terça-feira, 8 de maio de 2018
O Boticário resgata a magia do colo de mãe
Tasso Franco no cinema em "Tenda dos Milagres"
Também, em tempos idos, quando encontrava com França Teixeira, no Porto Moreira, lembrávamos do filme. França já faleceu, assim como o poeta e advogado Jeová de Carvalho, parceiro de inúmeras farras na Cantina e no Sandoval, com Rêmulo Pastore (já falecido), Rui Espinheira, Agnaldo Azevedo (Siri) - já falecido, assistente do filme - e outros.
"As redes sociais e a vida inteligente fora da esquerda"
"Qualquer pessoa que tenha os jornais e a TV como sua fonte principal de informações está excluída, in limine, da possibilidade de julgar razoavelmente a veracidade e a importância relativa das notícias." (Olavo de Carvalho, em "Quem Eram os Ratos?")
É diante disso que a frase em epígrafe amplia sua importância como auxiliar de diagnóstico da situação nacional. De 2012 para cá, ocorreu a explosão das redes sociais, que disponibilizou, à massa, o acesso a um volume até então inconcebível de informações, conhecimentos (para os mais dispostos a buscá-los) e capacidade de interpretação. O jornal impresso do dia tornou-se um depósito de notícias de ontem, opiniões sobre os fatos de anteontem e variedades. O noticiário dos canais tradicionais de TV perdeu sua dimensão informativa e ampliou dedicação à tarefa de adequar os fatos à opinião dos editores. Algumas emissoras de rádio e TV abriram canais e frequências voltados exclusivamente às "news". O jornalismo, enfim, se digitalizou.
OLAVO DE CARVALHO.
Não foi por livre e espontânea vontade que o fizeram, mas por exigência da força avassaladora de suas novas concorrentes: as redes sociais, que, em muito pouco tempo, revolucionaram o mundo da comunicação. E o da manipulação. É verdade que as redes sociais se prestam para a proliferação das fake news, mas não parece sensato mencionar esse fato sem incluir a tradicional manipulação das notícias pelos grandes veículos.
Voltando à frase do Olavo. A longa história do jornalismo está ligada ao binômio notícia-opinião. Os jornais tinham colunas de opinião, nas quais uns poucos analistas, presumivelmente qualificados, serviam aos leitores suas interpretações dos fatos em curso. Era um grupo restrito, infinitamente menor do que o requerido pela dinâmica da vida social e, como regra quase geral, orientado para servir ao alinhamento ideológico que buscava o poder no Brasil. Foi assim que o PT e os partidos de esquerda conseguiram crescer sob o beneplácito da mesma "grande mídia" da qual sempre tanto se queixaram. E mesmo isso fez parte da estratégia. Só o referido beneplácito pode explicar as longas décadas em que o criminoso trabalho do Foro de São Paulo permaneceu oculto e protegido, enquanto toda menção a ele era tratada como "teoria da conspiração". Só esse beneplácito pode explicar que prosperasse a ideia de que os partidos de esquerda eram incorruptíveis e poderiam passar o Brasil a limpo, mesmo depois da morte de Celso Daniel e de tantas experiências de gestão em Estados e municípios. Só esse beneplácito pode explicar que o PT chegasse ao poder com um discurso contrário àquele que construiu seu caminho até ele. E ficasse tudo por isso mesmo, inclusive quando reverteu sua marcha-ré. O que hoje se vê é escala ampliada do que há muito se via.
A única disputa que a esquerda perdeu e sabe que perdeu, no Brasil, nas últimas décadas, foi a das redes sociais. Elas tornaram visível a existência de vida inteligente fora da esquerda. A derrota intelectual foi tão acachapante que o petismo precisou mudar de ramo, criar uma seita e se reinstituir como igreja... É a antipolítica pela falência do que se apresentava como razão.
Percival Puggina, membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de "Crônicas Contra o Totalitarismo"; "Cuba, a Tragédia da Utopia"; "Pombas e Gaviões"; "A Tomada do Brasil", integrante do grupo Pensar+.
Aniversário da primeira filha
segunda-feira, 7 de maio de 2018
"Eu Só Posso Imaginar": Como uma história de vida dolorosa se tornou hit cristão"
Mais um livro sobre o Fluminense de Feira
Publicação tem organização dos historiadores Carlos Melo e Carlos Brito
Eleitor com título cancelado não pode participar das Eleições 2018
Os eleitores que estão com títulos cancelados - por ter deixado de votar ou justificar em três eleições consecutivas ou pelo não comparecimento à revisão biométrica obrigatória - não poderão participar do pleito do próximo mês de outubro, caso não regularizem seus títulos.
Eleitores com título cancelado
Aos eleitores com títulos cancelados, o TRE alerta que, além da impossibilidade de participar das Eleições, a legislação eleitoral prevê outras diversas consequências, a exemplo da impossibilidade de tomar posse em concurso público; suspensão de remuneração, salário, proventos de funções públicas; restrições no passaporte; além de problemas para matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo, dentre outras punições.
Fonte: TRE-BA
"Vingadores: Guerra Infinita" mantém liderança nas bilheterias
Venda antecipada de "Han Solo: Uma História Star Wars"
Para mais informações sobre os conteúdos alternativos, os filmes em cartaz e horários das sessões, acesse www.orientcinemas.com.br.
Lugar de detento é na prisão
Pesquisa indica que cresce o número de judeus messiânicos em Israel
De acordo com levantamentos anteriores, em 1948, quando Israel voltou a ser uma nação independente, haviam aproximadamente dez milhões de judeus em todo o mundo. Cerca de 600.000 moravam em Israel e eram conhecidos apenas 23 messiânicos. Havia algumas igrejas evangélicas e missionários operando em Israel, mas não havia congregações messiânicas.
Já em 1989, a população judaica de Israel havia crescido para 3,5 milhões. Naquela altura, o número estimado de judeus messiânicos chegava a 1.200, que pertenciam a 30 congregações. Dez anos depois, o número de judeus vivendo em Israel era 4,8 milhões, com 81 congregações messiânicas reunindo cerca de 5 mil messiânicos.
Em 2017, o número de congregações já chegava a 300. Embora haja dificuldades de identificar com precisão o número de judeus crentes em Jesus vivendo em Israel, uma estimativa conservadora é que sejam 30.000 atualmente.
Em termos matemáticos, trata-se de um crescimento exponencial. Do ponto de vista social, afirma o One For Israel, a atitude em relação aos messiânicos melhorou muito. Embora muitos judeus israelenses rejeitem a ideia de que aqueles que acreditam em Jesus continuem sendo judeus, a rejeição diminuiu bastante.
Quem são os messiânicos?
O estudo descobriu que 60% são crentes de "primeira geração", ou seja, foram os primeiros em sua família a aceitar Jesus. Um grupo menor é de segunda geração, pois seus pais também são crentes.
O levantamento indica ainda que os messiânicos em Israel tendem a ser muito comprometidos: 95% vão aos cultos pelo menos três finais de semana por mês, e 60% também compareceram às reuniões no meio da semana.
Apesar das críticas sobre as igrejas serem muito "ocidentais", 93% dos entrevistados dizem que suas congregações são "muito israelenses" e que há muito eles superaram as acusações de perda de identidade judaica.
Por exemplo, quase todas (92%) das congregações celebram em hebraico, embora a maioria oferecesse tradução (para russo, inglês, espanhol e outros idiomas). Da mesma forma, a imensa maioria celebra os feriados judaicos, sendo que 100% comemoram a Páscoa.
Há um forte sentimento nacionalista, uma vez que 99% disseram que são encorajados a servir no exército, o que em Israel é geralmente considerado uma marca de ser parte da sociedade israelense.
Nas Forças de Defesa de Israel (IDF), sabidamente há judeus messiânicos servindo como pilotos, oficiais, participando de unidades de elite e de unidades de inteligência.
Relacionamento com a igreja global
Os messiânicos de todo o mundo vivem em dois "mundos" simultaneamente, tendo dificuldades de aceitação tanto pelas comunidades judaicas quanto das cristãs. Tanto judeus tradicionais quanto alguns líderes cristãos acreditam que eles não podem mais ser chamado de judeus, e deveriam se denominar apenas "cristãos".
Conforme lembra o One For Israel, "Alguns cristãos supõem erroneamente que o povo judeu de alguma forma deixa de ser judeu quando acredita em Yeshua, mas crer no Messias é a coisa mais judaica que poderíamos fazer".
Outros dados da pesquisa mostram que 68% dos judeus messiânicos sentem uma identificação congregacional completa ou significativa com o povo judeu. Ao mesmo tempo, 63% identificam-se completa ou significativamente com a igreja evangélica, mostrando uma sobreposição de identificação com ambas as comunidades.
Evangelismo e perseguição no século XXI
Essa identificação, via de regra, é um problema para os messiânicos, que são constantemente lembrados que o povo judeu foi perseguido por cristãos ao longo da história da igreja. Os argumentos mais recorrentes são os massacres da Inquisição Espanhola, os pogroms da Europa Oriental e, obviamente as Cruzadas.
Contudo, há uma percepção crescente de que os evangélicos são atualmente os melhores amigos de Israel. Fato esse reconhecido inclusive pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.
Outro elemento a ser considerado é que 80% dos judeus messiânicos vivendo em Israel relataram histórias de algum tipo de perseguição, seja marginalização social, discriminação no local de trabalho, passando por intimidação e ameaças. Alguns viram cartazes com seus nomes e fotos exibidos em sua vizinhança, alertando o público que eles são “perigosos” e devem ser evitados. Há os que sofreram agressões físicas.
Existem grupos "antimissionários", preocupados com o anúncio de que Jesus seria o Messias. Uma revista chamada "Searching" ("Buscando"), voltada para os judeus que "se perderam", é enviada diretamente para os endereços pessoais dos messiânicos.
O One For Israel, em resposta, começou a publicar uma revista chamada "Finding" ("Encontrando"), onde oferece respostas a cada uma dessas críticas e objeções. Também produz vídeos mostrando o testemunho de judeus que encontraram a Jesus.
"Há pouco mais de sete milhões de judeus em Israel, mas nossos vídeos em hebraico foram vistos mais de quatorze milhões de vezes!", comemora a missão.
O ministério identificou também que, em média, 22.000 israelenses procuram todos os meses por "Yeshua" ou "Messias" em hebraico, mostrando uma curiosidade contínua pelo tema.
Com informações One for Israel
Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br
Nova loja da Mr.Polo
"Em oito anos, patrimônio de Jaques Wagner teve crescimento de 310%"
O ex-governador da Bahia, Jaques Wagner, teve um salto de
310% nos bens nos últimos oito anos.
De acordo com levantamento feito pela
coluna 'Satélite', do jornal 'Correio', com base na lista de bens divulgada por ele
após deixar a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, em 2010, quando foi
reeleito governador, Wagner informou à Justiça Eleitoral ter R$ 818,9 mil em
ações e investimentos no Brasil e no exterior.
Agora, os bens somam R$ 3,3
milhões. Ainda segundo a publicação, a nova lista inclui o apartamento do
petista no edifício Victory Tower, no Corredor da Vitória, em Salvador. calculado em R$ 1,6
milhão.
Além disso, desde a reeleição, ele anexou ao patrimônio 76% de uma
fazenda de 13 hectares em Andaraí, na Chapada Diamantina, com valor estimado R$
294 mil.
Fonte: https://www.bahianoticias.com.br
sábado, 5 de maio de 2018
Quem tem eficiência na capacidade de pagamento?
Comparando os resultados do Município de Feira de Santana e do Estado da Bahia, o resultado é amplamente favorável ao primeiro, como demonstram os indicadores divulgados pelo Tesouro Nacional. O Estado da Bahia está em situação fiscal ruim (Nota C), ao contrário do Município de Feira de Santana (Nota A).
A avaliação da capacidade de pagamento dos entes, realizada pelo Tesouro, é parte do sistema de garantias da União e pré-requisito para concessão de aval para contratação de operações de crédito por estados e município, além do Distrito Federal.
A metodologia proposta reduz de oito para três o número de indicadores, eliminando aqueles que não refletem adequadamente a solvência do ente e os sobrepostos, que não traziam informações relevantes em relação a outros indicadores existentes. Também reduz o número de etapas e a discricionariedade no sistema pela eliminação da possibilidade de concessão de garantias em operações de crédito aos entes em situação fiscal ruim (classificados como capacidade de pagamento C e D).
A metodologia da Capag faz parte do sistema de garantias da União para torná-lo mais eficiente, seguro e transparente, assegurando que estados e municípios celebrem apenas contratos de operação de crédito em volumes sustentáveis.
Fonte: Secretaria do Tesouro Nacional - Ministério da Fazenda
Boulevard monta posta de troca de figurinhas do álbum da Copa 2018
"Completar o álbum é um dos hobbies mais tradicionais que envolve pais e filhos e amigos apaixonados por futebol, mas também é uma tarefa difícil, já que os colecionadores acabam com adesivos duplicados durante o processo. Esse espaço foi criado para que ninguém fique com figurinhas repetidas em casa. Vai ser um momento bacana, de muita diversão e troca", pontua Nadinne Matos, gerente de marketing do Boulevard.
O álbum de 2018 conta com 682 figurinhas adesivas, sendo 50 cromos brilhantes das 32 seleções participantes do evento, da bola oficial, do troféu, da mascote e do logo oficial. Nesta edição ainda conta com duas seções inéditas de recordes e lendas do torneio nos anos anteriores. No Boulevard você também pode adquirir seu álbum e comprar as figurinhas na Livraria Atlântica ou na Tabacaria Santa Clara.
Serviço
O quê: Posto de Troca de Figurinhas da Copa
Quando: até 6 de junho
Onde: Entrada E2 do Boulevard Shopping - Avenida João Durval Carneiro, 3665 - Caseb.
Valor: Entrada Gratuita
(Com informações de ComunicAtiva Associados)














