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terça-feira, 4 de setembro de 2018

"MP denuncia Haddad por corrupção e lavagem de dinheiro"

 Segundo a denúncia, ao iniciar mandato, ex-prefeito de São Paulo pediu R$ 2,6 milhões ao ex-presidente da UTC

O Ministério Público de São Paulo denunciou o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha por suspeita de pedir R$ 2,6 milhões à construtora UTC Engenharia para pagamento de dívidas de campanha.Em nota, a assessoria de Haddad demonstrou "surpresa" com a denúncia em período eleitoral, afirmando que o delator do caso, o ex-presidente da UTC teve delações negadas pela Justiça.
Segundo a denúncia, o pedido de recursos ao ex-presidente da UTC Ricardo Pessoa, entre abril e maio de 2013, foi feito por meio do então tesoureiro nacional do PT, João Vaccari Neto, que pretendia obter inicialmente R$ 3 milhões para o pagamento de trabalhos feitos à campanha por uma gráfica que pertencia ao ex-deputado estadual Francisco Carlos de Souza, conhecido como "Chicão".
O promotor Marcelo Mendroni, autor da denúncia, diz que Vaccari Neto "representava e falava em nome de Fernando Haddad".
O MP argumenta que houve um encontro pessoal do presidente da UTC com Haddad, conforme consta na agenda dele, após assumir a Prefeitura de São Paulo, em fevereiro de 2013. O documento aponta ainda que Ricardo Pessoa possuía uma "contabilidade paralela" relativa "a propinas pagas em decorrência de contratos de obras da UTC com a Petrobras, como dívida a saldar em pagamentos indevidos de propinas de R$ 5 milhões".
O promotor, que integra o Grupo de Atuação Especial de Repressão à Formação de Cartel e à Lavagem de Dinheiro e de Recuperação de Ativos, diz que houve uma negociação direta para o pagamento da dívida da campanha com a gráfica entre a UTC e o diretor financeiro da gráfica, reduzindo o valor para R$ 2,6 milhões.
A distribuição do dinheiro ocorreu, ainda segundo a denúncia, através de um esquema montado pela UTC por "contratos de prestação de serviço fictícios ou superfaturados", de forma que os valores voltavam para a construtora e eram repassados a contas de caixa 2 junto ao doleiro Alberto Youssef, um dos delatores de esquemas de desvios de recursos públicos na Petrobras e no governo federal no âmbito da operação Lava Jato, investigada pela Polícia Federal e o Ministério Público Federal.
Os pagamentos foram feitos através de Youssef de forma dissimulada para a gráfica de Chicão, afirma o MP: parte foi levada, em espécie, na garagem do escritório dele aos sábados pela manhã e parte transferida a contas bancárias por empresas e pessoas interpostas com o objetivo de dissimular a origem do dinheiro.
Para o promotor, Haddad foi beneficiado "indiretamente" do pagamento e da dissimulação do dinheiro, e o PT, "diretamente". "Ele foi beneficiário final do pagamento da dívida", disse o promotor.
Além de Haddad, também foram denunciados o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, o ex-deputado Francisco Carlos de Souza, o ex-presidente da UTC Ricardo Pessoa, o doleiro Alberto Youssef e o então diretor financeiro da construtora, Walmir Pinheiro Santana.

Defesa de Haddad contesta

Em nota, a assessoria de imprensa de Haddad disse que "surpreende que, no período eleitoral, uma narrativa do empresário Ricardo Pessoa, da UTC, sem qualquer prova, fundamente três ações propostas pelo Ministério Público de São Paulo, contra o ex-prefeito e candidato a vice-presidente da República, Fernando Haddad".
Segundo a defesa de Haddad, "é notório que o empresário já teve sua delação rejeitada em quase uma dezena de casos e que ele conta suas histórias de acordo com seus interesses. Também é de conhecimento público que, na condição de prefeito, Haddad contrariou, no segundo mês de seu mandato, o principal interesse da UTC de Ricardo Pessoa na cidade: a obra confessadamente superfaturada do túnel da avenida Roberto Marinho".
O G1 procurou a assessoria de imprensa dos demais citados, e aguarda retorno.

Trailer de "Alpha"


Assista

Trailer de "Alpha", que tem lançamento nacional nesta quinta-feira, 6, no Orient Cineplace Boulevard.

Trailer de "A Freira"


Assista
Trailer do filme de terror "A Freira", que tem pré-estreia nestas quarta-feira, 5, e lançamento nacional na quinta-feira, 6, no Orient Cineplace Boulevard.

Trailer de "Crô em Família"


Assista
Trailer da comédia "Crô em Família", que tem lançamento nacional nesta quinta-feira, 6, no Orient Cineplace Boulevard.

Três lançamentos nacionais nas telas


Três lançamentos nacionais nesta quinta-feira, 6, no Orient Cineplace Boulevard.  
Tem o filme de terror "A Freira" (Foto: Divulgação), de diretor e elenco de desconhecidos, anunciado como o capítulo mais tenebroso do universo de "Invocação do Mal". Nesta quarta-feira, 5, conta com pré-estreia.

Também a comédia brasileira "Crô em Família", de Cininha de Paula, com Marcelo Serrado  (Foto: Divulgação) como o dono de uma escola de etiqueta. Trata-se de sequência de "Crô: O Filme", de 2013, com o mesmo ator e direção de Bruno Barreto.

Por fim, a aventura épica ambientada na última Era Glacial, "Alpha"  (Foto: Divulgação), que conta uma história interessante. Em sua primeira caçada com grupo de sua tribo, um jovem é ferido e deve aprender a sobreviver sozinho no deserto. Relutantemente, ele doma um lobo solitário abandonado por sua alcateia. Eles aprendem a confiar um no outro e se tornarem aliados improváveis. Conta com Morgan Freeman no elenco.
O filme "Deus Não Está Morto: Uma Luz na Escuridão", que conta a história de uma igreja destruída e de um pastor que luta para resgatá-la, entra em segunda semana, mas somente com uma sessão no último horário noturno. A animação "Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas”, também entra em segunda semana.
O filme de terror "Slender Man: Pesadelo Sem Rosto", entra em terceira semana.
O filme de ação, horror, ficção científica e suspense "Megatubarão", entra em quinta semana, com sessões matinais na sexta-feira, 7, e no sábado, 8.

Exame cardíaco inédito no interior do Estado chega a Feira de Santana


Os exames de tomografia e ressonância magnética representam um grande avanço tecnológico na área da medicina. O coração costumava ser o único órgão que desafiava esses exames e a sua visualização só era possível através de um procedimento cirúrgico. Agora a população de Feira de Santana terá um procedimento menos invasivo como alternativa: a tomografia computadorizada. 
A tomografia das coronárias se junta a outros exames como a cintilografia miocárdica, eletrocardiograma e teste de esforço, para pesquisar a possibilidade de estenose nas artérias coronárias. Dentre todos esses exames, a tomografia é o único que consegue demostrar diretamente a artéria, de forma não-invasiva.
O Ihef acaba de instalar o novo equipamento de tomografia computadorizada de 128 cortes, que permite fazer exame das artérias do coração, sem precisar do cateterismo tradicional.
"O exame é feito apenas puncionando uma veia do braço, como qualquer outro exame de tomografia com contraste",m explica o cardiologista Marcos Vinícius, diretor médico da unidade de Imagem do Ihef.
Com a chegada da angiotomografia cardíaca, associada à ressonância cardíaca já realizada pela clínica, o Ihef torna-se referência no interior da Bahia em exames do coração de alta complexidade.
(Com informações de Julia Raquel, da ComunicAtiva Associados)

"Haddad fca frustrado com resistência de Lula"


Ao sair da visita ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na segunda-feira, 3, Fernando Haddad estava frustrado, de acordo com o blog de Andreia Sadi, do portal G1. Ele foi com a certeza de que Lula daria o sinal verde para o anúncio ainda na segunda da chapa Haddad-Manuela D'Ávila.
Ainda de acordo com o blog, não só Lula jogou um banho de água fria nos planos de Haddad como não deu previsão de quando vai liberar o ex-prefeito para candidatura presidencial.
Diante deste cenário, Haddad e seus aliados temem o impacto real da transferência de votos de Lula para Haddad.

Fonte: "Bahia Notícias"

Sergio Barradas Carneiro lança candidatura a deputado federal


Parlamentar por três mandatos, concorre à reeleição pelo PV

Considerado um dos 100 parlamentares mais influentes do Congresso Nacional durante seus mandatos, Sergio Barradas Carneiro, do Partido Verde (PV), lança sua candidatura a deputado federal sob o número 4310 nesta terça-feira, 4, às 18 horas, na Abase.
Com a presença da chapa majoritária, prefeito de Salvador ACM Neto e do candidato a governador Zé Ronaldo, ambos do Democratas, o evento será um momento para discutir os novos rumos pretendidos pelo PV diante da atual conjuntura política brasileira e baiana e estreitar a relação com a população e os parceiros dos demais municípios do Estado.
Além de ser ficha limpa, Sérgio Carneiro é formado em Direito pela Universidade Católica de Salvador e em Administração de Empresas pela Universidade Salvador. Pós-Graduado em Ciência da Família também pela UCSal-BA e em Metodologia do Ensino Superior pelo Centro de Estudos e Pós-Graduação Olga Mettig, ele foi professor da Unifacs e é membro do Instituto dos Advogados da Bahia e da Academia de Letras Jurídicas Feirense.
Ativo na política desde muito novo, Sérgio foi presidente da Companhia de Desenvolvimento Urbano e Articulação Municipal (1983/1986), chefe da Casa Civil do Governo do Estado da Bahia (1986/1987) e secretário de Relações Interinstitucionais (2015/2016) e do Meio Ambiente e Recursos Naturais (2017/2018) da Prefeitura de Feira de Santana. Na Assembleia Legislativa da Bahia, foi deputado estadual entre 1991 e 1995, tendo sido escolhido pelo Comitê de Imprensa como um dos melhores parlamentares daquela legislatura.
Deputado federal por três legislaturas em 1995/1999, 2007/2011 e 2011/2012, foi autor da Emenda Constitucional 66 (PEC do Divórcio) e um dos relatores do Código de Processo Civil (CPC). O site "Congresso em Foco" considerou a Emenda do Divórcio uma das melhores iniciativas do Parlamento e o homenageou por ter 100% de assiduidade nas sessões deliberativas do Congresso Nacional.
Por sete vezes foi escolhido pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) como um dos 100 parlamentares mais influentes do Congresso Nacional, entre 513 deputados e 81 senadores, constando seu nome da lista dos "100 Cabeças do Congresso Nacional". A mesma entidade o destacou como "Deputado Nota 10" por sua atuação em defesa dos interesses do povo brasileiro.
(Com informações de Caroline Lina, da Assessoria de Imprensa do PV Bahia)

Na Superintendência do Procon/FSA


O advogado Alexandre Souza Simas Rodrigues (Foto), chefe de Fiscalização da Superintendência Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon/FSA) foi designado pelo prefeito Colbert Martins para responder interina e cumulativamente pelo cargo de superintendente do órgão, durante o período até quinta-feira, 6, tempo de ausência da atual superintendente, Nina Paula Costa de Oliveira.

"A pior censura da História"


Assista ao vídeo

Empresa baiana de água de coco recebe certificação internacional


Fotos: Matheus Aquino 
Baiana, a Obrigado, produtora de água de coco 100% natural, no litoral norte, acaba de receber a certificação B Corp e passa a fazer parte de uma rede global de empresas e organizações que associam crescimento econômico à promoção do bem-estar social e ambiental. Entre os principais fatores que levaram a marca a obter o certificado foi a preservação da Mata Atlântica na maioria de suas fazendas de coco, parceria com as comunidades locais para desenvolvimento da região, a criação do Instituto Gente, que apoia projetos culturais e educacionais da comunidade de Pedra Grande, no Conde, e o foco em uma produção com resíduo zero.
De acordo com o presidente da companhia, Roberto Lessa, a Obrigada é a primeira empresa de coco no mundo a conquistar a certificação B Corp. "Criamos a mentalidade de, antes de produzir coco, produzimos orgulho em quem produz. Nossos aristas, funcionários que ficam responsáveis por duas glebas de plantio, são apaixonados pelo que fazem", afirma Lessa. Ele diz mais: "Nosso primeiro projeto, antes mesmo de produzir a primeira garrafinha de água de coco, foi criar a escola. Depois, pensamos em como tratar o resíduo, a casca do coco, e produzimos a biomanta. Agora, nosso desafio é como tratar a nova geração", completa.
A Obrigado emprega 630 pessoas e 95% da sua mão de obra são moradores da região. Quando somados os empregos indiretos, o total chega a 1,2 mil empregos. São 7 mil hectares de fazenda, com 300 mil coqueiros plantados e monitorados por chips. Sendo 30% de plantio e 70% de áreas conservadas - maior Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) da região para manutenção da flora e da fauna. Com produtos 100% naturais, sem uso de conservantes, a colheita do mês de agosto fechou com aproximadamente 1,4 milhão de frutos. Por dia, cerca de 10 caminhões saem das fazendas para a fábrica.
"É muito importante constatar que uma empresa como a Obrigado, além do investimento feito no interior do estado e a geração de emprego e renda, tem uma preocupação social como estratégia de negócio. Não cuida apenas da sua produção, mas da sustentabilidade do meio ambiente onde está implantada e das pessoas que estão a sua volta. Um modelo de empreendimento consciente que precisa ser adotado nas mais diversas e longínquas regiões da Bahia, industrializado o interior, mas, acima de tudo, adequando progresso ao bem estar da população mais necessitada", afirma secretaria de Desenvolvimento Econômico, Luiza Maia.
Projetos sociais
O Instituto Gente atende 150 alunos da Comunidade de Pedra Grande (cerca de 60 famílias na localidade), ministra aulas de educação infantil, do pré 1 ao 5° ano, na Escola Castro Alves, com aulas de música e de capoeira. Há também a preocupação com a capacitação profissional dos funcionários das fazendas de coco. "Os aristas têm amor pelas áreas deles, pois são nossos sócios. Temos a Escola do Arista, onde eles dão aula para os colegas de trabalho e vem gente até da Embrapa assistir as aulas. Essa capacitação gera vantagem competitiva e nosso sonho é que o Instituto Gente se torne uma escola profissionalizante", afirma Adriano Meyer, diretor de Pessoas, Organização e Governança da Obrigado.
Meyer explica que a reserva legal é o maior orgulho da companhia, que tem projeto para expandir a planta de produção no Conde. "Mas tudo isto só vale a pena se podermos gerar essa interação com a comunidade. Nosso sonho é que isto aqui vire um polo agregador da indústria, atraindo outros personagens da cadeia produtiva do coco, como criação de abelhas que ajuda a polinizar e aumentar a produção do coco e ainda produz mel", diz o diretor.
Movimento B Corp
O movimento B Corp começou em 2006, nos Estados Unidos, liderado pelo B Lab. A organização sem fins lucrativos reúne empresas convictas de que, por meio de produtos, práticas e lucros, é possível gerar desenvolvimento socioambiental, além do econômico. Para ser classificada como uma empresa B - "Benéfica", a companhia é voluntariamente avaliada pela organização sem fins lucrativos B Lab (Estados Unidos) em mais de 180 fatores, que abrangem desde análise dos prédios corporativos - o quanto são ecologicamente corretos -, a forma como os colaboradores são tratados, até a transparência apresentada no relatório corporativo.
Para fazer parte deste grupo é necessário uma pontuação mínima de 80 pontos de um total de 200. A finalidade do movimento é criar uma mudança de forma que as empresas não irão competir apenas para serem as melhores no mundo, mas as melhores para o mundo. A B Corporation utiliza o poder do negócio para resolver problemas sociais e ambientais. Para isso, acreditam ser essencial medir o que mais importa para a geração de valor para os seus clientes, funcionários, comunidade e meio ambiente. Acreditam que na próxima geração, todas as empresas vão medir e gerenciar seu impacto da mesma maneira que fazem hoje estudos de rentabilidade.
(Com informações de Fabiane Pita)

"Folha salarial bilionária, Museu na pindaíba"


A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) gastou somente nos sete primeiros meses em 2018 mais de R$1,8 bilhão em salários de seus servidores ativos e inativos, segundo dados oficiais do Ministério do Planejamento. Enquanto isso, recebendo tratamento de "primo pobre", o Museu Nacional da Quinta da Boa Vista, destruído pelo fogo, recebeu da UFRJ o miserê de R$ 54 mil em quatro meses, entre janeiro e abril deste ano, para as despesas com manutenção.
Dinheiro oficial
Até agosto, o Museu teve R$ 28 mil para "funcionamento", R$ 17 mil para "reestruturação" e R$ 51,8 mil para bolsas de estudos. Nada mais.
Custo per capita
São 25.028 servidores da UFRJ, cada um já custou cerca de R$ 72 mil este ano, em média. Não se sabe quantos estão lotados no Museu.
Erro continuado
Em 2017, a folha consumiu mais de R$ 3,2 bilhões. Em 2016, foram R$ 2,96 bilhões em salários e R$ 519,5 mil para manutenção do Museu.
Destino incerto
Só em 2017 o Museu Nacional recebeu 192 mil visitantes, que pagam ingressos entre 4 e 20 reais. Não se conhece o destino dessa receita.
Incompetentes
Já ocorreram três incêndios durante a gestão do Psol na UFRJ, a federal do Rio. Pode ser mera coincidência. Pode ser. Mas em nenhum dos casos havia brigadistas para prevenir ou combater o fogo.
Troco para a Museu
Michel Temer articulou - tardiamente - uma parceria de bancos e de estatais para reconstruir o Museu Nacional. Para os bancos, que em 2017 arrecadaram R$ 27,3 bilhões só em tarifas, isso é troco.
Pensando bem...
…a ironia é trágica: na Semana da Pátria foram destruídos pelo fogo os arquivos da Independência.
Fonte: Claudio Humberto

Escolas israelenses evitam Teoria da Evolução


Ministério da Educação incentiva professores a ensinar outros tópicos da biologia
Nas escolas de Israel, a maioria dos alunos não aprende sobre a teoria da Evolução. Eles estão aprendendo sobre a adaptação e a modificação genética das espécies. De acordo com um relatório, o Ministério da Educação no país incentiva os professores a se concentrarem em outros tópicos da biologia.
De acordo com os educadores, não houve um treinamento, mas eles receberam sugestões do ministério para que se utilizem de outros temas durante as aulas. Há quatro anos, o currículo do ensino médio foi revisado.
No novo currículo, a teoria de Darwin foi omitida e substituída por estudos que ensinam sobre a sobrevivência das espécies e as adaptações baseadas em fatores ambientais.
Estatísticas
Um relatório da Pew Research Center, de 2016, revelou que pouco mais da metade dos judeus israelenses acredita em evolução. Mas entre os religiosos, essa porcentagem diminui bastante.
Apenas 3% dos judeus ultra-ortodoxos, 11% dos ortodoxos modernos e 35% dos judeus tradicionais acreditam na evolução. Entre os seculares, 83% acredita que os seres humanos e outros seres vivos evoluíram com o tempo.
Mais judeus israelenses do que árabes acreditam na evolução. Dos árabes israelenses, somente 37% acredita em darwinismo. 
Com informações de The Times of Israel

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

"Sansão" chega aos cinemas no dia 27 de setembro


Assista ao trailer

Produtora de “Deus Não Está Morto: Uma Luz na Escuridão”, que está em cartaz nos cinemas, traz mais um lançamento



Baseado na épica história bíblica de um homem chamado por Deus para libertar seu povo da escravidão, chega aos cinemas dia 27 de setembro, o filme "Sansão". Da mesma produtora de "Deus Não Está Morto: Uma Luz na Escuridão", que está em cartaz nos cinemas - em Feira de Santana, no Orient Cineplace Boulevard -, o filme traz de volta a conhecida história do homem com força sobrenatural que nasceu para liberar seu povo do império filisteu, mas foi traído pela bela Dalila. 
A produção chega ao Brasil por meio da distribuidora California Filmes e em mais uma parceria firmada com a 360 WayUp. Produzido pela Pure Flix.
Sobre "Sansão”
Baseado na épica história bíblica de um homem chamado por Deus para libertar seu povo da escravidão, Sansão possuía uma força sobrenatural. Impulsivo, suas decisões o colocam contra o império filisteu. Traído por Dalila e por um cruel príncipe, Sansão é capturado e cegado por seus inimigos. Escravo, ele pede a Deus forças para enfrentar sua última batalha.
Tem direção de Bruce MacDonald e Gabriel Sabloff.
Elenco: Taylor James (Sansão), Jackson Rathbone (Príncipe Rallah), Billy Zane (Rei Balek), Caitlin Leahy (Dalila), Rutger Hauer (Manoá ,pai de Sansão), Greg Kriek (Calebe, irmão de Sansão) e Lindsay Wagner(Zealphonis, mãe de Sansão).
(Com informações da Assessoria de Imprensa de 360 WayUp)

Bolsonaro é quem mais arrecada em "vaquinha" virtual


O candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL), foi o primeiro a arrecadar mais de R$ 1 milhão em sua "vaquinha" online. Em 59 dias, desde 5 de julho, o montante de R$ 1.017.328,00 de 9.698 doadores, o que dá  R$ 105,00 de cada um. As doações, feitas pelo site do partido, chegaram à marca milionária no domingo, 2.

TSE proíbe PT de fazer propaganda de Lula como candidato


Tribunal atende pedido do Partido Novo apresentado no domingo para suspender a divulgação da gravação do PT que exibe o ex-presidente na propaganda eleitoral


O ministro Luís Felipe Salomão, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou na noite de domingo, 2, a suspensão de uma propaganda eleitoral no rádio que apresenta o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como candidato do PT à Presidência.
Na decisão, o magistrado ainda fixou multa de R$ 500 mil à coligação formada por PT, PC do B e Pros, a cada nova reprodução da peça. Na madrugada de sábado, ao rejeitar a candidatura de Lula, a Corte já havia proibido propaganda de Lula como candidato.
A ação no TSE para proibir novas propagandas foi apresentada pelo Partido Novo, que também impugnou a candidatura de Lula. No pedido, a legenda diz que no sábado, 1, de manhã e à tarde, foi veiculada propaganda no rádio "desafiando" a decisão do TSE que proibiu campanha em favor de Lula.
O programa do PT dizia que "a ONU (Organização das Nações Unidas) a mais importante organização do mundo já decidiu, Lula pode ser candidato e ser eleito presidente do Brasil".
Em outra parte da propaganda que foi ao ar no sábado, um locutor dizia: "Lula é candidato a presidente sim". Em outro trecho, o candidato a vice-presidente Fernando Haddad dizia: "nós estamos aqui para garantir Lula dia 7 de outubro na corrida presidencial. Lula presidente".
Na madrugada de sábado, os ministros do TSE liberaram a propaganda PT sob a condição de que Lula não aparecesse como candidato.
Para o ministro Luís Felipe Salomão, "as transcrições do programa de rádio veiculado não parecem deixar margem a dúvidas, no sentido de que estão sendo descumpridas as deliberações do Colegiado".
"De fato, o programa expressamente faz referência a Lula como candidato a presidente - de maneira enfática -, em frontal oposição ao que foi deliberado pela Corte", escreveu ainda na decisão.
Os advogados da chapa deverão apresentar a defesa em dois dias, mas a decisão tem validade imediata.
No fim de semana, além do Partido Novo, as coligações de Geraldo Alckmin (PSDB) e Jair Bolsonaro (PSL) também acionaram o TSE para questionar a propaganda em favor de Lula no rádio e na TV.

Bolsonaro lidera pesquisa com 26%


Segundo pesquisa do instituto FSB, encomendada pelo banco BTG Pactual e divulgada nesta segunda-feira, 3, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) está na dianteira, na estimulada, com 26%, enquanto o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), substituto de Lula na disputa, registra 6% e fica em quinto lugar.  O levantamento foi realizado no sábado, 1º, e no domingo, 2.
Veja os números:
Jair Bolsonaro (PSL) - 26%
Ciro Gomes (PDT) - 12%
Marina Silva (Rede)  - 11%
Geraldo Alckmin (PSDB) - 8%
Fernando Haddad (PT) - 6%
João Amoêdo (Novo) - 4%
Alvaro Dias (Podemos) - 3%
Henrique Meirelles (MDB) - 1%
Guilherme Boulos (PSOL) - 1%
Cabo Daciolo (Patriota) - 1%
Nenhum - 18%
Brancos e Nulos - 4%
Não Sabe - 5%
Não respondeu - 1%
A pesquisa ouviu dois mil eleitores por telefone, em 26 estados e no Distrito Federal. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O levantamento tem intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-01057/2018.

Malafaia sai em defesa de Bolsonaro: "Tem vida limpa"


Assista

Bolsonaro está sendo julgado pelo STF por acusação de racismo
Em suas redes sociais, o pastor Silas Malafaia divulgou um vídeo onde comenta sobre a polêmica de "Bolsonaro ter cometido crime de racismo". O candidato responde a uma ação no STF.
Raquel Dodge, procuradora geral da República, apresentou a denúncia contra o parlamentar, acusando-o de racismo praticado contra LGBTs, mulheres, refugiados, quilombolas e indígenas.
Para Malafaia, Bolsonaro não pode ser processado por suas falas durante o exercício do mandato. "O Supremo Tribunal Federal é guardião da Constituição", afirmou e em seguida leu o artigo 53.
"Os deputados e senadores são invioláveis, civil e penalmente, por quaisquer de suas opiniões, palavras e votos. Tá encerrado", disse.
Citando a ministra Rosa Weber e o ministro Barroso "que tem viés de esquerda", conforme Malafaia “condenaram sem apresentar um argumento constitucional. Fux e Marco Aurélio (também ministros do STF) o absolveram apresentando esse argumento constitucional”, explica.
"Ele (Bolsonaro) está protegido no exercício do seu mandato, das suas palavras e falas. Isso é uma vergonha. O Supremo Tribunal Federal é o 'supremo poder', gente, não é para julgar segundo o que eles acham", acrescenta.
Decisão
O caso está sendo julgado pela Primeira Turma do STF e, atualmente, os votos estão empatados em 2 (pela condenação) e 2 (contra). Cabe agora ao ministro Alexandre Moraes desempatar.
Segundo Malafaia, Bolsonaro estava "criticando o poder público". Ele resume a situação dizendo que isso é "mimimi de esquerdopata".
"O cara tem uma vida limpa, não tô dizendo que ele é perfeito não […] Espero que Alexandre de Moraes (ministro do STF) julgue com imparcialidade segundo a Constituição", finalizou.
Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

domingo, 2 de setembro de 2018

"Defesa de Lula recorreu a uma mentira"


Os petistas recorreram a uma mentira grotesca para tentar emplacar o registro da pretensa candidatura do ex-presidente Lula: a suposta "medida cautelar da ONU", baseada em "tratado internacional". Como esta coluna informou em 22 de agosto, era só uma recomendação e o tratado, sem ter sido homologado, não pode ser incorporado ao nosso ordenamento jurídico, como destacou o ministro Luís Roberto Barroso.
Ironia do destino
Quis o destino, ironicamente, que o tratado "salvador" citado pela defesa do PT, tenha sido engavetado no governo do presidiário.
Tipo boteco da esquina
Os países não são representados no tal comitê da ONU em Genebra, por isso suas deliberações não têm força política ou jurídica.
Articulador do nada
A nota do comitê da ONU foi articulada pelo gratíssimo Paulo Sérgio Pinheiro, um paulista indicado para o cargo pela ex-presidente Dilma.
Pensando bem…
…já tinha time da zona de rebaixamento querendo pedir uma "cautelar" ao "comitê" da ONU inventado pela turma do PT.
Fonte: Claudio Humberto

sábado, 1 de setembro de 2018

TSE indefere pedido de registro de candidatura de Lula à Presidência da República


Ministros vedaram a prática de atos de campanha pelo ex-presidente. Coligação poderá fazer substituição do candidato em até 10 dias
O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) indeferiu, por maioria de votos (6 a 1), o registro de candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para disputar as eleições à Presidência da República em outubro. A decisão seguiu o entendimento do relator do pedido na Corte, ministro Luís Roberto Barroso, que declarou a inelegibilidade de Lula com base na Lei da Ficha Limpa.
Também por maioria (5 a 2), o colegiado decidiu facultar à Coligação "O Povo Feliz de Novo" (PT/PCdo B/Pros) a substituição de seu candidato a presidente no prazo de 10 dias. Os ministros proibiram a Lula a prática de atos de campanha, incluindo a veiculação de propaganda eleitoral no rádio, na televisão e em outros meios de difusão de informação, como Internet e redes sociais, até que ocorra sua eventual substituição. Os ministros também determinaram a retirada do nome do ex-presidente da República da programação da urna eletrônica de votação.
Antes de proferir seu voto, o ministro Luís Roberto Barroso esclareceu as razões que o levaram a pedir a convocação da sessão extraordinária da sexta-feira, 31 de agosto, e a realizar o julgamento do pedido de registro. Segundo ele, após a análise das razões da defesa de Lula e dos argumentos apresentados nas impugnações e notícias de inelegibilidade do caso, a questão a ser decidida se restringia a matéria de direito, sem a necessidade de se abrir prazo para alegações finais, uma vez que não houve apresentação de provas.
O relator ponderou ainda que não havia qualquer razão para o TSE contribuir para a insegurança jurídica e política do país por meio da ampliação do prazo para julgamento do pedido de registro de candidatura. Barroso afirmou que, no caso, não houve atropelo nem tratamento desigual. Os direitos de Lula, disse ele, foram assegurados, assim como o direito de a sociedade brasileira ter uma eleição presidencial com os candidatos devidamente definidos, antes do início do horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão.
Em seu extenso voto, o ministro Barroso fez um histórico da Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar nº 135/2010), ressaltando sua importância para a vida política do país e o fato de sua constitucionalidade ter sido confirmada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).  "Trata-se de uma norma originada de projeto de lei de iniciativa popular que contou com mais de 1,5 milhão de assinaturas e foi aprovada por votação expressiva pelo Congresso Nacional. Uma lei que tem lastro expresso no artigo 14, parágrafo 9º, da Constituição, que impõe a proteção da moralidade como valor para o exercício do mandato eletivo, levando-se em conta a vida pregressa do candidato", assinalou.
O pedido de registro de Lula foi questionado no TSE por impugnações, notícias de inelegibilidade e ações de impugnação de mandato, num total de 17 processos. As demandas foram apresentadas pelo Ministério Público Eleitoral (MPE), por candidatos e partidos adversários, entidades e até eleitores. Todas essas contestações continham, essencialmente, o mesmo fundamento: Lula é inelegível em razão da incidência do artigo 1º, inciso I, alínea 'e', itens 1 e 6, da Lei Complementar nº 64/90 (com a redação dada pela Lei Complementar n° 135/2010, a Lei da Ficha Limpa), que dispõe que são inelegíveis aqueles que forem condenados, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado, desde a condenação até o transcurso do prazo de oito anos após o cumprimento da pena, pelos crimes contra a economia popular, a fé pública, a administração pública e o patrimônio público (item 1) e de lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores (item 6).
Decisão da ONU
A alegação central da defesa foi rejeitada pelo ministro Barroso. Os advogados argumentaram que a medida cautelar emitida pelo Comitê de Direitos Humanos da Organização das Nações (ONU) no dia 17 de agosto teria provocado a suspensão da inelegibilidade decorrente da condenação de Lula pela 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), constituindo fato superveniente suficiente para afastar qualquer obstáculo à sua candidatura, nos termos do artigo 26-C da Lei Complementar nº 64/1990.
Segundo o relator, apesar da importância do órgão para a garantia dos direitos humanos no plano internacional, suas recomendações não têm força vinculante, ou seja, a Justiça brasileira não está obrigada a cumpri-las. O relator, entretanto, considerou necessário examinar os argumentos apontados pelo órgão administrativo da ONU para recomendar que Lula não fosse impedido de concorrer às eleições de outubro até que todos os recursos se esgotassem.
Na representação que fez à ONU, a defesa de Lula alegou que a condução da ação penal que resultou na sua condenação a 12 anos e um mês de reclusão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do apartamento triplex do Guarujá (SP) violou direitos constantes do Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos. A defesa pediu que a Justiça Eleitoral cumprisse a determinação do comitê, argumentando que a decisão vinculava o Judiciário brasileiro, uma vez que o país aderiu à Convenção e à jurisdição do Sistema ONU, sendo irrelevante a ausência de publicação de decreto presidencial para se atribuir força vinculante ao tratado internacional. 
Além da ausência de força vinculante, o relator enumerou um conjunto de fundamentos para rejeitar a aplicação da medida cautelar expedida pelo Comitê de Direito Humanos da ONU: a orientação foi proferida no âmbito de uma comunicação protocolada antes do esgotamento dos recursos internos disponíveis, sem a prévia oitiva do Estado brasileiro, o que impediu que o comitê tivesse à sua disposição todos os elementos de fato e de direito para a análise da questão.
Além disso, sustentou o relator, a medida cautelar foi proferida por apenas dois dos 18 membros do comitê, sem qualquer fundamentação a respeito do risco iminente de dano irreparável ao direito de disputar eleição, previsto no artigo 25 do Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos. Por fim, Barroso ressaltou que o julgamento final do mérito da questão pelo comitê da ONU ocorrerá somente no ano que vem, ou seja, após as eleições e depois da posse do presidente eleito, quando os fatos já estarão consumados e serão de "difícil ou traumática reversão".
Divergência
Ao divergir do relator, o ministro Edson Fachin afirmou que a falta de decreto executivo dando efetividade ao Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos não pode comprometer a sua aplicação em território nacional porque as suas disposições têm efeito supralegal, ou seja, estão hierarquicamente abaixo da Constituição, mas acima da legislação ordinária.  Segundo o ministro, por esse motivo não se pode negar eficácia à medida cautelar expedida pelo Comitê de Direitos Humanos da ONU. 
Embora concorde que o ex-presidente Lula deve ser considerado inelegível por força da Lei da Ficha, o ministro Fachin entende que, em razão da liminar concedida pelo órgão internacional, o ex-presidente obteve o direito de suspender a eficácia da decisão que resultou na sua inelegibilidade, por isso deve-se reconhecer seu direito de se candidatar às eleições presidenciais enquanto perdurar a medida cautelar deferida. "A segurança está acima da minha convicção individual e da convicção coletiva. O Poder Judiciário não reescreve a Constituição nem edita as leis. Cumpre as regras e as faz cumprir", afirmou, acrescentando que não se pode produzir uma regra ad hoc (para a finalidade do caso), por mais "sensível e limítrofe que ele seja".  
Para Fachin, a decisão do Comitê da ONU e a prerrogativa prevista no parágrafo 2º do artigo 5º da Constituição (que dispõe sobre garantias individuais decorrentes dos tratados internacionais do qual o Brasil é parte) garantem a Lula o direito, ainda que em caráter provisório, de se candidatar às eleições deste ano, mesmo estando preso.
Votos
O ministro Jorge Mussi acompanhou integralmente o voto do relator pelo indeferimento do registro de Lula, ressaltando que a Lei da Ficha Limpa teve sua constitucionalidade reconhecida pelo STF e se aplica "de modo pleno e irrestrito" a todos os cidadãos que concorrem a cargos eletivos. Segundo ele, a condenação do ex-presidente em segunda instância torna a inelegibilidade do candidato "patente" e "cristalina", não cabendo à Justiça Eleitoral analisar o mérito dessa decisão. Alinhado ao relator do processo, ele acrescentou que o entendimento do Comitê de Direitos Humanos da ONU não possui efeito vinculante.
O ministro Og Fernandes também aderiu à argumentação do relator e manifestou o entendimento de que a decisão do Comitê das Nações Unidas não tem caráter vinculante nem força normativa suficiente para afastar a aplicação da causa de inelegibilidade prevista na Lei da Ficha Limpa. Na mesma linha, o ministro Admar Gonzaga sustentou não ser possível subordinar os comandos constitucionais brasileiros aos requerimentos do comitê da ONU. Para ele, o Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos ostenta natureza de norma intermediária e não pode contrariar o texto da Constituição de 1988, notadamente na parte em que exige requisitos mínimos de probidade e moralidade para o exercício do mandato. O ministro, entretanto, entende que o registro de Lula continua sub judice, a despeito da decisão do TSE de negativa do registro.  
O ministro Tarcisio Vieira de Carvalho de Carvalho Neto também acompanhou o voto do relator pelo indeferimento do registro de Lula com base na Lei da Ficha Limpa. Para ele, a medida cautelar expedida pelo Comitê de Direitos Humanos da ONU não tem o efeito de suspender a inelegibilidade, ainda mais por prazo incompatível com a efetividade do processo eleitoral brasileiro em curso, sobretudo no tocante à estabilidade e segurança jurídica. "Num exemplo dramático, nós poderíamos estar diante de decisões que suspendessem a própria eleição ou determinassem a soltura do candidato", advertiu.
Última a votar, a presidente do TSE, ministra Rosa Weber também negou o registro de Lula em razão de inelegibilidade prevista na Lei da Ficha Limpa, mas divergiu parcialmente do relator para assegurar ao ex-presidente o direito de participar da campanha eleitoral, utilizar o horário gratuito de rádio e TV e ter seu nome na urna enquanto seu o pedido de registro estiver sub judice, ou seja, pendente de uma decisão final do Judiciário, no termos do artigo 16-A da Lei das Eleições (Lei 9.504/1997). A ministra ressaltou que a norma alcança os candidatos a qualquer cargo. Quanto aos efeitos da medida cautelar deferida pelo comitê da ONU, Rosa Weber destacou que se trata de matéria polêmica em razão da discussão de seu alcance, porém acompanhou o entendimento do relator no sentido de não haver cumprimento obrigatório de suas decisões, por não ter havido a conclusão de todos os atos necessários à incorporação da norma internacional ao direito brasileiro.
Preliminar
Antes da manifestação dos demais integrantes do colegiado, em preliminar, por quatro votos contra três, os ministros negaram o pedido da defesa de Lula para adiar o julgamento para que as partes que impugnaram o registro pudessem se manifestar e para que o Ministério Público Eleitoral oferecesse um parecer final. De acordo com o relator do pedido de registro, não havia necessidade de se abrir novo prazo para alegações finais, visto que não houve apresentação de provas.
Fonte: http://www.tse.jus.br

Filmes assistidos no Cine Santanópolis há mais de 50 anos




Sala do Cine Santanópolis - tinha capacidade de mais de um mil lugares -, cinema considerado "um dos principais e melhor centralizado de Feira de Santana". Exibia filmes da Metro, Condor, Universal, Paramount, Iglu, United Artists e Allied Artists. As sessões diárias eram às 14 e 16 horas, 19h30 e 21h30. A foto tem 54 anos - é de 1964 -, publicada em edição especial de revista.
Naquele ano, assisti no Santanópolis, aos filmes: "Época Sem Lei" (Wild Heritage), de Charles Haas, 1958, com Maureen O'Sullivan e Troy Donauhe; "Atlântida, O Continente Desaparecido" (Atlantis, The Lost Continent), de George Pal, 1961, com Anthony Hall e Joyce Taylor; "Vinte Quilos de Confusão" (40 Pounds of Trouble), de Norman Jewison, 1963, com Tony Curtis e Suzanne Pleshette; filme baiano "O Caipora", de Oscar Santana, 1964, com Carlos Petrovich e Maria da Conceição; "Cidade Ameaçada", de Roberto Farias, 1959, com Reginaldo Farias e Eva Wilma; "O Homem Que Sabia Demais" (The Man Who Knew Too Much), de Alfred Hitchcook, 1956, com James Stewart e Doris Day; "Romulo e Remo" (Romolo and Remo), de Sergio Corbucci, 1961, com Steve Reeves e Gordon Scott; "O Pirata Real" (Seven Seas To Calais), de Rudolph Mate, 1963, com Rod Taylor e Hedy Vessel; "Maciste Contra o Vampiro" (Maciste Against the Vampire), de Giacomo Gentilomo, 1961, com Gordon Scott e Gianna Maria Canale; "Quatro Dias de Rebelião" (The Four Days of Naples), de Minno Loy, 1962, com Lea Massari e Jean Sorel; "O Filho de Spartacus" (The Son of Spartacus), de Sergio Corbucci, 1962, com Steve Reeves e Gianna Maria Canale; "Lampião, O Rei do Cangaço", de Carlos Coimbra, 1963, com Leonardo Vilar e Vanja Orico; "Sabrina" (Sabrina), de Billy Wilder, 1954, com Audrey Hepburn, Humprhey Bogart e William Holden; "Assim Estava Escrito" (The Bad and the Beautiful), de Vincent Minnelli, 1953, com Kirk Douglas e Lana Turner; "Sonhando Com Milhões", de Eurides Ramos, 1963, com Odete Lara e Dercy Gonçalves; "O Canto do Samurai" (Chushingura), de Hiroshi Inakagi, 1962, com Toshiro Mifune e Akira Takarada; "Tempero do Amor" (The Thrill of It All), de Norman Jewison, 1963, com Doris Day e James Garner; "O Satânico Dr. No" (Dr. No), de Terence Young, 1962, com Sean Connery e Ursula Andress; "Sindicato de Ladrões" (On the Waterfront), de Elia Kazan, 1954, com Marlon Brando e Eva Marie Saint; "Pão de Açúcar", de Paul Sylbert, 1964, com Rossano Brazzi e Rhonda Fleming; "Pistolas do Sertão" (Cattle King), de Tay Garnett, 1963, com Robert Taylor e Joan Gaulfield; "Cavalinho Branco" (El Cabalo Blanco), de Antonio del Amo, com Joselito e Luz Maria Aguilar; "Os Criminosos Não Merecem Prêmios" (The Prize), de Mark Robson, 1963, com Paul Newman e Elke Sommer; "Nunca Deixei de Te Amar" (Never Say Goodbye), de Jerry Hopper, 1956, com Rock Hudson e Cornell Borchers; "Mercado de Corações" (Love Is a Ball), de David Swift, 1963, com Glenn Ford e Hope Lange; "Vem Voar Comigo" (Come Fly With Me), de Henry Levin. 1963, com Dolores Hart e Hugh O'Brian; "Lawrence da Arábia" (Lawrence of Arabia), de David Lean, 1962, com Peter O'Toole e Alec Guiness; "Garrincha, Alegria do Povo", de Joaquim Pedro de Andrade, 1963; "Por Amor ou Por Dinheiro" (For Love or Money), de Michael Gordon, 1962, com Kirk Douglas e Mitzi Gaynor; "Homens das Terras Bravas" (The Badlanders), de Delmer Daves, 1958, com Glenn Ford e Katy Jurado; "Assim São os Fortes" (Across the Wide Missouri), de William Wellman, 1951, com Clark Gable e Maria Elena Marques; "Papai Precisa Casar" (The Courtship of Eddie's Father), de Vincent Minnelli, 1963, com Glenn Ford e Shirley Jones; "A Face Oculta" (One-Eyed Jacks), de Marlon Brando, 1960, com Marlon Brando e Pina Pellicer; "O Sexto Homem" (The Outsider), de Delbert Mann, 1962, com Tony Curtis e James Franciscus; "O Indomado" (Hud), de Martin Ritt, 1963, com Paul Newman e Patricia Neal; "Asfalto Selvagem", de J. B. Tanko, 1964, com Jece Valadão e Vera Viana; "O Homem Que Matou o Facínora" (The Man Who Shot Liberty Valance), de John Ford, 1962, com John Wayne e James Stewart; "O Sol É Para Todos" (To Kill a Mockingbird), de Robert Mulligan, 1963, com Gregory Peck e Mary Badham; "Mulheres de Luxo" (Femmine di Lusso), de Giorgio Bianchi, 1960, com Gabrielle Ferzetti e Belinda Lee; lançamento do filme feirense "O Grito da Terra", de Olney São Paulo, 1964, com Helena Inês e Lucy Carvalho; "Carícias de Luxo" (That Touch of Mink), de Delbert Mann, 1962, com Cary Grant e Doris Day; "Artimanhas do Amor" (Tammy and the Doctor), de Harry Keller, 1963, com Sandra Dee e Peter Fonda; e "Copacabana Palace", de Steno, 1964, com Mylene Demongeot e Sylva Koscina.

Lula não pode ser candidato


A maioria dos ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decide que Lula (PT), que está preso, condenado pela Lava Jato, não pode ser candidato a presidente.
Na sexta-feira, 31, cinco ministros votaram no caso do registro de candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, seguindo o relator, ministro Luís Roberto Barroso. Ainda falta o voto da presidente do TSE, ministra Rosa Weber. A sessão entra pela madrugada.
Os efeitos da decisão: exclusão do nome de Lula das urnas e do programa eleitoral, além da inegibilidade.