Lançamento no Orient Cinemas Boulevard

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13 - 15h40 - 18h20 - 21

sexta-feira, 6 de março de 2015

"Atritos e broncas podem tirar Levy do governo"


Amigos do ministro Joaquim Levy (Fazenda) não apostam que ele fique no cargo por muito tempo. Isolado no governo, sem apoio do PT e aliados e hostilizado pelos sindicatos, não gostou de ter sido criticado publicamente por Dilma, após chamar de "brincadeira" e "grosseiras" as ações de política fiscal dos antecessores. Levy também ficou sentido com a bronca por não atender prontamente as convocações Dilma.
Às vezes não dá
Controladora, Dilma saber de cada passo do ministro, mas às vezes Levy não pode atender a convocação imediatamente, e isso a irrita.
Gritos e esculachos
Levy também enfrenta dificuldade, dizem os amigos, de tomar broncas seguidas de esculachos, em meio a palavrões impublicáveis.
Mal acostumada
Quando era convocado para despacho com Dilma, o subserviente Guido Mantega chegava a tomar quatro horas de chá-de-cadeira.
Ministro é uma ilha
O ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga classificou Joaquim Levy como "uma ilha no mar de mediocridade do governo".
Fonte: Cláudio Humberto

"A Operação Tabajara do 'põe Aécio, tira Aécio', a reação do presidente do PSDB e a entrevista de Cardozo. Ou: As paredes do Palácio do Planalto têm bocas e ouvidos"

  

Por Reinaldo Azevedo
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, concedeu nesta quinta uma entrevista em que se mostrou indignado. Ele respondia à acusação do senador Aécio Neves (MG), presidente do PSDB, segundo quem o governo havia se mobilizado para incluir da “Lista de Janot” nomes de figurões da oposição. De acordo com apuração da VEJA, o ministro disse a Sérgio Renault, advogado da UTC, que a oposição também seria engolfada pelo escândalo. Mas volto.
Cardozo estava, escrevi, indignado. Ele é bom nisso, admito. Ao ouvi-lo falar, somos um tantinho - só um pouquinho - tentados a esquecer o que sabemos. Mas aí as coisas começam  a se enfileirar na memória: a carga contra a Polícia de São Paulo quando houve um recrudescimento da violência no Estado; a sua atuação espantosa nos protestos de junho de 2013; seu protagonismo não menos estupefaciente no caso do cartel de trens e do CADE; a atuação desabrida durante a campanha eleitoral de 2014 e, por esses dias, a sua saliência na reta final do petrolão… A vontade de acreditar só um pouquinho em Cardozo passa logo.
Não com estas palavras, mas com este sentido, o ministro negou que tenha tido alguma influência na lista elaborada por Rodrigo Janot - aquela que só tem pedidos de abertura de inquérito e nenhuma denúncia. Os dois vinham se falando com frequência, conforme revelei neste blog no dia 22. Aí ficamos sabendo que mantiveram um encontro fora da agenda. Teria servido para o ministro da Justiça alertar o procurador-geral para a elevação dos ricos à sua segurança. A PF não fez tal alerta. Quem terá sido?
Bem, Cardozo nega interferência na lista. Janot não se pronunciou especificamente sobre o assunto, mas, em nota, sugere que coisas assim não passam de uma espécie de conspiração contra o Ministério Público. Se só os dois participaram das conversas e se ambos negam que a lista tenha sido o tema do bate-papo, a gente não tem como provar o contrário, não é mesmo?
Mas a gente pode informar o que apura. Lá vai uma: parlamentares da situação que transitaram pelo Palácio do Planalto e cercanias políticas receberam a garantia de que a oposição iria mesmo se entubar. E, no caso, "oposição" tinha nome e sobrenome: Aécio Neves. A inclusão do presidente do PSDB na tal lista passou a ser considerada "essencial" pelos poderosos de turno. Aécio reagiu com dureza e indignação porque sabia disso, daí ter acusado a interferência do Planalto, o que levou Cardozo a conceder a entrevista desta quinta.
E não! Não é o senador mineiro a minha fonte. Não falo com ele desde a entrevista que concedeu à Jovem Pan quando ainda candidato. Quem é? Não digo! Leiam o que andei afirmando até agora e cotejem com os fatos. Se o saldo for bom… Aécio sabe que seu nome estava na tal lista até terça-feira à tarde. Só então passou para o grupo dos que não têm de ser investigados. Por que a mudança?
Eis uma parte da história que ainda tem de ser apurada no detalhe. Mas há ao menos uma razão óbvia: o que havia "contra" o senador era de tal sorte inconsistente que a inclusão acabaria desmoralizando o conjunto. A reputação do próprio Ministério Público ameaçava ser engolida pelo escândalo que este investigava. E, sim!, houve falas muito duras entre os que… falaram duro nesse caso. O nome de Aécio mudou de grupo, mas a indignação do seandor permaneceu.
Ele emitiu uma nota com uma tréplica a Cardozo. Lá se pode ler: "(…) a imprensa tem noticiado as controversas e questionáveis movimentações do ministro da Justiça nos últimos meses. Elas mostram que o senhor Cardozo tem se comportado cada vez mais como militante partidário e como advogado de defesa do PT do que como ministro da Justiça".
Vou um pouco mais longe. Cardozo se comporta como chefe de facção.
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"

"PT, um partido definitivamente fora da lei"

Por Percival Puggina
Os discursos habituais do ex-presidente Lula constituem expressões de boquirroto. Coisas de falastrão. Manifestações de incontinência verbal. Estou falando difícil para não escrever o que realmente sinto vontade... Então, vai lá, no "popular": ele diz muita besteira. O fato é que depois de ouvi-lo durante tantos anos, habituamo-nos a seus atropelos de forma e conteúdo. Não se poderia esperar nada mais aprimorado de alguém com o perfil de nosso ex-presidente. Não há como Lula ser melhor do que Lula, mesmo porque nunca lhe ocorreu fazer algo melhor de si mesmo. Portanto, ele pode passar a vida repetindo que é filho de uma mulher analfabeta, incapaz de fazer um "O" com um copo, pois sempre encontrará quem ria de tal grosseria, e mesmo quem reconhece o desrespeito contido na frase acaba aceitando-a como "coisas do Lula".
No dia 23 de fevereiro, ele participou de um ato em defesa da Petrobras. Enquanto assistia o vídeo com a fala do ex-presidente fiquei pensando no velório do prefeito Celso Daniel e nas coisas que a alta nomenclatura petista dizia naqueles primeiros momentos, logo após o crime. Espero que a entendam a analogia: Petrobras, Celso Daniel, velório, lágrimas, culpa aos adversários. Pois é. Lula, no evento sobre a Petrobras, trovejava sua indignação com as "zelites" que não suportavam a prosperidade dos pobres. O motivo pelo qual as elites veriam com tão maus olhos uma suposta prosperidade dos mais humildes fica envolto na névoa do mais denso mistério. Havendo normalidade das funções mentais é muito fácil entender que a prosperidade de todos beneficia a todos e a todos faz felizes. O inverso, como Lula pretende sugerir, só pode ser aceito e aplaudido por imbecis de prontuário médico, com foto, diagnóstico e medicação.
Pois bem, nesse discurso, lá pelas tantas, referindo-se às mobilizações da oposição contra o governo da presidente Dilma, que nem ele haverá de considerar probo e bem sucedido, Lula afirmou: "Também sabemos brigar. Sobretudo quando o João Pedro Stédile colocar o exército dele do nosso lado". Foi delirantemente aplaudido pelo público que se concentrava no pequeno auditório.
Desta feita, as coisas mudam de figura. Não se trata de fanfarronada. Não é besteira. Em uma dúzia de palavras, Lula reconheceu vários fatos: 1) o MST é um "exército"; 2) tem comandante; 3) tem regimento próprio e fora da lei; 4) obedece ordens do partido e serve a seus fins políticos. Ora, a Lei dos Partidos Políticos (Lei Nº 9.096 de 29 de setembro de 1995), em seu artigo 28, estabelece quatro motivos para o cancelamento do registro e do estatuto de uma organização partidária. Um deles é estar subordinado a entidade ou governo estrangeiros (Foro de São Paulo, por exemplo) e o outro é "manter organização paramilitar".
O PT, senhores membros do Ministério Público Eleitoral, se enquadra em pelo menos duas das quatro situações previstas na lei! E quanto à última, a milícia petista do MST tem bandeira, boné, orientações para ação guerrilheira, centros de treinamento, e seus membros, quando atacam, brandem foices de cabo longo, luzidias como baioneta de desfile. E Lula concitou sua milícia ao estado de prontidão. Estão esperando o quê, senhores do Ministério Público Eleitoral?
Fonte: "Mídia Sem Máscara"

Charge de Sponholz


quinta-feira, 5 de março de 2015

Curso gratuito debate relações trabalhistas em Feira de Santana


As normas e procedimentos que devem ser observados pelas empresas desde a admissão de empregados até a rescisão de contratos de trabalho serão debatidos no curso "Como evitar problemas trabalhistas?", promovido pela Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), em Feira de Santana, no próxima quinta-feira,12.
Empresários, executivos, dirigentes e líderes sindicais, além de gestores de RH da região podem participar da capacitação, que será ministrada pelo advogado trabalhista e especialista em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho, André Luiz Dias de Araújo.
O curso é gratuito, mas tem vagas limitadas. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (71) 3343-1479 ou pelo e-mail capacitacaosindical@fieb.org.br.
A capacitação integra as ações do Programa de Desenvolvimento Associativo, uma parceria da FIEB com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) que visa fortalecer a representação empresarial e estimular o associativismo.
Serviço:
O que: Curso "Como evitar problemas trabalhistas?"
Quando: 12 de março | 8 às 18 horas
Onde: Auditório do Senai Feira de Santana (Av. Eduardo Fróes da Mota, 5000, Campo Limpo)
(Com informações da Gerência de Comunicação Institucional da Fieb)

BRT: debate no Facebook

Gerson Almeida Com relação ao BRT, compartilho da posição do deputado. E sou cidadão, sou usuário do péssimo serviço de transporte urbano. Não sou famoso nem político.
Não sou contra o BRT; sou contra o modelo que se quer implementar em Feira. O que o prefeito se propõe a fazer aqui nada mais é do que mudar o nome do SIT. O que o BRT trará de novo? Vejamos.
Será criada uma estação de transbordo na Nóide Cerqueira, e haverá uma linha ligando este terminal e o central. Pois bem, isso já poderia ser feito no atual sistema. E nada mais é do que a transformação da linha SIM/FTC em uma linha terminal-terminal.
Será criada uma estação na avenida Ayrton Senna, e haverá uma linha atravessando a João Durval. Pois bem, isso poderia ser feito no atual sistema. E nada mais será do que a adaptação das linhas do Mangabeira/ João Durval.
Será implantada uma estação no bairro Pampalona, e haverá uma linha ligando este terminal ao central. Pois bem, isto poderia ser feito no atual sistema. E nada mais é do que a transformação da linha Pampalona/CIS em uma linha terminal-terminal.
Haverá a possibilidade de pagar-se uma única passagem no intervalo de uma hora, ao utilizar-se um cartão de integração. Pois bem, isto já poderia ser implantando no atual sistema - o que não há é vontade de fazer.
Gerson Almeida Sou a favor do BRT implantado ao longo do Anel de Contorno, com linhas interligando os terminais periféricos, o que reduziria o tempo de deslocamento entre os bairros, e uma linha terminal periférico/ terminal central.
Todos os bairros teriam linhas com destino ao terminal periférico mais próximo. Nada de vans. Seria possível diminuir o fluxo de veículos pelo centro da cidade, e o aumento do fluxo pelo anel de contorno se daria no corredor exclusivo criado pelo BRT. Vantagem para a população, desvantagem (talvez) para os empresários...
Thomas Eastwood Gerson é partidário do círculo de três quadrantes inventado pelo sobrinho do deputado.
Eduardo Brandão Quem é contra o BRT quer ver Feira no atraso e o trabalhador sofrendo no atual sistema coletivo.... só olha para o próprio umbigo ...
Gerson Almeida Nem sei quem inventou, nem conheço o sobrinho do deputado, Thomas Eastwood. Penso por mim mesmo.
Thomas Eastwood Se você pensa por você mesmo, então foi você que inventou, ué. "Coincidentemente", seu projeto é idêntico ao de quem você não conhece.
Gerson Almeida Penso por mim mesmo sobre a viabilidade do projeto, filho. Tá tão difícil assim entender?
Gerson Almeida Eu não tenho um projeto, não sou profissional dessa área. Falo como usuário. E, como usuário, sei que o BRT proposto não vai mudar em nada o que o SIT tem feito hoje. Haverá apenas a criação de novas estações e readequação de linhas - coisa que já pode ser feita no atual sistema.
Gerson Almeida Aliás, só por curiosidade: você é usuário do serviço? Se for, é um usuário frequente?
Thomas Eastwood Só pode opinar se usar o serviço? Aí ganha o direito de falar bobagem?
Eduardo Brandão Que discussão sem sentido essa de vocês dois, data vênia!
Gerson Almeida Não. Só que quem usa sabe como é o serviço. E tem maior risco de falar bobagem quem não conhece o mesmo, não sente as suas deficiências na pele.
Thomas Eastwood Coitadismo típico.
Gerson Almeida Concordo, Eduardo Brandão, mas se você olhar os posts anteriores, verá que eu não a iniciei. O comentário dirigido a mim partiu dele, só exerci meu direito de resposta.
Gerson Almeida Mas, como sei que, além de não levar a nada, isso só servirá para mudar o foco do debate, tomarei a inciativa de encerrar essa conversa. Sem mais.
Dimas Oliveira Enquanto isso, o BRT avança e em breve estará resolvendo a questão da mobilidade urbana.
Thomas Eastwood Você iniciou repetindo o discurso do sobrinho de Zé Neto. Eu constatei que você era partidário do revolucionário círculo de três quadrantes. Você disse que pensava por si mesmo e nem conhecia o cara. Eu esclareci que seu projeto era idêntico ao dele. Todo o sentido está bem claro pra mim. E quem não consegue detectar o sentido da discussão que está participando, ainda quer opinar sobre BRT?
Gerson Almeida Queria ter a sua fé, Dimas Oliveira... Torço para estar totalmente errado, pode ter certeza. Eu serei um dos beneficiados no caso de o BRT proposto funcionar, pois sou usuário do serviço.
Thomas Eastwood Depois que o BRT estiver implantado, Gerson, usuário, aparece aqui para elogiar as melhorias. Antes, ele é apenas um militante do último escalão que ainda não foi informado que a chefona disse que vai ter BRT, portanto, os protestos devem cessar.
Gerson Almeida Thomas Eastwood, para todo e qualquer comentário seu dirigido a mim, minha resposta é a mesma: sem mais.
Thomas Eastwood Gerson Almeida especialista em BRT.
Currículo: 
1-anda de ônibus
2- sem mais
Eduardo Brandão Pois é... olha só Thomas Eastwwod, o amigo Gerson Almeida, encampando ou não o projeto de Zé Neto, deu sua opinião sobre o modelo que acha adequado... projeto esse, mais uma vez peço vênia, totalmente fantasioso e inexecutável a curto e médio prazo, ou mesmo longo, pois não leva em consideração a demanda atual, o custo do projeto e a capacidade de endividamento do município... não existe investimento federal.. o BRT como atualmente proposto é o modelo mais viável seja em relação aos custos, capacidade de endividamento do município e demanda a ser suprida atualmente... SERIA BOM MESMO UM SERVIÇO DE HELICÓPTEROS...

Novo trailer de "Vingadores: Era de Ultron"



Confira o novo trailer que anuncia o início da pré-venda de "Vingadores: Era de Ultron" no dia 18 de março.
Site da Internet e celular: marvel.com/avengers
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Os Estúdios Marvel apresentam "Vingadores: Era de Ultron", a sequência épica do maior filme de super-heróis de todos os tempos. Quando Tony Stark tenta reiniciar um programa de manutenção de paz, as coisas não dão certo e os super-heróis mais poderosos da Terra, incluindo Homem de Ferro, Capitão América, Thor, Hulk, Viúva Negra e Gavião Arqueiro, terão que passar no teste definitivo para salvar o planeta. Com o aparecimento do vilão Ultron, a equipe dos Vingadores tem a missão de neutralizar seus terríveis planos. Alianças complicadas e ação inesperada pavimentam o caminho para uma aventura épica global.
"Vingadores: Era de Ultron" da Marvel é estrelado por Robert Downey Jr., que retorna como Homem de Ferro, ao lado de Chris Evans como Capitão América, Chris Hemsworth como Thor e Mark Ruffalo como Hulk. Ao lado de Scarlett Johansson como Viúva Negra e Jeremy Renner como Gavião Arqueiro, e com o apoio de Samuel L. Jackson como Nick Fury e Cobie Smulders como agente Maria Hill, a equipe precisa se reunir para derrotar James Spader como Ultron, um vilão tecnológico terrível que busca a extinção da raça humana. No caminho, eles terão que enfrentar dois misteriosos e poderosos novatos, Wanda Maximoff, interpretada por Elizabeth Olsen, e Pietro Maximoff, interpretado por Aaron Taylor-Johnson, e encontrar um velho amigo em uma nova forma quando Paul Bettany se torna o Visão.
Escrito e dirigido por Joss Whedon e produzido por Kevin Feige, "Vingadores: Era de Ultron" da Marvel é baseado na popular série de revistas em quadrinhos da Marvel "The Avengers", publicada pela primeira vez em 1963.  
(Com informações de Gláucia Zachariadhes, Atendimento Disney, Selma Santos Produções e Eventos

O Boticário convida as mulheres a espalharem beleza e delicadeza no dia dedicado a elas


Marca lança campanha que anuncia 20% de desconto em toda a linha Floratta para homenagear as mulheres pela data

O Boticário quer tornar o Dia da Mulher ainda mais bonito e perfumado. Para isso, a marca oferece 20% de desconto em mais de vinte produtos da linha Floratta para homenageá-las nesta data especial. A campanha, criada pela AlmapBBDO, convida as mulheres, por meio de anúncio e comercial que informam sobre a promoção, a aflorarem esse olhar feminino que deixa tudo mais belo e delicado.
O filme "Buquê", dirigido por Caito Ortiz e Daniel Klajmic da Prodigo Films, traz uma mulher que se surpreende com um lindo arranjo de flores ao chegar no trabalho. Ela resolve dividir e espalhar essa delicada surpresa com as outras mulheres do escritório e tornar o dia de todas mais bonito. A locução explica: neste Dia da Mulher, espalhe beleza e delicadeza. Aproveite toda linha Floratta com 20% de desconto. O comercial termina com a satisfação dela ao perceber a animação no escritório que a faz relacionar a beleza e delicadeza espalhada pelas flores à fragrância de Floratta in Rose.
A parte impressa também revela essa delicadeza, traduzida em tons de rosa com toque feminino. A campanha apresenta a promoção e mostra o portfólio completo da linha Floratta in Rose.
Ficha Técnica – Filme
Anunciante: O Boticário
Título: "Buquê"
Produto: Floratta           
Diretor Geral de Criação: Luiz Sanches
Diretor de Criação: Renato Simões e Bruno Prosperi
Criação: Pedro Cavalcanti
Produtora: Pródigo
Produtor Executivo: Francesco Civita
Diretor: Caito Ortiz e Daniel Klajmic
Diretor de Fotografia: Pierre De Kerchove
Atendimento: Chico Pedreira
Montador: André Dias
Finalização: Prodigo Films
Finalizador: Georges Sakamoto
Rtvc: Vera Jacinto, Ana Paula Casagrande e Diego Villas Boas
Produtora de áudio: Cabaret
Atendimento: Camilla Massari, Daniela Teixeira, Renata Principe, Stefanie Giannini, Julia Marques
Planejamento: Cintia Gonçalves, João Gabriel, Katia Fontana, Camila Rocca, Beatriz Scheuer
Mídia: Flavio De Pauw, Daniel Ribeiro, Marcelo Carvalhaes, Renata Bordin, Marcelo Carmim
Diretor de Negócios: Rodrigo Andrade
Aprovação: Ana Ferrell, Daniele Trito
Ficha Técnica - Anúncio
Anunciante: O Boticário
Título: "Floratta Dia da Mulher"
Produto: Floratta
Diretor Geral de Criação: Luiz Sanches
Diretor de Criação:  Rynaldo Gondim
Diretor de Arte:  Carlos Garcia e Leandro Valente
Redator: Rynaldo Gondim
Fotógrafos : Sabine Villiard (modelos) Mariana Valverde (packs)
Ilustração: Gelmi Estúdio de Arte
Retoque: Estudio Processus Photo – Caroline
Art Buyer: Tereza Setti e Carolina Gorini
Produtor Gráfico: José Roberto Bezerra
Atendimento: Camilla Massari, Daniela Teixeira, Renata Principe, Stefanie Giannini, Julia Marques
Planejamento: Cintia Gonçalves, João Gabriel, Katia Fontana, Camila Rocca, Beatriz Scheuer Mídia: Flavio De Pauw, Daniel Ribeiro, Marcelo Carvalhaes, Renata Bordin, Marcelo Carmim
Diretor de Negócios: Rodrigo Andrade
Aprovação: Ana Ferrell, Daniele Trito  
Sobre O Boticário
O Boticário é uma empresa do Grupo Boticário. Inaugurado em 1977, em Curitiba (Paraná), tem hoje a maior rede franqueada de cosméticos do Brasil, com 3.750 pontos de vendas em cerca de 1750 cidades brasileiras e mais de 900 franqueados. Seus produtos têm preços acessíveis, sofisticação e tecnologia de ponta. São mais de 1.100 itens, entre maquiagem, perfumaria e cuidados pessoais, como cremes, protetores solares, loções, desodorantes, shampoos, sabonetes, entre outros.
Sobre o Grupo Boticário
Constituído em 2010, o Grupo Boticário é uma referência internacional no varejo de beleza. Controla quatro unidades de negócio (O Boticário, Eudora, quem disse, berenice? e The Beauty Box), e é mantenedor da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza. Está presente em oito países e conta com uma força de trabalho composta por 7 mil colaboradores diretos que acreditam que beleza não é o que a gente sonha, imagina ou quer. Beleza é o que a gente faz.
(Com informações de Texto e Cia Assessoria de Comunicação)

"A revolta do criador contra a criatura: Lula promovr ato contra o governo Dilma"

Por Reinaldo Azevedo
Estanhou o título? Pois é. Mas é verdadeiro da primeira à última palavra. Onde parece haver ironia, leitor, há apenas linguagem referencial. Luiz Inácio Lula da Silva, o Babalorixá de Banânia, se encontrou nesta quarta com promotores de um ato do dia 13 em, pasmem!, defesa da Petrobras. Entre os organizadores estão a CUT, o MST e a UNE. Todos de esquerda. Todos patriotas. Todos petistas. Emissários de Dilma já tinham pedido que a manifestação fosse adiada porque acham que ela serve como uma espécie de estímulo para o protesto do dia 15 contra o seu governo e em favor do impeachment.
Não deram a menor bola pra ela. E preferiram se encontrar com o chefão do PT. O manifesto de convocação ataca também medidas adotadas pelo governo. Lá está escrito: "As MPs 664 e 665, que restringem o acesso ao seguro desemprego, ao abono salarial, pensão por morte e auxílio-doença, são ataques a direitos duramente conquistados pela classe trabalhadora".
Lula, o finório, avisou a seus companheiros que não poderá comparecer ao ato porque, ora vejam!, não pega bem ser a estrela de uma patuscada que ataca também medidas do governo. Ou por outra: em vez de este senhor chamar seus comandados e ordenar a suspensão da manifestação, como pediu a presidente, ele, na pratica, a estimula.
Há muito tempo já escrevi aqui - e Dilma, consta, tem consciência disto - que Lula é hoje o principal elemento de desestabilização do governo.

Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"

Agências classificadas

Saiu publicado na edição desta quinta-feira, 5, do jornal "A Tarde": "A CLP comunica resultado da Subcomissão Técnica, conforme análise do Índice Técnico, objetivo: seleção, habilitação e contratação de até quatro agências de propaganda para a execução de serviços publicitários, pelo período de 12 meses. Classificadas: Mercado de Comunicação e Marketing, AC (Arte Capital) Propaganda, Cidade Propaganda e Marketing e Ativa Propaganda. Desclassificadas: EPP Publicidade e Propaganda, 18K Comunicação e Marketing, Filó Pequeno Comunicação e Mangalô Propaganda."
CLP é a Comissão Permanente de Licitação da Prefeitura de Feira de Santana.

"Nunca ântef na iftória dêfte paíf..."

Por Olavo de Carvalho
Reunindo aproximadamente um milhão de pessoas e repetindo-se em várias cidades de março a junho de 1964, a "Marcha da Família com Deus pela Liberdade" foi o maior protesto de rua observado até então na nossa História - maior, provavelmente, do que muitos movimentos similares, com signo ideológico invertido, que viriam nas décadas de 80 e 90.
No entanto, é certo que, na origem, nada teve de popular ou espontâneo. Foi longamente planejada por um grupo de devotados conspiradores, com vasto apoio da grande mídia - a começar pelos Diários Associados de Assis Chateaubriand (mais de oitenta jornais, estações de rádio e canais de TV em todo o país) -, de empresas bilionárias como o grupo Light, de vários governadores, deputados e senadores e de importantes organizações da sociedade civil, como a Liga das Senhoras Católicas, a ABI, a OAB, os sindicatos patronais em peso e a maioria do clero católico. Não se pode dizer que foi propriamente um movimento popular, mas uma mobilização popular orquestrada pela elite, uma obra de engenharia política.
Pega de surpresa, derrubada sem que fosse preciso dar um só tiro, a liderança esquerdista saiu em debandada, com uma pressa obscena de salvar a pele, mas logo em seguida procurou redimir-se ao menos intelectualmente, entregando-se a uma séria revisão crítica dos seus erros estratégicos e planejando um retorno triunfal a longo prazo.
A mais oportuna contribuição individual a esse esforço foi a do editor Ênio Silveira, que, publicando em tradução as obras do fundador do Partido Comunista Italiano, Antonio Gramsci, e fundando duas revistas inspiradas nas concepções desse grande estrategista político (Civilização Brasileira e Paz e Terra), indicou aos comunistas e seus parceiros o caminho a seguir.
Esse caminho consistia em tomar do adversário, mediante longa, paciente  e discreta infiltração, o comando das entidades capacitadas a organizar a mobilização popular. Roubar da direita, sem que esta percebesse, o monopólio da engenharia política.
As guerrilhas, concomitantemente, serviram apenas como "bois de piranha", atraindo a atenção do governo para desviá-la da operação mais vasta e silenciosa que acabaria por mudar os destinos do país.
Partindo de uma base modesta, limitada ao movimento estudantil e a alguns sindicatos da região do ABC, os comunistas e filocomunistas foram dominando passo a passo a grande mídia, a OAB, a ABI, a Igreja Católica etc. Vinte anos decorreram antes que a aplicação do método gramsciano de "ocupação de espaços" produzisse o seu primeiro resultado espetaculoso: a campanha das "Diretas Já", em 1984, formulada - de acordo com o preceito de Gramsci - numa linguagem puramente cívica, sem qualquer apelo comunista explícito. Oito anos depois, o movimento "Fora Collor" já vinha com um tom ideológico um pouco mais definido.
Essas duas campanhas seguiram fielmente o modelo organizacional da "Marcha da Família", com ricas e poderosas entidades controlando a massa e construindo ex post facto, mediante as falsificações históricas usuais nesse tipo de coisas, o mito da "revolta popular".
Tanto em 1964 quanto em 1984 e 1992, o povo brasileiro só entrou em cena como massa de manobra. A troca do pretexto ideológico não alterou em nada a substância do fenômeno, reduzido, em todos esses casos, a uma bem sucedida obra de manipulação  arquitetada e dirigida desde cima.
Nada disso é o que se observa agora, seja na série de protestos anti-PT a partir de 15 de novembro do ano passado, seja na valente carreata dos caminhoneiros até Brasília.
Tudo começou, na verdade, da maneira mais impremeditada, espontânea e anárquica que se pode imaginar. Começou com a imprevista reação popular à fraude do "Passe Livre".     
O governo federal, interessado em desestabilizar a administração estadual de seu desafeto Geraldo Alckmin em São Paulo, contratou baderneiros Black Blocks e dúzias de Pablos Capilés para que, sob a desculpa ridícula e artificiosa de protestar contra um aumento ínfimo do preço das passagens de ônibus, saíssem pelas ruas posando de pobres espoliados, quebrando tudo, agredindo policiais, ateando fogo em carros e aterrorizando a população. Mas a massa, em vez de se deixar atemorizar, aproveitou a ocasião para expressar sua verdadeira revolta, que não era contra o sr. Alckmin - pelo qual também não morria de amores, é claro - e sim contra o promotor mesmo da confusão: o governo federal ladrão, mentiroso, manipulador, parceiro íntimo de narcotraficantes, sequestradores e ditadores genocidas. A massa anárquica, sem qualquer comando, organização ou programa ideológico, tomou de assalto as ruas, gritando mais alto que os agitadores e infundindo medo naqueles que tencionavam amedrontá-la.
Tão surpreso e assustado ficou o aprendiz de feiticeiro com o efeito inverso obtido pela sua mágica que, ponderando que "quanto mais mexe, mais fede", chamou de volta os agitadores pagos e ordenou que permanecessem quietinhos em suas casas, aguardando que o dragão despertado por acidente se esquecesse de tudo e voltasse a cair no sono.
Mas o dragão havia tomado gosto pela coisa. Vendo o governo trêmulo e inerme por trás de uma cortina de blefes e garganteios, saiu às ruas de novo e de novo, num "crescendo" que agora culmina no movimento dos caminhoneiros.
Ao longo de todos esses episódios, não se viu um só político à frente da massa, uma só empresa ou ong bilionária subsidiando os revoltados, um só investidor estrangeiro oferecendo ajuda, um só partido político manifestando alguma solidariedade ou um só órgão de mídia noticiando os acontecimentos sem minimizá-los, distorcê-los pejorativamente ou achincalhá-los de maneira velada ou ostensiva.
A Rede Globo colaborou descaradamente com uma jogada maligna do governo ao espalhar a notícia falsa de que um acordo tinha sido firmado e os caminhoneiros tinham desistido da carreata.
Até mesmo o Canal Veja, tão odiado pelos petistas por noticiar freqüentemente os escândalos financeiros do governo Dilma, não conseguiu falar dos caminhoneiros sem criticá-los por atrapalhar o trânsito nas estradas.
Em compensação, os moradores, os comerciantes das cidades do interior por onde passa a carreata, os pequenos proprietários rurais e uma infinidade de pessoas das classes sociais mais humildes correm para as estradas para aplaudir os caminhoneiros, oferecer-lhes comida e até dinheiro para a gasolina. Passada de boca em boca, pessoalmente ou pela Internet, as palavras-de-ordem emanam do povo e se espalham entre o próprio povo, enquanto, no topo da sociedade, uns rosnam de raiva impotente, tramando vingancinhas fúteis na pessoa do juiz Moro, que nada tem a ver com o movimento, outros fazem de conta que nada está acontecendo.
Este é, em quinhentos e tantos anos de existência do Brasil, o primeiro movimento autenticamente popular, espontâneo, nascido de baixo, sem comandantes chiques, sem estrategistas profissionais, sem interferência nem apoio das elites falantes, do beautiful people, do grande capital ou da grande mídia. Se o sr. Lula tivesse um pingo da consciência social que alardeia, agora sim seria o seu momento de proclamar: "Nunca ântef na iftória dêfte paíf..."
Qualquer pessoa no uso perfeito das suas faculdades mentais percebe a diferença.
Um cientista social incapaz de notá-la, ou indisposto a reconhecê-la, revela uma dose de inépcia e de desonestidade que faz jus à sua expulsão vergonhosa e definitiva de toda profissão intelectual.
Esse é o caso, precisamente, do economista e ex-ministro, Prof. Luiz Carlos Bresser-Pereira, que, diante de fatos cujo sentido brada aos céus e só um louco negaria, não se vexa de assumir o papel desse  louco e atribuir a revolta popular ao "ódio que os ricos têm do PT" (v. http://www1.folha.uol.com.br/poder/2015/03/1596370-ricos-nutrem-odio-ao-pt-diz-ex-ministro.shtml).
Que raio de sociologia é essa, em que caminhoneiros e carreteiros se tornam a elite milionária, e os donos da mídia chapa-branca os pobres e oprimidos?
No cérebro do professor, os estereótipos mais tolos da  propaganda petista se impregnaram com tamanha força, que o impedem de enxergar - ou de admitir - aquilo que qualquer criança do interior está vendo com os olhos da cara.
Não há atitude mais vergonhosa para um intelectual do que prevalecer-se de glórias acadêmicas passadas - modestas, mas nem por isso irreais - para tentar insuflar numa mentirinha tola e já desmoralizada de antemão um arremedo pífio de credibilidade.
Fonte: "Diário do Comércio"
www.olavodecarvalho.org

"Em defesa do transporte público de qualidade"

Do advogado Eduardo Brandão no Facebook: 
"Ser contra o BRT é ser contra Feira, é ser contra a classe trabalhadora que sofre nas filas e em ônibus convencionais de péssima qualidade...  o povo tem direito as melhorias que virão... os guardiões do atraso, que tanto prejudicam os trabalhadores, que querem que eles continuem sendo transportados como gado para justificar um discurso de ódio, ideologicamente fracassado, não vão deter o progresso de Feira." 

Charge de Sponholz

 


quarta-feira, 4 de março de 2015

Filmes em Exibição no Orient Cinemas Boulevard

Período de 5 a 11 de março

LANÇAMENTO NACIONAL
 
KINGSMAN: SERVIÇO SECRETO (Kingsman; The Secret Service), de Matthew Vaughn, 2014. Com Colin Firth, Samuel L. Jackson, Taron Egerton, Michael Caine e Mark Strong.Ação e espionagem. Conta a história de uma organização supersecreta que recruta um deselegante mas promissor garoto para o programa de treinamento supercompetitivo da agência justo quando um perverso gênio tecnológico ameaça o planeta. Cópia dublada. Não recomendável para menores de 16 anos. Duração: 128 minutos. Horários: 13 horas, 15h40, 18h20 e 21 horas. Sala 1 (243 lugares). 
CONTINUAÇÕES
O SUPERPAI, de Pedro Amorim, 2014. Com Danton Mello, Dani Calabresa, Danilo Gentilli e Rafinha Bastos. Comédia. Nos tempos de escola Diogo era o cara. Mesmo quando metia a turma numa encrenca, seu carisma bastava para manter os amigos por perto. Vinte anos se passaram e ele casado e pai, já não é mais o mesmo. A festa dos 20 anos de formatura da escola é sua grande chance de dar a volta por cima e resgatar a antiga moral. Em segunda semana. Não recomendável para menores de 14 anos. Duração: 86 minutos. Horários: 13h20, 15h20, 17h20, 19h20 e 21h20. Sala 2 (160 lugares).
BOB ESPONJA: UM HERÓI FORA D'ÁGUA (The SpongeBob Movie: Sponge Out of Water), de Paul Tibbitt, 2014. Com Antonio Banderas. Animação e live action. A vida corria tranquila para Bob Esponja e sua turma: o leal estrela-do-mar Patrick, o sarcástico Lula Molusco, a esquilo Sandy e seu chefe, o crustáceo Sr. Sirigueijo. Quando a receita secreta do hambúrguer de siri é roubada, o caos se instaura no fundo do mar. Para salvar a pátria, Bob Esponja e o vilão Plankton precisam unir suas forças em uma viagem através do tempo e do espaço para enfrentar o malvado pirata Barba Burguer. Em quinta semana. Cópia dublada. Duração: 92 minutos. Classificação: Livre. Horários: 14h20, 16h30 e 18h40. Sala 3 (167 lugares).
O DESTINO DE JÚPITER (Jupiter Ascending), de Andy Wachowsky e Lana Wachowsky, 2014. Com Mila Kunis e Channing Tatum. Ficção-científica. Júpiter Jones nasceu sob um céu noturno, com sinais de que estava destinada a algo maior. Somente quando Caine, um ex-caçador militar geneticamente modificado, chega à Terra para localizá-la, é que que Júpiter começa a vislumbrar o destino reservado a ela desde o início - sua assinatura genética a marca como a próxima na fila para uma herança extraordinária que poderia alterar o equilíbrio do cosmos. Em quinta semana. Cópia dublada. Não recomendável para menores de 12 anos. Duração: 127 minutos. Horário: 20h50. Sala 3.
CINQUENTA TONS DE CINZA (Fifty Shades of Gray), de Sam Taylor-Johnson, 2014. Com Jamie Dornan e Dakota Johnson. Drama. Anastasia Steele é uma estudante de literatura de 21 anos, recatada e virgem. Ela entrevista para o jornal da faculdade o poderoso magnata Christian Grey. Nasce uma complexa relação entre ambos: com a descoberta amorosa e sexual, ela conhece o sadomasoquismo, tornando-se o objeto de submissão do sádico Grey. Em quarta semana. Cópia legendada. Não recomendável para menores de 16 anos. Duração; 124 minutos. Horários: 13h10, 15h50, 18h30 e 21h10. Sala 4 (264 lugares).
ENDEREÇO E TELEFONES
Orient Cinemas Boulevard - Multiplex do Boulevard Shopping, telefax 3225-3185 e telefone 3610-1515 para saber informações sobre programas e horários.

(Com informações do Departamento de Marketing de Orient Cinemas)

Falta de disposição para a leitura correta

Em Feira de Santana tem gente com sérios problemas de interpretação de textos. Não lêem as matérias e dão uma leitura enviesada ao que está enunciado. É a falta de disposição para a leitura correta. Pode ser também má fé.
Pessoas que reclamam do BRT não têm um mínimo de discernimento para entender que o sistema a ser implantado vai ajudar em muito a melhorar a questão da mobilidade urbana de Feira de Santana.
Açodados por politiqueiros fazem manifestações contra para marcar posição de atraso, de puxar a cidade para baixo. Consideram que é  mais conveniente protestar contra a gestão do prefeito José Ronaldo do que acreditar no benefício advindo com o projeto. 
"Sei dos problemas de mobilidade e acredito que o BRT vai beneficiar muito aos usuários do transporte coletivo", conta o cidadão José Cerqueira. Sobre a questão das árvores que serão retiradas, ele diz que "quem não gosta do verde? mas seria impossível colocar as estações sem retirar algumas árvores. Quem reclama ainda não entendeu que o sistema de embarque e desembarque será feito pela esquerda da avenida e não pelo canteiro central".

BRT: Entre a desinformação e a má fé

Por Jorge Magalhães
Você aí, meu bom operário, pai de família ou dona de casa zelosa, que acorda às seis da matina para se preparar para enfrentar o batente, que tem  de se deslocar de casa para um ponto de ônibus cujo horário de passagem é incerto;  rezar para que o trânsito esteja livre, sem engarrafamento, que as sinaleiras estejam todas abertas para chegar na hora H e não receber o sermão do patrão por chegar mais uma vez atrasado no trabalho,  acha que a sua vida melhoraria com a opção de um transporte livre destes inconvenientes?
E você, meu jovem ou minha jovem estudante, depositários do futuro desta cidade, deste estado, deste país, que também rala com a cara nos livros na esperança de um dia ser alguém, o que me diz de contar com um transporte público moderno, com horário programado com a precisão de uma central de computadores; que faça todo o trajeto até o ponto mais próximo da sua escola numa via expressa, exclusiva para este modal, sem nenhum obstáculo que venha a embargar a sua chegada à sala de aula, que tem a nos falar sobre esta ideia?
Se você (a semelhança de usuários de transportes públicos de várias capitais do Brasil, a exemplo de Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro, além de algumas grandes metrópoles europeias que copiaram esta excelente alternativa de transporte de massa)   achar que sim, que este é um projeto que vai melhorar a sua locomoção e facilitar a sua vida, saiba que, mesmo com os bons resultados alcançados e já comprovados nesses grandes centros mundo afora, em Feira de Santana, só em acreditar na sua exequibilidade, você estará sendo tachado pelos profetas do Apocalipse, simplesmente de “INOCENTE”.
Mas, se você tiver a coragem de publicamente defendê-lo, como o faço nestas linhas, ganhará a inusitada alcunha de “BAJULADOR”.
Tudo isto, meus caros, porque os abutres e as aves de rapina, que se nutrem do ócio intelectual para construir a cizânia entre as pessoas de boa fé não têm nenhum compromisso com as aspirações reais da coletividade, com o seu PROGRESSO pessoal nem com o da sua cidade. Pena que os esforços dessa gente hipócrita acabam encontrando eco, aqui e acolá, nos ouvidos dos incautos, uma gente bem intencionada, mas que acabam se transmutando em  pobres diabos que se deixam transformar em miquinhos amestrados por uma corrente boçal do pensamento citadino.
Esses sim, os verdadeiros inocentes úteis da vigarice, da ignorância a serviço do atraso, do provincianismo pernicioso e paralisante.
Aliás, propositadamente grifei PROGRESSO com letras maiúsculas para assinalar que esta palavra, calculadamente, provoca asco e náusea em certos segmentos dados à contemplação da natureza e da sua perenidade, como se o mundo concreto das coisas, as cidades, a complexidade econômica que as move, a necessidade da geração de emprego e renda, tudo isso fosse possível dentro de um universo utópico de indústrias sem chaminés, automóveis sem a emissão de gases poluentes, urbanização e a manutenção incólume, absoluta do meio ambiente...
É claro que a avenida Getúlio Vargas jamais será a mesma com a implantação do BRT, ninguém precisa consultar nenhum oráculo saído das catacumbas do diversionismo para se chegar a esta conclusão. Até porque, consta do projeto de implantação a construção de duas passagens de nível entre as avenidas Getúlio Vargas e Maria Quitéria, o que deverá proporcionar mais fluidez no trânsito nestas artérias importantes da cidade, sobretudo nos horários de pico
Então, alguns parlapatões, com seus discursos de fancaria, sem atinar para a indefectível lei do CUSTO/BENEFÍCIO, reguladora do bom senso que a tudo rege, evocam as leis capitais para clamar pela necessidade de manter a integridade dos mananciais botânicos da bela avenida, como se o projeto original do BRT pretendesse desertificá-la.    
As instâncias de governo envolvidas na implantação do BRT, a exemplo da Secretaria de Planejamento, já fizeram uma série de exposições públicas sobre o projeto e nenhuma dúvida ficou sem resposta a quem questionou.
Pelo exposto, apenas uma pergunta paira a no ar e insiste em não calar: o que move tanto inconformismo nos opositores do BRT: DESINFORMAÇÃO OU MÁ FÉ?
Jorge Magalhães é jornalista


Casa Cor Goiás aposta na brasilidade em sua 19ª edição


1. Lançamento Casa Cor Goiás 2015
2. Organizadoras da Casa Cor Goiás, Sheila Podestá e Eliane Martins
3. Arquitetas Cynara de Siqueira e Karina de Siqueira
4. Arquiteta Adriana Mundim
5. Arquiteta Wânia Simão
Fotos: Divulgação

Um país de muitas caras. Multicultural, colorido, criativo, contrastante. A essa profusão de ideias e estilos tipicamente nacionais dá-se o nome de brasilidade, conceito que é a aposta da Casa Cor Goiás em 2015. O evento foi oficialmente lançado na terça-feira, 3, durante um brunch promovido para profissionais, patrocinadores e jornalistas no Espaço EBM, em Goiânia.
"Nosso objetivo é homenagear a arte, o design e a identidade brasileira e, dessa forma, reconhecer o valor de uma cultura tão diversa e encantadora como a nossa", explica a arquiteta Eliane Martins, que juntamente com a também arquiteta Sheila Podestá, organizam a mostra goiana. "Brasilidade é ter coragem e ousar na forma e no conteúdo, no uso de cores e texturas, na mistura de estilos e gostos. Uma decoração tipicamente brasileira sabe ser alegre, aconchegante, divertida, inspiradora e imprevisível, e é isso que o público vai poder conferir na 19ª edição da mostra", explica Eliane.
Celebrada como o evento de maior expressão dos setores de arquitetura, design, decoração e paisagismo do estado, a Casa Cor Goiás 2015 acontece de 15 de maio a 24 de junho na Mansão Anis Rassi, localizada na rua Mario Bittar, nº 181, no Setor Marista. Serão 37 ambientes projetados livremente por 56 dos melhores arquitetos, decoradores, designers e paisagistas do estado, exibindo o que há de mais inovador nesses segmentos. A mostra também vai apresentar a tendência do "menor e melhor", para despertar o desejo de leveza e paz frente aos excessos do mundo de hoje, e o "compartilhar", engrandecendo os espaços de convivência.
A exposição mantém ainda o compromisso de criar experiências capazes de inspirar, emocionar e transformar o morar dos goianos, baseando-se em valores como qualidade de escolha, harmonia e beleza, educação e cultura, inovação e diversidade. "Nosso objetivo é sempre surpreender os visitantes, que buscam tendências, e novidades que movimentarão os mercados de arquitetura, decoração e paisagismo nos próximos anos", destaca Sheila Podestá.
Formato do evento 
A Casa Cor Goiás 2015 será sediada em uma área de 3.500 m² no Setor Marista, um dos bairros mais nobres da capital goiana. O espaço oferecerá várias opções de viver bem em ambientes residenciais, comerciais e corporativos. Ambientes tradicionais das residências brasileiras, como salas, quartos e banhos, seguem com lugar cativo na mostra. Os compactos e integrados estúdios aparecerão em seis leituras diferentes.
Os ambientes gastronômicos prometem seguir a tradição de se tornarem os points mais concorridos da cidade durante a realização da mostra. Além do Restaurante, que será comandado pelo Ian Baiocchi Buffet & Catering, a Casa Cor Goiás trará o Bar Moony Food, Drinks e Style, o Café Doce Doce e a Amaretto Gelateria. A exposição também trará varandas, praças e jardins, espaços que estimulam a convivência familiar e entre amigos.
Pela primeira vez na mostra goiana, a arquiteta Wânia Simão diz que a Casa Cor Goiás é uma oportunidade para expor seu trabalho e alcançar um público diferenciado. "Por ser uma referência no mercado de arquitetura e decoração, a exposição agrega valor e imprime credibilidade aos profissionais participantes", diz. Esse é o mesmo pensamento da arquiteta Adriana Mundim, que já esteve presente em 14 edições da Casa Cor Goiás. "A exposição é a melhor forma de divulgação dentro do mercado de arquitetura, decoração e paisagismo no estado, o que estimula a criatividade e a inovação por parte dos profissionais", frisa.
Parceiros
Em 2015, a Casa Cor Goiás conta com o patrocínio master das Louças e Metais Deca e o patrocínio nacional da Renault. Em nível local, a mostra tem o patrocínio da EBM Desenvolvimento Imobiliário e conta com a participação especial da Aldeia Acabamentos e Complementos e da Provence Acabamentos.
(Com informações das jornalistas Doris Costa, Iara Lourenço e Taysa Lara, da Assessoria de Imprensa da Casa Cor Goiás 2015)

Lançamento de "Um Cidadão Prestante"

A Academia de Letras e Artes de Feira de Santana promove o lançamento do livro "Um Cidadão Prestante", de autoria do jornalista e professor Sérgio Mattos. Trata-se de entrevista biográfica com o feirense Edivaldo Boaventura, advogado, ex-secretário de Estado da Educação, ex-presidente da Academia de Letras da Bahia, ex-diretor geral do jornal "A Tarde".
Será na quinta-feira, 12, às 19 horas, no Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca). A obra foi publicada pela Quarteto Editora. 
Sergio Mattos é mestre e doutor (PhD) em Comunicação pela Universidade do Texas, em Austin, Estados Unidos. Atualmente coordena o curso de Jornalismo da Universidade Federal do Recôncavo
O convite é de Lélia Fernandes, presidente da Academia de Letras e Artes de Feira de Santana


"Gabrielli deve perder sua rica boquinha na Galp"


Sergio Gabrielli, um dos mais lastimáveis presidentes da história da Petrobras, será demitido do conselho de administração da estatal portuguesa Galp Energia, caso não peça para sair. Em razão de parcerias entre as empresas, ele ganhou assento no conselho da Galp, do qual deveria ter saído ao ser demitido da Petrobras, no início de 2012. Mas ficou agarrado à boquinha, constrangendo os portugueses.
Dinheiro mole
Sérgio Gabrielli, como todo petista, adora uma boquinha, e o conselho da Galp lhe garante remuneração fixa, não revelada, 14 vezes ao ano.
Lesa-pátria
Gabrielli era o presidente quando a Petrobras pagou US$ 1,3 bilhão na refinaria de Pasadena, avaliada um pouco antes por US$ 42,5 milhões.
Constrangimento
Impressionados com o assalto à Petrobras, os portugueses se sentem constrangidos com a presença de Sérgio Gabrielli no conselho da Galp.
Fonte: Cláudio Humberto

Parabéns, Tamara!

Nesta quarta-feira, 4, dia de aniversário de Tamara Rabelo de Oliveira Cerqueira (na foto, com a mãe Doralice), minha filha caçula. Um grande abraço, professora. Que Deus continue abençoando a sua vida

"Muito além do Feiraguai: conheça uma Feira de Santana que é linda"

Feira de Santana tem boas opções de lazer gastronômico, 
histórico, de compras e até espacial
Por Victor Villarpando (victor.villarpando@redebahia.com.br)
Como bom soteropolitano, sempre olhei Feira de Santana com desconfiança. Sabe aquela tiração de onda entre as duas maiores cidades de determinado lugar? Rola também entre Rio e São Paulo (em nível de Brasil), Madri e Barcelona (Espanha), Paris e Marselha (França), Lisboa e Porto (Portugal)... Pois é. Da primeira vez que fui à Princesa do Sertão, só conseguia chamar a segunda maior cidade do estado de "Feia de Santana". Amigos feirenses convictos defendiam sua terra, eu esculhambava e tudo terminava em gargalhadas.
Anos depois, refletindo sobre uma viagem de bate e volta em um dia, pensei: por que não dar uma chance à vizinha? Com a fotógrafa Angeluci Figueiredo e o motorista Luís Oliveira, peguei a BR 324. No caminho havia dois pedágios (R$ 1,90 cada).
Ao chegar em Feira, três constatações: o calor e a falta de placas continuavam lá. Mas havia também uma série de coisas bonitas para ver e verdadeiras iguarias para saborear. Confira o que mais nos impressionou.
Se resolver se jogar sem carro, da rodoviária, as viações Águia Branca e Regional têm ônibus que saem entre 3h50 e 22h. O trajeto dura 1h30 e a passagem custa entre R$ 18,93 (convencional) e R$ 25,51 (executivo). O voo comercial foi cancelado.

Casarão Fróes da Motta
A capela tem desenhos em estilo gótico nas paredes e no teto, além de lustre de cristal (Foto: Divulgação)
Numa viagem à Alemanha, em 1902, o coronel Agostinho Fróes da Motta se encantou com uma casa que conheceu em Hamburgo. De volta a Feira, tratou de encomendar uma igual, que ficou pronta dois anos depois..
O Casarão Fróes da Motta tem piso todo trabalhado e vidros que contam histórias (Foto: Angeluci Figueiredo)
Embora o palacete de estilo neoclássico chame a atenção de quem passa pelas ruas General Câmara e São José, no centro da cidade, o que impressiona mesmo é seu interior. Com chão, teto e paredes que são verdadeiras obras de arte, cada um dos 12 cômodos tem uma inspiração artística. Só para você entender a miscelânea, o salão Nobre é no estilo Luis XV, a sala de jantar é toda trabalhada na renascença francesa e a capela tem visual gótico.
Cerca de 20 anos depois, Agostinho morreu e o filho Eduardo herdou o casarão. Quase um século depois, toda essa belezura quase foi ao chão para dar lugar - pasme - a um estacionamento. Parte da propriedade (os chalés dos hóspedes) chegou a ser derrubada e virou vaga de carro.
Visto de fora, o palacete se destaca do cenário urbano do restante do centro da cidade
Em 1999, o imóvel foi comprado pela Fundação Senhor dos Passos, que o restaurou e reabriu  em 2008. "Nosso maior público é de estudantes, cujos professores marcam excursões. Também acontecem festas de casamento nos fins de semana. Mas qualquer pessoa pode ligar e agendar visitas", afirma a turismóloga Graça Alves, que coordena as atividades na mansão. Além da casa em si é possível assistir a vídeos sobre a história de Feira de Santana. E o melhor: de graça.
VAI LÁ - Casarão Fróes da Motta, Rua Telefone: 75 3614-0022.
Café Maria Antônia
Quem vai de carro, saindo de Salvador, encontra no caminho a primeira parada: o Café Maria Antônia. Cheio de objetos retrô, o visual impressiona. Mas ao entrar na casa, não dá para ignorar a mesa de comida. Ou melhor, as mesas.
Tem uma de bolos e doces, outra de frutas, uma de comidas pesadas, uma bancada de pães e outra com bebidas como sucos, mingaus, leite e café, cujo grão vem de Cachoeira, no Recôncavo. O local funciona de segunda a sábado, das 6h às 14h30 e o quilo custa R$ 46.
VAI LÁ - Café Maria Antônia, BR 324, Km 43, Sentido Salvador-Feira. Telefone: 71 3121-3535.
Cantinho do Bode Feira VI
Há cerca de 20 anos, Antônio Carlos Souza Teixeira, o Neném, assumiu o restaurante especializado em bode que o cunhado tinha no bairro do Feira VI. Ele incrementou as receitas com um molho de vinho e azeite e a carne, que já vinha de Riachão do Jacuípe sem ranço, ganhou sabor e maciez extra.
"A gente trata todinha, tira pele, gordura... E pincela a mistura enquanto assa", explica o empresário. Tanta dedicação conquistou até Ivete Sangalo. Apresentada a Neném pelo primo Kleber, a cantora virou fã. "Fiz churrasco para ela duas vezes. E quando veio fazer show na cidade, Ivete pediu para que eu preparasse a carne dentro do camarim. Como não deu, fiz aqui e mandei as quentinhas", conta Neném, que só na unidade do Cantinho do Bode no Feira VI vende cerca de 250 quilos da iguaria por semana. E ele ainda tem uma filial na Avenida Maria Quitéria.
Uma porção do bichinho assado, acompanhado de arroz, feijão tropeiro, farofa d’água e vinagrete custa R$ 46 e serve três pessoas. Uma jarra grande de suco da fruta sai a R$ 4,50 e a cerveja, por R$ 5. Aceita débito e crédito e funciona todos os dias, das 11h às 19h.
VAI LÁ - Cantinho do Bode, Conjunto Feira 6, caminho 20, casa 16. Telefone: 75 3224-0376.
Villa Container
Autointitulado o primeiro centro comercial construído com containers marítmos no Brasil, o Villa Container abriga 14 lojas. Segundo o proprietário, Pabliano Cardoso, tudo de acordo com princípios de sustentabilidade. "Nosso conceito é de um shopping verde. A própria estrutura foi reutilizada, reaproveitamos água, temos consumo reduzido de energia, descarte seletivo de lixo e fossa ecológica", explica o empresário.
Entre bar, café, acessórios, salão de beleza, butique de carnes, temakeria, lojas de moda masculina, feminina e infantil, destaque para descolada Unique. A marca local tem opções para homens e mulheres. A decoração, com vergalhões de ferro, molduras douradas, placas de trânsito e instrumentos musicais também impressiona.
VAI LÁ - Villa Container, Avenida Maria Quitéria, 2011, Ponto Central
Observatório Astronômico Antares
Onde mais é possível ver o meteorito do Bendegó, o misterioso monumento inglês de Stonehenge, o foguete Saturno 5 e dinossauros? Se nenhuma dessas réplicas te impressiona, que tal observar estrelas de perto, caminhar na Lua e viver a experiência da ausência de gravidade? Tudo isso é possível em Antares, quase uma Disneylândia do Sertão.
No jardim há dez dinossauros e três mamíferos gigantes brasileiros (mamute, preguiça e tigre) em tamanho real. Do outro lado, uma maquete em escala 1:10 do misterioso Stonehenge inglês e dois gyrotecs (ou loconautas), aparelhos que simulam a ausência de gravidade no treinamento de astronautas. Uma casinha estreita promete a sensação de caminhar na Lua, através de um capacete com jogo de espelhos e muita espuma.
No prédio, uma réplica em tamanho real do meteorito do Bendegó e um pequeno museu com esqueletos e animais taxidermizados dos quatro biomas do estado. No andar de cima, um telescópio pode ser usado por grupos de até 15 pessoas nas noites de terça e quinta. Basta ligar no dia para marcar. "Não dá para agendar com mais antecedência por conta das condições do céu", explica a bióloga Carolina Lima. Aliás, o clima favorável foi motivo para a escolha de Feira. "Há 43 anos havia ainda menos luzes urbanas e a vista era melhor", conta Carolina.
O complexo funciona de segunda a sexta-feira, das 8h ao meio-dia e das 14 às 17h e a entrada é grátis. Pena que Stonehenge perde um pouco da magia com tanta peça danificada. E a ausência de um ar-condicionado não combina com a experiência lunar.
VAI LÁ - Observatório Astronômico de Antares, Rua Barra, 925. Telefone 75 3624-1921.
Aqui e Acolá
Só de ver a casa, que se destaca numa zona residencial, dá para sentir que se trata de algo especial. Na varanda, as paredes vermelhíssimas contrastam com os guarda-chuvas, galhos secos e lustres de ferro que pendem do teto. No interior da casa, os lustres são garrafas de vinho cortadas. Tudo começou em 1991, quando Julian Faria e Luciano Vilas Boas se conheceram e resolveram vender lanches naturais nas praias de Salvador. "Aí, botamos uma barraca de lanches em Feira. Dois anos depois, abrimos o restaurante", conta Julian.
Se no começo eram apenas oito mesas, hoje a casa tem capacidade para 200 pessoas. No menu, o filé à parmegiana com nhoque (R$ 69, para três) e a cozinha de frango com catupiry (R$ 5,50) se destacam. As pizzas, que têm sabores como kani, tomate seco com gorgonzola e bacalhau, vêm em oito fatias e custam entre R$ 47 e R$ 50. Funciona todos os dias, de 17h às 23h.
VAI LÁ - Restaurante Aqui e Acolá, Rua K, Conjunto Milton  Gomes, 46, Queimadinha. Telefone: 75 3221-7152.
Fonte: "Correio", edição de domingo, 1 de março