Gildarte Ramos, que fez teatro em Feira de Santana e atuou no rádio, enviando informações sobre José Hilton Santos Almeida.
Quem é? Mais conhecido como Hilton Cobra ou Cobrinha, trata-se de um feirense, que foi vizinho de Gildarte no Pilão, até os 18 anos. Nesta segunda-feira, 25 de maio - Dia do Continente Africano -, ele completa 70 anos.
Ator e diretor, gestor cultural. Figura de destaque no teatro negro brasileiro, desenvolve há mais de quatro décadas uma trajetória artística marcada pela militância antirracista e pela valorização das culturas negras.
Em 1992, atuou na novela "Perigosas Peruas"; entre 1993 e 1994 integrou o elenco do humorístico televisivo "Os Trapalhões", fazendo vários personagens; em 1997,apareceu na mini-série "A Justiceira". Em 2023, atuou nas séries de tv "Amar É Para os Fortes", "Fuzuê" e "Vicky e a Musa". Atualmente, está atuando na novela "A Nobreza do Amor".
Ele criou em 2001, no Rio de Janeiro, a Cia dos Comuns, com o objetivo de ampliar a presença de artistas negros nos palcos. Pela companhia, montou os espetáculos "A Roda do Mundo" (2001), "Candances - A Reconstrução do Fogo" (2003), "Bakulo - Os Bem Lembrados" (2005) e "Silêncio (2007).
Em 2008 interpretou o papel principal de "Triste Fim de Policarpo Quaresma", adaptação de Luiz Marfuz, encenada pelo Núcleo do Teatro Castro Alves, em Salvador, que ganhou o prêmio Braskem de Melhor Espetáculo em 2009. Ainda no teatro atuou em "A Roda do Mundo", "Floresta Amazônica: Sonho de uma Noite de Verão" e "Navalha na Carne".
No cinema, está no elenco do curta "O Deus da Raça" (2004) e dos longas "Não Quero Falar Sobre Isso Agora" (1991) "Medida Provisória" (2020). Em pós´produção, "Clarice Vê Estrelas".


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