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domingo, 29 de março de 2026

Os Únicos Líderes com Coragem de Enfrentar o Reinado de Terror do Irã

Por Majid Rafizadeh

Original em inglês: The Only Brave Leaders Standing Against Iran's Reign of Terror
Tradução: Joseph Skilnik 

Durante 47 anos, o mundo aguentou um regime que consistentemente infligiu terror, sofrimento e violência, tanto dentro de suas próprias fronteiras quanto ao redor do mundo. Desde a sua fundação em 1979, a República Islâmica do Irã, construiu a sua identidade em torno da repressão, da brutalidade e da exportação da ideologia radical.

Dezenas de milhares de seus próprios cidadãos foram mortos, torturados ou presos simplesmente por expressarem dissidência ou quererem as liberdades básicas que nós consideramos a coisa mais normal do mundo.

O regime esmagou protestos, silenciou jornalistas e empregou o medo e a intimidação para manter o seu controle sobre o poder.

Gerações inteiras de iranianos viveram sob um aparato estatal que trata a humanidade como algo descartável, contudo, por décadas, a comunidade internacional não só fez vista grossa para esta situação, como também financiou e viabilizou ativamente esse espetáculo de horrores que já dura meio século.

Este é um regime que personifica o terror em todos os níveis, um regime cuja brutalidade não tem paralelo na história moderna e, por demasiado tempo, a sua perversidade permaneceu impune.

O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, observa um míssil "Quasem Soleiman" durante um desfile militar em Teerã, em 21 de setembro de 2024. Foto: Atta Kenare/AFP via Getty Images

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Fonte: https://www.caoquefuma.com/

Obra de 1977 revela origens da indústria de Feira e integra acervo digital da AFL

Livro de Antônio Batista de Britto está disponível na Biblioteca Outran Borges e reúne nomes importantes da história intelectual e econômica da cidade


Um dos registros mais importantes sobre a formação econômica de Feira de Santana está acessível ao público em formato digital. A obra "Aspectos Históricos do Desenvolvimento Industrial de Feira de Santana", de Antônio Batista de Britto, publicada em 1977, integra o acervo da Biblioteca Outran Borges, da Academia Feirense de Letras.

O livro traça um panorama detalhado das atividades econômicas tradicionais do município e da transição para o processo de industrialização, especialmente a partir da segunda metade do século 20. O estudo antecipa movimentos que ajudariam a consolidar o parque industrial feirense, tornando-se referência para quem busca compreender a evolução econômica local.

Documento histórico

A edição digitalizada preserva um elemento simbólico de grande valor. Trata-se da dedicatória manuscrita do autor ao médico e escritor Outran Borges, datada de 1977, ano de lançamento da obra, o que reforça o vínculo entre produção intelectual e memória cultural de Feira de Santana.

Além do autor, o livro reúne nomes importantes nas orelhas e na apresentação. Raymundo Torres, então superintendente do Centro Industrial do Subaé, e José César Montes, escritor e economista, assinam textos de destaque. O prefácio é de Luiz Ademir Souza, enquanto a edição contou com colaboração de Christo Planzo, Vivaldo Lima e Telma Melo e Silva.

Fonte de pesquisa

Mais do que um registro histórico, a obra se consolida como fonte de pesquisa relevante para historiadores, estudantes, jornalistas e pesquisadores interessados nos processos econômicos e sociais do interior baiano. A Biblioteca Outran Borges, ao disponibilizar o conteúdo gratuitamente em pdf, amplia o acesso ao conhecimento e fortalece a preservação da memória feirense.

Fonte: Everaldo Goes / Feira Hoje

sábado, 28 de março de 2026

Palestra de Angelo Pinto no Rotary Club


 

Como reintegrar os cristãos ao meio artístico

 

Na Europa, as igrejas históricas são palcos de concertos e festivais de música, semanalmente. Josias Teófilo para a Crusoé:


Arte e religião são duas faces de uma mesma moeda, dizia o cineasta soviético Andrei Tarkóvski.

Mas, no meio artístico, atualmente há muito preconceito contra temas religiosos e contra as pessoas religiosas.

Existem até artistas que não falam abertamente da sua fé para não sofrer represálias, especialmente atores.

Isso é péssimo porque exclui a maior parte da população brasileira - que é religiosa, majoritariamente cristã - de atuar no meio cultural, e de ver nas telas e palcos temas religiosos, tão relevantes na história brasileira.

Ignora-se que as igrejas são naturalmente centros produtores de cultura. Para uma igreja existir e funcionar, é necessário todo um ecossistema cultural, que inclui arquitetos, pintores, escultores, músicos, compositores.

A liturgia católica inclui a música, as artes plásticas, é integrada ao espaço arquitetônico. O calendário litúrgico inclui procissões e o teatro na Semana Santa, no Natal.

Tudo isso está na origem do fenômeno artístico na civilização ocidental. Esse fato deveria ser reconhecido pelo Estado quando fomenta a cultura. Infelizmente, isso não acontece no Brasil.

Na Europa, as igrejas históricas são palcos de concertos e festivais de música, semanalmente.

Infelizmente, no Brasil isso tem sido pouco explorado. O motivo é o preconceito contra os cristãos e uma concepção mal elaborada de Estado laico.

Existem pontos de cultura em terreiros de umbanda e candomblé. Por que não em igrejas católicas e evangélicas?

As igrejas cristãs têm sido fundamentais no ensino de música no Brasil. Mas a participação do Estado é mínima.

Podem perguntar: se funciona sem o Estado, por que inseri-lo? Ora, porque poderia funcionar de modo mais amplo e melhor.

O Estado poderia fazer parcerias com instituições religiosas para o ensino teórico e prático da música. Outras áreas poderiam ser contempladas, como o teatro e até o cinema.

Existe um embrião desse tipo de parceria feito pelas Fábricas de Cultura do governo do Estado de São Paulo, que produzem eventos específicos em parceria com igrejas evangélicas.

Tal parceria ajuda o poder público num sentido: é sempre complicada a logística de trazer os alunos para espaços culturais. Fazer eventos em parceria com igrejas é a garantia de um público coeso.

O mesmo acontece em apresentações culturais em igrejas.

O maestro Rafael Garcia no Festival Virtuosi, e sua esposa, a pianista Ana Lucia Altino, tinham um método interessante de atrair o público para as apresentações da Orquestra Jovem no interior de Pernambuco: eles avisavam logo depois da missa que haveria um concerto em seguida.

O público da missa simplesmente permanecia na igreja e assistia ao concerto.

Milhares de pessoas frequentam uma igreja ao longo da semana. Colocar ali um cartaz de um concerto já garante um bom público espontâneo, sem grandes gastos com divulgação e assessoria de imprensa.

No caso do cinema, existe uma proibição tácita de filmes cristãos nos editais.

Isso é lamentável, uma vez que filmes para o público religioso têm um potencial muito grande, e a grande dificuldade do cinema brasileiro é atrair o público.

A solução para isso é trazer para as comissões de seleção um espectro mais amplo da sociedade, que não sejam apenas as figuras de sempre do audiovisual.

Isso tudo deveria ser pensado para programas de governo, para estados e para o governo federal.

[O blog tem custos. Se você aprecia a seleção de textos (sobre política, filosofia, ciência etc.) aqui apresentada diariamente, considere contribuir, com qualquer valor, para a sua manutenção. Pix: otambosi07@gmail.com - Muito obrigado]

Tribunal na Finlândia condena parlamentar que citou a Bíblia por "discurso de ódio"


Päivi Räsänen (Cortesia da ADF International)

Por Madalaine Elhabbal

O Supremo Tribunal da Finlândia condenou a parlamentar Päivi Räsänen por uma acusação relacionada à expressão de suas crenças cristãs sobre casamento e ética sexual.

Na decisão por três votos a dois o tribunal disse que a condenação criminal de Räsänen pela distribuição de um panfleto de 2004, junto com o bispo luterano Juhana Pohjola, se deu por "tornar e manter disponível ao público um texto que insulta um grupo", segundo uma seção do código penal finlandês intitulada  Crimes de Guerra e Crimes contra a Humanidade.

"Estou chocada e profundamente decepcionada com o fato de o tribunal não ter reconhecido meu direito humano fundamental à liberdade de expressão", disse Räsänen em comunicado à imprensa do grupo Alliance Defending Freedom (ADF) International, datado de quinta-feira, 26. "Mantenho-me fiel às doutrinas da minha fé cristã e continuarei defendendo o meu direito e o de todas as pessoas de anunciar suas convicções na esfera pública".

O tribunal absolveu Räsänen das acusações relacionadas ao tweet de 2019 com o versículo bíblico que desencadeou a batalha judicial do parlamentar.

Nela, ela citou Romanos 1:24-27 e perguntou como a Igreja Evangélica Luterana da Finlândia poderia patrocinar um evento do Orgulho LGBT, perguntando como o que as Escrituras chamam de "vergonha e pecado" poderia ser apresentado como "motivo de orgulho".

Räsänen disse que está estudando a possibilidade de recorrer ao Tribunal Europeu dos Direitos Humanos.

"Não se trata só da minha liberdade de expressão, mas da de todas as pessoas na Finlândia", disse ela. "Uma decisão favorável ajudaria a evitar que outras pessoas inocentes passassem pelo mesmo sofrimento simplesmente por dividirem suas crenças".

A decisão mais recente surge depois de Räsänen ter sido absolvida de todas as acusações por dois tribunais inferiores no início de 2022 e 2023, relativamente ao tweet, ao panfleto e a um debate radiofónico de 2019.

O Supremo Tribunal voltou a analisar o caso de Räsänen em outubro de 2025, após um terceiro recurso da acusação relativamente ao tweet e ao panfleto, tendo proferido a sua decisão mais recente a 26 de março. A acusação não recorreu do debate radiofónico.

Reações nas redes sociais

Sean Nelson, consultor jurídico sênior da ADF, Sean Nelson, disse na quinta-feira, 26,nas redes sociais que a decisão do tribunal finlandês como "verdadeiramente o Ano Zero, pensamento orwelliano".

"Não consigo expressar o quão revoltante e injusta é essa decisão”" disse ele. "Ninguém jamais apresentou queixa sobre o panfleto que ela escreveu há 20 anos. Os promotores só descobriram por causa de uma caça às bruxas depois do tweet dela sobre a Bíblia, vasculhando tudo o que podiam encontrar".

O deputado Riley Moore, do Partido Republicano, da Virgínia Ocidental, reagiu à notícia nas redes sociais, descrevendo a condenação como "parte de uma tendência mais ampla sobre a qual venho alertando, na qual países ocidentais estão processando cristãos".

"Como país cristão, os EUA não podem ficar de braços cruzados enquanto os fundamentos cristãos do Ocidente são destruídos", disse ele.

O padre Benedict Kiely, fundador do Nazarean.org, também comentou a decisão, escrevendo que Räsänen "é o canário na mina de carvão para a liberdade de expressão e a liberdade religiosa na Europa".

"E agora o canário - e a Bíblia - foram considerados culpados", disse ele.


Madalaine Elhabbal é uma repórter da Catholic News Agency baseada no escritório da EWTN em Washington, D.C. Ela escreveu para o CatholicVote e também trabalhou como assistente de língua estrangeira na França. Ela é formada pelo Benedictine College (EUA).

Fonte: https://www.acidigital.com/

"Trio elétrico" campeão


Por Paulo Cesar Bastos

Oportuna e importante, neste momento decisivo em que vive o Brasil, ano de eleição, é uma reflexão com muita energia sobre uma política desenvolvimentista e de melhoria.

Para um lógico e correto progresso na moderna sociedade do conhecimento, são indispensáveis um programa permanente de desenvolvimento científico e tecnológico, empreendedorismo e inovação.

Assim, lembro-me de uma publicação promocional, em forma de um livro muito bem ilustrado, que Ii há alguns anos na recepção de um hotel na bela e hospitaleira Aracaju. O livro era de autoria de William Clay Ford Jr., chairman da Ford, bisneto de Henry Ford e de Harvey Firestone, fundadores das empresas que possuem e internacionalizaram os seus nomes.

O livro conta como Henry Ford, Harvey Firestone e Thomas Edison eram amigos inseparáveis: o empreendedor-inovador, o industrial-tecnologista e o cientista-inventor.

Um trio elétrico de sucesso que empolgou uma multidão internacional através da ciência (Edison), tecnologia (Firestone) e inovação (Ford). Para o contemporâneo modelo de desenvolvimento, continua valendo seguir essa clássica e vitoriosa estratégia de unir empreendedorismo com a tecnologia e ciência, mas adequada ao nosso novo tempo temperada com uma boa dose de gestão inovadora e a imprescindível visão de sustentabilidade rimando com prosperidade.

Admirar e compartilhar os bons exemplos é importante para traçar o caminho do progresso em direção ao sucesso. Assim, esse exemplo de amizade e relacionamento cultural e de negócios poderá ser um mote para fortalecer um programa nacional de maior aproximação entre a empresa, o centro de pesquisa e a academia. Não se constrói nada sozinho. Conhecimento precisa gerar desenvolvimento. Ciência, tecnologia e inovação devem ser aplicadas à produção para bem-estar e a qualidade de vida do cidadão. Vale a pena imaginar, acreditar e inovar para sempre avançar.

Paulo Cesar Bastos é Engenheiro civil
Publicado em "A Tarde", 28 de março de 2026

sexta-feira, 27 de março de 2026

União pela Bahia


O prefeito José Ronaldo (União) convidando apoiadores para participação n
o evento que vai tornar oficial a chapa de oposição ao governo baiano, formada pelo ex-prefeito de Salvador ACM Neto e pelo prefeito de Jequié Zé Cocá (PP), mais Angelo Coronel (Republicanos) e João Roma (PL) para o Senado.

A manifestação de apoio ocorreu em postagens nas redes sociais nesta sexta-feira, 27, com a mensagem: "Oi gente, segunda-feira agora vamos realizar um encontro importante aqui em Feira. Um momento que marca um novo momento para a Bahia. Vai ser às 18h, na CDL". 

Morte de Oswaldo Lemos


 O bancário Oswaldo Lemos trabalhou na agência do Banco do Nordeste do Brasil (BNB) em Feira de Santana.

Confusão na Uefs

Carta coletiva dos docentes do curso de Ciências Contábeis da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs)


Docentes do Curso de Ciências Contábeis da Uefs endereçaram à reitora Amali de Angelis Mussi uma carta coletiva sobre proibição de participação em colação de grau.

Eis a íntegra da carta:

Fomos informados sobre os últimos acontecimentos relacionados à turma de formandos do Curso de Ciências Contábeis, quanto à recente proibição de cinco alunos de participarem da solenidade de colação de grau do semestre 2025.2 - que ocorrerá em 22 de abril de 2026.

Os alunos em questão (Carlos, Daniela, Louhana, Vanessa e Sarah) concluíram o curso integralmente no semestre 2025.1, tendo, inclusive, realizado a colação de grau formal. À época, em razão do número insuficiente de formandos para a realização da solenidade festiva, optaram por aguardar e participar da cerimônia junto à turma do semestre subsequente (2025.2), entendendo tratar-se de prática permitida.

De acordo com os discentes e, conforme e-mail enviado por eles e com comprovações anexas, todos os setores envolvidos na realização da cerimônia sabiam que eles não eram do semestre 2025.2, inclusive o Cerimonial. De acordo com eles, em nenhum momento foram informados sobre a proibição de que discentes da turma 2025.1 realizassem a solenidade juntamente com discentes da turma 2025.2.

Diante disso, seguiram todos os trâmites estabelecidos para a organização da solenidade, cumprindo rigorosamente os prazos e exigências institucionais. Ressalte-se, inclusive, que três dos formandos do semestre 2025.1 integraram formalmente a comissão de formatura do semestre 2025.2, participando ativamente de todo o processo organizacional, sem que, em momento algum, fosse sinalizada qualquer irregularidade ou impedimento.

Entretanto, em reunião realizada no dia 23 de março de 2026, ao mencionarem de forma espontânea a composição da turma com formandos de diferentes semestres, foram informados, pela equipe de cerimonial, de que tal prática não seria permitida. 

Tal decisão tem impactado os formandos de maneira significativa, considerando todo o investimento financeiro já realizado, os convites previamente enviados a familiares e amigos, e, principalmente, todo o desgaste emocional decorrente da expectativa construída ao longo de todo esse processo. Trata-se de um momento simbólico, que representa não apenas a conclusão de uma etapa acadêmica, mas a celebração de uma conquista pessoal e coletiva.

Assim, vimos de forma coletiva nos posicionar diante de tamanho transtorno pelos quais estes alunos estão passando, em virtude de fragilidades nos controles do Cerimonial, ao longo de toda a organização.

Consideramos inconcebível e desproporcional que, há menos de um mês da solenidade, estes alunos que sonharam e se dedicaram para buscar recursos para viverem esse momento tenham sua participação proibida, tenham perdas financeiras, tenham que desconvidar pessoas e tenham essa lembrança da Universidade que eles tanto estimam.

Assim, gostaríamos de apoiar estes discentes e  solicitar o posicionamento da Reitoria em relação aos fatos supracitados, para que haja razoabilidade por parte do Cerimonial, abrindo uma exceção e permitindo a participação desses discentes na solenidade de colação de grau que ocorrerá em 22/04/2026, pois não é razoável que as vésperas da formatura e depois de tantos investimentos e expectativas dos estudantes, eles sejam proibidos de se despedir da Universidade da forma como sempre sonharam e lutaram para viabilizar.

Certos de vossa colaboração. 

Atenciosamente,

Docentes do Curso de Ciências Contábeis da Universidade Estadual de Feira de Santana

Carlos Alberto Oliveira Brito - Célia Oliveira de Jesus Sacramento - Diego Emanoel Sousa Gonçalves - Dilson Cerqueira da Silva - Herval da Silva Moura - Ione Aparecida Silva da Cruz - Jayne Mesquita da Silva - João Augusto de Sousa Neto - João Evangelista dos Santos Filho - Karla Klarto Carvalho Correia  - Luiz Ivan dos Santos Silva - Marcly Amorim Pizzani - Miriam Gomes Conceição - Priscilla Motta Oliveira - Rômulo Benício Lucena Filho - Thayse Santos da Cruz -  Tânia Cristina Azevedo.

McDonald's participa da Hora do Planeta e celebra marco de mais de 96% de energia renovável em suas operações

Iniciativa global serve como momento de reflexão sobre como ações simbólicas se conectam a transformações reais e estruturais na operação da companhia 


Neste sábado, dia 28, das 20h30 às 21h30, o McDonald's apagará as luzes das fachadas e letreiros de seus restaurantes por uma hora. A iniciativa, que chega ao seu 18º ano consecutivo, marca o apoio da marca à Hora do Planeta, movimento que tem como objetivo conscientizar sobre as mudanças climáticas. Este ano, porém, o gesto simbólico ganha o reforço de um marco relevante: em 2025, a Arcos Dorados atingiu a marca de mais de 96% de energia proveniente de fontes renováveis em seus restaurantes próprios no Brasil.
Este marco histórico acelera a transição energética da companhia, reduzindo os impactos ambientais. Com o novo índice, as emissões de Escopo 2 passam a representar apenas 0,01% das emissões totais da Arcos Dorados no Brasil, refletindo uma jornada de eficiência e responsabilidade. Ao priorizar matrizes energéticas de baixo impacto, a Arcos Dorados reforça sua adesão a compromissos robustos de descarbonização e contribui diretamente para o cumprimento do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 7 da ONU. 
"Ao apagar nossas fachadas neste sábado, queremos que esse breve momento de escuridão jogue luz sobre a urgência de agirmos pelo coletivo. Como uma marca icônica, entendemos que nossa maior oportunidade é usar nossa escala para inspirar e sensibilizar nossos clientes, transformando um gesto simbólico em um convite para mudanças reais. Alcançar 96% de energia limpa é a prova de que nossa responsabilidade vai além da mensagem; estamos construindo, na prática, o futuro sustentável que queremos deixar para as próximas gerações"explica Marie Tarrisse, gerente sênior de Impacto Social e Desenvolvimento Sustentável da Arcos Dorados Brasil. 
Com a sustentabilidade integrada aos negócios, a Arcos Dorados reafirma sua liderança através de uma governança sólida. Em 2022, a empresa protagonizou a primeira emissão de um Sustainability-Linked Bond (SLB) no setor, vinculando a remuneração de seus executivos a indicadores ambientais. Essa estratégia garante que temas como transição energética e eficiência operacional sejam prioridades reais em toda a escala hierárquica. 
As ações entram no pilar de mudanças climáticas da plataforma Receita do Futuro, a estratégia de ESG que guia a companhia na criação de valor compartilhado, gerando benefícios diretos para a operação dos restaurantes, para a experiência dos consumidores e para o equilíbrio do planeta. 
Para conhecer mais sobre essa e outras iniciativas socioambientais da Arcos Dorados, acesse o site da Receita do Futuro  

Enviado por ComunicAtiva Associados


Exposição sobre Viktor Frankl segue na Uefs até 15 de abril





Teve início na manhã desta quinta-feira, 26, a exposição itinerante "Viktor Frankl: o que a vida espera de nós?", sediada no Hall da Reitoria da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs). A cerimônia de abertura contou com a presença de membros da comunidade acadêmica. A mostra faz parte do programa de extensão "Caminhos para uma vida com sentido", desenvolvido pelo Laboratório de Sentido na Vida. O projeto é liderado pelo professor David Moisés Barreto dos Santos e busca conectar a memória histórica do Holocausto com reflexões existenciais contemporâneas.
O percurso expositivo detalha a vida e obra de Viktor Emil Frankl (1905–1997), psiquiatra, neurologista e filósofo austríaco que sobreviveu aos campos de concentração nazistas. Fundador da Logoterapia e Análise Existencial, Frankl é autor do best-seller "Em busca de sentido" e foi indicado ao Prêmio Nobel da Paz em 1979. A exposição é itinerante e iniciou a caminhada em março passando antes pelo Colégio Estadual de Tempo Integral Professora Ana Angélica Vergne de Morais e por uma escola particular de Feira de Santana. A mostra segue no prédio da Administração Central até 15 de abril, com acesso gratuito.

Texto: Mila Melo
Fotos: Bernardo Bezerra/Ascom Uefs

Enviado pela Assessoria de Comunicação Social da Uefs

Vamos mudar a Bahia!


"Nossa chapa - ACM Neto governador, Zé Cocá vice, Coronel e João Roma senadores - receberá o importante apoio do prefeito de Feira de Santana José Ronaldo. Contamos com a sua presença e mobilização." Este o convite para segunda-feira, 30 de março, às 18 horas, no Teatro da CDL, Feira de Santana.

Caixa Cultural Salvador recebe Marisa Orth, Buhr e Taciana Barros no espetáculo "Amar e Mudar as Coisas - Belchior 80"


Tributo ao cantor e compositor Belchior celebra seus 80 anos com apresentações entre 17 e 19 de abril, reunindo repertório consagrado do artista


A Caixa Cultural Salvador recebe, de 17 a 19 de abril, o espetáculo "Amar e Mudar as Coisas - Belchior 80", estrelado por Marisa Orth, Buhr e Taciana Barros (Foto: José de Holanda). Inspirado nos versos que dão título ao álbum "Alucinação" (1976), o espetáculo presta homenagem à obra de Belchior, que completaria 80 anos em 2026.

Em cartaz pela primeira vez na Bahia, o espetáculo reúne três noites de apresentações musicais com repertório composto por 15 canções, entre clássicos como "Sujeito de Sorte", "A Palo Seco", "Como Nossos Pais", "Velha Roupa Colorida" e "Apenas um Rapaz Latino-Americano". A proposta combina música ao vivo, releituras autorais e momentos narrativos que percorrem a trajetória artística e poética do compositor cearense. 

Traçando um percurso a partir de um de seus maiores sucessos, a canção "Alucinação", o espetáculo "Amar e Mudar as Coisas - Belchior 80" revisita quase uma década dedicada à obra de Belchior. Sucesso de público e crítica, o projeto percorre o estado de São Paulo desde 2017, reinventando-se durante a pandemia, em 2020, e agora chega a Salvador em sua edição comemorativa aos 80 anos que o artista completaria em 2026.

No palco, Marisa Orth assume os vocais; Buhr responde pela voz e percussão; e Taciana Barros pela voz, guitarra e piano. O espetáculo conta ainda com Estevan Sinkovitz nos violões e guitarras e Zéli Silva no baixo acústico. As canções são intercaladas por trechos biográficos e literários, com textos do jornalista Jotabê Medeiros, autor da biografia "Apenas um Rapaz Latino-Americano" (2017). 

Idealizado por Taciana Barros, o projeto nasceu de uma pesquisa cuidadosa sobre a obra de Belchior, buscando preservar a essência das gravações originais ao mesmo tempo em que propõe novos arranjos e leituras. A montagem destaca a atualidade do pensamento do artista, marcado pela crítica social, pelo inconformismo e pela poesia que atravessa gerações. 

Para Marisa Orth, o espetáculo representa um encontro afetivo e artístico que se fortaleceu ao longo do tempo, mantendo o compromisso com a obra de Belchior e conquistando o público por onde passa.  "'Amar e Mudar As Coisas' é uma das surpresas, dos presentes artísticos que eu recebi durante a carreira. Ele é de fato um show que era para ser exibido algumas poucas vezes. Taciana foi quem originou essa ideia. E ele só cresce, só encanta. Ele é muito, e é de verdade. Nosso compromisso é com a obra do Belchior", afirma a artista.

Com ingressos a preços populares, à venda a partir do meio-dia de terça-feira, 7 de abril, na plataforma Sympla.

Sobre Belchior

Antônio Carlos Belchior (1946–2017) foi cantor, compositor e um dos principais nomes da música popular brasileira. Nascido em Sobral, no Ceará, destacou-se a partir da década de 1970 com uma obra marcada pela crítica social, pelo inconformismo e por letras que dialogam com questões existenciais, políticas e culturais do país. Canções como "Apenas um Rapaz Latino-Americano", "Como Nossos Pais", "Velha Roupa Colorida" e "Sujeito de Sorte" consolidaram sua importância na MPB e seguem influenciando diferentes gerações.

Serviço:

"Amar e Mudar as Coisas - Belchior 80"

Local: Caixa Cultural Salvador - Rua Carlos Gomes, 57, Centro
Data: dias 17 a 19 de abril
Horário: sexta-feira e sábado, 20 horas. Domingo, 19 horas.

Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia entrada) | Meia-entrada para clientes Caixa e casos previstos em lei.

Vendas: iniciam dia 07/04, a partir do meio-dia na plataforma Sympla

Duração: 80 minutos
Classificação indicativa: Livre

Informações: Site CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalsalvador

Acesso para pessoas com deficiência

Estacionamento gratuito ao lado da Caixa Cultural


Enviado por Antonio Anselmo, Assessoria de Imprensa



Coitadinha da selecinha

São cinco Copas do Mundo perdidas pelo Brasil desde a última conquista, em 2002. Nessas competições, a melhor posição foi na Copa de 2014, quando ficou em quarto lugar. A pior, em 2022, em sétimo lugar. Nas demais, repetição de sexto lugar.

Em todas, o Brasil era "favorito" e o clima de "já ganhou" predominava. Itália, Espanha, Alemanha, França e Argentina, as seleções campeãs.

Atualmente, no Ranking de Seleções da Fifa, o Brasil está em quinto. Em sua frente: Espanha, Argentina, França e Inglaterra. Depois dele, seleções de Portugal, Alemanha, Holanda, Bélgica, Croácia e Marrocos.

Cada vez mais patente que esta selecinha está mesmo a caminho do hexa - seis Copas sem título. 

Há 53 anos, foi inaugurado o Cine Timbira

Foto: Reprodução: "Blog Por Simas"

Foto: João Santana/Reprodução "Feira de Jesus"

Nino Manfredi em "Por uma Graça Recebida", filme que inaugurou o cinema (
Foto: Reprodução)
Barbra Streisand em "O Espelho Tem Duas Faces", último filme a ser exibido (
Foto: Reprodução)
Projetores 35mm Ashcraft Suprex (
Foto: Blog Demais)
Januário Nascimento, no início dos anos 80 (Foto: Blog Demais)


Lojas Americanas (Foto: Divulgação)

Em 27 de março de 1973, há 53 anos, foi inaugurado o Cine Timbira, com lançamento nacional da comédia italiana "Por uma Graça Recebida" (Per Grazia Ricevuta), de e com Nino Manfredi, 1971, que ganhou o prêmio de Melhor Diretor estreante no Festival de Cannes daquele ano. 

O cinema pertencia ao exibidor Francisco Pithon, o mesmo de cinemas como Guarani, Tupi, Liceu e Tamoio, em Salvador. Foram gerentes da sala, Carlos Carvalho, Jefferson Almeida e Januário Nascimento. O Timbira durou 24 anos.

Antes, no local funcionava o Cine Santanópolis, que foi inaugurado com o drama romântico "Sinfonia Interrompida" (Interlude), de Douglas Sirk, 1957, com June Allyson, Rossano Brazzi e Marianne Koch, em 22 de novembro de 1958. Era uma grande sala, com mais de 1.000 cadeiras.

Em meados dos anos 70, Francisco Pithon transferiu o controle de seus cinemas à multinacional Cinema Internacional Corporation (CIC), que passou a ter o controle e a programação das salas.

A CIC era uma grande corporação, responsável pela distribuição de três estúdios - Paramount, Metro, Universal.

Em 1997, a última sessão de cinema no Timbira foi com o filme "O Espelho Tem Duas Faces" (The Mirror Has Two Faces), 1996, drama romântico de e com Barbra Streisand.

Em abril de 1997, especulou-se a venda do Timbira à Igreja Universal do Reino de Deus, o que não ocorreu. Quem adquiriu o imóvel foi o empresário João Borges, que o alugou às Lojas Americanas.