Lançamento quinta-feira, 21

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No Orient Cineplace

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

"Lula no banco"



Algum desavisado pode achar que Lula é o candidato a presidente pelo PT, e não Dilma. Nos programas de estreia, sobretudo no rádio, só deu o ex-presidente. Talvez para garantir a condição de eventual substituto.
Fonte: Cláudio Humberto

"Promovida a anfitriã do Jornal Nacional, Dilma se sentiu em casa para proibir a entrada do mensalão na entrevista e fugir de perguntas incômodas contando mentiras aos dois visitantes"

Por Augusto Nunes
No Jornal Nacional de segunda-feira, William Bonner informou que TV Globo improvisara um estúdio no Palácio da Alvorada porque presidentes à caça do segundo mandato tem o direito de ser entrevistado em casa. Premiada com o privilégio negado a Aécio Neves e Eduardo Campos, a  Dilma Rousseff tentou valer-se das prerrogativas de anfitriã para falar apenas o que interessa à candidata. Compreensivelmente, sentiu-se em casa para vetar a entrada na sala de um tema especialmente perigoso e fugir de perguntas incômodas contando mentiras a Bonner e Patrícia Poeta.
Alegando que a chefe do Poder Executivo não deve comentar decisões do Supremo Tribunal Federal, negou-se a dizer o que acha do tratamento de vítima dispensado pelo PT aos companheiros do mensalão. Dilma também garantiu que o índice da inflação baixou para zero por cento, avisou já no fim de agosto que tudo vai ficar ainda melhor no segundo semestre, respondeu com a louvação do programa Mais Médicos a uma pergunta sobre o sistema de saúde em frangalhos e cumprimentou o antecessor pela criação de órgãos que já existiam em janeiro de 2003. Fora o resto.
De nada adiantou fazer o diabo recorrendo a palavrórios em dilmês de campanha. A entrevista só serviu para confirmar que a primeira colocada nas pesquisas eleitorais é uma candidata de altíssimo risco. E, tanto quanto Dilma, deixou a Globo pior no retrato. Depois da conversa no Alvorada, só falta transferir para a Granja do Torto o debate entre os principais candidatos. É só pedir a autorização do ditador cubano Raúl Castro. Por concessão do governo brasileiro, hoje é ele quem dá as cartas por lá.
Fonte: "Direto ao Ponto"

"A presidente no sufoco"

Editorial
Nunca antes nos 3 anos, 7 meses e 18 dias de Dilma Rousseff no Planalto o público tinha tido a oportunidade de ver o que subordinados da "gerentona" conhecem por humilhante experiência própria: a chefe à beira de um ataque de nervos. Com a diferença de que, no seu gabinete, ela se sente literalmente em casa para descarregar a ira com as presumíveis dificuldades da equipe em captar o seu pensamento - o que, tendo em vista as peculiares circunvoluções de sua forma de expressão, se explica plenamente.
"Não há no inferno", escreveu Shakespeare, "fúria comparável à de uma mulher rejeitada." Ou de uma Dilma Rousseff contrariada - e sem poder pôr no devido lugar o responsável real ou imaginário pela afronta. Foi o que a audiência do 'Jornal Nacional' da segunda-feira, 18, descobriu ao acompanhar a entrevista dos apresentadores William Bonner e Patrícia Poeta com a candidata à reeleição. Ela foi a terceira a ser arguida na série de sabatinas de 15 minutos com os principais aspirantes à Presidência, iniciada com o tucano Aécio Neves, a quem se seguiu o ex-governador Eduardo Campos, na véspera de sua trágica morte. (Quando a sua candidatura tiver sido formalizada, também Marina Silva será convidada.)
Por ser presidente, Dilma teve o privilégio de receber os jornalistas na residência oficial do Alvorada, à frente de estantes de livros encadernados e cuidadosamente dispostos, sem sinal de manuseio, um cenário escolhido para denotar solenidade, elevação e a nobreza da função presidencial. Nada que ver com o ambiente do 'JN', nos estúdios da Rede Globo, no Rio de Janeiro, em que os donos da situação, como Aécio e Campos sentiram na pele, são os âncoras do principal noticioso da TV brasileira, infundindo, nas suas perguntas, contundência e conhecimento de causa à altura dos seus implacáveis colegas britânicos - a referência mundial no gênero.
Mas logo na resposta ao primeiro disparo de Bonner sobre uma das duvidosas distinções do governo - as denúncias de casos de corrupção em sete ministérios - ficou claro o desamparo da presidente. Faltava-lhe o ponto no ouvido pelo qual o seu marqueteiro João Santana poderia conduzi-la, se não a terra firme, ao menos para longe do vórtice. Pior ainda, faltava-lhe o conforto das gravações irrepreensivelmente produzidas que confeccionam uma imaginária Dilma estadista. Com o misto de irritação e impaciência que denotaria durante toda a entrevista, ela desandou a juntar frases e mais frases que tinham em comum a extensão, a desconexão e a pretensão.
Para mostrar superioridade ética, por exemplo, disse que os governos petistas não têm um "engavetador-geral da República", como, segundo a oposição, teria sido o titular do Ministério Público Federal nos anos Fernando Henrique. E reivindicou, para "nós", a criação da Controladoria-Geral da União. Na realidade, Lula pouco mais fez do que mudar o nome do órgão fiscalizador do Executivo (Corregedoria-Geral da União) instituído pelo tucano em 2001 e fortalecido no ano seguinte com a absorção da Secretaria Federal de Controle, antes vinculada ao Ministério da Fazenda. Em dado momento, tentando cortar o interminável palavrório da candidata, o entrevistador recebeu uma dose de Dilma em estado puro: "Então, continuando o que eu estava dizendo…".
Fez-se de desentendida quando Bonner lhe perguntou o que achava de o PT tratar como vítimas os companheiros condenados pelo Supremo Tribunal Federal no processo do mensalão. Pelo menos três vezes ela repetiu que, como presidente, "não julgo ações do Supremo", por mais que o jornalista reiterasse que o objeto da pergunta era a conduta de seu partido, não o veredicto do Tribunal. A esta altura, Dilma parecia prestes a explodir. Quando o assunto passou a ser a economia, diante dos números amargos, de conhecimento público, sobre a inflação e o PIB, saiu-se com um "não sei da onde que estão (sic) seus dados". O tempo do programa estourou depois de quatro perguntas apenas e Dilma precisou ser interrompida quando pedia "o voto dos telespectadores".
Terminado o sufoco, a presidente tomou uma decisão prudente, embora apequenadora: cancelou a entrevista que daria em seguida à Globo News.
Fonte: "O Estado de S.Paulo"

Deu em Claudio Humberto


terça-feira, 19 de agosto de 2014

Petição é por árvores "centenárias" e da "mata original"



Na petição criada no site Avaaz por Isabela B. - por que não assumiu a identidade? -, para ser entregue ao Ibama, a justificativa que o "projeto de obra para a construção de um BRT (sigla em inglês para Transporte Rápido em Ônibus) visa a derrubada de centenas de árvores, muitas delas centenárias, poucas das que restaram na mata original do território". Diz mais que "é de extrema importância que a obra seja impedida antes de iniciada”, pois, "não podemos deixar que destruam a nossa vegetação, a derrubada de árvores centenárias é um crime ambiental!”.
Em postagem anterior, já derrubamos a mentira de que as árvores são centenárias e que são as que restaram na mata original.
O próprio site adverte que a petição "pode não representar a visão da comunidade da Avaaz".
Interessante que nas mais de cinco mil assinaturas, uma grande parte são de pessoas de outros países.

"Marina Silva? Cuidado!"



Por Percival Puggina
A morte de Eduardo Campos traz para a ribalta a figura da acreana Marina Silva. Cuidado! A fala mansa da ex-vice de Eduardo Campos não se harmoniza com a rigidez e o radicalismo de suas posições. O dever cívico de conhecê-las não se cumpre ouvindo o meigo discurso eleitoral que vem por aí. Há informações muito mais precisas e irrefutáveis na biografia da candidata.
Seu primeiro alinhamento político deu-se com filiação ao Partido Comunista Revolucionário (PRC), célula marxista-leninista albergada no PT onde militou durante uma década. Foi fundadora da CUT do Acre e lá, filiada ao PT, conseguiu o primeiro de uma série de mandatos legislativos: vereadora em Rio Branco, deputada estadual, senadora em dois mandatos consecutivos. Em 2003, no primeiro mandato de Lula, assumiu a pasta do Meio Ambiente, onde agiu como adversária do agronegócio. Sua gestão deu-lhe notoriedade internacional e conquistou ampla simpatia de organizações ambientalistas europeias que agem com fanatismo anti-progressista em todo mundo, menos na Europa...
Foram cinco anos terríveis para o desenvolvimento nacional. No Ministério, Marina travava projetos de infraestrutura, impedia ou retardava empreendimentos públicos e privados, aplicava a torto e a direito um receituário avesso às usinas, aos transgênicos, ao agronegócio, principal motor do desenvolvimento nacional e responsável pela quase totalidade dos superávits de nossa balança comercial. Os pedidos de licenças ambientais empilhavam-se, relegados ao descaso. Empreendimentos eram cancelados por exaustão e desistência dos investidores. Sempre irredutível, Marina incompatibilizou-se com governadores, com os setores empresariais e com a então ministra chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. Foram cinco anos terríveis!
De um leitor, a respeito da animosidade de Marina Silva para com o agronegócio: "Ela é uma praga de gafanhotos stalinistas reunidos numa pessoa só".
Fonte: Portal midia@mais

Feira de Santana sedia o Festival de Fotografia do Sertão

O Clube de Fotografia de Feira de Santana realizará em Feira de Santana o Festival de Fotografia do Sertão, evento de âmbito nacional, desta quinta-feira, 21, a domingo, 24, com o apoio institucional do Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca) e evento filiado à Rede de Produtores Culturais da Fotografia no Brasil, com Curadoria do fotógrafo mineiro Tibério França. Serão realizadas palestras, workshops, exposições, projeções, lançamentos de livros, convocatórias, bate-papo com fotógrafos, escambo fotográfico e apresentações artísticas e culturais que farão parte da programação.
O Festival é gratuito, voltado para fotógrafos profissionais e amadores, fotoclubistas, coletivos fotográficos, galeristas, lojistas, decoradores, impressores, professores e estudantes de cursos de Fotografia, Comunicação e Arte, críticos de arte e a população em geral, oportunizando atualização, difusão de conhecimentos da arte fotográfica, descoberta de novos talentos, interação entre participantes e convidados, formação de público, além de efetivar no calendário da cidade anualmente este importante evento.
Estão confirmadas as presenças de renomados fotógrafos para palestas e workshops: Adilson Machado-SE, Alberto Melo Viana-PR, Gui Mohallem-SP, João Machado-SP, Juciara Nogueira-BA. Leo Drumond-MG, Renato Soares-MG, Tibério França-MG, Tiago Santana-CE, Hans Georg-RJ e Valdemir Cunha-SP, além das Exposições Convidadas de Rogério Ferrari e Paula Geórgia Fernandes.
As exposições convidadas ficarão em cartaz de 21 de agosto a 21 de setembro no Museu Parque do Saber e a Exposição Coletiva dos 15 selecionados no Centro de Cultura Amélio Amorim.
O evento será realizado em cinco espaços: Centro Universitário de Cultura e Arte, Centro de Cultura Amélio Amorim, Museu Parque do Saber Dival da Silva Pitombo, praça Onsenhor Renato Galvão, praça João Pedreira e praça da Bandeira.

Acesse o site oficial do Festival em www.festivaldefotografia.com e fique por dentro da programação completa.

"O SEGREDO DE ABORRECER É DIZER TUDO. Ou: Petistas e seus apaniguados não são meus juízes. Nem quando atacam nem quando elogiam"


Por Reinaldo Azevedo

Tenho escrito aqui alguns comentários críticos à forma como se conduz, no PSB, a assunção de Marina Silva ao posto de candidata do partido à Presidência da República, embora saibamos todos que ela pertence a um partido chamado Rede, ainda sem existência formal, abrigado no PSB. Prestem atenção ao substantivo que escolhi: assunção! Eu poderia ter optado por "ascensão", do verbo "ascender", que é mover-se fisicamente para cima, subir. Mas optei por "assunção" porque a palavra tem uma carga religiosa. Pode ser sinônimo de "ascensão", mas o seu primeiro significado diz respeito à subida de Maria ao Céu, acontecimento celebrado, vejam vocês, no dia 15 de agosto.
Sim, Marina, ex-católica e ex-candidata a freira, é hoje evangélica. Não estou fazendo especulações nesse terreno. Dou relevo, ao falar em sua "assunção", à aura mística, verdadeiramente religiosa, que muitos pretendem emprestar ao evento. O simples questionamento sobre o pensamento de Marina a respeito disso ou daquilo causa uma espécie de indignação em certas áreas da militância política. Parecem dizer: "Como ousam ficar fazendo essas perguntas terrenas à nossa candidata, que não é deste mundo?".
Ocorre que Marina é deste mundo, como qualquer um de nós, como qualquer político. E, obviamente, não é a única a rejeitar a corrupção na vida pública. Tampouco é a monopolista da ética, da moral, dos bons costumes e do bem. Logo, não pode usar essa aura para se proteger das próprias contradições. Tem de responder por suas escolhas, mais do que qualquer um de nós. A razão é simples: se eu, Reinaldo, decido fazer isso ou aquilo, a minha decisão tem pouca importância; mexe com a vida de pouca gente. Se a líder da Rede, ora do PSB, for eleita presidente, o que quer que faça dirá respeito a milhões de pessoas. Então ela tem de prestar contas, sim, por suas escolhas.
Muito bem. Não sou uma pessoa de opiniões ambíguas sobre isso e aquilo. Isso me rende prazeres e dissabores também. Um deles é despertar a fúria de certos setores organizados, muitos deles financiados com dinheiro público. Eis que percebo que gente que, até anteontem, execrava o meu pensamento e o que escrevo, passou a reproduzir, em sinal de aprovação, textos e comentários críticos a Marina Silva. Ou seja: quando eu desaprovo, por exemplo, uma fala da presidente Dilma, então sou um pulha; quando desaprovo a líder da Rede, então sou um cara bacana.
Como reagir diante disso? Simplesmente não dando bola. Não escrevo o que escrevo nem falo o que falo para ser amado ou para ser odiado. O meu compromisso com você, que está do outro lado, e com quem me contrata é um só: deixar claro o que penso. E meu pensamento é sempre o mesmo: aqui no meu blog, na Jovem Pan ou na Folha. Não tenho um conjunto de valores adaptado a cada veículo.
Se os blogs alugados pelo PT e pelo governo federal estão reproduzindo as críticas que faço a Marina, o que posso fazer além de nada? Eles sabem o quanto os repudio. Eu nunca aceitei os petistas como meus juízes, nem quando me atacam nem quando me elogiam. Tenho, como todas as pessoas, meus candidatos. Mas mantenho, antes de mais nada, um compromisso com o ouvinte e com os leitores.
A imparcialidade de um jornalista não está em ser neutro diante de qualquer acontecimento, como quem não sabe distinguir o bem do mal. Alguém pode ser, por exemplo, indiferente ao horror que acontece no Iraque? A imparcialidade de um jornalista de opinião, que é o que sou, está em dizer o que pensa sem se preocupar se seu pensamento vai desagradar ou agradar a A, B ou C. Antes de emitir um juízo sobre determinado assunto, nunca me preocupei em saber quem concorda comigo ou quem discorda de mim. No dia em que eu fizer isso, estarei rompendo o principal compromisso que tenho, que é com você, leitor.
Então, como diria Jair Rodrigues, deixe que digam, que pensem, que falem. Nós seguiremos a nossa trilha.
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"

Nem árvores "centenárias" nem "nativas"

A implantação do Bus Rapid Transit (BRT) em Feira de Santana implica em readequação dos espaços para o corredor exclusivo de ônibus com o plantio de mudas. A nova vegetação vai compensar as árvores que serão retiradas para as obras. O transplantio de árvores também poderá feito.
Os manifestantes contra o "desmatamento" da avenida - são 136 árvores - colocam até que o logradouro conta com espécies "centenárias" e "nativas", mentiras para reforçar o argumento falacioso. A imagem, do fotógrafo Elydio Azevedo, em trabalho para o IBGE, foi feita na avenida Getúlio Vargas, trecho do seu início (à esquerda) até antes da rua Comandante Almiro, em meados dos anos 60. Mostram árvores após o plantio, ainda com gradeados. Elydio não é matusalênico e as árvores são exóticas e não "nativas". Até fícus foram retirados então pela praga de "lacerdinhas", insetos da ordem dos tisanópteros (Thysanoptera).
A ideia de danos à arborização da avenida é equivocada. Capitais como Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza e Salvador também enfrentaram protestos pueris com a implantação do BRT, justamente pela necessidade de árvores serem retiradas para garantir a construção das estações de ônibus no canteiro central de avenidas.
O Sistema Rápido de Trânsito (BRT, da sigla em inglês) é um corredor exclusivo para transporte público com embarque e desembarque feito pelo lado esquerdo dos veículos.
Como tem gente que não sabe ler e entender o que está no projeto, divulga erradamente sobre o BRT. 
O certo é que:
- o BRT não vai retirar todas as árvores da avenida Getúlio Vargas;
- o BRT não vai ser implantado no canteiro central da avenida;
- a faixa exclusiva do BRT não vai ser do lado direito da calçada;
- o BRT é necessário para a melhoria da mobilidade urbana de Feira de Santana.

"Dilma diz no 'Jornal Nacional' que PT criou a Controladoria-Geral da União. Está errado! A CGU foi criada em 2001, no governo… FHC!"

Por Reinaldo Azevedo
Cuidado, Wikipédia! O Planalto pode tentar mudar a história da Controladoria-Geral da União e atribuir a paternidade a Lula. Seria mais uma batida na carteira do governo FHC. Afinal, como se sabe, o PT reivindica até mesmo ter debelado a inflação no país, não é? Daqui a pouco, vai dizer que foi o criador do Plano Real. Ao afirmar que os governos petistas combateram a corrupção como nenhum outro, Dilma saiu-se com a seguinte resposta:
"Bonner, (…) nós, justamente, fomos aquele governo que mais estruturou os mecanismos de combate à corrupção, à irregularidade e maus-feitos. Por exemplo, a Polícia Federal, no meu governo e no do presidente Lula, ganhou imensa autonomia. Para investigar, para descobrir, para prender. Além disso, nós tivemos uma relação muito respeitosa com o Ministério Público. Nenhum procurador-geral da República foi chamado, no meu governo ou no do presidente Lula, de engavetador-geral da República. Por quê? Porque também escolhemos, com absoluta isenção, os procuradores. Outra coisa: fomos nós que criamos a Controladoria-Geral da União, que se transformou num órgão forte e também que investigou e descobriu muitos casos. Terceiro, aliás, eu já estou no quarto. Nós criamos a Lei de Acesso à Informação. Criamos, no governo, um portal da transparência. (…)"
Bem, vamos ver. Quem apelidou o então procurador-geral da República de "engavetador-geral da República" foi o PT, que sempre é bom para dar apelidos que desmerecem os adversários, não é mesmo? De resto, o Ministério Público não tem hoje nem mais nem menos autonomia do que tinha no governo FHC. A acusação que Dilma faz, no fim das contas, não é dirigida nem contra Brindeiro nem contra o ex-presidente, mas atinge o próprio MP. Como esquecer que, quando o PT era oposição, uma ala de procuradores militantes passou a atuar de maneira escancaradamente política para produzir uma indústria de denúncias? Isso é apenas um fato.
Mas esse nem é o ponto principal. À diferença do que disse a presidente no 'Jornal Nacional', não foi o governo petista que criou a Controladoria-Geral da União. Foi o governo FHC, em 2001, por meio da Medida Provisória n° 2.143-31, 2 de abril de 2001. O órgão se chamava, então, Corregedoria-Geral da União. Houve apenas uma mudança de nome, mas não de função: combater, no âmbito do Poder Executivo Federal, a fraude e a corrupção e promover a defesa do patrimônio público.
A ministra que primeiro assumiu a CGU foi Anadyr Mendonça, que prestou um relevante serviço na consolidação do órgão. Pois é… Lula já tomou para si o "Bolsa Família", que é um ajuntamento de benefícios que já eram pagos no governo FHC. Agora, Dilma muda a história para afirmar que a CGU, criada na governo tucano, também é obra de seu partido.
É até desejável que governantes sejam criativos em matéria de futuro. Ser criativo com o passado costuma caracterizar fraude intelectual.
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"

Nem centenária quanto mais milenar



Em Feira de Santana não existe vegetação arbórea centenária, como querem desinformados. Quanto mais árvores milenares como esta de cartão postal de Jerusalém - uma oliveira (Olea europaea) no Jardim das Oliveiras.

Desmatamento

Tem vereador na Câmara Municipal de Feira de Santana que considera que o projeto BRT vai retirar T-O-D-A-S as árvores do canteiro da avenida Getúlio Vargas. Ele precisa conhecer o projeto para entender que sua suposição é descabida.

O desastre da presidente-candidata no "Jornal Nacional"

Diferentemente do que pensam e dizem os petistas e petralhas, foi um desastre a entrevista dada por Dilma Rousseff à Rede Globo, no "Jornal Nacional", de segunda-feira, 18. 
A entrevista não foi na bancada do noticiário, mas na biblioteca do Palácio da Alvorada, um privilégio para a petista. 
Dilma de apresentou muito tensa e se irritou com as perguntas dos apresentadores William Bonner e Patrícia Poeta. Ela se limitou a repetir a gasta tática petista de falar apenas o que lhe interessava, fugindo de responder às perguntas. Ainda teve tempo extra, mas o resultado foi um vexame.

"Entre os corruptos e o Supremo, Dilma decretou que há um empate"



Por Reinaldo Azevedo
Dilma Rousseff foi a entrevistada de ontem do "Jornal Nacional". Não vou analisar aqui a fala da candidata porque entendi, segundo seus próprios pressupostos, que quem concedeu a entrevista foi a presidente da República. Aliás, só isso explica o fato de que ela gozou de um privilégio que aos demais não foi concedido porque nem haveria como: falou na biblioteca do Palácio da Alvorada, não no estúdio do "Jornal Nacional", a exemplo dos demais. Entendo que a Globo não deveria ter ou aceitado a exigência ou oferecido o benefício. Benefício? É claro que sim! À diferença de Aécio Neves e Eduardo Campos, Dilma estava em território conhecido; os outros não. Há mais: se era a candidata que falava, então havia o uso claro de um aparelho público em benefício da campanha.
Vimos imagens de bastidores, não é? Aécio e Campos foram recebidos por William Bonner em sua sala, na sede da TV Globo, no Rio. No Palácio, suponho, a dupla de jornalistas é que foi recebida por Dilma. Ser o anfitrião, nessas horas, faz diferença, sim - e fez (já chego lá). Não que a entrevista tenha sido chapa branca. Não foi, não! Houve honestidade jornalística. Mas, em certo momento, houve mais dureza do que objetividade. Nota à margem antes que continue: não me venham com a cascata de que o Alvorada é a casa de Dilma, e por isso a entrevista foi concedida lá. Por esse critério, Campos e Aécio deveriam ter recebido os jornalistas, então, em suas respectivas residências. Ou bem Dilma fala como candidata ou bem fala como presidente. Como um híbrido, é que não dá. Até a luz que se via ali era pública, ora. Sigamos.
O ponto da entrevista mais escandalosamente significativo foi aquele em que Dilma se negou a censurar o seu partido por ter defendido os mensaleiros. Mais do que isso: lendo a transcrição de sua fala, a gente percebe que ela não criticou nem mesmo os criminosos. Bonner foi incisivo:
"Então, me deixa agora perguntar à senhora. E em relação a seu partido? O seu partido teve um grupo de elite de pessoas corruptas, comprovadamente corruptas, eu digo isso porque foram julgadas, condenadas e mandadas para a prisão pela mais alta corte do Judiciário brasileiro. Eram corruptos. E o seu partido tratou esses condenados por corrupção como guerreiros, como vítimas, como pessoas que não mereciam esse tratamento, vítimas de injustiça. A pergunta que eu lhe faço: isso não é ser condescendente com a corrupção, candidata?"
Observem que Bonner a chamou por aquilo que ela era naquele momento: "candidata". E o que ela respondeu? Isto (a gramática é miserável, mas o sentido é claro):
"Eu vou te falar uma coisa, Bonner. Eu sou presidente da República. Eu não faço nenhuma observação sobre julgamentos realizados pelo Supremo Tribunal, por um motivo muito simples: sabe por que, Bonner? Porque a Constituição, ela exige que o presidente da República, como exige dos demais chefes de Poder, que nós respeitemos e consideremos a importância da autonomia dos outros órgãos."
Acontece que os jornalistas a indagavam sobre o comportamento do partido, não do Supremo. Bonner insistiu duas outras vezes que eles haviam feito uma indagação sobre o partido. Ela não mudou a resposta. Faltou ao editor-chefe do "Jornal Nacional" deixar claro que a pergunta era dirigida à candidata, não à presidente. Isso não foi dito. Convenham: afinal de contas, candidatos à Presidência não frequentam a biblioteca do Palácio da Alvorada. Na prática, entre os corruptos punidos e o Supremo que os puniu, Dilma preferiu decretar um empate, embora saibamos que ela não teria autonomia para criticar os criminosos ainda que quisesse.
A presidente se enrolou na pergunta sobre a saúde, mas não sei se o telespectador percebeu desse modo. Os entrevistadores fizeram uma síntese das calamidades da área e lembraram que o partido está há 12 anos no poder. A presidente, então, acionou a tecla do programa "Mais Médicos" para demonstrar como seu governo é operoso, embora tenha dito, num dado momento, que a saúde não é "minimamente razoável". Pois é… Não é minimamente razoável depois de 12 anos de poder petista.
É nessa hora que faltou um tanto de objetividade, números mesmo: entre 2002 e 2013, houve uma redução de 15% na taxa de leitos hospitalares (públicos e privados) por mil habitantes. Entre 2005 e 2012, o SUS perdeu mais de 41 mil leitos. Isso quer dizer que os hospitais privados pediram seu descredenciamento porque não conseguem conviver com a tabela miserável paga pelo sistema. Atenção! Há apenas 0,15 leito psiquiátrico por mil habitantes no país. É a metade do que havia quando o PT chegou ao poder. E já era pouco. Nos países civilizados, a média é de um leito psiquiátrico por 1.000. Isso quer dizer que o Brasil tem menos de um sexto do necessário. Esses poucos leitos, de resto, estão concentrados nas regiões Sul e Sudeste. Os médicos cubanos são a resposta para isso? É claro que não!
Mas ok. Hoje começa o horário eleitoral gratuito. Em razão de uma legislação indecente, que não vem de hoje - é evidente - Dilma terá mais de 11 minutos, quase o triplo de Aécio, que vem logo a seguir, com mais de quatro minutos. O PSB terá pouco mais de 2 minutos. Dilma poderá falar, então, à vontade, sem ser contraditada por ninguém. É nessas horas que dá o seu melhor.
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"

14º Concurso Feirense de Fotografias tem ganhadores

O fotógrafo Antonio Carlos Vieira na categoria Profissional (Foto 1) e a fotógrafa Dulce França na categoria Amador (Foto 2) conquistaram o 14º Concurso Feirense de Fotografias, evento comemorativo ao Dia Mundial da Fotografia - 19 de agosto -, realizado pelo Sindicato dos Fotógrafos Profissionais de Feira de Santana (Sindfofs). 
O evento contou com apoio da Prefeitura de Feira de Santana, através da Secretaria de Comunicação Social (Secom), além da Click Color e Franci Color.
A premiação deste ano faz homenagem póstuma ao fotógrafo lambe-lambe Manoel Brito. A premiação ocorre na tarde desta terça-feira, no hall do Museu Parque do Saber Dival da Silva Pitombo, com a abertura da exposição dos 47 trabalhos participantes – 27 profissionais e 20 amadores. A mostra permanece até o dia 31 deste mês de agosto.
Em segundo lugar ficou Edson Moreira da Silva e em terceiro Francisco Carlos da Silva, completando o quadro de vencedores na categoria Profissional. Pedro Henrique Caldas Santos e Carlos Antonio Borges, em segundo e terceiro, respectivamente, completam o quadro de vencedores na categoria Amador.
A comissão julgadora do concurso foi formada pelo jornalista especializado em cinema Dimas Oliveira, professor Thiago Oliveira, coordenador do curso de Comunicação da Unef, e artista plástico e publicitário Vivaldo Lima. Eles analisaram os 47 trabalhos inscritos.
Os participantes foram divididos em duas categorias: uma voltada para profissionais sindicalizados que participaram com três fotos cada, e outra para profissionais (não sindicalizados) e amadores, que inscreveram duas fotos cada.
O resultado do concurso está disponível no blog do Sindicato  www.sindfofs.blogspot.com. 

Levantamento arbóreo

Para a concepção e elaboração do Projeto do BRT, foi realizado Projeto Arbóreo, com a necessária remoção de algumas árvores para viabilizar a implantação do corredor de ônibus. Desta maneira, foi realizado um levantamento preliminar da vegetação existente, que é o seguinte:
208 Ipê Roxo (Tabebuia ipetiginosa)
158 Ipê Amarelo (Tabebuia serratifolia)
113  Sibipiruna (Caelsapinia pluviosa)
83 Oiti (Licania tomentosa)
81 Castanheira (Bertholletia Excelsa)
64 Murta (Myrtus communis)
64 Flamboyant (Delonix regia)
39 Espatódia S(pathodea campanulata)
32 Palmeira Cariota (Caryota urens)
17 Nim Exótica (Azadirachta indica)
29 Ficus (Ficus benjamina)

Fracasso na estreia: chega de filme brasileiro ruim

Segundo a Rentrak, o filme brasileiro "Não Pare na Pista - A Melhor História de Paulo Coelho", de Daniel Augusto, teve tão somente 49.100 espectadores - média de 179 pessoas por sala - no período de estréia, entre quinta-feira, 14, e domingo, 18. 
Não deve chegar a Feira de Santana, ainda bem. Chega de filme brasileiro ruim.


"O reavivamento perfeito?"

Por Julio Severo
O Brasil tem experimentado um crescimento explosivo de igrejas pentecostais e neopentecostais. Grandes multidões de pobres frequentam essas igrejas procurando respostas para suas necessidades físicas, materiais e espirituais.
A Igreja Católica, infestada pela Teologia da Libertação, está preocupada com esse crescimento. E até igrejas protestantes históricas, similarmente infestadas pelas versões protestantes da Teologia da Libertação, estão preocupadas.
Observadores internacionais veem tal crescimento como fenômeno ou até evidência de "reavivamento." No entanto, críticos calvinistas questionam que se esse reavivamento fosse genuíno, o Brasil não teria agora um governo socialista. Mas e se o Brasil dependesse apenas da Igreja Católica e sua Teologia da Libertação? Já seria uma Cuba católica. E se o Brasil dependesse apenas das grandes igrejas protestantes históricas e suas versões protestantes da Teologia da Libertação? Já seria uma Cuba protestante.
O crescimento pentecostal e neopentecostal no Brasil está longe da perfeição. Mas críticos rancorosos de igrejas protestantes históricas, que são muito pequenas no Brasil em comparação às grandes igrejas pentecostais e neopentecostais, têm usado as imperfeições para apontar que o "reavivamento" no Brasil é falso, enganador e até demoníaco. Críticos calvinistas sistematicamente condenam o crescimento pentecostal e neopentecostal no Brasil.
Eles ignoram que reavivamento e perfeição não são iguais. Eles ignoram as graves imperfeições da igreja perfeitamente carismática de 1 Coríntios.
Eles apontam que o resultado de um reavivamento perfeito é mudança e transformação nos cristãos e sua conduta. Essa mudança afeta todos: advogados, fazendeiros e até políticos. Se há um grande número de cristãos no governo, espera-se que o governo se alinhe aos valores cristãos e à justiça através do testemunho e presença dos cristãos.
Eles apontam que o reavivamento perfeito foi o Grande Despertamento nos Estados Unidos e a pregação de homens como Jonathan Edwards.
Vamos usar o padrão deles para analisar um "reavivamento perfeito." Primeiro, veio o Grande Despertamento, mediante Jonathan Edwards e outros. Em seguida, o nascimento dos Estados Unidos mediante homens que eram simultaneamente protestantes e maçons. Isto é, os fundadores dos EUA eram protestantes que haviam sido influenciados ao mesmo tempo pelo Grande Despertamento e pela maçonaria!
Se os EUA são hoje infestados de símbolos e contaminações maçônicas, o exemplo foi dado por esses protestantes maçons que viveram sob a influência da forte cultura espiritual deixada pelo Grande Despertamento.
A maior denominação presbiteriana do Brasil, fundada por missionários presbiterianos maçons americanos em meados do século XIX e berço da primeira versão protestante da Teologia da Libertação na década de 50, tem dificuldade de disciplinar seus inúmeros pastores e outros líderes maçons, que apesar disso se ocupam em criticar as muitas "heresias" do crescimento pentecostal e neopentecostal.
Portanto, pela lógica deles, se o Grande Despertamento foi um reavivamento perfeito, a conclusão é que a maçonaria que infesta políticos protestantes é certa, pois se não é certa, a conclusão é que o Grande Despertamento foi um reavivamento imperfeito. E os críticos calvinistas do Brasil têm apenas uma resposta para reavivamentos imperfeitos: críticas sistemáticas.
Não importa que o que a Palavra de Deus diz também se aplica à maçonaria entre pastores, políticos e outros líderes protestantes:
"Jamais vos coloqueis em jugo desigual com os descrentes. Pois o que há de comum entre a justiça e a injustiça? Ou que comunhão pode ter a luz com as trevas?" (2 Coríntios 6:14 KJA)
O Grande Despertamento foi a maior bênção para o nascimento dos EUA. Mas a maçonaria não era bênção, e será, com suas tramas de Nova Ordem Mundial, sua queda.
O Grande Despertamento não foi um reavivamento perfeito. Só Deus é perfeito. O crescimento pentecostal e neopentecostal no Brasil não é perfeito. Só Deus é perfeito.
Se o Brasil é hoje mais socialista, a culpa não é dos pentecostais e neopentecostais. Na década de 90, o reverendo Caio Fábio, o maior líder presbiteriano na história brasileira, conduziu a Igreja Brasileira a apoiar o Partido dos Trabalhadores, que é o partido socialista que hoje governa o Brasil, e hoje Caio é um homem caído, por causa de seus escândalos sexuais e financeiros. Mas informações sobre sua imensa influência na Igreja Brasileira podem ser achadas em meu e-book gratuito "Teologia da Libertação versus Teologia da Prosperidade" aqui: http://bit.ly/1a6brwP
O Partido dos Trabalhadores e outros partidos socialistas estão determinados a impor o aborto e a homossexualidade no Brasil. O único impedimento ao seu projeto, pela própria confissão deles, é o testemunho ousado de televangelistas neopentecostais, que estão sob um bombardeio pesado de críticas "teológicas" vindas de críticos calvinistas que vivem confortavelmente num ambiente religioso infestado de maçonaria e a Teologia da Missão Integral, que é a versão protestante da Teologia da Libertação.
Sua inspiração é muitas vezes John MacArthur, um teólogo calvinista que acredita que os dons sobrenaturais do Espírito Santo cessaram. Igrejas calvinistas cada vez mais abraçando a homossexualidade, o aborto e posturas contra Israel e MacArthur e seus seguidores brasileiros preocupados com o que o Espírito Santo pode ou não pode fazer hoje. Por que ele e outros críticos calvinistas não usam seu "dom" de criticar para com a Igreja Presbiteriana dos EUA e muitas outras igrejas protestantes esquerdistas e cessacionistas?
Por que eles não usam seu "dom" de criticar para com a Teologia da Missão Integral e a maçonaria?
Se fizessem isso, muitos críticos calvinistas no Brasil começariam a se ocupar com esses problemas colossais em seu próprio meio, e compreensivelmente ficariam sem nenhum tempo para atacar pentecostais e neopentecostais e muito menos exigir que o crescimento deles se alinhe às expectativas calvinistas do Grande Despertamento.
Se eles querem criticar reavivamentos "imperfeitos," e quanto a maçonaria entre os fundadores dos EUA que foram influenciados pelo Grande Despertamento? Por que eles se recusam a ver a maçonaria como bruxaria complexa? Se eles querem perfeição nos outros, por que o meio deles é infestado da Teologia da Missão Integral? Por que essa teologia liberal e esquerdista afeta predominantemente calvinistas no Brasil? Por que eles nunca criticaram sua ex-celebridade teológica, Rev. Caio Fábio, por seu papel instrumental na promoção da Teologia da Missão Integral e no envolvimento evangélico com o Partido dos Trabalhadores?
Existe um reavivamento perfeito? Claro que não. Mas se os pentecostais e os neopentecostais não criticam o Grande Despertamento, por que os críticos calvinistas criticam sistematicamente o crescimento pentecostal e neopentecostal no Brasil?
Quanto a mim, digo: não há motivo algum para se rejeitar o Grande Despertamento e o crescimento pentecostal e neopentecostal no Brasil por causa de suas imperfeições. Cristãos maduros apreciarão ambos eventos e saberão como rejeitar suas imperfeições sem jogar fora o que Deus fez e está fazendo.
Versão em inglês deste artigo: The Perfect Revival?
Fonte: "Mídia Sem Máscara"

Comentário sobre o livro "Feira de Santana"

De São Paulo, o feirense Artur Renato Brito de Almeida comenta sobre o livro "Feira de Santana", de Rollie E. Poppino, motivo de postagem no Blog Demais na segunda-feira, 18:

Guardo com muito carinho um exemplar deste livro sobre Feira de Santana. 
No seu prefácio encontramos: 'Em menos de um século e meio, Feira de Santana transformou-se de região pastoril, quase desconhecida, de escassa população, numa das comunidades mais ricas e mais densamente povoadas do sertão baiano'.
Mais adiante, ainda no prefácio da obra que retrata trabalho de pesquisa que se estende do período colonial até 1950, ressalta o autor 'que são por isso dignas de minucioso estudo as forças políticas, econômicas e sociais que impulsionaram o notável desenvolvimento de Feira de Santana'.
Talvez seja possível, então, dizer que há espaço ainda para que possamos sempre estudar a história de Feira de Santana, suas forças políticas, econômicas e sociais, como forma de entender e contribuir para o melhor desenvolvimento da Princesa do Sertão. 

"De Lula para Dilma, em 13 de junho de 2014: 'Eles não sabem que nós seremos capazes de fazê, democraticamente, pra fazê com que você seja a nossa presidenta por mais quatro anos neste país'"

Por Augusto Nunes
O animador de auditórios amestrados vai despejando frases sem pé nem cabeça enquanto zanza atrás da mesa no palco. Estaciona perto da nuca de Dilma Rousseff, põe a mão esquerda no ombro da afilhada e empunha com a direita o microfone . Então, mirando a cabeça da candidata, Lula rosna o que é simultaneamente uma palavra de ordem e uma ameaça.
"Eles não sabem que nós seremos capazes de fazê, democraticamente, pra fazê com que você seja nossa presidenta por mais quatro anos neste país", diz o mestre a seus discípulos. "Democraticamente", como ensina o Glossário da Novilíngua Lulopetista, quer dizer "sem camburão e sem jornalista por perto". Se a polícia cumprisse o seu dever e a Justiça valesse para todos, o que fizeram de lá para cá o chefe supremo e seus devotos bastaria para que bancada da seita no presídio da Papuda se tornasse amplamente majoritária.
As anotações nos prontuários companheiros referentes aos últimos dois meses confirmam que, para o bando disfarçado de partido, só é proibido perder a eleição. O resto pode. A turma acredita que pode, por exemplo, estuprar a CPI da Petrobras, violar a internet para difamar jornalistas independentes, forçar também o TCU a inocentar culpados ou chantagear bancos que alertam os clientes para os fracassos da política econômica sem rumo nem juízo. Fora o resto.
Em nações civilizadas, pecados bem mais leves dão cadeia. No Brasil, os fora da lei fantasiados de pais da pátria seguem em liberdade, prontos para atravessar pelo menos mais dois meses fazendo coisas de que até Deus duvida.
Fonte: "Direto ao Ponto"

"Contribuinte banca maior parte das campanhas"



Enquanto brasileiros reagiam indignados ao "financiamento público de campanha", discretamente os políticos engordaram o "fundo partidário", abastecido com recursos do Tesouro. Em 2004, ao ser instituído, o fundo tirou R$124,8 milhões do bolso do contribuinte. Isso foi aumentando até saltar de R$197 milhões, em 2010, para R$ 307,3 milhões em 2011. Em 2014, a previsão é que vai a R$ 364,3 milhões.
Rateio do butim
Do total, 5% do fundo é rateado entre todos os partidos registrados na Justiça Eleitoral, e 95% conforme a votação para deputado federal.
Partidos cartoriais
Vários partidos nanicos, sem qualquer expressão eleitoral, são mantidos pelos seus "donos", interessados apenas no fundo partidário.
Parte do leão
Até julho, os grandes partidos embolsaram a "parte do leão" do fundo: PT (R$ 29,4 milhões), PMDB (R$ 21 milhões) e PSDB (R$ 19,9 milhões).
Sem voto, com grana
Nanicos não têm votos, mas fazem festa com o fundo: PTC (R$ 1,3 milhão), PRTB (R$ 773 mil), PSDC (R$ 618 mil) e PEN (R$ 531 mil).
Fonte: Cláudio Humberto

"Lula ouve o aviso em forma de choro: até um bebê de colo acha que oportunismo tem limite"

Por Augusto Nunes
Os políticos presentes ao velório de Eduardo Campos cumprimentaram com sobriedade a viúva, sussurraram duas ou três palavras de consolo a algum parente que estivesse por perto e saíram do foco das câmeras. Os limites da circunspecção foram respeitados por todos - com uma única e previsível exceção. Lula, vaiado na chegada, não perdeu a chance de produzir uma imagem que sugerisse um alto grau de intimidade (que nunca existiu) com a família do morto.
Ao topar com Renata Campos, o palanque ambulante capturou o caçula Miguel, até então posto em sossego nos braços da mãe, e posou para os fotógrafos beijando a testa do garotinho de sete meses. O truque eleitoreiro resultaria numa cena e tanto se o pequeno coadjuvante não tivesse rasgado o roteiro: assim que foi levantado por Lula, Miguel caiu no choro. Até bebê de colo acha que oportunismo tem limite.
Fonte: "Direto ao Ponto"

Entrevista de Dilma com frases longas e confusas mais tempo estourado

Em entrevista ao "Jornal Nacional", da Rede Globo, na segunda-feira, 18, a presidente-candidata Dilma Rousseff lançou mão do mais puro dilmês: frases longas e confusas, engatadas umas nas outras. Por mais de uma vez, ela insistiu em concluir suas longas explanações: "Só um pouquinho, Bonner", dizia.
Dilma ultrapassou em quase 50 segundos o tempo de 15 minutos destinado a ela. Mas desta vez o dilmês pode ter jogado a seu favor. Numa sala do Palácio da Alvorada, e não nos estúdios da Rede Globo, os entrevistadores - além de Bonner, Patricia Poeta - só conseguiram lhe fazer quatro perguntas.
Se da entrevista não resultou nenhum slogan de campanha, ela tampouco será lembrada por uma frase negativa, com o reconhecimento de um erro ou malfeito. Diante das interpelações mais duras, Dilma se escondeu atrás de sua barragem de frases.
Na primeira pergunta, William Bonner tratou dos muitos escândalos do governo petista e perguntou se era difícil escolher pessoas honestas para preencher os cargos do governo.
A presidente não respondeu diretamente: optou por tratar das instâncias de combate à corrupção. "Nós fomos o governo que mais estruturou os mecanismos de combate à corrupção, a irregularidades e malfeitos", disse ela, que também minimizou os escândalos. "Nem todas as denúncias de escândalo resultaram em realmente a constatação que a pessoa tinha de ser punida e seria condenada".
A petista também se escudou convenientemente no cargo e foi evasiva quando o apoio do PT aos mensaleiros condenados por corrupção pelo Supremo Tribunal Federal foi colocado em pauta: "Eu não vou tomar nenhuma posição que me coloque em confronto, conflito, ou aceitando ou não (sic). Eu respeito a decisão da Suprema Corte brasileira. Isso não é uma questão subjetiva".
Em seguida, Dilma afirmou que a troca de César Borges por Paulo Sérgio Passos no Ministério dos Transportes - uma exigência do PR, envolvido em casos de corrupção na própria pasta, para apoiar a reeleição da petista - foi feita com base na integridade do nome indicado pela sigla. "Os partidos podem fazer exigências. Mas eu só aceito quando considero que ambos são pessoas íntegras e não só integras, são competentes", afirmou.
Quando o assunto foi economia, a tática foi a mesma: William Bonner perguntou se o governo não havia errado em nenhum momento na reação à crise internacional.
A resposta foi o discurso-padrão apresentado pela presidente nos últimos meses: "Nós enfrentamos a crise pela primeira vez no Brasil não desempregando, não arrochando salário, não aumentando tributos e sem demitir", disse ela.
Em um dos poucos momentos significativos da entrevista, a presidente acabou admitindo que a saúde não está em padrões minimamente razoáveis: "Não acho", disse ela, antes de desandar a falar sobre o Mais Médicos, uma das bandeiras de sua campanha.
Já com o tempo estourado, Dilma ainda tentou pegar carona na comoção que tomou o país com a morte do candidato do PSB, Eduardo Campos, cuja frase final no "Jornal Nacional" - "Não vamos desistir do Brasil" - virou lema do PSB. "Eu acredito no Brasil", disse Dilma, que foi interrompida uma última vez enquanto tentava pedir votos aos eleitores.
Fonte: Site da "Veja"

Deu em Claudio Humberto


segunda-feira, 18 de agosto de 2014

"Deus Não Está Morto": o filme mais esperado no momento


Kevin Sorbo e Shane Harper em "Deus Não Está Morto"
Foto: Divulgação

Na reta final para o lançamento de "Deus Não Está Morto" (God’s Not Dead), de Harold Gronk, o longa-metragem alcança o primeiro lugar como o filme mais esperado pelo público, de acordo com o site "Adoro Cinema".  Logo em seguida vem "Os Mercenários 3" e em terceiro lugar "Perdido na Nuvem".
O filme cristão "Deus Não Está Morto", que surpreendeu Hollywood com seu sucesso nas bilheterias, mais de sete milhões de pessoas assistiram a película em 1.860 salas de cinema. Sua média de público, e consequentemente de arrecadação, foi recorde para esse tipo de produção, 60 milhões de dólares.
O filme, que recebeu os cinco selos da Fundação Dove, chega às telas brasileiras, inclusive de Feira de Santana, na próxima quinta-feira, 21.
Bianca Toledo assiste ao filme
Para a missionária Bianca Toledo, que assistiu ao filme em uma pré-estreia no Rio de Janeiro, o roteiro é maravilhoso. "Minha expectativa é que as pessoas possam rever seus conceitos na fé em um Deus vivo. Senti muita paz, sabendo que o Espírito Santo está neste projeto e grandes coisas fará aos corações", terminou.
Sinopse
Em seu primeiro dia na universidade, Josh Wheaton (Shane Harper), um jovem estudante de futuro promissor, será desafiado por seu professor de Filosofia, Radisson (Kevin Sorbo), a provar que Deus não está morto. Em um acalorado debate, que motivará discussões e importantes decisões, vidas serão transformadas. Um filme inspirador que aguçará a todos a refletir no que acreditam a respeito de Deus. E você, até onde iria para provar a sua fé?
Fonte: Graça Filmes

Aleluia: "Até tu, Rui, na oposição?"


"Até tu, Rui, quer ser candidato da oposição ao governo?", indaga de forma irônica o presidente estadual do Democratas, José Carlos Aleluia (Foto: Valter Pontes), depois de assistir à entrevista do petista no 'BA-TV', da TV Bahia, no início da noite desta segunda-feira, 18.
"Depois de renegar o padrinho de sua candidatura, o governador Jaques Wagner, evitando tê-lo ao lado em suas placas de campanha, ele agora admite o fracasso da política de segurança pública do atual governo e condena a falta de treinamento da polícia baiana", diz Aleluia.
Destacando que o petista também reconheceu o caos do sistema estadual de saúde na gestão Wagner, Aleluia observou que Rui Costa assinou o atestado de incompetência de um governo do qual ele participou efetivamente.
"Ele foi secretário de Relações Institucionais e da Casa Civil, sendo homem de confiança do governador. Agora, no desespero, ele vem com esta história de Nova Bahia e olhar para frente. Quer enganar quem? Está com vergonha de quê mesmo?", provoca Aleluia.

Comemoração dos 29 anos de escola com caminhada




Em comemoração ao 29º aniversário da Escola Municipal Maria Antonia da Costa, professores, alunos e funcionários participaram na tarde desta segunda-feira, 18, de uma caminhada pelas ruas do bairro Santa Mônica. 
A passeata saiu das casas onde a escola está instalada - na rua São Carlos e na rua Milton Mello - e foi até a sua sede - na rua Rio Madeira -, que está sendo reformada pelo Governo Cidade Trabalho.
No local, foi realizado um abraço coletivo que expressou a expectativa de todos de "voltar para casa".

"Mídia de Feira em geral é fraca, burra, sensacionalista e divulga mal as coisas"



Uma petição online, no site Avaaz - organização internacional de petições, que no Brasil é dirigida pelo petista Pedro Abramovay -, solicita ao Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama) que o órgão impeça a derrubada de árvores da avenida Getúlio Vargas, para a construção do BRT.
No Facebook, Paulo Medford Brandão compartilhou a foto do site Acorda Cidade e considerou:
"O plano de paisagismo elaborado pela empresa Prisma, que a prefeitura contratou para fazer o projeto do BRT prevê que serão mantidas 1.464 árvores, retiradas 136 e plantadas 352. A mídia de Feira em geral é fraca, burra, sensacionalista e divulga mal as coisas, e o povo ainda cai nessa..."
Bem, ele generalizou, mas, na verdade, tem jornalistas e radialistas em Feira de Santana que estão mesmo divulgando mal a questão do BRT e das 136 árvores que serão retiradas.

Desde o início do Orient Cineplace



Luciene Rodrigues da Mota e Cleonice Rodrigues de Oliveira estão no Orient Cineplace desde o início. Elas são a segunda e a terceira da primeira fila 
Foto: Arquivo

Apenas duas funcionárias estão no Orient Cineplace desde a inauguração, em 17 de agosto de 2001. São elas Cleonice Rodrigues de Oliveira e Luciene Rodrigues da Mota, consideradas como colaboradoras-padrão da empresa.
Quando Cleonice soube que o cinema estava contratando, colocou seu currículo em busca da oportunidade de trabalho e foi chamada. Ela trabalhava antes como diarista. Começou a trabalhar na limpeza e na portaria. Passou pela bomboniére e pela bilheteria e foi assistente da gerência, quando tirava as férias dos gerentes Moisés Peixer e Eliete Carneiro de Oliveira. Atualmente é gerente. Assim, um exemplo de crescimento dentro da empresa. Ela enfrenta oito horas de trabalho diário e com um dia de folga na semana, Cleonice gosta do que faz e continua satisfeita em contribuir para a qualidade do atendimento no Multiplex.
Quando a Orient destacava seus funcionários, ela ganhou o "Oscar do Mês", pela excelência do seu trabalho. Cleonice Oliveira conta que na sua atividade tem que ter muito cuidado no atendimento ao espectador e que os problemas enfrentados comumente são com menores pretendendo burlar a classificação indicativa dos filmes e com a possibilidade de troca de salas pelos espectadores, coisa que não deve ocorrer, pelo controle que é feito pelas companhias distribuidoras dos filmes.
Em maio de 2007, Cleonice esteve em Luanda, Angola, onde a Orient Filmes implantou um complexo com quatro salas, o Cineplace Belas Shopping, com um total de 1.154 lugares. Cleonice esteve na África treinando pessoal, como aconteceu quando da implantação do Cineplace Itaigara, no Shopping Itaigara, em Salvador, no Orient Cinemas do River Shopping, em Petrolina-PE, e, mais recentemente treinou pessoal do Orient Cinemas no Cariri Garden Shopping, em Juazeiro do Norte-CE.
Luciene também começou na limpeza e atualmente é assistente da gerência, substituindo Cleonice em suas folgas ou quando em viagem a serviço para treinamento de pessoal na implantação de novas salas.