A Polícia Federal cumpriu na manhã de hoje um mandado de busca e apreensão na residência Jair Bolsonaro, em Brasília, para verificar a existência de armas, munições, acessórios e documentos de registro.
A diligência foi autorizada por Alexandre de Moraes, aquele cuja família tem um contrato de R$ 129 milhões com o banco Master e que não explicou até hoje as mensagens enviadas ao seu celular por Daniel Vorcaro no dia da prisão dele, alegando divergências entre o número de armas registradas em nome do ex-presidente e as entregues às autoridades.
A ação ocorreu após o Exército ter informado a entrega de seis das oito armas registradas em nome de Bolsonaro à Polícia Federal; uma pistola apreendida em blitz no Distrito Federal e uma espingarda permaneciam, segundo a defesa, sob custódia de terceiros - explicação que Moraes considerou inconsistente.
O advogado João Henrique de Freitas, integrante da equipe de defesa de Bolsonaro, acompanhou as buscas e afirmou que nada foi encontrado e que a defesa havia previamente informado a localização das armas.
"É lamentável que um ex-presidente da República ainda seja submetido a esse tipo de ação", classificou.
Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar humanitária, teve o certificado de CAC e o porte de arma revogados por determinação de Moraes.
Hoje também, o presidente do PL, Valdemar da Costa Neto, anunciou que uma "reviravolta" no caso Bolsonaro pode acontecer em 15 a 20 dias.
Fonte: https://vespeiro.com/

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