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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

"Esporte, roubalheira e a fraqueza em forma de mulher"

Por Arthurius Maximus
Quando Lula tirou Dilma da cartola e a lançou candidata à presidência, os grandes argumentos eram sua capacidade de gestão, sua firmeza de caráter e a dureza com a qual tratava os desvios de conduta de seus subordinados.
Na prática, todas as pessoas que tinham capacidade crítica, isenção ideológica e um mínimo de discernimento sobre o jogo sujo que é praticado na política nacional já sabiam que Dilma seria um mero joguete nas mãos do PMDB, de José Dirceu e do próprio Lula.
Para aqueles que duvidavam, ainda na campanha eleitoral, José Dirceu deixou sua intenção de "moldar" a presidência de Dilma à sua vontade naquele famoso discurso proferido para militâncias sindicais da Bahia. Na ocasião, Dirceu foi bem claro ao afirmar que no governo Lula não tinha conseguido impor uma linha mais dura e retrógrada (ideologicamente falando) e nem imposto ao Brasil seu ideal de mídia controlada; estado aparelhado e atuando em prol do partido e povo escravizado aos ideais únicos ditados pelos "filósofos" petistas. Em suas exatas palavras, Lula era "grande demais" e o PT não tinha como controlá-lo. Já com Dilma, isso seria diferente e ele seria capaz de impor "um ritmo mais acelerado" de "mudanças necessárias" para acabar com o "excesso de liberdade" que havia na imprensa e na sociedade brasileira.
Dilma ganhou e, num primeiro momento, chegou mesmo a encantar até quem a criticava com uma postura republicana e nada espetaculosa de governar. Infelizmente, a coisa não durou um mês. Bastou os números da inflação e das contas públicas começarem a ir "para o vinagre" (graças à má gestão de Lula) para que a banda petista que idolatrava o ex-presidente pular no pescoço de Dilma e exigir que Lula fosse "preservado".
Assim, ao invés de expor o problema e tratar com a dureza necessária a fome de gastos e o mau costume dos aliados de refestelarem-se nos cofres públicos (costume assegurado por Lula), Dilma foi obrigada a acomodar-se e a aceitar os "pitacos" dos caciques petistas; notadamente José Dirceu.
Não tardou para que as primeiras denúncias de corrupção estourassem e o governo mergulhasse numa crise institucional paralisante (que dura até hoje). Dilma tentou por um fim a farra e ameaçou iniciar uma limpeza política nos ministérios e nos cargos de confiança como forma de retirar dos postos importantes os indicados por Lula e pelos partidos aliados que não estavam alinhados com sua filosofia de governança.
O que aconteceu? O ex-presidente Lula rematerializou-se na casa do presidente do Senado, José Sarney, e despachou diretamente com ministros, deputados e senadores da base aliada; firmando compromissos e acordos (como se presidente de fato fosse) que depois foram comunicados a Dilma para que desse cumprimento ao acertado.
A flagrante descompostura resultante disso jogou por terra qualquer chance de Dilma governar livremente e acabou com a vontade da presidente de limpar a área e não deixar seu governo cair no marasmo das denúncias sem fim e das negociatas estourando a toda hora.
A partir deste momento, ficou claro à nação que quem governa o país não é Dilma; mas sim a cúpula petista e peemedebista. O episódio mais recente desse dantesco governo acabou de ser cunhado no momento da demissão do ministro do Esporte, Orlando Silva.
Sob denúncias comprovadas de um esquema montado pelo PC do B para utilizar os projetos do ministério como fonte arrecadadora para os caixas do partido e como gerador de receita para aliados, apadrinhados e outros "amigos dos amigos", desde a época de Agnelo Queiroz (no governo Lula); Dilma rendeu-se de forma vexaminosa aos caciques partidários e manteve o PC do B em seu feudo; nomeando para a pasta o indefectível Aldo Rebelo (cujo irmão, Apolinário Rebelo vice-presidente do PC do B-DF, é apontado como arrecadador do esquema).
Sem considerarmos o fato de ter mantido a mesma matilha de lobos controlando o galinheiro (trocando apenas o "Lobo Mau" da vez); Dilma manteve-se calada, impassível e distante durante todo o processo; não vindo a público nem quando as provas (que todos diziam não existir) vieram à tona e desmascararam a farsa de Orlando Silva e do PC do B.
A imagem de "durona", "administradora capaz" e "gestora implacável" deu lugar a uma imagem de extrema fraqueza ética, gestão desastrosa e total incapacidade de se desvencilhar do fantasma de José Dirceu que instalou um gabinete paralelo em Brasília e despacha com ministros, deputados, senadores e dirigentes de estatais como se função primordial de governo detivesse.
Para Dilma, fica cada vez mais clara e definida a imagem de "poste" e de alguém que foi colocado em um lugar que não merecia e para o qual não detinha qualquer talento; meramente colocada para "tapar o buraco" de uma eleição que todos queriam perder porque sabiam que viriam tempos difíceis, provocados pelos desmandos tresloucados de Lula e pela crise mundial que se agravava, causando inflação, descontrole econômico e alguma possibilidade de impopularidade.
Assim, estariam a salvo a imagem messiânica de Lula (que voltaria como salvador em 2014) e a mensagem oposicionista "eu não te disse?" se manteria como um mantra que garantiria a paternidade do desastre aos governos petistas; garantindo a possibilidade de uma oposição mais forte e de uma volta triunfante com Aécio Neves nesta mesma eleição.
E você leitor, o que pensa disso?
Fonte: www.visaopanoramica.com

Pergolado: O charme da arquitetura

O uso do pergolado está em alta na decoração. Mas antes de adotar essa solução, que deixa qualquer ambiente mais charmoso e agradável, é necessário ficar atento a algumas dicas

1. Para fazer essa charmosa passarela,as profissionais da Faleiro Guerra Arquitetura utilizaram o pergolado; 2. Feito de aço corten e policarbonato, esse pergolado especificado por Patrícia Guerra e Roziane Faleiro está em total sintonia com a arquitetura existente da casa (Fotos: Divulgação)
O pergolado imprime sofisticação ao ambiente, pode agregar plantas ornamentais e flores, formando um lindo jardim, controla a incidência de luz, e ainda confere um ar contemporâneo a qualquer espaço. Formada por pilares junto a vigas vazadas de madeira, a peça pode ser aplicados tanto em áreas externas quanto internas.
"Essa solução é muito utilizada na arquitetura, pois cria áreas de transição. Por ser composto por vigas espaçadas, podendo ou não ser coberto em vidro ou policarbonato translúcido, os efeitos de sombra gerados pelo pergolado são muito interessantes e quando bem explorados geram ambientes ricos e confortáveis", explica a arquiteta Marina Dubal.
Quem também defende o uso do pergolado são as profissionais da Faleiro Guerra Arquitetura, Roziane Faleiro e Patrícia Guerra. "O pergolado sempre agrega charme e aconchego aos ambientes, além de proporcionar um espaço acolhedor, com sombreamento, para os momentos de lazer e relaxamento", asseguram.
Segundo Marina, o pergolado agrega inúmeras possibilidades à decoração: "O principal benefício é a combinação da redução da incidência solar com a exploração da sombra como parte da arquitetura. Como o pergolado é uma estrutura vazada, a decoração fica livre até onde a criatividade acompanhar".
A Faleiro Guerra dá dicas de como usar esse recurso para compor a decoração de forma harmônica. "É indicado inserir uma cobertura de fechamento superior no pergolado para os dias mais chuvosos. Outra ideia é usar um ripamento em madeira ou bambu, assim pode-se usar este item abaixo da cobertura, proporcionando um sombreamento para um ambiente mais confortável", ensinam Roziane e Patrícia.
Marina lembra outras opções para deixar o pergolado mais interessante e charmoso: "Os tecidos fixados nas vigas criam uma espécie de forro em movimento, efeito fantástico. Também são usados forros em bambu criando uma malha mais fechada, ótima pedida para aqueles que querem mais sombra".
Mas antes de inserir o pergolado na área externa ou interna do lar é preciso tomar alguns cuidados. "Para a execução em ambientes externos, deve-se ter o cuidado de não deixar os pilares tocando o chão. Recomenda-se executar uma sapata em concreto ou fixá-lo com conexões metálicas. Dessa forma, a madeira fica protegida. Por falar em madeira, esta deve receber um selador, ou verniz, para proteção e maior durabilidade", recomendam as profissionais da Faleiro Guerra.
Marina finaliza: "Quando o pergolado é coberto deve-se atentar à inclinação necessária do vidro ou policarbonato, bem como a sustentação dessa cobertura. O ideal é a contratação de um profissional, uma vez que o dimensionamento e locação do pergolado devem ser pensados com cautela e estarem integrados à arquitetura para que não fique com caráter de puxadinho".
(Com informações Ana Paula Horta e Fernanda Pinho, da Mão Dupla Comunicação)

"Porteira fechada?"

Por Arthur Virgílio
A governabilidade exige coalisão, alianças partidárias. Questiono é a falta de legitimidade do esquema montado por Lula para governar e eleger sua sucessora.
Surgiu até a bizarra definição dos acordos: "porteira fechada", isto significa entregar as pastas aos partidos da chamada base aliada, dando-lhes o direito de nomear do ministro ao menor dos cargos de confiança. Isso estimula a corrupção, até pela facilidade de trânsito que confere a pessoas da mesma grei, umas "confiando" plenamente nas outras.
Confundem dinheiro e cargo públicos, respectivamente, com boi e fazenda. O partido "agraciado" sente-se proprietário da capitania, quase hereditária, que lhe foi concedida pelo (a) monarca.
O correto seria a presidente pinçar nos partidos nomes de seu agrado. Nada de se submeter aos caprichos e às injunções de máquinas partidárias não raro mal intencionadas.
Em 10 meses de gestão, Dilma perdeu seis ministros, cinco dos quais acusados de graves irregularidades. Dois (Aloizio Mercadante e Ideli Salvati) balançaram sem cair e Mario Negromonte, das Cidades e Carlos Lupi, do Trabalho, dificilmente resistirão ao menor arremedo de reforma do gabinete. Sem contar Fernando Haddad, da Educação, que dá show de incompetência a cada Enem.
Nem perderei tempo com Orlando Silva, porque ele já era, de fato, ex-ministro desde a eclosão das pesadas denúncias. O esperneio de seu partido, o PC do B, visava mais a conservar a pasta dos Esportes sob seu controle do que a manter a posição de Orlando.
A situação do governador Agnelo Queiroz, do Distrito Federal, é delicada. Tudo começou em sua passagem ministerial.
As evidências de que dinheiro público era usado para financiar campanhas eleitorais, coloca sob suspeição as campanhas, não apenas dos comunistas, mas também, direta ou indiretamente, de Lula (2006) e Dilma (2010).
O modelo de "governabilidade" desenhado e imposto pelo ex-presidente apodreceu. As instituições perderam densidade e respeito. A política se mediocrizou em níveis insustentáveis.
Dilma precisa repactuar com a Nação e domar os instintos do seu partido e das forças que lhe dão suporte congressual. O atual rumo das coisas sugere crise e instabilidade.
* Arthur Virgílio é diplomata e foi líder do PSDB no Senado

Fonte: "Blog do Noblat"

Sem informação

Nesta sexta-feira, 28, feriado do Dia do Servidor Público. O funcionamento de diversos serviços considerados essenciais não foram divulgadas pela Prefeitura de Feira de Santana. Assim, não se sabe quais órgãos da administração pública estão funcionando. Nem o plantão de secretários, que deve ser para dias como este, foi divulgado no site do governo municipal.

Velório petista já dura cinco anos

O deputado federal Lúcio Vieira Lima, presidente do PMDB da Bahia, respondeu ironias do presidente do PDT no Estado, Alexandre Brust, quanto à possibilidade de a oposição se unir em 2012. Para o pedetista, oposição na Bahia só se reúne "em enterro". Disse mais: "Para quem conhece um pouco da história da Bahia, em 2006, a convite do PT, a oposição botou a sua melhor roupa e se uniu para participar de uma grande festa, a chamada festa da mudança", lembrou. Na tal disputa, Jaques Wagner (PT) foi eleito governador pela primeira vez. Lúcio disse: "Infelizmente, esta festa se transformou em um velório que já dura cinco anos. Para a tristeza nossa, o morto é o Estado da Bahia. Mas graças a Deus, como bom cristão, acredito na ressurreição, que com certeza, ocorrerá em 2014".

Casamento de Lorena e Adalberto

"Para que todos vejam e saibam, considerem e juntamente entendam que a mão do Senhor fez isso" (Isaías 41: 20). Jayro da Silva Miranda Lima e Cristiana Freitas Miranda Lima mais Antonio Fernando da Silva Queiroz e Celma Regina Feitosa Queiroz convidam para a cerimônia religiosa do casamento de seus filhos Lorena e Adalberto. Será no dia 3 de dezembro, às 19h30, na Igreja Nossa Senhora das Graças, na Cidade Nova, onde os noivos receberão os cumprimentos.

José Ronaldo: Patrono hoje, paraninfo amanhã

O ex-prefeito de Feira de Santana José Ronaldo de Carvalho é patrono da turma de Recursos Humanos da Universidade de Santo Amaro (Unisa), que cola grau na noite desta sexta-feira, 28, em solenidade que será realizada na Igreja Videira, na avenida João Durval.
No sábado, 29, José Ronaldo é paraninfo das turmas de Ciências Contábeis e Engenharia de Produção da Uneb 2011.1, que colam grau solenidade às 19 horas, no Auditório do Colégio Castro Alves.

Breve história do Rotary Club de Feira de Santana

O ano, 1941. O mundo sofrendo os horrores da Segunda Guerra. O Brasil foi inserido nesse acontecimento. Feira de Santana não ficou de fora, preparava seus filhos para doá-los à Patria.
Foi nessa efervescência do desatino humano que homens visionários criaram o Rotary Club de Feira de Santana. Digo visionários porque hoje, o Rotary International mantém oito unidades de Centro Rotary de Estudos Internacionais, em universidades. Esses centros treinam pessoas para ajudar nas resoluções de conflitos em diversas partes do mundo.
O Rotary Club de Feira de Santana foi fundado - existe ainda a ata - em 10 de outubro de 1941. A primeira reunião ordinária aconteceu no dia 12 de outubro. A data de 27 de outubro é a que consta na Carta Constitutiva editada pelo Rotary International - é a certidão de nascimento.
Algumas curiosidades: As reuniões eram realizadas em dia de sábado, às 12h30, no palacete da Sociedade Filarmônica 25 de Março, na rua Conselheiro Franco; a jóia de admissão era de 60 mil reis e anuidade de 480 mil reis. Foi 23 o número de companheiros fundadores. Com as admissões desta quinta-feira, 27, nosso Clube passa a ter 75 companheiros e está perto de se tornar o décimo clube do Brasil em número de sócios.
Vejamos agora algumas realizações de maior relevância ao longo desses 70 anos:
- Um dos primeiros serviços do Rotary Club de Feira de Sanytana foi a doação do terreno onde funciona o Hospital D. Pedro de Alcântara, tendo cada companheiros doado um leito para ajudar a equipá-lo. À enfermaria foi dado o nome de Rotary, não existindo mais hoje, retirado por alguma administração.
- Foi construída a Escola Rotary, inclusive com um Centro Médico e Dentário. Alguns companheiros doavam um dia, uma tarde ou uma manhã do seu tempo profissional, para que o mesmo funcionasse. Hoje, com a ampliação da Escola, não mais existe o Centro. As madeiras para o telhado foram doadas pelo companheiro Valtuir Zatti, hoje sócio honorário do Clube.
- Antes, tinha-se que ir à Salvador para tirar Carteira de Identidade. Numa bela ação comunitária do Rotary Club de Feira de Santana promoveu-se então a vinda do serviço para Feira de Santana durante uma semana.
- O Rotary Club de Feira de Santana empenhou-se, através de contatos pessoais e correspondências junto a políticos e órgãos para o asfaltamento da antiga BR 28, atual BR 324.
- Também o Rotary Club de Feira de Santana foi responsável, junto ao Rotary Club Feira-Leste, ao Rotary Club Feira Subaé e à Casa da Amizade de Feira de Santana pela construção deste prédio onde estamos, da Fundação Jonathas Telles de Carvalho. Inicialmente, foi comprado um imóvel na rua da China, no Caseb. Depois, com recursos da venda iniciou-se a construção deste espaço. Por mérito, não se pode deixar de citar o grande trabalho e dedicação na construção da sede da Fundação Jonathas Teles de Carvalho do companheiro Aurino Soares de Melo, do Rotary Club Feira-Leste.
- O projeto - assinado pelo arquiteto Luiz Humberto Carvalho - do Monumento a Maria Quitéria, existente na confluência da avenida Getúlio Vargas com avenida Maria Quiteria foi idealizado pelo Rotary Club de Feira de Santana.
- A Escola de Informática Antônio Manuel de Araújo já deu treinamento básico para cerca de uma mil pessoas. O curso é mantido para pessoas carentes do bairro da Queimadinha.
- O Rotary Club de Feira de Santana teve em seus quadros intelectuais como o companheiro Dival da Silva Pitombo, que dá nome ao Museu Parque do Saber e foi fundador do Museu Regional (hoje Museu Regional de Arte e Museu de Arte Contemporânea Raimundo de Oliveira), e o companheiro Egberto Tavares Costa, que além de nominar a Fundação Cultural Municipal deixou o legado de um belo trabalho sobre a história deste Clube.
- Por falar em história, o Rotary Club de Feira de Santana teve como companheiro um grande historiador: monsenhor Renato de Andrade Galvão, que perquiriu a história de Feira de Santana.
- No campo da arquitetura, o Rotary Club de Feira de Santana teve como integrante o companheiro Amélio Teixeira de Amorim, idealizador do Carro de Boi, um complexo hoteleiro, incluindo a Boate Gerimum, hoje transformado no Centro de Cultura que leva o seu nome. Também foram de Amelio Amorim, os projetos do Clube de Campo Cajueiro e do Monumento Relógio Rotary, este implantado na praça de alimentação, na avenida Getúlio Vargas, que apresentam até hoje formas futurísticas.
No campo político o Rotary Club de Feira de Santana teve:
- Companheiro João Marinho Falcão, prefeito municipal e primeiro presidente deste Clube;
- Companheiro Áureo de Oliveira Filho, deputado estadual e grande orador;
- Companheiro Newton da Costa Falcão, prefeito de Feira de Santana;
- Companheiro Antônio Manuel de Araújo, vereador e secretário municipal por diversas vezes;
- Compaheiro João Durval, atual senador, vereador e prefeito por duas vezes desta terra;
- Companheiro Theódulo Bastos de Carvalho Júnior, vereador
Deixo de citar atuais companheiros que exercem ou exerceram cargos importantes em Feira de Santana, pois é do conhecimento de todos.
Como administradores de Rotary International, do Rotary Club de Feira de Santana saíram os governadores de Distrito Clovis da Silveira Lima (1954-1955), Jonathas Telles de Carvalho (1980-1981), Antônio Manuel de Araújo (1985-1986), Carlos Alberto Kruschewsky (1987-1988), Theódulo Bastos de Carvalho Júnior (1992-1993), José Raimundo Pereira de Azevêdo (2004-2005) e Hugo da Cruz Dórea (2010-2011), que atualmente exerce função na Diretoria da Associação Brasileira da Fundação Rotária (ABTFR).
Num trabalho de expansão rotária, o Rotary Club de Feira de Santana é padrinho do Rotary Club Feira-Leste, Rotary Club de Feira de Santana-Olhos d'Água e do Interact Club de Feira de Santana. Também foi responsável pela fundação do Rotary Club de Tanquinho/Riachão do Jacuípe, que está desativado.
Bem, acho que está na hora de terminar esta aula de história do querido Rotary Club de Feira de Santana. Usando a expressão do Latim, "Ab imo pectore" (Do fundo do coração), muito obrigado,
Dázio Brasileiro Filho.
Fala na solenidade comemorativa dos 70 anos do Rotary Club de Feira de Santana, na noite de quinta-feira, 27 de outubro de 2011.

A "Veja" no jornal britânico "The Guardian"

A VEJA no jornal “The Guardian”. Ou: “Quando recebo um telefonema da revista, sei que minha vida vai piorar”. Ou ainda: “Que país queremos ser?”
Por Reinaldo Azevedo

O jornal britânico "The Guardian" desta quinta traz uma reportagem de Tom Phillips sobre a corrupção no Brasil, os esforços para banir os corruptos do serviço público, o trabalho da imprensa e a mobilização da sociedade contra os malfeitores. Na verdade, trata-se de uma reportagem sobre a importância que a revista VEJA tem nesse processo de depuração e de aprimoramento da democracia. O jornal entrevistou Eurípedes Alcântara, diretor de Redação da revista e diretor editorial do "Grupo Veja".Segue uma tradução da reportagem, publicada pela VEJA Online:

*
De sua sala na redação instalada no 19º andar, Eurípedes Alcântara desfruta de uma vista espetacular do "novo Brasil". Helicópteros atravessam o céu, carros novos abrem caminho pela cidade, arranha-céus e shoppings de luxo brotam no cenário urbano.
Mas Alcântara, um dos jornalistas mais poderosos do país, também não perde de vista o Brasil velho. Um país de negociatas, rinhas e corrupção endêmica que custam bilhões a cada ano e continuam a retardar a ascensão desse gigante sul-americano.
Como diretor de redação da influente e polarizadora revista VEJA, Alcântara acredita que é sua tarefa por um fim à baixaria. "É um choque de civilizações. Que tipo de país queremos ser?", diz ele.
"A maioria das pessoas joga segundo as regras, trabalha de sol a sol e paga os impostos em dia. Mas há um grupo que vive se locupletando do estado, fazendo negócios com aqueles que têm as chaves do cofre. Combater a corrupção é nossa missão."
O ano de 2011 vai entrar para a história brasileira como aquele em que Dilma Rousseff, a primeira mulher presidente, subiu ao poder. Mas talvez ele também seja lembrado como aquele em que a frustração com a corrupção política sem peias finalmente transbordou.
Desde que Rousseff assumiu, em janeiro, cinco ministros caíram por causa de escândalos éticos ou de corrupção - sendo o último deles Orlando Silva, ministro do Esporte que se demitiu na última quarta-feira, depois de VEJA denunciar seu envolvimento numa tramoia de 14 milhões de libras.
Protestos em todo o país, ainda que tímidos se comparados com os do Chile ou do Oriente Médio, levaram milhares às ruas, exigindo um fim à pilhagem do dinheiro público
Com a palavra corrupção na boca de todos, a imprensa brasileira desempenhou um papel fundamental na descoberta de malfeitos de alguns dos políticos mais poderosos do país. Em junho, o poderoso ministro da Casa Civil de Rousseff, Antonio Palocci, se viu obrigado a renunciar depois que o jornal 'Folha de S. Paulo' revelou que sua fortuna pessoal havia se multiplicado por 20 em apenas quatro anos.
Três meses mais tarde, o mesmo jornal ajudou a destronar o ministro do Turismo Pedro Novais, que já havia sido acusado de usar dinheiro público para bancar uma farra em um motel chamado The Caribbean. A conta de Novais no motel - onde quartos equipados com piscinas, saunas e camas redondas custam 35 libras por três horas - ficou em 767 libras.
Reportagens de VEJA, enquanto isso, derrubaram o ministro da Agricultura Wagner Rossi, acusado de malversar dinheiro público, o ministro dos Transportes Alfredo Nascimento - com o relato de um esquema de propinas em sua pasta - e o ministro do Esporte nesta semana.
"Os políticos dizem: 'Quando recebo um telefonema de VEJA é sinal que a minha vida vai piorar'", diz Alcântara com um sorriso logo interrompido. "Mas isso não me dá prazer… Não vejo isso como uma vitória."
"Não se trata de uma campanha… mas é uma obsessão", acrescentou o editor de 55 anos, cuja revista mais recente trouxe na capa a manchete 'Dez Motivos Para se Indignar com a Corrupção'. A reportagem observa que os 85 bilhões de reais de dinheiro público surrupiados a cada ano poderiam erradicar a pobreza, construir 1,5 milhão de casas - ou comprar 18 milhões de bolsas de grife.
Alcântara - cuja revista tem circulação de 1,2 milhão de exemplares e algo entre 6 e 10 milhões de leitores - admite que a maioria dos furos de VEJA sobre corrupção tem origem em "dicas" de pessoas que, com frequência, estão elas mesmas implicadas no submundo da política brasileira.
"Não temos uma Delta Force. Temos antenas", ele disse, referindo-se às redações da revista em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, a capitas do país, onde um total de 78 repórteres devem manter seus olhos e ouvidos atentos a sinais de negociatas, estejam cobrindo ciências, transportes ou arte.
Separar a política de VEJA de sua cruzada anticorrupção é uma tarefa complexa.
A revista é detestada pela esquerda brasileira, que afirma que ela tem um viés inerentemente contrário ao PT, que está no poder, e seus aliados, prestando atenção excessiva aos pecadilhos dos políticos dessas agremiações, enquanto ignora os deslizes de seus amigos.
Luiz Inácio Lula da Silva, o primeiro presidente brasileiro de origem operária, teve um relacionamento particularmente turbulento com a revista em seus oito anos de mandato. "Vamos ser francos, alguns jornalistas de VEJA merecem um Nobel por irresponsabilidade", disse Lula em 2006, depois de uma reportagem afirmar que ele e seus aliados tinham contas secretas em paraísos fiscais. "VEJA não publica acusações. Ela publica mentiras."
Alcântara reserva termos mais simpáticos para Rousseff, a sucessora de Lula, que deu início ao que se tem chamado de "faxina", demitindo seis ministros em dez meses no poder.
"Parece-me que ela é muito mais intolerante com a corrupção do que Lula", diz ele. "Dilma, nas palavras e nos atos, mostrou muito menos tolerância e muito mais compreensão da desgraça que é a corrupção nesta país. Existe agora uma percepção muito forte, e creio que aqui podemos incluir a presidente, de que esse tipo de extorsão é inaceitável."
A reação de Rousseff à corrupção e a cobertura constante da imprensa fomentou uma série de protestos pelo Brasil.
"Como pode um país tão rico e grande ter níveis semelhantes de pobreza? Uma das explicações, sem dúvida, é a corrupção endêmica e histórica", disse Antônio Carlos Costa, diretor da ong antiviolência Rio de Paz, em um evento recente que reuniu 2500 pessoas.
"Falamos de algo que atravessa todas as esferas de poder. Vai dos narcotraficantes ao Congresso. Polui tudo, solapa nossas relações. Só é possível combater esse problema com dedicação e perseverança."
Natalia Lebeis, 23 anos, também se uniu ao protesto - vestida de palhaço.
"Dizem que os brasileiros só saem às ruas para assistir ao futebol ou ao carnaval", diz ela. "Nós somos a voz da nação. Chegou a hora de as pessoas mostrarem seu rosto e protestarem contra a corrupção e a impunidade."
Alcântara, que já foi correspondente em Nova York e acaba de assinar uma entrevista de três páginas com o cantor Neil Youg, lembrou-se de Paul McCartney para capturar seu sentimento sobre as chances da guerra contra a corrupção ser vencida no Brasil.
"É um cabo-de-guerra", disse ele, referindo-se à canção de 1982 do ex-Beatle. "Um cabo-de-guerra entre aqueles que desejam nos arrastar de volta para o século XIX e aqueles que tentam nos levar ao século XXI. Sou um otimista - acredito que o século XXI vai vencer."
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"

37 anos como rotariano

O professor José Raimundo Pereira de Azevêdo completou na quinta-feira, 27, 37 anos como sócio do Rotary Club de Feira de Santana, que na mesma data comemorou 70 anos de fundado. Com a classificação Educação, José Raimundo teve indicação do monsenhor Renato Galvão, em 1974. Tem os seguintes afilhados no clube: Adauto Alves Franco (2007), Fernando Gassmann Figueirêdo (2009), Cléber Chagas Gonçalves (2011), e José Adson Santos Rubem (2011). Foi presidente do clube no ano rotário 1979-1980. Em 2004-2005 foi governador do Distrito 4390 de Rotary Internacional, no ano do centenário da instituição. É detentor do Título Companheiro Paul Harris, com uma safira. Atualmente, José Raimundo é secretário de Educação. Foi vereador de Feira de Santana na sétima (1971-1972) e na oitava (1973-1976) legislaturas. Foi prefeito de Feira de Santana de 18 de maio de 1982 a 31 de janeiro de 1983 e de 30 de março de 1994 a 31 de dezembro de 1996.

Presenças nos 70 anos

O vice-prefeito Paulo Aquino, secretário de Educação José Raimundo de Azevêdo, procurador geral do Município Carlos Lucena e secretário Carlos Brito participaram na noite de quinta-feira, 27, do jantar comemorativo dos 70 anos do Rotary Club de Feira de Santana, no salão da Fundação Jonathas Telles de Carvalho. Os três primeiros são integrantes do clube rotário mais antigo da cidade.

Está sendo uma constante

O que é que há com as licitações em pregão presencial e tomada de preço da Prefeitura de Feira de Santana? No jornal "Folha do Estado", edição desta sexta-feira, 28, sai a publicação de quatro REMARCADA, três DESERTA, uma FRACASSADA e mais uma REVOGADA. Nove publicações somente em um dia.

Deu em Claudio Humberto



quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Filmes em Exibição no Orient Cineplace

Período de 28 de outubro a 3 de novembro

LANÇAMENTOS NACIONAIS
O PALHAÇO
, de Selton Mello, 2011. Com Selton Mello, Paulo José, Larissa Manoela, Giselle Motta e Teuda Bara, Fabiana Karla, Moacyr Franco, Jorge Loredo e Ferrugem. Comédia dramática. Conta a história, de Benjamin e Valdemar, os palhaços Pangaré e Puro Sangue. Eles vivem, sem comprovante de residência, na companhia da trupe do Circo Esperança. O problema é quando Benjamin acha que perdeu a graça e então começa uma crise de identidade em busca de sonhos e novas motivações para viver. Não recomendável para menores de 10 anos. Duração: 90 minutos. Horários: 13h10 (neste sábado e no domingo), 15h10, 17h10, 19h10 e 21h20. Sala 1 (243 lugares).
O RETORNO DE JOHNNY ENGLISH (Johnny English Reborn), de Oliver Parker, 2011. Com Rowan Atkinson, Dominic West, Gillian Anderson e Rosamund Pike. Johnny English é um agente secreto acidental pertencente à Agência MI-7 que não conhece o medo ou o perigo. Agora, o mais improvável Agente Secreto de Vossa Majestade precisa parar um grupo de assassinos internacionais antes que eles eliminem um líder mundial e provoquem o caos global. Cópia dublada. Não recomendável para menores de 10 anos. Duração: 108 minutos. Horários: 14 horas, 16h20, 18h40 e 21 horas. Sala 4 (264 lugares).
CONTINUAÇÕES
O ZELADOR ANIMAL
(Zookeeper), de Frank Coraci, 2011. Com Kevin James e Rosario Dawson e Donnie Wahlberg. Comédia. Animais de um zoológico resolvem quebrar seu código de silêncio para ajudar o zelador do local a conquistar uma mulher, mas desde que ele prometa não deixar seu emprego. Em segunda semana. Cópia dublada. Classificação: Livre. Duração: 103 minutos. Horários: 13 horas (neste sábado e no domingo), 15h05 e 17h20. Sala 2 (160 lugares).
ATIVIDADE PARANORMAL 3 (Paranormal Activity 3), de Henry Joost e Ariel Schulmam, 2011. Com Micah Sloat, Katie Featherson e Mark Fredrichs. Terror. Ação volta aos anos 80 para mostrar a infância de Katie e os estranhos acontecimentos que ela passou com a sua irmã. Dispostos a desvendar o mistério, seus pais instalam câmeras por toda a casa, com as quais captam as estranhas atividades paranormais que acontecem. Em segunda semana. Cópia legendada. Não recomendável para menores de 14 anos. Duração: 84 minutos. Horários: 19h30 e 21h20. Sala 2.
GIGANTES DE AÇO (Real Steel), de Shawn Levy, 2011. Com Hugh Jackman, Evangeline Lily, James Rebhorn e Dakota Goyo. Drama de ação. Num futuro próximo, competição violenta, na qual robôs gigantes se enfrentam, é considerada o esporte favorito. Nesse cenário, um promotor de lutas que tenta fazer sua vida pensa que encontrou a forma de ser campeão quando encontra um robô descartado. Ao mesmo tempo, ele descobre que tem um filho de 11 anos de idade que sempre sonhou conhecer o pai. Em segunda semana. Cópia dublada. Não recomendável para menores de 10 anos. Duração: 128 minutos. Horários: 13 horas (neste sábado e no domingo), 15h35, 18h10 e 20h50. Sala 3 (167 lugares).
ENDEREÇO E TELEFONE
Orient Cineplace - Multiplex do Boulevard Shopping, telefax 3225-3185 e telefone 3610-1515 para saber informações sobre programas e horários.
(Com informações do Departamento de Marketing de Orient Cinemas)

Charge do Amarildo

Fonte: "Blog do Noblat"

"O naufrágio surpreendeu Lula ainda no porão"

Por Augusto Nunes
"Você tem que resistir", ordenou Lula ao ainda ministro Orlando Silva. Em seguida, o Padroeiro dos Pecadores determinou a Dilma Rousseff que brigasse com os fatos. "Não vou decidir as coisas a reboque da imprensa", obedeceu a afilhada - que, a reboque do padrinho, imaginou que a absolvição simbólica do culpado encerraria o assunto.
Como advertiu um post aqui publicado, só conseguiu adiar por alguns dias o velório inevitável.
Em Manaus, Lula pressentiu o naufrágio iminente. "Esse pessoal do PCdoB nunca me conta tudo", começou a desconversar o oportunista sem pudores. "Fico sabendo do que está acontecendo pelos jornais", fantasiou o leitor que sucumbe à azia na segunda linha.
Dado o recado, decolou rumo ao México para continuar a discurseira iniciada em 1978. Foi um erro de cálculo. Deveria ter ficado no Brasil para avisar com todas as letras que caíra fora do barco em perigo.
O naufrágio consumado no fim da tarde desta quarta-feira surpreendeu Dilma Rousseff pendurada no leme, Orlando Silva zanzando pelo convés da segunda classe e Lula fazendo as malas no porão.
Foi o segundo fiasco de bom tamanho em meio ano. Depois de comandar a malograda operação de socorro a Antonio Palocci, o presidente em terceiro mandato voltou à luta para fracassar na resistência no Ministério do Esporte.
A ideia desastrada ampliou as evidências contundentes de que - Palocci, Alfredo Nascimento, Wagner Rossi e Pedro Novais (além de Nelson Jobim, demitido por alucinação) - também Orlando Silva é um genuíno filhote de Lula. E o desfecho da história comprovou que o campeão de popularidade pode muito, mas não pode tudo.
Não pode, por exemplo, transformar mentira em verdade, bandido em mocinho, quadrilha em entidade beneficente. Se pudesse, não teria estabelecido outro recorde infame: nenhum governante do mundo engoliu tantos despejos de ministros enfiados até o pescoço no pântano da corrupção.
Fonte: "Blogo de Augusto Nunes"

"O esporte mais popular do Brasil"

Por Ruth de Aquino
Você achou que era o futebol? Não é. Nosso esporte mais popular é a corrupção. O time de maior prestígio e mais bem remunerado é o BCC, Brasília Corrupção Clube. Seus estádios são verdadeiros palácios, com subsedes imponentes.
Uma pena que, mesmo com ingresso de graça, as arquibancadas estejam quase sempre vazias, a não ser que os jogadores entrem em campo em benefício próprio ou tenham algum companheiro ameaçado por cartões vermelhos. Aí, as torcidas lotam o recinto e reúnem jovens furiosos a gaviões fiéis. Confraternizam, xingam e chegam a entrar no tapa.
Há os atacantes que disputam, aos trancos e barrancos, até o fim do Segundo Tempo. E os zagueiros que já deveriam ter pendurado as chuteiras no século passado, mas insistem na prorrogação. O "bicho", nesse torneio, é a propina.
Tem muito empurra-empurra. Já foram expulsos cinco neste ano da Seleção, e o sexto estava na marca do pênalti aguardando o apito da juíza.
O maior medo dos jogadores é sofrer um "drible da vaca". É um daqueles dribles humilhantes em que o jogador, de frente para o oponente, toca ou chuta a bola para um lado e corre para o lado oposto, buscando a bola novamente. Em política, é comum. Você faz de conta que dá todo o apoio ao coitado, mas o faz de bobo. E, quando o outro percebe, já foi até substituído.
Nesse Brasileirão de impedimentos, quem rouba não é o juiz. (Até é também, mas o campeonato é outro, superior - os atletas jogam de toga e o uniforme faz a diferença, que o diga a juíza dos árbitros Eliana Calmon, que denunciou bandidos em campo.)
Poderíamos recorrer apenas ao humor, e não à indignação, mas o assunto é muito sério. Só no Brasil uma arte milenar chinesa como o kung fu acaba usada pelo Ministério do Esporte para desviar milhões de reais de dinheiro público. Dinheiro meu e seu destinado a material esportivo para crianças e jovens.
O que se rouba em nome dos carentes e destituídos é vergonhoso. Não sei quase nada de kung fu, a não ser que há golpes mortais. Mas, no Brasil, o golpe é de grana mesmo.
Fonte: Revista "Época"

"Serial crise"

Por Dora Kramer
A quantidade recorde de seis ministros afastados em menos de dez meses de governo quer dizer o quê?
Depende. O governo certamente gostaria que a interpretação lhe fosse a mais favorável possível. Adoraria que as pessoas concluíssem que a presidente Dilma Rousseff não aceita "malfeitos".
A cena, porém, pode ser vista por outros ângulos. Um deles indica que a presidente não sabe escolher auxiliares.
Outro mostra que ela falha visivelmente no quesito imposição de critérios para nomeações, com a evidência de que o governo não faz nenhuma triagem nos nomes que lhe são submetidos como política e partidariamente mais convenientes.
Há ainda a infeliz coincidência de todos os demitidos até agora terem sido indicações sustentadas pelo ex-presidente Lula, o que não alivia a responsabilidade de quem deve, de fato e de direito, responder pelo bom andamento dos trabalhos governamentais.
A hipótese mais plausível, no entanto, é a mais simples: o governo nasceu velho, carcomido de vícios herdados e que foram aprofundados ao longo dos oito anos de gestão Lula e mantidos inalterados.
À força da inércia juntou-se a convicção de que a vitória eleitoral acrescida da aprovação popular ao desempenho dos governos Lula e Dilma indicavam que nada precisava ser mudado. Ou, por outra: era necessário que nada fosse mudado.
A realidade está mostrando o quanto de autoengano há nessa conclusão. Apoio popular expresso em pesquisas de opinião não quer dizer que tudo vá bem.
Significa que as pessoas se sentem satisfeitas quando olham a situação como um todo, mas não pode ser interpretado como um aval para que a administração seja tocada de qualquer maneira, sem a observância de parâmetros mínimos de legalidade.
Até porque o público não dispõe de todas as informações. Já o governo, melhor do que ninguém, sabe como as coisas funcionam (ou não funcionam).
Governos sabem que se rouba e quando não tomam providências para desmontar as "igrejinhas" cujos dízimos são as verbas públicas, francamente, não há outra conclusão possível: é porque deixam roubar.
Fonte: "O Estado de S. Paulo"

Piscina cheia de espuma

A construção da piscina semi-olímpica do Complexo Poliesportivo Oyama Pinto foi iniciada no dia 23 de maio. O serviço deveria ser concluído em 90 dias. Já se passaram mais 60 dias da data prevista e a obra está paralizada. P-A-R-A-D-A! É resultado de parceria entre a Prefeitura de Feira de Santana e o Ministério do Esporte. Anunciada como primeira piscina pública semi-olímpica do município terá 12,5x25 metros e absorve recursos da ordem de R$ 174.733,47. A placa equivocada da Prefeitura diz "Construção de Piscina Semi Olímpica no Ginásio de Esporte Oyama Pinto". Todo mundo pensando que era no Complexo Esportivo...

Dica Lider Interiores: Linha Avir



Entre os lançamentos da Lider neste segundo semestre, a linha Avir se destaca. Confira: Mesa de Centro Avir: A mesa de centro Avir tem proporções bem ajustadas e formas bem harmoniosas. A estrutura é toda de inox e o tampo de vidro, sendo um produto claro e de fácil ambientação. Medidas: Altura: 37 cm. Largura: 100 cm. Profundidade. 100 cm.
Preço: a partir de R$1.190,00
Cadeira Avir: A cadeira Avir tem estrutura de inox, que pode ser tanto polido ou escovado. Com formas regulares e simples, a cadeira agrada aos olhos pelo seu alinhamento. Medidas: Altura 84cm; Largura: 45cm. Profundidade. 53,4cm.
Preço: a partir de R$ 1.219,00
Serviço Lider Interiores:
http://www.liderinteriores.com.br/

SAC: 0800-283-1220
Lojas em todo país! Alguns endereços:
Loja Ponteio Lar Shopping – Belo Horizonte
Rodovia BR 356 nº 2500/ loja 112 - Santa Lúcia
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(31) 3286-4577
Shopping Lar Center - São Paulo
Av. Otto Baumgart, 500 – loja 210 – Vila Guilherme
CEP: 02049-000
(11)2221-4075
(Com informações de Juliana Morato, da Link Comunicação Empresarial)

Viadutos imaginários

Em 30 de novembro de 2010, o prefeito Tarcízio Pimenta anunciou a construção de três viadutos como "alguns dos investimentos que serão desenvolvidos". Passou-se mais de seis meses e o prefeito anunciou no dia 14 de junho deste ano, outro pacote de obras, incluindo os viadutos. Nesta quinta-feira, 27, em entrevista ao jornal "Folha do Estado", o prefeito informa sobre a construção de dois novos viadutos - primeiro, eram três - , com recursos da ordem de 70 milhões de reais. Um na avenida Maria Quitéria sobre a avenida Presidente Dutra; outro na rua Bartolomeu de Gusmão sobre a avenida Eduardo Fróes da Motta. O entusiasmo do prefeito é tanto que ele anuncia inauguração em 12 meses, assim, pertinho do final de seu mandato. Alguém acredita que essas obras anunciadas pela terceira vez sejam iniciadas e que fiquem prontas em outubro de 2012?
O fato é que o prefeito que ainda não arranjou nenhum saco de cimento para tais obras, precisa é cuidar dos equipamentos existentes, como o Complexo Viário Prefeito José Ronaldo de Carvalho, que o governo abandonou (Na foto, o mato toma conta até das laterais do equipamento). Falta atenção e manutenção do governo Pimenta nas ruas e viadutos da cidade.

Faxina da "Veja"

Por Sérgio Oliveira
Os cinco ministros que a Veja obrigou que saíssem do Governo Dilma, uma grande faxina, tendo em vista a corrupção, falcatruas, malfeitos, ou seja lá o nome que se dê, vieram do governo Lula; na verdade o dito governo Dilma nada mais é do que o terceiro mandato do Lula; como ele não pode concorrer diretamente, ela foi colocada em seu lugar como laranja.
Alguém, de sã consciência, acredita que os votos dados para ela, na eleição de 2010, foram para ela mesmo?
No dia 23 de outubro, o jornal "O Globo", estampou esta manchete: A CORRUPÇÃO AUMENTOU MONUMENTALMENTE. Na matéria, um cientista político disse que o problema sempre existiu, mas foi intensificado no governo Lula, que "perdeu o controle".
No "Zero Hora" desta quinta-feiea, 27, jornal aqui do Rio Grande do Sul, no artigo "Lições tardias do denuncismo", de Cléber Benvegnú (advogado e jornalista) - veja na postagem anterior - que trata da grita do PT e seus periféricos pelas denúncias de agora, há a seguinte passagem:
"Durante as décadas em que foi oposição, o PT e seus afins - PCdoB aí incluído - foram useiros e vezeiros em protagonizar essas arenas. Pressupunham-se detentores de uma ética superior e intocável, algo que supostamente os alçava à condição de juízes finais da nação."
Depois, a partir do mensalão, viu-se que era tudo ILUSÃO DE ÉTICA, embora eles procurassem parecer honestos, ao invés de "serem honestos de verdade", ao contrário da mulher de César, à qual não bastava ser honesta, mas tinha que parecer honesta, também.
* Sérgio Oliveira é de Charqueadas-RS

Lições tardias do denuncismo

Por Cleber Benvegnú
Sempre me condoí ao ver alguém no banco dos réus da opinião pública. É um julgamento que não tem presunção de inocência, não tolera contraponto e expõe o sangue da moral alheia sem qualquer dó ou piedade. Afora tudo isso, sob o virtuoso pretexto de combater a corrupção, despenca-se facilmente para o vicioso espetáculo de demonização da política. Na sanha de destruir o adversário, vai-se também um pouco da vida, senão ao menos da harmonia e do respeito.
Durante as décadas em que foi oposição, o PT e seus afins - PC do B aí incluído - foram useiros e vezeiros em protagonizar essas arenas. Pressupunham-se detentores de uma ética superior e intocável, algo que supostamente os alçava à condição de juízes finais da nação. Julgavam a história, as biografias e tudo e todos que se pusessem em seu caminho de poder. Muitas pessoas foram expostas e maculadas em praça pública em decorrência de tal postura. Quando a inocência foi comprovada, anos depois, já era tarde demais para recuperar as penas do travesseiro da honra.
Os ataques de outrora eram como pimenta nos olhos alheios ou uma espécie de pajelança à democracia. Ares de festa diante da desgraça do outro. Mas as posições mudaram: de bodoque a vidraça; de juiz a réu; de acusador a acusado; de vestal a suspeito; de oposição a governo. Eis que agora é esse grupo que se vê às voltas com uma onda de acusações. Algumas recheadas de suporte fático - que diga o procurador-geral da República no caso do mensalão -, outras nem tanto.
O fato é que a verborragia denunciante de outrora hoje pede clemência, pede provas, pede as garantias que jamais concedeu quando acusava. Até aí, parte do jogo político. Todavia, essa inversão de lados não pode ser pretexto para tentativas de intimidar a imprensa, pauta que volta e meia aparece no horizonte de certos congressos partidários. As eventuais imperfeições da mídia só serão corrigidas em um ambiente de plena liberdade, sem que para isso o Estado precise meter seu bedelho sensor. Ademais, a lei já prevê a punição de excessos através de sanções civis e criminais.
O mais importante é que tudo isso sirva, aí, sim, para um amadurecimento político de todas as partes - mas especialmente daquelas que, sob a cartola da democracia e do purismo, inauguraram tais práticas. Não se enxovalha a honra de um indivíduo sem subsídios que absolutamente justifiquem tal sentença, porque isso tem a ver com a dignidade sua e de seus familiares. É preciso distinguir disputa ideológica de luta fratricida, estomacal. Não se pode pressupor a má-fé do adversário apenas porque ele está no campo oposto. São algumas lições tardias - porém importantes e ainda válidas - do uso do denuncismo como ferramenta de ação política.
* Cleber Benvegnú é advogado e jornalista
Publicado no jornal "Zero Hora", Rio Grande do Sul, em 27.10.2011


Enviado por Sérgio Oliveira, de Charqueadas

"Alta rotatividade"

Por Lauro Jardim
Um ministério de alta rotatividade: seis da foto acina já dançaram

Desde que Antonio Palocci tombou, a média demissões no ministério Dilma foi de um ministro a cada 23 dias. A continuar neste ritmo, ainda dá tempo de cair mais três ministros este ano.
Fonte: "Radar On-Line"

"O poder está organizado no Brasil para extorquir quem trabalha e alijá-lo das decisões"

Por Reinaldo Azevedo
Nunca antes na história destepaiz um(a) presidente demitiu tantos ministros em tão pouco tempo. Isso enfeixa algumas possibilidades. Pode-se afirmar que Dilma Rousseff é menos tolerante do que seu antecessor com a corrupção. Lembrem-se que há menos de uma semana Luiz Inácio Apedeuta da Silva convocou o PCdoB e Orlando Silva à resistência, num esforço óbvio para desautorizar a presidente da República. Mas também se pode inferir que ao ineditismo da degola corresponde o ineditismo da roubalheira.
Estamos diante de uma questão de lógica. Se a Soberana demitir todos os 8.759 ministros por corrupção, a exaltação de sua severidade não pode esconder o fato óbvio: então era um governo de ladrões. Parece-me que o mais sensato é considerar que o que estava podre no governo Lula começou a cheirar definitivamente mal na gestão de sua sucessora. E o talento dela para o ilusionismo é, sem dúvida, menor do que o dele. Isso, em si, é bom para a formação moral do povo brasileiro. Lula é um deseducador nato. Mas como ignorar que Dilma Rousseff é a beneficiária do modelo instituído por seu antecessor? Como ignorar que ela era a dita gerente de todas essas pessoas cuja permanência no governo se mostra impossível? A presidente ajudou a construir essa herança maldita.
Atenção, minhas caras e meus caros! A questão não diz respeito apenas a nomes, a pessoas, a partidos. O que precisa ser desmontado é um método! E esse, entendo, deveria ser o trabalho organizado das oposições - sem prejuízo de denunciar a corrupção, sim, e cobrar a demissão daqueles que fraudam a confiança da população avançando nos cofres públicos. Segundo o que se noticia, Dilma está disposta a manter o PCdoB no Ministério do Esporte, a exemplo do que se deu nos outros casos de corrupção: o PT continuou com a Casa Civil; o PR conservou os Transportes (embora o partido diga que não reconhece como indicação sua o atual titular); o PMDB manteve a Agricultura, e Sarney não abriu mão do Turismo. Logo, por que o PCdoB teria de deixar o Esporte?
Nessa indagação que eles mesmos se fazem e que reproduzo aqui vai a essência do mal. É preciso começar a mudar uma cultura, ou este continuará a ser o país da safadeza. Estima-se em R$ 85 bilhões anuais a conta da corrupção. O governo federal conta com 89.550 cargos e postos de confiança (números de março deste ano, segundo o site Transparência Brasil), que servem para satisfazer a fome dos partidos. Os EUA, aquele país em que certo articulista brasileiro detectou a falta de um PMDB (imaginem vocês!!!), há apenas 9 mil. Em todo o Reino Unido, são 300.
O sistema, pois, é ruim. E será tanto pior quando o próprio governante estimula a lambança. O Esporte foi um ministério entregue de porteira fechada ao PCdoB. Nota-se ali uma verticalização, não? Do ministro ao laranja que finge ser dono de uma empresa fantasma para justificar gastos inexistentes, passando por ongueiros vigaristas, todos comungam da mesma legenda, são "vermelhos" - jamais de vergonha. Já o Ministério da Saúde é mais "democrático": o PT fica com a Anvisa, o PMDB com a Funasa, um outro pedaço é dividido entre os dois… Na Agricultura, também há a convivência de partidos distintos. Esses ministérios estão longe de ser exemplos de virtude - e têm muito mais dinheiro do que o Esporte. Não é a porteira aberta ou fechada que faz a corrupção, mas a forma como se organiza o poder.
Para angariar apoios, para demonstrar que "nunca antes na história destepaiz" um governo foi tão democrático, tão camarada, tão amigo dos amigos, Lula criou um sistema que rigorosamente entregou aos partidos o comando da máquina pública. Não se trata daquela "entrega" para que executem um programa. Ao contrário! O governo, o dinheiro público, o aparelho estatal, tudo é posto a serviço de causas que nada têm a ver com as necessidades da população. Uns roubam para si e para os de sua corriola, e outros roubam em nome de uma causa.
A canalhice perpetrada por esquerdistas tem seu lado tragicômico porque, pegos com a boca na botija, eles tentam encontrar justificativas morais para a sua canalhice e logo se apressam em pregar "controle dos meios do comunicação", como fez há dias um editorial do PCdoB em seu site. As evidências de corrupção derrubaram dois ministros do PMDB: Pedro Novais e Wagner Rossi. Em seu encontro nacional, o partido recusou peremptoriamente qualquer forma de controle da informação. Também não se viu nada parecido no PR, por exemplo.
Que desvio de dinheiro é melhor? Os do PMDB e do PR, que não querem censurar a imprensa, ou os do PT e do PCdoB, que atribuem tudo a uma conspiração da mídia? Ora, perguntem aos desdentados, aos miseráveis, aos pobres. A resposta, obviamente, é uma só: NENHUM! Deveriam estar todos na cadeia. Apenas destaco que os ladrões de esquerda têm o mau-caratismo adicional de tentar transformar a apropriação do bem público numa categoria política superior.
E por que o fazem? Respondi hoje a uma entrevista feita por estudantes universitários para um trabalho de conclusão de curso. Afirmei que o relativismo é a essência do pensamento da esquerda, o que Trotsky deixou consubstanciado no livro "Moral e Revolução" (que vivo citando aqui), mais especificamente no texto "A Nossa Moral e a Deles". Ele diz algo terrível, que reproduzo literalmente. Fazendo a si mesmo a pergunta se tudo é permitido na luta revolucionária, ele responde:
"É permitido tudo aquilo que leve realmente à libertação dos homens. Já que este fim não pode ser atingido senão por via revolucionária, a moral emancipadora do proletariado tem necessariamente um caráter revolucionário. Como aos dogmas da religião, esta moral se opõe a todos os fetiches do idealismo, gendarmes filosóficos da classe dominante. Ela deduz as normas de conduta das leis do desenvolvimento social, isto é, antes de tudo, da luta de classes, que é a lei das leis."
Eis aí. Ele afirma que a luta revolucionária tem compromisso apenas com a moral revolucionária. Todos os outros valores são inferiores e são meros "gendarmes" do idealismo burguês. Mas o que é a moral revolucionária? Quem define o seu conteúdo? O partido! Assim, aquilo que o partido decidir está automaticamente certo, qualquer coisa - inclusive a morte. Lênin mandou matar o czar e sua família, também as crianças, sem processo, numa operação secreta, que ele escondeu até do comando do partido. Como o Partido Comunista tinha o chamado "centralismo democrático" - a direção decide em nome do coletivo -, a decisão nem pôde ser contestada.
A esquerda dinheirista de hoje evoca essa antiga moral revolucionária para se locupletar e se quer diferente dos demais ladrões. Mas não é! Se diferença há, ela está apenas em seu escandaloso cinismo.
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"

Propaganda partidária do PSC vai ao ar nesta quinta-feira

O Partido Social Cristão (PSC) exibe, na noite desta quinta-feira, 27, sua propaganda partidária em rede nacional. O programa tem duração de dez minutos e vai ao ar às 20 horas no rádio e às 20h30 na televisão. Os responsáveis pela geração da propaganda são o Sistema Globo de Rádio/RJ e a Rede Globo de Televisão/RJ.
Fonte: Agência de Notícias da Justiça Eleitoral

Prefeito pode desisitr de tentar reeleição

Não foi pedido segredo. Contaram ao Blog Demais - a fonte tem trânsito livre no governo - que o prefeito Tarcízio Pimenta tem pensado na possibilidade de não confirmar a sua candidatura à reeleição em 2o12. "Basta não alcançar pelo menos 10% nas intenções de voto das pesquisas que começarão a ser feitas", contou. Como se sabe, em 1º de janeiro do ano que vem, data a partir da qual as entidades ou empresas que realizarem pesquisas de opinião pública relativas às eleições ou aos candidatos ficam obrigadas a registrar, no juízo eleitoral competente para o registro das respectivas candidaturas, as informações previstas em lei.

Lançamento de livro biográfico sobre a vida, carreira e poética de Harildo Déda

"Harildo Déda - A Matéria dos Sonhos", de autoria de Luiz Marfuz e Raimundo Matos de Leão, celebra os 50 anos de carreira do mestre do teatro baiano e dá continuidade ao projeto "Mestres da Cena"

O projeto "Mestres da Cena" da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia continua suas homenagens ao ator, diretor e professor Harildo Déda (Foto: Aristides Alves), ícone do teatro e da cultura baiana, através de uma série de novos eventos que reforçam a ligação do mestre com seu público e seus alunos.
Os eventos começam com uma oficina inédita, e especialmente desenvolvida para atores profissionais, exercitando a poética desenvolvida pelo professor, ator e diretor Harildo Déda, ao longo de seus quase 50 anos de prática teatral. Ministrada pelo próprio Déda o objetivo é promover um diálogo entre a poética desenvolvida por ele e o aprendizado da cena adquirido pelos atores baianos. A oficina oferece 20 vagas para atores e 20 vagas para ouvintes, acontecendo de 1º a 3 de novembro, das 14 às 18 horas, no Teatro Castro Alves. As inscrições já estão encerradas.
Em seguida, no dia 7 de novembro, às 18h30, no Foyer do Teatro Castro Alves, acontece o lançamento do livro "Harildo Déda - A Matéria dos Sonhos", escrito por Luiz Marfuz e Raimundo Matos de Leão. "Harildo Déda - A Matéria dos Sonhos" é um relato histórico e documental sobre o homem, o artista e seu tempo. Recheado com imagens, o livro é também um registro de quase 50 anos de história do teatro baiano e seus principais personagens. Trata-se também do primeiro livro escrito sobre um ator baiano e sua técnica de ensino.
Abrindo a noite de lançamento acontece o "Conversas Plugadas - Especial Harildo Déda". O evento, criado pelo Teatro Castro Alves, tem como proposta oferecer novos conhecimentos ao corpo técnico do teatro e ao público em geral, através do intercâmbio com profissionais de excelência no cenário nacional e internacional, com os quais poderão ser compartilhadas vivências e olhares sobre a profissão. O "Conversas Plugadas - Especial Harildo Déda" têm a entrada franca. As senhas estarão garantidas até 30 minutos antes do início do evento, sendo liberadas em seguida para o livre acesso do público.
Com uma carreira composta por quase 70 peças como ator e mais de 20 espetáculos como diretor, Harildo Déda é uma das figuras mais representativas do teatro baiano. Além disso, foi professor do curso de interpretação da Universidade Federal da Bahia desde 1973. Em 2009, Déda completou 70 anos de vida, dos quais quase 50 foram dedicados ao fazer teatral. Com a intenção de homenagear esse grande mestre que tanto contribuiu para a história das Artes Cênicas na Bahia, que surgiu a montagem da peça "A Última Sessão de Teatro", escrita e dirigida por Luiz Marfuz. O espetáculo esteve em cartaz no Teatro Vila Velha de 27 de novembro a 13 de dezembro de 2009 e também fez parte do projeto "Mestres da Cena", da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia.
Nascido em Simão Dias, na divisa de Sergipe com a Bahia, em 3 de novembro de 1939, Déda se tornou uma das personalidades mais queridas e admiradas do Teatro na Bahia. Ele veio para Salvador aos 12 anos de idade e recebeu em 2003 o Título de Cidadão Soteropolitano. "Apesar de ser sergipano, sou um ator baiano", afirma Déda com convicção. Ele, que contracenou com grandes nomes como Othon Bastos, fala com humildade de sua competência em cena. "Não sei se sou bom ator, mas sou senhor do meu ofício e tenho muito orgulho disso", afirma discreto.
Pelos ensinamentos de Harildo, seja em sala de aula ou em palco, já passaram nomes como Frank Menezes, Fábio Lago, Hebe Alves, Marcelo Flores, Cleise Mendes, Wagner Moura, Lázaro Ramos e Vladimir Brichta. Os pupilos, que hoje brilham nos palcos e telas de todo o país, sem dúvidas reconhecem o trabalho do mestre. Para Vladimir Brichta, por exemplo, foi Déda quem ensinou sobre o comprometimento com a profissão. "Harildo para mim é sinônimo de dignidade. Sem dúvida alguma foi ele que me ensinou a procurar o amor e humor de cada personagem, a buscar verdade e apropriação. Mas, mais do que isso, foi em quem me espelhei para aprender sobre comprometimento, paixão e dignidade com o teatro", afirma Brichta.
Cinéfilo, Déda tem um prazer especial em atuar para o cinema. Ele participou de obras como "Tieta do Agreste" (1996), "Central do Brasil" (1998), "Cidade Baixa" (2005), "Orquestra dos Meninos" (2008), "Quincas Berro d'Água (2010), "Jardim das Folhas Sagradas" (2011), dentre outros. Na televisão, esteve presente nas minisséries "O Pagador de Promessas" (1988), "Dona Flor e Seus Dois Maridos" (1998) e "Carga Pesada" (2004).
OS AUTORES
Raimundo Matos de Leão
Professor adjunto da Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia. Doutor e Mestre em Artes Cênicas. Trabalhou como ator em Salvador (1968-1974) e em São Paulo (1974-1985). Estreou como dramaturgo em 1977, com a peça "Brincadeiras", premiada pelo Serviço Nacional de Teatro. Escreveu para o "Bambalalão", programa para crianças produzido pela TV Cultura-SP, e publicou diversos livros para crianças e jovens: "Um Muro no Meio do Caminho", "Primavera Pop!", "Braçoabraço", "Da Costa do Ouro", "Quem Conta Um Conto Aumenta Um Ponto", "De Cara Para o Futuro", "Tem Um Grilo no Pedaço", "Bacanas e Famosos no Caderno de Autógrafos". Com a peça "Acrelírico", recebeu o Prêmio Nacional de Literatura 2004 - Dramaturgia, Fundação Cultural do Estado da Bahia. Em 2002 foi agraciado com o Prêmio Adolfo Aizen, de literatura infantil e juvenil da União Brasileira de Escritores. Além dos inúmeros artigos sobre teatro e arte na educação, publicou "Abertura Para a Cena: O Moderno Teatro na Bahia" (Edufba, 2006) e "Transas na Cena em Transe: Teatro e Contracultura na Bahia" (Edufba, 2009). Filiado ao grupo de pesquisa "Dramaturgia, Mídias, Teoria, Crítica e Criação (Dramatis).
Luiz Marfuz
Diretor Teatral, jornalista, administrador e professor-adjunto da Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia (Ufba). É doutor em Artes Cênicas pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Ufba e mestre em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela Faculdade de Comunicação da Ufba. É autor das peças "Bodas de Prata", "A Última Sessão de Teatro", "Cuida Bem de Mim" (em parceria com Filinto Coelho) e "Meu Nome É Mentira". Realiza pesquisa sobre encenação contemporânea, com destaque para o teatro de Beckett, objeto de sua tese de doutorado: "O Teatro de Beckett: Poética de Implosão e Estratégias de Encenação". Entre as peças que dirigiu, destacam-se "Mãe Coragem" e "O Casamento do Pequeno Burguês" (Bertolt Brecht); "Policarpo Quaresma" (Lima Barreto/Marcos Barbosa), "Comédia do Fim" (Samuel Beckett) e "As Velhas" (Lourdes Ramalho). É fundador e líder do grupo de pesquisa "Pé na Cena" (Poéticas de Encenação e Atuação), filiado ao CNPq.
(Com informações de Davi Nogueira, do Marketing de Selma Santos Produções e Eventos)

ACM Neto quer PCdoB longe dos Esportes

Para o Democratas, a indicação do novo ministro dos Esportes precisa ser técnica, e não partidária. "Não podemos admitir que a presidente Dilma Rousseff simplesmente aceite uma nova indicação do PCdoB, partido com militantes suspeitos de receber propina do programa Segundo Tempo. Para que a pasta deixe de ser foco de escândalos, é preciso que o novo titular seja um técnico qualificado e que de fato entenda de Esportes, capaz, inclusive do ponto de vista ético, de tratar da Copa do Mundo de 2014 e das Olímpiadas no Brasil", afirmou o deputado federal ACM Neto (Foto: Divulgação), líder do partido.
Neto acredita que Dilma deveria, diante da gravidade das denúncias que serão apuradas pelo Superior Tribunal de Justiça (STF), "afastar o PCdoB do ministério". Ele afirmou ainda que a campanha ofensiva de militantes e até "figurões" do PCdoB contra ele não o deixa preocupado. "Como disse no Twitter, só quem defendeu o agora ex-ministro Orlando Silva foram os militantes do PCdoB. Portanto, considero até essa reação como um reconhecimento de que cumpri com o meu papel de deputado oposicionista, que tem a função constitucional de fiscalizar o governo. E, aviso, vou continuar fazendo isso".
(Com informações de Alexandre Reis, da Assessoria de Imprensa)

DEM: Saída de ministro não deve estancar as investigações

NOTA DEM SOBRE A SAÍDA DE ORLANDO SILVA A queda do ministro do Esporte Orlando Silva não se deve apenas às acusações ainda não comprovadas de um ex-colega de partido. As delações do PM João Dias Ferreira, no entanto, serviram como estopim para um festival de denúncias contra a gestão do PC do B à frente do ministério. As evidências indicam que o programa Segundo Tempo era utilizado como trampolim para desviar recursos. A Justiça dará a palavra final sobre o caso.
Com a saída de Orlando Silva, o governo da presidente Dilma Rousseff já soma seis ministros que precisaram abandonar o cargo após suspeita de uso indevido dos recursos públicos. Um recorde, sem dúvida. Em nenhum dos episódios, entretanto, a limpeza nos ministérios foi de iniciativa da presidente. As acusações, primeiramente, saíram na imprensa. Apenas quando a situação política do titular da pasta ficou insustentável, o cargo era abandonado.
O problema em boa parte dos ministérios onde houve troca de comando é que os supostos esquemas de desvios não se limitavam à atuação do ministro. As fraudes seriam componentes da estrutura política do próprio ministério. No caso do Esporte, por exemplo, existe a desconfiança de que os tentáculos de alguns dirigentes partidários mal-intencionados já estavam lá desde antes da chegada de Orlando Silva como chefe da pasta.
Enquanto isso, o País já percebe que a preparação para eventos de vulto como a Copa e as Olimpíadas sofre com a confusão administrativa. Estádios só saem do papel após a elevação exponencial do orçamento e do desembolso de recursos públicos, do contribuinte. Das 49 obras de mobilidade urbana, em apenas nove os empreendimentos começaram a andar. Em alguns casos, nem mesmo um projeto sério existe.
Após a realização do Mundial, os brasileiros podem ficar sem um legado da Copa em obras como sistema de transporte urbano eficiente, aeroportos modernos, entre outras, que aumentariam em definitivo a qualidade de vida da população.
No papel de uma oposição responsável e fiscalizadora, o Democratas acredita que a saída do ministro não resolve a crise que está posta. É preciso investigar até o fim, desmontar estruturas que estão corroídas há quase uma década e punir todos os envolvidos.
DEMOCRATAS – o partido da Sociedade Livre