Ângela Vieira e Andréa Nunes em "A Finada Mãe da Madame"
Foto: Ricardo Prado
Estreia nesta quinta-feira, 24, o novo filme de Bernard Attal, "A Finada Mãe da Madame". O longa-metragem retrata, em tom de comédia, a Bahia dos anos 1970 e foi totalmente rodado em Salvador.
"A Finada Mãe da Madame" terá exibição nos principais cinemas
de Salvador (Espaço Itaú de Cinema - Glauber Rocha, UCI Oriente Shopping
da Bahia e no Circuito Sala de Arte).
O filme promete surpreender os espectadores ao retratar o estilo de vida
dos anos 1970, além de garantir boas gargalhadas. Assim é "A Finada Mãe da
Madame", longa com
elenco formado, em sua maioria, por atores baianos - Rafael Medrado, Andréa Nunes, João Lima, Margarida Laporte, Alan Miranda,
Bertrand Duarte, Harildo Deda -, o filme conta com participação especial
da atriz Ângela Vieira, que
vive uma das personagens centrais da trama. O longa, dirigido e roteirizado
por Bernard Attal, é
inspirado na peça do dramaturgo francês Georges Feydeau. A história, inicialmente contextualizada na
França dos anos 1900, foi adaptada para a Bahia dos anos 1970.
Salvador dos anos 1970
Apesar de retratar uma época histórica recente, não foi tão fácil
reconstituir a cenografia da cidade. Para buscar locações com a cara dos anos
1970, foram feitas diversas pesquisas nos bairros da capital, como o Barbalho,
Lagoa do Abaeté, 2 de Julho, Brotas e Ribeira, fugindo, assim, dos pontos
turísticos tradicionais da cidade. "Muitos lugares foram descaracterizados. É
uma pena, já que essa época foi de muita riqueza cultural para a Bahia. Mesmo
assim, conseguimos identificar ruas e prédios interessantes e uma casa com o
perfil que buscávamos, no Barbalho, e a transformamos em um verdadeiro estúdio de
gravação", conta o diretor.
Um filme com a cara da Bahia
Bernard fez questão de escalar atores locais para o elenco. "Como a comédia é um dos pontos fortes do teatro baiano, eu queria aproveitar ao máximo essa fonte impressionante de atores de talentos que temos aqui. A exceção fica por conta da escalação da atriz Ângela Vieira. Achei interessante inserir uma atriz carioca no contexto do filme, para evidenciar que o desprezo que ela sente pelo genro (Rafael Medrado) ocorre também por motivos regionais", destaca.
A atriz Ângela Vieira, que atualmente vive as personagens Lígia, na novela "Pega Pega", e Gisela, na reprise de "Senhora do Destino", na Rede Globo, protagoniza "A Finada Mãe da Madame" e está na expectativa para o lançamento nos cinemas. "O filme é divertido, e conta com excelentes profissionais sob a direção precisa de Bernard Attal. Foi um prazer estar com essa turma", avalia. Veterana no teatro e na TV, Ângela teve participações importantes no cinema, como em "Viva Sapata", de Luiz Carlos Lacerda, a "Angel", de Sergio Rezende.
Comédia
Um filme com a cara da Bahia
Bernard fez questão de escalar atores locais para o elenco. "Como a comédia é um dos pontos fortes do teatro baiano, eu queria aproveitar ao máximo essa fonte impressionante de atores de talentos que temos aqui. A exceção fica por conta da escalação da atriz Ângela Vieira. Achei interessante inserir uma atriz carioca no contexto do filme, para evidenciar que o desprezo que ela sente pelo genro (Rafael Medrado) ocorre também por motivos regionais", destaca.
A atriz Ângela Vieira, que atualmente vive as personagens Lígia, na novela "Pega Pega", e Gisela, na reprise de "Senhora do Destino", na Rede Globo, protagoniza "A Finada Mãe da Madame" e está na expectativa para o lançamento nos cinemas. "O filme é divertido, e conta com excelentes profissionais sob a direção precisa de Bernard Attal. Foi um prazer estar com essa turma", avalia. Veterana no teatro e na TV, Ângela teve participações importantes no cinema, como em "Viva Sapata", de Luiz Carlos Lacerda, a "Angel", de Sergio Rezende.
Comédia
Ao apostar na comédia, gênero que exige maior precisão do ator, o
filme também traz esse desafio para o elenco. "A comédia sempre esteve presente
na minha vida e nos meus trabalhos e Bernard (diretor) me convidou a navegar
num oceano que eu gosto de estar, de 'mergulhar'. A engenhosa
peripécia do filme esteve presente durante toda a filmagem e, como uma
orquestra, com toda a delicadeza que lhe é particular aos detalhes, ouvimos e
nos entregamos, nos divertimos e vivemos o filme", conta o ator Rafael
Medrado.
Sinopse
Na Bahia dos anos 1970, Lúcio (Rafael Medrado), um bancário de 30 anos, volta de madrugada, fantasiado e embriagado, de uma festa no Clube dos Fantoches. Ele deve enfrentar a ira da sua esposa, Terezinha (Andréa Nunes), que aproveita o momento para se queixar da falta de carinho do seu marido e também da sua irresponsabilidade quanto às finanças da casa. A briga finalmente se esgota quando Prudêncio (João Lima) bate na porta da casa. O mordomo anuncia a morte da mãe da madame (Ângela Vieira). A notícia deixa Terezinha desesperada, mas deve resolver o aperto financeiro de Lúcio. Até os empregados da casa resolvem se meter e criar ainda mais confusão na vida burguesa do casal.
Com suas peripécias, seu ritmo rápido e sua trilha sonora da época, o filme busca divertir o público nostálgico de uma Bahia pré-moderna. Apesar do tom leve, faz também uma crítica feroz dos defeitos, preconceitos e pusilanimidade de uma certa classe média baiana.
Na Bahia dos anos 1970, Lúcio (Rafael Medrado), um bancário de 30 anos, volta de madrugada, fantasiado e embriagado, de uma festa no Clube dos Fantoches. Ele deve enfrentar a ira da sua esposa, Terezinha (Andréa Nunes), que aproveita o momento para se queixar da falta de carinho do seu marido e também da sua irresponsabilidade quanto às finanças da casa. A briga finalmente se esgota quando Prudêncio (João Lima) bate na porta da casa. O mordomo anuncia a morte da mãe da madame (Ângela Vieira). A notícia deixa Terezinha desesperada, mas deve resolver o aperto financeiro de Lúcio. Até os empregados da casa resolvem se meter e criar ainda mais confusão na vida burguesa do casal.
Com suas peripécias, seu ritmo rápido e sua trilha sonora da época, o filme busca divertir o público nostálgico de uma Bahia pré-moderna. Apesar do tom leve, faz também uma crítica feroz dos defeitos, preconceitos e pusilanimidade de uma certa classe média baiana.
O diretor
Radicado na Bahia, o diretor e roteirista Bernard Attal lançou seu primeiro longa-metragem em 2013, "A Coleção Invisível", texto adaptado de um drama alemão dos anos 1920 para o Brasil contemporâneo. Com os atores Vladimir Brichta e Walmor Chagas no elenco, foi vencedor de 14 prêmios no circuito dos festivais e exibido em canais fechados como HBO, Canal Brasil e Telecine.
"A Finada Mãe da Madame" foi um dos projetos vencedores do edital 2014 do Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia (Irdeb) e do Fundo Setorial de Audiovisual da Agência Nacional de Cinema (Ancine).
Radicado na Bahia, o diretor e roteirista Bernard Attal lançou seu primeiro longa-metragem em 2013, "A Coleção Invisível", texto adaptado de um drama alemão dos anos 1920 para o Brasil contemporâneo. Com os atores Vladimir Brichta e Walmor Chagas no elenco, foi vencedor de 14 prêmios no circuito dos festivais e exibido em canais fechados como HBO, Canal Brasil e Telecine.
"A Finada Mãe da Madame" foi um dos projetos vencedores do edital 2014 do Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia (Irdeb) e do Fundo Setorial de Audiovisual da Agência Nacional de Cinema (Ancine).
(Com informações de Marcos Paulo Sales, da Clube Press - Assessoria de
Comunicação)
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