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quinta-feira, 9 de janeiro de 2025

Chanchada faz paródia com western clássico



A chanchada "Matar ou Correr", de Carlos Manga, 1954, foi revista nesta quinta-feira, 9. Trata-se de p
aródia inspirada no clássico western "Matar ou Morrer", de Fred Zinnemann, 1952.
City Down é um pequeno lugar onde reina a injustiça e a impunidade, graças à atuação de Jesse Gordon (José Lewgoy), o bandido local. Mas a situação se transforma quando Kid Bolha (Oscarito) e Cisco Kada (Grande Otelo), por acaso, prendem Gordon, para em seguida serem nomeados xerifes. Mas tudo se complica quando o bandido escapa da prisão, prometendo vingança. Porém, com ajuda de Roy Lawton (Altair Vilar), o facínora é preso novamente. 
Renato Restier faz Bob, o dono do cabaré; John Herbert (Bill), Wilson Viana (Gringo), Wilson Grey (Ringo), mais Nelson Dantas, Carlos Costa e Walter Quinteros.
No elenco feminino: Inalda de Carvalho (Hellen), e Julie Bardot (Bela), as duas na foto, Suzy Kirby (noiva abandonada), mais Diclea, Ione, Marlene, e Rojan, como as dançarinas de can-can.

Não se faz mais filmes como antigamente

 


O filme de ação e aventura, com alívios cômicos, "Homens do Deserto" (Ten Tall Men), de Willis Goldbeck, 1951, foi visto nesta quarta-feira, 9. Filmes sobre a Legião Estrangeira eram populares na época.
Mais um exemplar para confirmar que não se faz mais filmes como antigamente. Até filmes modestos como esse. Saudade de Hollywood dos anos 50.  Os filmes atuais são infestados de CGI.
Na trama, o sargento Mike Kincid (Burt Lancaster) da Legião Estrangeira descobre, através de um prisioneiro rif, Yussif (Donald Randolph), que um ataque será feito em breve por Khalif Hussin (Gerard Mohr) no posto avançado da Legião, em Tarfa, no Marrocos. Kincaid se oferece ao tenente Kruger (Stephen Bekassy), - que prendeu o sargento por paquerar sua garota, Maria De Latour (Mari Blanchard) - para liderar outros nove legionários (papéis de Gilbert Roland, Kieron Moore, George Tobias, John Dehner, Nick Dennis, Mike Mazurki, Michael Pate, Ian MacDonald e Henry Rowland) em uma missão para atrasar o ataque até que os reforços franceses cheguem. Quando ele descobre que Hussin planeja casar com Mahla (Jody Lawrance), filha do sheik Ben Allal (Raymond Greenleaf), de uma tribo rival, para construir uma coalizão contra os franceses, o sargento sequestra a garota. Hussin a resgata de volta, mas o seu ataque a Tarfa está desmoronando e Mahla se apaixona por Kincaid.
Curiosidades
- Esse foi o terceiro filme de aventuras de Burt Lancaster.
- Além das belas Jody Lawrance e Mari Blanchard, aparecem outras beldades no cast feminino: Charlita, Dianna Dawson, Edith Sheets, Gwen Caldwell, Helen Reichman, Joanne Arnold, Joy Windsor, Rita Conde e Sherry Moreland. 
- O filme foi terminado pelo diretor Robert Parrish.
- O cineasta Robert Aldrich aparece como assistente de produção.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2025

Filmes em Exibição no Orient CinePlace Boulevard

Por Dimas Oliveira e Milena Batista

LANÇAMENTOS NACIONAIS


RM: RIGHT PEOPLE, WRONG PLACE
 (RM: Right People, Weong Place), de Seokjun Lee, 2024. Documentário 
sobre a vida de RM, líder do BTS, enquanto ele navega pela fama global e trabalha em seu segundo álbum solo, proporcionando um vislumbre íntimo de sua jornada criativa por várias cidades. Cópia dublada. Duração: 80 minutos. Não recomendado para menores de 10 anos. Horários: 19 horas, na quinta-feira, 9, e na sexta-feira, 10; e 15 horas, no sábado, 11, e no domingo, 12. 

CHICO BENTO E A GOIABEIRA MARAVIOSA
, Fernando Fraiha, 2024. Com Isaac Amendoim, Taís Araújo, Debora Falabella e Ana Julia Dias. Avemtura infantil.
 Chico Bento e sua turma precisam se unir para salvar a goiabeira de Nhô Lau quando ela é colocada em risco pelo arrogante coronel Agripino. Duração: 102 minutos. Classificação: Livre. Horários: 15 e 17 horas, na quinta-feira, 11; 3, 15 e 19 horas, na sexta-feira, 10, e de domingo, 12, a quarta-feira, 15; e 16h45 e 18h45, no sábado, 11.

CONTINUAÇÕES


NOSFERATU
 (Nosferatu)
, de Robert Eggers, 2024. Com Lily-Rose Depp, Nicholas Hoult, Bill Skarsgard, Aaron Taylor-Johnson e Willem Dafoe. Horror. Na Alemanha do século XIX, um conto gótico sobre a obsessão entre uma jovem mulher assombrada e o aterrorizante vampiro da Transilvânioa apaixonado por ela e que a persegue, trazendo consigo um horror incalculável. Segunda semana. Cópia dublada. Duração: 133 minutos. Não recomendado para menores de 16 anos. Horário: 20h45.

O AUTO DA COMPADECIDA 2
, de Guel Arraes, 2024. Com Matheus Nachtergaele. Selton Mello, 
Taís Araujo e Virginia Cavendish. Comédia. Depois de 20 anos desaparecido, João Grilo retorna à pequena Taperoá para se juntar ao seu velho companheiro Chicó. Ele é recebido como uma celebridade na cidade. Afinal, reza a lenda que havia sido morto por bala de espingarda e ressuscitado após um julgamento que tinha o Diabo como acusador, Nossa Senhora como defensora e o próprio Jesus Cristo como juiz. Disputado como principal cabo eleitoral pelos dois políticos mais poderosos da cidade, ele faz de tudo para finalmente aplicar o golpe que vai lhe render muito dinheiro e, quem sabe, vida mansa. Só que nada sai como planejado e ele acaba alvejado pelo mesmo cabra que o havia matado anos antes. Será que a Compadecida vai intervir para salvá-lo novamente? Terceira semana. Duração: 113 minutos. Não recomendado para menores de 12 anos. Horários: 14 horas, 16h20, 18h40. 20h30 e 21 horas.

SONIC 3: O FILME (Sonic the Hedgehog 3), de Jeff Fowler, 2024. Com Jim Carrey, James Marsden, Tika Sumpter e Krysten Ritter. L
ive action e animação. Sonic, Knuckles e Tails se reúnem contra um novo e poderoso adversário, Shadow, um vilão misterioso com poderes diferentes de tudo o que já enfrentaram antes. Com suas habilidades excepcionais, a Equipe Sonic busca uma aliança improvável. Terceira semana. Cópia dublada. Duração: 110 minutos. Classificação: livre. Horários: 13h30, 15h45 e 18h05.

MUFASA: O REI LEÃO
 (Mufasa: The King Lion), de BarryJenkins, 2024. Animação. 
Mufasa, um filhote perdido e sozinho, conhece um simpático leãozinho chamado Tala, o herdeiro de uma linhagem real. O encontro casual dá início a uma jornada transformadora de um grupo de desajustados em busca de seus destinos. Quarta semana. Cópia dublada. Duração: 118 minutos. Classificação: Livre. Horários: 13h20, 15h50 e 18h20. 

MOANA 2 (Moana 2), de David G. Derrick Jr, Jason Hand e Dana Ledoux Miller, 2024. Animação. Após receber um chamado de seus ancestrais, Moana parte em uma jornada nos mares distantes da Oceania, desbravando águas perigosas, rumo a uma aventura diferente de todas as que já viveu. Sétima semana. Cópia dublada. Classificação: Livre. Duração: 100 minutos. Horários: 13 horas e 20h45, na quinta-feira, 9, e no sábado, 11; 17 e 21 horas, na sexta-feira, 10, e de domingo, 12 a terça-feira, 15.

Programação até  quarta-feira, 15/01/2025

Importância de "Velozes e Furiosos"


Há 70 anos, em 1954, o filme noir "Velozes e Furiosos" (The Fast and the Furious), em preto & branco com ação e drama, com produção de Roger Corman e co-dirigido por John Ireland - seu segundo filme atrás das câmeras - o primeiro foi o western "Hannah Lee: An American Primitive", em 1953. Foi visto na noite desta quarta-feira, 8.

O filme B foi rodado em nove dias com custo de 50 mil dólares. No elenco, Roger Corman faz um dos pilotos. O restante do elenco é desconhecido, à exceção de Iris Adrian e Snub Pollard. Na trilha sonora, Chet Baker e Seu Quarteto. Tem importância por ter seu título original licenciado para a franquia iniciada em 2001, que em 2023 chegou à sua décima produção, com Vin Diesel e companhia.

Na trama, um fugitivo, Frank Webster (John Ireland) acusado injustamente de assassinato sequestra uma bela mulher, Connie Adair (Dorothy Malone), que está indo disputar uma corrida de carros com seu Jaguar esportivo e veloz, perto da fronteira com o México. Ele quer limpar seu nome, mas a polícia o persegue.


Fim de checagem de fatos no Facebook, Instagram, Threads e Whatsapp



O executivo do grupo Meta Mark Zuckerberg, controlador do Facebook, Instagram, Threads e Whatsapp, anunciou o fim da checagem de fatos por suas plataformas.
Ele afirmou que a empresa vai adotar o modelo de notas da comunidade, que são informações incluídas pelos próprios usuários em cima de algum conteúdo.

"Atrizes" e "Danço Para Minha Mãe" nos dias 24 e 25


Cristina Leifer e Christiane Veigga em "Atrizes"

Apresentação em processo das peças "Atrizes" e "Danço Para Minha Mãe", na sexta-feira, 24, e no sábado, 25, às 20 horas, no Teatro Sesi Rio Vermelho, em Salvador.
"Somos um percurso. Um caminho. Muitas curvas sinuosas, mas ainda estamos aqui! Fazendo teatro! Bancando o nosso desejo! Estar em cena hoje, sem patrocínio, é um ato de amor ao Teatro! Evoé Baco!", afirma a atriz feirense Christiane Veigga, que diz mais:  "'Atrizes' é a força ancestral de Dionísio, o deus do teatro! Bora?
Comentários espontâneos:
"Imperdível! Ao mesmo tempo que levamos um soco no estômago, reconhecemos a importância e a necessidade de ver e ouvir vocês. Não perderei uma apresentação de vocês, sinto que terá uma necessidade de continuação internalizada na gente" - Maria Paquelet, pedagoga. 
"Somente quem viu pôde sentir a beleza da apresentação. Espetacular!" - Graça Gesteira, professora.
"Foi intenso e pulsante! Aguardo a data da próxima apresentação!" - Fernanda Carvalho, jornalista
"Atrizes" é uma dramaturgia escrita a quatro mãos. Com humor e reflexão, duas atrizes, Cristina Leifer e Christiane Veigga, tentam ensaiar uma peça sobre suas experiências vividas na pandemia, um luto e um diagnóstico de câncer, e se questionam sobre a frágil distinção entre ficção e realidade e o absurdo non sense das catástrofes pessoais e coletivas.
"Danço Para Minha Mãe" é uma dramaturgia intimista que começou a ser escrita em 2022 pela atriz Cristina Leifer sobre o seu convívio com a sua mãe em "estado vegetativo". Cristina bate um papo descontraído com o público e traduz em poesia a experiência vivida com a sua mãe.

Adquira seu ingresso no SYMPLA:  

https://www.sympla.com.br/evento/atrizes-danco-para-minha-mae/2784375?share_id=copiarlink

Milena Batista, minha personal fotógrafa

Nesta quarta-feira, 8 de janeiro, Dia do Fotógrafo. Celebração no Brasil que lembra a chegada da fotografia ao país. A data remonta a 8 de janeiro de 1840, quando o francês Louis Compte, discípulo de Louis Daguerre, apresentou pela primeira vez o daguerreótipo no país.

Assim, esta data é uma homenagem a todos os fotógrafos que transformam olhares em imagens que contam histórias e eternizam momentos.

Fotografar é ver o mundo com outros olhares. É perceber detalhes que passam despercebidos e que nem sempre precisam de palavras.

terça-feira, 7 de janeiro de 2025

Morre cantor e compositor Carlos Pitta


TODOS OS CAMINHOS LEVAM A FEIRA DE SANTANA

Letra: Carlos Pitta
Cantada por: Carlos Pitta
Todos os caminhos levam a Feira de Santana
O bem e o mal passam em Feira de Santana
A estação orbital passa em Feira de Santana
O rio que vai pro mar passa em Feira de Santana
O Touro do Sertão passa em Feira de Santana
Passa o pente no cabelo
Passa o dedo pelo anel
Passa o camelo na agulha
Passa a rosa pelo mel
Passa a estrela matutina
Passa a festa que é junina
Passa o meio do mundo
Passa o disco pelo céu
Todos caminhos levam a Feira de Santana
O trem já passou
Passaram Domingos e Ana
Passou o meio da feira
Passou por Feira de Santana
Passou o Rei do Baião
Passou a sorte da cigana
Micareta tá na cara
Passa por Feira de Santana
O blue da encruzilhada
Passa por Feira de Santana
O começo da estrada
Passa por Feira de Santana, 
Todos caminhos passam por Feira de Santana

O cantor e compositor feirense Carlos Pitta faleceu nesta terça-feira, 7, aos 69 anos. Foi um artista que exaltava o nome da Princesa do Sertão pelos quatro cantos do mundo, como na música "Todos Caminhos Passam Por Feira de Santana". 

Tinha uma carreira bem sucedida iniciada em 1981, quando gravou o primeiro e premiado disco "Águas do São Francisco - Lendas". Outros discos: "Fotos, Baladas e Recordações", "Brisa", bem como o livro/disco "A Lenda do Pássaro Que Roubou o Fogo", de Myrian Fraga, 1983, pela Edições Macunaima, com  músicas de Pitta e gravuras de Calazans Neto. "Cometa Mambembe" é seu maior sucesso.

Com mais de 40 anos de trajetória, o profissional da música tinha mais de 10 discos lançados e uma vida dedicada à música popular brasileira.

No Dia da Cidade, em 18 de setembro de 2008, ele recebeu a Ordem Municipal do Mérito de Feira de Santana, na classe de Oficial.

Em 16 de outubro de 2008, ele foi condecorado pela Câmara Municipal com a Comenda Maestro Tertuliano Ferreira dos Santos. A homenagem foi uma iniciativa do ex-vereador.

Em 10 de novembro de 2015, ele recebeu a Medalha Godofredo Rabello de Figueiredo Filho, da Câmara Municipal de Feira de Santana.

Carlos Piter de ontem, Carlos Pitta de hoje

Nos anos 70, ainda conhecido como Carlos Piter, depois Carlos Pita (com um tê), escreveu para o "Jornal da Bahia". Em 1973, atuou na peça "O Boi e o Burro a Caminho de Belém"; dirigiu o espetáculo musical "Sinfonia Nordestina". Nesse mesmo ano, dirigiu o show musical "Depoimento". No final de 1973, apareceu no filme Super 8 "Corpo a Corpo", de Dimas Oliveira. Em 1974, apareceu no palco em "Teatro de Cordel" e "Em Busca de uma Canção Mágica". Em 1976, música original de "Ciganos do Nordeste", de Olney São Paulo. Em 1983, musicou a animação "Boi Aruá", de Chico Liberato. Em 1985, compôs a trilha sonora do balé "Lucas da Feira", montado pela Earte. Em 1990, com a mesma trilha, apresentou "A Volta de Lucas da Feira".

Em 1984, participou do Projeto Pixinguinha, com apresentação no Cine Íris. No mesmo local, um ano depois, apresentou o show "Brisa".

Em 2007, na sétima edição do Festival Vozes da Terra, participou da comissão julgadora.

Em 2009, assinou o prefácio de "Um Elefante no Telhado", de Edmundo Carôso, que considera Pitta como "parceiro de vida, amigo, estreando com ele na revista 'Hera', em 1973".

Em 2010, no Terceiro Festival de Sanfoneiros, participou da comissão julgadora. Nesse mesmo mês, esteve no show "Quinta do Som e da Paz", com Tetê Espíndola e Gereba. 

Pitta foi consultor do Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca) na área de Música.

Em 17 de dezembro de 2014, o G1 publicou a nota "Conheça 12 personalidades que levaram o nome de Feira de Santana pelo mundo". Carlos Pitta é um dos nomes.

Foi secretário de Turismo de Jandaíra, no Litoral Norte, onde fica o povoado de Mangue Seco, cenário da novela,em 2011.

Nova edição do Open Day Acbeu Makerspace já tem data marcada para 2025


Iniciativa acontece na sexta-feira, 10, e terá atividades com instrumentos de última geração, como impressora 3D e cortador a laser


Na sexta-feira, 10, a Associação Cultural Brasil-Estados Unidos (Acbeu) abre suas portas para o primeiro evento do ano: a nova edição do Open Day Acbeu Makerspace. O evento, que é uma realização do Maker Education, é gratuito e aberto ao público, oferecendo uma oportunidade única de imersão na cultura maker, um universo que vem ganhando cada vez mais destaque pela sua capacidade de integrar criatividade, tecnologia e inovação. 
O evento acontece na sede do Makerspace Acbeu, localizada na Avenida Professor Magalhães Neto, 1520, Pituba, em Salvador, das 13h30 às 17h30.  Essa é uma iniciativa mensal, que permite que os participantes explorem e utilizem instrumentos de última geração do universo maker, como impressora 3D, cortadora a laser e bancada de ferramentas. 

O Open Day Acbeu Makerspace tem o objetivo de conectar a comunidade com o universo da criação e da inovação, proporcionando uma experiência prática e estimulante. As inscrições, gratuitas, podem ser feitas pelo Sympla (bit.ly/Open-Day-Makerspace-5). 


Enviado por divulgacao@comunicativaassociados.com.br

segunda-feira, 6 de janeiro de 2025

"Teatro Brasileiro - Origem e Mudanças", de Olney São Paulo

Assista ao vídeo

Em 1975, Olney São Paulo dirigiu o documentário "Teatro Brasileiro - Origem e Mudanças", em cores, com 12 minutos de duração. Fotografia de Ronaldo Foster e montagem de Severino Dadá. Produção do Instituto Nacional do Cinema (INC).
Trata-se de um panorama do teatro brasileiro a partir do início do século XX, com os comediantes e as mudanças intoduzidas nas raízes do Teatro Brasileiro de Comédia (TB), Teatro Maria Della Costa, Teatro dos Sete e companhia. Tônia Carrero, Adolfo Celi e Paulo Autran no processo de renovação. A contribuição do Teatro de Arena.

"Teatro Brasileiro: Novas Tendências", de Olney São Paulo


Assista ao vídeo

Em 1974, Olney São Paulo roteirizou e dirigiu o documentário "Teatro Brasileiro - Novas Tendências", em cores, com 12 minutos de duração. Fotografia de Ronaldo Foster e montagem de Severino Dadá. Produção do Instituto Nacional do Cinema (INC) e do Departament de Regina Filmes. Narração de Paulo Cesar Peréio
O filme, dedicado ao teatro brasileiro da década de 1950 e 1960, dá destaque a grupos como Teatro de Arena, Teatro Brasileiro de Comédia e Teatro Oficina. O foco da abordagem se constrói através da relação entre música e teatro. Além disso, o material dá destaque a influência da música na estética e estruturas dramatúrgicas de parte dos coletivos mencionados no pequeno documentário.

Comédia romântica musical de Elvis Presley


Não conhecia a comédia romântica musical "O Barco do Amor" (Clambake), de Arthur H. Nader, 1967. Tive a oportunidade de assistir ao filme nesta segunda-feira, 6. Como a maioria dos filmes de Elvis Presley é descontraído e divertido. Próprio de sessão da tarde.

Scott Heyward (Elvis Presley), filho do milionário Duster Heyward (James Gregory), está cansado de garotas bajulando-o por causa de sua riqueza. Quando ele conhece Tom Wilson (Will Hutchins), que está a caminho de seu novo emprego como instrutor de esqui aquático em um hotel, eles invejam a vida um do outro - e decidem trocar de lugar. Scott finge ser Tom e Tom vive fingindo ser Scott. Scott conhece Dianne Carter (Shelley Fabares), que está tentando conquistar um cara rico, e quando o playboy James J. Jamison III (Bill Bixby) chama sua atenção, ela pede a Scott para ajudá-la a conquistá-lo. Scott concorda, mas também se sente atraído por ela. Scott também decide restaurar um barco para uma corrida de lancha que acontecerá em Miami Beach, mas ele está usando um novo produto químico experimental que não retém água, o que seu pai o proibiu de usar.

Ainda no elenco: Gary Merrill, Marj Dusay, Sue England mais presença de Teri Garr e participção especial de Lee Majors.

Elvis canta - e dança - oito canções: "Clambake" (Assado de Mariscos), título original do filme, "Who Needs Money?" ("A House That Has") "Everything But Love", "Confidence", "You Don't Know Me", "Hey, Hey, Hey", "The Girl I Never Loved", e "How Can You Lose What You Never Had".

Lembrança de evento de cinema nos anos 60


Antes de realizar seu primeiro longa-metragem, "O Grito da Terra", em 1964, o cineasta Olney São Paulo (07.08.1936-15.02.1978) participou do filme de Nelson Pereira dos Santos, "Mandacaru Vermelho", realizado em 1962, atuando na continuidade. Naquela época ocorreu um evento que reuniu o pessoal de cinema em Feira de Santana.
A foto, tirada na sala de espera do Cine Santanópolis, mostra Olney, o segundo sentado a partir da esquerda. Ele está ao lado de Mozart Cintra, ator de "Mandacaru Vermelho". O último sentado, à direita, é o músico e publicitário Antonio Miranda, que também fez cinema e teatro.
Em pé, aparecem os irmãos Antonio Álvaro e Jaime Almeida, o segundo e o terceiro, mais Gilberto Duarte, o último. Os três faziam parte da Associação Feirense dos Críticos Cinematográficos (AFCC), assim como Olney, Miranda mais José Carlos Teixeira e Luciano Ribeiro - que não aparecem na foto. As demais pessoas na foto não foram identificadas.
Na foto ainda pode se ver detalhes dos motivos egípcios da sala de espera, criados pela arquiteta Yeda Barradas Carneiro.