O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou na quarta-feira, 1º, o edital definitivo do processo de leilão dos aeroportos de Guarulhos, Viracopos e Brasília. O mega aeroporto imaginado pelos petistas em Feira de Santana não foi incluído no processo. O leilão está marcado para a próxima segunda-feira, 6, na Bolsa de Valores de São Paulo.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Prefeitura de Itapetinga governada por petista promove regabofe
Clique para ampliarSegundo o "Diário Oficial de Itapetinga", edição do dia 30 de janeiro, em 2012, ano eleitoral, o Município irá gastar quase um milhão de reais para alimentar o gabinete do prefeito e as secretarias. Para tal, a Prefeitura contratou a empresa "Ivoneide Silva de Carvalho ME" para "suprir as necessidades da Prefeitura de Itapetinga".
O valor que será gasto da seguinte maneira: R$ 779.040,00 para servir o gabinete do prefeito e diversas secretarias, e R$ 311.110,00 será destinado exclusivamente à Secretaria de Saúde do município.
O buffet e coffee break - que mais parecem um regabofe - causa polêmica na cidade. "No lugar de investir nas áreas prioritárias, como saúde, segurança, educação, habitação, esportes e promoção social, preferem gastar nosso dinheiro com banquete", afirmou Jircleide Amaral, moradora há mais de 20 anos em Itapetinga.
Não só população como também alguns vereadores mostram-se incomodados com a gastança. "Gastar R$ 800 mil para servir café e biscoitos nos intervalos de eventos e comes e bebes nas solenidades é um afronta ao povo pobre que sofre nas filas dos exames e com a precariedade do atendimento médico", disse o vereador Gilson de Jesus ao "Blog Sudoeste Hoje".
Diante do possível desperdiço de recursos públicos em ano eleitoral, há quem diga que a contratação torna-se insustentável ante a repercussão negativa do buffet e coffee break.
Fonte: "Veja Iguaí"
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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Atingindo o alvo
Divulgar produtos e serviços por meio da publicidade feita com carros de panfletagem, em lugares estratégicos, é boa aposta para atingir um público específico. Aliada a outras formas de divulgação, essa ferramenta promete bons resultados
Em apenas um mês, o Give Móvel concretizou a venda de oito empreendimentos (Foto: Carlos Roberto)
Por Bárbara Camilo
As empresas sabem a importância do compartilhamento de informações com o cliente e, por isso mesmo, apostam na comunicação como ferramenta fundamental de fidelização. Todavia, a comunicação não é apenas peça-chave nesse processo, mas também na captação de novos clientes. Sendo assim, é preciso esclarecer ao público alvo o serviço prestado, além das vantagens da empresa, por meio da publicidade.
Que a "propaganda é a alma do negócio", todo mundo já está careca de saber. Porém, o que muitas organizações não sabem, ou não colocam em prática, é que a segmentação do público na hora de idealizar a dita publicidade faz toda a diferença. Se a tecnologia e as novas ferramentas de comunicação, como as redes sociais, ajudam e muito na difusão de produtos e serviços para um vasto número de pessoas, práticas mais simples parecem ser mais eficazes quando o assunto é atingir um público específico.
Muitas pessoas têm o hábito de pegar o carro e pesquisar pelo bairro onde querem morar, os imóveis que estão à venda. Só depois, vão à construtora para obter mais informações. Sabendo disso, a Give encontrou uma forma de ir até os clientes, para reforçar a relação e se manter mais próxima. A Give estaciona uma minivan, toda adesivada com os principais motes de seu mercado foco que são casa e apartamentos em todas as regiões, em pontos estratégicos, geralmente onde estão localizados os empreendimentos colocados à venda e fazem a panfletagem. "O Give Móvel, como batizamos, é parte complementar do nosso modelo de venda de imóvel para o varejo. Nosso conceito é a proximidade com o cliente. E através dessa estratégia conseguimos ir onde nossas lojas não estão. Criando assim lojas itinerantes", conta o diretor da empresa, Leandro Palmeira.
Segundo o diretor, a implementação da estratégia de divulgação é mais que positiva: "O resultado é muito satisfatório. Realizamos a captação de vários novos clientes e efetivamos muitas vendas com o Give Móvel. Em apenas um mês, fechamos oito negócios. Além da vantagem de ir até onde o cliente está, o custo reduzido também favorece a adesão a esse tipo de publicidade", ressalta. Contudo, Leandro lembra que é importante a soma de estratégias de publicidade. "Incorporando a divulgação em massa, as novas ferramentas, por exemplo, Facebook e Twitter, e o Give Móvel, conseguimos atingir a todos, sem excluir ninguém", destaca.
O diretor enfatiza ainda outros benefícios desse tipo de comunicação com o cliente. "Essa prática permite o mapeamento de regiões com potencial para lançamentos de imóveis", encerra.
(Com informações de Ana Paula Horta e Fernanda Pinho, da Mão Dupla Comunicação)
Por Bárbara Camilo
As empresas sabem a importância do compartilhamento de informações com o cliente e, por isso mesmo, apostam na comunicação como ferramenta fundamental de fidelização. Todavia, a comunicação não é apenas peça-chave nesse processo, mas também na captação de novos clientes. Sendo assim, é preciso esclarecer ao público alvo o serviço prestado, além das vantagens da empresa, por meio da publicidade.
Que a "propaganda é a alma do negócio", todo mundo já está careca de saber. Porém, o que muitas organizações não sabem, ou não colocam em prática, é que a segmentação do público na hora de idealizar a dita publicidade faz toda a diferença. Se a tecnologia e as novas ferramentas de comunicação, como as redes sociais, ajudam e muito na difusão de produtos e serviços para um vasto número de pessoas, práticas mais simples parecem ser mais eficazes quando o assunto é atingir um público específico.
Muitas pessoas têm o hábito de pegar o carro e pesquisar pelo bairro onde querem morar, os imóveis que estão à venda. Só depois, vão à construtora para obter mais informações. Sabendo disso, a Give encontrou uma forma de ir até os clientes, para reforçar a relação e se manter mais próxima. A Give estaciona uma minivan, toda adesivada com os principais motes de seu mercado foco que são casa e apartamentos em todas as regiões, em pontos estratégicos, geralmente onde estão localizados os empreendimentos colocados à venda e fazem a panfletagem. "O Give Móvel, como batizamos, é parte complementar do nosso modelo de venda de imóvel para o varejo. Nosso conceito é a proximidade com o cliente. E através dessa estratégia conseguimos ir onde nossas lojas não estão. Criando assim lojas itinerantes", conta o diretor da empresa, Leandro Palmeira.
Segundo o diretor, a implementação da estratégia de divulgação é mais que positiva: "O resultado é muito satisfatório. Realizamos a captação de vários novos clientes e efetivamos muitas vendas com o Give Móvel. Em apenas um mês, fechamos oito negócios. Além da vantagem de ir até onde o cliente está, o custo reduzido também favorece a adesão a esse tipo de publicidade", ressalta. Contudo, Leandro lembra que é importante a soma de estratégias de publicidade. "Incorporando a divulgação em massa, as novas ferramentas, por exemplo, Facebook e Twitter, e o Give Móvel, conseguimos atingir a todos, sem excluir ninguém", destaca.
O diretor enfatiza ainda outros benefícios desse tipo de comunicação com o cliente. "Essa prática permite o mapeamento de regiões com potencial para lançamentos de imóveis", encerra.
(Com informações de Ana Paula Horta e Fernanda Pinho, da Mão Dupla Comunicação)
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Mário Negromonte está de saída
Deu em Cláudio Humberto
Após ser demitido pela presidenta Dilma Rousseff na segunda-feira, 30 de janeiro, o ministro baiano Mário Negromonte, das Cidades, informou nesta quarta-feira, 1º, ao seu partido (PP) que vai deixar o cargo nesta quinta-feira, 2. Sua saída deve ser oficializada em reunião no Planalto. A informação é de um dirigente do PP que participou das negociações.
Após ser demitido pela presidenta Dilma Rousseff na segunda-feira, 30 de janeiro, o ministro baiano Mário Negromonte, das Cidades, informou nesta quarta-feira, 1º, ao seu partido (PP) que vai deixar o cargo nesta quinta-feira, 2. Sua saída deve ser oficializada em reunião no Planalto. A informação é de um dirigente do PP que participou das negociações.
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"Os canalhas nos ensinam mais"
Por Arnaldo Jabor
Nunca vimos uma coisa assim. Ao menos, eu nunca vi. A herança maldita da política de sujas alianças que Lula nos deixou criou uma maré vermelha de horrores. Qualquer gaveta que se abra, qualquer tampa de lata de lixo levantada faz saltar um novo escândalo da pesada. Parece não haver mais inocentes em Brasília e nos currais do País todo. As roubalheiras não são mais segredos de gabinetes ou de cafezinhos. As chantagens são abertas, na cara, na marra, chegando ao insulto machista contra a presidente, desafiada em público. Um diz que é forte como uma pirâmide, outro que só sai a tiro, outro diz que ela não tem coragem de demiti-lo, outro que a ama, outro que a odeia. Canalhas se escandalizam se um técnico for indicado para um cargo técnico. Chego a ver nos corruptos um leve sorriso de prazer, a volúpia do mal assumido, uma ponta de orgulho por seus crimes seculares, como se zelassem por uma tradição brasileira.
Nunca vimos uma coisa assim. Ao menos, eu nunca vi. A herança maldita da política de sujas alianças que Lula nos deixou criou uma maré vermelha de horrores. Qualquer gaveta que se abra, qualquer tampa de lata de lixo levantada faz saltar um novo escândalo da pesada. Parece não haver mais inocentes em Brasília e nos currais do País todo. As roubalheiras não são mais segredos de gabinetes ou de cafezinhos. As chantagens são abertas, na cara, na marra, chegando ao insulto machista contra a presidente, desafiada em público. Um diz que é forte como uma pirâmide, outro que só sai a tiro, outro diz que ela não tem coragem de demiti-lo, outro que a ama, outro que a odeia. Canalhas se escandalizam se um técnico for indicado para um cargo técnico. Chego a ver nos corruptos um leve sorriso de prazer, a volúpia do mal assumido, uma ponta de orgulho por seus crimes seculares, como se zelassem por uma tradição brasileira.
Temos a impressão de que está em marcha uma clara "revolução dentro da corrupção", um deslavado processo com o fito explícito de nos acostumar ao horror, como um fato inevitável. Parece que querem nos convencer de que nosso destino histórico é a maçaroca informe de um grande maranhão eterno. A mentira virou verdade? Diante dos vídeos e telefonemas gravados, os acusados batem no peito e berram: "É mentira!" Mas, o que é a mentira? A verdade são os crimes evidentes que a PF e a mídia descobrem ou os desmentidos dos que os cometeram? Não há mais respeito, não digo pela verdade; não há respeito nem mesmo pela mentira.
Mas, pensando bem, pode ser que esta grande onda de assaltos à Republica seja o primeiro sinal de saúde, pode ser que esta pletora de vícios seja o início de uma maior consciência critica. E isso é bom. Estamos descobrindo que temos de pensar a partir da insânia brasileira e não de um sonho de razão, de um desejo de harmonia que nunca chega.
Avante, racionalistas em pânico, honestos humilhados, esperançosos ofendidos! Esta depressão pode ser boa para nos despertar da letargia de 400 anos. O que há de bom nesta bosta toda?
Nunca nossos vícios ficaram tão explícitos! Aprendemos a dura verdade neste rio sem foz, onde as fezes se acumulam sem escoamento. Finalmente, nossa crise endêmica está em cima da mesa de dissecação, aberta ao meio como uma galinha. Vemos que o País progride de lado, como um caranguejo mole das praias nordestinas. Meu Deus, que prodigiosa fartura de novidades sórdidas estamos conhecendo, fecundas como um adubo sagrado, tão belas quanto nossas matas, cachoeiras e flores. É um esplendoroso universo de fatos, de gestos, de caras. Como mentem arrogantemente mal! Que ostentações de pureza, candor, para encobrir a impudicícia, o despudor, a mão grande nas cumbucas, os esgotos da alma. Ai, Jesus, que emocionantes os súbitos aumentos de patrimônio, declarações de renda falsas, carrões, iates, piscinas em forma de vaginas, açougues fantasmas, cheques podres, recibos laranjas de analfabetos desdentados em fazendas imaginárias.Que delícia, que doutorado sobre nós mesmos!... Assistimos em suspense ao dia a dia dos ladrões na caça. Como é emocionante a vida das quadrilhas políticas, seus altos e baixos - ou o triunfo da grana enfiada nas meias e cuecas ou o medo dos flagrantes que fazem o uísque cair mal no Piantella diante das evidências de crime, o medo que provoca barrigas murmurantes, diarreias secretas, flatulências fétidas no Senado, vômitos nos bigodes, galinhas mortas na encruzilhada, as brochadas em motéis, tudo compondo o panorama das obras públicas: pontes para o nada, viadutos banguelas, estradas leprosas, hospitais cancerosos, orgasmos entre empreiteiras e políticos.Parece que existem dois Brasis: um Brasil roído por ratos políticos e um outro Brasil povoado de anjos e "puros". E o fascinante é que são os mesmos homens. O povo está diante de um milenar problema fisiológico (ups!) - isto é, filosófico: o que é a verdade?
Se a verdade aparecesse em sua plenitude, nossas instituições cairiam ao chão. Mas, tudo está ficando tão claro, tão insuportável que temos de correr esse risco, temos de contemplar a mecânica da escrotidão, na esperança de mudar o País.
Já sabemos que a corrupção não é um "desvio" da norma, não é um pecado ou crime - é a norma mesmo, entranhada nos códigos, nas línguas, nas almas. Vivemos nossa diplomação na cultura da sacanagem.
Já sabemos muito, já nos entrou na cabeça que o Estado patrimonialista, inchado, burocrático é que nos devora a vida. Durante quatro séculos, fomos carcomidos por capitanias, labirintos, autarquias. Já sabemos que enquanto não desatracarmos os corpos públicos e privados, que enquanto não acabarem as emendas ao orçamento, as regras eleitorais vigentes, nada vai se resolver. Enquanto houver 25 mil cargos de confiança, haverá canalhas, enquanto houver Estatais com caixa-preta, haverá canalhas, enquanto houver subsídios a fundo perdido, haverá canalhas. Com esse Código Penal, com essa estrutura judiciária, nunca haverá progresso.
Já sabemos que mais de R$ 5 bilhões por ano são pilhados das escolas, hospitais, estradas. Não adianta punir meia dúzia. A cada punição, outros nascerão mais fortes, como bactérias resistentes a antigas penicilinas. Temos de desinfetar seus ninhos, suas chocadeiras.Descobrimos que os canalhas são mais didáticos que os honestos. O canalha ensina mais. Os canalhas são a base da nacionalidade! Eles nos ensinam que a esperança tem de ser extirpada como um furúnculo maligno e que, pelo escracho, entenderemos a beleza do que poderíamos ser!
Temos tido uma psicanálise para o povo, um show de verdades pelo chorrilho de negaças, de "nuncas", de "jamais", de cínicos sorrisos e lágrimas de crocodilo. Nunca aprendemos tanto de cabeça para baixo. Céus, por isso é que sou otimista! Ânimo, meu povo! O Brasil está evoluindo em marcha à ré!
Fonte: "O Estado de S. Paulo", edição de 31 de janeiro
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"Site patrocinado pelo governo exalta livro sobre privataria tucana"
Carta enviada por Sérgio Guerra, presidente nacional do PSDB, à ministra Ana de Hollanda, da Cultura:
A Direção Nacional do PSDB repudia, indignada, as falsas acusações e insinuações veiculadas por uma publicação patrocinada pelo governo federal contra a honra do ex-governador José Serra, um dos quadros mais qualificados do PSDB e da política nacional.
A pretexto de exaltar o livro "A Pirataria Tucana", o site da Revista de História, ligada à Biblioteca Nacional, publicou um artigo assinado por um de seus editores, Celso de Castro Barros, atacando o ex-governador e outros "tucanos", não nominados, da forma mais grosseira e descabida.
Para se caracterizar como uma resenha, com o mínimo de idoneidade esperável nessa publicação, o artigo não poderia deixar de mencionar o papel do autor do livro no comitê da campanha presidencial do PT em 2010, nem os processos criminais a que responde por corrupção de agentes públicos e violação do sigilo fiscal de José Serra e outras pessoas. Tampouco poderia repetir acusações e insinuações do livro sem a menor análise da sua consistência e fundamento, que uma leitura, mesmo rápida, revela serem nulos.
A ofensa é agravada por envolver os nomes da presidente da República, Dilma Rousseff, e da ministra da Cultura, Ana Maria Buarque de Hollanda, que aparecem no expediente da publicação, ao lado de um conselho editorial integrado por personalidades cujas credenciais deveriam representar uma garantia de seriedade e alto nível intelectual.
O PSDB, que é o verdadeiro alvo dessa vilania, preza sua história e seus valores. Por isso, continuará combatendo o aparelhamento político-partidário desenfreado do estado brasileiro e seus efeitos secundários indesejáveis. Lamentamos constatar que nem uma instituição como a Biblioteca Nacional está a salvo desse processo degradante.
Fonte: "Blog do Noblat"
A Direção Nacional do PSDB repudia, indignada, as falsas acusações e insinuações veiculadas por uma publicação patrocinada pelo governo federal contra a honra do ex-governador José Serra, um dos quadros mais qualificados do PSDB e da política nacional.
A pretexto de exaltar o livro "A Pirataria Tucana", o site da Revista de História, ligada à Biblioteca Nacional, publicou um artigo assinado por um de seus editores, Celso de Castro Barros, atacando o ex-governador e outros "tucanos", não nominados, da forma mais grosseira e descabida.
Para se caracterizar como uma resenha, com o mínimo de idoneidade esperável nessa publicação, o artigo não poderia deixar de mencionar o papel do autor do livro no comitê da campanha presidencial do PT em 2010, nem os processos criminais a que responde por corrupção de agentes públicos e violação do sigilo fiscal de José Serra e outras pessoas. Tampouco poderia repetir acusações e insinuações do livro sem a menor análise da sua consistência e fundamento, que uma leitura, mesmo rápida, revela serem nulos.
A ofensa é agravada por envolver os nomes da presidente da República, Dilma Rousseff, e da ministra da Cultura, Ana Maria Buarque de Hollanda, que aparecem no expediente da publicação, ao lado de um conselho editorial integrado por personalidades cujas credenciais deveriam representar uma garantia de seriedade e alto nível intelectual.
O PSDB, que é o verdadeiro alvo dessa vilania, preza sua história e seus valores. Por isso, continuará combatendo o aparelhamento político-partidário desenfreado do estado brasileiro e seus efeitos secundários indesejáveis. Lamentamos constatar que nem uma instituição como a Biblioteca Nacional está a salvo desse processo degradante.
Fonte: "Blog do Noblat"
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Feira terá memorial e biblioteca da 2ª Guerra
Por Antonio do Lajedinho
Está em franco andamento a realização do sonho de todos ex-combatentes da 2ª Guerra Mundial, filhos da terra e de toda região da Feira de Santana.
Em Assembléia Geral Extraordinária, por unanimidade, foram aprovados o novo Estatuto, a eleição da diretoria e a doação de móveis e imóveis, pertencentes a Associação, à Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), com as cláusulas de inalienabilidade, construção de um memorial, uma pequena biblioteca somente de livros sobre as principais guerras do mundo, e a reserva de dois cômodos para utilização dos ex-Combatentes, até que só restem dois deles, os quais farão a última ata que dissolve a Associação, conforme o desejo do principal fundador, capitão Arlindo Barbosa, até os últimos sobreviventes.
Estamos preparando uma festa, onde deverão fazer parte os diversos representantes de todos os segmentos, além das autoridades civis, militares e eclesiásticas.
Será mais um prédio histórico para Feira de Santana, uma imorredoura lembrança da participação deste povo que honrou o berço onde nasceu, com a sua direta participação de um conflito mundial.
Fonte: "A Feira Antiga"
Está em franco andamento a realização do sonho de todos ex-combatentes da 2ª Guerra Mundial, filhos da terra e de toda região da Feira de Santana.
Em Assembléia Geral Extraordinária, por unanimidade, foram aprovados o novo Estatuto, a eleição da diretoria e a doação de móveis e imóveis, pertencentes a Associação, à Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), com as cláusulas de inalienabilidade, construção de um memorial, uma pequena biblioteca somente de livros sobre as principais guerras do mundo, e a reserva de dois cômodos para utilização dos ex-Combatentes, até que só restem dois deles, os quais farão a última ata que dissolve a Associação, conforme o desejo do principal fundador, capitão Arlindo Barbosa, até os últimos sobreviventes.
Estamos preparando uma festa, onde deverão fazer parte os diversos representantes de todos os segmentos, além das autoridades civis, militares e eclesiásticas.
Será mais um prédio histórico para Feira de Santana, uma imorredoura lembrança da participação deste povo que honrou o berço onde nasceu, com a sua direta participação de um conflito mundial.
Fonte: "A Feira Antiga"
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Policial militar comenta
Enviado para o Blog Demais:
Sou policial militar, por isso não posso fazer minha identificação. O patrulhamento amanhã (quinta-feira, 2) na Festa de Iemanjá, no Rio Vermelho, em Salvador, festa esta que particpam em média 400 mil pessoas, será feito somente por alunos-a-soldado PM, alunos-a-cabo PM e alunos-a-oficial PM, com falta de um total preparo no manuseio de pistolas, no qual serão responsáveis pela carga destas armas, sem acompanhamento de policiais experientes nas patrulhas, na qual dificultarão o resolução dos conflitos pela falta da experiência e, sobretudo, pelo pequeno efetivo que estes alunos irão contribuir em relação ao total de visitantes durante o momento festivo. A cúpula da Polícia Militar ainda sustenta que o policiamento continua normalmente nas cidades de Feira de Santana e Salvador, porém constatam-se várias viaturas escondidas em diversas garagens, fora da Companhias e Batalhões, com os rádios de comunicação desligado.
Sou policial militar, por isso não posso fazer minha identificação. O patrulhamento amanhã (quinta-feira, 2) na Festa de Iemanjá, no Rio Vermelho, em Salvador, festa esta que particpam em média 400 mil pessoas, será feito somente por alunos-a-soldado PM, alunos-a-cabo PM e alunos-a-oficial PM, com falta de um total preparo no manuseio de pistolas, no qual serão responsáveis pela carga destas armas, sem acompanhamento de policiais experientes nas patrulhas, na qual dificultarão o resolução dos conflitos pela falta da experiência e, sobretudo, pelo pequeno efetivo que estes alunos irão contribuir em relação ao total de visitantes durante o momento festivo. A cúpula da Polícia Militar ainda sustenta que o policiamento continua normalmente nas cidades de Feira de Santana e Salvador, porém constatam-se várias viaturas escondidas em diversas garagens, fora da Companhias e Batalhões, com os rádios de comunicação desligado.
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Até tu, Jairo?
O ex-deputado federal, ex-durvalista e ex-carlista Jairo Carneiro (PP), atualmente subsecretário de Estado, afirmou na terça-feira, 31 de janeiro, que o "governo Jaques Wagner está fazendo em Feira de Santana o que não foi feito em 50 anos". Ele não pode comprovar sua assertiva, pois não relacionou - e não foi questionado sobre - uma única ação petista pelo município.
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"Com a ditadura na alma. Ou: Lixo moral!"
Por Reinaldo Azevedo
As declarações de Dilma sobre os direitos humanos, feitas em Cuba, chegam a ser mais vergonhosas do que as do Apedeuta, seu antecessor. Ele, com a grossura teórica peculiar, decidiu ignorar a questão e pronto! Ela ameaçou criar uma espécie de teoria, segundo a qual todos os países, em certa medida, Brasil inclusive, têm telhado de vidro. Sim, sempre há transgressões - a situação dos presos comuns no Brasil, por exemplo, é detestável.
Mas há uma diferença considerável entre países que têm instituições em defesa das liberdades públicas e das liberdades individuais, como o Brasil - e que devem fazer um esforço cotidiano para que sejam respeitadas -, e aqueles que têm na tirania e na violência o seu modo ótimo de fazer política. Num caso, a justiça é um norte a ser perseguido; no outro, tem-se a morte da esperança.
Por que Dilma e os seus não reconhecem essa distinção? Porque têm a ditadura entranhada na alma, ora essa! Ela é presidente de um país democrático, mas pertence a uma corrente de pensamento que, a despeito de algumas dissensões internas (irrelevantes), atua cotidianamente para eliminar o adversário, para apagar o passado, para reescrever a história.
O que estou afirmando é que o norte moral da presidente, no fim das contas, continua a ser aquele vigente em Cuba, onde uma elite de iluminados decide os destinos da sociedade - condenando-a, como se sabe, ao atraso. O Brasil teve a sorte de manter essa gente longe do poder por um bom tempo. O Brasil teve o bom senso de recusar em 1989, 1994 e 1998 os métodos que o PT propunha. Quando chegou ao poder, em 2003, já estava mais domesticado, e as instituições democráticas já haviam avançado o suficiente para dificultar a tarefa de construção do partido único.
Não obstante, no 10º ano do poder petista, vemos a) as oposições com as pernas quebradas - também em razão de sua ruindade, já que não entenderam até agora como funciona o petismo; b) boa parte da imprensa ou rendida ou experimentando uma espécie de esquizofrenia, que exalta as qualidades interventoras de Dilma em seu próprio governo; c) um rebaixamento contínuo e sistemático do padrão ético na vida pública; d) o uso descarado na máquina do estado para difamar personalidades e políticos considerados incômodos; e) uso do dinheiro público para financiar as diversas formas de subjornalismo a soldo, cuja tarefa é difamar os, vejam vocês!, "inimigos do regime"; f) uso de juros subsidiados para transformar o empresariado em clientela do governo - os cordatos ganharão o leite de pata…
Trata-se do mesmo espírito ditatorial, só que exercido por outros meios - os meios possíveis num sistema ainda democrático, mas exibindo cada vez mais a musculatura de um regime ditatorial.
O que Dilma fez em Cuba? Resolveu generalizar a transgressão aos direitos humanos - seria um problema universal - para, na prática, poder endossar as práticas vigentes em Cuba. Alinhou-se com a ditadura e cuspiu em cada um dos presos políticos da ilha, que sofrem lá, de modo comprovado, as mesmas agruras que ela diz ter sofrido quando presa no Brasil. Membro então de uma organização terrorista, a detenção fez dela uma heroína; simples opositores pacíficos do governo, os que estão presos em Cuba ou são "bandidos", como comparou o Babalorixá de Banânia, ou merecem ser evocados ao lado dos terroristas da Al Qaeda.
Querem saber? É puro lixo moral!
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"
As declarações de Dilma sobre os direitos humanos, feitas em Cuba, chegam a ser mais vergonhosas do que as do Apedeuta, seu antecessor. Ele, com a grossura teórica peculiar, decidiu ignorar a questão e pronto! Ela ameaçou criar uma espécie de teoria, segundo a qual todos os países, em certa medida, Brasil inclusive, têm telhado de vidro. Sim, sempre há transgressões - a situação dos presos comuns no Brasil, por exemplo, é detestável.
Mas há uma diferença considerável entre países que têm instituições em defesa das liberdades públicas e das liberdades individuais, como o Brasil - e que devem fazer um esforço cotidiano para que sejam respeitadas -, e aqueles que têm na tirania e na violência o seu modo ótimo de fazer política. Num caso, a justiça é um norte a ser perseguido; no outro, tem-se a morte da esperança.
Por que Dilma e os seus não reconhecem essa distinção? Porque têm a ditadura entranhada na alma, ora essa! Ela é presidente de um país democrático, mas pertence a uma corrente de pensamento que, a despeito de algumas dissensões internas (irrelevantes), atua cotidianamente para eliminar o adversário, para apagar o passado, para reescrever a história.
O que estou afirmando é que o norte moral da presidente, no fim das contas, continua a ser aquele vigente em Cuba, onde uma elite de iluminados decide os destinos da sociedade - condenando-a, como se sabe, ao atraso. O Brasil teve a sorte de manter essa gente longe do poder por um bom tempo. O Brasil teve o bom senso de recusar em 1989, 1994 e 1998 os métodos que o PT propunha. Quando chegou ao poder, em 2003, já estava mais domesticado, e as instituições democráticas já haviam avançado o suficiente para dificultar a tarefa de construção do partido único.
Não obstante, no 10º ano do poder petista, vemos a) as oposições com as pernas quebradas - também em razão de sua ruindade, já que não entenderam até agora como funciona o petismo; b) boa parte da imprensa ou rendida ou experimentando uma espécie de esquizofrenia, que exalta as qualidades interventoras de Dilma em seu próprio governo; c) um rebaixamento contínuo e sistemático do padrão ético na vida pública; d) o uso descarado na máquina do estado para difamar personalidades e políticos considerados incômodos; e) uso do dinheiro público para financiar as diversas formas de subjornalismo a soldo, cuja tarefa é difamar os, vejam vocês!, "inimigos do regime"; f) uso de juros subsidiados para transformar o empresariado em clientela do governo - os cordatos ganharão o leite de pata…
Trata-se do mesmo espírito ditatorial, só que exercido por outros meios - os meios possíveis num sistema ainda democrático, mas exibindo cada vez mais a musculatura de um regime ditatorial.
O que Dilma fez em Cuba? Resolveu generalizar a transgressão aos direitos humanos - seria um problema universal - para, na prática, poder endossar as práticas vigentes em Cuba. Alinhou-se com a ditadura e cuspiu em cada um dos presos políticos da ilha, que sofrem lá, de modo comprovado, as mesmas agruras que ela diz ter sofrido quando presa no Brasil. Membro então de uma organização terrorista, a detenção fez dela uma heroína; simples opositores pacíficos do governo, os que estão presos em Cuba ou são "bandidos", como comparou o Babalorixá de Banânia, ou merecem ser evocados ao lado dos terroristas da Al Qaeda.
Querem saber? É puro lixo moral!
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"
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"A Soberana, agora com som e imagem, em dilmês castiço"
Por Reinaldo Azevedo
Ai, ai…
Quando começo um texto assim, virá uma certo desconsolo, sabem?, aquilo a que Santo Agostinho definia como "acídia"… Abaixo, há o vídeo completo com a entrevista de Dilma Rousseff em Cuba, em que ela disse algumas enormidades. Se quiserem ver inteiro, bom proveito. Destaco algumas questões.
ASSISTA: http://youtu.be/3BrrniKRA00
Ai, ai…
Quando começo um texto assim, virá uma certo desconsolo, sabem?, aquilo a que Santo Agostinho definia como "acídia"… Abaixo, há o vídeo completo com a entrevista de Dilma Rousseff em Cuba, em que ela disse algumas enormidades. Se quiserem ver inteiro, bom proveito. Destaco algumas questões.
ASSISTA: http://youtu.be/3BrrniKRA00
Em primeiro lugar, noto que poucos dirigentes no mundo - na verdade, nenhum que eu conheça - espancam tanto a própria língua como os brasileiros. É uma coisa impressionante! Em entrevista tão curta, destaco os erros mais grosseiros da Soberana:
- "Os demais passos NÃO É da competência do governo brasileiro…"
- "Não podemos achar OS DIREITOS HUMANOS É uma pedra…"
-"ESSES PROJETOS VAI LEVAR para o Brasil, para Cuba…"
- "ESTAVA TODOS OS PRESIDENTES, todos os primeiros-ministros…"
E AS COISAS VAI POR AÍ, VOCÊS ENTENDE, PESSOAL? Lula, preguiçoso, nunca quis estudar e sempre fez praça de sua ignorância. Mas Dilma é universitária. No governo, quando ministra, era até chamada de doutora. Evo Morales trata melhor o espanhol do que Dilma, o português. Sigamos.
Na entrevista, ela explica por que o Brasil financia quase US$ 1,5 bilhão em projetos em Cuba, justifica a sua omissão no que diz respeito aos direitos humanos e, no momento mais tipicamente seu, diz, em dilmês castiço, por que enfiar dinheiro na ilha é um bom negócio pra todo mundo, também para o Brasil. Está ali, a partir de 4min46s. Transcrevo:
"Quem ganha? Ganha o Brasil por fazer uma cooperação com uma país e um povo E TODA UMA ESTRUTURA INSTITUCIONAL que é visivelmente competente, capaz, na área de biotecnologia, na área de ciências médicas e com uma grande competência para todas as questões ligados (sic) à biotecnologia. Então o Brasil ganha com isso. Ganha Cuba também porque é uma parceria em que o Brasil entra tamém (sic) com seus conhecimentos nesta área, suas empresas privadas, que também implicam numa (sic) capacidade tecnológica do nosso país. E nós queremos uma parceria estratégica e duradoura. Nós estamos fazendo aqui uma parceria com essas, essas, através desses projetos, que eu acredito que vai levar para o Brasil e para Cuba um processo do desenvolvimento. Então, acredito que é isso que nós estamos fazendo aqui em Cuba. É esta contribuição."
Voltei
Entenderam? Não há o que entender porque essa é a língua da embromação. Pra começo de conversa, o que há de compreensível apela a uma comprovada falsidade: o suposto avanço da medicina cubana. Isso, hoje, é uma piada. Ao contrário: o país está atrasado porque não há investimento. Xucro, Chávez foi tratar seu câncer com médicos cubanos; esperto, Fernando Lugo preferiu os brasileiros do Sírio-Libanês… O Brasil está financiando na ilha um porto, a produção de alimentos e a compra de máquinas agrícolas. Com juros de pai pra filho. Podem escrever: o dinheiro vai entrar como uma doação. O que ganharão as empresas brasileiras? Bem, se forem criar unidades de produção em Cuba para explorar a mão-de-obra quase escrava e exportar, talvez role alguma grana. Uma coisa é certa: não estão de olho no mercado interno da ilha, né?, que praticamente inexiste. Vão lá porque cedem ao apelo do governo brasileiro, que lhes garantem facilidades é no Brasil mesmo.
Acho fascinante aquele trecho grifado do discurso de Dilma. Depois de falar, falar e falar sem dizer nada, saca o "então", como se tivesse demonstrado o que pretendia demonstrar.
Ali pelos 7min23s, a presidente diz ser contra a guerra e coisa e tal e a "violência contra os movimentos sociais". Vocês sabem muito bem a que ela estava tentando se referir: sim, à desocupação do Pinheirinho, que violenta não foi, a despeito da confusão que o governo federal tentou criar.
É uma pena que a Soberana não tenha, até agora, se interessado por um estudante que ficou cego de um olho num confronto com a PM do Piauí, estado governado pelo PSB e pelo PT, e por uma cozinheira da Bahia, que também perdeu um olho, agredida por um policial militar, no estado governado pelo companheiro Jaques Wagner.
Maria do Rosário não mandou nem para o Piauí nem para a Bahia os representantes do Conselho Nacional dos Direitos Humanos. No Piauí e na Bahia, afinal, a PM pode não saber direito por que está cegando as pessoas, mas os cidadãos sabem muito bem por que estão sendo cegados, certo? É ou não é, Soberana?
Em homenagem ao apreço de Dilma pelos direitos humanos e à sua postura firmemente contrária à violência contra os movimentos sociais, republico a imagem destes dois símbolos da truculência dos "companheiros" com o povo.
- "Os demais passos NÃO É da competência do governo brasileiro…"
- "Não podemos achar OS DIREITOS HUMANOS É uma pedra…"
-"ESSES PROJETOS VAI LEVAR para o Brasil, para Cuba…"
- "ESTAVA TODOS OS PRESIDENTES, todos os primeiros-ministros…"
E AS COISAS VAI POR AÍ, VOCÊS ENTENDE, PESSOAL? Lula, preguiçoso, nunca quis estudar e sempre fez praça de sua ignorância. Mas Dilma é universitária. No governo, quando ministra, era até chamada de doutora. Evo Morales trata melhor o espanhol do que Dilma, o português. Sigamos.
Na entrevista, ela explica por que o Brasil financia quase US$ 1,5 bilhão em projetos em Cuba, justifica a sua omissão no que diz respeito aos direitos humanos e, no momento mais tipicamente seu, diz, em dilmês castiço, por que enfiar dinheiro na ilha é um bom negócio pra todo mundo, também para o Brasil. Está ali, a partir de 4min46s. Transcrevo:
"Quem ganha? Ganha o Brasil por fazer uma cooperação com uma país e um povo E TODA UMA ESTRUTURA INSTITUCIONAL que é visivelmente competente, capaz, na área de biotecnologia, na área de ciências médicas e com uma grande competência para todas as questões ligados (sic) à biotecnologia. Então o Brasil ganha com isso. Ganha Cuba também porque é uma parceria em que o Brasil entra tamém (sic) com seus conhecimentos nesta área, suas empresas privadas, que também implicam numa (sic) capacidade tecnológica do nosso país. E nós queremos uma parceria estratégica e duradoura. Nós estamos fazendo aqui uma parceria com essas, essas, através desses projetos, que eu acredito que vai levar para o Brasil e para Cuba um processo do desenvolvimento. Então, acredito que é isso que nós estamos fazendo aqui em Cuba. É esta contribuição."
Voltei
Entenderam? Não há o que entender porque essa é a língua da embromação. Pra começo de conversa, o que há de compreensível apela a uma comprovada falsidade: o suposto avanço da medicina cubana. Isso, hoje, é uma piada. Ao contrário: o país está atrasado porque não há investimento. Xucro, Chávez foi tratar seu câncer com médicos cubanos; esperto, Fernando Lugo preferiu os brasileiros do Sírio-Libanês… O Brasil está financiando na ilha um porto, a produção de alimentos e a compra de máquinas agrícolas. Com juros de pai pra filho. Podem escrever: o dinheiro vai entrar como uma doação. O que ganharão as empresas brasileiras? Bem, se forem criar unidades de produção em Cuba para explorar a mão-de-obra quase escrava e exportar, talvez role alguma grana. Uma coisa é certa: não estão de olho no mercado interno da ilha, né?, que praticamente inexiste. Vão lá porque cedem ao apelo do governo brasileiro, que lhes garantem facilidades é no Brasil mesmo.
Acho fascinante aquele trecho grifado do discurso de Dilma. Depois de falar, falar e falar sem dizer nada, saca o "então", como se tivesse demonstrado o que pretendia demonstrar.
Ali pelos 7min23s, a presidente diz ser contra a guerra e coisa e tal e a "violência contra os movimentos sociais". Vocês sabem muito bem a que ela estava tentando se referir: sim, à desocupação do Pinheirinho, que violenta não foi, a despeito da confusão que o governo federal tentou criar.
É uma pena que a Soberana não tenha, até agora, se interessado por um estudante que ficou cego de um olho num confronto com a PM do Piauí, estado governado pelo PSB e pelo PT, e por uma cozinheira da Bahia, que também perdeu um olho, agredida por um policial militar, no estado governado pelo companheiro Jaques Wagner.
Maria do Rosário não mandou nem para o Piauí nem para a Bahia os representantes do Conselho Nacional dos Direitos Humanos. No Piauí e na Bahia, afinal, a PM pode não saber direito por que está cegando as pessoas, mas os cidadãos sabem muito bem por que estão sendo cegados, certo? É ou não é, Soberana?
Em homenagem ao apreço de Dilma pelos direitos humanos e à sua postura firmemente contrária à violência contra os movimentos sociais, republico a imagem destes dois símbolos da truculência dos "companheiros" com o povo.
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"
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Com propriedade
Do cantor e compositor pernambucano Alceu Valença, com propriedade: "O Brasil está com trilha sonora ridícula. O que se ouve em rádio não tem nada a ver com o Brasil. Ou vai para o lado 'americanalhado' ou a obrigatoriedade de ser brega".
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"Meus caros críticos"
Por Olavo de Carvalho
Dois exemplos de como se faz, no Brasil, o sério e aprofundado exame crítico das obras do Olavo de Carvalho. Primeiro: o economista Cláudio de Moura Castro disse certa vez na sua coluna da revista Veja que os brasileiros não leem o que um autor escreve: leem o que imaginam que ele pensou.
Nada mais certo. Resta acrescentar que, não sendo eles próprios capazes de pensar senão segundo as correntes de opinião padronizadas que correspondem aos rótulos de partidos políticos, o que entendem por "interpretar" o pensamento de um autor consiste em inscrevê-lo, malgré lui, no partido que ele vagamente parece apoiar.
Não raro essa genial proeza hermenêutica vem acompanhada da mimosa sugestão de que o infeliz recebe subsídios, modestos ou polpudos, do grupo político para o qual "trabalha".
Da minha parte, já esclareci mil vezes que trabalho para o Diário do Comércio e que o faço com inteira liberdade, jamais tendo recebido da sua diretoria a menor insinuação quanto ao que devo louvar ou esculhambar nos meus artigos. Em vão. Meus dedicados intérpretes continuam tentando revelar meu empregador secreto, cada um deles repassando a informação com aquela piscadela de olho que, no seu entender, o identifica perante o mundo como detentor de valiosíssima inside information.
A hipótese mais recente, posta em circulação por alguns libertarians, é aquela que faz de mim um porta-voz dos neocons –não se sabe se pago a peso de ouro ou a preço de banana.
O que me perguntei, ao ler isso, foi por que, com tanto amor aos neocons no meu coração, não convidei um só deles para membro do Inter-American Institute, preferindo, em vez disso, o mais feroz dos seus críticos, o professor Paul Gottfried. Deve ter sido por esperteza, para camuflar minha filiação partidária.
Baseados nessa minha identidade ideológica, porém, os distintos não tiveram a menor dificuldade em interpretar à luz dela cada palavra que eu dissesse a respeito do que quer que fosse, confirmando circularmente a exatidão certeira do diagnóstico inicial.
Assim, do fato de que eu defendesse o então presidente George W. Bush contra invencionices macabras postas em circulação no tempo do furacão Katrina, concluíram que, neocon como ninguém, eu também havia me tornado, coerentemente, "mais bushista que o próprio Bush". Deve, portanto, ter sido também para fins de camuflagem que, ante a derrota republicana nas eleições de 2006, escrevi (ver http://www.olavodecarvalho.org/semana/061113dc.html): "Ninguém duvida de que o Partido Republicano pagou pelos pecados de George W. Bush, mas a rejeição nacional ao presidente tem muito menos a ver com a guerra do que com as atitudes dele com relação a gastos públicos, imigração e legislação eleitoral - e, nessas três áreas, ele não errou contra os democratas, e sim com o apoio entusiástico deles(...). Mais motivo ainda para revolta o presidente deu quando violou ao mesmo tempo duas leis sagradas do conservadorismo, gastando um dinheirão do governo para aumentar a interferência estatal na educação infantil...”
É ou não uma prova cabal da minha paixão mórbida por George W. Bush?
Segundo: você sabia que escrevo artigos para a Veja sob o pseudônimo de Ethan Edwards, o personagem de John Wayne no filme The Searchers (Rastros de Ódio)? Você sabia que sou o líder de um grupo trotsquista? Você sabia que sou correspondente da Folha de S. Paulo em Washington, e que resido nos EUA com visto de jornalista concedido graças aos favores do sr. Frias?
Você sabia que, além dos meus próprios sites (www.olavodecarvalho.org, www.midiasemmascara.com.br, www.seminariodefilosofia.org e www.theinteramerican.org), dirijo em segredo uma rede de sites-fantasmas, simulando variedade de fontes para ocultar que tudo vem do meu cérebro maligno? Você sabia que para produzir essa gigantesca empulhação faço uso de um software multiplicador que copiei da Atlas Foundation?
Você sabia que entre os falsos sites que criei e dos quais sou o mentor secreto estão a Folha de S. Paulo, a Veja, Instituto Millenium, De Olho na Mídia, Visão Judaica, Denni Marquesani, Luiz Gonzaga de Carvalho Neto, Instituto Olavo de Carvalho, Livraria Cultura, TFP, Padre Paulo Ricardo, José Carlos Zamboni, É Realizações, Ordem Livre, Ternuma, Unoamerica e Fuerza Solidaria?
Se não sabia de nada disso, não se sinta humilhado. Eu também não sabia. Fiquei sabendo graças ao tirocínio jornalístico do sr. Colin Brayton, um americano doido de pedra que mora em São Paulo (v. http://tupiwire.wordpress.com/2011/01/10/democracy-exportation-crosshairs-over-america-do-sul/). Ele não apenas fornece essas informações de primeira mão, como as fundamenta em vários diagramas, complicados e muito bem feitinhos, do tipo daquele que publiquei sobre o Observatório de Imprensa da USP (http://www.olavodecarvalho.org/semana/040929msm.html), com uma diferença: as parcerias que apontei não foram inventadas por mim, mas extraídas de dados do próprio site do Observatório. Infelizmente a criatividade diagramática do sr. Brayton veio tarde demais para ser consagrada nas exposições da falecida Dra. Nise da Silveira.
O sr. Brayton também jura que nunca falei para as platéias do Hudson Institute e da America’s Future Foundation e de outras entidades americanas, embora as fotos e documentos comprobatórios dessa minha atividade constem do currículo extensivo publicado no meu site (http://www.olavodecarvalho.org/english/life-and-works.html). Ele afirma ainda que meu livro Como Vencer um Debate sem Precisar Ter Razão foi plagiado de Schopenhauer, sem explicar o que poderia haver de plágio numa tradução comentada, com clara distinção entre os trechos do autor e os do comentarista.
Publicado no "Diário do Comércio". Fonte: "Mídia Sem Máscara"
Dois exemplos de como se faz, no Brasil, o sério e aprofundado exame crítico das obras do Olavo de Carvalho. Primeiro: o economista Cláudio de Moura Castro disse certa vez na sua coluna da revista Veja que os brasileiros não leem o que um autor escreve: leem o que imaginam que ele pensou.
Nada mais certo. Resta acrescentar que, não sendo eles próprios capazes de pensar senão segundo as correntes de opinião padronizadas que correspondem aos rótulos de partidos políticos, o que entendem por "interpretar" o pensamento de um autor consiste em inscrevê-lo, malgré lui, no partido que ele vagamente parece apoiar.
Não raro essa genial proeza hermenêutica vem acompanhada da mimosa sugestão de que o infeliz recebe subsídios, modestos ou polpudos, do grupo político para o qual "trabalha".
Da minha parte, já esclareci mil vezes que trabalho para o Diário do Comércio e que o faço com inteira liberdade, jamais tendo recebido da sua diretoria a menor insinuação quanto ao que devo louvar ou esculhambar nos meus artigos. Em vão. Meus dedicados intérpretes continuam tentando revelar meu empregador secreto, cada um deles repassando a informação com aquela piscadela de olho que, no seu entender, o identifica perante o mundo como detentor de valiosíssima inside information.
A hipótese mais recente, posta em circulação por alguns libertarians, é aquela que faz de mim um porta-voz dos neocons –não se sabe se pago a peso de ouro ou a preço de banana.
O que me perguntei, ao ler isso, foi por que, com tanto amor aos neocons no meu coração, não convidei um só deles para membro do Inter-American Institute, preferindo, em vez disso, o mais feroz dos seus críticos, o professor Paul Gottfried. Deve ter sido por esperteza, para camuflar minha filiação partidária.
Baseados nessa minha identidade ideológica, porém, os distintos não tiveram a menor dificuldade em interpretar à luz dela cada palavra que eu dissesse a respeito do que quer que fosse, confirmando circularmente a exatidão certeira do diagnóstico inicial.
Assim, do fato de que eu defendesse o então presidente George W. Bush contra invencionices macabras postas em circulação no tempo do furacão Katrina, concluíram que, neocon como ninguém, eu também havia me tornado, coerentemente, "mais bushista que o próprio Bush". Deve, portanto, ter sido também para fins de camuflagem que, ante a derrota republicana nas eleições de 2006, escrevi (ver http://www.olavodecarvalho.org/semana/061113dc.html): "Ninguém duvida de que o Partido Republicano pagou pelos pecados de George W. Bush, mas a rejeição nacional ao presidente tem muito menos a ver com a guerra do que com as atitudes dele com relação a gastos públicos, imigração e legislação eleitoral - e, nessas três áreas, ele não errou contra os democratas, e sim com o apoio entusiástico deles(...). Mais motivo ainda para revolta o presidente deu quando violou ao mesmo tempo duas leis sagradas do conservadorismo, gastando um dinheirão do governo para aumentar a interferência estatal na educação infantil...”
É ou não uma prova cabal da minha paixão mórbida por George W. Bush?
Segundo: você sabia que escrevo artigos para a Veja sob o pseudônimo de Ethan Edwards, o personagem de John Wayne no filme The Searchers (Rastros de Ódio)? Você sabia que sou o líder de um grupo trotsquista? Você sabia que sou correspondente da Folha de S. Paulo em Washington, e que resido nos EUA com visto de jornalista concedido graças aos favores do sr. Frias?
Você sabia que, além dos meus próprios sites (www.olavodecarvalho.org, www.midiasemmascara.com.br, www.seminariodefilosofia.org e www.theinteramerican.org), dirijo em segredo uma rede de sites-fantasmas, simulando variedade de fontes para ocultar que tudo vem do meu cérebro maligno? Você sabia que para produzir essa gigantesca empulhação faço uso de um software multiplicador que copiei da Atlas Foundation?
Você sabia que entre os falsos sites que criei e dos quais sou o mentor secreto estão a Folha de S. Paulo, a Veja, Instituto Millenium, De Olho na Mídia, Visão Judaica, Denni Marquesani, Luiz Gonzaga de Carvalho Neto, Instituto Olavo de Carvalho, Livraria Cultura, TFP, Padre Paulo Ricardo, José Carlos Zamboni, É Realizações, Ordem Livre, Ternuma, Unoamerica e Fuerza Solidaria?
Se não sabia de nada disso, não se sinta humilhado. Eu também não sabia. Fiquei sabendo graças ao tirocínio jornalístico do sr. Colin Brayton, um americano doido de pedra que mora em São Paulo (v. http://tupiwire.wordpress.com/2011/01/10/democracy-exportation-crosshairs-over-america-do-sul/). Ele não apenas fornece essas informações de primeira mão, como as fundamenta em vários diagramas, complicados e muito bem feitinhos, do tipo daquele que publiquei sobre o Observatório de Imprensa da USP (http://www.olavodecarvalho.org/semana/040929msm.html), com uma diferença: as parcerias que apontei não foram inventadas por mim, mas extraídas de dados do próprio site do Observatório. Infelizmente a criatividade diagramática do sr. Brayton veio tarde demais para ser consagrada nas exposições da falecida Dra. Nise da Silveira.
O sr. Brayton também jura que nunca falei para as platéias do Hudson Institute e da America’s Future Foundation e de outras entidades americanas, embora as fotos e documentos comprobatórios dessa minha atividade constem do currículo extensivo publicado no meu site (http://www.olavodecarvalho.org/english/life-and-works.html). Ele afirma ainda que meu livro Como Vencer um Debate sem Precisar Ter Razão foi plagiado de Schopenhauer, sem explicar o que poderia haver de plágio numa tradução comentada, com clara distinção entre os trechos do autor e os do comentarista.
Publicado no "Diário do Comércio". Fonte: "Mídia Sem Máscara"
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Sobre aeroportos e avoados
A charge é sobre o Aeroporto de Porto Alegre-RS. Serve para qualquer grande aeroporto das capitais e grandes cidades brasileiras, todos empacados e precisando de obras para atender à acessibilidade antes e principalmente durante a Copa do Mundo 2014. A charge não serve para ilustrar o caso do Aeroporto Governador João Durval, em Feira de Santana, que o governo petista "voa" anunciando "mundos e fundos".
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ACM Neto diz que Wagner protagoniza o "governo da balela"
O deputado federal ACM Neto (Foto: Divulgação), do DEM, disse nesta quarta-feira, 1º, em Brasília, que Jaques Wagner "protagoniza o governo da balela na Bahia", numa comparação sobre o que vale na propaganda petista e a realidade do Estado. "Na propaganda, a segurança está uma maravilha em Salvador. Na realidade, mesmo com todo o efetivo da PM na rua, a capital baiana é uma das cidades mais violentas do mundo. Imagina o que pode acontecer agora, com parte do efetivo da polícia paralisada", disse Neto.Ele também criticou o fato de o governo comemorar a entrega "de um número insignificante de casas em Salvador". "Será que não gastaram mais com a propaganda do que com as casas, que não chegaram a 70? É muita cara de pau um governador vibrar com isso, sobretudo diante do
grande déficit habitacional da cidade. Os soteropolitanos merecem muito mais, governador".
Para ACM Neto, Wagner quer enganar a população de Salvador no ano eleitoral. "O governo faz fumaça para tentar engalar os soteropolitanos.Na prática, temos uma cidade que não está sendo
preparada como deveria para a Copa do Mundo e para o futuro. Wagner é omisso com Salvador". (Com informações da Assessoria de Imprensa)
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Feliz Dia do Publicitário!
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Enviado por Luciana Ferreira, auxiliar de Relações Públicas da Record Bahia
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Para os petistas 'mentir é preciso'. Eles não sobreviveriam a verdade"
Charge original de Néo Correa, com frases adaptadasPor Mario Fortes
Mentir é a maior (e talvez a única) aptidão de um petista. Mentir já se tornou uma necessidade. Diante da verdade eles não sobreviveriam.
Em recente episódio, na reintegração de posse, determinada pela Justiça, do local denominado "Pinheirinho", os mentirosos petistas alardearam a seguinte mentira: "Derramou-se sangue, foi um massacre, uma barbárie, uma praça de guerra. Até crianças morreram. Esconderam cadáveres".
Nada disso coresponde à verdade. Foi uma mentira daquelas tão uilizadas pelos petistas em época de eleição.
O senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) escreve na Folha desta quarta-feira, 1º, um artigo intitulado "As mentiras do PT sobre Pinheirinho". Traz uma boa síntese do caso. Vamos nos ater, apenas, na declaração mentirosa acima, e vamos ler o que o senador esclarece:
...
"Não houve, felizmente, nenhuma morte, assim como nas 164 reintegrações feitas pela Polícia Militar em 2011. O massacre não existiu, mas o governo do PT divulgou industrialmente a calúnia. A mentira ganhou corpo quando a Agência Brasil, empresa federal, paga com dinheiro do contribuinte, publicou entrevista de um advogado dos invasores dando a entender que seria o porta-voz da OAB, entidade que o desautorizou. A mentira ganhou o mundo. Presente no local, sem explicar se na condição de ativista ou de servidor público, Paulo Maldos, militante petista instalado numa sinecura chamada Secretaria Nacional de Articulação Social, disse ter sido atingido por uma bala de borracha. Não fez BO nem autorizou exame de corpo de delito. Hoje, posa como ex-combatente de uma guerra que não aconteceu."
...
Viram? É televisão estatal construindo mentiras, é militante posando de representante da OAB, de mentira, e isso é falsidade ideológica!
É militante mentindo ao dizer que fora atingido por bala de borracha. Atingido? Onde está o BO? Por quê não autorizou o exame de corpo de delito?
Mentirosos! Falsários! Cínicos! Nojentos!
Não se pede muito dos petistas. Pede-se, apenas que sejam verdadeiros, honestos, enfim, que tenham vergonha!
Mas tal coisa parece ser impossível para quem chegou ao poder mentindo e o mantém construindo mentiras.
Fonte: "Blog do Mario Fortes"
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"Opinião do Estadão: Corrupção e incompetência do governo petralha"
O tempo está sendo implacável com a imagem que arduamente a presidente Dilma Rousseff tenta construir para si - como fez durante a campanha eleitoral de 2010, com a inestimável colaboração de seu patrono político, o ex-presidente Lula -, de administradora capaz, tecnicamente competente e defensora da lisura e da moralidade dos atos públicos. É cada vez mais claro que tudo não passa da construção de uma personagem de feitio exclusivamente eleitoral.
As trocas de ministros no primeiro ano de mandato por suspeitas de irregularidades são a face mais visível dos malefícios de um governo baseado não na competência de seus integrantes - como seria de esperar da equipe de uma gestora eficiente dos recursos públicos -, mas em acordos de conveniência político-partidárias que levaram ao loteamento dos principais postos da administração federal. O resultado não poderia ser diferente do que revelam os fatos que vão chegando ao conhecimento do público.
A amostra mais recente dos prejuízos que essa forma de montar equipes e administrar a coisa pública pode causar ao erário é o contrato assinado em 2010 pelo Ministério do Esporte com a Fundação Instituto de Administração (FIA) para a criação de uma estatal natimorta. O caso, relatado pelos repórteres do Estado Fábio Fabrini e Iuri Dantas (30 de janeiro), espanta pelo valor gasto para que rigorosamente nada fosse feito de prático e porque o contrato não tinha nenhuma utilidade.
A FIA foi contratada para ajudar na constituição da Empresa Brasileira de Legado Esportivo Brasil 2016, legalmente constituída em agosto de 2010 para executar projetos ligados à Olimpíada de 2016. De acordo com o contrato, a FIA deveria "apoiar a modelagem de gestão da fase inicial de atividade da estatal". A empresa não chegou a ser constituída formalmente - não foi inscrita no CNPJ nem teve sede, diretoria ou empregados -, pois, em agosto do ano passado, foi incluída no Programa Nacional de Desestatização, para ser liquidada. E por que, apenas um ano depois de a constituir, o governo decidiu extingui-la? Porque ela não tinha nenhuma função. Mesmo assim, a fundação contratada recebeu quase R$ 5 milhões – uma parte, aliás, paga depois de o governo ter decidido extinguir a empresa, cuja criação fora objeto do contrato com a FIA.
Em sua defesa, o Ministério do Esporte afirma que a contratação se baseou na legislação. É risível, no entanto, a alegação de que "os estudos subsidiaram decisões, sugeriram alternativas para contribuir com os debates que ocorreram nos governos federal, estadual e municipal e deram apoio aos gestores dos três entes para a tomada de decisões mais adequadas".
Mas tem mais. Pela leitura da mesma edição do Estado em que saiu a história acima, o público fica sabendo que, de 10 contratos na área de habitação popular firmados pela União com estados e municípios, sete não saíram do papel. Pode-se alegar, como fez a responsável pela área de habitação do Ministério das Cidades, que alguns estados e prefeituras não estavam tecnicamente capacitados para executar as obras ou realizar as licitações previstas nos contratos de repasse de verbas federais. Isso significa que o Governo Federal se comprometeu, por contrato, a transferir recursos a quem não estava em condições de utilizá-los adequadamente, o que mostra no mínimo falta de critério.
Além disso, o programa que assegurou boa parte dos votos da candidata do PT em 2010, o "Minha Casa, Minha Vida", sobre o qual Dilma falou maravilhas, na Bahia, antes de partir para Cuba, praticamente não saiu do papel no ano passado, e continuará parado em 2012, se não for mudado em alguns aspectos essenciais, alertam empresários do setor de construção civil.
E muitos outros programas considerados prioritários pelo governo Dilma se arrastam. Os investimentos efetivos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), outra grande fonte de votos para Dilma em 2010, são bem inferiores aos programados, e boa parte se refere a contratos assinados em exercícios passados.
O problema não é novo. A má qualidade da gestão é marca da administração do PT. E Dilma tem tudo a ver com isso, pois desempenha papel central nessa administração desde 2003.
O título da matéria foi editado.
Fonte: http://abobado.wordpress.com
As trocas de ministros no primeiro ano de mandato por suspeitas de irregularidades são a face mais visível dos malefícios de um governo baseado não na competência de seus integrantes - como seria de esperar da equipe de uma gestora eficiente dos recursos públicos -, mas em acordos de conveniência político-partidárias que levaram ao loteamento dos principais postos da administração federal. O resultado não poderia ser diferente do que revelam os fatos que vão chegando ao conhecimento do público.
A amostra mais recente dos prejuízos que essa forma de montar equipes e administrar a coisa pública pode causar ao erário é o contrato assinado em 2010 pelo Ministério do Esporte com a Fundação Instituto de Administração (FIA) para a criação de uma estatal natimorta. O caso, relatado pelos repórteres do Estado Fábio Fabrini e Iuri Dantas (30 de janeiro), espanta pelo valor gasto para que rigorosamente nada fosse feito de prático e porque o contrato não tinha nenhuma utilidade.
A FIA foi contratada para ajudar na constituição da Empresa Brasileira de Legado Esportivo Brasil 2016, legalmente constituída em agosto de 2010 para executar projetos ligados à Olimpíada de 2016. De acordo com o contrato, a FIA deveria "apoiar a modelagem de gestão da fase inicial de atividade da estatal". A empresa não chegou a ser constituída formalmente - não foi inscrita no CNPJ nem teve sede, diretoria ou empregados -, pois, em agosto do ano passado, foi incluída no Programa Nacional de Desestatização, para ser liquidada. E por que, apenas um ano depois de a constituir, o governo decidiu extingui-la? Porque ela não tinha nenhuma função. Mesmo assim, a fundação contratada recebeu quase R$ 5 milhões – uma parte, aliás, paga depois de o governo ter decidido extinguir a empresa, cuja criação fora objeto do contrato com a FIA.
Em sua defesa, o Ministério do Esporte afirma que a contratação se baseou na legislação. É risível, no entanto, a alegação de que "os estudos subsidiaram decisões, sugeriram alternativas para contribuir com os debates que ocorreram nos governos federal, estadual e municipal e deram apoio aos gestores dos três entes para a tomada de decisões mais adequadas".
Mas tem mais. Pela leitura da mesma edição do Estado em que saiu a história acima, o público fica sabendo que, de 10 contratos na área de habitação popular firmados pela União com estados e municípios, sete não saíram do papel. Pode-se alegar, como fez a responsável pela área de habitação do Ministério das Cidades, que alguns estados e prefeituras não estavam tecnicamente capacitados para executar as obras ou realizar as licitações previstas nos contratos de repasse de verbas federais. Isso significa que o Governo Federal se comprometeu, por contrato, a transferir recursos a quem não estava em condições de utilizá-los adequadamente, o que mostra no mínimo falta de critério.
Além disso, o programa que assegurou boa parte dos votos da candidata do PT em 2010, o "Minha Casa, Minha Vida", sobre o qual Dilma falou maravilhas, na Bahia, antes de partir para Cuba, praticamente não saiu do papel no ano passado, e continuará parado em 2012, se não for mudado em alguns aspectos essenciais, alertam empresários do setor de construção civil.
E muitos outros programas considerados prioritários pelo governo Dilma se arrastam. Os investimentos efetivos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), outra grande fonte de votos para Dilma em 2010, são bem inferiores aos programados, e boa parte se refere a contratos assinados em exercícios passados.
O problema não é novo. A má qualidade da gestão é marca da administração do PT. E Dilma tem tudo a ver com isso, pois desempenha papel central nessa administração desde 2003.
O título da matéria foi editado.
Fonte: http://abobado.wordpress.com
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Aprenda a vender peixe podre: basta inseri-lo entre os bons
Por Klauber Cristofen Pires
O artigo "Agenda Cubana", do colunista Hélio Schwartsman, da "Folha", serve bem como um daqueles exemplos clássicos de empulhação socialista.
O estratagema é o seguinte: não sendo possível endossar as enormidades proferidas pela presidente Dilma Roussef por ocasião de sua visita a Cuba, que representaram uma nefasta reprise da mesma cara de pau com que Lula já havia tratado o assunto - até mesmo cada qual com direito ao seu próprio mártir como souvenir – lá vem o articulista da "Folha/UOL" inserir entre suas discordâncias alguns elogios ao regime. Confiram:
O fato de a ditadura cubana não ser tão sanguinária quanto congêneres africanas e asiáticas não justifica seu autoritarismo, especialmente porque ele é desnecessário no que diz respeito aos dois ou três sucessos que a revolução logrou obter.
Por mais que deploremos certas práticas de Fidel Castro, é forçoso reconhecer que ele fez um bom trabalho em saúde e educação. A Universidade de Havana não compete com Harvard, mas praticamente todos os cubanos sabem ler e frequentaram a escola básica, o que não é regra no Caribe nem em algumas nações bem mais ricas.
Já na saúde, os indicadores de Cuba, se não muito manipulados, são melhores até que o de algumas regiões dos EUA. O segredo é prevenção e atendimento primário. A coisa muda de figura quando se necessita de intervenções de alta complexidade, hipótese em que é melhor estar nas mãos de um médico americano.
Bom, pra começar, os dois ou três sucessos alegados, como deu pra notar, foram só dois mesmo: educação e saúde. Seria algo, não fosse uma brutal mentira.
Não se faz educação sem liberdade. Pode-se fazer algum adestramento. Com efeito, os próprios dirigentes cubanos afirmam que a educação cubana visa a formar o cidadão para viver em um país socialista. É só.
Saber ler e escrever, realizar algumas operações matemáticas ou operar algumas habilidades está muito longe do significado pleno de educação, no sentido da conquista de uma consciência sobre a vida e o mundo. Basta dizer que qualquer leitura ou conhecimento que o regime considere inconveniente pode resultar em cadeia, como aconteceu com as mais de setenta pessoas da Primavera Negra de 2003.
Por outro lado, a saúde cubana não passa de peça publicitária que não engana nem sequer os mais fiéis militantes petistas. O Sr Hélio deveria se envergonhar por sua tola coragem em dizer tamanha besteira.
Sua concessão ao regime castrista visa passar a ideia da viabilidade de um socialismo democrático, com educação e saúde para todos. Entretanto, jamais haverá uma conjunção de democracia com o socialismo, só porque, sem o direito de propriedade, nenhuma pessoa tem o poder de tomar decisões por si própria, tendo antes de pedir permissão a uma autoridade imediata, que no final desembocará inexoravelmente na figura do líder máximo, que detém o controle total sobre tudo e todos. Não é por outro motivo que de todo regime comunista sempre emerge um guia genial, supremo e venerado, a quem todos devem agradecer por qualquer migalha de pão e pela Aspirina para qualquer enfermidade que seja.
Nenhuma imprensa é livre, porque as máquinas e os jornalistas são do governo. Nenhum direito é livre, porque promotores e advogados são do governo. Nenhum paciente é livre para exigir ou protestar, porque os hospitais e os médicos também são do governo.
Fonte: Liberesfera
O artigo "Agenda Cubana", do colunista Hélio Schwartsman, da "Folha", serve bem como um daqueles exemplos clássicos de empulhação socialista.
O estratagema é o seguinte: não sendo possível endossar as enormidades proferidas pela presidente Dilma Roussef por ocasião de sua visita a Cuba, que representaram uma nefasta reprise da mesma cara de pau com que Lula já havia tratado o assunto - até mesmo cada qual com direito ao seu próprio mártir como souvenir – lá vem o articulista da "Folha/UOL" inserir entre suas discordâncias alguns elogios ao regime. Confiram:
O fato de a ditadura cubana não ser tão sanguinária quanto congêneres africanas e asiáticas não justifica seu autoritarismo, especialmente porque ele é desnecessário no que diz respeito aos dois ou três sucessos que a revolução logrou obter.
Por mais que deploremos certas práticas de Fidel Castro, é forçoso reconhecer que ele fez um bom trabalho em saúde e educação. A Universidade de Havana não compete com Harvard, mas praticamente todos os cubanos sabem ler e frequentaram a escola básica, o que não é regra no Caribe nem em algumas nações bem mais ricas.
Já na saúde, os indicadores de Cuba, se não muito manipulados, são melhores até que o de algumas regiões dos EUA. O segredo é prevenção e atendimento primário. A coisa muda de figura quando se necessita de intervenções de alta complexidade, hipótese em que é melhor estar nas mãos de um médico americano.
Bom, pra começar, os dois ou três sucessos alegados, como deu pra notar, foram só dois mesmo: educação e saúde. Seria algo, não fosse uma brutal mentira.
Não se faz educação sem liberdade. Pode-se fazer algum adestramento. Com efeito, os próprios dirigentes cubanos afirmam que a educação cubana visa a formar o cidadão para viver em um país socialista. É só.
Saber ler e escrever, realizar algumas operações matemáticas ou operar algumas habilidades está muito longe do significado pleno de educação, no sentido da conquista de uma consciência sobre a vida e o mundo. Basta dizer que qualquer leitura ou conhecimento que o regime considere inconveniente pode resultar em cadeia, como aconteceu com as mais de setenta pessoas da Primavera Negra de 2003.
Por outro lado, a saúde cubana não passa de peça publicitária que não engana nem sequer os mais fiéis militantes petistas. O Sr Hélio deveria se envergonhar por sua tola coragem em dizer tamanha besteira.
Sua concessão ao regime castrista visa passar a ideia da viabilidade de um socialismo democrático, com educação e saúde para todos. Entretanto, jamais haverá uma conjunção de democracia com o socialismo, só porque, sem o direito de propriedade, nenhuma pessoa tem o poder de tomar decisões por si própria, tendo antes de pedir permissão a uma autoridade imediata, que no final desembocará inexoravelmente na figura do líder máximo, que detém o controle total sobre tudo e todos. Não é por outro motivo que de todo regime comunista sempre emerge um guia genial, supremo e venerado, a quem todos devem agradecer por qualquer migalha de pão e pela Aspirina para qualquer enfermidade que seja.
Nenhuma imprensa é livre, porque as máquinas e os jornalistas são do governo. Nenhum direito é livre, porque promotores e advogados são do governo. Nenhum paciente é livre para exigir ou protestar, porque os hospitais e os médicos também são do governo.
Fonte: Liberesfera
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Cabuçú literalmente abandonado
Por Genaldo de Melo
Estive por esses dias em Cabuçú, uma das áreas de lazer e turismo das mais lindas da costa baiana, e percebi o quanto a incompetência planejada e a incapacidade e preguiça para pensar, faz com que uma região que poderia ser promissora do ponto de vista econômico, tornou-se reduto do abandono e do descaso. É incrível ver como tantos donos de bares e restaurantes sofrem com a falta de planejamento e atenção do Poder Público local!
Mais incrível ainda é ver um público fiel e amante da Praia do Sol e Praia Alto das Pedras ser desrespeitado pela falta de infraestrutura adequada. Como lá grande número de turistas é de Feira de Santana e região, temos a nítida sensação de que quem decide politicamente pelo local não gosta de povo feirense.
Em Cabuçú dois elementos são extremamente importantes, ambos ligados diretamente a metrópole Feira de Santana. O primeiro são os turistas, e em época de verão os chamados veranistas, que todos os finais de semana sem opções claras de lazer na metrópole, despejam grandes quantidades de dinheiro nos bares e restaurantes da praia. O segundo são exatamente os proprietários de bares e restaurantes, que em sua grande maioria são feirenses que por conta própria investem em projetos de infraestrutura, para não afugentar o povo daquele paraíso. É uma vergonha, mas ambos sofrem com esse descaso.
Além disso, uma grande parcela das famílias do lugar que vive da informalidade tem reclamado que a cada ano tem diminuído o fluxo de pessoas, que contribuem com os pequenos lucros dos pequenos negócios. Na realidade por falta de infraestrutura e atenção do Poder Público local as pessoas estão procurando outras praias mais organizadas e coordenadas por gestores mais competentes e comprometidos com o desenvolvimento de seus municípios.
Alguma coisa precisa ser feita e de modo urgente, e quem não deveria ter essa obrigação, pois isso deveria ser obrigação e dever local, está acabando tendo que assumir essa postura de preocupação por Cabuçú, que é o povo feirense. E olhe que quem mais sofre é exatamente o povo saubarense, que não tem um gestor à altura do que são como seres humanos.
Fonte: http://genaldo40.blogspot.com
Estive por esses dias em Cabuçú, uma das áreas de lazer e turismo das mais lindas da costa baiana, e percebi o quanto a incompetência planejada e a incapacidade e preguiça para pensar, faz com que uma região que poderia ser promissora do ponto de vista econômico, tornou-se reduto do abandono e do descaso. É incrível ver como tantos donos de bares e restaurantes sofrem com a falta de planejamento e atenção do Poder Público local!
Mais incrível ainda é ver um público fiel e amante da Praia do Sol e Praia Alto das Pedras ser desrespeitado pela falta de infraestrutura adequada. Como lá grande número de turistas é de Feira de Santana e região, temos a nítida sensação de que quem decide politicamente pelo local não gosta de povo feirense.
Em Cabuçú dois elementos são extremamente importantes, ambos ligados diretamente a metrópole Feira de Santana. O primeiro são os turistas, e em época de verão os chamados veranistas, que todos os finais de semana sem opções claras de lazer na metrópole, despejam grandes quantidades de dinheiro nos bares e restaurantes da praia. O segundo são exatamente os proprietários de bares e restaurantes, que em sua grande maioria são feirenses que por conta própria investem em projetos de infraestrutura, para não afugentar o povo daquele paraíso. É uma vergonha, mas ambos sofrem com esse descaso.
Além disso, uma grande parcela das famílias do lugar que vive da informalidade tem reclamado que a cada ano tem diminuído o fluxo de pessoas, que contribuem com os pequenos lucros dos pequenos negócios. Na realidade por falta de infraestrutura e atenção do Poder Público local as pessoas estão procurando outras praias mais organizadas e coordenadas por gestores mais competentes e comprometidos com o desenvolvimento de seus municípios.
Alguma coisa precisa ser feita e de modo urgente, e quem não deveria ter essa obrigação, pois isso deveria ser obrigação e dever local, está acabando tendo que assumir essa postura de preocupação por Cabuçú, que é o povo feirense. E olhe que quem mais sofre é exatamente o povo saubarense, que não tem um gestor à altura do que são como seres humanos.
Fonte: http://genaldo40.blogspot.com
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"Comandante da PM não é dono de movimento"
Após a paralisação de milhares de PMs em todo o Estado, o comandante da PM-BA, tem feito declarações com a intenção clara de desqualificar o movimento de PMs, a insatisfação declarada por meio de paralisações de milhares de PMs em todo o Estado. Tentar não reconhecer a legitimidade de uma associação nacional de praças de soldados (Anaspra) que tem como um dos dirigentes Marcos Prisco, é tão somente se esconder dos reais problemas que a corporação da Polícia Militar tem enfrentado durante séculos e séculos de exploração de trabalho.
O comandante em entrevista diz que a associação não tem legitimidade, e quem é que pediu a legitimidade dele? Ninguém precisa da legitimidade de nenhum comandante e de nenhum governador, e conhecemos o Jaques Wagner, muito bem... Tentar dizer que há interesses eleitorais na paralisação é uma outra farsa, pois os oficiais da PM que historicamente sempre ficou do outro lado do jogo, não está na linha de frente enfrentado a violência nas ruas e em casa. Em casa por que quando um PM ou uma PM após um dia de trabalho explorado, volta para a casa e enfrenta uma decadência de necessidades no seio da sua família.
Por que o comandante não cita nada sobre os míseros salários que os PMs recebem? Nenhum movimento de greve depende de reconhecimento ou não de associações de oficiais da PM, que são associações que defendem o seu peixe e os sargentos e soldados são marginalizados e são a grande imensa maioria.
Sobre o argumento do comandante que o Prisco, tem tido comportamento irresponsável, o comandante deixa escondido por debaixo da língua dele, que irresponsabilidade é a do governo Jaques Wagner, seu patrão, que oferece um salário de miséria aos sargentos e soldados, aos filhos e descendentes dos escravizados que até hoje tem o seu trabalho explorados por um regime legitimado por leis que só favorecem aos senhores do "poder".
A paralisação de milhares de policiais pelo estado é significativa e mesmo que apenas meia dúzias de PMs fossem as ruas, já seria significativo, por que quem sente a dor é quem geme, e quem está sentindo as dores da exploração trabalhista, são os sargentos e soldados e não os oficiais, não é o comandante da PM e muito menos o Jaques Wagner, que dorme e acorda em um palácio em Ondina, sem preocupações no final do mês...
Na história da humanidade nada se foi conquistado se ajoelhando aos senhores do poder, mas sim através das lutas, reivindicações populares e os soldados e sargentos são povão, são pessoas do povo e diga-se de passagem, são usados pelo sistema para oprimirem o próprio povo quando convém ao sistema.
Todo apoio a greve dos policiais e sargentos e nenhum apoio ao Jaques Wagner e seus empregados oficiais!
Ronaldo Santos
Secretário geral do PSOL Bahia e membro da Direção Nacional do PSOL
Salvador, 1º de fevereiro de 2012.
O comandante em entrevista diz que a associação não tem legitimidade, e quem é que pediu a legitimidade dele? Ninguém precisa da legitimidade de nenhum comandante e de nenhum governador, e conhecemos o Jaques Wagner, muito bem... Tentar dizer que há interesses eleitorais na paralisação é uma outra farsa, pois os oficiais da PM que historicamente sempre ficou do outro lado do jogo, não está na linha de frente enfrentado a violência nas ruas e em casa. Em casa por que quando um PM ou uma PM após um dia de trabalho explorado, volta para a casa e enfrenta uma decadência de necessidades no seio da sua família.
Por que o comandante não cita nada sobre os míseros salários que os PMs recebem? Nenhum movimento de greve depende de reconhecimento ou não de associações de oficiais da PM, que são associações que defendem o seu peixe e os sargentos e soldados são marginalizados e são a grande imensa maioria.
Sobre o argumento do comandante que o Prisco, tem tido comportamento irresponsável, o comandante deixa escondido por debaixo da língua dele, que irresponsabilidade é a do governo Jaques Wagner, seu patrão, que oferece um salário de miséria aos sargentos e soldados, aos filhos e descendentes dos escravizados que até hoje tem o seu trabalho explorados por um regime legitimado por leis que só favorecem aos senhores do "poder".
A paralisação de milhares de policiais pelo estado é significativa e mesmo que apenas meia dúzias de PMs fossem as ruas, já seria significativo, por que quem sente a dor é quem geme, e quem está sentindo as dores da exploração trabalhista, são os sargentos e soldados e não os oficiais, não é o comandante da PM e muito menos o Jaques Wagner, que dorme e acorda em um palácio em Ondina, sem preocupações no final do mês...
Na história da humanidade nada se foi conquistado se ajoelhando aos senhores do poder, mas sim através das lutas, reivindicações populares e os soldados e sargentos são povão, são pessoas do povo e diga-se de passagem, são usados pelo sistema para oprimirem o próprio povo quando convém ao sistema.
Todo apoio a greve dos policiais e sargentos e nenhum apoio ao Jaques Wagner e seus empregados oficiais!
Ronaldo Santos
Secretário geral do PSOL Bahia e membro da Direção Nacional do PSOL
Salvador, 1º de fevereiro de 2012.
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"Tomar reprimenda pública é demais"
A conclusão da comissão de sindicância sobre irregularidades no governo do prefeito Tarcízio Pimenta, publicada nesta quarta-feira, 1º, no jornal "Folha do Estado", não pode ser encarada como "simples ter mais zelo". Segundo parecer de um técnico, que prefere não se expor, "o que se observa é uma censura pública a um secretário, por parte de uma comissão composta de duas pessoas com a mesma hierarquia e outro com nível inferior". Para ele, o secretário Magno Felzemburgh "deveria pedir demissão ainda hoje. Tomar uma reprimenda pública é demais". Conclui que "não existiu prejuízo financeiro ao Erário, mas existe prejuízo moral".
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Barraca retirada depois de denúncia do Blog Demais
Em 20 de janeiro, o Blog Demais postou a nota "Imagens do caos no centro da cidade". As imagens foram feitas na rua Manoel Vitorino, um calçadão, entre a rua Conselheiro Franco e a rua Sales Barbosa, outro calçadão. E tratou sobre a dificuldade para transitar, pela quantidade de barracas, inclusive uma nova, fincada no chão, prestes a ser inaugurada (Foto). Não é que o governo do prefeito Tarcízio Pimenta, pautado pelo blog, resolveu não permitir o funcionamento da tal barraca? Ela foi retirada de onde estava. O fato não foi notícia da Secretaria de Comunicação Social, preocupada em produzir espuma.
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Cinco meses sem resultado de sindicância contra secretário municipal
Nesta quinta-feira, 2, completam-se cinco meses e passado esse tempo nenhum resultado - se teve não foi divulgado - da comissão de sindicância instalada pelo prefeito Tarcízio Pimenta, através de portaria publicada em 2 de agosto de 2011, para apurar denúncias formuladas pelo vereador David Neto contra o secretário de Turismo e Desenvolvimento Econômico Magno Felzemburgh. Esta postagem vem a propósito de outra sindicância - teve processo concluído com estranha rapidez - que apurou fatos relativos às denúncias de irregularidades em dispensa de licitação en volvendo a empresa Assege, que acabou em exoneração do chefe de gabinete da Secretaria de Prevenção à Violência, João Jorge da Conceição Lima. Na conclusão, ainda sugere à Secretaria de Turismo e Desenvolvimento Econômico, da qual Magno é titular, a ter "maior zelo em suas futuras contratações". Lembrar ainda que a comissão devia ter dois servidores efetivos, o que não foi o caso.
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Arquitetura para todos
Idealizar projetos arquitetônicos universais, ou seja, acessíveis para todos, já é prioridade para alguns arquitetos atentos aos portadores de necessidades especiais e ao envelhecimento da população
1. Nesta residência, projetada pela arquiteta Flávia Soares, todas as portas tem 80 cm o que facilita a locomoção dos cadeirantes; 2. Além das portas, Flávia Soares buscou facilitar a acessibilidade no primeiro pavimento desta casa deixando todo o piso em um mesmo nível. (Fotos: Flávia Soares)
Por Bárbara Camilo
Segundo o IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e estatística, no Brasil, 15 milhões de pessoas, ou 14% da população brasileira, tem mais de 60 anos. Os dados do instituto indicam ainda que o número de brasileiros com algum tipo de deficiência física é ainda maior. Mais de 14% da população possui necessidades especiais. Diante dessa realidade, é urgente que as cidades se organizem de modo a oferecer a essa parcela da população conforto e funcionalidade, para que possam circular com segurança. E isso começa em casa. Não por um acaso, arquitetos e decoradores já começam a ter o cuidado de universalizar seus projetos, ou seja, torná-los acessíveis para todos.
"Para esse perfil de público é preciso levar em conta os princípios do projeto universal, que tem como diretrizes normas que facilitam o uso do espaço para qualquer pessoa", avalia a arquiteta Sandra Diniz. A arquiteta Flávia Soares concorda: "Aos poucos, os profissionais estão tendo mais cuidados com questões relacionadas à locomoção na hora de idealizar projetos destinados a residências".
Questionada sobre quais cuidados deveriam ser estes, Flávia exemplifica. "Deve haver circulação entre os ambientes, mínimo de 100 metros, portas com largura de pelo menos 80 centímetros, e ainda corrimão nas escadas, que devem ter material antiderrapante nos degraus, além de rampas e pisos. Caso haja desníveis, e eles podem ter até dois centímetros, deve-se planejar circulação vertical por meio de plataformas ou elevadores".
Sandra acrescenta outras recomendações: "A altura das pias da cozinha e banheiro deve seguir as regras da ABNT. As maçanetas devem ser da linha conforto, possibilitando ao usuário acioná-las até com os cotovelos. Dê preferências a sofás com espuma rígida e assento anatômico e camas com colchões mais altos, que facilitam o ato de deitar e levantar".
No banheiro, campeão de acidentes como quedas, os seguintes cuidados precisam ser observados: "Instalação de barras de apoio, piso antiderrapante, torneiras acionadas por alavancas, pois são mais seguras e fáceis de manusear, e acentos especiais na área do chuveiro e vaso sanitário são os mais indicados", enumera Sandra. Flávia lembra ainda da importância das barras de apoio nesse ambiente, além de espaço que possibilite manobrar a cadeira de rodas.
As profissionais fazem questão de ressaltar que seus projetos levam em consideração o acesso para todas as pessoas, independente da sua condição física. "São alterações que atendem os usuários da casa e suas visitas, e visam proporcionar conforto, segurança e bem-estar a todos", concordam Sandra e Flávia.
(Com informações de Ana Paula Horta e Fernanda Pinho, da Mão Dupla Comunicação)
1. Nesta residência, projetada pela arquiteta Flávia Soares, todas as portas tem 80 cm o que facilita a locomoção dos cadeirantes; 2. Além das portas, Flávia Soares buscou facilitar a acessibilidade no primeiro pavimento desta casa deixando todo o piso em um mesmo nível. (Fotos: Flávia Soares)Por Bárbara Camilo
Segundo o IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e estatística, no Brasil, 15 milhões de pessoas, ou 14% da população brasileira, tem mais de 60 anos. Os dados do instituto indicam ainda que o número de brasileiros com algum tipo de deficiência física é ainda maior. Mais de 14% da população possui necessidades especiais. Diante dessa realidade, é urgente que as cidades se organizem de modo a oferecer a essa parcela da população conforto e funcionalidade, para que possam circular com segurança. E isso começa em casa. Não por um acaso, arquitetos e decoradores já começam a ter o cuidado de universalizar seus projetos, ou seja, torná-los acessíveis para todos.
"Para esse perfil de público é preciso levar em conta os princípios do projeto universal, que tem como diretrizes normas que facilitam o uso do espaço para qualquer pessoa", avalia a arquiteta Sandra Diniz. A arquiteta Flávia Soares concorda: "Aos poucos, os profissionais estão tendo mais cuidados com questões relacionadas à locomoção na hora de idealizar projetos destinados a residências".
Questionada sobre quais cuidados deveriam ser estes, Flávia exemplifica. "Deve haver circulação entre os ambientes, mínimo de 100 metros, portas com largura de pelo menos 80 centímetros, e ainda corrimão nas escadas, que devem ter material antiderrapante nos degraus, além de rampas e pisos. Caso haja desníveis, e eles podem ter até dois centímetros, deve-se planejar circulação vertical por meio de plataformas ou elevadores".
Sandra acrescenta outras recomendações: "A altura das pias da cozinha e banheiro deve seguir as regras da ABNT. As maçanetas devem ser da linha conforto, possibilitando ao usuário acioná-las até com os cotovelos. Dê preferências a sofás com espuma rígida e assento anatômico e camas com colchões mais altos, que facilitam o ato de deitar e levantar".
No banheiro, campeão de acidentes como quedas, os seguintes cuidados precisam ser observados: "Instalação de barras de apoio, piso antiderrapante, torneiras acionadas por alavancas, pois são mais seguras e fáceis de manusear, e acentos especiais na área do chuveiro e vaso sanitário são os mais indicados", enumera Sandra. Flávia lembra ainda da importância das barras de apoio nesse ambiente, além de espaço que possibilite manobrar a cadeira de rodas.
As profissionais fazem questão de ressaltar que seus projetos levam em consideração o acesso para todas as pessoas, independente da sua condição física. "São alterações que atendem os usuários da casa e suas visitas, e visam proporcionar conforto, segurança e bem-estar a todos", concordam Sandra e Flávia.
(Com informações de Ana Paula Horta e Fernanda Pinho, da Mão Dupla Comunicação)
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"Missão impossível"
Deu em Claudio Humberto
Foi notável a ausência da ministra Maria do Rosário (Direitos Humanos) na comitiva da presidenta Dilma que visita Cuba. Faz sentido: se a ilha não tem direitos humanos, o que iria fazer lá?
Orwelliana
As ditaduras são iguais, mas algumas são mais iguais que as outras – esse parece o recado de Dilma em Cuba, onde, ao contrário da visita à Argentina, em 2011, quando se reuniu com as Avós da Praça de Maio, ela não recebeu as Damas de Blanco. De mulher para mulher, foi mal.
Foi notável a ausência da ministra Maria do Rosário (Direitos Humanos) na comitiva da presidenta Dilma que visita Cuba. Faz sentido: se a ilha não tem direitos humanos, o que iria fazer lá?
Orwelliana
As ditaduras são iguais, mas algumas são mais iguais que as outras – esse parece o recado de Dilma em Cuba, onde, ao contrário da visita à Argentina, em 2011, quando se reuniu com as Avós da Praça de Maio, ela não recebeu as Damas de Blanco. De mulher para mulher, foi mal.
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