, de Paulinho Caruso e Teodoro Poppovic, 2016. Com Tatá Werneck, Bruno Gagliasso e Vera Holtz. Comédia. Uma atriz vive uma crise pessoal e profissional, apesar de ser idolatrada por milhões de fãs. Ela precisa lidar com um fã obcecado, enquanto leva uma relação conflituosa com o namorado. Em terceira semana. Não recomendado para menores de 14 anos. Duração: 105 minutos. Horário: 14h10. Sala 3 (165 lugares).
O CHAMADO 3 (Rings) de F. Javier Gutierrez, 2016. Com Laura Wiggins e Vincent D'Onofrio. Horror. Cópia dublada. Em terceira semana. Não recomendado para menores de 14 anos. Duração: 102 minutos. Horários: 16h50, 19h10 e 21h30. Sala 3.
CINQUENTA TONS MAIS ESCUROS (Fifty Shades Darker), de James Foley, 2017. Com Dakota Johnson, Jamie Dorman e Kim Basinger. Drama. Incomodada com os hábitos e atitudes de Christian Grey, Anastasia decide terminar o relacionamento e focar no desenvolvimento de sua carreira. O desejo, porém, fala mais alto e ela logo volta aos jogos sexuais do conturbado empresário. Em segunda semana. Não recomendável para menores de 16 anos. Duração: 117 minutos. Horários: 13h40, 16h10 e 18h40, com cópia dublada; e às 21h10, com cópia legendada. Sala 4 (261 lugares).
ENDEREÇO E TELEFONES 
Orient Cinemas Boulevard - Multiplex do Boulevard Shopping, telefax 3225-3185 e telefone 3610-1515 para saber informações sobre programas e horários.
(Com informações do Departamento de Marketing do Orient Cinemas)