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Vem aí!

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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

"Uma empulhação foi desmascarada; vamos ver, agora, se estamos diante de outra. Só 20 presos e 50 fuzis… “Tropa de Elite 3″ decepciona…"

De Reinaldo Azevedo
Uma empulhação foi desmascarada pelos fatos. A polícia de Sérgio Cabral e José Mariano Beltrame não prendia ninguém, “ocupava” os morros com suas UPPs sem reprimir o tráfico, desde que ele seguisse as regras do decoro, e a “paz” estava garantida! Passou a ser, assim, um comércio velado, mas aceitável. Sem precisar da soldadesca do crime para garantir a segurança - uma vez que a polícia passou a fazer parte da paisagem -, o lúmpen foi oferecer sua mão-de-obra em outras paragens.
Finda a primeira empulhação, vamos ver se estamos agora diante da segunda. É cedo para contar vantagem, para declarar vitória - a depender, claro, do que se considere exatamente vitória. Estimavam-se em até 500 os traficantes acoitados no Complexo do Alemão, aquele onde a polícia não punha os pés havia mais de dois anos e onde o governo federal se orgulhava de tocar obras do PAC. A segunda “operação histórica” (a primeira foi a da Vila Cruzeiro) prendeu 20 pessoas, com três mortes, e 50 fuzis. A bandidagem fugiu . Teve tempo para isso! O Alemão é do Comando Vermelho. A maioria se mandou para a Rocinha, governada pelo ADA (Amigos dos Amigos).
A polícia diz que vai lá e no Vidigal, mas na hora certa. Bem, então agora são os 500 do Alemão mais os que já estavam na Rocinha. Quantos? Mil? 1.500? Estima-se que o narcotráfico empregue 16 mil. A apreensão de armas também foi ridícula: 50 fuzis. A bandidagem manteve o seu arsenal. Estupenda é a quantidade droga: 40 toneladas de maconha e 250 kg de cocaína! E é de se supor que isso seja apenas uma parte da mercadoria. Agora, sim, acredito que os cheiradores e queimadores de mato sentirão algum impacto no bolso. Haverá uma queda no abastecimento. As leis de mercado tornarão o produto mais caro - a menos que a atividade entre com algum estoque regulador…
Recuperar o território é importante, sim - se for para valer -, mas não existe combate ao crime sem prender criminosos. Essa é uma jabuticaba que Beltrame e Cabral ainda não conseguiram cultivar. A questão vai ganhando contornos interessantes. Digamos que se decida, agora, recuperar o território da Rocinha - e espero que não seja preciso uma nova rodada de incêndio a carros e ônibus para que isso aconteça. Muito bem, caso o padrão “olha que eu vou subir” se repita, o exército de marginais migra dali para outro lugar. E assim sucessivamente.
Bem, das duas uma: ou o tráfico decide reordenar-se para absorver os seus soldados no novo esquema - uma coisa, assim, de “tráfico com consciência social” -, ou a bandidagem vai procurar oportunidades de negócios em outros estados, né? Os que fazem fronteira com o Rio, diga-se, devem se precaver desde já. Eu não aposto muito que Cabral e Beltrame mudem a escolha essencial: na forma como se dão ocupações e invasões, baixas e prisões são poucas. Preso dá trabalho e custa caro, sem contar que é preciso ter onde alojá-los…
Não foi um "Tropa de Elite 3"! O filme da vida foi bem mais chocho do que a expectativa gerada no público. Tanto é assim que foi preciso recorrer a um outro tipo de narrativa, bem mas intimista. Mas falo a respeito quando acordar.
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"

X Encontro de Corais no Teatro do Cuca

O Seminário de Música da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) promove nos dias 3 e 4 de dezembro, às 19 e às 18 horas, o X Encontro de Corais do Cuca. Esta é a décima edição do evento, que tem como objetivo reunir vários grupos, a fim de estimular, desenvolver e aprimorar a prática do canto coral na cidade e região, além de conscientizar a comunidade sobre a importância social, educativa e cultural do canto coral.
De acordo com Rosa Eugênia Vilas Boas, regente do coro Uefs/Cuca e coordenadora do encontro, estão confirmadas as participações de corais de Feira de Santana, como Uefs/Cuca, o anfitrião e outros corais da Uefs, além do Alvorada e o Maranata. De Salvador virão os corais da Petrobras, Sebrae, Justiça Federal e Prodeb. De Aracaju, participa o coral Cemise. O encontro acontece no teatro do Cuca, com entrada franca.
(Com informações da Assessoria do Cuca/Uefs)

"Marx e o pensamento dos outros"

Por Ipojuca Pontes
A expressão “pensamento filosófico de Marx” há muito vem sendo encarada como uma contradição em termos. Para significativa corrente do pensar filosófico, o marxismo não passa de uma filodoxia, e o seu criador, não propriamente um filósofo em busca da verdade, mas mero filódoxo, na expressão de Kant (1724-1804), um sujeito que enfrenta os problemas de natureza filosófica sem nenhuma intenção real de resolvê-los. Um exemplo típico da mistificação de Marx encontra-se na sua tese de nº 11 sobre Fuerbach (1804-1872), em que dá conta de que “os filósofos se limitaram a interpretar o mundo; trata-se, porém de transformá-lo” - afirmação que, encerrando a mística do processo revolucionário como agente transformador da realidade, só consolida a visão da história crítica como substituta da filosofia - o que significa, em última análise, decretar a morte da própria filosofia.
De fato, enquanto pensador ou ativista intelectual, Karl Marx (1818-1883) pouco ou em nada se voltou para a investigação metódica do fundamento do ser e do espírito das coisas - objetivo primordial da indagação filosófica -, limitando-se a construir uma obra substancialmente crítica, de feição materialista, toda ela imbricada no questionamento às vezes confuso - mas sempre virulento - do pensamento alheio. Dispensado o tom arrogante das facciosas análises acadêmicas e verificado o grosso da obra, o pensar de Marx depende virtualmente do que ele leu, chupou, perverteu ou adaptou do pensamento dos outros, a começar por Demócrito (460-370 a.C.) e Epicuro (341-270 a.C.), na sua tese ateísta de doutoramento em Jena, em 1841, passando por Hegel (1770-1831) e o próprio Fuerbach, ainda no campo filosófico, além de Rousseau (1712-1778), Saint-Simon (1760-1825), Fourier (1772-1837) e Proudhon (1809-1865), entre os reformistas sociais franceses, até chegar nos economistas clássicos ingleses Adam Smith (1723-1790), Mill (1773-1836) e sobretudo Ricardo (1772-1823), cuja concepção da teoria do valor-trabalho, mais tarde destroçada pelo austríaco Bohm-Bawerk (1851-1914), serviu de modelo para Marx - aqui também escorado no “erro de conta” de Proudhon - extrair sua célebre mais-valia e acirrar os ânimos da luta de classes, idéia, por sua vez, a ser creditada ao falangista Blanqui (1805-1881), francês considerado inventor da barricada e autor da expressão “ditadura do proletariado”.
Embora sempre se manifeste contra o idealismo absoluto, a “chupação” permanente de Marx tem como fonte básica Friedrich Hegel, filósofo especulativo alemão, autor da complexa “Fenomenologia do Espírito” (Nova Cultural, SP, 2000), que definiu, no dizer acadêmico de Merquior (“Marxismo Ocidental”, Nova Fronteira, 1986), “o Absoluto como um Espírito ultra-histórico”, associando a ontologia (teoria do ser) com filosofia da história (reflexão sobre o pensamento histórico), procurando, via intermediação dialética, a unidade entre o finito e o infinito para assim chegar ao eterno como fundamento do transitório - e vice-versa. Hegel - que o filósofo Schopenhauer (1788-1860) considerava “um charlatão ordinário” - enxergava no movimento pendular entre as forças da imediação e da mediação (que classifica de ”negativas” ou de “auto-alienação”) o caminho que conduz ao desenvolvimento do Espírito absoluto, este entendido como realidade única e total. De fato, para Hegel, o espírito absoluto é Deus e o mundo a forma como Ele se materializa ou, apelando para a fórmula teológica: Ele “é o espírito que se tornou visível”. Para demonstrar como a divindade se converte em mundo, Hegel compreende Deus em sua expressão dialética: “O desenvolvimento do espírito”, humano ou divino, diz, é “sair, desenvolver-se negando a si e, ao mesmo tempo, tornar a si mesmo”. “No homem”, continua, “Deus chega à consciência plena de si mesmo e, dialeticamente, à autoconsciência”. Esta autoconsciência, que leva ao autoconhecimento, efetiva-se como o sentido profundo do espírito, manifestado não apenas na existência do indivíduo, mas na própria experiência histórica.
Toda essa complicada e por vezes esotérica argumentação hegeliana, aqui apenas sumariamente esboçada, tem por objetivo identificar no Estado moderno racionalmente organizado a expressão perfeita do Espírito absoluto, o primeiro entendido - estranhamente, quando se percebe que o Estado escraviza - como fundamento da noção da liberdade. Para Hegel, vale insistir, o Estado é o todo perfeito, e o indivíduo, ou cidadão, apenas uma peça dessa totalidade. “Tudo que é real”, diz ele referindo-se ao Estado, “é racional” - e “tudo que é racional é real”, completa, fazendo uso do jogo dialético.
Na sua especulação filosófica, Hegel define assim os elementos que compõem o seu método para explicar o movimento da história: 1) posição ou imediação (tese), 2) oposição ou mediação (antítese) e 3) ultrapassagem ou sublimação (síntese). Para Hegel, uma vez estabelecido o processo dialético como forma de investigação, não será mais possível operar-se com o formalismo das “verdades eternas” da filosofia reflexiva - como a de Fitche (1762-1814), por exemplo. Na dialética hegeliana, a síntese se opera a partir da contradição entre tese e antítese, repetindo-se no processo de contradição até que atinja um novo estágio. Trocado em miúdos, isso significa que a cada etapa do desenvolvimento histórico um povo encarna, pela ação e vontade de suas forças representativas, o momento em que a humanidade avança e a sociedade se desenvolve, a exemplo do que se processou no Egito dos Faraós, na Pólis Grega, no império Romano, nos Reinos da idade média ou na França da Revolução de 1789.
Esse esquema interpretativo leva Marx (que chafurdara Hegel de cabo a rabo em companhia dos irmãos Bruno e Edgar Bauer), substituindo “povos” por “classes”, matar a charada da progressividade da história. Na sua cabeça, se a história é um “processo” irreversível e ascendente, torna-se evidente a superação da burguesia pelo proletariado - do mesmo modo que a burguesia suplantara o feudalismo.
Aqui se faz uma necessária pausa para anotar que tanto Hegel quanto Marx fazem uso da dialética em causa própria. Um e outro, no momento oportuno, congelam a dinâmica ascendente do sistema para fazer pontificar suas pessoais interpretações. Assim, tal como Marx, que congelaria o operariado como classe única entre as classes após o “devir” do banho de sangue revolucionário, Hegel, a despeito do movimento dialético, elegeu o seu próprio sistema filosófico como ponto final do desenvolvimento do pensamento e, o que é pior - conforme deixa entrevisto na “Filosofia da História” (Nova Cultural, SP, 2000) -, projetou na monarquia representativa prussiana o modelo acabado do desenvolvimento político-social - mistifório que abordaremos no próximo artigo.
Fonte: Instituto Millenium

Censo 2010 reduz verba de mais de 300 municípios

Para prefeitos de 329 cidades do Brasil, o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) trouxe uma má notícia: eles têm menos habitantes do que imaginavam (ou pretendiam). O que significa, que, em 2011, eles vão receber menos recursos do Governo Federal através do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). ]
Neste ano, o fundo deverá distribuir R$ 52 bilhões em categorias divididas por faixas populacionais; por isso a queda em população registrada pelo IBGE vai reduzir até R$ 1,7 milhão do orçamento anual.
O problema pode agravar a crise de cerca de 4.300 (dos 5.563) cidades brasileiras que não possuem arrecadação suficiente e dependem (em até 90%) do Governo Federal em seus orçamentos. Resultado de municípios criados apenas para conseguir cargos e verbas públicas, principalmente após a Constituição de 1988.
E a dependência da verba federal não se restringe aos municípios pequenos do interior; capitais de Estado também estão na lista. É o caso de São Luís, capital do Maranhão. Porém, no caso das capitais a distribuição segue o critério de população e renda per capita. Quanto mais populosa e pobre, mais dinheiro a cidade recebe. Assim, capitais como São Luís e Fortaleza dependem mais da verba do que São Paulo e Rio de Janeiro.
Fonte: Revista “Época”

Morre ator Leslie Nielsen

O ator Leslie Nielsen (Foto: Reprodução) morreu no domingo, 28, aos 84 anos, em Fort Lauderdale, na Flórida. Ele é lembrado como o tenente Frank Drebin na série "Corra Que a Polícia Vem Aí".
Filmes:
"O Planeta Proibido" (Forbidden Planet), 1956
"O Rei Vagabundo" (The Vagabond King), 1957
"O Belo Sexo" (The Opposite Sex), 1957
"A Flor do Pântano" (Tammy and the Bachelor), 1957
"O Irresistível Forasteiro" (The Sheepman), 1958
"A Vênus Platinada" (Harlow), 1965
"Um Astronauta Fora de Órbita" (The Reluctant Astronaut), 1967
"Pistoleiros em Duelo" (Gunfight in Abilene), 1967
"Os Prazeres de Rosie" (Rosie), 1967
"Como Roubar o Mundo" (How To Steal the World), 1968
"Os Heróis Não Se Entregam" (Couterpoint), 1968
"Quatro Foram Embora" (Four Rode Out), 1971
"O Destino do Poseidon" (The Poseidon Adventure), 1972
"Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu!" (Airplane!), 1980
"A Morte Convida Para Dançar" (Prom Night), 1980
"Sempre Haverá Outra Vez" (Foxfire Liught), 1982
"O Homem Com a Lente Mortal" (Wrong Is Right), 1982
"Show de Horrores (Creepshow), 1982
"Espaçonave Maluca" (The Creature Wasn't Nice), 1983
"O Patriota - Operação Comando" (The Patriot), 1986
"Uma Escola Muito Louca" (Soul Man), 1986
"Curvas Perigosas" (Dangerous Curves), 1988
"Corra Que a Polícia Vem Aí" (The Naked Gun: From the Files of Police Squad), 1998
"Corra Que a Polícia Vem Aí 2 1/2" (The Naked Gun 2½: The Smell of Fear), 1993
"Corra Que a Polícia Vem Aí 33 1/3" (Naked Gun 33⅓: The Final Insult), 1995
"Duro de Espiar" (Spy Hard). 1996
"2001 - Um Maluco Solto no Espaço" (2001: A Space Travesty), 2000
"Todo Mundo em Pânico 3" (Scary Movie 3), 2003
"Todo Mundo em Pânico 4" (Scary Movie 4), 2006

domingo, 28 de novembro de 2010

Visão de "Bando de Renegados"

Primeiro filme de Rock Hudson (17.11.25 - 2.10.85) como protagonista, "Bando de Renegados" (The Lawless Breed), de Raoul Walsh, 1953, é um western interessante. Ele faz John Wesley Hardin, um fora da lei do período que consagrou outros nomes como Jesse James.
Narrado em flashback, o filme inicia com o personagem sendo libertado da prisão, onde cumpriu pena de 16 anos. Ele se dirige para o editor de um jornal a quem oferece um manuscrito que conta a sua história.
A trajetória de Wes, como é chamado, é apresentada desde sua adolescência em cassinos e salões, com jogos e bebidas. Mostra o conflito com seu pai (John McIntire), um pregador, bem como a paixão que tem por Jane (Mary Castle) , que foi criada em sua casa.
Wes mata um homem, que sacou a arma primeiro, num salão. Mesmo sendo em legítima defesa o fato leva a mais mortes. Assim, um personagem vítima do temperamento e do destino. Ele acaba preso e condenado por matar um delegado.
Antes, casa com uma garota do salão (Julie Adams). Quando sai da prisão, ele se encontra pela primeira vez com o filho que não conhecia, e repete o tratamento agressivo que recebeu do seu seu pai.
O melhor do filme é a mensagem de que é possível reconstruir uma vida, com o arrependimento e a restauração da família.
Foi visto na manhã deste domingo, 28, em DVD.

Israel Bíblico


sábado, 27 de novembro de 2010

"Ainda Tropa de Elite"

De Merval Pereira

O cineasta José Padilha está, mesmo que involuntariamente, no centro das discussões sobre a política de segurança pública com a coincidência de seu filme Tropa de Elite 2 estar em exibição com grande sucesso ao mesmo tempo em que o Rio de Janeiro expõe ao mundo, através das lentes da televisão, a guerra entre o poder público e o tráfico pela conquista de territórios na cidade, mostrando a todos o tamanho do problema que enfrentamos.
Esse será um processo longo e possivelmente doloroso, e Padilha temr azão quando diz que ele não se completará se, além das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), não for feita uma reforma da própria polícia.
O personagem capitão Nascimento, criado pelo talento de Wagner Moura nos dois filmes dirigidos por José Padilha, transformou-se em um herói nacional e é aplaudido pelo país afora quando ataca aos socos um político corrupto.
Mesmo quando algum integrante do Bope se utiliza de métodos de tortura para arrancar informações de um bandido, a platéia quase sempre ou aceita ou até mesmo aplaude, o que denota uma distorção de valores que vem sendo discutida desde o primeiro Tropa de Elite.
A reação de parte da população, e de setores da própria polícia, criticando o fato de as televisões transmitirem ao vivo as ações policiais, demonstra uma vontade secreta de que elas possam se valer da falta de transparência para algum tipo de justiçamento.
É natural, portanto, que o diretor José Padilha receie ver confundido seus pensamentos pessoais com os de seus personagens de ficção que procuraram retratar uma realidade, com a qual não necessariamente atores ou diretor concordam.
Talvez por isso, em sua boa entrevista no programa Estúdio I da Globonews, Padilha tenha se equivocado ao comentar a minha coluna de ontem, onde está escrito o seguinte: “Ontem foi dia de a realidade imitar a arte. Foi dia de torcer pelo capitão Nascimento de Tropa de Elite, que todos nós vimos em ação, ao vivo e a cores, nas reportagens das emissoras de televisão. Que o personagem de Wagner Moura tenha se tornado o novo herói nacional é um sinal dos tempos, não necessariamente um bom sinal”.
“Ontem entraram em ação centenas de capitães Nascimento encarnados em cada um dos soldados do Bope, que o personagem do filme de José Padilha se orgulha de ter transformado em “uma máquina de guerra”.
Por uma leitura equivocada, Padilha entendeu que eu estava afirmando que ele se orgulhava de o Bope ter se transformado em “uma máquina de guerra”, e me mandou um recado pela televisão afirmando que não se orgulhava de maneira nenhuma.
Esclarecida a questão, fica a realidade, que Tropa de Elite retrata tão bem, e por isso já foi visto por mais de 10 milhões de espectadores.
Jorge Maranhão, diretor do Instituto de Cultura de Cidadania A Voz do Cidadão, que se dedica a estudar a cidadania e o que fazer para avançar nesse terreno, acha que o “eloqüente nexo causal entre a violência social e a violação legal de nossas elites políticas” é uma das razões do sucesso do filme.
Ele acha que o capitão Nascimento “nasce para herói, numa cultura como a brasileira que tem enaltecido a esperteza, e mesmo que justiceiro, já é um avanço no rumo de uma nova cultura de cidadania”.
Maranhão vê uma evolução do personagem, “de uma ação voluntarista para questionador do que chama “o sistema”, e considera que “começamos a avançar no encontro do que o público anseia, o que já é extraordinário e explica o sucesso do filme”.
Para o diretor da Voz do Cidadão, “o imaginário social em rica mutação” não tem sido detectado corretamente sequer pelos institutos de pesquisa, e ele cita vários casos recentes: a surpresa do ficha limpa que ninguém acreditava; a surpreendente votação na Marina Silva de quase vinte milhões de eleitores que ninguém previu.
“São cidadãos querendo pautar a questão ética na política e que não estão suportando mais o nível de degradação de sua representação. Por isso que o filme faz sucesso. Apesar de nosso herói coronel Nascimento fazer justiça com as próprias mãos, o que só evidencia a omissão das instituições de estado que ainda não apareceram para cumprir o seu papel”.
O leitor Mauricio Renault de Barros Correia, analista Judiciário do TRE-RJ e estudante de História (UniRio). tomado aqui como exemplar da reação média dos leitores, vê na mudança da capital para Brasília o marco da decadência do Rio, com a política de investimento e infra estrutura e investimento social limitadas às classes média e alta.
A desindustrialização do município abriu espaço para a favelização, diz ele. “Bairros operários tornaram-se as comunidades carentes de hoje”.
Para exemplificar o atraso econômico até o início do século, Mauricio Renault ressalta que a maior parte da economia do município está nas mãos dos funcionários públicos e dos aposentados, em sua maioria também advindos do serviço público.
Segundo ele, o crescimento urbano desordenado, sob o descaso dos inúmeros governadores do Estado do Rio de Janeiro, culminou na formação desta hidra de inúmeras cabeças que se tornou o crime organizado no Estado.
“A inépcia dos governos anteriores, permitindo que facções criminosas ocupassem territórios de comunidades carentes, tomando o lugar do estado e instituindo suas próprias leis, permitiu que a sensação de poder e impunidade dos criminosos chegasse à beira da insanidade”.
A política de ocupação das comunidades carentes foi um marco no atual governo, diz ele. E, seguindo uma tendência generalizada, compara o Secretário de Segurança Pública José Mariano Beltrame ao capitão Nascimento, que “não retrocederá frente aos inimigos e coloca uma máquina de guerra contra os traficantes”.

Feijoada dos Jornalistas


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Enviado pela jornalista
Flávia de Oliveira,
da AC Comunicação

Orquestra Sinfônica da Ufba faz concerto neste sábado

Dentro do programa "Concertos Populares", a Orquestra Sinfônica da Ufba comete apresentação em Feira de Santana, neste sábado, às 18 horas, na praça João Barbosa de Carvalho, a praça do Fórum, sob a regência do maestro José Maurício Brandão. O patrocínio do concerto é da Conpanhia de Energia Elétrica do Estado da Bahia (Coelba).
No programa do concerto, peças como "A Suíte do Balé Quebra Nozes", de Tchaikovsky, e a abertura da ópera "Ruslan & Lyudmila", de Mikhail Glinka. Também canções da música popular brasileira.
O "Concertos Populares" faz parte programa de responsabilidade social da Coelba, o "Energia Para Crescer", que contribui para a formação da cidadania. O projeto foi criado em 2004 e tem como objetivo principal a popularização da música erudita e a formação de plateia, através de concertos populares e gratuitos em praças públicas, tanto de Salvador como de cidades do interior do Estado, como ocorre agora em Feira de Santana.

Noventa e nove anos

Salmos 37

23 Os passos de um homem bom são confirmados pelo SENHOR, e deleita-se no seu caminho.
24 Ainda que caia, não ficará prostrado, pois o SENHOR o sustém com a sua mão.
25 Fui moço, e agora sou velho; mas nunca vi desamparado o justo, nem a sua semente a mendigar o pão.
26 Compadece-se sempre, e empresta, e a sua semente é abençoada.
27 Aparta-te do mal e faze o bem; e terás morada para sempre.
28 Porque o SENHOR ama o juízo e não desampara os seus santos; eles são preservados para sempre; mas a semente dos ímpios será desarraigada.
29 Os justos herdarão a terra e habitarão nela para sempre
Está sendo honrado neste sábado, 27, um homem de bem. Noventa e nove anos. Daqui a mais um ano e Carlos Simões de Oliveira (Foto: Álbum de Família) completa um século de vida. Assim caminha a humanidade, sempre pela dispensação de Deus.
Trata-se de um exemplo vivo de caráter, de hombridade, de honradez, de integridade, que deve ser reverenciado.
Um homem que teve uma numerosa prole junto com sua esposa, a professora Hilda, que não está mais entre nós. São nove filhos, presentes ou representados: Regina Célia, Natércio Carlos, Denise Isabel, Maria Lúcia, Oliveiros (in memoriam), Edna, Dimas, Pedro Roberto (in memoriam) e Cláudio.
Logo cedo, acompanhou sua amada Hilda, que fora nomeada professora em Andaraí, nas Lavras Diamantinas, onde abriu comércio. Depois, o casal foi para São Bento das Lajes e Angico, em Monte Alegre, hoje Mairi. Em 1952, o retorno para Feira de Santana. Ela como professora das Escolas Anexas à Escola Normal, ele como sócio da Fábrica de Balas Guanabara, implantada na rua Marechal Deodoro. Depois, na rua Sales Barbosa, manteve a Casa dos Doces, até 1982.
Ele sempre gostou de leitura, de charadismo e cruzadismo, de cinema. Também de futebol, de jogar e de assistir.
Temente a Deus, ele continua passando valores éticos e morais aos seus entes queridos, sendo um exemplo a ser seguido. Por isso, a família está a comemorar a data.

Em quem os presos votaram?

De Sérgio Oliveira
Para o governo paulista, os mais votados foram Aloizio Mercadante, do PT, com 824 votos, Geraldo Alckmin, do PSDB, escolhido por 278 detentos, além de Fábio Feldman (PV) com 68 votos, Celso Russomano (PP) com 56, e Paulo Skaf (PSB) com 45.
Na eleição para a Presidência, Dilma Rousseff (PT) obteve 858 votos, Marina Silva (PV), 292, e José Serra (PSDB), 191 votos.
Lauro Jardim informou: assim como em São Paulo, os presos do Rio de Janeiro também preferiram Dilma Rousseff nas urnas. De 478 eleitores aptos a votar, 94 escolheram a petista e 41 escolheram José Serra. O resto ficou distribuído entre detentos que anularam, votaram em branco ou não votaram.
O curioso é que Dilma encolheu nas celas fluminenses. No primeiro turno, 100 eleitores votaram na candidata do PT.
* Sérgio Oliveira, aposentado, é de Charqueadas-RS

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Visão de "Os Amores de Carmen"

Rita Hayworth como a sedutora Carmen
Foto: Reprodução

"Os Amores de Carmen" (The Lovers of Carmen), de Charles Vidor, 1848, tem a minha idade - 62 anos. Somente na noite desta sexta-feira, 26, a visão em DVD deste filme estrelado por Rita Hayworth e Glenn Ford, baseado na novela "Carmen", de Prosper Mérimée.
Ambientado na Espanha, século 19, Carmen é uma jovem fascinante e formosa cigana, mulher de um bandoleiro, que seduz e engana ao ingênuo e apaixonado soldado Dom José, levando-o à ruína e a degradação. Ele, obsecado comete crimes por causa dela. Acabam tendo que pagar um alto preço.
Desejo e vingança são os temas do drama. A fotografia foi indicada ao Oscar.

"Não se esqueçam da promessa de Dilma: levar a política de segurança do Rio para todo o Brasil..."

De Reinaldo Azevedo:
Peço que vocês vejam este filme. Volto em seguida:
http://www.youtube.com/watch?v=aA8rxLVMJHo


Voltei
O discurso de Sérgio Cabral é o que é. Já afirmei uma vez que, da safra que está aí, ele é O político que mais se parece com o presidente Lula na ligeireza e na generosidade com que sintetiza a própria biografia - sem nunca esquecer de exaltar o Babalorixá: Cabral também é bom na lisonja. O que me interessa mais é a fala de Dilma.
A agora presidente eleita ligou para o governador expressando sua solidariedade e confiança. Os dois, como vimos, marcharam juntos. Durante a campanha eleitoral, a petista largou o braço na segurança pública de São Paulo - afinal, o adversário era José Serra - e exaltou a do Rio. Há nove homicídios por 100 mil habitantes em São Paulo; no Rio, com UPP e tudo, é quase o quádruplo. Mas a referência de Dilma era a política de Cabral.
Segundo o governo do Rio, a ordem para botar fogo no circo das UPPs partiu dos presídios federais. Na fala de Dilma, como viram, eles eram a solução. Ao fazer referência ao crime organizado nos presídios, estava aludindo ao PCC e atacando, uma vez mais, o estado que tinha sido governado por seu adversário.
Dilma prometeu levar a política de segurança pública do Rio para todo o Brasil.

Fonte "Blog Reinaldo Azevedo"

ACM Neto vai ao CNJ contra juíza de Pojuca

O deputado federal ACM Neto (DEM) disse nesta sexta-feira, 26, que vai entrar com uma representação no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) contra a juíza Maria de Lourdes Melo, que, contrariando decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu liminarmente aumentar o número de vereadores da Câmara Municipal de Pojuca.
De acordo com determinação do STF e da Justiça Eleitoral, o aumento do número de vereadores, com base na PEC 300, aprovada pelo Congresso Nacional, só pode acontecer no pleito de 2012.
“Trata-se de uma decisão arbitrária e imparcial. Ou a juíza não se formou num curso de Direito ou, o que é pior, tomou essa decisão para atender a interesses partidários”, disse o parlamentar.
ACM Neto afirmou que a juíza interfere no processo eleitoral interno da Câmara, pois a eleição para a Mesa Diretora está prevista para ocorrer na próxima terça-feira, 30,, aumentando o número de vereadores de nove para 13.
(Com informações de Alexandre Reis, da Assessoria de Imprensa)

"Nada ameaça a imprensa. Nada?"

De Sandro Vaia
Li num jornal que o ministro Franklin Martins disse que “a imprensa não está nem um pouco ameaçada.” Sempre fico tranqüilo quando ouço o ministro dizer essas coisas.A imprensa é livre no Brasil, embora não seja boa, ele nos ensina.Pode ser que concordemos com ele, embora não pelas mesmas razões.
Mas vamos entrar um pouco nessa “discussão acerca da necessidade de o Brasil criar mecanismos de responsabilização e democratização da mídia por meio de instrumentos institucionais, legais e creditícios, entre outros.”
Vamos participar de uma discussão interessante, provocada por um estudo, no qual “ adotou-se o conceito gramsciano de aparelhos privados de hegemonia para definir a atuação política e ideológica da mídia,seja no sentido de esta possuir autonomia perante o Estado, seja por participar da construção do consenso na relação entre este e a sociedade.A partir de tal consenso,o Estado se amplia, tendo em vista o papel da chamada “sociedade civil”, âmbito de atuação dos agentes privados que lutam pela direção cultural e ideológica de um país, isto é, por uma dada hegemonia”.
É preciso saber que “as diversas modalidades (de mídia) têm papéis distintos, mas conjugados.Embora não ajam necessariamente de forma uníssona em termos ideológicos, seu modus operandi é similar, na medida em que provêm de um sistema orgânico em que as notícias associam-se ao espetáculo, ao entretenimento e à lógica mercantil da audiência - no caso das TVs e dos rádios - e das vendas, notadamente de publicidade no caso dos periódicos. Estes aspectos ao mesmo tempo empresariais e ideológicos fazem parte da dinâmica da intermediação das relações sociais. Nas circunstâncias em que os principais meios de comunicação convergem ideologicamente, caso da introdução da agenda neoliberal no Brasil e da crítica - perene - aos movimentos sociais, o enquadramento ideológico conjuga-se ao seu modus operandi (...) Mas, como toda liberdade implica responsabilidade, qualquer conivência quanto à permissividade dos meios de comunicação é igualmente deletéria à democracia (...). Afinal, em nome da “liberdade de expressão”, sem a contraparte da responsabilização, observou-se na história brasileira a existência de verdadeiras máquinas de produção do consenso devido à atuação uníssona “supressora” de vozes discordantes. Como exemplificação, ressalte-se que as proposições neoliberais - aqui denominadas ultraliberais, dada a radicalidade tanto das proposições como da forma de operar desta corrente -, tais como a privatização, a diminuição do papel do Estado, a flexibilização do mercado de trabalho, o individualismo, entre outras, que constituíram, a partir dos anos 1980, o pensamento único, foram aceitas e propagadas vigorosamente pela mídia brasileira.
Mas como resolver esse problema de “permissividade”? Entre outras coisas, criando “fóruns deliberativos com a participação do Estado, da sociedade politicamente organizada (sic) ,as empresas as organizações de “consumidores de informação”; usando o BNDES e Finep para dar crédito e rádios, TVs e periódicos “alternativos”: publicação das dívidas das empresas de comunicação com o Estado; fim da concessão de crédito a essas empresas ou do alongamento de suas dívidas; alocação de verbas publicitárias do Estado sem levar em conta critérios de audiência”.
Esse é apenas uma brevíssima,mas brevíssima mesmo, amostra do texto 1509 “para discussão” , elaborado pelo professor de ciência política da FGV Francisco Fonseca,que pode ser lido no site do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), órgão subordinado à Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, sob o título “Mídia e Poder: elementos conceituais e empíricos para o desenvolvimento da democracia brasileira”, como parte do Projeto Perspectivas do Desenvolvimento Brasileiro, subsídio ao Livro do Eixo Fortalecimento do Estado, das instituições e da Democracia.
Coisa fina. Será que o ministro Franklin leu?
* Sandro Vaia é jornalista. Foi repórter, redator e editor do "Jornal da Tarde", diretor de Redação da revista "Afinal", diretor de Informação da Agência Estado e diretor de Redação de “O Estado de S. Paulo”. É autor do livro “A Ilha Roubada” (editora Barcarolla) sobre a blogueira cubana Yoani Sanchez.

Quanto custa ir ao cinema

No Orient Cineplace, Multiplex do Boulervard Shopping, os preços dos ingressos são os seguintes:
- R$ 12,00 inteira e R$ 6,00 meia entrada, entre sexta-feira (dia de lançamentos) e terça-feira.
- R$ 4,50 (preço único) e R$ 8,00 (ingresso mais combo promocional com pipoca grande e refrigerante de 500 ml), na quarta-feira e na quinta-feira.

Sistema Pazzi esclarece

Em nota de esclarecimento divulgada pelo Sistema Pazzi de Comunicação, através da Rádio Povo, informa que o Programa Livre, apresentado de segunda-feira a sexta-feira, entre 14h45 e 17 horas, está suspenso "por ferir e descumprir com as normas programáticas e os padrões éticos da emissora, conforme farto material de áudio em poder do nosso departamento jurídico".
A decisão é por tempo indeterminado.
Nos bastidores, corre a informação que o programa não volta mais ao ar.

Apresentações da Orquestra Santo Antônio


A Fundação Senhor dos Passos estará realizando na quarta-feira, 1º de dezembro, , no Centro Comunitário Ederval Fernandes Falcão, dois concertos com a Orquestra Sinfônica do Projeto Santo Antônio da cidade de Conceição de Coité, Bahia. A orquestra é formada por jovens carentes da Paróquia Santo Antônio
A primeira apresentação será às 16 horas, tendo como público alvo os alunos das Escolas Municipais Antônio Eloi e Elizabeth Johnson , ambas do bairro das Baraúnas.
A segunda apresentação está marcada para às 20 horas, dedicada aos alunos e alunas da Casa de Convivência Isa e Almerinda e convidados.

Palhaçada

Texto que circula na rede, de um coronel do Exército:
As "autoridades" responsáveis pela Segurança Pública do Rio de Janeiro tinham de promover mais uma palhaçada. E ao vivo. Convocaram o Bope, a Core e até o CFN para tomar a favela da Vila Cruzeiro. Parecia que a coisa seria séria. Mas partindo de quem partiu, tinha mesmo de ser um circo. Gastaram uma fortuna com a operação e não fizeram o que tinham de fazer: matar ou prender os bandidos que foram buscar. Foi ridículo. A cena das centenas de bandidos fugindo para a favela vizinha deu raiva e nojo de assistir. Vi as imagens ao vivo. O repórter estava entrevistando um militar identificado como coronel Lima Castro, se não me engano da área de comunicação social da PM.
Quando foi avisado que centenas de bandidos estavam fugindo para a favela ao lado, respondeu (mais ou menos): "desconhecemos esse fato". Que absurdo! Que ridículo! Que palhaçada! Como podem montar uma operação dessa magnitude e deixarem seus alvos fugirem? Todo mundo viu a fuga, menos os policiais. O que é isso?! E mesmo depois de "avisados", nada fizeram para barrar a fuga. Aquilo foi um vexame. Para protagonizarem aquela palhaçada, não precisavam convocar a Marinha para seus soldados servirem de "motoristas de luxo". E foi exatamente isso o que aconteceu, pois a tropa recebeu ordens explícitas de se limitar a conduzir as polícias e não atirar em ninguém, a não ser em casos extremos para defesa própria. Que palhaçada! Ver todos aqueles marginais fugindo foi mais uma prova que vivemos num teatro onde nós somos os palhaços. Quem conhece a região sabe que existem dezenas de entradas e saídas para as favelas, mas todas são conhecidas pela polícia. Ninguém pode dar desculpas que não sabia daquela rota de fuga, já que a mesma era bastante conhecida desde, pelo menos, 1994. A polícia deixou o bando fugir propositalmente, perdendo uma grande oportunidade de exterminar (ou prender, segundo o desejo dos bravos defensores dos direitos humanos) boa parte dos ratos. E aonde estavam os snipers?! É uma piada uma operação desse tipo sem a presença desses homens. Os responsáveis pela operação sabem disso. Mas é muito fácil ficar num posto de comando e mandar seus homens subirem o morro, não é mesmo? O que falta é chefes com colhões para fazer o que deve ser feito. Vivemos uma farsa aqui no nosso Estado, nos mesmos moldes da que vivemos com o desgoverno federal. Não há interesse em acabar com a corrupção e nem com o tráfico. Enquanto continuarem tratando os viciados, que são os maiores culpados por tudo isso, como coitadinhos, o embuste vai continuar. Ainda bem que o Exército não participou dessa palhaçada. Lamento que os nossos fuzileiros estejam sendo obrigados a participar. Usar as Forças Armadas sem permitir que usem seu poder de fogo e se limitem a atuar como "motoristas de táxi" é um crime. O CFN tem treinamento para ações de combate e resgate.
Se é somente para fazer teatro, deixem que somente as polícias o façam, já que as "autoridades" as obrigam a fazer isso há muito tempo. Vamos esperar para ver qual será a nova palhaçada que o governador e seus secretários nos porporcionarão hoje e no final de semana.

Vaga para operador de logística júnior

Benefícios: Ticket Refeição, Cartão Alimentação, Plano de Saúde, Plano Odontológico, Seguro de Vida em Grupo, Previdência Privada, Reembolso Farmácia, Auxílio Material Escolar, Auxilio Funeral, Cesta de Natal
Atividades: Atendimento a clientes (transportador), faturamento, montagem de rotas de entregas, negociação de frete balcão, preenchimento de planilhas de controle (pallets, fila de carregamento e ordem de carga), agenciamento de transportadores, suporte a área comercial (informações de saída de carga - expedições e chegada dos caminhões com carga)
Escolaridade: 2° Grau Completo ou Superior Completo em Administração, Contabilidade, Economia, logística, etc
Residir em Feira de Santana-BA. Trabalho de segunda-feira a sábado, sendo o sábado até o meio dia
Um ano na função de atendimento ao cliente e faturamento NF
Conhecimento específico: Informática,bom conhecimento em excel, atendimento a clientes, criação de rotas de entregas (para orientação ao transportador), negociação com fornecedores
Necessário experiência na área, com o direcionamento a transportes
O CANDIDATO INTERESSADO DEVE ENCAMINHAR CURRÍCULO VIA E-MAIL (selecao@humanosrh.com.br) COM PRETENSÃO SALARIAL, INFORMANDO NO CAMPO ASSUNTO O NOME DA VAGA.
Gerusa Monteiro
Diretora Comercial
Site: http://www.humanosrh.com.br/
Enviado por Antônio Luiz Sampaio Gomes

"Heróis esquecidos"

Deu em Claudio Humberto:
No site da PF, foram publicadas desde o dia 17 dezesseis notícias sobre prisões e apreensões, mas nada sobre a morte dos heróis da PF.
Exemplo de fora
Na França e nos EUA, por exemplo, os presidentes reverenciam policiais mortos em serviço, comparecendo ao sepultamento.

Filmes vistos

"A Armação", "A Conspiração", "A Fraude", "Acusados", "Infâmia", "Calúnia", "A Mente Que Mente", "A Cor do Dinheiro", "A Qualquer Preço", "Intriga em Família", "Muito Barulho Por Nada", "Até o Limite da Honra", "À Espera de um Milagre", "A Grande Ilusão", "A Embriaguez do Sucesso", "Alto Risco", "Cada um Vive Como Quer", "Caminhos Perigosos".

O mesmo blá-blá-blá


Bazar da Associação de Promoção Humana

Neste sábado, 27, a realização do Bazar da Associação de Promoção Humana, entidade criada há mais de 30 anos pela então primeira-dama Elisabeth Gomes Martins.
À frente da iniciativa com as demais integrantes da APH, a odontóloga Eliane Martins Silva.
O bazar acontece das 8 às 17 horas, na Creche Dagmar Silva, Baraúnas. Os recursos arrecadados serão destinados à cheche da instituição.

Sobre a BR-324

Nas "Miudinhas" do "Bahia Já", de Tasso Franco:

Conforme previu o BJá em várias vezes, o ano já vai terminando e nada da Via Bahia melhorar (de fato) as condições da BR-324, já se passando quase dois anos que foi adjudicada a concessão pelo Governo Federal.
O prazo para cobrança do pedágio seria em 1º de abril passado, mas pelo andar da carruagem somente no próximo ano é que teremos a sua implantação, se a Empresa mostrar competência para tirar o atrazo.
Especialistas na área de concessão de rodovias estimam que o prejuízo já ascende a casa dos R$ 80 milhões, seja pelas perdas com serviços mal executados, como também pela falta de cobrança das tarifas autorizadas.
Quando entrarem em funcionamento os pedágios da BR-324 e do sistema BA-093 quem for sair de Salvador vai ter que desembolsar um alto valor, juntando-se a saída pela Ilha de Itaparica e Litoral Norte.
O Blog Demais comenta: Tudo isso é fruto de incompetência do governo petista, com ações empacadas em todo o país. Um governo que vive enganando com farta publicidade.

"Papel da imprensa é criticar o governo"

O sociólogo Demétrio Magnoli criticou, no Seminário sobre Liberdade de Imprensa, os argumentos usados pelo governo para defender a discussão sobre regulação da mídia.
Para ele, interesses políticos do governo contaminam o que deveria ser uma discussão de Estado. Ele lembrou, por exemplo, que o próprio presidente Lula disse que a imprensa atua como partido.
"O governo tem obrigação de garantir a concorrência em setores da economia. Mas, quando se trata de informação e jornalismo, o governo é lado. O papel da imprensa é criticar o governo, este, o anterior e o próximo. Não é missão do governo assegurar a liberdade de imprensa, porque ele é parte interessada. Isso é papel do Estado. E a distinção entre governo e Estado desaparece com frases como "é função do governo promover a liberdade de imprensa", ou no discurso que diz que a imprensa é uma partido politico. Isso é posição de um governo que tem dificuldade de distinguir entre governo e Estado ou entre corrente política do e poder público", disse Magnoli.
Fonte: Jornal "O Globo"

Quem acredita?

Título de matéria na página 3 da "Tribuna da Bahia", edição desta sexta-feira, 26: "Governo diz que projeto não pretende fiscalizar mídia".
Comentário do Blog Demais: E quem acredita em governo petista?

Uma semana de cuidados especiais em Maceió





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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Filmes em Exibição no Orient Cineplace




Roteiro - Período de 26 de novembro a 2 de dezembro

PRÉ ESTREIA
MEGAMENTE
(Megamind), de Tom McGrath, 2010. Animação. Megamente é um vilão magro, usa roupa azul e preta e sua cabeça é careca e grande, devido ao cérebro privilegiado. Ele deseja conquistar a cidade de Metro City e faz diversas tentativas, muitas delas são frustradas. Ele precisa ter oponentes para que sua vida tenha sentido e, após a morte de MetroMan, cria Titan, um herói para ter com quem rivalizar. Classificação: Livre. Duração: 96 minutos. Horários: 14h25 e 16h30. Sala 3 (167 lugares)
LANÇAMENTO
FEDERAL
, de Eryk de Castro, 2010. Com Selton Mello, Carlos Alberto Riccelli, Eduardo Dussek, Carolina Gomez, e Michael Madsen. Policial. Agente especial da Polícia Federal, une-se a um delegado e outros homens do grupo de elite do Comando de Operações Táticas da Polícia Federal para caçarem um playboy, responsável por colocar Brasília na rota do tráfico internacional de cocaína. Não recomendável para menores de 16 anos. Duração: 92 minutos. Horários: 14h10 e 19 horas. Sala 2 (160 lugares)
CONTINUAÇÕES
TROPA DE ELITE 2
, de José Padilha, 2010. Com Wagner Moura, João Miguel, André Ramiro, Fernanda Machado, Seu Jorge e Selton Mello. Policial. Nascimento enfrenta um novo inimigo: as milícias. Ao bater de frente com o sistema que domina o Rio de Janeiro, ele descobre que o problema é muito maior do que imaginava. Ele precisa equilibrar o desafio de pacificar uma cidade ocupada pelo crime com as constantes preocupações com o filho adolescente. Em oitava semana. Não recomendável para menores de 16 anos. Duração: 118 minutos. Horários: 14 horas, 16h20, 18h45 e 21h10. Sala 1 (243 lugares).
RED - APOSENTADOS E PERIGOSOS (Red), de Robert Schwentke, 2010. Com Bruce Willis, Helen Mirren, Morgan Freeman, John Malkovich, Richard Dreyfuss, Mary-Louise Parker e Ernest Bognine. Ação e comédia. O ex-agente da CIA Frank Moses é obrigado a deixar sua aposentadoria e reunir novamente seu grupo de operações especiais quando ele e a namorada passam a ser perseguidos por um assassino high tech. Em terceira semana. Não recomendável para menores de 14 anos. Duração: 145 minutos. Horários: 16h10 e 21 horas. Sala 2.
MUITA CALMA NESSA HORA, de Felipe Joffily, 2010. Com Andréia Horta, Gianne Albertoni, Débora Lamm, Fernanda Souza, Laura Cardoso, Lúcio Mauro e Louise Cardoso. Comédia. Três amigas decidem mudar a rotina de suas vidas. Elas começam por passar um fim de semana em Búzios. No caminho, conhecem outra garota, que pede carona até o balneário. As quatro não encontram a paz que procuravam, mas acabam descobrindo que não só tiveram dias inesquecíveis, mas que aprenderam muito mais sobre si mesmas. Em segunda semana. Não recomendado para menores de 14 anos. Duração: 92 minutos. Horários: 18h35 e 20h40. Sala 3.
HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE - PARTE 1 (Harry Potter and the Deatly Hallows – Part 1), de, 2010. Com Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint. Aventura. Harry, Ron e Hermione estão em uma perigosa missão para encontrar e destruir o segredo da imortalidade e destruição de Voldemort - as Horcruxes. Sozinhos, sem seus mentores ou a proteção de Dumbledore, os três amigos agora dependem um dos outros mais do que nunca. Mas no caminho estão Forças das Trevas que ameaçam acabar com eles. Harry nem imagina que seu futuro já foi decidido pelo seu passado, quando num dia fatídico, ele se tornou o “Menino Sobrevivente”. Não mais só um menino, ele está cada vez mais próximo da tarefa para a qual está se preparando desde o primeiro dia em que pisou em Hogwarts: a batalha final com Voldemort. Em segunda semana. Cópia dublada. Não recomendável para menores de 12 anos. Duração: 147 minutos. Horários: 15 horas, 17h55 e 20h50. Sala 4 (264 lugares).

ENDEREÇO E TELEFONE
Orient Cineplace - Multiplex do Boulevard Shopping, telefax 3225-3185 e telefone 3610-1515 para saber informações sobre programas e horários.
(Com informações do Departamento de Marketing de Orient Cinemas)