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sábado, 25 de março de 2017

Mais bossa no Boulevard com Santini & Trio



Mais bossa no Boulevard Shopping, neste sábado, 25. Com repertório de qualidade, última apresentação do grupo Santini & Trio (Foto), pelo menos nesta temporada.
O grupo é composto pelos músicos Rony Santini, Anderson Silva, Flaviano Galo e Rogério Ferrer, e tem animado o público nos sete últimos sábados na praça de alimentação Olney São Paulo.
O projeto foi iniciado em fevereiro, com quatro noites de jazz. Neste mês de março, a bossa nova, também em quatro sábados. O horário do deleite musical é entre 19h30 e 21 horas.

Promoção de vendas


Lembrando o épico "El Cid"

O épico "El Cid" (El Cid), de Anthony Mann, 1961, foi exibido em Feira de Santana, no Cine Madrid, em 1964. Foi o 307º filme assistido, conforme está anotado em caderno de filmes.
Tenho exemplar em minha coleção de DVD. Drama biográfico com aventura, romance e guerra, "El Cid " é um filme espetacular, grandioso. Tem Charlton Heston no papel título, Sofia Loren, Genevieve Page, Raf Vallone, Hurd Hatfield e Herbert Lom no elenco. São 189 minutos de duração.

O filme trata sobre a guerra entre cristãos espanhóis e mouros, no século XVI. Apresenta a trajetória de Rodrigo Diaz de Bivar, que ficou conhecido como El Cid, herói espanhol que uniu católicos e mouros do seu país para lutar contra um inimigo comum: o emir Ben Yussuf.

Lembrando "O Dia em Que a Terra Parou"

"O Dia em Que a Terra Parou" (The Day the Earth Stood Still), de Robert Wise, de 1951, é um clássico do cinema. Ficção-científica, em preto & branco, o filme é uma parábola sobre os anos 50, que são conturbados com o início da guerra fria. Tenho exemplar na minha coleção de DVD.
Uma nave espacial pousa em Washington D.C., e um extraterrestre com formas humanas, Klaatu (Michael Rennie), sai dela para fazer um apelo pacifista com o fim das guerras entre humanos. Ele ainda tem tempo de estudar o comportamento humano.
O filme sugere a ameaça comunista, trata de ciência versus militarismo, pânico. Família também é tema colocado - mãe solteira e relacionamento rompido -, além de amizade. A importância do rádio como difusor de notícias também é ressaltada.
O filme é inspirado no conto "Adeus ao Mestre", de Harry Bates, lançado em 1949.
Interessante a sequência da lousa, quando Klaatu anota soluções para equações de um cientista, e a frase "Klaatu barada nikto" - significado jamais explicado e que é cultuada entre aficionados da ficção científica -, usada pela personagem feminina (Patricia Neal) para controlar ação do robô.
O título se refere à paralisação literal da Terra por 30 minutos, numa demonstração do poder do extra-terreste Klaatu.
Em 2008, foi feito remake de "O Dia em Que a Terra Parou", com direção de Scott Derrickson e com Keanu Reeves encabeçando o elenco.
O diretor

Robert Wise (10 de setembro de 1914-14 de setembro de 2005) foi montador de "Cidadão Kane", 1941; dirigiu, entre outros filmes, "Punhos de Campeão" (The Set-Up), 1949; "Ratos do Deserto" (The Desert Rats), 1953; "Meu Filho, Minha Vida" (So Big), 1953; "Helena de Tróia" (Helen of Troy), 1955; "Honra a um Homem Mau" (Tribute To a Bad Man), 1956; "Marcado Pela Sarjeta" (Somebody Up There Likes Me), 1956; "Famintas de Amor" (This Could Be the Night), 1957; "O Mar É Nosso Túmulo" (Run Silent Run Deep), 1958; "Eu Quero Viver!" ( I Want To Live!), 1958; "Amor, Sublime Amor" (West Side Story), 1961; "A Noviça Rebelde" (The Sound of Music), 1965; "O Canhoneiro do Yang-Tsé" (The Sand Pebbles), 1966; "A Estrela" (Star!), 1968; "O Dirigível Hindenburg" (The Hindenburg), 1975; "Jornada nas Estrelas: Caminho das Estrelas" (Star Trek: The Motion Picture), 1979.

sexta-feira, 24 de março de 2017

"Je Vous Salue, Marie" 30 anos depois

Com o DVD, a oportunidade de ver e rever filmes. Na coleção de filmes que estamos formando, exemplar de "Je Vous Salue, Marie" (Eu Vos Saúdo, Maria), de Jean-Luc Godard, 1985, que em meados dos anos 80 (1986) foi proibido no Brasil, sob a alegação de que a história era uma ofensa aos dogmas da Igreja Católica. 
O polêmico filme atualizava então o mito da imaculada conceição de Maria e seu filho Jesus no século XX. A revisão tanto tempo depois mantém a impressão de há pouco mais de 30 anos. Em dezembro de 1985, assisti ao filme em Portugal, mais precisamente em Lisboa, no Cine N'Gola. Na coluna "Comentando", do jornal "Gazeta Feirense", que era editado por Egberto Costa, escrevi na edição de 1º a 7 de fevereiro de 1985:
(...) quem assistir ao filme verá que a polêmica (censura ou não) de tantos meses não tinha tanta razão de ser. (...) Fala-se que não se pode permitir num país católico a exibição do filme porque a Igreja considera a aviltante a aparição na tela de uma Maria atual, jovem, bonita e que fica nua. Não cabe à Igreja censurar filmes, no caso, um que nem teve oportunidade de visão. Estão criando um fantasma em torno do filme. Ao cinema vai quem quer e pode pagar por isso.
Em Portugal - país eminentemente católico -, eu quis e pude ir ao cinema para ver "Je Vous Salue, Marie". E fui duas vezes. Na primeira, cheguei com a sessão iniciada e dormi em algumas partes, pelo cansaço dos compromissos turísticos cumpridos no dia anterior. Então, voltei no outro dia e assisti do princípio ao fim.
Em "Je Vous Salue, Marie", Maria é uma jogadora de basquete que namora o casto José, um motorista de táxi. Um desconhecido anuncia que ela espera uma criança. Virgem, ela consulta seu médico, afirmando que não manteve relações sexuais. A sinceridade da jovem mulher acaba por vencer o legítimo ciúme de José, que deve se contentar em olhar a nudez de Maria. Os intérprtetes Myriem Roussel e Thierry Rode e a natural fremência participante à ambientação do sagrado que precede o nascimento valorizam a obra.
Jean-Luc Godard não perdeu nada de sua originalidade de estilo. Cada vez mais, os códigos da narração tradicional são inteligentemente desprezados. Os atores em sua maior parte desconhecidos são transfigurados pelo esplendor das imagens e pela riqueza da trilha sonora (Bach, Dvorak, Coltrane).
Os ataques de intolerância são pelo fato de "Je Vous Salue, Marie" ser um acontecimento marcante que guarda de hoje em diante seu lugar na história do cinema, no capítulo vergonhoso da censura. Os cruzados da Virgem Maria (Janio Quadros, a Tradicional Família Mineira, a TFP) que não vão ao cinema, mas que não impeçam a livre vontade.
O filme de Godard é um ensaio espiritualista que deveria confortar os católicos no seu amor e nos dogmas. Desde que o espectador seja impermeável às numerosas conotações religiosas do filme verá não apenas um exercício de estilo à serviço de uma proposta em que o cineasta exprime através um brusco retorno do "cinema vertical" (aquele que sempre olha para o céu) a nostalgia dos valores religiosos de uma sociedade em busca de refúgios ilusórios. É isso aí.


Convite


"Ainda presidente, Lula arrecadou dinheiro para PT"



As revelações de Marcelo Odebrecht sobre a corrupção nos governos do PT colocam de vez os ex-presidentes Lula e Dilma na chamada "cena do crime", no esquema desmantelado pela Lava Jato. Ainda no cargo de presidente da República, Lula se encarregou pessoalmente de arrecadar dinheiro, inclusive no caixa 2, para a campanha de eleição de Dilma. As revelações de Odebrecht retomam a expectativa da prisão de Lula. Afinal, não há em Curitiba acusado de crimes mais graves.
Presidente tesoureiro
Odebrecht contou ao Tribunal Superior Eleitoral, que Lula gerenciava a "conta corrente" de R$ 150 milhões aberta pela empreiteira para o PT.
Desespero explicado
As revelações de Odebrecht explicam o desespero de Dilma para nomear um ministro do STJ que o soltasse, segundo denúncia do MPF.
Chefes de quadrilha
A Lava Jato será resumida, no futuro, como o escândalo em que dois presidentes da República trataram pessoalmente de dinheiro sujo.
Acordo precioso
As revelações de Odebrecht mostram como foi preciosa sua delação premiada para esclarecer e incriminar a quadrilha que governou o País.
Fonte: Cláudio Humberto

Lei Complementar sobre custeio do regime de Previdência sancionada

O Projeto de Lei Complementar Nº 002/2017, do Poder Executivo, que dispõe sobre o Custeio do Regime de Previdência dos Servidores Municipais, decretado pela Câmara Municipal e sancionado pelo prefeito José Ronaldo saiu publicado no "Diário Oficial Eletrônico", edição desta sexta-feira, 24.
No Artigo 1º está contido que o Artigo 3º, da Lei Complementar nº 025, de 18 de agosto de 2005, passa a vigorar com alterações nos incisos I e II, e acrescido dos incisos III a VI, com as seguintes redações:
"I - 12% (doze por cento) na totalidade da remuneração dos servidores ativos, para o ano de 2017;
II - 12% (doze por cento) na parcela excedente ao teto previdenciário de benefícios pagas pelo Regime Geral de Previdência, nos proventos dos servidores inativos e pensionistas, para o ano de 2017;
III - 12,5% (doze e meio por cento) na totalidade da remuneração dos servidores ativos, para o ano de 2018;
IV - 12,5% (doze e meio por cento) na parcela excedente ao teto previdenciário de benefícios pagas pelo Regime Geral de Previdência, nos proventos dos servidores inativos e pensionistas, para o ano de 2018;
V - 13% (treze por cento) na totalidade da remuneração dos servidores ativos, para o ano de 2019;
VI - 13% (treze por cento) na parcela excedente ao teto previdenciário de benefícios pagas pelo Regime Geral de Previdência, nos proventos dos servidores inativos e pensionistas, para o ano de 2019."
Esta Lei Complementar entra em vigor na data da sua publicação, revogando-se as disposições em contrário, e produzindo seus efeitos a partir do prazo de 90 dias após a publicação. 
Fonte: "Diário Oficial Eletrônico do Município de Feira de Santana"

Sociedade Filarmônica 25 de Março: Falta um ano para sesquicentenário

"O nosso maior sonho é colocar a 25 de Março em atividade", afirmou há três anos o professor Carlos Brito quando assumiu a presidência da Sociedade Filarmônica, que é a mais antiga de Feira de Santana, fundada há 149 anos - falta um ano para o sesquicentenário - em 25 de março de 1868.
A instituição estava desativada há cerca de nove anos, se livrou de um imbróglio jurídico que estava impedindo que se iniciasse o processo de restauração, para que o prédio da entidade volte às suas atividades.
Desde então, é contínuo o resgate da 25 de Março, inclusive com a restauração do prédio que a abriga, na rua Conselheiro Franco. Trata-se de um bem histórico pertencente à população, com tombamento - Processo 011/91, de 9 de setembro de 1998 - pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (Ipac).

25 de Março: Escola de Música homenageia Estevam Moura

Em 7 de agosto de 2014, a 25 de Março promoveu a abertura oficial das atividades da Escola de Música Maestro Estevam Moura, no Centro Comunitário Ederval Fernandes Falcão, no bairro das Baraúnas. "Instrumentos que permitam rendimentos para montar uma escola de música e estimular a formação de jovens músicos foram utilizados", segundo Carlos Brito.
Estevão Moura (Foto 1), que dá nome à escola, segundo o historiador Antonio do Lajedinho foi um grande maestro compositor e professor, que "além de ensinar a música e a arte dos instrumentos musicais, ainda compunham músicas das mais diversas categorias".
Estevam Pedreira de Moura (03.08.1907-09.03.1951) iniciou sua carreira na Filarmônica 26 de dezembro que estava em formação em Santo Estevão e da qual ele foi regente. Sua primeira obra foi o dobrado "Alício Cerqueira". Aos 18 anos, ele transferiu-se para Bonfim de Feira, para reger a Filarmônica Minerva. Também foi regente da banda de Afonso Pena, hoje Conceição do Almeida, e da Filarmônica 25 de março. Foi professor de Música e Canto Orfeônico no Colégio Santanópolis.
O dobrado "Tusca", sua mais complexa e elaborada composição, foi dedicado ao seu filho, que tinha este apelido. Durante o Movimento Modernista, Estevam trocou cartas com o compositor Heitor Villa-Lobos. Morreu aos 43 anos.
O músico e professor Antônio Carlos Batista Neves Júnior, o Tony Neves, feirense e integrante da Filarmônica da Universidade Federal da Bahia (Ufba), é o regente (Foto 2) da Sociedade Filarmônica 25 de Março e responsável pela formação de músicos.
Benfeitores da instituição apoiaram a iniciativa com a doação de instrumentos musicais para a revitalização da secular Filarmônica, que é um patrimônio cultural de inestimável valor para Feira de Santana.

25 de Março: Primeira filarmônica de Feira, segunda da Bahia

Escritor, historiador e jornalista, Antônio Moreira Ferreira, Antônio do Lajedinho, conta que a 25 de Março fez história, assim como a Sociedade Filarmônica Vitória e a Sociedade Filarmônica Euterpe Feirense: "A primeira de Feira de Santana é a segunda da Bahia, depois da Sociedade Filarmônica Erato Nazarena, fundada em 1863, cinco anos antes".
Carlos Brito lembra, a partir do que consta no Estatuto da secular entidade, que na sua primeira diretoria, "abnegados pelo desenvolvimento da 'Divina Arte'", os nomes de João Manoel Laranjeira Dantas, Eduardo Franco, Afonso Nolasco, Antônio Joaquim da Costa, Alípio Cândido da Costa, José Pinto dos Santos (Cazuza do Deserto), Joaquim Sampaio - primeiro intendente de Feira de Santana, entre fevereiro e julho de 1890 -, Francisco Costa, Galdino Dantas, Juvêncio Erudilho, José Nicolau dos Passos, Alexandre Ribeiro, Joviniano Cerqueira, Pedro Nolasco Néu e Tibério Constâncio Pereira.
Antônio do Lajedinho complementa que "cinco anos depois houve um desentendimento entre os membros da diretoria e criou-se uma dissidência.  Como o padre Ovídio Alves de São Boaventura estava fundando a Sociedade Filarmônica Vitória, os dissidentes da 25 de Março juntaram-se a ele e, em 1873, foi criada mais uma filarmônica".
Diz mais que "59 anos depois de fundada, em 1927, a Sociedade Filarmônica 25 de Março, por questões internas, dissolveu o corpo musical e fechou suas portas. E assim ficou durante quatro anos, até 1931, quando o coronel Américo de Almeida Pedra, voltou a residir em Feira de Santana. Foi então que o herói das lutas horacianos na Chapada Diamantina e combatente contra a Coluna Prestes convocou os velhos companheiros como Antonio Cipriano Pinto, Alfredo de Castro, Euclides de Souza Pinto, Alfredo Pereira, Argemiro Souza e o maestro João do Espírito Santo, com os quais constituiu uma diretoria, tendo ainda a colaboração de homens de destaque de então, como Arnold Ferreira da Silva, João Marinho Falcão, Raul Ferreira da Silva, Heráclito Dias de Carvalho, Carlos Rubinos Bahia, Adalberto Pereira, Dálvaro Ferreira da Silva e outros que faziam parte da elite feirense. Juntos soergueram a primogênita filarmônica de Feira".

Maior feito da 25 de Março há 40 anos

Em 1977, o maior feito da 25 de Março, quando se classificou entre as quatro melhores  filarmônicas do Brasil, disputando o I Campeonato Nacional de Bandas Civis, promovido pela Fundação Nacional de Arte (Funarte), Mobral e Rede Globo de Televisão. Coincidentemente no dia em que completava seu 109º aniversário, a 25 de Março seguiu para o Rio de Janeiro, viagem em dois ônibus especiais.
A apresentação no festival ocorreu na manhã do domingo, 27 de março. No dia 10 de abril, durante o programa "Concertos Para a Juventude", a transmissão pela Globo. A comissão julgadora deu a nota 7,84 - a mais alta até então alcançada pelas demais - sendo classificada para a fase final, em 22 de abril.
A 25 de Março executou a marcha "Constelação" e o dobrado "Deputado Arnold Silva", ambos de autoria do maestro Estevão Moura. "Não sejam tão egoístas a ponto de terem somente para si o acervo musical desse grande músico. Permitam que todo o Brasil e o mundo dele se aproximem, pois o seu talento precisa ser evidenciado e proclamado", afirmaram então os componentes do júri sobre Estevão Moura.
Os julgadores do concurso foram os maestros Celso Woltzenlogel (São Paulo), Henrique Morelembaun (Rio de Janeiro), Alceo Bocchino (Paraná), Marlos Nobre (Pernambuco), que deram nota nove, e Julio Medaglia (São Paulo), que deu nota sete.
Em 19 de junho, participou da grande final, ficando em terceiro lugar, representando o Estado da Bahia, quando obteve a nota 8,6, perdendo para as representantes de São Paulo e Pernambuco. O terceiro lugar foi um título considerado honroso e que foi festejado por Feira de Santana quando retornou à cidade. A viagem para o Rio de Janeiro dessa feita foi de avião da Força Aérea Brasileira (FAB).
Então, Claudemiro Daltro, o maestro Miro, foi quem regeu o grupo, formado pelos músicos instrumentistas Alfredo, Toninho, Arcanjo e Jacinto (tumbas), José Ferreira, Francisco, João Babau, Agostinho, Farias e Zequinha (trombones), Gilberto, Nagib, Elias, Valdomiro e Zabidiel (pistons), Aquino, Dé, Wilton (trompas), Carlito, Ferreira, Bento e Chicão (saxofones), Tupinam (sax barítono), Elói, Ulisses, Braga, Otoniel, Humberto, Bonfim e Nivaldo (clarinetas), Nilo (requinta), Rafael (flautim), Saul (pratos), Aloisio (bumbo), Raimundo (tambor e caixa).
O empresário João Domingos Gonçalves, o Doute, presidente de então, chefiou a delegação, composta ainda dos diretores José Manuel de Araújo Freitas, Werther Mascarenhas Farias, Eduardo Pereira da Silva, José Portugal, Djalma Ferreira, Hildeberto Erudilho Suzart, Alpiniano Reis e o radialista Lucílio Bastos, representando a imprensa feirense.


Mais ação pelo desenvolvimento sustentável

Por Dimas Oliveira
Desenvolvimento Sustentável é a palavra do momento. E Feira de Santana tem procurado se inserir na Agenda Global 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU) para cumprir os objetivos propostos. Em fevereiro, por exemplo, foi realizado um fórum com o tema "Objetivos do Desenvolvimento Sustentável".
No evento, o prefeito José Ronaldo ressaltou a importância do debate: "Quando se traz uma discussão de um tema tão importante como a energia solar, estamos trazendo um debate extremamente importante para uma sociedade que deseja avançar e ver a sua região, o seu país evoluir."
Em junho de 2016, o José Ronaldo assinou um decreto criando políticas públicas para o desenvolvimento sustentável em Feira de Santana. Foi criado um comitê junto com a sociedade para discutir as políticas públicas que podem advir dessas ações, em várias áreas, como energias renováveis, mobilidade urbana e ações de uma cidade mais inteligente, para que se possa ter uma cidade próspera e que cada cidadão tenha uma visão de futuro.
Agora, através de Decreto, ele criou Grupo de Trabalho Projeto Feira 2030, com o objetivo de acompanhar, coordenar, supervisionar, executar e propor políticas públicas para a implantação de um Programa de Desenvolvimento Sustentável em Feira de Santana, como mecanismo de alcançar resultados de desenvolvimento social, econômico, e ambiental, através de metas aplicáveis, com indicadores quantitativos e qualitativos.
O Grupo de Trabalho é composto pelo vice-prefeito Colbert Martins, na coordenação; secretário de Trabalho Turismo e Desenvolvimento Econômico Antonio Carlos Borges dos Santos Júnior, como secretário executivo; secretários de Planejamento Carlos Brito e de Meio Ambiente Sergio Barradas Carneiro; mais Claudenir Moreira Machado, do Instituto Pensar Feira. 
Caberá ao Grupo de Trabalho: selecionar órgãos, ações, projetos ou propostas que serão objeto de analise e estudos; criar subgrupos temáticos destinados a propostas vinculadas; convidar representantes de órgãos e entidades públicas, assim como membros da sociedade civil organizada para participar e discutir as propostas apresentadas para execução dos trabalhos, inclusive nos subgrupos; e requisitar dos órgãos e entidades públicas as informações necessárias à efetivação de seus objetivos.
A participação no Grupo de Trabalho ou em seus subgrupos será considerada prestação de serviço público relevante, não remunerada. 
O Grupo de Trabalho apresentará relatórios de suas atividades ao chefe do Executivo a cada 90 dias. 
Artigo publicado no jornal "NoiteDia", edição desta sexta-feira, 24

Balaio Político

Zé Neto presta conta
Com o tema "Debates e Estratégias Para Enfrentamento da Crise Política", o deputado estadual Zé Neto (PT), líder do governo na Assembleia Legislativa realiza, neste domingo, 26, a partir das 9h30, a Plenária Estadual do Mandato da Luta em 2017, na Chácara da Luta. O objetivo é realizar a prestação anual de contas do mandato, discutir sobre a atual conjuntura política brasileira e estreitar a relação com a população e os parceiros dos demais municípios baianos.
Não é mais Ipuaçu
Há mais de 33 anos, desde 26 de dezembro de 1983, que o distrito de Ipuaçu passou a ser Governador João Durval Carneiro, pela lei estadual nº 4.224.
Não é mais Ipuaçu II
Então, a questão: por que órgãos da mídia com seus jornalistas e radialistas insistem em nominar o distrito como Ipuaçu?
Não é mais Ipuaçu II
Antes, Ipuaçu era Remédio da Gameleira, distrito criado pela resolução provincial nº 737, de 18 de maio de 1859. Foi no quadro territorial fixado pelo Decreto Estadual nº 11.089 de 1933, para vigorar no quinquênio 1939-1943, a alteração.
Homenagem
A Unidade de Saúde da Família Feira X, Loteamento Recanto do Feira X, no bairro Muchila, está denominada como Dr. Adroaldo de Oliveira Dórea. Decreto neste sentido, assinado pelo prefeito José Ronaldo. A consideração é que a Administração Municipal "deve homenagear aqueles que, por seus méritos pessoais contribuíram, ou contribuem, para a construção da história da nossa comunidade".
Prazo
O eleitor que não votou e não justificou a ausência nas três últimas eleições (2012, 2014 e 2016) ou não pagou as multas correspondentes deve se dirigir ao cartório eleitoral, até 2 de maio deste ano, para regularizar a sua situação.
Prazo II
Se após essa data esses eleitores não estiverem regulares com a Justiça Eleitoral, correm o risco de ter o título cancelado. A legislação considera cada turno de votação um pleito em separado para efeito de cancelamento de título. O cancelamento automático do título de eleitor ocorrerá de 17 a 19 de maio de 2017.
Coluna publicada na edição desta sexta-feira, 24, do jornal "NoiteDia"

quinta-feira, 23 de março de 2017

José Ronaldo tem audiências com cinco ministros



Dois dias em Brasília e o prefeito José Ronaldo (Democrata) fez um verdadeiro périplo na capital federal. Na quarta-feira, 22, foi recebido em audiência pelo ministro Hélder Barbalho, da Integração Nacional, acompanhado dos deputados federais da bancada baiana Cláudio Cajado, Elmar Nascimento, José Carlos Aleluia e Paulo Azi, os quatro do Democratas, mais Benito Gama (PTB) e João Gualberto (PSDB).
Nesta quinta-feira, 23, iniciou o dia com café da manhã ao lado do presidente da Câmara Rodrigo Maia, dos deputados federais José Carlos Aleluia, Elmar Nascimento e Paulo Azi, os três do Democratas, do prefeito de Alagoinhas Joaquim Neto, e do ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão Dyogo de Oliveira. Em pauta a duplicação da BR-116 Norte, trecho Feira-Serrinha, e duplicação do Anel de Contorno.
Na intensa quinta-feira, audiências com os ministros da Saúde Ricardo Barros (Foto 2), da Cultura Roberto Freire (Foto 1), e de Desenvolvimento Social Osmar Terra. Em todos os encontros, acompanhado do deputado federal Paulo Azi.
José Ronaldo ainda prestigiou a posse de Paulo Azi como presidente da Comissão de Turismo da Câmara dos Deputados e estave reunido com o presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) Silvio Pinheiro.

Como se tratava o estupro em 1833

Leia e veja porque havia menos estupros naquele tempo...
SENTENÇA JUDICIAL
O adjunto de promotor público, representando contra o cabra Manoel Duda, porque no dia 11 do mês de Nossa Senhora Sant'Ana quando a mulher do Xico Bento ia para a fonte, já perto dela, o supracitado cabra que estava de em uma moita de mato, sahiu della de supetão e fez proposta a dita mulher, por quem queria para coisa que não se pode trazer a lume, e como ella se recuzasse, o dito cabra abrafolou-se dela, deitou-a no chão, deixando as encomendas della de fora e ao Deus dará. Elle não conseguiu matrimonio porque ella gritou e veio em amparo della Nocreto Correia e Norberto Barbosa, que prenderam o cujo em flagrante. Dizem as leises que duas testemunhas que assistam a qualquer naufrágio do sucesso faz prova.
CONSIDERO: QUE o cabra Manoel Duda agrediu a mulher de Xico Bento para conxambrar com ela e fazer chumbregâncias, coisas que só marido della competia conxambrar, porque casados pelo regime da Santa Igreja Cathólica Romana;
QUE o cabra Manoel Duda é um suplicante deboxado que nunca soube respeitar as famílias de suas vizinhas, tanto que quiz também fazer conxambranas com a Quitéria e Clarinha, moças donzellas;
QUE Manoel Duda é um sujeito perigoso e que não tiver uma cousa que atenue a perigança dele, amanhan está metendo medo até nos homens.
CONDENO: O cabra Manoel Duda, pelo malifício que fez à mulher do Xico Bento, a ser CAPADO, capadura que deverá ser feita a MACETE. A execução desta peça deverá ser feita na cadeia desta Villa.
Nomeio carrasco o carcereiro.
Cumpra-se e apregue-se editais nos lugares públicos.
Manoel Fernandes dos Santos
Juiz de Direito da Vila de Porto da Folha Sergipe, 15 de outubro de 1833. 
Fonte: Instituto Histórico de Alagoas

O dia em que Maysa cantou a pulso em Feira de Santana

Esta fotografia de Maysa Matarazzo fazia parte dos arquivos do Feira Tênis Clube e ilustrou a matéria "50 artistas essenciais para se conhecer melhor o que o FTC ofereceu em cinco décadas", inserida na "Revista do FTC", edição comemorativa aos 50 anos do clube, editada pelo jornalista Dimas Oliveira, que foi lançada em 8 de dezembro de 1994. 
A legenda dada era "Maysa Matarazzo cantando no FTC". Mas, o show não chegou ao final. Quando ela esteve em Feira de Santana, nos anos 60, a cantora entrou a pulso (na marra, a força) no palco do Feira Tênis Clube. Ela estava embriagada e não queria fazer a apresentação.

"Se a Débora quer/ que o Gregory peque"

A atriz Deborah Kerr (30.09.1921-16.10.2007) é uma referência fundamental do cinema, principalmente pelo seu papel em "A Um Passo da Eternidade" (Fromn Here To Eternity), de Fred Zinnemann, 1957. Ela faz uma mulher adúltera que, em sequência marcante do cinema, é beijada por Burt Lancaster na areia da praia, com a água do mar envolvendo-os.
Tanto é referência que Rita Lee incluiu-a na letra de "Flagra", tema da novela "Final Feliz", no verso "Se a Débora quer/ que o Gregory peque", também uma evocação ao ator Gregory Peck (05.04.1916-12.05.2003).
Eles atuaram juntos no drama "Ídolo de Cristal" (Beloved Infidel), de Henry King, 1956 (Poster orirignal).

Luiz Gonzaga e Fagner cantam Feira de Santana


Ouça "Feira de Gado", letra de Luiz Gonzaga, com ele cantando junto a Fagner
 
Companheiro, esse gado tá enfadado
Vamo aproveitar essa sombra aqui
embaixo desse pé-de-pau?
Vame'mbora véi
Ê gado
Mundo Novo adeus
Adeus minha amada
Eu vou pra Feira de Sant'ana
Eu vou vender minha boiada
Ê boiada, ê boiadão
Meu cachorro ecoa
Na quebrada
Ê boi
De quem é esse gado menino?
É de seu João
Que João?
Serafim
Meu cantar saudoso
Amansa a boiada
Quando eu aboio, moça bonita
Ai, ai, suspira apaixonada
Ê gadão, ê boiada, ô
É gado baiano meu fí,
É gado gordo liso, zelado
Pra onde é que vai com esse gado, boiadeiro?
Não me chame boiadeiro
Que eu não sou boiadeiro não
Eu sou um pobre vaqueiro
Boiadeiro é o meu patrão
Ê boi, ê boiada
Faz três dias que eu não como
Faz quatro que eu não armoço
Pelo amor daquela ingrata
Quero comer e não posso
Ê boi, ê boiada
Vaqueiro apaixonado
Ê boi, Ê gadão, ê boiada
É meu fí
Isso aqui é gado de Feira de Sant'ana, meu fí
Pra onde é que vai com esse gado?
É gadão, É gado bom, gado bravo
Ê boiada, ê boiada, ê
Meu cachorro ecoa
Na quebrada, ê

"Acumulando prejuízo bilionário, Correios agoniza"



A estatal Correios, que já foi símbolo de eficiência, agoniza com o acúmulo de prejuízos que, somente nos últimos quatro anos, somam mais de R$ 5,5 bilhões. Chegou ao fundo do poço no governo Dilma, fechando 2015 com prejuízo de R$ 2,1 bilhões - o pior resultado desde sua criação, há 354 anos. Para ganhar um "respiro", suspendeu por um ano regalias aos 117.000 funcionários, quando eles entram em férias.
Não podia dar certo
Quando um trabalhador entra em férias, recebe gratificação de um terço do salário. Os Correios dobram a gratificação: 70% do salário.
Correios, uma mãe
Além dos 70% de presente, funcionário dos Correios em férias ganha mais um salário a título de "empréstimo", a ser pago em cinco vezes.
Pedalada postal
No ano da reeleição de Dilma, a estatal inventou lucro de R$ 9 milhões ao considerar "receita" R$ 1,1 bilhão não pagos ao fundo Postalis.
Na torcida
Os Correios esperam economizar R$ 1 bilhão ao ano com as 5,5 mil adesões ao PDV. Cerca de 10% da folha anual de R$ 10,9 bilhões.
Fonte: Cláudio Humberto

Convite às ruas

Bom dia, 
hoje é quinta, amanhã é sexta, depois sábado e domingo é dia de irmos unidos às ruas para dizermos que lugar de corrupto é na cadeia e não no Parlamento, nem no Poder Executivo e muito menos no Judiciário.


Fonte: Facebook de Eduardo Leite

Em "Travessia", relação conflituosa de pai e filho

Caio Castro e Camila Camargo em "Travessia"
Foto: Divulgação

A partir desta quinta-feira, 23, o lançamento do primeiro longa-metragem do cineasta baiano João Gabriel. Trata-se de "Travessia", que tem no elenco Chico Diaz, Caio Castro e Camila Camargo, além dos baianos Cyria Coentro, Caco Monteiro e Amaurih Oliveira.  Em Feira de Santana, entra em cartaz no Orient Cineplace Boulevard, em apenas um horário, às 13h50.
Filmado em Salvador, "Travessia" apresenta Chico Diaz (Roberto) e Caio Castro (Júlio) como pai e filho em uma relação conflituosa.
Sobre seu filme, o diretor João Gabriel comenta: "Fazer 'Travessia' foi um desafio, um filme que fala da geração atual, dos relacionamentos familiares. E explorar uma trama que por mais que tenha uma pegada autoral, busque fisgar o espectador, fazer ele se envolver com o filme e principalmente despertar uma reflexão sobre a história".
O filme teve sua estreia mundial na 39ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e recebeu os prêmios de Melhor Filme, Melhor Ator (Chico Diaz) e Melhor Montagem no 10° FestAruanda. 
Nascido em Vitória da Conquista, João Gabriel atualmente reside em São Paulo. Ele construiu carreira como diretor de publicidade, sem perder o foco na dramaturgia. Dirigiu diversos curtas, entre eles "Acorda Povão" (2012), "Gotas de Amor no Ócio" (2012) e "Isto Não É o Fim" (2011), este premiado como Melhor Filme pelo júri da crítica no Cine-PE e Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator, Melhor Direção de Arte e Melhor Trilha Sonora no Festival Guarnicê de Cinema, selecionado para o Festival do Rio e Festival de Toronto do Cinema Brasileiro. 
"Travessia" foi financiado pelo Governo do Estado, Secretaria de Cultura e Fundo de Cultura da Bahia, através do edital setorial de audiovisual. E conta com recursos do FSA, através da Ancine. 
SINOPSE
Desentendimentos levaram Roberto a se distanciar de Júlio, seu único filho, que está envolvido com tráfico de drogas sintéticas em festas de música eletrônica. Ambos buscam novos caminhos, movidos por seus desejos. Um acidente inusitado pode fazer com que eles se unam novamente. Mas será que eles estão preparados para esse reencontro?

"Tabuleiro da Maria" tem lançamento


quarta-feira, 22 de março de 2017

Filmes em Exibição no Orient Cineplace Boulevard



Semana até 29 de março de 2017

LANÇAMENTOS NACIONAIS
POWER RANGERS (Power Rangers), de Dean Israelite, 2017. Com Dacre Montgomery, Naomi Scott, RJ Cyler, Ludi Lin e Becky G. Ação e aventura. A jornada de cinco adolescentes que buscam algo extraordinário quando tomam consciência que a sua pequena cidade Angel Grove está à beira de sofrer um ataque alienígena. Escolhidos pelo destino, eles irão descobrir que são os únicos que poderão salvar o planeta. Não recomendável para menores de 10 anos. Duração: 120 minutos. Horários: 13 horas, 15h30, 18 horas, com cópia dublada, e 20h30, com cópia legendada. Sala 3 (165 lugares).
TRAVESSIA, de João Gabriel, 2016. Com Chico Diaz, Caio Castro, Camila Camargo e Caco Monteiro. Drama. Homem solitário tem problemas com o filho. Não recomendável para menores de 16 anos. Duração: 90 minutos. Horário: 13h50. Sala 2 (158 lugares).
FRAGMENTADO (Split), de M. Night Shyamalan, 2016. Com James McAvoy, Anya Taylor-Joy e Betty Buckley. Thriller de horror. Kevin possui 23 personalidades distintas e consegue alterná-las quimicamente em seu organismo apenas com a força do pensamento. Um dia, ele sequestra três adolescentes que encontra em um estacionamento. Vivendo em cativeiro, elas passam a conhecer as diferentes facetas dele e precisam encontrar algum meio de escapar. Não recomendável para menores de 14 anos. Duração: 117 minutos. Horários: 15h50 e 18h30, com cópia dublada, e 21h10, com cópia legendada. Sala 2.
CONTINUAÇÕES
KONG: A ILHA DA CAVEIRA (Kong: Skull Island), de Jordan Vogt-Roberts, 2017. Com Tom Hiddleston, Samuel L. Jackson e Brie Larson. Ação e aventura. Um grupo de exploradores se aventura nas profundezas da Ilha da Caveira, sem saber que estão invadindo os domínios de King Kong. Em terceira semana. Cópia dublada. Não recomendável para menores de 14 anos. Duração: 118 minutos. Horário: 16h20. Sala 1. (240 lugares).
LOGAN (Logan), de James Mangold, 2016. Com Hugh Jackman, Patrick Stewart e Dafne Keen. Ação e ficção científica.  Em um futuro próximo, um Logan cansado cuida do Professor Xavier em um esconderijo. Mas as tentativas do mutante de se esconder do mundo e de seu legado são interrompidas com a chegada de uma jovem mutante. Cópia dublada. Em quarta semana. Não recomendado para menores de 16 anos. Duração: 132 minutos. Horários: 13h30, 18h50 e 21h30. Sala 1.
A BELA E A FERA (Beauty and the Beast), de Bill Condon, 2017. Com Emma Watson e Dan Stevens. Fantasia musical. Moradora de aldeia francesa, Bela tem o pai capturado pela Fera e decide entregar sua vida ao estranho ser em troca da liberdade do progenitor. No castelo ela conhece objetos mágicos e descobre que a Fera é na verdade um príncipe que precisa de amor para voltar à forma humana. Em segunda semana. Não recomendável para menores de 10 anos. Cópia dublada. Duração: 129 minutos. Horários: 13 horas, 15h40, 18h20 e  21 horas. Sala 4 (261 lugares).
ENDEREÇO E TELEFONES
Orient Cinemas Boulevard - Multiplex do Boulevard Shopping, telefax 3225-3185 e telefone 3610-1515 para saber informações sobre programas e horários.
(Com informações do Departamento de Marketing do Orient Cinemas)

José Ronaldo na Integração Nacional e no FNDE

O prefeito José Ronaldo participou nesta quarta-feira, em Brasília-DF, de audiência com o ministro Helder Barbalho (Foto 1), da Integração Nacional, junto com os deputados federais da bancada baiana Cláudio Cajado, Elmar Nascimento, José Carlos Aleluia e Paulo Azi, os quatro do Democratas, mais Benito Gama e João Gualberto (PSDB).
Ele também teve reunião com Silvio Pinheiro, presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (Foto 2), acompanhado de Paulo Azi.