Revisão de "Duelo em Diablo Canyon" (Duel at Diablo), de Ralph Nelson, 1966. Um western com drama envolvente, instigante e não convencional. Trata de discriminação - uma mulher branca entre índios e uma índia morta por um homem branco -, preconceito e vingança. É muito violento.
Interessante que o título fala em duelo, mas não tem duelo nenhum. A definição de duelo: um combate armado entre duas pessoas.
Também interessante a presença da atriz sueca Bibi Andersson, uma das musas de Ingmar Bergman ("Morangos Silvestres", "O Sétimo Selo", "Quando as Mulheres Pecam", entre outros). Um western como seu primeiro filme em Hollywood.
O diretor Ralph Nelson aparece no elenco como coronel Foster e creditado como Alf Elson.
O cineasta Martin Scorsese o considera como um de seus filmes favoritos.
Foi visto no Cine Madrid, em meados de 1969 - o número 961 em caderno de filmes.
Na trama, o tenente McAllister (Bill Travers) recebe ordens para transportar carroças de munição para outro forte através de território apache, com apenas um pequeno grupo de soldados novatos. Junto com eles está o ex-batedor Jess Remsberg (James Garner), que está tentando encontrar Ellen Grange (Bibi Andersson), que tendo sido libertada recentemente do cativeiro apache, misteriosamente fugiu para se juntar aos índios, chefiados por Chata (John Hoyt). Jess liberta Ellen mais uma vez e a deixa com os soldados em combate enquanto parte para o forte, não apenas em busca de ajuda, mas também para encontrar o homem que matou e escalpelou sua esposa indígena. Também no grupo, o ex-sargento Toller (Sidney Poitier), que abandonou a carreira militar para domar cavalos e vendê-los ao Exército.


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