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Vem aí!

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domingo, 27 de outubro de 2024

O rescaldo oficial do ataque ao Irã

Atualização oficial da "Operação Dia do Arrependimento" contra o Irã dá conta de que:

  • Mais de 100 caças israelenses participaram do ataque.
  • O 1o alvo destruído foram baterias antiaéreas que protegiam bens do sistema de infraestrutura no sudoeste do país.
  • Todos os mísseis SAM russos S-300 e seus respectivos sistemas de radar foram destruídos.
  • Outros sistemas menores também foram destruídos deixando livre o caminho para Teerã e o interior do país para futuros ataques.
  • As fábricas de componentes dos mísseis de longo alcance atirados contra Israel nos últimos seis meses foram seriamente danificadas.
  • O alvo mais distante estava 300 km a leste de Teerã, o que quer dizer que o ataque penetrou 2 mil km no território iraniano.
  • Netanyahu e o gabinete de guerra acompanharam ao vivo os ataques.
  • Na expectativa de um ataque de resposta do Irã "para não demonstrar fraqueza", Israel prepara uma segunda onde de bombardeios, agora "visando instalações nucleares e de petróleo, alvos militares e símbolos do governo".

Fonte: https://vespeiro.com/

Neste domingo na Aprisco Church


 

sábado, 26 de outubro de 2024

Botafogo firme na liderança


O Botafogo acaba de ganhar de 1 a 0 do Bragantino, fora de casa, pelo Campeonato Brasileiro da Série A, ampliando a liderança da competição, na trigésima primeira rodada, com três pontos à frente do segundo colocado. 
Conta com o segundo ataque mais positivo, com 49 gols e o segundo melhor saldo positivo, com 23 gols. São quatorze jogos sem perder nesta competição e na Conmebol Libertadores. 

Outro filme noir de qualidade

 



Neste sábado, 26, visão do thriller criminal "Caminho da Tentação" (Pitfall), de Andre De Toth, 1948. A tradução do título original é "Armadilha". Um filme noir de qualidade. É
 baseado no romance "The Pitfall" de Jay Dratler. 
Frases de efeito que anunciaram o filme no seu lançamento: "Um homem pode ser tão forte quanto o aço.... mas em algum lugar há uma mulher que ir´quebrá-lo!" e "O amor dela era Armadilha... para o único homem que ela não queria machucar..." 
Este filme foi produzido de forma independente pela Regal Films e lançado pela United Artists e durante anos raramente foi assistido. Pode ser visto atualmente pelos esforços de preservação dos Arquivos de Cinema e Televisão da Ucla.
Na trama, John Forbes (Dick Powell) é casado com Sue (Jane Wyatt) e pai de Tommy (Jimmy Hunt). Ele anda cansado pela rotina do trabalho como avaliador de seguros. Sua vida fica mais emocionante para ele quando conhece a modelo Mona Stevens (Lizabeth Scott), uma femme fatale, cujo namorado, Bill Smiley (Byron Barr), que está preso, desviou 10 mil dólares dinheiro de uma empresa segurada pela Olympic Mutual Insurance Company e a encheu de presentes, incluindo anel, barco, carro e casaco. John encontra Mona através de MacDonald (Raymond Burr), um detetive que trabalha como freelancer para a seguradora. Ele vai buscar os presentes ilícitos e acaba se envolvendo com a garota e começa um caso com ela. A questão é que MacDonald também está de olho em Mona e obcecado, formando um triângulo amoroso, um caso ilícito. O detetive ameaçando John decide usar o namorado dela que será libertado em breve para lidar com John e limpar a área para si mesmo, por querer a grota só para ele, mesmo com a rejeição dela. Tudo leva a uma armadilha de enganos, mentiras e até assassinato.

sexta-feira, 25 de outubro de 2024

Primeiro filme de Elvis Presley



Nesta sexta-feira, 25, visão de "Ama-me Com Ternura" (Love Me Tender), de Richard D. Webb, 1950. Trata-se da estreia cinematográfica de Elvis Presley - "Introducing Elvis Presley" diz os créditos de apresentaçã ;o. "Senhor Rock'n'Roll! Ele é um homem cantor... um homem lutador... um homem amoroso - na história ele nasceu para interpretar!", diz slogan no poster. O filme mistura western com drama romântico musical.

"Ama-me Com Ternura" foi incluído em 2002 na lista do American Film Institute de 400 filmes indicados para os 100 Maiores Filmes de Amor da América. Também incluído na lista de 2004 do American Film Institute de 400 filmes indicados para as 100 Melhores Músicas do Cinema da América pela música "Love Me Tender".

Além de "Love Me Tender", Elvis canta "Let Me", "Poor Baby" e "We're Gonne Move", em uma delas acompanhado po r The Kin Darby Singers.

O título do filme foi alterado de "The Reno Brothers" para promover a música-título cantada por Elvis Presley, que foi tirada da balada da Guerra Civil Amaricana "Aure Lea", de W. W. Fosdick e George R. Poulton.

Quando o filme foi exibido nos cinemas, os fã de Elvis Presley gritavam tão alto que o público não conseguia ouvir nenhuma de suas falas.

No dia seguinte ao fim da Guerra Civil Americana, em 1860, com o batalhão confederado comandado por Vance Reno (Richard Egan), ignorante da rendição, e que conta também com dois de seus irmãos mais novos, Brett (William Campbell) e Ray (James Drury) mais Mike Gavin (Neville Brand), Ed Gal t (Russ CVonway) e Pardee Fleming (L. Q. Jones), roubam um trem ianque, levando o soldo de um regimento de soldados do norte. Quando eles descobrem que o conflito acabou, decidem dividir o dinheiro entre eles como espólios de guerra, com cada um, então, retornando para seus respectivos lares. No entanto, também sem eles saberem, os irmãos Reno haviam sido dados como mortos há anos, e, ao voltarem para casa, encontram seu irmão caçula Clint (Elvis Presley) casado com Cathy (Debra Paget), que fora namorada de Vance e com quem ele ainda tinha esperança de se casar. O drama então se estabelece entre a honra de Vance de um lado e os ciúmes de Clint de outro, o que s&oa cute; é agravado com a tentativa do governo reunificado de reaver o dinheiro roubado.

Ainda no elenco Mildred Dunnock, como Martha Reno, a mãe, Robert Middleton como Siringo, negociador do governo, Bruce Bennett como o Major Kincaid, mais Ken Clark, Barry Coe e Dick Sargent.

Requiescat In Pace




 

Conferência


 

quinta-feira, 24 de outubro de 2024

Casa GC inicia temporada do movimento "Flanar" com presença de chef renomada


Ana Maria, Louise Chateaubriand, Gilvanette Ribeiro, Thainá Soares, Mariana Lima e Raissa Peixoto (Crédito: Divulgação)

A Casa GC, comandada pela designer shoes Gilvanette Ribeiro em Feira de Santana, deu o start à temporada "Flanar", movimento que celebra os sentidos e a criatividade. Focando na gastronomia, moda e artes, os encontros proporcionarão uma imersão completa em experiências sensoriais para desconectar.
O Ato 01: Paladar e Olfato aconteceu na quarta-feira, 23, e teve como anfitriã Mariana Lima, que recebeu como convidadas Raissa Peixoto, Thainá Soares, Ana Maria e Louise Chateaubriand para desfrutar do menu assinado pela chef Patrícia Melo, que comanda os prestigiados restaurantes Noz e Cozinha Manjericão.
Os pratos foram harmonizados com vinhos do Leste Europeu fornecidos pela Adega Vin, dos empresários Daniel Melo e Rodrigo Lima, que também prestigiaram a estreia do Movimento Flanar.
"A Casa GC foi criada para proporcionar momentos exclusivos e inéditos em nossa cidade. Acreditamos que a moda se funde a outros interesses, como a gastronomia, e foi um prazer ter Patrícia assinando o menu de estreia do Flanar, prestigiado por convidadas tão especiais", destaca Gilvanette. A temporada do projeto seguirá com mais encontros intimistas, sempre reunindo personalidades e chefs renomados.
Casa GC
Desde sua inauguração, a Casa GC tem se destacado como um espaço inovador, promovendo eventos que unem moda, gastronomia e arte. Localizada na Avenida Getúlio Vargas, principal da cidade, a casa já recebeu desfiles de moda, encontros exclusivos e eventos que atraem um público descolado de toda a Bahia. Sob o comando de Gilvanette Ribeiro, o espaço já se tornou um ponto de referência para quem busca experiências únicas.

Link da galeria de fotos: https://drive.google.com/drive/folders/14vZPzi6o5vlTnWc4NtqGUHi2fM9pMATg?usp=drive_link


Enviado por Alice Barbosa, da Conecta PR

Revisão de western assistido quando criança



Nesta quinta-feira, 24, revisão de um western assistido quando criança, aos 13 anos - número 185, no segundo caderno de filmes vistos. Trata-se de "Código de Armas" (Dakota Incident), de Lewis R. Foster, 1956. Um filme B bem realizado, com muita tensão.

John Banner (Dale Robertson) chega na pequena cidade de Christian Flats atrás de dois parceiros que o roubaram e deixaram para morrer no caminho e ele quer vingança. Depois de duelar e não atirar em um deles, Frank Banner (Skip Homeier), John enfrenta Rick Largo (John Doucette) e o mata.  

Enquanto isso, várias pessoas aguardam a diligência para Laramie. Alguns estão ansiosos para chegar lá e dispostos até a subornar o chefe da estação, Tully Morgan (Irving Bacon), para obter passagens quando já estão esgotados. A diligência chega cheia de flechas Cheyenne, assim como os passageiros mortos. Assim, o espaço fica disponível e seis pessoas resolvem arriscar de qualquer maneira e embarcam para a viagem até Laramie. São a bela Amy Clark (Linda Darnell), o menestrel (Regis Toomey), o bancário John Carter (John Lund), o senador Blakely (Ward Bond), que defende a tentativa de paz com os índios, mais Mark Chester (Whit Bissell). Todos com estórias sobre por que estão fazendo uma viagem arriscada. Atacados pelos índios, a carruagem é queimada, os cavalos fogem e os sobreviventes se refugiam em um barranco seco. Um por um, os índios e os passageiros se enfrentam, até que a sede e o cansaço afetam as três pessoas que sobraram.

Ainda no elenco, Diane DuBois, como Giselle, Charles Horvath como o líder dos índios, Wiliam Fawcett como o ferreiro, Malcolm Atterbury como o garçom. 

Morre cineasta Vladimir Carvalho


Faleceu na manhã desta quinta-feira, 24, o cineasta paraibano Vladimir Carvalho, aos 89 anos. Era um dos nomes mais importantes do cinema brasileiro, vencedor de vários prêmios em festivais.
Ele realizou mais de 10 documentários sobre temas da política e da história nacionais, como "O País de São Saruê" (1971), "O Homem de Areia" (1981), "Conterrâneos Velhos de Guerra" (1991).  "Barra 68: Sem Perder a Ternura" (2001) e "Rock Brasília: Era de Ouro" (2011),entre outros.

O "Django" de Orlando Senna


"Longe do Paraíso" põe irmão contra irmã na cena de um Brasil perfumado a pólvora | Foto: Borboleta Filmes

Por Rodrigo Fonseca

Especial para o Correio da Manhã

Laureado com o prêmio de júri popular no Festival de Brasília de 2020, "Longe do Paraíso", um raro exemplar brasileiro de faroeste, calcado nas raízes estéticas do gênero, nunca teve estreia comercial em circuito carioca, mas terá, enfim, projeção em tela grande na cidade nesta quarta-feira (23), às 19h, no Estação Net Botafogo, em homenagem a seu diretor, Orlando Senna, uma grife da produção documental e da política cultural.

Nos dias 6 e 9 de novembro, a produção pede passagem ao público baiano, com exibições em Salvador, sempre com a presença do diretor. É uma forma de celebrar sua obra por meio de uma expressão narrativa refinada, que traz um personagem capaz de abrir debates sobre a prática do vigilantismo: o pistoleiro Kim.

Espécie de Franco Nero do Nordeste, sempre de roupa preta e trabuco na cintura, Kim roga a Deus e manda Bala, carregando a Morte no vítreo dos olhos. Ele já matou demais para quem tem pouco mais de 20 e poucos anos na terra de bravos, sem lei e sem alma, que Senna criou. O realizador marcou época em duo com Jorge Bodanzky em "Iracema, Uma Transa Amazônca", exibido no último Festival do Rio, em homenagem aos 50 anos de sua finalização. Ali, trilhava uma curva nas raias da não ficção. Aqui, ele dialoga com a tradição de John Ford e Howard Hawks, mas de uma maneira particularíssima.

A lembrança de Nero é forte (e eterna) por seu personagem mais famoso: Django. Como ele, Kim também arrasta um caixão, só que não um de madeira e, sim, um feito da matéria existencial que Sartre chamava de Náusea, com o "N" maiúsculo da negação do sentido de pertença. Lê-se em Sartre que "O ser humano é um existente que nasce sem motivo, dura por fraqueza e morre por acaso". Kim até estaria assim se não houvesse um vetor que obrigasse o sujeito a encontrar um propósito: matar. Sua patroa, chamada Madame (papel que Sonia Dias executa numa atuação viçosa), obriga que este pistoleiro de um Brasil regido a balas nunca se mantenha inerte na ciranda nauseante de seu dia a dia. Matar é sua CLT.

A alusão a Django - dado o visual do personagem encarnado a vísceras e puro humanismo pelo ator Ícaro Bittencourt, num jorro de potência - pode fazer parecer que estamos numa ambientação de western spaghetti, qual a dos cults de Sergio Corbucci ou de Tonino Valerii. A lembrança é forte, entretanto não é com o bangue-bangue à italiana que o diretor de "Imagem da Terra e de Povo" (1969) se irmana neste longa-metragem. Senna se liga mais ao faroeste psicológico americano do pós-guerra, da lavra de Anthony Mann (1906-1967), sobretudo "O Preço de um Homem" (1953) e "O Tirano da Fronteira" (1955). Há um mal-estar existencialista no bangue-bangue brasileiro que parece muito com a linhagem de Mann.

Embalado pelo que periga ser a melhor trilha sonora de David Tygel em muitos anos (e olha que o nível musical desse compositor é dos mais altos), Senna faz um balé de câmera, de gestos sinuosos. Enquadra de maneira estanque, apoiado por uma fotografia apolínea (assinada por Pedro Semanovisch), sendo quase monolítico em alguns movimentos, como no plano e contraplano em que as entranhas afetivas de seus personagens sãs evisceradas. Na hora dos tiros, tudo é ágil, pois a montagem (impecável) de Luiz Guimarães Castro responde (sem nervosismos, mas bem atenta) às cartilhas do faroeste moderno.

Nos primeiros minutos de "Longe do Paraíso", na sequência que melhor dialoga com o histórico documental de Orlando (como "Gitirana", feito com Jorge Bodanzky), Kim mata um homem e seu filho (uma criança) num ataque a um acampamento do MST. Artesão do realismo político e dos códigos documentais de denúncia, o veterano realizador baiano se desgruda de seu protagonista para cartografar a exclusão ao falar do empenho resiliente do Movimento dos Sem Terra. Mas, logo, num fluxo de edição preciso, o cineasta volta a enquadrar o duplo assassínio cometido por Kim a partir dos ditames da trama e revela que o ato foi um erro dele como matador. Morreu quem não deveria: ele matou as pessoas erradas. Para pagar por seu deslize, Kim é escalado para assassinar uma mulher ligada à resistência fundiária no Nordeste. O alvo é Bel, personagem de muitos calos nas mãos e na alma a quem Emanuelle Araújo, em seu mais potente desempenho como atriz, esculpe de um barro similar àquele de onde Anna Mangnani tirava as heroínas do Neorrealismo. O componente que mais pesa no fardo/fado de Kim é o fato de que Dea é sua irmã. Brota daí um conflito trágico regado a pólvora.

Fonte: https://www.correiodamanha.com.br/

Roteiro do Orient CinePlace Boulevard

 Com Milena Batista

LANÇAMENTO NACIONAL


VENOM: A ÚLTIMA RODADA
(Venom: The Last Dance), de Kelly Marcel, 2024. Com Tom Hardy, Juno Temple e Chiwetel Ejiofor. Ação. 
Na trama, Eddie e Venom estão fugindo. Caçados pelos dois mundos e com a rede se aproximando, a dupla é forçada a tomar uma decisão devastadora que fechará as cortinas da última dança de Venom e Eddie. Cópia dublada. Não recomendado para menores de 14 anos. Duração:135 minutos Horários: 14 horas, 15h40, 16h20, 18h40, 20h30 e 21 horas.

CONTINUAÇÕES


SORRIA 2 (Smile 2)
, de Parker Finn, 2024.  Com Naomi Scott e Lukas Gage. Terror. 
Prestes a embarcar em uma turnê mundial, a cantora pop Skye Riley começa a viver experiências aterrrorizantes e inexplicáveis. Tomada pelo horror e pela pressão da fama, ela é forçada a confrontar seu passado. Cópia dublada. Segunda semana. Não recomendado para menores de 18 anos. Duração: 127 minutos. Horários: 15h30, 18h05 e 20h40.

ROBÔ SELVAGEM 
(The Wild Robot), de Chris Sanders, 2024. Animação. Após um naufrágio, um robô inteligente chamado Roz fica preso em uma ilha desabitada. Para sobreviver ao ambiente hotil, ele se une aos animais nativos e
 até adotando um filhotinho de ganso órfão. Terceira semana. Cópia dublada. Classificação: Livre. Duração: 102 minutos. Horários: 14 horas, 16h10 e18h20.


TRANSFORMERS: O INÍCIO 
(Transformers One), de Josh Cooley, 2024. Animação de ação e aventura. A origem de Optimus Prime e Megatron, os maiores rivais, mas que um dia foram amigos tão ligados quanto irmãos e que mudaram o destino de Cybertron para sempre. Quinta semana. Cópia dublada. Duração: 104 minutos. 13h30.


MEU MALVADO FAVORITO 4 (Despicable Me 4), de Chris Arnaud e Patrick Delage, 2024. Animação. É sequência dos filmes de 2010, 2013 e 2017. Animação. 
Gru, Lucy, Margo, Edith e Agnes dão as boas-vindas a um novo membro da família, Gru Júnior, que tem a intenção de atormentar seu pai. Gru enfrenta um novo nêmesis, Maxime Le Mal e sua namorada Valentina, e a família é forçada a fugir. Décima quinta semana. Cópia dublada. Classificação: Livre. Duração: 95 minutos. Horário: 13h30.
FILME DA SEMANA - R$ 10,00


CORINGA: DELÍRIO A DOIS
 (Joker: Folie à Deux), de Todd Phillips, 2024. Com 
Joaquin Phoenix, Lady Gaga, Zazie Beetz, Catherine Keener, Brandan Gleeson e Ken Leung. Drama policial com musical e suspense. O comediante fracassado Arthur Fleck conhece o amor de sua vida, Harley Quinn,enquanto está encarcerado no Arkham State Hospital, esperando seu julgamento pelos crimes cometidos como Coringa. Os dois embarcam em uma desventura romântica condenada. Quarta semana. Cópia dublada. Não recomendado para menores de 16 anos. Duração: 138 minutos. Horários: 15 horas, 17h50 e 20h40.
Programação até quarta-feira, 30/10

quarta-feira, 23 de outubro de 2024

Botafogo goleia e encaminha classificação para final da Libertadores


O Botafogo acaba de golear o Peñarol, do Uruguai, por 5 a 0,  no jogo de ida da semifinal da Copa Comenbol Libertadores, no Estádio Nilton Santos.  Com o resultado, o Alvinegro encaminhou sua classificação para a final da competição sulamericana.

Com a goleada, o Alvinegro se mantém invicto há mais de dois meses e 13 jogos.

Morte de Ron Ely, Tarzan na televisão


O ator americano Ron Ely faleceu aos 86 anos no dia 28 de setembro e somente divulgado pela família nesta quarta-feira, 22. Ele se tornou conhecido por interpretar o Rei das Selvas na série de televisão "Tarzan" da NBC, em 57 capítulos entre 1966 e 1968.
No cinema, estreou em "No Sul do Pacífico" (1958). Outros filmes: "Tudo Azul Com o Barba Azul" (1959), "Chamas da Paixão" (1966), "Aleluia e Sartana" (1972), "Doc Savage: O Homem de Bronze" (1975) e "Tráficantes de Escravos" (1970).

Esclarecimento


 

Açaí NoKilo comemora sete anos de fundação com 57 lojas, movimentando mais de 85 milhões de reais em 2024

A primeira rede de franquias do segmento no estado fortalece seu ecossistema com fábrica própria e planeja abrir 100 novas lojas pelo Brasil até 2025



A rede de franquias Açaí NoKilo celebra seu 7º aniversário em outubro com uma trajetória marcada por inovação, crescimento exponencial,  e compromisso com a qualidade e performance da rede. Fundada em 7 de outubro de 2017, em Euclides da Cunha, na Bahia, a Açaí NoKilo surgiu com a proposta de oferecer uma experiência de consumo personalizada e acessível. Em 2024 a empresa alcança um faturamento anual superior a 85 milhões de reais, com lojas faturando até 280 mil reais por mês  e comercializando mais de um milhão de quilos de açaí no mercado de gelados este ano.
Inspirada por memórias de infância repletas de momentos felizes na pequena sorveteria da sua cidade natal, Elizângela Siqueira, CEO da rede, trouxe ao mercado da Bahia uma visão de negócio que alia sabor e emoção. "Quem vende sorvete, vende felicidade", segundo a CEO, destacando a essência do propósito da marca.
O Açaí NoKilo é a primeira rede de açaiterias a expandir nesse formato de negócio na Bahia, além de promover iniciativas para fortalecer seu ecossistema, gerar resultados consistentes dentro do franchising, manter o padrão de qualidade e fomentar práticas sustentáveis gerando mais de 300 empregos diretos dentro do estado.
Em 2018, a Açaí NoKilo iniciou seu processo de expansão como franquia , ganhando  destaque no mercado de gelados baiano, o que por sua vez levou à implantação  de uma fábrica própria em Feira de Santana. Esse movimento foi crucial para manter a qualidade e a identidade do produto, garantindo o abastecimento adequado da rede. Em 2019, a franqueadora ampliou suas operações e se associou à Associação Brasileira de Franchising (ABF), reforçando seu compromisso com os franqueados e consumidores.
Hoje, a Açaí NoKilo é a única franquia do segmento a conquistar três vezes consecutivas o Selo de Excelência, o reconhecimento máximo do mercado de franquias no Brasil. Mesmo durante a pandemia, a rede continuou a crescer, expandindo sua fábrica e ampliando a produção, implementando ainda a fabricação das embalagens biodegradáveis utilizadas na rede. 
Em 2024, a marca deu passos ousados ao inaugurar novas unidades fora da Bahia, consolidando sua presença nacional. Atualmente, com 57 lojas em cinco estados e 5 novas unidades em processo de implantação, tres delas em Minas Gerais e a primeira unidade no Espírito Santo, a Açaí NoKilo se prepara para alcançar novos horizontes. Ainda em 2024, a rede participou da maior feira de franquias do mundo, fortalecendo sua marca com um rebranding que reflete sua evolução contínua.
O mercado de açaí no Brasil tem registrado grande um crescimento nos últimos anos, impulsionado pela demanda por alimentos saudáveis e pela popularidade crescente do açaí no exterior. Em 2022, o Brasil exportou mais de 8,158 mil toneladas de açaí, movimentando mais de US$ 26,5 milhões (R$ 133,8 milhões), segundo dados da Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa) e do Centro Internacional de Negócios do Pará (CIN).
Segundo a Associação Brasileira de Açaí, o setor movimenta bilhões de reais anualmente. Dados da Embrapa, reforçam que o mercado registrou crescimento de 15% ao ano. Mais do que números, a Açaí NoKilo se orgulha de seu compromisso com a inovação, sustentabilidade, responsabilidade social e segue nutrindo emoções positivas.
Para Elizângela Siqueira, CEO da rede, a jornada de sete anos da Açaí NoKilo é apenas o começo. "Acredito num empreendedorismo com propósito e seguiremos trabalhando, inovando e levando qualidade para todos nossos franqueados e consumidores. Muito longe de querer ser a maior rede do mercado, nós queremos mesmo é ser a melhor quando se fala em satisfação dos nossos consumidores e franqueados", concluiu Elizângela.
Com informações de Karine Mascarenhas, de Sua Pauta Assessoria

Etanol: um pouco além do canavial


Por Paulo Cesar Bastos

Para ampliar a oferta de etanol o importante, fundamental e estratégico, além de óbvio, é diversificar as matérias primas e ampliar as regiões produtoras. Significa dizer que precisamos continuar, sem dúvida, incentivando e modernizando a cultura e o processamento da cana de açúcar, mas, também, deveremos ir um pouco além do canavial.
O Brasil precisa reforçar as ações para fomentar e implementar uma política energética inovadora e reguladora através da introdução de alternativas de matéria prima para a produção do álcool.
O etanol poderá vir da Terra do Sol, o Nordeste Brasileiro, pelo cultivo e utilização tanto do agave azul como, também, do sorgo doce ou sacarino para produção de álcool como opção viável para o período da entressafra da cana de açúcar, promovendo a segurança do abastecimento e o equilíbrio do mercado.
Culturas de regiões secas e quentes, o agave azul (Agave tequilana) poderá fazer com o sorgo sacarino uma dupla sertaneja de sucesso produzindo etanol na região semiárida nordestina. A irregularidade hídrica do Nordeste requer culturas resistentes, caso do agave e do sorgo. Vale lembrar a experiência nordestina com outra planta da família Agavaceae, o sisal (Agave sisalana), cultivado nos estados da Paraíba e da Bahia, sendo que na região sisaleira baiana está situado o maior pólo produtor e industrial do sisal do mundo.
Pesquisas já existem, precisamos, no entanto, de ações complementares de assistências e extensões, rurais e tecnológicas, para a efetiva produção. No Grande Sertão encontraremos as veredas do progresso. Vamos inovar, renovar e avançar.
Paulo Cesar Bastos é engenheiro civil e produtor rural
Publicado no Blog Por Simas em 11 de janeiro de 2014.
No momento em que se implanta na Bahia, usina para produção de etanol, a partir de milho e sorgo, vale a pena ler de novo.

Um western B que poderia ser um western A


Nesta quarta-feira, 22, visão de "Tropel dos Vingadores" (The Outcast), de William Witney, 1950.
 Um western B que poderia ser um western A, pois um filme de alto nível. Com bom enredo, ação frenética, lutas, tiroteios, cavalgadas, emoções e romance.
Após uma ausência de oito anos, Jet Cosgrave (John Derek) volta à sua cidade, Colton, no Colorado, para reivindicar o rancho Circle C, que está em posse de seu ambicioso tio, Major Linton Cosgrave (Jim Davis). Ciente de que o Major usa da força de seus capangas para expandir o rancho, Jet chega com nove pistoleiros contratados, liderados por Duke Rankin (Bob Steele). Sua acusação de que seu tio roubou a fazenda através de um testamento forjado pelo advogado Andrew Devlin (Taylor Holmes) após a morte de seu pai traz consequências imediatas. Enquanto isso, o Major está de casamento marcado com Alice Austin (Catherine McLeod), uma bela mulher do Leste, que Jet assedia como forma de provocar seu tio. Outra garota, Judy Polsen (Joan Evans) se apaixona por Jet, depois de salvá-lo de um ataque de dois pistoleiros do Circle C, The Kid (Ben Cooper) e Bert (Harry Carey Jr.). Ela então atesta sobre Jet ao seu pi, Chad Polsen (Frank Ferguson) e seus irmãos Boone (Slim Pickens), Asa (Nicolas Coster) e Zeke (Buzz Henry).

Competição mundial de startups chega em Salvador e recebe inscrições gratuitas até 3 de novembro



Presente em mais de 80 países, o Get in The Ring seleciona as startups mais inovadoras do país em ringue da inovação

Crédito: Sandra Puente

Está dada a largada para a disputa das melhores startups do Brasil: o Get in The Ring (https://innpulseforum.com.br/gitr) abriu as inscrições para o ringue da inovação. Os candidatos têm até dia 3 de novembro para se inscrever gratuitamente para a batalha de pitches, realizada em 5 de dezembro no Teatro Sesc Casa do Comércio, das 15 às 17 horas. 

Rodrigo Paolilo, CEO da aceleradora de negócios Rede+, realizadora do evento na cidade, comenta a importância do retorno da competição para Salvador. "É uma grande oportunidade para empreendedores se colocarem à prova junto a outras startups promissoras, com chancela e visibilidade global, além de acesso a especialistas, investidores e potenciais clientes", completa.

O soar do sino característico das lutas de boxe marca o início do Get in The Ring, competição mundial criada na Holanda em 2012 e já realizada em mais de 80 países. Em um ringue montado no centro do espaço, devidamente cercado por cordas como um verdadeiro tablado de lutas, acontecem os duelos de apresentações curtas - os pitches -, em que cada empresa tem um tempo determinado para defender seu projeto em temas propostos. "A dinamicidade, o entretenimento, a leveza e a clareza na forma de comparar dois negócios ajudam a dar luz às ideias, a prender a atenção dos presentes e a conectar as pessoas durante a jornada", vibra o CEO da Rede+, que trouxe o formato para o Brasil em 2017 e o levou para Salvador, São Paulo (SP) e Florianópolis (SC).  

Nesta edição, que é a sétima do Get in The Ring no país, 12 startups selecionadas se enfrentam pela preferência e os votos de uma audiência especializada, formada por empreendedores, investidores e três jurados surpresa - as edições anteriores tiveram na bancada nomes como Cristiana Arcangeli, do Shark Tank Brasil, Cássio Spina, da Anjos do Brasil, e Romero Rodrigues, da venture capital Headline. O vencedor das rodadas tem a chance se apresentar seu negócio no Get In The Ring Global Meetup 2025.   As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo link https://innpulseforum.com.br/gitr. 

Sobre a Rede+  

Com 10 anos de fundação, a Rede+ já acelerou 400 startups e realizou 150 projetos para organizações de 20 estados. A aceleradora de negócios se destaca como hub de soluções em empreendedorismo e inovação no cenário nacional. A Rede+ foi responsável por trazer o Get in The Ring para o Brasil, em 2017, e reúne as startups mais inovadoras no país nesse campeonato.

Sobre o Get in The Ring  

Competição criada na Holanda em 2012 pelo Unknown Group para impulsionar o mercado de inovação. Em um ringue, as startups têm a oportunidade de apresentar e defender suas soluções, para ganhar exposição e conexão com outros players do ecossistema. O Get in The Ring já passou por 80 países e teve a participação de mais de 10 mil startup.

Enviado por divulgacao@comunicativaassociados.com.br 



Visão do western "Legião dos Desesperados"


Na noite de terça-feira, 22, a visão do western "Legião dos Desesperados" (Passage West), de Lewis R. Foster, 1951. Também conhecido por "Jornada Para o Oeste". No Chile e no México foi titulado "Amor Divino e Perverso". Um filme com lições bíblicas.
Liderados por Pete Black (John Payne), seis condenados - entre os quais Curly (Frank Faylen) e Rainbow (Dooley Wilson) - conseguem fugir da prisão em Utah. Eles interceptam uma caravana com destino à California e interrompem um funeral, exigindo que as carroças partam imediatamente, o que irrita Rose Billings (Arleen Wheelan), uma mulher que veste preto em luto pelo pai, mas o líder da caravana, Jacob Karns (Dennis O'Keefe), um pastor que planeja casar com Rose, prefere obedecer a Black. Numa bifurcação da trilha, Pete insiste que a caravana siga por uma rota mais rápida, apesar de perigosa. E eles ficam presos em tempestades de areia e de chuva. Interessada por Black, Rose retira o luto, trocando de vestido. Na sequência, Jacob luta contra Black e o derrota. Curly rouba o dinheiro dos viajantes e atira em Black, que é cuidado de boa vontade por Jacob e Rose. Jacob conta que já levou uma vida bandida como Black e apela para que ele mude. Chegando em uma cidade, trabalhando numa mina, os fugitivos descobrem ouro, mas a ganância pode levá-los ao fim.
Na caravana, uma variedade de personagens, como Myra Johnson (Mary Anderson), Miss Swingate (Mary Field), Nellie McBride (Mary Beth Hughes), Michael Karns (Peter Hanson), Papa Ludwig (Grigg Barnett), Mama Ludwig (Ilka Gruning), Pop Brennan (Arthur Hunnicutt), Mama Brennan (Lilian Bronson), e Lea Johnson (Susan Whitney).


terça-feira, 22 de outubro de 2024

Agência Comunicativa firma parceria com Insight Promo para expansão de serviços

Objetivo é reforçar a posição das agências no mercado e trazer mais resultados para os clientes  



Crédito: Divulgação

A Comunicativa e a Insight Promo, agência especializada em marketing promocional e eventos corporativos, anunciam uma nova parceria institucional. Além da extensão dos serviços oferecidos, a cooperação entre as empresas visa o fortalecimento das atuações.  

O acordo busca apresentar ao mercado um portfólio ainda mais amplo. Com a colaboração, a Comunicativa vai disponibilizar soluções em marketing promocional e eventos. Já a Insight terá a oferta de conteúdos, redes sociais e assessoria de imprensa entre seus trabalhos.  

"Estamos confiantes de que essa parceria trará importantes resultados, uma vez que as empresas já atuaram juntas em grandes lançamentos, como o Polo da Beleza, do Grupo Boticário, e a nova fábrica de turbinas eólicas da Goldwind, em Camaçari. Compartilhamos o objetivo de melhorar a nossa presença e competitividade no segmento da comunicação corporativa", comenta Moisés Brito, sócio-diretor da Comunicativa.  

Para Carol Pinho, CEO da Insight Promo, a junção das expertises vai aumentar o alcance das agências, potencializando as estratégias e negócios. "Unir forças é um caminho necessário para acompanhar as mudanças e suprir as demandas do mercado. Enxergamos a oportunidade de construir novas influênci

Enviado por divulgacao@comunicativaassociados.com.br

Irmão contra irmão


O título brasileiro, "Renegado Impiedoso" (The Road To Denver), não tem nada a ver com o original, "A Estrada Para Denver". Em 1972, filme com Charles Bronson ganhou o mesmo título no Brasil. Trata-se de um western B rotineiro, de Joseph Kane, que trata sobre relacionamento entre irmãos e com mensagem positiva. Foi visto na segunda-feira, 21.
Na trama, os irmãos Mayhew fogem de um cidade para outra no Texas. O irmão mais velho, Bill (John Payne), tenta insistentemente manter o arrogante irmão mais novo, Sam (Skip Homeier), fora da prisão. Depois de muitas defesas, um decide desistir do outro. É hora de agir sozinho e deixar que Sam resolva seus problemas. Bill segue para Denver, no Colorado. Consegue rapidamente emprego com John Sutton (Ray Middleton), dono de um estábulo que quer implantar uma linha de diligências, e se enamora pela filha dele, Elizabeth (Mona Freeman), e tudo fica bem até que Sam aparece e aceita um emprego com o corrupto Jim Donovan (Lee J. Cobb), que os coloca em conflito, pois em lados opostos da lei.
Ainda no elenco, Lee Van Cleef, Andy Clyde, Glenn Strange e Buzz Henry.

segunda-feira, 21 de outubro de 2024

Retrospecto


O Botafogo, que lidera o Campeonato Brasileiro da Série A, com um ponto à frente do Palmeiras, já jogou três vezes este ano contra o adversário direto pelo título. No primeiro turno, aplicou 1 a 0, em casa. Nas oitavas de final da Conmebol Libertadores ganhou de 2 a 1, em casa, e empatou em 2 a 2 na casa do adversário. Falta o jogo entre ambos neste returno.

Dos outros sete adversários que resta enfrentar no segundo turno, o Botafogo ganhou cinco jogos e empatou dois.

Já o Palmeiras, perdeu dois jogos, empatou um e ganhou quatro jogos.

"Uma Aventura na Martinica", um clássico

"Uma Aventura na Martinica" (To Have and Not Have), de Howard Hawks, 1944, é um clássico do cinema. Tenho exemplar em DVD na minha coleção de filmes. O filme marcou a estreia de Lauren Bacall no cinema. Durante as filmagens, ela se apaixonou por Humphrey Bogart - depois eles se casaram.
O filme, em preto & branco, tem similaridades e é comparado com o clássico "Casablanca" (Casablanca), de Michael Curtiz, 1942, com o mesmo Humphrey Bogart. Além do ator, tem Marcel Dalio no elenco, um bar como o Rick's Cafe, também com um pianista, e ajuda a membros da resistência francesa.
O roteiro do filme foi baseado em um livro de um vencedor do Prêmio Nobel (Ernest Hemingway) e seu roteiro foi co-escrito por outro vencedor do Prêmio Nobel (William Faulkner).
"Uma Aventura na Martinica é um dos quatro filmes em que Humphrey Bogart e Lauren Bacall contracenaram juntos. "À Beira do Abismo" (The Big Sleep), de Howard Hawks, 1946; "Prisioneiro do Passado" (Dark Passage), de Delmer Dves, 1947; e "Paixões em Fúria" (Key Largo), de John Huston, 1948, foram os outros.
Foi refilmado como "Redenção Sangrenta" (The Breaking Point), de Michael Curtiz, 1950, com John Garfield e Patrica O'Neal, e "Contrabando de Armas" (The Gun Runners), de Don Siegel, 1958, com Audie Murphy e Patricia Owens.