Opção de transferência bancária para a Pessoa Física: Dimas Boaventura de Oliveira, Banco do Brasil, agência 4622-1, conta corrente 50.848-9

Clique na imagem

*

*
Clique na logo para ouvir


Telefones: (71) 3634-6194/ 6197/ 6060 - (71) 99965-4537 * E-mails: cpl@construtorapereiralima.com.br - construtoraplima@terra.com.br * Site: https://construtorapereiralima.com.br/

Vem aí!

Vem aí!

sexta-feira, 29 de maio de 2026

Fidelidade na política

Caro patriota, peço que você leia com atenção este relato, contarei algo que vi de perto nos bastidores do poder.
Na política, fidelidade é algo raro. Principalmente nos momentos difíceis. Quando alguém perde o poder, ainda mais de uma maneira fraudada, passa a ser perseguido injustamente e se torna alvo de uma tempestade política e midiática. E é muito comum que seus antigos aliados desapareçam.
Durante o governo Donald Trump, a aproximação com a família Bolsonaro foi construída principalmente pelo esforço de Eduardo Bolsonaro. Foi através dessa relação que Trump passou a conhecer melhor Jair Bolsonaro e a admirá-lo como um líder patriota e alinhado aos valores conservadores.
Mas então veio a avalanche. Trump perdeu a eleição de 2020 em um processo altamente manipulado. A perseguição contra ele aumentou de forma brutal, com investigações forjadas, ataques falsos e ameaças reais de prisão.
Em um momento destes, qual seria a prática normal nos meios políticos? Se afastar de Trump e sua família, tratando como se estes fossem vermes contaminados. Soterrar sua história e seus valores, os tratando como leprosos.
Mas uma figura fez exatamente o inverso: Eduardo Bolsonaro.
Levando consigo os valores ensinados por Jair Bolsonaro, Eduardo permaneceu fiel a Donald Trump justamente em seu pior momento. Quando o ex-presidente americano havia perdido o poder, enfrentava acusações pesadas e era tratado como um “pária” pelo establishment, Eduardo foi até os Estados Unidos prestar solidariedade pessoalmente.
Na prática, naquele momento, muitos acreditavam que a trajetória política de Trump havia acabado. Não existia ganho político óbvio em manter aquela proximidade. Mas Eduardo escolheu a lealdade. Escolheu honrar a amizade. Escolheu mostrar que ainda existiam pessoas dispostas a permanecer ao lado de um líder injustiçado quando quase todos haviam se afastado.
As imagens que ilustram este post mostram justamente isso: Eduardo visitando Trump em 2021, em meio ao maior caos político vivido pelo americano. E também a mensagem enviada posteriormente por Trump, reconhecendo a amizade e a fidelidade demonstradas naquele momento tão difícil.
Grandes homens sabem reconhecer outros grandes homens. E mesmo sem buscar nada em troca, hoje o Brasil colhe os frutos dessa postura. O acesso que Eduardo e Flávio Bolsonaro possuem à Casa Branca, mesmo durante o momento duro enfrentado pelo bolsonarismo, com Jair Bolsonaro e centenas de patriotas presos injustamente, é reflexo direto dessa relação construída com lealdade verdadeira.
Se hoje Trump recebe os Bolsonaros de braços abertos e demonstra respeito por Flávio como uma importante liderança para o futuro, muito disso passa pelo caráter de Eduardo Bolsonaro. Porque quando Trump parecia derrotado e abandonado pelo mundo político, Eduardo permaneceu ao lado dele.
E se o jogo virou nos Estados Unidos, vai virar aqui também. Os sinais já começam a aparecer e o futuro reserva grandes mudanças para o Brasil.

Nenhum comentário: