Lançamento em breve

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sábado, 22 de novembro de 2014

Visão de "O Grande Pecador"



Assista ao trailer
Na tarde deste sábado, 22, a visão em DVD de minha coleção do drama "O Grande Pecador" (The Great Sinner), de Robert Siodmak, 1949.
O filme é baseado no livro "O Jogador", do escritor russo, Fyodor Dostoevsky. Produção da Metro-Goldwyn-Mayer, mostra a redenção de um homem, o escritor Fedor Fedja (Gregory Peck), que se torna um jogador compulsivo obcecado pela jovem Pauline (a belíssima Ava Gardner) mergulha no ambiente do jogo. Um caminho que leva à ruína.
O cenário é a cidade de Wiesbaden, na Alemanha, em 1860. Destaque para a reconstituição de época.
Ainda no elenco; Melvyn Douglas, Walter Huston, Ethel Barrymore, Frank Morgan e Agnes Moorehead.
Em 1958, Claude Autant-Lara dirigiu "Le Joueur", com Gérard Philipe e Liselotte Pulver, com a mesma história. Em 1965, a vez de Leonard Keigel dirigir "La Dame de Pique", com Dita Parlo e Michel Subor.
 

Visão de "Uma Viúva em Trinidad"



Assista ao trailer:

Neste sábado, 22, a visão em DVD de minha coleção do film noir "Uma Viúva em Trinidad" (Affair in Trinidad), de Vincent Sherman, 1952. Jean Louis foi indicado ao Oscar de Melhor Figurino pela Academia de Artes Cinematográficas de Hollywood.
No drama, quando Steve Emery (Glenn Ford) chega em Trinidad, após pedido urgente de seu irmão, ele fica aturdido ao descobrir que seu irmão não apenas tinha sido morto, mas como a esposa dele Chris (Rita Hayworth) está sucumbindo às tentativas de sedução de Max Fabian (Alexander Scourby) que possivelmente é o assassino. Seus sentimentos ficam embaralhados quando descobre que ele, também, está se tornando fortemente atraído por Chris, que é uma cantora de cabaré. Por sua vez, ela está jogando um contra o outro enquanto passa os segredos de ambos para o inspetor Smythe (Torin Tatcher), para quem trabalha em segredo.
Rita Hayworth canta (com a voz dublada por Jo Ann Greer) e dança "I've Been Kissed Before" (veja no vídeo acima) e "Trinidad Lady", ambas de Lester Lee e Bob Russell.
Rita e Glenn Ford também atuaram juntos no clássico "Gilda", de Charles Vidor, 1946, em "Carmen" (The Lovers of Carmen), do mesmo diretor, em 1948.
O restante do elenco é formado por desconhecidos do grande público, como Valerie Bettis, Howard Wendell, Karel Stapanek, George Voskovec, Steven Geray, Juanita Moore, Mort Mills e Joel Fluellen.

"Os limites da tolerância"



Por Hugo Navarro da Silva
O deputado Colbert Martins, em recente entrevista radiofônica, revelou fato de que já se desconfiava a respeito do campo de pouso de Feira, apelidado pomposamente de aeroporto na linguagem oficial: Não há serviço de rádio naquele próprio reinaugurado, solenemente, às vésperas das eleições de outubro, com grandes festas, bandeira, hino e discursos, apenas para efeitos eleitorais e engodo dos otários. Ora, qualquer leigo sabe que aeroporto sem rádio, sem radar, sem sistema de iluminação para  pouso noturno ou em condições meteorológicas desfavoráveis é mais do que campo de pouso para tapeação eleitoral. É anúncio de tragédia. É o cúmulo da irresponsabilidade em busca de conquista de poder e satisfação de vaidades ainda que vidas  humanas sejam colocadas em risco.
Fatos como o do aeroporto de Feira de Santana, que contaria até com empresa operando  linha aérea regular, conforme a propaganda pré-eleitoral, e  outros que a imprensa tem ultimamente noticiado denunciando o maior esquema de corrupção do mundo, do qual ninguém no governo brasileiro tinha a menor ideia, alegando ignorância incompatível com as responsabilidades de quem governa, na verdade explicam a  inquietação, as demonstrações violentas do povo diante da situação de calamidade que se vai alastrando pelo país inteiro, não restando mais sítio ou recanto que se possa proclamar  livre da violência, da ação de criminosos que a todos ameaçam, agora, com a ajuda de urnas eleitorais de inviolabilidade duvidosa e de gigantesca compra de votos.
No começo as manifestações criaram confusão no porque tisnadas de atos de vandalismo e defurtos com a destruição de bens públicos e o arrombamento de casas  comerciais. As manifestações, passadas aquelas marcadas pela violência extrema, mascaradas de protestos contra o preço das tarifas do transporte coletivo e  contra os gastos  com os estádios da famígera "Copa do Mundo", para surpresa de muitos continuaram a ocorrer esporadicamente em várias partes do território nacional, caracterizando-se pela queima de ônibus, veículos que na mente  do povo passaram a representar o poder público.
Boa parte da população assiste, agora, embasbacada e revoltada aos desdobramentos da operação "lava a jato" em que as vísceras do país são expostas sem rebuços e sem enganos,  mostrando algumas "operações" das que estão conduzindo o país ao caminho de ingovernabilidade, superando, em muito, o gigantesco e vergonhoso episódio do "mensalão",  que no balanço final terminou com a vitória dos políticos envolvidos na roubalheira mas ligados ao governo, livres depois e cumprir poucos meses de prisão, para gozar da fortuna.
Agora, manifestações populares como a que ocorreu em São Paulo no dia 15, assumem a sua verdadeira direção, que de início não se mostrou inteiramente, a de   revolta contra o governo federal, que está levando o país ao caos. A desordem, a insegurança, a falta de confiança em órgãos governamentais crescem de tal forma, que a situação do país, hoje, é muito pior e mais preocupante do que a que precedeu o movimento de 1964, que ao contrário do que se propala não foi ato de prepotência nem de busca insensata do poder. Foi movimento necessário, reiteradamente pedido nas ruas pelo povo, alarmado, amedrontado com a insegurança e a baderna que se estabeleceram no país. A situação, agora, é mil vezes pior. A inflação mostra a cara, a produção descamba, o desemprego, um dos últimos sintomas da falência, começa a se manifestar.  A baderna é generalizada e o povo vê-se acossado de incertezas que vão além de todos os limites da tolerância. 
Fonte: Jornal "Folha do Norte" 

CAPA DE VEJA - E-mail de 2009 de Paulo Roberto Costa à então ministra Dilma defende uma 'solução política' para manter fluxo de dinheiro para a quadrilha que operava na Petrobras. E a 'solução' saiu da caneta de Lula"



Por Reinaldo Azevedo
É, meus caros… As coisas podem se complicar bastante. Reportagem de capa da VEJA, que começa a chegar às bancas, traz um fato intrigante, com potencial de uma  bomba. Para chegar ao centro da questão, é preciso proceder a alguma memória.
As circunstâncias
Paulo Roberto Costa, como ele mesmo deixa claro em seus depoimentos, foi posto na direção de Abastecimento da Petrobras em 2003 para delinquir - ainda que lhe sobrasse um tempinho ou outro para funções regulares. Sua tarefa era mexer os pauzinhos para garantir sobrepreço em contratos, que depois seria convertido pelas empreiteiras em dinheiro e distribuído a uma quadrilha.
Costa, como também confessou, era o homem do PP no esquema - embora a maior parte da propina que passava por sua diretoria, assegurou, fosse mesmo enviada ao PT. Notem: ele nunca disse de si mesmo que era um só um sujeito honesto que foi corrompido pelo sistema. Ele confessou que tinha uma tarefa. Segundo seu depoimento e o do doleiro Alberto Youssef, o petista Renato Duque cumpria a mesma função na Diretoria de Serviços, operando para o PT, e Nestor Cerveró seria o homem no PMDB na diretoria da área Internacional.
O e-mail
Note-se: Costa começou a operar na Petrobras em 2003. E eis que chegamos, então, ao Ano da Graça de 2009. Não é que o diretor de Abastecimento da Petrobras resolve cometer uma ousadia? Atropelando a hierarquia da empresa, decidiu mandar um e-mail à então ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, também presidente do Conselho da Petrobras. Transcrevo trecho de reportagem da VEJA. Prestem atenção!
"Paulo Roberto Costa tomou a liberdade de passar por cima de toda a hierarquia da Petrobras para alertar o Palácio do Planalto que, por ter encontrado irregularidades pelo terceiro ano consecutivo, o Tribunal de Contas da União (TCU) havia recomendado ao Congresso a imediata paralisação de três grandes obras da estatal - a construção das refinarias Abreu e Lima, em Pernambuco, e Getúlio Vargas, no Paraná, e do terminal do porto de Barra do Riacho, no Espírito Santo. Assim como quem não quer nada, mas querendo, Paulo Roberto Costa, na mensagem à senhora ministra Dilma Vana Rousseff, lembra que nos anos de 2008 e 2007 houve 'solução política' para contornar as decisões do TCU e da Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional."
Por que diabos o diretor de Abastecimento da estatal enviaria uma mensagem à ministra sugerindo formas de ignorar as irregularidades nas obras apontadas pelo TCU? E, como fica claro, o Tribunal já havia identificado problemas em 2007 e em 2008.
A síntese
Então façamos uma síntese deste notável momento em quatro passos, como está na reportagem:
1 - Um corrupto foi colocado na Petrobras para montar esquema de desvio de dinheiro para partidos aliados do governo Lula.
2 - Corrupto se mostra muito empenhado em seu ofício, o que lhe permite conseguir propinas para os políticos e, ao mesmo tempo, enriquecer.
3 - Corrupto se preocupa com a decisão do TCU e do Congresso de mandarem cortar os repasses de recursos para as obras das quais ele, o corrupto, tirava o dinheiro para manter de pé o esquema.
4 - Corrupto acha melhor alertar as altas autoridades do Palácio do Planalto sobre a iminência da interrupção do dinheiro público que alimentava o propinoduto sob sua responsabilidade direta na Petrobras.
VEJA encaminhou a questão ao Palácio do Planalto e, como resposta, recebeu a informação de que a Casa Civil, de que Dilma era titular, enviou à Corregedoria Geral da União todas as suspeitas de irregularidades. Certo! O Palácio, no entanto, preferiu não se manifestar sobre o e-mail enviado pelo agora delator premiado à então ministra.
Essa mensagem foi apreendida pela Polícia Federal nos computadores do Palácio do Planalto em operação de busca e apreensão relacionada à investigação sobre Erenice Guerra. Dilma não pode se calar sobre a mensagem em que um dos operadores do maior esquema de corrupção jamais descoberto no país sugere ao governo uma "solução política" que garantisse o funcionamento do propinoduto.
E o que aconteceu?
Eis o busílis. O então presidente Lula usou o seu poder de veto, passou por cima do TCU e do Congresso e mandou que o fluxo de dinheiro para as obras suspeitas fosse mantido. Era, como evidencia o e-mail de Paulo Roberto a Dilma, tudo o que queria o corrupto.
Leiam mais um parágrafo da reportagem:
"Durante oito meses, a equipe do ministro Aroldo Cedraz, que assume a presidência da corte [TCU] em dezembro, se debruçou sobre os custos de Abreu e Lima. A construção da refinaria estava ainda na fase de terraplenagem, mas os indícios de superfaturamento já ultrapassavam os 100 milhões de reais. A Petrobras, porém, se recusava a esclarecer as dúvidas.  O ministro chegou a convocar o então presidente da companhia, Sérgio Gabrielli, para explicar o motivo do boicote.  Depois de lembrado que poderia sofrer sanções se continuasse a se recusar a prestar esclarecimentos, Gabrielli entregou 10.000 folhas de planilhas ao tribunal. Para a surpresa dos técnicos, as informações não passavam de dados sem qualquer relevância."
Se Dilma e Lula não sabiam, como dizem, da quadrilha que operava na Petrobras, quem, então, sabia? Como é que um diretor de Obras de uma estatal ousa sugerir saídas "políticas" a uma ministra para tornar sem efeito as apurações de um órgão de Estado?
A mensagem de Paulo Roberto a Dilma deixa claro, quando menos, que ela e Lula ignoraram os sinais de que uma máquina corrupta operava na maior empresa do país - uma estatal. Máquina corrupta que servia a três partidos da base: PT, PMDB e PP.
Yousseff disse em seu depoimento que Lula e Dilma sabiam de tudo. Isso, claro!, requer provas. Se provado, a presidente cairá. O e-mail de Paulo Roberto demonstra que, quando menos, a então ministra foi enganada. Mas enganada por quem? Então um diretorzinho da Petrobras propõe que o governo adote uma "solução política" para tornar sem efeito uma decisão do TCU e do Congresso, e a ministra achou isso tudo normal?
Pior: a "solução política" foi adotada, e Lula vetou a suspensão de repasse às obras com evidências de corrupção - o que está agora comprovado. Era o que Paulo Roberto queria: o fluxo normal de dinheiro para o propinoduto. Afinal, ele foi feito diretor em 2003 para isso.
Aguarda-se que Dilma diga o que fez com o e-mail que lhe foi enviado pelo agora corrupto confesso. VEJA já está nas bancas de São Paulo e, em breve, nas de todo o Brasil. Leiam a reportagem completa.
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"

Deu em Claudio Humberto


sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Ficha técnica do livro "cinema demais"


O livro "cinema demais: ou era uma vez dezenas de filmes comentados e a situação do cinema em feira de santana", de Dimas Oliveira, organizado por Thomas Oliveira, está sendo impresso na Samp Gráfica e Editora.
O projeto teve proposta aprovada pelo Conselho Municipal Gestor do Procultura/Esporte com Certificado de Incentivo nº 035/2014, tendo como proponente Lucy de Oliveira Barbosa.  
Empresas do Grupo MC patrocinam a edição. Tem apoio da Fundação Senhor dos Passos, Fundação Carlo Barbosa, além de Azimute Topografia, Clínica Cárdio-Pulmonar, Juracy Dourado Instituto de Ortodontia e Sólida Estruturas Premoldadas.
A capa, criada pelo artista plástico Gil Mário, é impressa em cartão Triplex, 300 gramas, com laminação brilho. O miolo do livro é impresso em papel Pólen, 80 gramas. A fonte utilizada é a Garamond. O tamanho do livro é 15x21 e contém 228 páginas.

"PSDB faz a coisa certa ao cobrar a demissão de Graça Foster e entrar com duas representações contra a presidente da Petrobras. Chega de pantomima! Os enfezados não herdarão o reino da competência!"



Por Reinaldo Azevedo
O líder do PSDB na Câmara, Antônio Imbassahy (BA), protocolou nesta quinta duas representações contra Graça Foster (foto), presidente da Petrobras - uma na Procuradoria-Geral da República do Distrito Federal e outra no Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU). Elas cobram seu afastamento imediato do comando da empresa. No caso da primeira representação, o PSDB solicita a abertura de inquérito criminal por falso testemunho e prevaricação. É o mínimo que pode ser feito. Não dá para disfarçar: esta senhora contou uma mentira à CPMI da Petrobras. E tem de arcar com o peso de sua decisão. Já chego lá. Antes, uma breve memória.
Não é de hoje que Graça perdeu a condição de presidir a Petrobras. Já escrevi aqui que esta senhora compõe o que chamo do Bloco dos Enfezados, aquela gente que esconde a própria incompetência dando bafão em todo mundo, fazendo cara feia e distribuindo broncas. Fiquem certos: a competência costuma ser suave. Graça, é bom lembrar, foi ao Congresso e defendeu a compra da refinaria de Pasadena, aquela operação que, segundo o TCU, gerou um prejuízo de US$ 792 milhões. Agora, o conselho da Petrobras pede que antigos dirigentes, que comandaram o desastre, respondam a ação civil pública por danos provocados à estatal.
A presidente da Petrobras deveria ter sido demitida ou se demitido quando ficou evidente que tivera acesso privilegiado a perguntas que seriam feitas na CPI, participando, não há outra expressão, de uma fraude. E foi pega em outra falseta, mais grave.
Em fevereiro, a VEJA noticiou que a empresa holandesa SBM havia pagado propina a funcionários da Petrobras em operações envolvendo plataformas de petróleo. Em março, Graça concedeu uma entrevista anunciando que a empresa havia feito uma apuração interna e que não encontrara nenhuma irregularidade.
No dia 11 de junho, em depoimento à CPMI da Petrobras, foi indagada pelo deputado Marco Maia (PT-RS) se havia alguma investigação no exterior envolvendo a estatal brasileira em razão dos negócios com a SBM. Sabem o que fez Graça? Negou! Ocorre que, 15 dias antes, no dia 27 de maio, o Ministério Público da Holanda havia informado a presidente da estatal que "foram pagos valores a empregados da Petrobras por meio do representante [da SBM] no Brasil". Tudo conforme VEJA havia noticiado.
Pois é… Há nove dias, ficamos sabendo que o MP holandês aplicou uma multa de US$ 240 milhões na SBM em razão de propinas pagas no exterior - inclusive no Brasil. Só no dia 17, há quatro dias, Graça admitiu que sabia dos pagamentos irregulares "desde meados do ano" - aqueles mesmos cuja existência ela negara em março, numa apuração realizada em tempo recorde.
Ela tenta se explicar afirmando que a apuração continuou mesmo depois de março. É mesmo? Quer dizer que ela anunciou o resultado de uma investigação que não estava concluída? E como explicar que o MP da Holanda a tenha informado, oficialmente, dos pagamentos irregulares no dia 27 de maio, informação que ela omitiu da CPI. Pior: deu curso à mentira de que não havia investigação nenhuma no exterior.
Vai, Graça! Pede pra sair. E leva junto toda a diretoria. O PSDB faz muito bem em cobrar a sua demissão. Ter acesso prévio a perguntas de uma Comissão Parlamentar de Inquérito é grave e ofende o Parlamento. Contar uma mentira a uma CPI é mais grave ainda.
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"

Movimento anti-Feira contra BRT

Os que puxam Feira de Santana para baixo, que são contra o desenvolvimento da cidade, estão preparando mais uma ação na Justiça. Agora, contra a implantação do Bus Rapid Transit (BRT).

"Juízo final"



Amigo do ex-presidente e advogado de 9 de cada 10 bandidos da era Lula, Márcio Thomaz Bastos morreu no ocaso do seu PT, e no Dia da Consciência Negra. Místicos não diriam que foi coincidência.
Fonte: Cláudio Humberto

Deu em Claudio Humberto


quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Charge do Sponholz


"Setores da imprensa já começam a fazer trabalho do petismo, associando políticos de oposição a empreiteiras. É estúpido!"



Por Reinaldo Azevedo
No dia em que morre Márcio Thomaz Bastos, o binômio "financiamento de campanha-corrupção" assume a sua face mais estúpida, tendente a juntar no mesmo saco de gatos inocentes e culpados. Por que cito Bastos? Porque lhe foi atribuída a autoria da tese de que o mensalão era "só" caixa dois eleitoral. Não foi ele que imaginou a "saída", mas Arnaldo Malheiros, defensor de Delúbio Soares. Adiante.
Pautados pelo PT, setores da imprensa agora resolveram misturar alhos com bugalhos, privilegiando, claro!, os bugalhos. Informa-se que empresas sob investigação na Lava Jato fizeram doações ao PP, ao PT e o PMDB, partidos diretamente envolvidos nas lambanças da Petrobras. Mas também nomes da oposição figuram entre os que receberam doações legais. E daí?
As doações não eram legais? Eram! Os políticos, governistas ou de oposição, deveriam tê-las recusado? A resposta, obviamente, é "não". Queriam o quê? "Ah, não, o seu dinheiro, não. Você ainda será alvo de uma operação da Polícia Federal".
Tenham paciência!
Eis aí no que dá misturar os canais. Digam-me: o que fazem nomes de oposição em certas notícias, ainda que no rodapé? Por acaso podiam mexer os pauzinhos na Petrobras? Tinham como garantir contratos? Eram influentes junto a Renato Duque ou a Nestor Cerveró? Mandavam no engenheiro Pedro Barusco?
Certamente há desvio de dinheiro para campanhas eleitorais, sim. Mas é coisa de energúmenos considerar que as empreiteiras estão recuperando o que doaram. Quer dizer que, se não doarem mais, depois da decisão burra a ser tomada pelo STF, não haverá mais extorsão?
A imprensa está caindo na cilada de achar que, de fato, tudo não passa de um mecanismo de compensações: "Tome a doação, que pego a grana mais tarde". Fosse assim, as empreiteiras doariam também à oposição por quê?
Há coisas que são co-ocorrentes, sem que haja entre elas uma relação de causa e efeito. Com ou sem doações a campanhas, empreiteiras continuarão a enfrentar, em empresas públicas e ministérios, larápios dispostos a criar dificuldades para vender facilidades. E é aí que os crimes de corrupção ativa, corrupção passiva e extorsão acontecem. Se empresas doassem só com o propósito de obter vantagem depois, financiariam apenas os que realmente têm chances de chegar lá.
Os magos petistas já estão operando o jornalismo. Daqui a pouco, políticos de oposição serão chamados a responder pela roubalheira na Petrobras. Jornalista que cai nessa conversa está se comportando como militante petista, não importa se voluntária ou involuntariamente. Ninguém tem o direito de ser burro nessa profissão.
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"

Morre cineasta Mike Nichols



O cineasta americano de origem alemã Mike Nichols morreu nesta quarta-feira, 19, aos 83 anos. Ele era casado com Diane Sawyer, apresentadora da ABC News. Segundo a France Presse, Mike Nichols sofreu um ataque cardíaco.
Michael Igor Peschkowsky nasceu em Berlim, na Alemanha, em 1931. Era filho de um casal de judeus. Aos sete anos de idade, se mudou para os Estados Unidos com a família, fugindo do nazismo. No início dos anos 50, começou a cursar Medicina na Universidade de Chicago, ao mesmo tempo passou a se dedicar ao teatro.
Ele ganhou os maiores prêmios por seu trabalho como diretor, roteirista, produtor e humorista, e foi um dos poucos que venceu o EGOT - Emmy, Oscar, Grammy e Tony - durante a carreira. A sigla refere-se às principais premiações do cinema, da TV, da música e do teatro nos Estados Unidos. O grupo de seletos ganhadores do EGOT é formado por apenas 12 pessoas.
Mike Nichols ganhou o Oscar por "A Primeira Noite de um Homem" (The Graduate). Foi indicado por "Quem Tem Medo de Virginia Woolf?" (1966), sua estreia no cinema, adaptação de sucesso da Broadway, com Elizabeth Taylor e Richard Burton; "Silkwood - O Retrato de uma Coragem" (1983) e "Uma Secretária de Futuro" (1988).
Filmografia

1994 Lobo
1980 Gilda Live  
1970 Ardil 22





Passo a passo



A capa do livro já está pronta (Foto 1). O miolo está sendo impresso (Foto 2). O marca-texto também está pronto (Foto 3).
O livro "cinema demais" está perto de sair da Samp Gráfica e Editora. 

5º Prêmio Mídia-Bus revela agência vencedora de Salvador



A Morya foi a agência vencedora da etapa Salvador do 5º Prêmio Mídia Bus, com a campanha "Desalinhou? Passa na Fazza", criada para o anunciante Fazza. A iniciativa é promovida pela Rota Mídia Exterior e Mídia Bus, em parceria com as empresas MOVMídia e Propaganda Diomnibus, que reconhece as melhores campanhas veiculadas em busdoor/outdoor, backbus, inbus, lateral central, lateral traseira e projetos especiais. O anúncio foi feito na quarta-feira, 19, no Restaurante Cantina du Vini, no bairro Rio Vermelho, em Salvador.
Além de ser contemplada com um certificado e um troféu assinado pelo artista plástico Ricardo Cavani, a agência vai concorrer ao Grand Prix com todos os vencedores das outras etapas do Prêmio, cuja grande final será realizada no Recife, em 27 de novembro. Ao todo, a etapa Salvador do 5º Prêmio Mídia Bus reuniu 43 peças inscritas, de 19 agências.
Na ocasião, foram destacados ainda os vencedores dos primeiros, segundos e terceiros lugares das categorias Institucional, Promocional e Social. Após a etapa de Fortaleza, que aconteceu no dia 17, a premiação será realizada ainda nas praças de Maceió (21/11), Natal (24/11) e João Pessoa (25/11). A grande final do 5º Prêmio Mídia-Bus será realizada no dia 27 de novembro, no Recife, quando o mercado publicitário conhecerá o grande vencedor do Grand Prix, eleito o melhor em mídia-bus do Nordeste em 2014.
O trabalho "campeão dos campeões" vai ganhar:
Ouro: troféu, certificado e um MacBook para agência; um MacBook para o criativo e um Ipad para o mídia que assinou a peça (só será premiado um profissional por função).
Prata: placa e um MacBook para a agência; um Ipad para o criativo e um Ipad para o mídia que assinou a peça (só será premiado um profissional por função).
Bronze: placa e um Ipad para a agência; um Ipad para o criativo e um Ipad para o mídia que assinou a peça (só será premiado um profissional por função).
Confira a lista completa dos vencedores na etapa Salvador:
Categoria Institucional
1º lugar
Título da peça: #porummundomaislegal
Anunciante: Shopping Iguatemi Salvador
Agência: Ideia3 Comunicação 
2º lugar
Titulo da peça: Conhecer você
Anunciante: Laboratório Leme
Agência: Mago Comunicação
3º lugar
Título da peça: Verão e Água Fresca
Anunciante: Água Fresca
Agência: Accessing Comunicação
Categoria Promocional
1º lugar
Título da peça: Desalinhou? Passa na Fazza
Anunciante: Fazza
Agência: Morya 
2º lugar
Título da peça: Não Durma no Ponto - Lançamento EnerUP Lata
Anunciante:  EnerUP / ISM
Agência: Ideia3 Comunicação 
3º lugar
Título da peça: Scooby Doo no Barra
Anunciante: Shopping Barra
Agência: Rocha Comunicação
Categoria Social 
1º lugar
Título da peça: Pelô Acessível
Anunciante: Secretaria da Justiça
Agência: Tempo Propaganda 
2º lugar
Título da peça: Salvador você sente que é diferente
Anunciante: Shopping Barra
Agência: Propeg
3º lugar
Título da peça: A Solidariedade pede “Passagem”
Anunciante: CAASAH
Agência: Poggio
Vencedor da praça de Salvador – Concorrente ao Grand Prix
Título: Desalinhou? Passa na Fazza
Anunciante: Fazza 
Agência:
Morya 
(Com informações de Bruno Souto Maior, da RPress Comunicação)

Trailer e poster de "Cinderela"


Confira o trailer e poster nacionais de "Cinderela", da Disney, que estreia nos cinemas em 2 de abril de 2015
A história de "Cinderela" (Cinderella), de Kenneth Branagh, segue a vida da jovem Ella (Lily James), cujo pai comerciante (Ben Chaplin) casa novamente depois que fica viúvo de sua mãe (Hayley Atwell). Ansiosa para apoiar o adorado pai, Ella recebe bem a madrasta (Cate Blanchett) e suas filhas, Anastasia (Holliday Grainger) e Drisella (Sophie McShera), na casa da família. Mas quando o pai de Ella falece inesperadamente, ela se vê à mercê de uma nova família cruel e invejosa. Relegada à posição de empregada da família, a jovem sempre coberta de cinzas, que passou a ser chamada de Cinderela, bem que poderia ter começado a perder a esperança. Mas, apesar da crueldade a que fora submetida, Ella está determinada a honrar as palavras de sua falecida mãe e "ter coragem de ser gentil". Ela não cederá ao desespero nem aos que a maltratam. E depois tem o belo estranho que ela conhece na floresta. Sem saber que, na verdade, trata-se de um príncipe, não um mero aprendiz do Palácio, Ella finalmente sente que encontrou uma boa alma. Parece que sua sorte está prestes a mudar quando o Palácio envia um convite aberto a todas as donzelas do reino para ir a um baile, aumentando as esperanças de Ella de encontrar novamente o encantador Kit (Richard Madden). Infelizmente, sua madrasta a proíbe de ir ao baile e, impiedosamente, rasga seu vestido. Mas, como em todo bom conto de fadas, surge ajuda, e uma gentil mendiga (Helena Bonham-Carter) aparece e - armada com uma abóbora e alguns ratinhos - muda a vida de Cinderela para sempre.
Inspirado no clássico conto de fadas de Charles Perrault, "Cinderela" dá vida às eternas imagens da obra de arte de animação de 1950 da Disney com seus personagens reais em um espetáculo deslumbrante para uma geração inteiramente nova.
(Com informações de Gláucia Zachariadhes, Atendimento Disney, de Selma Santos Produções e Eventos)

Mais três livros que resgatam a memória de Feira

Mais três livros que resgatam a memória de Feira de Santana serão lançados ainda este ano.
Além de "cinema demais: ou era uma vez dezenas de filmes comentados e a situação do cinema em feira de santana", de Dimas Oliveira,  tem "A História do Fluminense de Feira", de Adilson Simas, e "O Teatro em Feira de Santana", de Geraldo Lima.
Existem entendimentos para um lançamento conjunto em dezembro, antes do Natal.

Mercado Imobiliário deve ficar atento à gestão das vendas e dos custos em 2015



 Assuntos foram destaque no 58º Encontro da ABMI,
realizado em Goiânia
Diante das previsões para a economia brasileira em 2015, o mercado imobiliário prevê um cenário onde a gestão das vendas e dos custos do negócio deverão ser ainda mais eficientes. O tema foi debatido durante o 58º Encontro da Associação Brasileira do Mercado Imobiliário (ABMI), realizado em Goiânia entre os dias 13 e 15 de novembro, com a participação de empresários de vários estados brasileiros. "Teremos que equilibrar fatores como estoques e marketing e ainda agregar ou fortalecer parcerias. Devemos consolidar as boas parcerias para ter êxito nessa tarefa no ano que vem", resumiu Marcelo Brognoli, presidente da ABMI (Fotos: Divulgação).
Segundo o case apresentado pela Tropical Imóveis e Grupo Dhama, essa tônica fica evidente quando se trata do mercado de incorporações urbanas. Num ano que acena para um crescimento negativo na economia, planejar a estratégia de atuação e incorporá-la à rotina da empresa torna-se essencial, na opinião de analistas como Dobson Borges, da Simeon, que apresentou a solução EPA de Consultoria em Estratégia, Tecnologia e Educação Corporativa.
 A Simeon tem atuado em parceria com a Globaltec, desenvolvedora do software UAU, único ERP criado especialmente para o setor da construção civil e que acabou de atingir a marca de 817 clientes ativos em todo país. CEO da Globaltec, Marcelo Xavier de Oliveira fez a palestra de abertura do Encontro da ABMI ressaltando a importância do controle de custos, do planejamento e gestão de vendas que o sistema proporciona, elementos que são integrados com a parte contábil, fiscal e a folha de pagamento. "Uma gestão de recebíveis interligada com o sistema bancário e com a apuração de obrigações contábeis e fiscais tem sido a opção de várias grandes empresas do ramo imobiliário para maior eficácia na análise gerencial", destacou Marcelo Xavier.
(Com informações de Doris Costa, Iara Lourenço e Taysa Lara, da Assessoria de Imprensa da Globaltec)

Ninguém mais escreve sobre cinema


Em meados dos anos 60, existiu em Feira de Santana a Associação Feirense de Críticos de Cinema (AFCC). O grupo se reunia em sala no Edifício Pires, também local de reunião da Associação Feirense de Estudantes Secundários (Afes).
Faziam parte Antônio Álvaro e seu irmão Jaime Almeida, Antonio Miranda, Gilberto Duarte, José Carlos Teixeira, Luciano Ribeiro e Olney São Paulo.
Álvaro e Olney mais Fernando Ramos escreviam sobre cinema para a revista "Sertão", no início dos anos 60.
O jornalista Dimas Oliveira começou a escrever sobre cinema em 1967. Já são 47 anos vendo filmes - fazendo também -, anotando, criticando, comentando e resenhando, passando por quase todos os jornais e revistas de Feira de Santana. "Situação", "Feira Hoje", "Folha do Norte", "Jornal da Feira", "Tribuna da Bahia" (especificamente tratando sobre vídeo), "Gazeta Feirense", "Panorama", "Feira em Revista", "Notícias da Bahia", "NoiteDia", "Municípios em Foco", entre outros, além de blogs e sites.

"Trópico" é filme raríssimo

Em 1967, há 47 anos, Feira de Santana foi cenário para o filme "Trópico" (Tropici), 87 minutos, do cineasta italiano Gianni Amico (1933-1990), que foi grande divulgador da arte brasileira na Itália. O filme, lançado em 1969, é pouco difundido, raríssimo. No elenco, Joel Barcellos, Janira Santiago, Graciele Campos, Antônio Pitanga, Batista Campos, Roque Araujo e Maria Euridice.
Paulo Cezar Saraceni considera "Trópico" como "belíssimo". O filme, premiado no Berlin International Film Festival de 1971, trata sobre a desintegração do homem brasileiro.
Baseado em "Tristes Trópicos", de Claude Levi Strauss, e "Morte e Vida Severina", de João Cabral de Melo Neto, revisita o filme "Vidas Secas", de Nelson Pereira dos Santos, 1961, e o nordeste brasileiro, assim uma síntese do Cinema Novo.
Longa-metragem produzido pela televisão pública italiana é didático-documental sobre o terceiro mundo. Narra a viagem de Miguel e Maria e sua família do sertão para São Paulo, expulsos pela seca e pelo latifúndio.

"Aliados não escondem temor do impeachment"



A prisão dos poderosos chefões de empreiteiras, acusados de subornar autoridades e políticos para obter contratos bilionários na Petrobras, aumentou a tensão de aliados do governo no Congresso. Só falam em eventual impeachment de Dilma. Eles próprios, governistas, temem o  surgimento de indícios de envolvimento da presidenta no escândalo, ou informações sobre dinheiro sujo no financiamento da sua reeleição.
Outra vez
Em off, petistas ilustres trabalham com a certeza de que o tesoureiro João Vaccari Neto arrastará o PT, de vez, para o centro do escândalo.
Mui aliados
Mesmo com estrelas do partido enroladas no esquema do Petrolão, o PMDB espera tirar proveito do enfraquecimento de Dilma.
Como pinto no lixo
Enfraquecida, Dilma se valerá do PMDB para sobreviver. Em caso de impeachment, pode até assumir a presidência com Michel Temer.
Fonte: Cláudio Humberto

"Proposta de 'leniência' da CGU causa indignação"



Causou indignação a defesa de chefes de órgãos de controle, como Jorge Hage (Controladoria Geral da União), de um "acordo de leniência" para preservar contratos bilionários, obtidos mediante fraude em licitação e pagamento de suborno, de empreiteiras envolvidas na ladroagem da Petrobrás. A hipótese é tão absurda quanto o presidente do Tribunal de Contas da União, Augusto Nardes, afirmar que as obras "não podem ser paralisadas". Podem, sim. Mais que isso: devem.
Inidoneidade
Oito meses depois da operação Lava Jato, a CGU nem sequer cogitou - como em outros casos - declarar inidôneas empresas corruptoras.
Réus confessos!
Lobistas e ex-diretores da Petrobras e donos das empreiteiras são réus confessos. Mas, para a CGU, as empresas continuam "idôneas".
Recurso à Justiça
O jurista Pedro Paulo Castelo Branco adverte que empresas derrotadas em licitações fraudadas devem recorrer à Justiça contra a blindagem.
Impunidade
Eventual "acordo de leniência" também resultaria na diminuição de pena para os capitães das empreiteiras corruptoras. Seria escandaloso.
Fonte: Cláudio Humberto

Deu no "Pravda"



O jornalista Valter Xéu é quem informa: texto sobre o livro "cinema demais", de Dimas Oliveira, saiu publicado no "Pravda", edição em português do jornal russo:
Clique e confira:

Túnel do Tempo

MUSICAL
NOVEMBRO, 1973
                    "Sinfonia Nordestina", espetáculo musical "analisando os aspectos do povo sertanejo", foi a grande atração do fim de semana em Feira contando na abertura com a presença do cantor Jurandir da Viola. A direção geral foi de Cezar Ubaldo, a direção musical de Carlos Piter, o comando técnico de Dimas Oliveira (foto), Marcelo Galhardo, Gastão Clovis e Wilson Monte e no elenco Luiz Pimentel, Zé Raimundo Diogo, Licia Azevedo, Edmundo Zhamm, e Letícia Azevedo.
- O espetáculo aconteceu no Teatro Margarida Ribeiro...
Fonte: "Por Simas"

Deu em Claudio Humberto


quarta-feira, 19 de novembro de 2014

"O regime petista prometeu conduzir a Petrobras à glória. O regime petista quebrou a Petrobras. E tem de pagar por isso nos tribunais e nas urnas"



Por Reinaldo Azevedo
Luiz Inácio Lula da Silva cumpriu a sua promessa: "Nunca antes na história 'destepaiz'".
O PT cumpriu a sua promessa: "Nunca antes na história 'destepaiz'".
Os mistificadores cumpriram a sua promessa: "Nunca antes na história 'destepaiz'".
Nunca antes na história deste país, com efeito, se produziu tamanho desastre numa única estatal, com graves repercussões, ainda a serem devidamente apuradas, nas contas públicas.
Segundo cálculos preliminares do banco americano Morgan Stanley, as perdas na Petrobras, em razão da quadrilha que assaltou a empresa, podem chegar a R$ 21 bilhões. A perspectiva mais otimista, o número mais magrinho e improvável, pasmem!, é R$ 5 bilhões.
Nunca antes um outro governo foi capaz de produzir esse resultado. Nunca antes uma outra gestão chegou tão longe. Nunca antes um outro grupo foi tão ousado. Nunca antes uma outra quadrilha foi tão imodesta.
A questão é saber: tudo isso se deu sob as barbas de Lula? Tudo isso se deu nas sinuosidades robustas dos tailleurs vermelhos de Dilma Rouseff? Segundo Alberto Youssef, eles sabiam de tudo. E, se sabiam, cometeram crime de responsabilidade, além de outros crimes. E, se isso ficar comprovado, Dilma vai cair não porque será vítima de um golpe, mas porque será colhida pela lei. Golpismo seria o país continuar com uma presidente da República que permite o assalto aos cofres públicos.
A Petrobras está em palpos de aranha. Realizando ou não imediatamente o prejuízo monstruoso causado pela quadrilha, a empresa terá dificuldades de se financiar no mercado. Os empréstimos para ela serão mais caros; os investidores vão se distanciar da empresa; os pesados investimentos que lhe foram impostos pelas regras - de resto, estúpidas - de exploração do pré-sal acarretarão encargos com os quais ela não poderá arcar.
E pensar que o PT ganhou as eleições de 2002, 2006 e 2010 mentindo que os tucanos pretendiam privatizar a Petrobras. Nunca pretenderam! Mas o que fez o petismo? A privatização, ao menos, acarreta a entrada de dinheiro nos cofres do Tesouro. Privatizar uma estatal significa trocar um ativo por dinheiro. O que aconteceu com a maior empresa brasileira foi, de fato, algo diferente: um pedaço do seu patrimônio lhe foi roubado, lhe foi arrancado, lhe foi amputado em benefício de vagabundos, de pilantras, de bandidos.
E há, reitero, um enigma nessa história toda: quem é Pedro Barusco, o engenheirozinho de meia-tigela que aceita devolver R$ 252 milhões aos cofres públicos - ou US$ 97 milhões? Como é que um mero estafeta de Renato Duque, o petista que era o chefão da Diretoria de Serviços, tinha todo esse dinheiro disponível em contas secretas, pronto para ser movimentado? Por que não o pulverizou como costumam fazer os bandidos comuns? Por que não o transformou em patrimônio? Por que não pôs em nome de terceiros?
Eu me dou o direito de desconfiar: será que esse dinheiro era mesmo seu? Não estaria este senhor a serviço da máquina verdadeiramente criminosa que se esconde por trás da roubalheira na Petrobras? Não seria ele mero laranja de uma organização muito maior e muito mais poderosa?
Sim, uma penca de crimes comuns e financeiros foi cometida no assalto organizado à Petrobras. Mas o maior de todos os crimes foi mesmo o político.
O regime petista prometeu conduzir a Petrobras à glória. O regime petista quebrou a Petrobras. E tem de pagar por isso nos tribunais e nas urnas.
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"