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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Após posse Dayane Pimentel trata sobre hospital de Paulo Afonso com ministro da Saúde


Em seu primeiro ato após a posse a deputada federal Professora Dayane Pimentel (PSL) já começou seu mandato buscando resolver problemas relacionados à saúde pública no Estado da Bahia. Durante encontro com o ministro da Saúde Luiz Henrique Mandeta, a parlamentar solicitou  uma análise, por parte do Ministério, da situação em que se encontra o hospital de Paulo Afonso que passa por grave situação administrativa e financeira.
O hospital que é financiado pela Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf), em parceria com a Prefeitura de Paulo Afonso, terá uma série de suspensão de serviços gradativamente até finalizar suas atividades, conforme comunicado publicado pelo diretor de gestão corporativa da Chesf, Adriano Soares da Costa.
No encontro ficou definido que nos próximos dias uma reunião entre a deputada, o ministro e os entes que participam da administração do hospital vai buscar meios de impedir o fechamento da unidade hospitalar.
Segundo Dayane Pimentel a demanda é urgente e precisa da atenção dos poderes públicos. "O ministro se comprometeu junto comigo a buscar entender o que está acontecendo e buscar com as autoridades competentes solucionar o caso. A população de Paulo Afonso não pode ficar sem os serviços do HNAS", destaca.
Luiz Henrique Mandeta observa que mesmo sendo atribuição que compete ao Município e a Chesf, conforme parceria firmada, o Governo Federal pode participar do processo de reestruturação da gestão e tentar promover a solução do problema. "Temos divisões de competências, mas a população não quer saber se é federal, estadual ou municipal. A população quer que o hospital seja ampliado e atenda bem. Juntamente com a deputada Dayane, vamos ter uma reunião na semana que vem, com outros entes públicos para que a população de Paulo Afonso não seja prejudicada com a suspensão de serviços do hospital", informa.
Segundo o diretor de gestão corporativa da companhia, o repasse de responsabilidade da prefeitura está em atraso e o montante acumulado já ultrapassa a quantia de R$ 18 milhões, gerando um prejuízo acumulado na ordem de R$ 50 milhões por ano.
(Com informações da Assessoria de Comunicação)

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