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sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Sandro Régis volta a criticar descaso com a saúde no interior da Bahia


O 2º vice-presidente da Assembleia Legislativa, deputado Sandro Régis (Foto: Divulgação), do Democratas, voltou a criticar a falta de prioridade do governo do PT com a saúde pública na Bahia. O parlamentar citou como exemplo o estado de abandono do Hospital Geral Prado Valadares, no município de Jequié. “Se alguém chegar lá no hospital, não tem nem band-aid. A primeira pergunta que os profissionais fazem aos pacientes é se trouxeram o kit dos primeiros socorros. Daí o governo petista faz propagandas como se a Bahia estivesse vivendo as mil maravilhas”, alfinetou.
Sandro Régis ainda fez um apelo ao presidente da Comissão de Saúde e Saneamento da Assembleia, solicitando que sejam realizadas visitas aos hospitais gerais do Estado para que possa checar o abandono de perto. “Fazem propagandas mentirosas, subestimando a inteligência dos baianos. Os hospitais não estão recebendo repasses e a saúde está um caos”, disparou.
 Fonte: Assessoria do deputado Sandro Régis

Boulevard Shopping e "Fantasia Sertaneja"


Capa do brinde natalino do Boulevard Shopping, com "Fantasia Sertaneja", de Juraci Dórea. "Use bons sentimentos para colorir seus dias e faça de 2014 mais um ano da sua galeria de grandes conquistas", diz mensagem.

Luciano Simões acusa governo de aplicar calote em servidores contratados pelo Reda e PST's


O líder do PMDB na Assembleia Legislativa, deputado Luciano Simões (Foto: Divulgação), subiu à tribuna da Casa na tarde de quinta-feira, 26, para chamar a atenção sobre o "calote" que os professores e outros funcionários contratados pelos regimes de Prestação Temporária de Serviço (PST) e Especial de Direito Administrativo (Reda) temem em sofrer do governo estadual.
De acordo com o parlamentar, professores contratados pela Secretaria de Educação do Estado estão sem receber salários há pelo menos cinco meses. Os profissionais foram contratados para trabalhar dentro do PST, que não exige processo seletivo. "Em um passado remoto, o deputado José Neto condenava os governos anteriores pelo uso dos PST's e dos Redas, agora o governo atual já gastou com Reda mais de um milhão de reais. O governo está sem rumo. Apregou um discurso e faz de forma diversa", contestou Simões. 
Fonte: Assessoria de Comunicação do deputado Luciano Simões

Livro dos mais requisitados


O livro "Reminiscências de Feira de Santana", de José Francisco Brandão de Freitas, lançado em novembro, foi um dos mais requisitados para presente de “amigo secreto” em confraternizações natalinas. 
A publicação pode ser encontrada na sede da Fundação Senhor dos Passos, no Casarão Fróes da Motta. Tem o custo de R$ 40,00.

Vídeo de mensagem do prefeito José Ronaldo no Facebook


Link do vídeo postado na fanpage do prefeito José Ronaldo no Facebook:
 Mensagem produzida pela Mercado Comunicação.


Deu em Claudio Humberto


quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Carlos Geilson critica argumento da propaganda do Governo da Bahia


Desvelar o discurso de progresso propagado pelo Governo do Estado. Este foi o objetivo da fala do deputado estadual Carlos Geilson (Foto: Divulgação), do PTN, na manhã desta quinta-feira, 26, na Tribuna da Assembleia Legislativa da Bahia. O parlamentar contestou a letra da música da atual campanha publicitária do governo que está no ar em rádios e TVs em todo o estado.
Parte do refrão da letra diz que "a Bahia quer mais e o trabalho segue em frente, fazendo mais por nossa gente". Geilson rebateu dizendo que "a letra tenta iludir, engabelar os mais incautos, mas entre o que a música diz e o que acontece há uma disparidade. Isso é um engodo, é uma falácia".
O parlamentar salientou a situação da segurança pública e comentou o atual estado dos hospitais e das estradas que contradiz drasticamente com o que afirma a propaganda.
 "É só pegar as estatísticas e ver o número de assassinatos nos finais de semana, o número de acidentes nas estradas feitas com efeito "sonrisal". Os hospitais não têm medicamentos para dar os primeiros socorros. Essa é uma propaganda irreal. A Bahia real é dura, é de sofrimento, é uma Bahia cruel. Essa não é a Bahia que nós queremos, que nós sonhamos. Queremos, sim, um governo que nos dê mais segurança, que enfrente o crime organizado, que construa mais escola, mais hospitais", disse.
(Com informações de Meiryelle Souza, da Assessoria de Comunicação
Deputado Estadual Carlos Geilson)

Mensagem de Lupinho


Votos


“Depois do pobre que vira classe média sem sair da pobreza, o Brasil Maravilha inventou o ex-miserável que continua paupérrimo. Vai acabar inventando o mendigo magnata"


Por Augusto Nunes

Às vésperas da celebração dos 10 anos da Descoberta dos Cofres Federais, a presidente da República animou a quermesse do PT com outra notícia assombrosa: falta muito pouco para a completa erradicação da miséria em território nacional. "Mais 2,5 milhões de brasileiras e brasileiros estão deixando a extrema pobreza", informou Dilma Rousseff em 17 de fevereiro.
Eram os últimos indigentes cadastrados pelo governo federal. Graças aos trocados distribuídos pelo programa Brasil Carinhoso, todos passaram a ganhar R$ 71 por mês. E só é miserável quem ganha menos de R$ 70. Passou disso, é pobre. Nesta segunda-feira, depois de cumprimentar-se pela façanha, Dilma reiterou que o miserável-brasileiro só não é uma espécie extinta porque cerca de 500 mil famílias em situação de pobreza extrema estão fora do chamado Cadastro Único de Programas Sociais.
Como nem sabe quem são, quantos são e onde moram esses miseráveis recalcitrantes, o governo ainda não pôde transferi-los para a divisão superior. "O Estado não deve esperar que essas pessoas em situação de pobreza extrema batam à nossa porta para que nós os encontremos", repetiu no Café com a Presidenta. Até dezembro de 2014, prometeu, o governo encontrará um por um.
Queiram ou não, estejam onde estiverem - num cafundó da Amazônia ou no mais remoto grotão do Centro-Oeste -, todos serão obrigados a subir na vida. Enquanto isso, perguntam os que não perderam o juízo, que tal resolver a situação dos incontáveis pedintes visíveis a olho nu, o dia inteiro, nas esquinas mais movimentadas de todo o país?
O que espera a supergerente de araque para estender os braços do governo às mãos de crianças que vendem balas, jovens com malabares, adultos que limpam parabrisas sem pedir licença, mulheres que sobraçam bebês, velhos hemiplégicos e outros passageiros do último vagão? Porque não são miseráveis, informam os especialistas em ilusionismo estatístico a serviço dos farsantes no poder.
Desde maio de 2012, por decisão do Planalto, vigora a pirâmide social redesenhada pelo ministro Wellington Moreira Franco, chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos. Segundo esse monumento ao cinismo, a faixa dos miseráveis abrange quem ganha individualmente entre zero e R$ 70 reais. A pobreza vai de R$ 71 a R$ 250. A classe média começa em R$ 251 e a acaba em R$ 850.
Os que embolsam mais de R$ 851 são ricos, e é nessa categoria que se enquadram milhares de seres andrajosos que se plantam de manhã à noite nos principais cruzamentos. Em São Paulo, esmolando oito horas por dia, cada um ganha de R$ 35 a R$ 40. Quase todos rondam os R$ 1.200 por mês. São, portanto, pedintes de classe média. Caso melhorem a produtividade, logo serão mendigos milionários.
Os analfabetos são quase 13 milhões, há mais de 30 milhões de analfabetos funcionais, a rede de ensino público está em frangalhos. Metade da população não tem acesso a serviços básicos de saneamento, o sistema de saúde pública é indecente. As três refeições diárias prometidas por Lula em fevereiro de 2003 nunca desceram do palanque, um oceano de desvalidos tenta sobreviver com dois reais e alguns centavos por dia.
De costas para o mundo real, os vigaristas no comando seguem fazendo de conta que o Primeiríssimo Mundo é aqui. O pior é que uma imensidão de vítimas do embuste parece acreditar na existência do Brasil Maravilha registrado em cartório. E vota nos gigolôs da miséria com a expressão satisfeita de quem vive numa Noruega com muito sol e Carnaval.
Essa parceria entre a esperteza e a ignorância faz milagres. Depois de inventar o pobre que sobe para a classe média sem sair da pobreza, inventou agora o ex-miserável que não tem onde cair morto. Vai acabar inventando o mendigo magnata.
Fonte: "Direto ao Ponto" - publicado em 26 de fevereiro





Cozinhas mais práticas e elegantes


As torres de eletrodomésticos chegaram para ficar, deixando as cozinhas muito mais funcionais. A tendência agrada em cheio, especialmente em épocas em que o ambiente se torna o protagonista do lar.
Em seus projetos, o arquiteto Luís Fábio Rezende de Araújo costuma inserir um módulo vertical para forno de microondas, forno elétrico e outros nichos para elementos da cozinha que são utilizados com frequência.
De acordo com a designer de interiores Laura Santos, este tipo de estrutura deixa os ambientes mais funcionais, uma vez que evitam as mudanças bruscas de posição para manusear o forno. 
Fotos: Divulgação
No fim do ano é sempre assim: difícil encontrar alguém que não ganhe uns quilinhos a mais. A explicação é simples. Nessa época de confraternizações e grandes ceias, as cozinhas das casas viram uma verdadeira fábrica de iguarias típicas do mês de dezembro.
Se para quem come o aumento de peso pode ser um inconveniente, para quem cozinha, ter um ambiente desorganizado pode provocar cansaço e dores na coluna. Pensando em evitar esse tipo de problema e em deixar as cozinhas mais elegantes o ano inteiro, profissionais do design e da arquitetura apostam numa nova tendência: as torres de cozinha. "Uma torre recebe os eletrodomésticos e setoriza as funções de acordo com seu uso. Assim a atividade de cozinhar se torna mais funcional e agradável", explica a designer de interiores Laura Santos, que já apostou nessa ideia para um de seus projetos. "Criei uma torre com forno, que é especial de embutir e, abaixo, criei nichos que se adequassem ao microondas e à máquina de lavar de louça", conta Laura.
O arquiteto Luís Fábio Rezende de Araújo, também é adepto da torre e aponta a possibilidade de fazer algumas variações nessa estrutura. "Geralmente, coloco forno elétrico, forno de microondas e outro nicho para guardar outros acessórios como torradeira, misteira, liquidificador ou até mesmo adegas", sugere.
O importante é estar atento a altura do forno, já que a grande sacada deste tipo de estrutura é justamente tirar o forno da parte de baixo do fogão. "A ideia é que o forno esteja na altura do olhar, assim não é necessário se abaixar para ver se o alimento já está pronto ou não. Outro facilitador está no momento de retirar o alimento. Quando o forno está na torre, fica muito mais simples e menos arriscado retirá-lo", avalia Laura.
Luís Fábio ainda aponta outras vantagens da torre. "O módulo vertical ajuda na organização do espaço, na disposição elétrica e na funcionalidade do trabalho gourmet", enumero o arquiteto, que acredita que a opção é viável para qualquer tipo de cozinha. "Qualquer cozinha pode ter este tipo de torre. Para as cozinhas mais espaçosas ou gourmet, integradas ou não ao living ou jantar, as torres podem, inclusive, serem trabalhadas em formas de estantes, dando continuidade a decoração do ambiente", encerra o profissional.
(Com informações de Ana Paula Horta e Fernanda Pinho, da Mão Dupla Comunicação)

"Médico cubano naturalizado brasileiro diz na Câmara que ditadura cubana explora colegas do 'Mais Médicos' e embolsa maior parte de seus salários"

Por Ricardo Setti
Assista:
http://youtu.be/QXBoJkNiwjI

Com a autoridade de quem é médico e cubano, o dr. Carlos Rafael Jorge Jiménez, radicado há 12 anos no Brasil e naturalizado brasileiro, criticou, na Câmara dos Deputados, aspectos do acordo do governo brasileiro com o de Cuba para fornecer profissionais ao programa "Mais Médicos" - que ele acha, em si, positivo.
Convidado pelo deputado Ronaldo Caiado (Democratas-GO), Jiménez afirmou que, embora o acerto entre os dois governos seja recente, há pelo menos um ano médicos cubanos vêm tendo aulas de português e sobre o funcionamento do Sistema Único de Saúde (SUS).
Afirmou que, em Cuba, os profissionais ganham de 60 a 70 reais por mês - "uma miséria" - e que, no Brasil, passarão a receber entre 200 e 300 dólares. "O resto será embolsado pelo explorador - a ditadura cubana dos irmãos Castro, em contubérnio com o governo da presidente Dilma Rousseff".
Reclamou ainda dos diversos impedimentos impostos aos médicos, como o direito de entrar e sair do país quando quiserem, afirmou que "quem apoia o governo de Castro suja as mãos de sangue" e terminou com um clamor:
- Basta de ditadura!
Fonte: "Política & Cia"

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Feliz Natal!


Feliz Natal!


Parabéns Dimas,
Um feliz Natal para você e sua família. 
Um big 2014, com saúde e amor.
Boas Festas!
Um abração,
Mary Barbosa.