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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

"Davos, Havana e a cavala em Lisboa"


Por José Carlos Sepúlveda da Fonseca
A presidente Dilma Rousseff esteve há dias em Davos, na Suíça, para participar do Fórum Econômico Mundial. Ali discursou e, bem ao estilo nacional-socialista que inspira seu governo, fez da propaganda a grande peça.
Entretanto, o 'Financial Times' afirmou em artigo que o Brasil foi o grande perdedor em Davos, pois deixou uma percepção de falta de investimentos e "não foi fácil ouvir alguma notícia positiva a respeito do País".
Depois de vender na Suíça uma realidade fantasiosa a respeito da situação econômica do Brasil, Dilma Rousseff rumou para Cuba, onde foi despejar rios de dinheiro do contribuinte brasileiro para socorrer o moribundo regime comuno-castrista.
Escala técnica
Mas… a viagem teve uma "escala técnica" em Lisboa, não prevista, segundo a versão oficial do governo. A presidente e sua comitiva desembarcaram em Lisboa, onde passaram o sábado, dia 25 e a manhã de domingo.
Nada foi divulgado para a imprensa e o governo cercou de sigilo a ida de Dilma e de sua comitiva a Lisboa. A versão veiculada primeiramente pela ministra da Comunicação Social, Helena Chagas, e reiterada pelo Ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, de que a ida a Lisboa não estava prevista, tendo sido decidida no momento da saída de solo suíço, foi desmentida por autoridades do governo português, avisadas vários dias antes.
De modo enigmático, a passagem de Dilma em Lisboa só passou a constar da agenda oficial da Presidente, após a imprensa revelar a misteriosa escala e quando Dilma já se encontrava em pleno vôo, rumo a Havana.
Gastos particulares ou oficiais?
Bem ao estilo de certa esquerda populista, mas de hábitos inescrupulosos, a presidente Dilma foi estadear-se, com parte de sua comitiva, no restaurante Eleven, um dos mais sofisticados de Lisboa, onde o chef Joachim Koerper (na foto) lhe serviu um peixe típico, chamado cavala. E foi em 45 quartos dos famosos hotéis Ritz e Tivoli que a Presidente e sua comitiva pernoitaram.
O pagamento das despesas, durante a “parada técnica”, permanece e permanecerá um enigma. Isso porque o governo Dilma aumentou o sigilo sobre as despesas feitas pela Secretaria de Administração da Presidência com seus cartões corporativos, que englobam as despesas da presidente, inclusive em viagens. Só em 2013, tais pagamentos somaram R$ 5,64 milhões, na sua quase totalidade sem conteúdo revelado, por razões de "segurança".
Dilma alegou em entrevista que o restaurante em Lisboa foi pago pelos comensais, mas a hospedagem não mereceu uma explicação da mandatária. Além do que, é bom recordar, no que diz respeito ao pagamento do jantar, ministros em viagem recebem ajudas de custo de 460 dólares por dia.
Sigilo e mentiras oficiais
Em todo este episódio chamam a atenção não apenas a farra sigilosa em Lisboa, mas as inúmeras mentiras que a cercaram.
Como já afirmei, as autoridades portuguesas desmentiram a versão de que a "escala técnica" foi decidida na hora de sair da Suíça.
Por outro lado, a razão alegada para tal "escala técnica" foi a de que o Aerolula não teria autonomia de vôo para viajar de Zurique a Havana. Tal alegação foi desmentida na imprensa, com dados técnicos, mas ainda que verdadeira bastaria pouco mais de uma hora para reabastecer a aeronave presidencial.
O enigma que cercou a viagem da Presidente Dilma Rousseff a Lisboa impõe uma investigação séria e não apenas um arremedo de mobilização da chamada oposição. Uma questão se impõe: será que todo esse sigilo e as mentiras e enganos subsequentes foram apenas para permitir à Presidente comer cavala em Lisboa? Um governo que engana e mente desta forma a seus compatriotas e eleitores merece credibilidade? E não prevarica em suas obrigações? É nisto que consiste o tão propalado espírito "democrático e republicano" de que falou a Presidente em sua entrevista ao tentar dar alguma explicação para o ocorrido?
Uma vez mais o governo petista abusa do poder e achincalha as instituições, ante a quase completa atonia cúmplice da assim chamada oposição.
Excessos sigilosos
O artigo 'Excessos sigilosos', de Dora Krammer, no 'Estado de S. Paulo' (30 de janeiro), lança algumas luzes sobre o episódio. Convido-os a fazer a leitura do mesmo:
"Dizer que Dilma Rousseff não entendeu direito a essência da reação crítica à sua escala técnica de 15 horas em Lisboa para abastecer o avião que a levava da Suíça a Cuba seria menosprezar a capacidade da presidente (e de seus conselheiros) de tergiversar.
Como qualquer ser humano dotado de um mínimo de habilidade cognitiva, ela compreendeu perfeitamente do que se trata. Mas, convenientemente, preferiu dissertar de maneira professoral sobre a divisão da despesa entre os participantes do jantar no restaurante Eleven, na capital portuguesa.
“Eu escolho o restaurante que for porque eu pago a minha conta", iniciou ao seu peculiar modo autossuficiente, para continuar austera - "não há a menor condição de eu usar o cartão corporativo e misturar o que é consumo privado e público" - e encerrar em figurino exemplar: "No meu aniversário (em Moscou) eu também paguei. Tem gente que acha esquisito uma presidente dividir a conta. Acho isso extremamente democrático e republicano".
E por aí foi detalhando suas exigências na partilha dos gastos com almoços e jantares; falou sobre a autonomia de vôo da aeronave presidencial (um problema também enfrentado pelos governos do México e da Argentina, ficamos sabendo) e das escalas cogitadas até a opção por Portugal.
Como se as questões em tela fossem essas. Pagar a conta do restaurante em compromissos privados pode até não ser um hábito entre autoridades brasileiras, mas trata-se de uma obrigação. E, no caso, de um instrumento de rodeio.
As despesas de hospedagem em dois hotéis de luxo - suíte presidencial a R$ 26 mil - e transporte da comitiva ficaram fora da dissertação presidencial. Assim como ficaram e ficarão longe da vista e dos ouvidos dos cidadãos por que, por determinação da zelosa presidente, os gastos com viagens presidenciais passaram a ser incluídos entre as informações a serem mantidas em sigilo.
E é desse segredo que se cuida. A ele também se dá o nome de ausência de transparência, que fere o artigo 37 da Constituição onde estão previstos os pressupostos a serem obedecidos pelos ocupantes de cargos na administração pública.
O argumento da Presidência ao baixar a norma foi a genérica alegação de razões de segurança. É de se perguntar no que a segurança presidencial estaria ameaçada se o público soubesse o quanto está pagando pelas despesas das comitivas oficiais mundo afora.
Mas a presidente não reivindica apenas o direito de gastar sem dar satisfação. Quer, nessas viagens, aproveitar as escalas técnicas para passear e ter alguns momentos de lazer como "cidadã comum", longe dos olhos da imprensa. Vale dizer, do País.
Por esse método, desde 2012 fez seis paradas que só apareceram depois na agenda oficial. Desta vez, soube-se que estava em Lisboa porque o Estado descobriu. A Presidência justificou que a decisão havia sido tomada de última hora, no sábado, e o governo português desmentiu; fora avisado na quinta-feira.
Não há outro jeito de dizer: o governo brasileiro mentiu. E a presidente da República, cobrada, fez-se de desentendida. Não há razão para isso.
Se a chefe do governo quer momentos de folga em suas viagens internacionais, deveria dizer isso com clareza, sem usar o subterfúgio da parada técnica porque o reabastecimento do avião é algo a ser resolvido com alguma rapidez.
Não é preciso desembarcar a comitiva, transportá-la, hospedá-la, proporcionar-lhe lazer e levá-la de novo ao cumprimento da próxima etapa de trabalho. O fato de nesse meio tempo cada um pagar a sua parte na conta do restaurante, francamente, é o de menos."
José Carlos Sepúlveda da Fonseca edita o blog Radar da Mídia.
Fonte: "Mídia Sem Máscara"



Quem inaugurou o Teatro Margarida Ribeiro



O Teatro Margarida Ribeiro inaugurado em 1971 - situado na rua Carlos Gomes – gravado na memória como uma imagem "ezumada" da cena feirense começou com o espetáculo "Cleóputo", de Antonio Miranda (último agachado). O cartaz foi criado pelo artista plástico Lito.
Foi um espetáculo com várias estórias, interpretadas por Ronaldo Santos (falecido), Getúlio Marinho (falecido), Gilberto Duarte (mora em Salvador), Edson Baptista (mora em Humildes), Alvalice Mércia, Aliomar Simas (falecido), Ideval Alves (mora em Salvador), José Brandão (está voltando do Rio de Janeiro), em pé. Geraldo Lima, Alvalinda Márcia, Naron Vasconcelos, Dimas Oliveira, Edna Batista e Maria das Graças, agachados. Mary Barbosa (mora no Rio de Janeiro e está em dias baianos), que atuou na peça, não aparece na foto.

"Acelera lá"



Na Internet, já tem gente encontrando sentido para a sigla do PAC, inventada pelos petistas: Programa de Aceleração em Cuba.
Fonte: Cláudio Humberto

Reclame do passado


"O 'beijo gay' de 'Amor à Vida', da TV Globo, foi, na verdade, expressão de machismo numa novela heterofóbica e que detestava as mulheres"



Por Reinaldo Azevredo
Ai, que preguiça! Aqui e ali se pergunta por que não escrevi sobre o "primeiro beijo gay" nas novelas, se estou fugindo de temas polêmicos… Ô se estou!!! Como podem ver, aqui, na Folha ou na Jovem Pan, só tenho aplaudido consensos, não é mesmo? Tenham paciência! Mas se é para embarcar na polêmica dando algum relevo ao que não tem a menor importância, então vamos tratar do que interessa. Não escrevi porque estava tomando sol, entendem? Preciso elevar a minha vitamina D… Tenho, nos períodos de inverno, aquele branco meio cadavérico, mas não porque não goste de sol. É falta de tempo mesmo. Vi depois. Beijo gay? Desculpem a falta de jeito e talvez alguns fiquem chocados, mas beijo sem língua não vale.
O beijo entre Felix (Matheus Solano) e Nico (Thiago Fragoso) foi só um pouquinho mais ousado do que o trocado pelos atores Vida Alves e Walter Forster na novela "Sua Vida Me Pertence", de 1951, dez anos antes de eu nascer. E, santo Deus!, eu já tenho 52! Foi um beijo que não ousou dizer seu nome. Terno, sim, todo casinha, uma transa, assim, literalmente papai-e-papai - num mundo, aliás, em que, se notaram bem, mulher só servia como empregada: Felix, Nico, o pai rabugento e estropiado, os dois garotos e… a mulher de uniforme branco. Se houvesse um cachorrinho na casa, não seria uma cadelinha, pelo visto. E já trato da misoginia escancarada dessa novela.
Pra começo de conversa, não é o primeiro beijo gay em novela. Já houve um lésbico numa da Record, não? Segundo consta - e não vi mesmo -, há duas jovens se pegando no BBB, com beijos de boca destrancada, não é isso? Duas questões, então, se colocam:
- beijo gay de mulheres não vale? Não é revolucionário o bastante?
- beijo entre mulheres não provoca frisson político? Por que não?
Explico. Porque as mulheres, vejam vocês, ainda são, sim discriminadas de várias formas no país e na política. A militância gay - e não venham torrar a minha paciência com mimimi - não gosta muito das lésbicas, como elas sabem e como eles sabem. Mais: o beijo lésbico não gera muita confusão porque, no fim das contas, boa parte da macharia "curte o lance" - não é mesmo? E as mulheres são oferecidas, a exemplo do que ocorre no BBB, à "espiação" (se me permitem, com “s” mesmo…) e à expiação. Ou por outra: o rala-e-rola entre as moças serve ao voyeurismo masculino; aquele feito por homens não costuma excitar a imaginação das mulheres - não há testemunhos a respeito que eu saiba; não interessa aos homens heterossexuais e é dirigido exclusivamente ao público gay - aos, em suma, homens, que seguem sendo protagonistas, porque homens, da militância gay,
No fim das contas, seja pela qualidade do beijo - aquela coisa de boca fechada, quase com nojinho -, seja pelo protagonismo político que a coisa ganhou, e dado que já houve beijo lésbico, bem mais quente -, foi, de verdade, um beijo ainda machista, de uma cultura idem. Porque, convenham, ninguém gosta tanto do universo masculino como os gays, certo?
Essas coisas são tramas do marketing, entendo. Foi um primeiro passo. Agora, aguarda-se algum tempo até a língua, quem sabe?, a depender da reação do público. Aqui e ali, no entanto, vejo gente dizendo: "Ah, mas foi bonito, né, gente? Não pareceu sacanagem". Claro que não! Gays quando se beijam estão fazendo a revolução universal. Ah, tenham paciência!
A novela
Vi pouco a novela porque, como podem notar, estou sempre trabalhando naquele período. E não vai preconceito nenhum. Já acompanhei algumas com interesse. Gosto de Manoel Carlos, o que vem aí… Não sei como vai ser desta vez. Suas tramas costumam ter poucas peripécias e apelar quase nada ao "maravilhoso". Passei a acompanhar alguns capítulos da novela de Walcy Carrasco porque me falaram da atuação espetacular do ator Matheus Solano, que me pareceu, de fato, muito bom, com um tempo para a comédia e para a ironia de quem entende o seu ofício.
Dá para compreender por que sua personagem chamou tanto a atenção. Os demais eram de uma pobreza dramática e agrediam de tal sorte a verossimilhança que beiravam o patético. O pai homofóbico, representando por Antonio Fagundes (nada a ver com as qualidades do ator), era um caricatura grotesca. Aliás, tudo bem penado - chamem pela memória -, o único casal, digamos, convencional, próximo da esmagadora maioria dos brasileiros, eram Paloma e Bruno, tão excitantes como um pudim de isopor. No fim das contas, a equipe de Carrasco não tinha, de verdade, nada a escrever sobre os dois porque não consegue, em suma, ver transcendência nenhuma no amor de um homem e de uma… mulher.
Os demais casais heterossexuais que se firmaram tinham sempre uma nota de rodapé de "diferença": a ricaça mais velha pega o motorista fortão; o médico recém-formado, uma enfermeira coroa; um alto executivo escolhe uma ex-chacrete exuberante da periferia; uma periguete pobre e maluca se interessa por um desocupado profissional que depois vira funkeiro ou sei lá o quê; até a mãe de família, mulher do dono de um boteco, se revela uma ex de um diretor de hospital, sai de casa para viver o romance, volta para o marido bronco, do nada, sem revelar nem por que foi nem por que voltou…
Mas nenhum casal representou, digamos, a heterossexualidade que se mostrava doentia e decadente como Cesar, o pai homofóbico (severamente punido; quem mandou?) e Aline, aquela que, vá lá, inicialmente, tinha motivos para se vingar, mas foi além da conta - uma psicopata talvez. Para ela e para ele, não houve remissão, não! De jeito nenhum! Cesar é severamente punido por seu amor à moda antiga - e, até onde se sabe, ele foi um bom marido para a jovem mulher, sinceramente apaixonado. Termina seus dias dependente do filho que tanto desprezou.
Deem um bom motivo para a mudança da "bicha má". Essa história de que Félix foi salvo pelo público é conversa mole. Errado! Walcyr Carrasco conduziu a história para fazer da personagem a verdadeira vítima - vítima do pai homofóbico. Ele só jogou um criança numa caçamba, internou a irmã num hospício, tramou o sequestro da sobrinha, chantageou pessoas e até tentou matá-las porque "pápi porderoso" não lhe dizia um "eu te amo". Que o tenha feito ao som de Mahler, numa citação completamente despropositada do filme "Morte em Veneza", de LuchinoVisconti, só serve para esconder o ridículo numa gramática aparentemente grandiosa, profunda, humana.
Já as mulheres… Pobres mulheres! Uma das protagonistas era uma corneada profissional e acaba se consolando nos braços do motorista filósofo, um ex-bandido. A mulher da bicha continuou, na prática, garota de programa - só no ultimo capítulo ela se redime, para cair nos braços do… mordomo! Walcyr Carrasco parece ser fascinado pela ideia dos amores, digamos, ancilares. Não por acaso, Aline era, originalmente, secretária de César.
Sempre que a palavra "bicha" foi empregada em tom pejorativo, ou foi na boca de César - criado para causar repulsa - ou do próprio Félix. Ou, em suma, era "coisa de bichas" (e elas podem se xingar entre si que ninguém tem nada com isso; se, um dia aprovarem a tal lei anti-homofobia, isso não renderá processo) ou de gente detestável. Já a tal Aline, coitada, foi xingada de "piranha" na novela pelas pessoas as mais beatas - incluindo a personagem do excelente Ary Fontoura, cujo nome não lembro. Curioso: Aline morre eletrocutada, sem perdão; Félix encerra a novela, de mãos dadas com o pápi, ao som de Mahler, dizendo "eu te amo". O que deu o clique na cabeça do malvado? Ter ido vender hot dog na periferia? Ocorre, meus queridos, que Felix era essencialmente bom; o pai é que tinha feito dele um monstro.
E, claro!, não poderia deixar de falar de Amarilis, aquela que tinha vocação para destruir o romance de gays e lhes roubar a criancinha, impedindo-os de formar aquela Família Doriana mostrada antes do beijo gay sem língua. Psicopata? Mulher má? Personagem frequente na vida de casais gays? Sei lá eu. O fato é que aquela que transformou seu útero numa espécie de gaveta, mala ou estufa deveria, a gente ficou sabendo, se conformar com o seu papel de gerar crianças para o casal de machos.
Beijo gay? Não tem a menor importância e, reitero, do jeito como foi dado, foi mais machista do que propriamente revolucionário. Só demagogos de quinta fingem de escandalizar com isso. Relevante nessa novela - e cumpre verificar se será uma tendência na Globo - é o desdém pela chamada "heteronormatividade", o elogio das famílias as mais exóticas - desde que não seja a ainda convencional - e, insisto, a misoginia, o desprestígio escandaloso a que foram submetidas as mulheres, quase sem exceção.
Até um terrorista palestino encontrou seu lugar no mundo dos justos. César, o "homofóbico", termina seus dias babando e chorando; Aline, a "piranha", foi eletrocutada. Amarilis, a "cobra", acaba sozinha. Ah, sim: o diretor administrativo de um hospital contrata o diretor clínico, que acabara de conhecer, e já é convidado para um uísque, entendem? Fossem homem e mulher heterossexuais, estaria caraterizado um caso de assédio… Sendo como é, não.
Mas o Brasil parou, segundo o Fantástico, para aplaudir "o primeiro beijo gay", ainda que a novela tenha sido uma chanchada heterofóbica e, acima de tudo, misógina. Vem aí "Em Família", de Manoel Carlos. Se houver heterossexuais andando sobre duas patas, logo vai aparecer alguém para apontar um perigoso retrocesso.
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"

"Aruanda": Filme que deflagrou a estética do Cinema Novo


Uma obra do cinema brasileiro, o curta-metragem paraibano "Aruanda" (Foto: Divulgação), de Linduarte Noronha, com assistência de Vladimir Carvalho e João Ramiro Mello, realizado em 1960, foi o filme que deflagrou a estética do Cinema Novo no Brasil.
Mostra a luta entre escravos e colonizadores, que terminava em episódios como Palmares.
Assista: 
Fonte: Márcia Nunes, grupo Memorial Walter da Silveira



Distribuidora de Filmes Brasileiros



Por Rafael de Luna Freire
A Distribuidora de Filmes Brasileiros foi criada em 1934, com a regulamentação do Decreto n. 21.240, de 1932, estabelecendo a exibição obrigatória de um complemento nacional educativo e de boa qualidade em cada programa das salas de cinema brasileiras. O surgimento da "cota de tela" foi uma conquista dos cinegrafistas que sobreviviam da realização de cinejornais e atualidades - sobretudo através da chamada "cavação" - permitindo, mesmo que de forma precária, fosse mantida a continuidade de produção de suas pequenas empresas.
Para organizar a distribuição desses complementos para o circuito exibidor nacional, estes produtores criaram a Distribuidora de Filmes Brasileiros (DFB), aproveitando a estrutura da agência distribuidora da Cinédia, que passou a organizar a exibição dos complementos obrigatórios.
A imagem acima é um anúncio da DFB publicado numa revista de cinema brasileiro em 1937 que evidencia sua grande estrutura, com filiais em treze cidades brasileiras, e cuidando da distribuição de produtores oriundos de diversas regiões do país, desde cineastas oriundos do cinema silencioso (Alberto Botelho, Gilberto Rossi, Aristides Junqueira, Major Luiz Thomas Reis etc.), passando pelos grande estúdios criados naquela década (Cinédia e Brasil Vita Film), além de nomes que teria uma participação importante no cinema nacional de ficção nos anos 1940 e 1950 (Alberto Campiglia, Jayme de Andrade Pinheiro, Alexandre Wulfes etc.).
Fonte: Márcia Nunes, do grupo Memorial Walter da Silveira

Vocalista do College 11 embala música tema de “Tinker Bell: Fadas e Piratas”


Mayra Arduini (Foto: Divulgação), vocalista da dupla College 11, participa de mais um grande lançamento da Disney. A jovem de 20 anos foi a escolhida para cantar a música tema "Who I Am" da trilha sonora do filme "Tinker Bell: Fadas e Piratas". "Who I Am" foi escrita por Adam Watts e Andy Dodd, parceria que já compôs sucessos conhecidos nas vozes de Demi Lovato e Vanessa Hudgens, e produzida por Watts, Dodd e Bedingfield.
"Esta foi a primeira vez que gravei um música para o cinema. É um honra receber este convite e ter a oportunidade de gravar esta canção. Sempre foi um sonho para mim gravar a música tema de um filme de animação, ainda mais da Tinker Bell, uma personagem que eu sempre gostei desde pequena", comenta Mayra.
Em "Tinker Bell: Fadas e Piratas", Tinker Bell e suas amigas embarcam em uma aventura épica para deter Zarina, uma fada guardião inteligente e ambiciosa que fica encantada pelo pozinho azul mágico das fadas. Juntas, o grupo de amigas vai lutar contra um bando de piratas liderados pelo famoso marujo conhecido por Capitão Gancho. Dirigido por Peggy Holmes e produzido por Jennifer Magee-Cook, a magia e o encantamento de "Tinker Bell: Fadas e Piratas" invade as telas no dia 7 de março deste ano
(Com informações de Gláucia Zachariadhes, Atendimento Disney, de Selma Santos Produções e Eventos)

"Governo executou zero em mobilidade urbana
"



A presidenta Dilma promete "a Copa das Copas", o ministro Aldo Rebelo (Esporte) vende otimismo, mas a verdade é que o governo não parece preocupado com uma das principais exigências da Fifa: investimentos em mobilidade urbana. A 128 dias da Copa do Mundo, nem um centavo foi liberado para mobilidade urbana nas seis cidades-sede: São Paulo, Salvador, Porto Alegre, Natal, Manaus e Brasília.
Recurso zero
Em Brasília, foram contratados R$ 43 milhões para ampliação da via DF-047, que dá acesso ao aeroporto. Nenhum recurso foi repassado.
Vai dar calote?
A DF-047 (Estrada Parque Aeroporto) começou a ser reformada em 2012, com entrega prevista para março de 2014. Até agora, nada.
Dívida cara
Nas demais cidades-sedes, o governo precisa honrar compromissos: no Rio, por exemplo, foram repassados só metade dos R$1,5 bilhão
Fonte: Cláudio Humberto

domingo, 2 de fevereiro de 2014

"O PAC funciona. Em Cuba"



Com a Argentina virando Venezuela e a Venezuela virando Zimbábue, o Brasil tem em mãos – e perdeu – uma oportunidade excepcional de demonstrar ao mundo o quanto somos diferentes dessas nações inviáveis, desprovidas de justiça funcional, sistema político sadio e instituições sólidas. Era a chance de o Brasil erguer a cabeça acima da manada de países minados pelo populismo irresponsável e ser visto pela comunidade financeira internacional como referência de estabilidade, serenidade e compromisso com o desenvolvimento e o progresso social na América Latina. Mas a presidente Dilma Rousseff não percebeu o momento. Na tradicional econômica em Davos, diante de uma audiência de grandes investidores, a presidente fez um discurso redundante ("o controle da inflação e o equilíbrio das contas públicas são essenciais"; "a estabilidade da moeda é um valor central") e insuficiente para reacender o interesse internacional pelo Brasil.
Depois de uma controversa escala em Portugal, Dilma voou para Cuba, onde confraternizou com a gerontocracia comunista. Uma reportagem desta edição de VEJA mostra como a emissão desses sinais desconexos prejudica a imagem do Brasil, que nada tem a ganhar com a presença de Dilma na inauguração de um porto cubano feito, sob contrato secreto, com dinheiros dos contribuintes brasileiros. Muito dinheiro: 682 milhões de dólares. Isso tudo depois que a Sunrise, a maior trading de importação da China, anunciou o cancelamento da importação de 2 milhões de toneladas de soja do Brasil por causa de atrasos provocados pelo congestionamento no embarque em nossos portos. São fatos tão desastrosos que até a sonolenta oposição brasileira se sentiu revigorada. O senador Aécio Neves resumiu a situação: "finalmente a presidente Dilma inaugurou sua primeira grande obra. Pena que não foi no Brasil".
Antes se dizia, com metáfora gasta, mas válida, que o Brasil deveria deixar de querer ser o primeiro vagão do Terceiro Mundo para se concentrar em ser o último do Primeiro Mundo. Somos percebidos hoje como um país de menor potencial do que a Colômbia, o Chile, o México e até o Peru. O contraste mais marcante entre o Brasil e esses novos tigres latino-americanos não está apenas no desempenho econômico. A diferença não é de grau. É de natureza. Colômbia, Chile, México e Peru, sejam seus presidentes mais à direita ou mais à esquerda, pouco importa, abandonaram a pesada carga de atraso que historicamente carregavam para se inserir na corrente civilizatória baseada na economia de mercado como o grande motor do desenvolvimento. O governo brasileiro, no entanto, insiste em flertar com o abismo.
Fonte: Carta ao Leitor, revista "Veja", que está nas bancas

Morre ator Philip Seymour Hoffman



Morreu neste domingo, 2, o ator Philip Seymour Hoffman (Foto: Reprodução). Ele ganhou o Oscar de Melhor Ator por seu papel em "Capote", em 2005. Além de levar esse prêmio foi lembrado pela Academia por suas atuações em "O Mestre", 2012; "Dúvida", 2008; e "Jogos de Poder", 2007.
Filmografia
2012 O Mestre

Eleições 2014: Oposição coloca bloco na rua em Camaçari



A oposição em Camaçari, que aguarda a definição do nome do candidato a governador para o pleito deste ano, já colocou a pré-campanha nas ruas. Todas as quintas-feiras, as principais lideranças adversárias do PT no município estão realizando reuniões públicas nos bairros da sede e zona rural dentro do chamado Movimento Camaçari de Verdade. Além disso, uma vez no mês, o grupo liderado pelo Democratas estará com trio elétrico em praça pública convidando a população a denunciar os problemas do município. O primeiro evento deste ano em praça pública aconteceu no sábado, 1, na região da feira.
"Esse movimento tem como objetivo ser uma tribuna aberta não somente às lideranças e a nós vereadores, mas também ao povo, que pode denunciar os desmandos dos poderes públicos e fazer suas reivindicações.O principal foco é a luta contra a corrupção, que está instalada no município, como nós temos denunciado e o Ministério Público também", afirmou o líder da oposição, vereador Antonio Elinaldo (Democratas), idealizador do movimento. 
"Por conta da corrupção generalizada é que as UPAs e a educação não funcionam em nosso município", emendou o presidente do Democratas de Camaçari, Helder Almeida, que trabalha para alavancar a candidatura de Elinaldo a deputado estadual. Helder explica que os eventos com o trio não serão anunciados previamente para evitar que o PT tente atrapalhar. "Eles usam essa tática da perseguição. E nós a da surpresa", ironizou. 
Os discursos focaram também a questão econômica. As lideranças oposicionistas lembraram que municípios como Mata de São João, que arrecadam bem menos que Camaçari, conseguem proporcionar uma qualidade de vida e serviços públicos de melhor qualidade à população. "Camaçari arrecada R$ 100 milhões por mês em média, o que Mata de São João arrecada no ano inteiro. E mesmo assim não conseguimos gerar emprego e atrair novos investimentos. As obras da Jac Motors, por exemplo, estão paralisadas", afirmou o vereador Falcão (Democratas). 
Também não faltaram elogios à gestão do prefeito de Salvador, ACM Neto (Democratas). "O prefeito de Camaçari, Ademar Delgado (PT), deveria se espelhar no exemplo de ACM Neto e governar para todos, focado na gestão, e não preocupado em beneficiar familiares dele e do ex-prefeito Luiz Caetano", afirmou Elinaldo.
(Com informações de Monique Rivas, da Assessoria de imprensa)

"Túnel do Tempo Dominical (III)"



Clube de Cinema de Feira 

O Clube de Cinema programou para o próximo sábado uma retrospectiva de filmes feirenses com  exibições de filmes em 16, Super 8 e 8 milímetros. Da seleção  constam "Um Crime na Rua" - Fragmentos (Olney São Paulo), "Vestibular, o Bicho Papão" (Ivan Dórea), "Monte Santo de Todos os Santos" e "Tapera" (Everaldo Cerqueira e Juracy Dórea), "Minha Infância" que foi premiado no 8º Festival de Campinas (A. C. Ansuen), "O Vampiro Ralipiu" e "Corpo a Corpo" (Dimas Oliveira).

(Jornal Feira Hoje de terça-feira, 29 de janeiro de 1974)


Clip 50 anos de inauguração do Cine Vera Cruz



Vídeo produzido em comemoração aos 50 anos do Cine Vera Cruz, em Capivari, São Paulo. Imagens do início das obras de construção e inauguração do cinema.
(Imagens de Davilson Talassi).


sábado, 1 de fevereiro de 2014

Pôster nacional de "Muppets 2 - Procurados e Amados" da Disney



A Disney divulgando o pôster nacional de "Muppets 2 - Procurados e Amados", que estreia no Brasil no dia 16 de maio em cinemas do país. 
O filme leva toda a turma dos Muppets em uma turnê mundial, lotando teatros grandiosos em alguns dos destinos europeus mais eletrizantes, incluindo: Berlim, Madri e Londres. Mas a confusão segue os Muppets no exterior quando eles se vêem envolvidos em uma trama criminosa internacional chefiada por Constantine - o criminoso úmero um do mundo e sósia de Kermit - e seu covarde capanga Dominic, codinome Número Dois. O filme é estrelado por Tina Fey como Nadya, uma irascível policial da prisão e Ty Burrell como o agente da Interpol, Jean Pierre Napoleon.
"Muppets 2 - Procurados e Amados" é dirigido por James Bobin e produzido por David Hoberman e Todd Lieberman. Bobin escreveu o roteiro com Nicholas Stoller, que também é produtor executivo ao lado de John Scotti. Apresentando músicas do compositor ganhador do prêmio da Academia ® Bret McKenzie.
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(Com informações de Gláucia Zachariadhes, Atendimento Disney, de Selma Santos Produções e Eventos)

Itaú Cultural distorce a cultura feirense



Por Gil Mário
Estimulado em encontrar a lista dos 270 artistas pesquisados pela organização da 3ª Bienal da Bahia (lista que não encontrei) deparei-me com um texto do Núcleo de Artes Visuais do Itaú Cultural comentando a produção das Artes Visuais, pesquisadas entre 2001/2003, mapeada nacionalmente e priorizando artistas emergentes. Segundo a pesquisa, foram empregados cem curadores nas mais diversas regiões brasileiras. Vou mostrar a seguir como as cidades de Feira de Santana e Vitoria da Conquista foram citadas.
Em reunião realizada em uma das salas do Centro de Cultura Amélio Amorim, uma jovem aparentando recém-formada e pouco tato com o assunto em questão, ditava as técnicas pelas quais os artistas poderiam apresentar ou desenvolver seus trabalhos: fotografia, instalação, video-instalação, escultura, objeto, pintura, gravura, desenho, site especifico (obras cujo o formato varia de acordo com o local em que são montados),  intervenções ou no espaço expositivo e novas técnicas.
A proposta escrita tem relevância, o erro está na desinformação sobre os fatos citados a nível nacional. "O programa tem como principal objetivo colaborar no processo de formação dos artistas e curadores participantes, recém-surgidos no circuito artístico. Também proporciona ao público referencias...".
A curadoria em Feira de Santana e Vitoria da Conquista não conseguiu concentrar, nem atrair um número significativo, aglomerando artistas de outros segmentos. Participei de algumas reuniões. A surpresa veio depois, ao ler despretenciosamente o Mapeamento Nacional da Produção Emergente e o Diagnóstico das Regiões Mapeadas.
Vejam como desmerece a cultura de Feira de Santana em especial as artes visuais: "De modo geral, os artistas não têm uma orientação de formação ou informação em Feira de Santana. Os trabalhos são, em sua maioria, formal, conceitual ou tecnicamente imaturos. A produção na cidade está basicamente voltada para os salões regionais, que possibilitam a exposição de trabalhos e premiam alguns artistas. A Uefs não tem nenhum curso na área. Mantém apenas um curso de extensão em desenho, que beira o desenho técnico e não consegue avançar no campo artístico. Contíguo ao Cuca está o Museu Regional de Artes, que mantém um acervo de artistas locais e uma bela coleção de desenhos ingleses do século XIX".
Quanta desinformação e falta de precisão com a pesquisa! Quanto a Vitória da Conquista, o pouco caso continua comparado a Feira de Santana. Segundo o escritor Joao Ubaldo Ribeiro, "o segredo da verdade é o seguinte: não existem fatos, só existem histórias".
Começo defendendo o acervo do Museu Regional de Arte de Feira de Santana - a Coleção Inglesa não é formada por desenhos. São trinta trabalhos de artistas ingleses das décadas de 50 e 60 com reconhecimento internacional e é considerada uma das mais importantes da América do Sul, segundo o curador Marcus de Lontra Costa. Quando Assis Chateaubriand demonstrou que apesar desses artistas serem emergentes na época da sua aquisição (há mais de 50 anos), seus assessores conseguiram prever suas trajetórias de sucesso.
Quanto aos materiais esclareço com um exemplar de Pauline Vincent - esmalte sobre ferro de 102x102 cm. Outro de Brett Whiteley - óleo sobre placa de madeira de 168 x 178 cm, Michael Vaughan - óleo sobre Eucatex, 122 x 122 cm, Reynolds - óleo sobre tela, 122 x 122 cm, entre outros nomes igualmente conhecidos como Frank Auerbach, Bradley, William, Brooker, Joe Tilson, Derek Snow, alguns já pertenceram à importante Tate Gallery.
Quando dizem que a complementação do acervo é formada por artistas locais - limitando a qualidade do Museu e menosprezando os feirenses - cometem outra falta de conhecimento. Citaria Di Cavalcanti e Vicente do Rego Monteiro, incentivadores da Semana de Arte Moderna de 1922; Rescala, do Núcleo Bernardelli; dos nipo-brasileiros temos Takashi Fukushima, Manabu Mabe, Kazuo Wakabayashi, Tomie Ohtake, Flavio Shiró; dos baianos, então temos os inovadores do modernismo como Carlos Bastos, Mario Cravo Junior, Carybé, Genaro de Carvalho, Jenner Augusto, Calasans Neto, entre outros.
Dos brasileiros ilustres não poderia deixar de citar Orlando Theruz, Sérgio Camargo, Quirino da Silva, Henrique Osvald, Frans Krajberg, Hansen Bahia, Floriano Teixeira, Emanuel Araújo etc.
Quanto a artistas desatualizados e limitados na cidade é preciso relembrar que para chegar aos ditos emergentes é preciso conhecer a trajetória que vem desde 1967 com a inauguração do Museu Regional de Arte.
A Galeria Bonino, no Sul do País, enalteceu o grande Raimundo de Oliveira e posteriormente Carlo Barbosa. A décima nona Bienal Nacional em São Paulo abriu espaço para Juraci Dórea, o próprio Itaú Cultural em Novo Trajeto Para as Artes expôs o feirense Caetano Dias - estátuas de cerâmica de Santa Bárbara juntamente com Vanderlei Lopes. César Romero tem exposições em museus do mundo todo: Portugal, Espanha, França, Argentina, Cuba etc. Maristela Ribeiro mestra em Poéticas Visuais pela EBA-Ufba, recebeu o Prêmio Sacatar, artista selecionada pelo Programa Rumos Itaú Cultural Artes Visuais 2001. A colunista de arte Ligia Motta com especialização em Artes Visuais Cultura e Criação, entre outros incentivadores atualizados.
Poderia aqui continuar citando artistas locais como Herivelton Figueredo, Jorge Galeano, George Lima, Antônio Brasileiro, Rosalice Azevedo, Nanja, Gabriel Ferreira e muitos outros nesta linha de sugestões.
É logico que o assunto merece uma pesquisa mais detalhada, porém, fato que não cabe em uma coluna de jornal. Por fim, demonstro que o próprio Itaú Cultural destaca feirenses sem saber.
É pena que o belo acervo dos feirenses, sob a guarda do MRA, fechado há quase três anos e sem climatização, esteja apenas bem catalogado pelos museólogos. Resta saber se as futuras gerações se contentarão com a história do que foram.
Coluna "Universo das Artes", publicada no jornal "Folha do Estado" 

Pôsteres nacionais dos personagens de "Capitão América 2 - O Soldado Invernal"



A Marvel divulgando os primeiros pôsteres nacionais de personagens Steve Rogers (Chris Evans), Viúva Negra (Scarlett Johansson ) e Nick Fury (Samuel L. Jackson) em  "Capitão América 2: O Soldado Invernal" (Captain America: The Winter Soldier), ação e aventura de Anthony e Joe Russo, que estreia nos cinemas de todo o Brasil no dia 11 de abril.
Após os cataclísmicos eventos em Nova York com "Os Vingadores" (The Avengers), "Capitão América 2: O Soldado Invernal" encontra Steve Rogers, também conhecido como Capitão América, vivendo tranquilamente em Washington, DC e tentando se ajustar ao mundo moderno. Mas quando um colega da S.H.I.E.L.D. é atacado, Steve se vê preso em uma rede de intrigas que ameaça colocar o mundo em risco. Unindo forças com a Viúva Negra, o Capitão América luta para expor a grande conspiração enquanto enfrenta assassinos profissionais enviados para silenciá-lo a todo momento. Quando a dimensão da trama maligna é revelada, o Capitão América e a Viúva Negra pedem ajuda a um novo aliado, o Falcão. Contudo, eles logo se veem enfrentando um inimigo formidável e inesperado - o Soldado Invernal.
Baseado na série de revistas em quadrinhos sempre popular da Marvel, publicada pela primeira vez em 1941, "Capitão América 2: O Soldado Invernal" é produzido por Kevin Feige, com roteiro de Christopher Markus & Stephen McFeely, e é estrelado por Chris Evans, Scarlett Johansson, Sebastian Stan, Anthony Mackie, Cobie Smulders, Frank Grillo, Emily VanCamp e Hayley Atwell, com Robert Redford e Samuel L. Jackson.
(Com informações de Gláucia Zachariadhes, de Atendimento Disney, de Selma Santos Produções e Eventos)

Clássicos Cristãos da Editora Vida


Aiace apresenta "Tempo Corre na Veia"



Na quinta-feira,13, Aiace (Foto: Léo Monteiro) apresentará o show "Tempo Corre na Veia" no Teatro Sesc-Senac Pelourinho, a partir das 20 horas. O show é resultado das experiências de Aiace como intérprete, e traz em seu repertório músicas inéditas e canções da MPB.
Com direção musical do instrumentista e compositor Paulo Mutti, Aiace canta acompanhada por Isaías Rabelo (piano), Alexandre Vieira (contrabaixo), Sebastian Notini (bateria), André Becker (saxofone), Rudney Machado (trompete) e Bruno Nery (trombone), além das participações especiais de Lucas Andrade (clarinetista) e do Sertanília, grupo em que Aiace é vocalista.
 O repertório foi escolhido a partir de sonoridades que a intérprete admira e que fazem parte do seu universo de referências. A maioria das composições é inédita, assinadas por seu pai, Gileno Félix, com outros músicos, entre eles Lazzo Matumbi e Ivan Bastos, cuja parceria resultou na canção “Notícias Boas”, que dá origem ao título do show. Pietro Leal, vocalista da banda Pirigulino Babilake, ao lado do Coletivo Criativo e Dilton Machado também assinam a autoria de algumas faixas do show. Além das inéditas, Aiace também interpretará canções de Dominguinhos, Lenine e Fátima Guedes.  
Sobre Aiace
Aiace desenvolve um trabalho musical sólido na capital baiana, como cantora e professora de canto. Graduanda em canto popular pela Universidade Federal da Bahia, atua como vocalista do grupo Sertanília, que apresenta uma música inspirada na sonoridade do sertão e já recebeu diversos prêmios nacionais. Aiace também chefiou o naipe de vozes da Orquestra Afro Sinfônica da Bahia e trabalhou ao lado de artistas como Mateus Aleluia, Gerônimo, Munir Hossn e Lazzo Matumbi.
SERVIÇO
O quê: "Tempo Corre na Veia" - Show da cantora Aiace
Participações: Lucas Andrade e grupo Sertanília.
Quando: 13 de fevereiro, quinta, às 20 horas
Onde: Teatro Sesc-Senac Pelourinho - Largo do Pelourinho, Centro Histórico
Quanto: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)
(Com informações de Preta Oster)

"'Comandante' Dilma se diverte alterando rotas"



Habituados aos desvios de rota determinados pela presidenta Dilma nas viagens ao exterior, o Itamaraty e a Força Aérea Brasileira (FAB) agora elaboram planos de voo detalhando apenas a ida, e deixando a volta ao Brasil em aberto, a cargo da chefa. Diplomatas são obrigados a ficar de plantão, aguardando decisão de madame, para providenciar de última hora a estrutura e autorizações de sobrevôo nos países.
Poderia ser pior
O pernoite de Dilma em Portugal, no hotel Ritz, embora previsto e o governo português ciente, só foi confirmado por ela dois dias antes.
Sai caro
Além do mal-estar diplomático, devido à comunicação sempre em cima da hora aos governos locais, os gastos da viagem multiplicam.
Diversão
O ex-presidente Lula também se divertia mudando os planos de voo, como Dilma, mas com regularidade bem menor que a sucessora.
Previsível
Já o ex-presidente FHC, segundo palacianos, decidia tudo com antecedência, e cumpria à risca os planos de voo de ida e volta.
Fonte: Cláudio Humberto

Charge do Kibeloco



Fonte: Claudio Humberto