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quarta-feira, 23 de agosto de 2017

"PT e PMDB querem manter caixa preta do BNDES"



O Senado adiou ontem, mais uma vez, a votação de urgência à quebra de sigilos BNDES. A ideia é dar transparência ao banco, que chegou a captar recursos no mercado com juros de mais de 15% para emprestar a menos de 5% às empresas amigas do PT e PMDB, como a JBS/J&F e Odebrecht. O prejuízo no BNDES sequer foi calculado. A bancada petista quer porque quer manter inexpugnável a caixa preta do BNDES.
Décadas de dívida
A diferença na taxa de juros do BNDES resultou em dívida bilionária que será paga pelo contribuinte, no mínimo, até o ano de 2040.
Adiamento há um ano
Estava marcada para esta terça (22) a votação da quebra do sigilo do BNDES. Foi adiada de novo. Os políticos devem ter muito a esconder.
Estranha defesa
O senador petista Lindbergh Farias (RJ) é contra a quebra do sigilo do BNDES, alegando "informações estratégicas". Para o PT, certamente.
Ninguém quer
O projeto do senador Lasier Martins (PSD-RS), que quebra o sigilo do BNDES (e também BB e Caixa) está parado desde dezembro de 2016.
Fonte: Cláudio Humberto

Curso do Senai orienta empresários da indústria

Como Atender a Fiscalização do Trabalho?

Que cuidados você deve tomar ao receber o fiscal do trabalho na sua empresa? Que documentos podem ser exigidos? Quais os limites da atuação do fiscal do trabalho? Estas são algumas das perguntas que serão respondidas no curso "Como Atender a Fiscalização do Trabalho?", que será realizado em Feira de Santana, dia 1º de setembro, no auditório do Senai, na avenida Eduardo Fróes da Mota, 5.000, no bairro do Campo Limpo.
O curso é uma realização da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), por meio da Gerência de Relações Sindicais, e tem como público-alvo empresários e representantes de empresas industriais de Feira de Santana. O objetivo é evitar autuações e multas e contribuir para que os empresários conheçam os procedimentos legais, o conjunto de normas e as principais recomendações para lidar com essa questão.
O curso terá como facilitador Jorge Cavalcanti Boucinhas Filho (Foto), mestre e doutor em Direito do Trabalho/USP, pós-doutor em Direito pela Universidade de Nantes/França e professor de Direito do Trabalho na FGV e coordenador de cursos de pós-graduação em Direito do Trabalho e em Direito Sindical na Escola Superior de Advocacia/SP.
Para mais informações, entrar em contato pelo (71) 3343-1479 ou pelo email capacitacaosindical@fieb.org.br.
SERVIÇO:
O QUE: Como atender a fiscalização do trabalho?
QUANDO: 1º de setembro, das 8 às 18 horas
ONDE: Auditório do Senai Feira de Santana, Av. Eduardo Fróes da Mota, 5.000, Campo Limpo.
(Com informações da Gerência de Comunicação Institucional  do Sistema Fieb)

Sebrae lança a Sexta da Oportunidade em Feira de Santana

Direcionado para quem pensa em iniciar um negócio, o lançamento do projeto ocorre simultaneamente em 15 cidades do Estado

Com o objetivo de consolidar na Bahia as sextas-feiras como dia oficial de atendimento e orientação ao potencial empresário, será realizado o lançamento estadual da Sexta da Oportunidade, no próximo dia 25 de agosto. Em Feira de Santana, o lançamento ocorre das 8 horas às 11h30, na unidade do Sebrae, na Rua Barão do Rio Branco, 1.225, Centro. Os interessados podem se inscrever por meio da Loja Virtual do Sebrae Bahia (http://www.lojavirtual.ba.sebrae.com.br/loja/).
O evento contará com uma palestra sobre estratégias de atendimento para o potencial empresário e um pocket sobre tendências de negócios. Além disso, será realizado um talk show que terá a presença de empreendedores com negócios bem sucedidos.
A Sexta da Oportunidade vai apresentar cenários e tendências de negócios através de palestras, oficinas e conteúdos técnicos nas 15 cidades: Salvador, Barreiras, Feira de Santana, Ilhéus, Jacobina, Juazeiro, Santo Antônio de Jesus, Irecê, Teixeira de Freitas, Eunápolis, Porto Seguro, Vitória da Conquista, Jequié, Guanambi e Itapetinga. A proposta é manter as atividades até novembro desse ano.
De início, serão trabalhadas temáticas ligadas a tendências de mercado, franquias, ferramenta Canvas (para elaboração do plano de negócios, disponível no link https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/como-construir-um-modelo-de-negocio-para-sua-empresa,6054fd560530d410VgnVCM1000003b74010aRCRD) e o Radar Sebrae, lançado em março deste ano com o objetivo de auxiliar o empreendedor com informações sobre ideias de negócio e melhores localizações.
Radar Sebrae
A ferramenta oferece gratuitamente orientações sobre local e negócio para se investir e está disponível de forma gratuita no site (www.radarsebrae.com.br) ou em aplicativo para Android e IOS (adquirido via Google Play ou Apple Store). O passo a passo explica a utilização do sistema. O Radar Sebrae também está disponível para os municípios de Barreiras, Camaçari, Ilhéus, Itabuna, Juazeiro, Lauro de Freitas, Porto Seguro, Vitória da Conquista, Feira de Santana, Santo Antônio de Jesus, Irecê, Jacobina e Teixeira de Freitas.​
(Com informações de Vívian Rodrigues, da Agência Sebrae de Notícias Bahia)

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Comédia sobre a Bahia dos anos 1970 estreia nesta quinta-feira

Ângela Vieira e Andréa Nunes em "A Finada Mãe da Madame"
Foto: Ricardo Prado

Link para o trailer: https://vimeo.com/189926581

Estreia nesta quinta-feira, 24, o novo filme de Bernard Attal, "A Finada Mãe da Madame". O longa-metragem retrata, em tom de comédia, a Bahia dos anos 1970 e foi totalmente rodado em Salvador.
"A Finada Mãe da Madame" terá exibição nos principais cinemas de Salvador (Espaço Itaú de Cinema - Glauber Rocha, UCI Oriente Shopping da Bahia e no Circuito Sala de Arte).
O filme promete surpreender os espectadores ao retratar o estilo de vida dos anos 1970, além de garantir boas gargalhadas. Assim é "A Finada Mãe da Madame", longa com elenco formado, em sua maioria, por atores baianos - Rafael Medrado, Andréa Nunes, João Lima, Margarida Laporte, Alan Miranda, Bertrand Duarte, Harildo Deda -, o filme conta com participação especial da atriz Ângela Vieira, que vive uma das personagens centrais da trama. O longa, dirigido e roteirizado por Bernard Attal, é inspirado na peça do dramaturgo francês Georges Feydeau. A história, inicialmente contextualizada na França dos anos 1900, foi adaptada para a Bahia dos anos 1970.
Salvador dos anos 1970
Apesar de retratar uma época histórica recente, não foi tão fácil reconstituir a cenografia da cidade. Para buscar locações com a cara dos anos 1970, foram feitas diversas pesquisas nos bairros da capital, como o Barbalho, Lagoa do Abaeté, 2 de Julho, Brotas e Ribeira, fugindo, assim, dos pontos turísticos tradicionais da cidade. "Muitos lugares foram descaracterizados. É uma pena, já que essa época foi de muita riqueza cultural para a Bahia. Mesmo assim, conseguimos identificar ruas e prédios interessantes e uma casa com o perfil que buscávamos, no Barbalho, e a transformamos em um verdadeiro estúdio de gravação", conta o diretor.
Um filme com a cara da Bahia 

Bernard fez questão de escalar atores locais para o elenco. "Como a comédia é um dos pontos fortes do teatro baiano, eu queria aproveitar ao máximo essa fonte impressionante de atores de talentos que temos aqui. A exceção fica por conta da escalação da atriz Ângela Vieira. Achei interessante inserir uma atriz carioca no contexto do filme, para evidenciar que o desprezo que ela sente pelo genro (Rafael Medrado) ocorre também por motivos regionais", destaca.
A atriz Ângela Vieira, que atualmente vive as personagens Lígia, na novela "Pega Pega", e Gisela, na reprise de "Senhora do Destino", na Rede Globo, protagoniza "A Finada Mãe da Madame" e está na expectativa para o lançamento nos cinemas. "O filme é divertido, e conta com excelentes profissionais sob a direção precisa de Bernard Attal. Foi um prazer estar com essa turma", avalia. Veterana no teatro e na TV, Ângela teve participações importantes no cinema, como em "Viva Sapata", de Luiz Carlos Lacerda, a "Angel", de Sergio Rezende.   
Comédia
Ao apostar na comédia, gênero que exige maior precisão do ator, o filme também traz esse desafio para o elenco. "A comédia sempre esteve presente na minha vida e nos meus trabalhos e Bernard (diretor) me convidou a navegar num oceano que eu gosto de estar, de 'mergulhar'. A engenhosa peripécia do filme esteve presente durante toda a filmagem e, como uma orquestra, com toda a delicadeza que lhe é particular aos detalhes, ouvimos e nos entregamos, nos divertimos e vivemos o filme", conta o ator Rafael Medrado.
Sinopse 
Na Bahia dos anos 1970, Lúcio (Rafael Medrado), um bancário de 30 anos, volta de madrugada, fantasiado e embriagado, de uma festa no Clube dos Fantoches.  Ele deve enfrentar a ira da sua esposa, Terezinha (Andréa Nunes), que aproveita o momento para se queixar da falta de carinho do seu marido e também da sua irresponsabilidade quanto às finanças da casa. A briga finalmente se esgota quando Prudêncio (João Lima) bate na porta da casa. O mordomo anuncia a morte da mãe da madame (Ângela Vieira). A notícia deixa Terezinha desesperada, mas deve resolver o aperto financeiro de Lúcio. Até os empregados da casa resolvem se meter e criar ainda mais confusão na vida burguesa do casal.
Com suas peripécias, seu ritmo rápido e sua trilha sonora da época, o filme busca divertir o público nostálgico de uma Bahia pré-moderna. Apesar do tom leve, faz também uma crítica feroz dos defeitos, preconceitos e pusilanimidade de uma certa classe média baiana.        
O diretor 
Radicado na Bahia, o diretor e roteirista Bernard Attal lançou seu primeiro longa-metragem em 2013, "A Coleção Invisível", texto adaptado de um drama alemão dos anos 1920 para o Brasil contemporâneo. Com os atores Vladimir Brichta e Walmor Chagas no elenco, foi vencedor de 14 prêmios no circuito dos festivais e exibido em canais fechados como HBO, Canal Brasil e Telecine.      
"A Finada Mãe da Madame" foi um dos projetos vencedores do edital 2014 do Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia (Irdeb) e do Fundo Setorial de Audiovisual da Agência Nacional de Cinema (Ancine).
(Com informações de Marcos Paulo Sales, da Clube Press - Assessoria de Comunicação)

Complexo Carro de Boi continua como pardieiro

Boate Jerimum e o Restaurante Carro de Boi em prospecto dos anos 1970

Há dez anos, em agosto de 2007, que o governo petista de Jaques Wagner começou a alimentar factoides sobre a Boate Jerimum e o Restaurante Carro de Boi, com a marcação de encontros e mais encontros. Como em todas as reuniões dirigidas por petistas, não deram em nada.
Primeiro, que o Governo do Estado - que suspendeu obra mais importante do Teatro e Centro de Convenções - não iria investir milhões para reformar boate e restaurante, sem a mínima perspectiva do que fazer nos dois espaços.
Segundo, porque a iniciativa privada, que foi instada a participar, não embarcou na canoa furada. 
Lembrar que o complexo iniciou como um investimento privado, que depois foi assumido pelo Estado.
A presença em Feira do então secretário da Cultura Márcio Meirelles em Feira motivou uma série de reportagens sobre o Teatro e Centro de Convenções e o Complexo Carro de Boi. Na época, os repórteres foram induzidos a divulgar factoides.
Em uma das oportunidades, Meireles garantiu que seriam iniciadas obras de restauração da Boate Jerimum, com recursos de emenda parlamentar. Só que esses recursos nunca foram liberados. E a promessa de restauração do patrimônio nunca se concretizou.
Pois é, passada uma década e nada da revitalização do que foi prometido com certo estardalhaço. Revitalização que foi comemorada como um grande feito durante campanha eleitoral. 
O complexo continua abandonado e parecendo um pardieiro. Feira de Santana depender do triste governo petista é uma lástima.
Os espaços vão ficar como estão: caindo aos pedaços e enfeiando o cenário urbano.

Barcelona entra com ação contra Neymar

Clube reclama do jogador e aponta descumprimento de contrato

O Barcelona publicou em sua conta oficial no Twitter nota oficial na qual aponta que enviou para a Real Federação Espanhola de Futebol uma ação contra Neymar. O clube reivindica o valor de € 8,5 milhões (R$ 31,20 milhões) que o brasileiro recebeu pela renovação de contrato, alegando que o mesmo não cumpriu os termos acordados. Além de cobrar mais 10% sobre esse valor.
No documento, o clube catalão informa também que o Paris Saint-Germain, clube que pagou € 222 milhões (R$ 814 milhões) para contratar Neymar, assume o pagamento desse valor caso o jogador não possa pagar. O Barcelona informa que está defendendo seus interesses após uma decisão unilateral do jogador ao anunciar que não jogaria mais no clube, que levou em consideração a renovação de contrato assinado pelas partes até 2021.
Maior contratação da história do futebol, a saída de Neymar do Barcelona para o PSG foi motivo de polêmicas entre os dirigentes catalães. Na temporada passada, o craque brasileiro negociou e acertou a renovação com o clube até junho de 2021. Mas nesta temporada decidiu trocar a Catalunha por Paris, levando o clube francês a pagar sua cláusula de rescisão.
Fonte: G1

Jerry Lewis datilografa em máquina de escrever imaginária


Jerry Lewis datilografa em máquina de escrever imaginária no filme "Errado Pra Cachorro" (Who's Minding the Store), de Frank Tashlin,  1963.

Jerry Lewis regendo orquestra imaginária


Jerry Lewis regendo orquestra imaginária no filme "O Mensageiro Trapalhão" (The Bellboy), de jerry Lewis, 1960.

Jerry Lewis de Carmen Miranda


Jerry Lewis travestido de Carmen Miranda no filme "Morrendo de Medo" (Scared Stiff), de George Marshall,  1953, no qual contracenou com ela.

'"Fundão' é soma de Alemanha, México e EUA"



O relator da reforma política, Vicente Cândido (PT-SP), contou lorota ao afirmar ontem que o valor do "fundão" de R$ 3,6 bilhões retirados dos cofres públicos para custear campanhas eleitorais, "está em sintonia" com "grandes democracias". Não é verdade. Os R$ 3,6 bi que ele imagina tungar do Tesouro Nacional é mais dinheiro que a soma do custo das eleições na Alemanha, no México e nos Estados Unidos.
A mais cara do mundo
O "fundão" deve retirar dos cofres públicos R$ 11,2 bilhões a cada quatro anos. Nenhuma eleição no mundo custa tanto dinheiro.
Sem dinheiro público
Os EUA têm a eleição mais cara: US$ 2,5 bilhões (R$ 7,9 bilhões) para eleger o presidente. Mas nenhum centavo sai dos cofres públicos.
Na Alemanha
A eleição na Alemanha custa 450 milhões de euros (R$ 1,6 bilhão) por cada um dos quatro anos da legislatura. Só um terço é dinheiro público.
México
O ciclo eleitoral no México, em 2015, custou US$ 558 milhões (R$ 1,7 bi), segundo o jornal 'El Universal', tudo pago com dinheiro público.
Prepare o seu bolso
Pelo projeto de reforma política, que pode ser votado nesta terça (22), os R$ 3,6 bilhões do "fundão" serão distribuídos a cada dois anos entre os partidos políticos. Ou seja, R$ 7,2 bilhões por legislatura.
Pode ser maior (e pior)
O relator petista Vicente alega candidamente que o "fundão" não custará R$ 3,6 bilhões e sim 0,5% da receita corrente líquida, dinheiro dos impostos. O valor que pode chegar aos R$ 4 bilhões em 2018.
Pensando bem...
...o relator petista da reforma política teria apoio popular se equivalesse o sistema que planeja à China, onde corrupção dá em pena de morte.
Fonte: Cláudio Humberto

"Como o Partido Democrata criou a KKK e lutou pela segregação"

Por Pedro Augusto
O leitor que é interessado pela política dos Estados Unidos, mas que não se aprofunda a conhecê-la, provavelmente acredita, que ao longo da historia, influenciado pelas narrativas convencionais da grande mídia, o Partido Democrata sempre defendeu os negros enquanto o Partido Republicano fazia o contrário.
Este engano ocorre por causa da repetição de fatos mentirosos, com a colaboração de jornalistas e políticos do "politicamente correto", que chamam qualquer um de seus desafetos de racistas, machistas, fascistas, nazistas, homofóbicos e tantos outros xingamentos com o único intuito de denegrir a imagem de seus adversários ao invés de procurar um debate saudável.
O documentário "Hillary’s America: The Secret History of the Democratic Party", produzido pelo indiano Dinesh D'Souza, mostrou, após uma profunda investigação, um passado nada animador de um partido que diz ser o criador de oportunidades, mas que na verdade foi contra o progresso por diversas vezes ao longo do tempo. 
Tudo começou no século XIX quando o Partido Democrata-Republicano, do na época presidente Thomas Jefferson, dividiu-se e um grupo criou o Partido Democrata. O primeiro a se eleger pela nova legenda foi Andrew Jackson, em 1820. Na época, ele desrespeitou tratados e invadiu terras de tribos indígenas para vendê-las a preços baixos para brancos em troca de votos. Naquele momento, quem se opôs a essas medidas foram os fundadores do recém lançado Partido Nacional Republicano, que mais tarde deu origem ao atual Partido Republicano.
Ao longo deste mesmo século, um tema acabou ganhando muita importância: a libertação dos negros. Os ânimos ficaram tão acirrados que em 1856 o senador republicano Charles Summer foi agredido pelo senador democrata Prestern Brooks durante um discurso contra a escravidão.
Segundo Dinesh D'Souza, nenhum dos parlamentares republicanos possuíam escravos, o que ajuda a explicar a luta do partido contra a escravidão e os dados que apontam os votos dos republicanos a favor do fim da escravidão, enquanto 77% dos democratas votarem contra. 
Quando se trata da 14° emenda, onde diz que "todas as pessoas nascidas ou naturalizadas nos Estados Unidos, e sujeitas a sua jurisdição, são cidadãos dos Estados Unidos e do Estado onde tiverem residência", 94% dos republicanos votaram a favor de validação com oposição de todos os congressistas democratas.  Já a 15° emenda, que diz que "o direito de voto dos cidadãos dos Estados Unidos não poderá ser negado ou cerceado pelos Estados Unidos, nem por qualquer Estado, por motivo de raça, cor ou de prévio estado de servidão", foi aprovada por todos os republicanos e reprovada por todos os democratas em 1870.
O surgimento da Ku Klux Klan (KKK)
Após essa grande derrota, o Partido Democrata tentou se reerguer. Segundo Carol Swain, professora da Escola de Direito de Vanderbilt e uma especialista na história das relações entre raças e direitos civis, o novo plano era restaurar a hegemonia branca no país, tanto que em 1868 o lema dos Democratas era "este é um país de homens brancos. Deixem um homem branco governar". Neste período, eles estiveram por trás da organização racista chamada de Ku Klux Klan (KKK), cujo fundador foi Nathan Bedfor Forest, um delegado comprometido com o Partido Democrata.
O desespero de muitos democratas, que levou ao aumento de ataques da KKK, se deu porque a grande parte dos negros viviam no sul do país e votavam no Partido Republicano. Para eles era inadmissível ver pessoas que odiavam estarem também os tirando do poder. O ódio se acirrou ainda mais porque os negros passaram a se candidatar e a serem eleitos no Congresso em ou legislaturas estaduais, tanto que no fim do século XIX, 22 congressistas eram negros e membros do partido republicano.
Estima-se que mais de três mil negros e mil brancos republicanos foram mortos pela KKK. E os casos de racismo seguiram o século seguinte e pareciam sem alguma solução. O presidente democrata Woodrow Wilson (1913-1921) aprovou medidas que aumentavam a segregação, impedindo brancos e negros de usarem o mesmo banheiro e de comerem no mesmo lugar, como também demitiu grande parte dos supervisores negros que trabalhavam para o governo. Wilson também foi acusado de ter parte com o racismo por causa do filme "O Nascimento de Uma Nação", de 1915, exibido na Casa Branca, e que mostrava os negros como seres monstruosos e grandes ameaças aos brancos. Além disso, o filme é acusado de enaltecer a KKK e de dar um recomeço a esta organização racista.
Após o lançamento do filme, as tensões raciais foram se intensificando. Em 1924, no dia da Convenção do Partido Democrata - que também ficou conhecido como a Klanbake - milhares de membros da KKK marcharam pelas ruas (Foto: Reprodução) de Nova Iorque gritando frases racistas e queimando cruzes ao celebrar a recusa do partido em condenar as ações da organização.
Mais tarde, já na década de 1930, o presidente democrata Franklin D. Roosevelt (1933-1945) viu grande parte de seu partido resistir a aprovação do New Deal, que era um plano para combater os efeitos da Crise de 1929. Para seu projeto ser aprovado, Roosevelt prometeu aos membros de seu partido que se se não votassem no New Deal ele iria impedir quaisquer leis anti-linchamento. E se a medida fosse aprovada, os negros seriam excluídos de alguns dos programas do New Deal. Segundo Carol Swain, fazendeiros brancos eram pagos para não produzir, o que significou a perda de empregos de muitos negros e os levaram a ficarem sem seguridade social.
Anos depois, a luta contra a segregação foi crescendo encabeçada pelo pastor Martin Luther King Jr., cujo pai era um republicano conhecido. Durante a década de 1960, leis anti-segregacionistas foram amplamente aprovadas pelos republicanos, já que eles possuíam maioria no Câmara dos Deputados e no Senado. Contrariando a grande parte de seus companheiros de partido, o presidente democrata John F. Kennedy (1961-1963) se comprometeu com os líderes do movimento contra o segregacionismo, mas tudo se cumpriu apenas com o vice e sucessor de Kennedy, o presidente democrata, Lyndon B. Johson (1963-1969), que teria dito que ao apoiar as medidas anti-racistas, estaria garantindo o voto dos negros para o seu partido pelos próximos 200 anos.
Os democratas e o controle de armas 
O Partido Democrata é um grande defensor do controle de armas, tanto que o ex-presidente Barack Obama fez diversos discursos e tentou promover certas medidas para este fim. A defesa do partido por esta posição vem de longe e se originou para que os negros não tivessem a possibilidade de se defenderem ao serem atacados pela KKK, de acordo com Carol Swain.

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Documentário chocante

Nos anos 1960, uma série de documentários, como a produção italiana "Mundo Cão" (Mondo Cane), de Gualtiero Jacopetti, Paolo Cavara e Franco Prosperi, 1962, que explora como o título diz cenas bizarras, curiosas, inesperadas, perturbadoras e sensacionalistas em várias partes do mundo, retratando.a cultura da vida e da morte, a agonia de homens e feras, tabus sexuais e religiosos. Chamado shockdocumentary - documentário chocante, "Mundo Cão" foi exibido em Feira de Santana, no Cine Íris, em meados dos anos 60, com censura para menores de 18 anos e enorme sucesso de público.

Filme de Jerry Lewis no "cinema demais"

No meu livro "cinema demais", lançado em 2014, nas páginas 125 a 126, comentário sobre "O Otário" (The Patsy), filme escrito por Jerry Lewis, com direção, produção e interpretação do comediante, que faleceu no domingo, 20. Foi visto no Cine Íris, em 1969:
"O Otário"
"The Party" é a obra mais lapidada de Jerry Lewis. Sua perfeição estrutural em algumas sequências é algo notável e encontrado em alguns filmes de Buster Keaton ou Charles Chaplin.
Uma sátira violenta, que não segreda a "oficina de sucesso" e todo o mecanismo de formação do mito - trabalho de laboratório de "experts" nem sempre feito com consciência - é desvendado ao espectador. O personagem interpretado por Lewis, um "errand boy" metamorfoseado asperamente num futuro grande astro, mostra no decorrer de sua evolução, uma comicidade orgânica, simplesmente natural, como o próprio Lewis. E nem todas forjas de formar atores produzirão um dia uma comicidade tão pura como aquela obtida por Stanley, captadas em suas fontes naturais. Stanley, o futuro comediante, igual a Lewis, se vale apenas da intuição para alcançar a fecundidade burlesca.
Na sequência do "night club" em que ele estréia como cômico, a platéia é fria e violenta. Agastada pelos irritáveis chavões natos da sofisticação dos "showmen" feitos em série, ela se impede de dar valor a apresentação atrapalhada do novo artista.
Seguindo a técnica de praxe, basta uma nova pincelada, uma pequena substituição no texto da piada gasta pelo uso, e o novo homem-espetáculo está pronto para fazer delirar multidões. Todavia, o imprevisível se instala para tortura de seu preparador e deleite do público: Stanley, em sua estréia, inexperiente e nervoso, esquece o texto da piada e perde o fio condutor da sua apresentação. Obrigado pela contingência (abandonado num palco perante um público prestes a executá-lo - visão subjetiva do fuzilamento), Jerry Lewis liberta, improvisando, seu inconsciente atormentado em forma de um humorismo dramático.
Assim, constrói um dos momentos mais geniais de toda, ou quase, a comédia americana: Stanley gagueja, escorrega, canta trechos de canções infantis, derruba o microfone, retoma atrapalhadamente o texto da anedota e vai estruturando uma "gag" perfeita.
E com essa marginalização aguda que o aproxima de Chaplin e o torna um personagem popular. A arte lewisiana está voltada para as massas atingindo-as significativamente porque suas problemáticas são as mesmas do homem comum, sua condição é a mesma do homem atual, seus personagens são a medida exata dos personagens do seu povo.
Através do seu personagem, Lewis faz da sua arte uma arte de mudança e criação. Além de revitalizador da comédia moderna, ele é um dos principais realizadores do cinema americano e, sem concorrência, o maior humorista do momento.

Exposição aeronáutica pousa no Boulevard Shopping

Até o dia 3 de setembro, o público feirense tem uma experiência diferente. É que o Boulevard Shopping recebe a exposição "Aviação Experimental", da empresa local Montaer Indústria Aeronáutica, que reúne diversos aeromodelos para demonstração junto com um instrutor, na entrada E2, em frente à loja Multicoisas. 
A atração principal do evento é de um avião de pequeno porte modelo MC-01 LSA, que está exposto e tem fascinado aos clientes. Quem gostar da experiência, ainda pode se informar sobre o curso de piloto desportivo no local. A exposição segue o funcionamento do shopping, de segunda-feira a sábado, das 10 às 22 horas e, aos domingos, das 14 às 20 horas.

(Com informações da ComunicAtiva Associados)

Jeová Nissi apresenta "O Reino de Aspan" no Aprisco

A Cia de Arte Jeová Nissi apresenta em Feira de Santana a sua nova peça. Trata-se de "O Reino de Aspan", no palco do Ministério Aprisco, às 19h30 de quarta-feira, 6 de setembro. O espetáculo tem texto e direção geral de Caique Oliveira e usa a fantasia para falar de forma lúdica sobre a falta de pureza em nossos tempos. Ambientado num reino fictício habitado por felinos, Aspan é um prato cheio para a criatividade da companhia e com a excelência já característica nos figurino e maquiagem.
Sinopse oficial
Uma guerra silenciosa está assolando e exterminando os Leões Brancos, do Reino de Aspan. Qual decisão tomar, diante de um Reino ameaçado de extinção? A única saída é encontrar, ao redor do Reino, a única sobrevivente deste massacre. Diante desse cenário, este espetáculo promete arrancar lágrimas e muitos risos. Uma história intrigante e impactante que levará o público a uma reflexão profunda sobre a extinção da pureza em nossa geração!
Está preparando para descobrir os segredos do Reino de Aspan?
Não haverá cobrança de ingresso. Mas o público está sendo sugerido a levar um quilo de alimento e ter disposição de ofertar para a companhia. 

"Lula aonde?"

Por Aninha Franco
Lula Aonde?  A estreia da Caravana Lula deveria ser a notícia da semana em Salvador. Não foi. A prisão do baiano Candido Vaccarezza, ontem, abafou o fracasso do início da Caravana, por onde circularam políticos e militantes, ao que parece, desde o Aeroporto, quinta-feira, até a saída para o Recôncavo, ontem. Na quinta, Lula usou um metrô que o PT rota e arrota, mas que roda 40 quilômetros a hora, o que é lento até para o ritmo baiano. Dele, o candidato à Presidência chegou na área de eventos da Arena Fonte Nova para o primeiro ato da Caravana, o lançamento da obra Comentários a uma Sentença anunciada, O Processo Lula, com capacidade para 2 mil pessoas, aberto ao público, com possibilidade de ampliação.
Não foi necessário. Às 17h, hora marcada para início do evento, os arredores da Arena Itaipava, parceria público-privada do governo Jaques Wagner com a Odebrecht, eram um deserto cercado de policiais por todos os lados, policiais para uma guerra, não para um evento político.
No vídeo feito pela equipe de Priscila Chammas, opositora do lulopetismo, e mesmo nos vídeos dos militantes e funcionários dos lulopetistas, não há Povo, talvez por isso as fotos que registram a estreia estão raras nas redes. Quando há imagens, elas não saem do palco, tudo minimalista como é, atualmente, o lulopetista que, ontem, receberia título de Doutor Honoris Causa em Cruz das Almas, na (UFRB),  e não pôde, restringindo-se ao Festival da Juventude da cidade. Programão! Será que Lula integrou a comissão julgadora do Festival? 
Salvador foi palco sem plateia do estarte da campanha presidencial de 2018, o que preocupou o Instituto Lula por uma possível caracterização de "propaganda eleitoral antecipada". Relaxe Instituto, o presidente do TSE é Gilmar Mendes. Senta que o leão é manso.
Hoje, Lula está em Feira de Santana, reduto do DEM na Bahia, mas lá, como em Salvador, onde o DEM venceu as eleições de 2016 com 73,99% das urnas, e a candidata do PT - Alice Portugal - teve um segundo lugar de 14,55%, Lula carecerá da capacidade de convencer o Povo de que é uma opção de governo popular, como na Caravana de 1993, inaugurada num sábado, na feira de Caruaru, para 150 pessoas que acordaram de madrugada para vender o que plantaram ou produziram no meio de um sertão medieval. Porque depois de 13  anos do Poder de Lula, do PT e de seus aliados vorazes, o sertão não virou mar e o mar está um sertão de fazer medo.
A Vaca Que Reza
Cândido Vaccarezza, codinome bovino religioso na lista da Odebrecht, a Vaca que Reza, baiano de Senhor do Bonfim, petista até 2016, líder de Lula e Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados, é o cara que, em 2012, adiou as convocações de Luiz Antônio Pagot e Fernando Cavendish na CPI do Cachoeira, com mensagem carinhosa ao governador do RJ, Sérgio Cabral: "A relação com o PMDB vai azedar na CPI. Mas não se preocupe, você é nosso e nós somos teu". Cabral e Cavendish foram presos em 2016. Pagot foi preso em 2012 e 2014, se o Google não me falha. A Vaca Q. Reza demorou muito pra ser presa. 
Honoris Causa Avacalhado
Se você deseja comprar um Honoris Causa brasileiro, procure saber como em http://istoe.com.br/o-golpe-do-titulo/
Fonte: "Correio"

"Número de sindicatos no País já passa de 17 mil"



O número de sindicatos no Brasil passou dos 17,2 mil este ano, no governo Michel Temer. Em setembro de 2015, antes do impeachment de Dilma, o total já era impressionante: 15,9 mil entidades. Quando Lula foi reeleito, o Brasil virou campeão no número de sindicatos, com mais de 90% do total mundial. Foi autorizada a criação de 9.382 sindicatos em 2006, mais da metade dos 17.289 de hoje.
Mais por vir
O Ministério do Trabalho confirmou terem sido autorizadas as criações de 112 novos sindicatos, de um total de 391 solicitações só este ano.
Mais sindicatos que profissões
São 11.867 sindicatos de trabalhadores, 5.408 de empregadores, sem contar federações, centrais, associações, conselhos de classe etc.
Resto do mundo
A África do Sul e Estados Unidos têm cerca de 190 sindicatos; Reino Unido, 168, Dinamarca, 164 e a Argentina, apenas 91.
Virou negócio
Os sindicatos brasileiros tiraram compulsoriamente de trabalhadores e empregadores brasileiros mais de R$ 3,5 bilhões, apenas em 2016.
Fonte: Cláudio Humberto

Bolsonaro lidera em interações no Facebook

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) lidera a corrida presidencial em interações no Facebook.
De nove nomes cotados para concorrer em 2018, o militar aposentado tem a página que gera mais compartilhamentos, comentários e reações na segunda mídia social mais popular entre os brasileiros - a primeira é o WhatsApp. 
Analisando-se os dados da ferramenta Crowdtangle, do próprio Facebook, a página oficial de Bolsonaro registrou 93,4 milhões de interações com usuários desde janeiro de 2014 - ano a partir do qual as páginas de políticos se popularizaram. Em segundo lugar aparece a do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 66,4 milhões de interações. O senador Ronaldo Caiado (Democratas-GO) fica em terceiro, com 62,4 milhões.
Levando-se em conta os dados acumulados desde maio, o ranking tem uma mudança importante. Bolsonaro permanece como líder, com 13,3 milhões de interações, mas João Doria (PSDB) aparece em segundo lugar, com 12 milhões, bem à frente de Lula, em terceiro, com 6,4 milhões. A página do prefeito paulistano só passou a ser relevante a partir de janeiro deste ano. Já o pico de Lula foi em setembro de 2014, na campanha de Dilma Rousseff.
O segundo motivo por trás do sucesso de Bolsonaro no Facebook é o uso intensivo de vídeos. Nenhum outro presidenciável publicou mais vídeos do que ele. Foram 1,2 mil em três anos e meio, que foram assistidos 740 milhões de vezes. É metade de todas as visualizações obtidas pelos 827 vídeos que Donald Trump publicou no mesmo período. Mas o presidente dos Estados Unidos têm cinco vezes mais seguidores do que Bolsonaro no Facebook.
Fonte: https://www.brasil247.com

domingo, 20 de agosto de 2017

Morre Jerry Lewis



Jerry Lewis em "O Terror das Mulheres", 1961
Fonte: IMDB

O ator norte-americano Jerry Lewis morreu neste domingo, 20, aos 91 anos. Conhecido como "Rei da Comédia", ele é considerado um dos maiores comediantes de todos os tempos. Ele dirigiu a si mesmo em 23 filmes.
Filmografia

"A caminho do brejo"



Por Cora Rónai
Um país não vai para o brejo de um momento para o outro - como se viesse andando na estradinha, qual vaca, cruzasse uma cancela e, de repente, saísse do barro firme e embrenhasse pela lama. Um país vai para o brejo aos poucos, construindo a sua desgraça ponto por ponto, um tanto de corrupção aqui, um tanto de demagogia ali, safadeza e impunidade de mãos dadas. Há sinais constantes de perigo, há abundantes evidências de crime por toda a parte, mas a sociedade dá de ombros, vencida pela inércia e pela audácia dos canalhas.
Aquelas alegres viagens do então governador Sérgio Cabral, por exemplo, aquele constante ir e vir de helicópteros. Aquela paixão do Lula pelos jatinhos. Aquelas comitivas imensas da Dilma, hospedando-se em hotéis de luxo. Aquele aeroporto do Aécio, tão bem localizado. Aqueles jantares do Cunha. Aqueles planos de saúde, aqueles auxílios moradia, aqueles carros oficiais. Aquelas frotas sempre renovadas, sem que se saiba direito o que acontece com as antigas. Aqueles votos secretos. Aquelas verbas para “exercício do mandato”. Aquelas obras que não acabam nunca. Aqueles estádios da Copa. Aqueles superfaturamentos. Aquelas residências oficiais. Aquelas ajudas de custo. Aquelas aposentadorias. Aquelas vigas da perimetral. Aquelas diretorias da Petrobras.
A lista não acaba.
Um país vai para o brejo quando políticos lutam por cargos em secretarias e ministérios não porque tenham qualquer relação com a área, mas porque secretarias e ministérios têm verbas - e isso é noticiado como fato corriqueiro da vida pública.
Um país vai para o brejo quando representantes do povo deixam de ser povo assim que são eleitos, quando se criam castas intocáveis no serviço público, quando esses brâmanes acreditam que não precisam prestar contas a ninguém - e isso é aceito como normal por todo mundo.
Um país vai para o brejo quando as suas escolas e os seus hospitais públicos são igualmente ruins, e quando os seus cidadãos perdem a segurança para andar nas ruas, seja por medo de bandido, seja por medo de polícia.
Um país vai para o brejo quando não protege os seus cidadãos, não paga aos seus servidores, esfola quem tem contracheque e dá isenção fiscal a quem não precisa.
Um país vai para o brejo quando os seus poderosos têm direito a foro privilegiado.
Um país vai para o brejo quando se divide, e quando os seus habitantes passam a se odiar uns aos outros; um país vai para o brejo quando despenca nos índices de educação, mas a sua população nem repara porque está muito ocupada se ofendendo mutuamente nas redes sociais.

No Orient Cineplace Boulevard desde o início

Luciene Rodrigues e Cleonice Oliveira estão no Orient Cineplace desde o início. Elas são a segunda e a terceira da primeira fila 
Foto: Arquivo


Apenas duas funcionárias estão no Orient Cinemas Boulevard desde o início de seu funcionamento, em 17 de agosto de 2001. São elas Cleonice Oliveira e Luciene Rodrigues, consideradas como colaboradoras-padrão da empresa.
Quando Cleonice soube que o cinema estava contratando, colocou seu currículo em busca da oportunidade de trabalho e foi chamada. Ela trabalhava antes como colaboradora do lar. Começou na Orient Cinemas na aérea de limpeza e portaria, e logo passou para bomboniére e bilheteria. Promovida à assistente da gerência, durante as férias de antigos funcionários, findou-se como Gerente. Assim, um exemplo de crescimento dentro da empresa. Ela encara oito horas de trabalho diário com sorriso no rosto e com uma folga na semana, que aproveita para assistir aos filmes. Cleonice gosta do que faz e continua satisfeita em contribuir para a qualidade do atendimento no Orient Cineplace.
Em premiações aos funcionários, ela ganhou o "Oscar do Mês", pela excelência do seu trabalho. Cleonice Oliveira conta que na sua atividade tem que ter muito cuidado no atendimento ao espectador e que os problemas enfrentados comumente são com menores pretendendo burlar a classificação indicativa dos filmes e com a possibilidade de troca de salas pelos espectadores, coisa que não deve ocorrer, pelo controle que é feito pelas companhias distribuidoras dos filmes.
Em maio de 2007, Cleonice esteve em Luanda, Angola, onde o Grupo Orient Cinemas implantou um complexo com quatro salas, a rede Cineplace no Belas Shopping, com um total de 1.154 lugares. Pelo seu excelente desempenho a Cleonice esteve na África treinando pessoal, assim como em outros cinemas do Grupo em Salvador, Petrolina-PE, Juazeiro do Norte-CE, e Serrinha.
Luciene, por sua vez, também começou nos serviços gerais e atualmente é assistente da gerência, representando a Gerente, Cleonice, em suas folgas e viagem para treinamento.