Em segunda semana no Orient Cineplace

Em segunda semana no Orient Cineplace
Horários: 16h30, 19 horas e 21h20

terça-feira, 2 de setembro de 2014

"Dilma e Aécio fazem o certo e o esperado e questionam Marina. Ou: Debate não é baixaria"



Por Reinaldo Azevedo
Acabou a moleza para Marina Silva. Se querem saber, isso é bom. Não estou, não agora, a fazer juízo de valor sobre candidaturas. O que estou a afirmar é outra coisa: quanto mais os temas forem realmente debatidos, melhor. No horário eleitoral desta terça-feira, a petista Dilma Rousseff e o tucano Aécio Neves acordaram para a realidade e passaram a questionar os postulados da candidata do PSB. Isso é bom. Quem sabe as coisas se aclarem.
A propaganda do PT lembrou que Marina teria hoje 33 deputados na Câmara. A aprovação de um projeto de lei requer um mínimo de 129; a de uma emenda constitucional, de 308 - além de 49 senadores. Com duas votações na Câmara e no Senado. A lembrança faz sentido? É claro que sim! Boa parte das mudanças com as quais Marina acena depende da aprovação do Congresso. Como ela pretende conquistar essa maioria sem negociar com os partidos? "Ah, mas ela vai fazer a devida interlocução", poderiam dizer seus seguidores. Pois é… Por enquanto, ela se apresenta como a "nova política" contra tudo o que está aí, que seria a velha.
Os petistas chegaram até a pegar carona numa lembrança que fiz aqui: o país só elegeu dois presidentes, até agora, que anunciaram a disposição de governar acima dos partidos: Jânio Quadros e Fernando Collor. O primeiro deu no que deu, e o segundo também. Não me incomodo que os petistas tenham colado meu argumento. A questão é procedente. O locutor do programa do PT tenta lançar a dúvida na cabeça do eleitor: "Como é que você acha que ela vai conseguir esse apoio sem fazer acordos? E será que ela quer? Será que ela tem jeito para negociar?".
Os petistas insistem ainda que Marina Silva dá pouca bola para o pré-sal em seu programa de governo. Pesquisas feitas pelo partido apontam que esse é um tema "que cola". No debate de ontem, promovido pela Jovem Pan, Folha, UOL e SBT, Dilma atacou Marina por esse flanco, mas acabou sendo vítima do contra-ataque. Em sua resposta, a candidata do PSB lembrou os desmandos na Petrobras.
O programa de Aécio repetiu a propaganda de sábado e deu destaque à inexperiência de Marina: "Tem gente que acha que é só tirar o PT do governo e tá tudo resolvido". Aí ele diz por que não pode ser assim. Para governar, alerta, é preciso ter "ideias sólidas, experiência e força política".
Muitos leitores podem se perguntar: "Mas, Reinado, esse negócio de uns ficarem atacando os outros não é ruim para o Brasil, não rebaixa a política?". Meus caros, desde que as questões sejam pertinentes, não! Notem: quando Marina acusa os políticos de fazer acordos muitas vezes espúrios, contra o interesse da população, é claro que diz algo procedente. Em parte, isso é mesmo verdade. Mas não é menos verdadeiro que inexiste política sem negociação, aqui ou em qualquer parte do mundo.
Marina tem, sim, de responder por suas propostas, a exemplo de outro candidato qualquer. É saudável que Dilma e Aécio a provoquem para o confronto de ideias, desde que seja com questões procedentes. E é bom não confundir esse procedimento com golpe sujo. Tentar, por exemplo, transformá-la em homofóbica, a exemplo do que já fazem grupos de pressão ligados ao petismo, isso, sim, é baixaria e deve ser repudiado. Já o debate franco só torna melhor a democracia.
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"

1º Passeio Ciclístico do Projeto Irmão Solidário


Trailer oficial dublado de "Hércules"


Assista
Trailer do filme de ação "Hércules", que tem lançamento nacional nesta quinta-feira, 4, no Orient Cineplace.  



Lançamento de “Hércules” e terceira semana de "Deus Não Está Morto"

Dwayne Johnson faz "Hércules"
Foto: Divulgação

Filme de ação e aventura baseado em uma série de quadrinhos de Steve Moore, "Hércules" (Hercules), de Brett Ratner, é o lançamento nacional a partir desta quinta-feira, 4, no Orient Cineplace. O herói grego foi personagem de vários filmes realizados na Itália, nos anos 50 e 60. Steve Reeves foi o principal intérprete do personagem. A Disney fez animação com o herói em 1997.
No exílio de sua nativa Atenas, o herói grego Hercules (Dwayne Johnson) aceita trabalhar como um mercenário para o cruel e tirano rei de Trácia (Joseph Fiennes) e descobre que está sendo usado para a formação de um sangrento golpe de independência.
Em segunda semana, o filme de ação e ficção-científica "Lucy" (Lucy), de Luc Besson, com Scarlett Johansson e Morgan Freeman
O filme cristão "Deus Não Está Morto" (God's Not Dead), de Harold Gronk, entra em terceira semana.  Igrejas evangélicas continuam mobilizando os fieis que acorrem ao cinema para prestigiar o filme sobre fé e criacionismo versus evolucionismo.
Outras continuações, em terceira semana, são o filme de ação "Os Mercenários 3" (The Expendables), com Sylvester Stallone, Arnold Schwarzenegger, Harrison Ford e Mel Gibson, e o filme de ação "As Tartarugas Ninja" (Ninja Turtles), em quarta semana.

Aulas de violino e flauta doce para 120 crianças



A Belgo Bekaert Arames convidando para participação no lançamento do Projeto Acordes. O evento ocorre na segunda-feira, 8, às 14h30, no Teatro da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL). "Que o ritmo da sua vida esteja sempre no melhor compasso!", é o slogan do projeto.
Na programação, abertura, entrega simbólica dos instrumentos, apresentação musical e encerramento. 
O Acordes é projeto de educação musical voltado para crianças e jovens de escolas públicas, que tem como objetivo promover a educação e inclusão por meio do processo de ensino/aprendizagem de música.
O projeto ocorrerá na Escola Municipal Ana Brandoa e Escola Municipal Valdemira Alves de Brito, ambas no Tomba, onde serão ministradas aulas de violino e flauta doce para 120 crianças.

Comandante palestra sobre 35º BI no Rotary



Na reunião almoço do Rotary Club de Feira de Santana, nesta terça-feira, 2, no Restaurante Cravo e Panela, na Ville Gourmet, palestra ministrada pelo comandante do 35º Batalhão de Infantaria, tenente coronel Paulo Sérgio Brito Santos - está no cargo desde janeiro deste ano -, abordando sobre atividades desenvolvidas pelo Batalhão Luiz Barbalho Bezerra, unidade da 6ª Região Militar, na guarnição de Feira de Santana e suas missões subsidiárias.
Acompanharam o comandante o sargento Josman Lima, assessor de Comunicação Social (autor das fotos) e o ordenança cabo Weslley.
A reunião foi presidida por Juracy Dourado Marques Filho e vários companheiros questionaram o tenente coronel sobre o tema discorrido.

"Com medo da derrota, PT altera sua campanha"



O comando da campanha do PT concluiu que fracassou o núcleo do ex-ministro Franklin Martins para cuidar das chamadas "mídias sociais" e digitais. A avaliação foi feita após as pesquisas Ibope e Datafolha apontando para o risco real de derrota da presidenta Dilma em outubro. Por isso, o PT decidiu fazer mudanças no esquema, reforçando a equipe com novos profissionais e demitindo aqueles que falharam.
Ataque a Marina
Uma das principais decisões da campanha do PT foi de "abrir fogo" contra Marina Silva, sua pregação e seu marido, nas redes sociais.
Trair e coçar…
A ideia do PT é explorar os R$ 1,6 milhão das palestras de Marina, e acusá-la de "trair" diversas causas e da possibilidade trair o voto.
Favoritismo
Marina venceria o 2º turno por 50% contra 40% da candidata do PT, segundo o Datafolha. O Ibope prevê Marina com 45% e Dilma 36%.
No we can’t
Oficialmente, a campanha petista nega demissões e afirma que, apesar das pesquisas adversas, "a campanha continua a mesma".
Fonte: Cláudio Humberto

"Marina, como a Rússia descrita por Churchill, é uma charada envolvida em mistério que fica dentro de um enigma"

Por J. R. Guzzo

Eis aí, qual galera em noite apagada, essa imprevisível Marina Silva navegando outra vez em mar imenso - e levando a si própria, junto com os eleitores brasileiros, para algum porto desconhecido. O que existia até a morte de Eduardo Campos não existe mais; o que ninguém imaginava passa a ser a nova realidade.
Marina, até agora uma mera candidata a vice que andava esquecida nas linhas de trás da disputa, e ainda por cima nem estava transferindo seus votos ao companheiro de chapa, como ele tanto queria, passa de repente a ser um nome decisivo para o resultado final - logo na primeira pesquisa após o acidente que tirou Campos da vida e da política brasileira, ela já aparece em segundo lugar na corrida, e à frente da atual líder Dilma Rousseff se houver um segundo turno entre as duas.
Aécio Neves, que toda a lógica do governo apontava como o nome a derrotar, talvez não seja mais o desafiante número 1. A presidente Dilma, até aqui a grande favorita por liderar com folga as sondagens, ter na televisão o dobro do tempo de propaganda que terão os seus adversários somados, e contar com a força bruta da máquina pública em seu favor, pode acabar nem sendo mais candidata a nada.
O ex-­presidente Lula, que estava fora, volta a ficar dentro - se bater mesmo o desespero, poderá empurrar a presidente para fora do barco, sem maiores delicadezas, e assumir ele próprio a candidatura.
É a vida, com suas vastas emoções e itinerários imperfeitos. Um desses nevoeiros malignos que de repente se formam sobre o quebra-cabeça de rios, braços de mar, canais e mangues onde ficam Guarujá e Santos, no litoral paulista; um avião com tecnologia de primeira classe, feito para não cair nunca; uma falha que aparece quando nem máquina nem homens poderiam falhar.
Pronto: bastaram alguns minutos de capricho da fortuna para reduzir a zero toda a vã sabedoria dos excelentes cálculos, análises e raciocínios feitos até agora sobre a eleição presidencial de 2014.
Como se pode ver, a prudência básica está nos aconselhando a lidar só com o presente, e do jeito com que se lida com um porco-espinho - ou seja, com extremo cuidado. O que acontece hoje, quando Marina herda cheia de gás a candidatura de Campos, pode acabar não tendo nada a ver com o que acontecerá no dia 5 de outubro.
Não há como fazer ciência aí. O que se sabe é menos do que o que não se sabe - a começar por quem é a própria candidata.
Marina, como a Rússia descrita por Churchill, é uma charada envolvida em mistério que fica dentro de um enigma. Em 2010, quando se candidatou à Presidência, conseguiu um prodígio: quase 20 milhões de pessoas votaram nela sem saber direito por quê. Não foi, certamente, por ficarem entusiasmadas quando ouviram Marina falar em "centralidade da necessidade", "controles ex post frente" ou "agenda plasmante".
Que patuá é esse? Nem o rapaz do Rio de Janeiro que ganhou outro dia a supermedalha internacional de matemática seria capaz de entender.
Ela admite que não se pode viver sem luz elétrica, mas parece não encontrar nenhuma usina que a satisfaça. Sabe que o Brasil não sobrevive 24 horas sem as exportações que só podem ser obtidas com agricultura capitalista de larga escala, mas defende uma "inflexão" na área agrícola.
Marina tinha o dobro das intenções de voto de Eduardo Campos, mas era candidata a vice. Formou-se no PT, mas hoje é a sua principal concorrente. Não se sabe o que pretende fazer, na vida real, diante de nenhum dos problemas que o eleitor quer ver resolvidos com urgência.
Seus 20 milhões de admiradores, até hoje, não lhe cobraram mais esclarecimentos - não entendem o que ela está dizendo, mas parecem achar que é bom. Dá para chegar ao Planalto nessa toada, falando de "sustentabilidade" e "esforço transversal"?
Lula e Dilma, mais que Aécio, esperam que não. Os dois só sabem fazer campanha apostando tudo na destruição do competidor, que sempre pintam como um inimigo da "maioria pobre" - e essa opção não está mais disponível para eles.
Vai ser difícil, por exemplo, dizer que Marina é da elite branca do Sul, porque ela nasceu mais pobre do que Lula, não é branca e veio da periferia de Rio Branco, no fundo do Acre. Não dá para pregar ódio contra alguém que só foi se alfabetizar aos 16 anos de idade, ou teve a saúde arruinada pela falta de dinheiro.
Não se conseguirá negar a Marina o "heroísmo moral" de que fala Cervantes - aquela penca de desvantagens que ninguém quer para si, a começar pela pobreza, mas acha um grande mérito nos outros.
Marina Silva pode ser uma pedreira.
Fonte: "Veja"

Seminário sobre novidades do fisco reúne contribuintes de Feira e região

Inovações na Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e o Domicílio Tributário Eletrônico estão entre os assuntos a serem abordados no seminário "Novo Panorama Fiscal a Partir da Consolidação do Sped (Sistema Público de Escrituração Digital)", que ocorre no dia 18 de setembro, das 8h30 às 12h30, no auditório da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Feira de Santana. Voltado para empresários e profissionais das áreas fiscal e contábil da região, o evento é resultado de parceria entre a Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia (Sefaz-BA), Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomercio),  Associação Comercial e Empresarial de Feira de Santana (Acefs) e Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) Feira de Santana.
O evento contará, na abertura, com as presenças do secretário da Fazenda Manoel Vitório, presidente da Fieb Carlos Gilberto Farias, presidente da Fecomércio Carlos Andrade, dos presidentes da CDL Alfredo Muller Falcão e da Acefs Marcelo Alexandrino, e do superintendente de Administração Tributária da Sefaz-BA, José Luiz Souza.
Em seguida, a programação inclui palestras sobre o que mudou nos documentos fiscais eletrônicos, a nova forma de contingência da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), e duas novidades a serem implantadas pela Sefaz e que estarão em breve na agenda dos empresários baianos: o Domicílio Tributário Eletrônico e a Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica na Bahia (NFC-e).
Os interessados devem ligar para (075) 3211-7446 (Acefs – falar com Flávia).
Palestrantes:
A programação do seminário foi definida levando-se em consideração os assuntos que geram mais interesse por parte dos contribuintes e profissionais das áreas contábil e fiscal. A primeira palestra abordará o tema "A inovação dos documentos fiscais eletrônicos e seu impacto nas administrações tributárias e nas empresas" e será apresentada por Álvaro Bahia, coordenador técnico do Encontro Nacional de Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais (Encat) e auditor fiscal da Sefaz.
A nova contingência da NF-e, a SVC-RS, será apresentada pelo gerente de Automação Fiscal (Geafi) da Sefaz, Jadson Bitencourt. Na ocasião, Paulo Medrado, auditor fiscal da Sefaz, fará uma demonstração, emitindo uma NF-e em contingência SVC-RS pelo programa emissor gratuito.
Os outros assuntos do dia serão "Domicílio Tributário Eletrônico (DT-e)", a ser apresentado pelo gerente de Informações Econômico-Fiscais/Geief da Sefaz, Carlos Maurício de Sena Cova, e "Implantação da Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica na Bahia (NFC-e)", que terá  como palestrante o auditor fiscal da Geafi/Sefaz, Luiz Gonzaga. Após as apresentações, haverá espaço para que os presentes possam tirar dúvidas sobre os temas apresentados.
Parceria
O evento acontece após o bem-sucedido seminário sobre a "Nova Forma de Contingência da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e)", em maio, no auditório da Fieb, em Salvador, viabilizado por meio da parceria entre a Federação e a Sefaz. O evento contou com a participação de cerca de 250 empresários e profissionais das áreas contábil e fiscal. Na ocasião, os participantes puderam tirar dúvidas a respeito da SVC-RS (Sefaz Virtual de Contingência), nova forma de contingência criada para evitar interrupções na emissão da NF-e, que já está em plena atividade.
"O primeiro encontro teve uma grande procura por parte dos contribuintes e a ativação bem-sucedida da nova forma de contingência da NF-e mostra que a interação entre a Sefaz e a Fieb foi um estímulo a novas parcerias", observa o secretário da Fazenda, Manoel Vitório. A partir da primeira experiência, surgiu a proposta de realização de encontros que levassem temas de interesse dos contribuintes também para o interior do Estado, explica.
Fala do presidente da Fieb   -  "Este novo seminário tem o papel de contribuir para esclarecimentos acerca dos temas que mais geram dúvidas para os contribuintes e profissionais que atuam nas áreas contábil e fiscal, em Feira de Santana e outros municípios da região. É fundamental que informações tão relevantes para o dia a dia das empresas sejam disseminadas".
Fala do presidente da Fecomércio - "A introdução doSped Fiscal marcou uma nova fase na relação fisco e contribuinte. É um tema que merece atualização constante por parte dos empresários do comércioe que ainda trará muitas novidades, como a Nota Fiscal Eletrônica do Consumidor".
Fala do presidente da CDL - "Hoje, mais do que nunca, o recolhimento de tributos deve ser discutido e aperfeiçoado em audiências do setor privado e do setor público, onde com certeza serão encontrados pontos de convergência para a construção de uma sociedade melhor".
Fala do presidente da Acefs - "O empresário precisa estar bem informado sobre as novidades que o fisco tem trazido constantemente. Esta aproximação do fisco com o empresário é de vital importância para a saúde financeira e fiscal das empresas, inclusive para que sejam colocadas as dificuldades que enfrentamos para cumprir tantas exigências que surgem. É esta a hora do empresário poder se colocar junto ao fisco e que o fisco tenha a sensibilidade para ouvir a base empresarial. Só juntos conseguiremos melhorar os processos fiscais sem trazer grandes transtornos para o empresariado".
(Com informações de Silvana Ferraz, da Assessoria de Comunicação da Câmara de Dirigentes Lojistas de Feira de Santana)

Feira de Santana recebe segunda loja de O Boticário no novo formato nesta terça-feira

Nesta terça-feira, 2, Feira de Santana receber a segunda loja de O Boticário com um novo formato, ainda mais interativo e inovador, reunindo o que há de mais moderno no varejo. Já na quarta-feira, 3, será a vez de Porto Seguro inaugurar este novo formato. O movimento faz parte do projeto de trazer um novo conceito às lojas, que será espalhado, em quatro anos, para os 3.690 pontos de vendas em cerca de 1.750 cidades brasileiras. O investimento estimado é de um bilhão de reais. Este ano Salvador recebeu oito lojas neste formato, seguidas de Itabuna, Eunápolis e Barreiras. O projeto do novo layout das lojas O Boticário iniciou em 2013 e as cidades de Ilhéus, Salvador e Natal foram os primeiros municípios do Nordeste a inaugurar esta novidade em experiência de beleza.
A nova loja O Boticário foi pensada para valorizar a exposição dos produtos e incentivar ainda mais a experimentação, combinada à oferta de conteúdo aos consumidores de maneira envolvente e relevante. Por isso mesmo, a tecnologia é uma das estrelas do espaço. Em diversos pontos, o consumidor poderá experimentar, cheirar e testar cores e texturas, estimulando todos os sentidos, além de se aprofundar nos conceitos das marcas por meio de tablets que apresentam vídeos, músicas e tutoriais que transportam o consumidor para o universo de cada produto.
No espaço de exposição e experimentação da fragrância Zaad, por exemplo, os consumidores serão levados a vivenciar marca por meio do storytelling relacionado a diversos cheiros que fazem parte da trajetória de um homem de sucesso. O eau de parfum Lily, outra perfumaria premium de O Boticário, também terá um espaço especial e sofisticado - destaque para as fitas olfativas para experimentação da fragrância, feitas em cetim.
Outra grande inovação na exposição de produtos é a criação dos "bares" do perfume e maquiagem. No primeiro, as fragrâncias são divididas por estados de espírito e estilos associados a cada marca. Assim, o consumidor pode escolher a opção que mais combina com ele. A experimentação ganha um toque todo especial com cápsulas perfumadas criadas especialmente para O Boticário, em formato de gota. E as principais marcas - Floratta, Linda, Quasar e Malbec - são também apresentadas por elementos que materializam os conceitos de cada uma.
Já no Bar da Maquiagem, além de experimentar os produtos da linha premium Make B., o cliente vai encontrar sugestões de uso e combinação de texturas e cores. O espaço terá tutorial com looks exclusivos, que serão renovados a cada nova coleção.
A nova loja também traz um espaço especial para quem vai presentear e para os produtos destinados aos homens. Na área de Presentes será possível customizar as embalagens com fitas e laços, canetas coloridas e cartões. Além disso, será possível fazer e imprimir uma foto na hora, para compor a caixa de presente.
De portas abertas
A inovação estará também do lado de fora. Em sua nova loja, O Boticário investiu em cores fortes e marcantes. Um portal cereja, em tom sofisticado, emoldura a entrada.  A logomarca, estampada na parte superior, traz alegria e convida o consumidor a entrar.
Sobre O Boticário
O Boticário é uma empresa do Grupo Boticário. Fundada em 1977, em Curitiba (Paraná), a empresa tem hoje a maior rede de franquias do Brasil e conta com mais de 900 franqueados e 3.690 pontos de vendas em cerca de 1.750 cidades brasileiras. Seus produtos têm preços acessíveis, sofisticação e tecnologia de ponta. São mais de 1.100 itens, entre maquiagem, perfumaria e cuidados pessoais, como cremes, protetores solares, loções, desodorantes, shampoos, sabonetes, entre outros.
(Com informações de Gabriela Bandeira, da Texto e Cia Assessoria de Comunicação)

"CONFIRMADO: DILMA NÃO PARTICIPARÁ, HOJE, DA SÉRIE DE ENTREVISTAS DE PRESIDENCIÁVEIS NO 'JORNAL DA GLOBO'. Perguntas que seriam feita a ela vão ser lidas no ar"

Por Ricardo Setti

Depois de aceitar ser entrevistada pelo Jornal Nacional no dia 18 passado, tal como ocorreu com seus principais adversários, a presidente Dilma Rousseff comunicou sexta-feira à Rede Globo que não participará da sequência de entrevistas com candidatos à Presidência que será realizada pelo Jornal da Globo. Por sorteio, Dilma deveria ser entrevistada hoje, terça-feira.
A série começou na segunda, com Marina Silva (PSB). Amanhã, será a vez de Aécio Neves (PSDB). O Pastor Everaldo (PSC) ficou de fora por não haver atingido 3% das intenções de voto no mais recente levantamento, do Datafolha, segundo critério divulgado com antecedência pela Globo para fazer os convites a candidatos.
Não por acaso, a decisão tinha sido adotada e comunicada no mesmo dia em que o instituto Datafolha mostrou a presidente petista empatada com Marina Silva (PSB) em intenções de voto para o primeiro turno das eleições, a 5 de outubro, e sendo derrotada por ampla margem - dez pontos - em uma projeção de segundo turno, que se realizará a 26 do mesmo mês.
Dilma não explicou as razões de não se apresentar diante de um entrevistador experiente e firme como o âncora William Waack que, junto com Christiane Pelajo, sua companheira de bancada, fazem as entrevistas. O porta-voz da presidente, Thomas Traumann, simplesmente comunicou que Dilma não iria.
Mesmo assim, havia expectativas na Globo de que a presidente voltaria atrás. Ontem, porém, pouco antes do início do debate do SBT, veio a decisão final da candidata do PT: será a única entre os candidatos convidados a não comparecer.
Como procedimento padrão da Globo, os jornalistas William Waack e Cristiane Pelajo lerão no ar as perguntas que fariam a Dilma.
Fonte: "Coluna do Ricardo Setti"

Convite de inauguração


"Candidatos evitam bater em Marina, mas ela bate com gosto. Ou: Dilma só sabe bater em Aécio"

Por Reinaldo Azevedo
Marina Silva e Dilma Rousseff polarizam o debate presidencial promovido pela Jovem Pan, Folha, UOL e SBT. Sempre que possível, uma faz a pergunta à outra. E, no embate, Marina sai vencedora. Parece mais segura, fala com mais fluência, parece mais treinada para o debate. E tem dois confortos que faltam a Dilma: está em ascensão nas pesquisas e não tem de defender a cidadela; vale dizer: a ex-senadora joga no ataque, e a atual presidente, na defesa.

Dou um exemplo de uma Dilma mal treinada para enfrentar uma Marina muito afiada. A petista quis saber por que o programa da candidata do PSB dedicou apenas uma linha ao pré-sal. Marina, claro!, declarou a importância do petróleo, mas exaltou a busca de novas fontes de energia e aproveitou para atacar os desastres na Petrobras. A petista ficou sem resposta.
Quando chegou a vez de Marina perguntar, mandou ver: Dilma não cumpriu a promessa de fazer o Brasil crescer com inflação baixa. O que deu errado? A petista afirmou que responderia o que deu certo. Na tréplica, a adversária contra-atacou: afirmou que a petista tem dificuldades de reconhecer os problemas do governo. Ganhou de novo.
Aécio Neves teve um ótimo desempenho. Falou com fluência e segurança, mas não foi um dos polos do debate. Num embate com Dilma, ficou claro que os petistas sabem bater em tucano - hoje uma tática meio suicida -, mas não sabem o que fazer com Marina.
O tucano indagou por que o governo federal investiu tão pouco em segurança pública. Sem agressão ou ataque. Na resposta, Dilma disse que ele tem memória fraca, é mal informado e não estudou direito. Vale saber: a candidata do PT sabe ser dura com quem, se a eleição fosse hoje, seria derrotado por ela. Mas não tem o que fazer com uma Marina que sairia vitoriosa. O PSDB está numa situação muito difícil, e o PT está absolutamente perdido.
 Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"

Fórmula Academia Feira de Santana comemora dois anos

1. Alexandre Mendes e Erika de Paula, sócios da Fórmula Academia
2. Erika de Paula com convidados 
Fotos: GB Souza

A festa de comemoração de dois anos da Fórmula Academia em Feira de Santana ocorreu na quarta-feira, 27, quando também foi inaugurada a ampliação da sala de musculação.
Os empresários e sócios da Fórmula, Alexandre Mendes e Erika de Paula presentearam os convidados com pocket show do canto André Lellis.
A nova sala de musculação foi pensada para dar mais conforto aos alunos. “Tivemos essa preocupação em ampliar a sala de musculação para os alunos terem mais espaço e novos aparelhos. Pensamos sempre no bem estar de nossos alunos”, comenta a sócia da academia Erika de Paula.
Mais de 400 convidados estiveram prestigiando o evento, onde foi servido coquetel, entrega de brindes.

(Com informações de Lilia Campos

"Ela é o cara"



A revista The Economist reconheceu a força de Marina Silva: apesar de ter se beneficiado com superexposição na mídia após a morte de Eduardo Campos, "a onda deve ser difícil de ser parada", concluiu.
Fraca e instável
Já a agência Reuters avalia que Marina Silva está a frente nas pesquisas, mas sua vitória não é garantida: a "imprevisibilidade" de decisões e até sua "frágil aparência física" são motivos da incerteza.
Fonte: Cláudio Humberto

"Dilma e Marina são comunistas"

Por Ossami Sakamori
Deu no Estadão de segunda-feira, que o programa do governo da Marina Silva vai incluir a implantação do Programa Nacional de Participação Social, conforme decreto assinado pela Dilma.  Diz ainda o programa que além da implantar o Programa, vai incluir movimentos sociais em conselhos e instâncias de controle social do Estado.  
Nem é preciso ser intelectual para entender que os movimentos sociais estarão exercendo o controle social sobre o Estado. O Estado é a própria nação. O Estado está acima da Constituição. O Estado significa soberania.  Se os movimentos sociais exercem controle sobre o Estado, significa que os movimentos sociais estarão acima dele.
De princípio, o Estado é regulado pela Constituição, hoje em vigor a de 1988. A Constituição da República Federativa do Brasil, prevê três instâncias de poder, o executivo, o judiciário e o legislativo. Conforme queira dar entendimento ao decreto presidencial, os movimentos sociais poderão estar acima dos três poderes da República.
O decreto da Dilma sobre Programa Nacional de Participação Social, prevê que a formação e representação destes "conselhos" ficarão ao cargo da Secretaria Geral da Presidência da República.  Em síntese, é o controle absoluto do Estado na mão da Presidência da República. O presidente ou a presidente da República terá poder absoluto sobre o Estado. Em tese, a Presidência da República, na prática terá poder sobre o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal.  Tudo depende da interpretação do Decreto presidencial.  
Assim como Dilma, a Marina Silva se eleita, implementará o Decreto presidencial do Programa Nacional de Participação Social. Isto é muito parecido com o modelo criado pelo então falecido Hugo Chavez e do atual presidente Nicolás Maduro da Venezuela. Bem, o resultado vocês sabem como termina, basta acompanhar os noticiários vindos de lá. Repressão violenta aos opositores do regime e economia cada vez mais estatizante. Lá, o Estado controla a vida do cidadão, via cadastramento "biométrico", a última medida do Nicolás Maduro.   
O Brasil caminha a passos largos, se eleita uma das postulantes, a Dilma ou Marina para presidente da República, para o comunismo. Comunismo é Estado totalitário!  Em síntese, a democracia corre o risco!  
Fico muito impressionado como os órgãos de representação civil, antes atuantes, hoje se calam.  A Ordem dos Advogados do Brasil e Associação Brasileira de Imprensa eram os defensores intransigentes da democracia no País. Todos se calam, inclusive a grande mídia. Todos se calam beneficiados com subsídios governamentais. Todos viraram "eunucos" da República. Não tem mais gente com "culhões" para por basta nisto. Depois vem me dizer que sou radical...

Fonte: blogdoparrini - Liberesfera

Deu em Claudio Humberto


segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Livro que é uma preciosidade

O professor Carlos Brito, em sua garimpagem sobre a memória de Feira de Santana, conseguiu em um sebo de Fortaleza-CE, exempl - quem conhece o autor e a obra?
Outras obras do autor são a comédia "Professora da Roça", a novela "Bandoleiros", o livro de poemas "Limnânteas", o romance "Destino", todas esgotadas, e o estudo numismático "Classificação da Numária Brasileira".
"Vidas Rubras", com capa de Gilberto Dias, foi lançado pela Contemp Editora, de Salvador, em 1984.
Em nota prévia, o autor conta: "Este romance não tem personagens principais, como costumam ter os romances em geral. Todos são secundários, transitórios, passageiros como a própria vida. É antes a história ou a estória (como preferirem) de uma pequena comunidade, em que a vida dos indivíduos nunca é abordada com o fito de penetrar-lhes demais na intimidade, mas só de modo superficial e na parte que interessa à narrativa tão somente, de forma que o que ficou subentendido é bem mais do que aquilo que se narrou, havendo assim material para um trabalho três vezes maior, bem mais amplo, se explorados detalhadamente todos os aspectos de cada pessoa, todos os ângulos de cada coisa, as minúcias de cada caso. Mas a nós interessou mais retratar uma época em que os integrantes são muitos e cada um deles teve a sua parcela de participação.
Todos eles, porém, são fruto exclusivo da imaginação do autor, de modo que 'qualquer semelhança com pessoas vivas ou mortas não passa de mera coincidência' como nos aconselharam a afirmar prudentemente os escritores americanos.
Se a obra termina com um casal em viagem de núpcias, também foi por mera coincidência e não para seguir a rotina da maioria dos romances, tanto que a esposa só aparece no dia do casamento, no fim do último capítulo, mas nem por isso menos merecedora do nosso respeito e dos votos de felicidade, que estendemos aos caros leitores."
São personagens do livro, figuras como Augusto Frota da Marca, coronel Bernardo Primeiro, Cristóvão Barreiros, Agnelo Macedônio.
"É citado o jornal "Folha de Porte", como "mais uma folha morta", a filarmônica 28 de Setembro e o bandido Lucas da Feira tem capítulo dedicado "A Herança de Lucas".
De fato, o livro é uma preciosidade resgatada.

Feira de gado em Feira de Santana nos anos 30


Santa Marina confessou-se lulopetista ao "deixar" o PT

Por Neil Ferreira
Eu não vi o debate da Bandeirantes por alguns motivos que considero legítimos:
(1) Acho que cada candidato prega para seus fiéis.
(2) Duvido que o debate faça com que o eleitor de um candidato mude para outro; pra mim os indecisos, brancos ou nulos que já se decidiram pela Santa Marina, não mudam para Dilma ou Aécio.
(3) Já declarei neste espaço que este DC me permite usar, que meus votos vão para Aécio, Alckmin e Serra e não os mudarei em nenhuma hipótese.
(4) Duvidei, e acertei, que nenhum candidato prensaria a Santa Marina sobre o laranjal implicado na propriedade do avião acidentado, que a transformou na candidata que estourou na pesquisa do Ibope e, imagino, que também estourará no DataFalha de hoje.
Um Psedista disse: "A documentção estava dentro do avião e queimou" (sic), ara ara sô.
Santa Marina saiu do debate como legítima Padroeira do Laranjal e assim vai continuar. Não acredito que nenhum candidato terá coragem de prensá-la sobre qualquer tema: temem que a encostar na parede poderá parecer abuso de força contra sua falsa fragilidade, muito bem explorada pela imagem que vende na tv.
Ela continuará a favor de tudo, até FHC se juntando a Lula, não saberá explicar claramente sua posição com relação a qualquer tema que qualquer candidato tem obrigação de se pronunciar.
Apenas sei que ela é a favor do decreto da Dilma que, aprovado, poderá criar a censura do pensamento ainda livre e da existência da imprensa não amansada, neste nosso "país dos mais de 80%".
Peço licença e tocar nuns assuntos que raramente são lembrados devido, repito, à falsa fragilidade da imagem que Santa Marina explora na tv, com habilidade marqueteira:
Sua carreira de política profissional (nunca foi outra coisa na vida) foi construída sobre um palanque construído sobre dois caixões: (1º) o de Chico Mendes e (2º) o de Eduardo Campos.
E, como Lula, explora uma pobreza de marré marré de si e analfabetismo e pés descalços na infância e adolescência. Respeitamos seu esforço para vencer situação tão dramática, como respeitamos o de Lula.
Foi senadora pelo Acre, estado em que perdeu a eleição de 2010, apanhando uma sova do Serra e da Dilma. Ela teve a cara de pau de explicar que "ninguém é profeta na sua terra". Mas recebeu no total surpreendentes 20 milhões de votos e ficou em 3º lugar.
Evangélica, acredito que sincera, aparece, me parece, como uma personagem messiânica, tocada por Deus para salvar o Brasil, trocando seu comando de seis por meia dúzia. Eleita, será o PT do B vencendo o PT.
Santa Marina confessou-se lulopetista ao "deixar" o PT, numa carta a Lula, afirmando "deixo a nossa casa mas continuamos no mesmo bairro" (sic). "Saiu" para organizar o PT do B, vulgo "Rede de Sustentabilidade" (sustentabilidade dos Petistas do B), partido que não conseguiu formar por falta de público.
Foi petista de carteirinha, militando no partido por mais de 30 anos; foi ministra do Lula por 5 anos. Perto do epicentro do Mensalão, não abriu os santos ouvidos, não ouviu nada; nem os santos olhinhos, não viu nada; e nem o santo biquinho, não trinou nada.
Falei dela em certa ocasião: "uma vez petista, sempre petista" e uma leitora me chamou de antissemita porque, na opinião dela, eu teria querido dizer "uma vez judeu, sempre judeu"; não se pode relar na Santinha nem com uma rosa. Parece o Neymar, encostou, caiu. Vivendo e aprendendo.
Viu, com toda certeza, o seu correligionário Tião Viana, petista governador do Acre, despachar para o sul como lixo humano os haitianos "importados" a troco de alguns lanches e títulos de eleitores, imagine pra votar em quem. Também não ouviu nada, não viu nada, não falou nada.
Mesmo depois de deixar o governo e por muito tempo, seu marido nadou de braçada no governo do Tião Viana, supostamente com carregamentos de mogno e outras madeiras nobres, não sei havidas como (sei) e nem destinadas para não sei quais destinos (sei).
A suposta mamata foi temporariamente suspensa pois apareceu a possibilidade de posteriores mamatas maiores ainda, certamente asseguradas pelas pesquisas primeiro do DataFalha e depois do Ibope, mais o "tracking" dos partidos adversários. Tem outro DataFalha hoje.
Há mais e mais graves indícios de que a Santa Padroeira dos Laranjais é um perigo para o nosso já quase falido país: ela não tem a menor experiência em exercer cargos executivos.
Não será nada melhor do que a Dilma, que é esse desastre em que vivemos e que correremos o risco de piorar. Num 2º turno de PT x PT do B, nós perdemos.
Tomo a liberdade de citar uma frase atribuída a Montesquieu: "(Numa democracia, com o voto livre e direto) Cada povo tem o governo que merece".
Prezamos o sistema democrático, respeitamos a vontade da maioria ainda que reeleja a maior corrupção nunca antes vista neçepaíz, ou que eleja mais do mesmo. O voto popular lá os colocou e só o voto popular poderá tirá-los de lá.
Mas não aceito essa passação de mão na cabeça do povo; é do povo a responsabilidade da escolha de um governo mensaleiro ou talvez pós-mensaleiro purificado, da Santinha do Pau Oco Padroeira dos Laranjais.
Neste momento, do Ibope de anteontem e certamente do DataFalha de hoje, estou com Aécio, minoria ocasional e não mudo meu voto.
Aprendi aritmética com uma certa dificuldade mas o que aprendi não esqueci: Santa Marina Padroeira dos Laranjais chegou nos 29 pontos no Ibope e com toda certeza repetirá a façanha no DataFalha de hoje.
Faço as contas juntando meus 10 dedos (tenho mais do que 9). Santa Marina com todos seus laranjas, roubou apenas 1 ponto do Aécio e uns 3 ou 4 da Dilma, então 25 ela foi buscar nos indecisos e votos em branco - na minha opinião ela bateu no teto.
A Padroeira dos Laranjais não cresce mais (minha esperança). Dilma não cresce mais (minha certeza: quem cresce é o candidato de verdade que aparece nos programas da tv, o Da Çilva).
Aécio cresce, se apresentar um discurso de oposição, forte o suficiente para levar para a urna os seus eleitores e os ainda simpatizantes e que se contraponha ao festival de mentiras do qual já é alvo. E simples o suficiente para que seja compreendido por parte do "país dos 80%". É minha esperança, mas precisamos agir, quem espera nunca alcança.
Fonte: "Jornal do Comércio", de São Paulo

"Marina, a energia nuclear e os gays. Ou: Setores da imprensa criticam as bobagens menos relevantes da candidata do PSB…"



Por Reinaldo Azevedo
O PSB lançou o seu programa de governo na sexta-feira. Trazia duas, vamos dizer, "inovações" em relação, se assim de pode dizer, ao "Marinismo Clássico": o apoio ao desenvolvimento da energia nuclear e ao casamento gay. No capítulo dos direitos da chamada comunidade GLBT, hoje uma espécie de fetiche da imprensa dita "progressista", a candidata prometia ainda apoio ao PLC 122 - a tal lei que criminaliza a homofobia. O texto ia adiante e dizia que o governo Marina também se comprometia com o tal Projeto de Lei da Identidade de Gênero Brasileira, de autoria dos deputados Jean Wyllys (PSOL-RJ) e Érika Kokay (PT-DF). Basicamente, o troço torna a identidade sexual de livre escolha, entenderam? Qual é o sexo do indivíduo para efeitos civis? Ele escolheria. Em que país do mundo é assim? Com essa largueza, em nenhum. Pô, se a gente tem jabuticaba e pororoca, por que não isso?
Muito bem! As coisas mudaram um pouco. Como lembrei no programa "Os Pingos nos Is", na Jovem Pan, na sexta à noite, Marina Silva era contra o apoio ao desenvolvimento da energia nuclear. Pois é. E continua contra. Horas depois de o programa ter vindo à luz, interlocutores da candidata foram a público para divulgar a primeira errata. Não! Ela não quer dar apoio ao desenvolvido da energia nuclear. Um lembrete: Roberto Amaral, presidente do PSB, quando ministro da Ciência e Tecnologia de Lula, chegou a defender que o Brasil tivesse a bomba atômica. E como é que o programa veio a público sem a concordância de Marina? Vai saber…
Aí chegou a hora de fazer a segunda errata. Não! Marina, se eleita, não vai se comprometer com o casamento gay, mas apenas respeitar as consequências da decisão do Supremo, que equiparou as uniões civis hetero e homossexuais. Também não vai dar apoio formal ao PLC 122, a lei que criminaliza a homofobia, nem ao tal projeto sobre identidades sexuais.
Numa nota divulgada à imprensa, vazada naquela língua quase impossível falada pelo marinismo, ficamos sabendo que "em razão de falha processual na editoração, a versão do Programa de Governo divulgada pela internet até então e a que consta em alguns exemplares impressos, distribuídos aos veículos de comunicação, incorporou uma redação do referido capítulo que não contempla a mediação entre os diversos pensamentos que se dispuseram a contribuir para sua formulação e os posicionamentos de Eduardo Campos e Marina Silva a respeito da definição de políticas para a população LGBT." Ufa!!! Ou por outra: o programa foi feito sabe-se lá por quem. Marina não concordava com ele.
Que coisa! O programa de governo de Marina faz algumas críticas à democracia que são, a meu ver, francamente obscurantistas; flerta com mecanismos pernósticos de democracia direta e, acho eu, diz coisas bastante perigosas sobre a indústria - tratarei desses assuntos em outra oportunidade. Mas só mesmo a mudança de redação do capítulo sobre os direitos da comunidade GLBT arrancou de setores da imprensa alguma crítica decepcionada. Atribui-se a alteração à religião de Marina, que pertence à Assembleia de Deus e foi, sim, criticada por muitos pastores.
Pois é… Quando há uma bolha favorável a alguém no noticiário, até a crítica funciona ao contrário, não é mesmo? Em vez de prejudicar, ajuda. De fato, todas as promessas que estavam no programa eram matéria a ser decidida pelo Congresso, não tarefa do Executivo. Uma coisa é um candidato se comprometer com o apoio genérico à causa da igualdade; outra, distinta, é entrar em minudências e garantir suporte a este ou àquele projetos em particular. Da forma como estava, com efeito, o programa de Marina mais tirava votos do que rendia adesões.
Nem entro no mérito se ela cobrou a alteração da redação pensando no eleitorado ou na sua religião. O que sei, e isto me parece claríssimo, é que a insistência da imprensa em atribuir as opiniões de Marina nessa área à sua confissão religiosa - e isso é sempre noticiado com viés negativo - mais fortalece do que enfraquece a candidata. O PLC 122 é um texto ruim e autoritário. A tal proposta sobre identidades sexuais, com a redação que tem, é uma aberração. Marina tem falado, a meu ver, bobagens estratosféricas - como aquela sobre os transgênicos. A correção do conteúdo do que ia no capítulo sobre a comunidade GLBT é um de seus acertos. Não obstante, é justamente esse o aspecto que mais lhe rendeu críticas na imprensa. Assim fica fácil demais para ela, não é mesmo?
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"

"A chegada do Khmer Verde"

Marina Silva em 1986, no Acre, liderando camponeses
Foto: Reprodução
No dia 13 de agosto de 2014, a morte do candidato à presidência da República, Eduardo Campos, trouxe mais uma vez ao cenário político a possibilidade de Marina Silva ocupar o cargo supremo do Executivo nacional. O que apresento nas próximas linhas é um apanhado histórico e crítico daquilo que penso ser, do ponto de vista teórico, a base do seu pensamento político e tomarei como ponto de partida o conceito de "ecoteologia", segundo as definições de Afonso Murad (ver. Revista Pistis Prax., Teol. Pastor, Curitiba, v. 1, n. 2, p. 277-297, jul./dez. 2009). Uma comparação entre o fanatismo ecológico no Brasil e o genocídio perpetrado pelo Khmer Vermelho no Camboja é a conclusão que faço ao final.
Ecoteologia é, antes de tudo, um conceito revolucionário naquilo que se refere à teologia tradicional. Trata-se de um nova interpretação da mensagem divina que, desde a Gênese até o Apocalipse, modifica a ideia básica do projeto de salvação contida na mensagem dos profetas, de Jesus Cristo e, finalmente, dos apóstolos, afirmando que a própria natureza e todos os seres que dela fazem parte serão salvos no fim dos tempos e no Segundo Advento. Nas palavras de Afonso Murad:
"o eixo temático da ecoteologia consiste na forma de compreender a relação entre criação, graça e pecado e entre encarnação, redenção e consumação, ou seja: a unidade e a interdependência dos elementos que constituem a experiência de salvação cristã e, no interior dessa reflexão, proclamar como todos os seres participam do projeto salvífico de Deus." 
Diz o autor mais adiante que "naturalmente, isso tem impacto na percepção sobre o valor da materialidade".
Naquilo que se refere à Marina Silva, o conteúdo escatológico do seu pensamento pode ser percebido em declarações como essa:
"Hoje, todos nós sabemos que somos finitos como raça. E, além de não saber como lidar com a imprevisibilidade dos fenômenos climáticos, temos pouco tempo para aprender como fazê-lo."
Observe-se portanto que, ao participar simultaneamente do debate ecológico e da comunidade religiosa formada no Brasil pela denominação pentecostal Assembleia de Deus, a política transformou-se, para Marina Silva e sua "Rede", numa espécie de interface, num campo onde o "discurso da salvação" adquire aquilo que se convencionou recentemente chamar de "transversalidade" ou seja: pode pautar o debate sobre o "futuro desse mundo material" e daquilo que eventualmente poderá substituí-lo por ocasião do Apocalipse e do Segundo Advento. (N.do E.: Deve-se ressaltar que a influência teológica decisiva que faz Marina Silva ser o que é não é pentecostalismo, e sim a chamada "teologia da libertação", elaborada para infiltrar comunistas na Igreja Católica, e sua versão protestante, a "teologia da missão integral", conforme a própria Marina Silva admite).
O termo "Khmer Rouge", (Khmer Vermelho, em francês) foi cunhado pelo chefe de estado cambojano Norodom Sihanouk, e mais tarde adotado pela comunidade anglófona. A expressão se referia, de uma forma pejorativa, a uma sucessão de partidos comunistas no Camboja que evoluíram para se tornar o Partido Comunista da Kampuchea (CPK), e mais tarde no Partido do Kampuchea Democrático. A organização foi conhecida também como Partido Comunista Khmer e Exército Nacional do Kampuchea Democrático. Estima-se que o Khmer Vermelho tenha provocado através de execuções, torturas, trabalhos forçados e, sobretudo da fome, a morte de cerca de 5 milhões de cambojanos. Seus líderes principais chamavam-se de "irmãos" e tinham como meta transformar o país numa sociedade ABSOLUTAMENTE agrária (sem dúvida alguma uma proposta bastante "ecológica") em que a economia deveria ser baseada no escambo e toda forma de "cultura tradicional" destruída para que o Camboja voltasse a um período (mais importante) dos séculos XIII ao XV em que era conhecido como Reino de Angkor. Não há dúvida, observem, de que se tratava, então em 1975, quando o Khmer toma a cidade de Phnom Penh, de um projeto de "salvação nacional".
Há, em toda história política brasileira, um gosto mórbido pelo messianismo. Pelos projetos que, se não mergulharam o país em tantas revoluções armadas como em outras partes do mundo, ofereceram sempre "soluções esotéricas" e "mágicas" e que encantaram (e continuam encantando) o povo com seus "enviados divinos". Marina Silva é mais um desses personagens que, de tempos em tempos, surge para dominar o inconsciente coletivo dos brasileiros. Ela substituiu Campos para apresentar-se como uma "ungida" capaz de encontrar o "meio termo entre Dilma e Aécio" e nos conduzir no caminho da "salvação" juntamente com todos os animais, plantas, rios e florestas da Amazônia Brasileira.
Seu apelo é tão forte que faz com que todas os seus eventuais eleitores esqueçam os seus quase 23 anos de petismo, sua participação no governo desse regime criminoso e o atrevimento e a audácia de uma proposta que visa reinterpretar toda mensagem cristã sobre o outro mundo para ressuscitar toda mensagem revolucionária nesse aqui: só poderemos viver nesse mundo nos preparando para salvação no outro. Nessa "salvação" levaremos conosco os animais e toda floresta. Nossos "guias" são Marina Silva e os "irmãos da Rede".
Aproxima-se do Brasil a chegada do Khmer Verde.
Milton Pires é médico 
Fonte: "Mídia Sem Máscara"

"Marina Silva no poder"

Por Nivaldo Cordeiro
A boutade de Abílio Diniz, o empresário que aderiu de mala e cuia ao PT, vem muito a calhar aqui: "o país não é ingovernável, mas é 'ingerenciável'." Esse tem sido o resultado das sucessivas administrações esquerdistas, desde 1985. Os governos Lula e Dilma aprofundaram a transformação do Estado, de tal sorte que se criou sua incapacidade gerencial, de gerenciar-se a si mesmo e de prover os serviços públicos que dele o povo espera.
Não é à toa que a inflação está voltando forte, irresistível, inexorável. Os desequilíbrios governamentais sempre se transformam, com o passar dos dias, na peste inflacionária. Podemos ver o fenômeno a olhos vistos, no Brasil, que virou um grande laboratório a céu aberto. É possível ver o que está predito por economistas sensatos quando os governos saem dos seus próprios sapatos e crescem além da conta.
Da mesma forma, a notícia sobre o encolhimento rápido das expectativas do crescimento do PIB confirma o estrago que o ímpeto petista fez sobre a realidade social e econômica brasileira. A desordem parece tomar conta de tudo e, quanto mais o faz, mais vemos o governo querendo governar tudo. Mas como o governo é "ingerenciável", então a desordem é a consequência natural dessa expansão estatal. Puro movimento irracional.
A diferença entre os governos Lula e Dilma é que o ex-metalúrgico conseguiu se manter dentro dos parâmetros da realidade, mesmo "avançando" na agenda socialista. Já Dilma Rousseff foi mais ideológica e programática, mais "pura", dando as costas para a realidade. O efeito econômico foi imediato e devastador, a combinação de inflação com recessão, conforme previsto nos manuais de economia. O caráter não gerenciável do mastodôntico estado se impôs com vigor. O Brasil é a Casa da Mãe Joana.
É nesse contexto que estamos, às vésperas das eleições. A parte mais consciente do eleitorado, que esperava que Aécio Neves pudesse ser o nome para tirar o PT da Presidência, parece que se frustrou. O acidente que vitimou Eduardo Campos matou a candidatura de Aécio Neves, fazendo surgir a estrela ascendente de Marina Silva. O que esperar dela governando?
Antes, é preciso registrar aqui que Marina Silva é uma história particular de sucesso, que tem em si o sorriso da Roda da Fortuna. Maquiavel, homem renascentista, falou dela no famoso O Príncipe. O avião poderia tê-la matado também, mas os deuses foram com ela generosos. A Fortuna foi duplamente favorável: deu-lhe a vida e a oportunidade de ganhar, de forma sensacional, a Presidência da República.
Não se pode subestimar alguém assim bafejado pela sorte. Todos achavam que ela estava fora do palco e eis que ela retornou para vencer, provavelmente. Marina tem a favor de si o recall da última eleição, tem uma boa imagem junto à opinião pública e tem mantido sua "pureza" ideológica intacta. Como o eleitorado brasileiro está amestrado para as causas esquerdistas, Marina Silva passou a representar a possibilidade de avanço em relação ao PT. Atropelou Aécio Neves.
Nisso consiste a principal contradição de Marina Silva, se eleita: a impossibilidade de governar bem. Não se pode governar o país sem a acomodação com o Centrão, os interesses estabelecidos e a própria realidade ela mesma. Todavia, como ela é "sonhática", ou seja, "pura", terá grandes dificuldades para se compor com o Congresso Nacional, do qual dependerá para todas as decisões relevantes. O Congresso Nacional reúne as chamadas "forças vivas da Nação".
Uma única medida anunciada por ela, a de carimbar 10% da verba orçamentária para a saúde, mostra o tamanho do despreparo da candidata. O Estado não tem que gerenciar apenas a saúde, mas também suas funções outras, inclusive a educação, que também tem sua gorda verba carimbada, e diplomacia, defesa, justiça etc. Promessas deste tipo não são exequíveis, embora fáceis de falar no palanque, sob aplausos dos eleitores desavisados. Essas promessas pressupõem que as demais funções deverão encolher pela transferência de recursos orçamentários.
Os carimbadores de verbas orçamentárias pensam assim transferir para as outras funções do Estado a dureza da lei da escassez, mas é um equívoco: a realidade sempre se imporá, dando a proporção correta na alocação dos recursos. Um governante sensato jamais poderia se comprometer com tamanha parvoíce, mas em se falando de "sonháticos" tudo se pode esperar.
A eventual consagração de Marina Silva como presidente da República significará o passo final para o caos, pois a possibilidade de governança ou governabilidade tende a desaparecer. Um presidente da República precisa governar para todos os brasileiros e não apenas para sua corriola política. Tem que ter grandeza, ao menos um verniz de estadista, mínimo que seja.
A mensagem que Marina Silva passa é essa, a de que de "governável, mas ingerenciável" o Brasil finalmente será "ingovernável e ingerenciável". Há o perigo de se contemplar perigosamente o fundo do abismo trazido pelo caos. Em um cenário assim, tudo pode acontecer, além da elevação inflação e da queda do PIB.
http://nivaldocordeiro.net
Fonte: "Mídia Sem Máscara"

"Banqueira chavista faz a cabeça de Marina Silva"


A tal "democracia direta", através de conselhos populares e plebiscitos, além do controle externo do Congresso Nacional pela sociedade, faz parte do programa de governo de Marina Silva. Parece ter sido escrito na Venezuela e é aparentado com o projeto enviado por Dilma ao Congresso. Mas sua autoria não é de aloprado petista ou bolivariano chavista, mas sim da banqueira "socialista" Neca Setúbal, do Itaú.
Independência do BC
Fruto da salada ideológica que cerca a candidata, Neca Setúbal levou Marina a defender enfaticamente a "independência do Banco Central".
Viva a liberdade
A independência do BC, à moda de Marina/Neca, exclui controles externos, sobretudo do Congresso, e dá total liberdade para os bancos.
Neca e o BUS
Neca lembra o "Partido dos Usineiros Socialistas" (PUS), nas Alagoas de 1980. Deveria criar o BUS, "Banqueiros Unidos pelo Socialismo".
Fonte: Cláudio Humberto

domingo, 31 de agosto de 2014

"Desde 2008 os farsantes zombam da marolinha que ameaça afogar a economia"



Por Augusto Nunes

"Forçada a enfrentar a crise, Dilma imita Lula e a procissão de bravatas recomeça", resumiu o título do post publicado em março de 2012.  O texto tratou de mais um surto de soberba da doutora em nada que se imagina especialista em tudo: caprichando na  pose de quem concluiu aquele curso de doutorado na Unicamp que nem começou,  Dilma Rousseff resolveu dar conselhos a países europeus castigados pela crise de dimensões planetárias. Conseguiu apenas ampliar o acervo de cretinices acumulado desde 2008, quando Lula abriu o cortejo de falácias, fantasias, mentiras e falatórios sem pé nem cabeça produzidos pelos fundadores da Era da Mediocridade.
Na quinta-feira, o país (ainda) conduzido por farsantes soube que encalhou no atoleiro. Depois de encolher 0,2% no primeiro trimestre, o Produto Interno Bruto diminuiu mais 0,6% de abril a junho. Confrontados com a esqualidez do pibinho, os tripulantes da nau dos insensatos trataram de caçar justificativas para o fiasco histórico. Dilma desconfiou que não bastaria dar outro pito no vilão de sempre - a crise internacional que seu padrinho jurou ter derrotado. E então incluiu entre os culpados pela "recessão técnica" a Copa dos 7 a 1.
"Por causa da Copa do Mundo, tivemos a maior quantidade de feriados na história do Brasil, nos últimos anos, nesse trimestre", fantasiou a presidente que, convencida de que a vadiagem coletiva melhora o trânsito, decretou a maior quantidade da história do Brasil. A Copa das Copas começou a semana na relação das proezas federais que aceleraram o crescimento econômico. Terminou-a acusada pela presidente de ter acentuado o raquitismo do pibinho. Haja cinismo.
A explicação é tão veraz quanto o palavrório costurado por Lula em 27 de março de 2008, quando a crise nascida nos Estados Unidos já contaminara vários países. "Um dia acordei invocado e liguei para o Bush", gabou-se o então presidente. "Eu disse: 'Bush, meu filho, resolve o problema da crise, porque não vou deixar que ela atravesse o Atlântico'". Como Lula só fala português, Bush decerto não entendeu o que ordenara o colega monoglota. E a crise navegou sem sobressaltos até desembarcar nas praias do Brasil.
O presidente invocado voltou ao tema só depois de seis meses - para comunicar que livrara o país do perigo. "Que crise? Pergunte ao Bush", recomendou em 17 de setembro. "O Brasil vive um momento mágico", emendou no dia 21. No dia 22, pareceu mais cauteloso: "Até agora, graças a Deus, a crise americana não atravessou o Atlântico", ressalvou. Uma semana depois, a ficha enfim começou a cair. "O Brasil, se tiver que passar por um aperto, será muito pequeno", disse em 29 de setembro.
A rendição pareceu iminente no dia 30: "A crise é tão séria e profunda que nem sabemos o tamanho. Talvez seja a maior na História mundial". Em 4 de outubro, o otimista delirante voltou ao palco para erguer com poucas palavras o monumento à megalomania: "Lá nos Estados Unidos, a crise é um tsunami. Aqui, se chegar, vai ser uma marolinha, que não dá nem para esquiar". No dia 8, conseguiu finalmente enxergar o tamanho do buraco.
A anemia dos índices registrados de lá para cá mostrou o que acontece a um país governado por quem se nega a ver as coisas como as coisas são, e enfrenta com bazófias e bravatas complicações econômicas de dimensões globais. Essa espécie de monstro é impiedosa com populistas falastrões. Mas o bando de reincidentes não tem cura: três anos depois, a estratégia inaugurada pelo Exterminador do Plural começou a ser reprisada em dilmês. Se Lula acordava invocado com George Bush, Dilma passou a perder a paciência com uma entidade que batizou de "tsunami monetário".
Em março de 2012, numa discurseira de espantar napoleão de hospício, a presidente atribuiu a paternidade da criatura a "países desenvolvidos que não usam políticas fiscais de ampliação da capacidade de investimento para retomar e sair da crise que estão metidos e que usam, então, despejam, literalmente, despejam quatro trilhões e setecentos bilhões de dólares no mundo ao ampliar de forma muito… é importante que a gente perceba isso, muito adversa, perversa para o resto dos países, principalmente aqueles em crescimento".
Lula vivia recomendando aos americanos que se mirassem no exemplo do Brasil. Dilma se promoveu a conselheira da Europa. "Eu acho que uma coisa importante é que os países desenvolvidos não só façam políticas expansionistas monetárias, mas façam políticas de expansão do investimento", ensinou em 5 de março de 2012. Concluiu a lição no dia seguinte: "Somos uma economia soberana. Tomaremos todas as medidas para nos proteger".
Quatro anos depois de reduzido por Lula a marolinha, o tsunami foi desafiado por Dilma a duelar com o Brasil Maravilha. "Nós estamos 100% preparados, 200% preparados, 300% preparados para enfrentar a crise", avisou. Como o padrinho em 2008, a afilhada despejou outro balaio de medidas de estímulo ao consumo.Ficou mais fácil comprar automóveis, os congestionamentos de trânsito ficaram maiores nos dois anos seguintes. E o governo acabou obrigado a decretar durante a Copa os feriados que, segundo a presidente, acentuaram o raquitismo do pibinho.
Lula jurava que o país do carnaval foi o último a entrar na crise e o primeiro a sair. Dilma vinha repetindo de meia em meia hora que o resto do mundo inveja o colosso tropical. Conversa de 171, prova o infográfico no blog Impávido Colosso. Pouquíssimas nações fazem companhia ao Brasil no pântano do crescimento zero. A saúde da economia nativa não será restabelecida tão cedo. E pode piorar até o fim do ano.
Já na eleição de outubro, contudo, deverão ser extirpados os tumores lulopetistas, em expansão há quase 12 anos. Se continuassem sem controle por mais quatro, o Brasil democrático e republicano deixaria de existir.
Fonte: "Direto ao Ponto"