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terça-feira, 5 de março de 2013

Fantasia e comédia romântica


1. James Franco e Rachel Weisz: Fantasia
2. Trine Dyrholm e Pierce Brosnan: Romantismo
Fotos: Divulgação
Uma aventura fantástica em lançamento mundial e a chegada de uma comédia romântica em lançamento nacional, a partir desta sexta-feira, 8, no Orient Cineplace. São três continuações: "Dezesseis Luas" (Beautiful Creatures), em segunda semana; "Duro de Matar: Um Bom Dia Para Morrer" (A Good Day To Die Hard), com Bruce Willis, em terceira semana; e "João e Maria Caçadores de Bruxas" (Hansel and Gretel Witch Hunters), na Sala 3D, em sétima semana.
O lançamento mundial é "Oz Mágico e Poderoso” (Oz the Great and Powerful), que tem cabine de imprensa em Salvador promovida pela Disney nesta quarta-feira,6. Trata-se de uma fantasia, que imagina as origens do adorado personagem mágico de L. Frank Baum.
Quando Oscar Diggs, um inexpressivo mágico de circo de ética duvidosa foge do poeirento Kansas e acaba na vibrante Terra de Oz, ele acha que tirou a sorte grande - fama e fortuna o aguardam - isso até encontrar três bruxas: Theodora, Evanora e Glinda, que não estão convencidas de que ele é o grande mágico que todos esperam. Relutantemente envolvido nos problemas épicos que a Terra de Oz e seus habitantes enfrentam, Oscar precisa descobrir quem é bom e quem é mau antes que seja tarde demais. Lançando mão de suas artes mágicas através de ilusão, engenhosidade e até de um pouco de m agia, Oscar se transforma não apenas no grande mágico, mas em um homem melhor também.
O lançamento nacional é "Amor É Tudo o Que Você Precisa" (Love Is All You Need/Den Skaldede Frisør), de Susanne Bier, diretora que ganhou o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2011 com "Em um Mundo Melhor" (Haeven). Com Pierce Brosnan, Trine Dyrholm, Paprika Steen, Kim Bodnia. O filme é uma co-produção da Dinamarca, Suécia, Itália, França e Alemanha. A ação se passa em Sorrento e na Costa Amalfitana, na Itália. Duas famílias muito diferentes se encontram em uma casa de campo para festejar um grande casamento, planejado nos mínimos detalhes. Mas nada ocorre como esperado. Em meio aos preparativos da grande festa, muita confusão, encontros, desencontros e grandes revelações.


Número expressivo


O capítulo publicado por Fernanda Pinheiro Carvalho (na foto com o marido Jamerson Ribeiro) com outros pesquisadores da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) sobre metabólitos de fungos endofíticos do livro intitulado "Salmonella: A Superbactéria Diversificada", obteve um número expressivo de downloads no seu site por um período de seis meses, sendo top em países como China, Estados Unidos, Índia e México, além do Brasil.

Lilia Campos realiza evento feminino


Lilia Campos, produtora do evento
Foto: Divulgação
Pensando em um evento diferente, com a cara da mulher que gosta do que é belo, do diferente e de estar em boa companhia, o Blog da Lilia realiza na quarta-feira, 13, a partir das 18h30, na  Mansão 888, o evento "Blog da Lilia e Essas Mulheres Extraordinárias".  Palestra, desfiles e sorteios de vários brindes vão fazer a festa.
"Sempre quis fazer um evento destinado à mulher, que tivesse tudo o que ela gosta, exclusivo para elas e para homenageá-las. E nada melhor que no mês que se comemora o Dia Internacional da Mulher para que este evento aconteça. Tudo foi preparado com muito carinho e tenho certeza que todas vão adorar. Teremos  pocket desfile das lojas M. Zanirato, La Princesa Jóias, Santa Lolla, Toli, Óticas Carol e Stroke. Contamos com o patrocínio também da Charmant Hotel & Business, Horto Papiro Basã e da Mansão 888. Contamos também com o apoio da Space Festas, Jorge Mello Misk de Beleza, Mahogany, São Roque, Gujão Alimentos, Gráfica Imprime e a revista "Mulher+", além de várias lojas que mandaram brindes", informa Lilia Campos,  produtora do evento.
O convite deve ser apresentado na entrada.

Essas Mulheres Extraordinárias

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Lançamento do livro "A Mulher V"!

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Enviado por TV Record Bahia

"A Igreja Universal e o crente enriquece"



Por Eliseu Antonio Gomes
Todas as pessoas tornam-se abençoadas ao entregarem suas vidas a Cristo. 
Após se converterem, algumas pessoas recebem bênçãos financeiras pela simples razão de canalizar seus ganhos em coisas úteis e não mais em fúteis. O simples fato de a pessoa deixar os maus hábitos de "baladas", drogas lícitas e ilícitas, o consumo exacerbado de quase tudo que é supérfluo, e passar a focar o uso do dinheiro em objetivos responsáveis, torna-a apta a ser abençoada financeiramente. Haja vista as "baladas" do filho pródigo. 
Vivemos na esfera temporal, enquanto não tomamos acesso à vida eterna, é preciso agir equilibradamente. É uma lástima saber que existem tantos irmãos pródigos (gastadores!). Pensar e se preparar para o futuro é importante. Ser previdente é um ensino ótimo que encontramos no livro Provérbios de Salomão. Obedecer a Palavra neste sentido produz maiores condições favoráveis de acesso à vida mais digna, possuir melhor moradia, saúde, educação alimentação, lazer, profissionalização, cultura, respeito.  
Ser assalariado é algo positivo, o trabalho enobrece o caráter. Viver de salário é uma forma de viver justa e honestamente, pagar bens e serviços adquiridos junto à sociedade. Mas, há quem não se sinta bem sendo apenas empregado, quer ser patrão. E não há nada de errado neste desejo. Mas não é possível que alguém fique rico apenas com base em promessas proferidas em microfones de líderes cristãos evangélicos, que prometem o progresso nesta vida passageira como um passe de mágica. Não se enriquece dessa forma. É preciso ir à luta, trabalhar duro. 
Não sou adepto das doutrinas da Igreja Universal, embora reconheça que eles são bons em ensinamentos sobre a necessidade da preservação do casamento e tenham resultados positivos sobre matrimônio. No campo da prosperidade, a Iurd faz reuniões motivacionais; apresenta regras básicas de empreendedorismo, dá lições básicas aos moldes do Sebrae, e há quem tenha sido empregado descontente que conseguiu se transformar em empregador de sucesso. É óbvio que tal procedimento é uma prestação de serviço social, não é propagação do Evangelho, e em muitos casos atinge-se o objetivo de quem queira progredir financeiramente. 
Ter poder aquisitivo depende da escolha da profissão. Por exemplo, na região sudeste do Brasil uma pessoa que escolha a carreira de pedagoga, concursada pela Prefeitura ou Estado, jamais enriquecerá às custas do suor de seu trabalho, embora possa conhecer estabilidade financeira. Por outro lado, alguém com tino para o comércio imobiliário, inclusive sem curso superior, com apenas uma venda, tem plenas condições de acumular dinheiro.
Empregado ou empregador, desejando prosperar ou satisfeito com a condição atual, pobre ou rico, é preciso guardar no coração o Evangelho, receber a Cristo como Senhor e Salvador, praticar diariamente o ensino da mensagem bíblica cristocêntrica, que nos garante a vida eterna com Deus. Pensar só nas coisas dessa vida nos leva ao prejuízo espiritual. De nada adianta acumular patrimônios e ao final não entrar no céu. 
"Se esperamos em Deus só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens" - 1 Coríntios 15.19.
Fonte: Belverede
União de Blogueiros Evangélicos

"A mente brilhante e o cérebro baldio"

Fonte: "Direto ao Ponto"

"O que é ruim..."

Rei do assistencialismo, Lula se irritou com uma pesquisa mostrando que há mais obesos que esfomeados no Brasil. E enquadroo u IBGE.
... o IBGE esconde?
Desde o governo Lula, o IBGE é obrigado a submeter suas pesquisas ao Ministério do Planejamento, antes de divulgá-las. Muito suspeito
Fonte: Claudio Humberto

"Satanás já dá as cartas no Planalto?"


Por Josias de Souza
De Sartre, uma das frases mais citadas pelos intelectuais: "O inferno são os outros." Absolutamente correto, diria Dilma Rousseff. Mas não em períodos eleitorais. No lufa-lufa das campanhas, até a mais santa das criaturas pode deixar aflorar o Tinhoso que traz entrerrado na alma.
"Podemos fazer o diabo na hora da eleição", disse Dilma numa solenidade de entrega de casas populares em João Pessoa (PB). "Mas, no exercício do mandato, temos que nos respeitar, pois fomos eleitos pelo voto direto."
Dilma falava sobre o modo como seu governo gerencia as verbas públicas, distribuindo-as sem discriminar governadores e prefeitos de legendas rivais. Súbito, saiu-se com esse "podemos fazer o diabo na hora da eleição."
Por mal dos pecados, Lula, o patrono de Dilma, arrastou 2014 para dentro de 2013. Abriu a campanha reeleitoral da afilhada há 12 dias. Ficou boiando na atmosfera quente da capital paraibana uma indagação: Satanás já dá as cartas no Planalto?
Fonte: "Blog do Josias"

"Dilma confessa: 'Nós podemos fazer o diabo quando é a hora da eleição'"


Por Reinalsdo Azevedo
Dilma Rousseff, todo mundo se lembra, não tinha lá muito traquejo, não é? Refiro-me àqueles tempos em que ia a programas de televisão e se dizia devota de uma certa "Nossa Senhora de Forma Geral". Chegou a chamar a santa de "deusa". Não tendo, então, o que dizer, dizia o que lhe dava na telha, fundando, no limite do desespero, um cristianismo politeísta… Mas ela aprendeu. Somou àquele desassombro do vale-tudo discursivo o repertório lulista. E aí escapam falas encantadoras como a desta segunda, em João Pessoa, na Paraíba, segundo leio na Folha Online. Ela estava entregando um conjunto residencial no âmbito do programa "Minha Casa Minha Vida" quando atirou:
"Nós podemos disputar eleição, nós podemos brigar na eleição, nós podemos fazer o diabo quando é a hora da eleição. Agora, quando a gente está no exercício do mandato, nós temos que nos respeitar, porque fomos eleitos pelo voto direto do povo brasileiro".
Em tempo: Ricardo Coutinho, governador do Estado, presente à solenidade, é do PSB, partido de Eduardo Campos, governador de Pernambuco, que tenta viabilizar a sua candidatura à Presidência e que já enfrenta a máquina petista de destroçar reputações.
Como? O que será que quer dizer "fazer o diabo quando é hora de eleição"? Não sei exatamente, mas posso imaginar.
- Preparar dossiês recheados de falsidades contra adversários? É, isso pode ser incluído em "fazer o diabo".
- Mobilizar arapongas para espionar a vida alheia? É, isso pode ser incluído em "fazer o diabo".
- Pagar pistoleiros morais para manchar a reputação alheia? É, isso pode ser incluído em "fazer o diabo".
- Mentir descaradamente sobre a  biografia dos adversários e sobre a sua própria? É, isso pode ser incluído em "fazer o diabo".
O "diabo" aliás é pau para toda obra. O coisa-ruim - o rabudo, o cão-miúdo, o futrico, o pé  de gancho, o cramulhão, o zarapelho, o tinhoso e os outros 130 sinônimos que o dicionário reserva para o sarnento (incluindo este) - pode fazer qualquer coisa. A única ética do sapucaio é não ter ética nenhuma. Ou melhor: ele costuma cumprir a sua palavra com quem faz acordo com ele - desde, é claro, que se pague o preço. Nesse particular, convenham, o diabo é que precisa ter cuidado se quiser estabelecer um pacto com certos políticos, não é mesmo?
É evidente que se trata de uma frase escandalosa. Não que pudesse acontecer - porque não é de seu estilo -, mas imaginem se o governador Geraldo Alckmin (PSDB), por exemplo, numa inauguração qualquer, discursasse: "Podemos fazer o diabo para vencer eleições, mas, depois, governamos para todos". Seria satanizado (ooops! O mofento contaminou minha linguagem!) para sempre. Não o deixariam mais em paz. Os cronistas isentos-a-serviço-do-PT se encarregariam de martelar a frase dia após dia.
Mas não será assim com Dilma. Seja por ideologia, seja em razão da metafísica influente, dá-se destaque à parte, digamos, virtuosa de sua fala. O lead da reportagem da Folha, por exemplo, é este: "Em meio a um clima de campanha eleitoral antecipada, a presidente da República, Dilma Rousseff, disse nesta segunda-feira (4) que seu governo respeita os políticos de partidos adversários, apesar das paixões eleitorais."
Viram só? Dilma diz que "faz o diabo" para vencer uma eleição, e o que se destaca em sua fala é o fato de que ela assegura que não discrimina ninguém. Levada a fala a sério, e convém que se leve, a presidente está dizendo que, no processo eleitoral, vale tudo - a menos que ela diga quais são os limites do… maligno. "Ah, Reinaldo, era só força de expressão…"  Entendo! Não haveria, então, pergunto eu, outra "expressão", outra metáfora, que designasse com mais propriedade o que faz o PT para vencer uma disputa?
Resposta: não! O PT faz o diabo. E acabou! E acha legítimo que se faça o diabo.  No poder, o mensalão já o demonstrou, também impera o espírito do grão-tinhoso. Ou será que a pessoa que faz "o diabo" para se eleger renuncia ao excomungado na hora de governar? Por que o faria? A menos que caia de joelhos no altar dedicado à Nossa Senhora de Forma Geral, a "deusa"… Eis a Dilma que cobriu o "Chalitinha" de beijinhos.
As casas do "Minha Casa Minha Vida" saem em nome da mulher, uma prática inaugurada por Mário Covas, mas que, no discurso de Dilma, virou obra de Lula - que foi quem deu a Deus a ideia de fazer cair maná do céu para pacificar o povo e lhe matar a fome. Ninguém sabe disso, e revelo aqui a autoria em primeira mão. Disse Dilma ao explicar por que tanto as casas como os benefícios do Bolsa Família saem em nome da mulher:
"O presidente Lula disse o seguinte: 'se não for assim, vai aumentar o consumo de cerveja. [Já] a mulher vai dar [o dinheiro do benefício] para o filho'".
Ela disse isso e sorriu!
Lula é mesmo um fatalista. Também ele deve acreditar que os homens são incapazes de resistir às tentações do demônio e de um copo de cachaça.
Com um PSDB minimamente organizado, já haveria um batalhão atrás dessa fala de Dilma para lançar no YouTube: "Nós fazemos o diabo…". Mas quê… No Brasil, satanás não precisa nem ser muito esperto nem ser muito velho para dar as cartas.
PS - Dilma discursava num Estado governado pelo PSB. E disse que o PT faz, sim, "o diabo". Eduardo Campos que se cuide caso decida levar a sério esse negócio de disputar a Presidência. Terá de enfrentar, Dilma, o pé-cascudo e Lula, na ordem das periculosidades.
Fonte: "Blog Reinaldo Azevedo"

Deu em Claudio Humberto


segunda-feira, 4 de março de 2013

País dos elefantes brancos


Obras atrasadas, orçamentos estourados e escassez de investimentos privados marcaram a empreitada brasileira para construir os palcos da Copa do Mundo de 2014. Para alívio dos organizadores, porém, os estádios deverão estar prontos, ainda que em cima da hora (e, em alguns casos, ainda perigosamente incompletos no ensaio geral para o Mundial, a Copa das Confederações). Superado esse desafio, o país terá de encarar outra grande encrenca, talvez até maior: a administração e conservação das modernas arenas erguidas para o torneio. Os especialistas alertam que os custos de construção são apenas uma fatia do valor consumido por um novo estádio durante suas primeiras décadas de existência. Ou seja, a longo prazo, gerenciar e preservar uma construção desse tipo custa até mais caro que erguê-la. Resultado: o Brasil ainda gastará muito dinheiro com os estádios, mesmo depois de 2014. Para complicar, pelo menos cinco cidades-sede terão arenas que dificilmente serão utilizadas com a frequência necessária para pagar as contas. O contribuinte brasileiro precisa estar preparado desde já. Afinal, nove dos doze estádios da Copa são empreendimentos públicos, o que abre uma perspectiva preocupante. É bastante provável que muitos estados carreguem o peso dos gastos com a Copa por anos a fio, sem que o retorno pela realização das partidas do torneio seja suficiente para fechar a conta. Longe disso, aliás: o fluxo de visitantes atraídos por três ou quatro jogos num período de um mês certamente será insuficiente para recompensar os cofres públicos pela gastança.
Não era isso que se prometia, evidentemente, quando o Brasil foi escolhido para sediar o Mundial, em 2007. O então presidente da CBF, Ricardo Teixeira, anunciava ao povo brasileiro a "Copa do Mundo da iniciativa privada", garantindo que atrairia investidores interessados em erguer as arenas sem qualquer envolvimento das três esferas de governo. A afirmação já despertava profunda desconfiança, é claro. Mas poucos esperavam que a realidade seria tão distante da promessa. Apenas os estádios do Internacional (Beira-Rio), do Atlético-PR (Arena da Baixada) e do Corinthians (Itaquerão) não foram bancados pelos cofres públicos - e, mesmo nesses casos, o papel do governo foi decisivo, através da concessão de incentivos e empréstimos. A escassez de interessados em construir ou reformar as arenas brasileiras já era uma pista do problema que será enfrentado pelo país a partir de 2014. Fossem negócios imperdíveis, com generosas margens de lucro e fluxo constante de receita, os novos estádios certamente despertariam a cobiça do setor privado. Não foi o caso - e não é difícil notar o motivo. Entre as nove cidades-sede com arenas bancadas pelo dinheiro público, quatro não cumprem o requisito básico para abrigar um estádio de futebol caro e moderno: Brasília, Cuiabá, Natal e Manaus simplesmente não têm clubes e campeonatos capazes de encher as arquibancadas e garantir a utilização constante da construção. Outras duas cidades, Fortaleza e Recife, têm times com grandes torcidas e costumam sediar jogos importantes, mas ainda assim não têm como garantir que suas novas arenas serão bem aproveitadas, por causa de deficiências nos projetos e incertezas em relação ao uso das instalações pelos clubes locais. O caso de Recife é mais delicado, já que a Arena Pernambuco fica fora da capital, no município de São Lourenço da Mata, e a utilização do estádio dependerá das facilidades oferecidas ao torcedor para que ele frequente o local (e, até agora, elas não são muitas, já que as obras viárias estão incompletas).

As outras três sedes com estádios públicos, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Salvador, não deverão ter problemas para manter as arenas ocupadas. Isso não significa, porém, que seu aproveitamento tenha sido bem planejado. O Maracanã abriu a concorrência para a administração privada do estádio apenas na semana passada, com um prazo apertado demais - e que provavelmente culminará num negócio muito mais vantajoso para a empresa vencedora do que para o poder público. Os termos da concessão são extremamente atraentes para quem assumir a administração do estádio (tanto que o número de interessados só cresce desde que o governo lançou o edital). No caso do Mineirão, apenas um dos grandes clubes da capital, o Cruzeiro, deve adotar o estádio como sua casa. O Atlético-MG reclamou dos valores e dos termos propostos para que o time mandasse seus jogos no grande palco da cidade. Avisou que prefere seguir jogando no Independência (que foi reformado com verba do governo estadual e hoje é administrado pela empresa paulista BWA). Em contraste com todas as confusões que cercam os estádios públicos, nas três cidades-sedes com projetos privados para a Copa não há qualquer dúvida sobre o futuro desses empreendimentos. Inter, Corinthians e Atlético-PR terão estádios quase sempre cheios - e, a não ser que seus dirigentes façam grandes barbeiragens na administração, eles serão muito rentáveis. Tanto os estádios públicos como os privados devem seguir um cálculo inescapável nas próximas décadas. A longo prazo, o preço de uma grande obra não se resume ao valor aplicado na construção: ele deve incluir também os gastos necessários para mantê-la em ordem.
De acordo com o Sindicato da Arquitetura e da Engenharia (Sinaenco), a obra em si geralmente corresponde a entre 17% e 20% do total gasto nos primeiros cinquenta anos de uma edificação. Isso serve para qualquer construção. No caso dos estádios, porém, essas despesas adicionais são ainda mais inevitáveis, pela própria característica dessas edificações - e pelo fato de que não se pode arriscar a segurança de dezenas de milhares de pessoas com um trabalho ineficaz ou negligente de preservação. Tomando-se como base as últimas estimativas de preço dos estádios públicos da Copa, as obras de construção e reforma dessas arenas somarão pelo menos 5,7 bilhões de reais (quando se incluem os privados, chega-se a quase 7 bilhões). Nas próximas cinco décadas, porém, esses projetos deverão consumir um montante bem maior, com um custo de manutenção e preservação de mais de 27 bilhões de reais - e um custo total de até 33 bilhões de reais. Se os estádios são tão caros e algumas das cidades parecem não ter meios de mantê-los sem desperdiçar dinheiro, o que levou, afinal, o Brasil a indicá-las como sedes? Como é de costume no país, culpa da política, que sobrepujou o bom senso e colocou o gasto perdulário de dinheiro público em segundo plano. Houve esforço de sobra para contemplar aliados e atender a interesses muito distantes do futebol. Nas últimas Copas, alguns países-sede - Estados Unidos (1994), França (1998) e África do Sul (2010) - precisaram de apenas nove cidades para realizar um bom torneio, sem apertos nem grandes problemas logísticos. O caso dos americanos, aliás, ilustra bem a comparação com o exagero brasileiro: mesmo num país de dimensões continentais e onde há dezenas de estádios de grande porte já prontos - nenhuma outra nação tem tantas arenas esportivas de alto nível -, nove sedes foram o bastante para o Mundial. Para preservar os bolsos do cidadão brasileiro, melhor seria se a Copa de 2014 seguisse essa mesma receita. Agora, no entanto, já é tarde demais - e a conta dos elefantes brancos será repassada aos nossos filhos e netos.
Fonte: "Veja"

"Faz 100 dias que Lula afronta o Brasil decente com o silêncio sobre o caso de polícia em que se meteu ao lado de Rose"

Por Augusto Nunes
Faz 100 dias que os brasileiros decentes foram afrontados pela descoberta do escândalo em que Lula se meteu ao lado de Rosemary Noronha. Faz 100 dias que o país que presta é afrontado pela mudez malandra do caçador de votos que promoveu uma gatuna de quinta categoria a chefe do escritório da Presidência da República em São Paulo. Faz 100 dias que o ex-presidente foge de perguntas sobre o caso de polícia que protagonizou em companhia da Primeiríssima Amiga e dos bebês quadrilheiros de Rosemary.
Surpreendido pela divulgação das maracutaias comprovadas por policiais federais engajados na Operação Porto Seguro, Lula fez o que sempre faz quando precisa costurar algum álibi menos cretino: perdeu a voz e sumiu. Passou a primeira semana enfurnado no Instituto Lula. Passou as duas seguintes longe do Brasil, driblando repórteres com escapadas pela porta dos fundos ou pela cozinha do restaurante.
Recuperou a voz no começo do ano, mas ainda garimpa no porão das desculpas esfarrapadas alguma que o anime a enfrentar jornalistas armados apenas de perguntas sem resposta. Para impedir que a aproximação do perigo, tem recorrido a cordões de isolamento, cercadinhos, muralhas humanas e outras mesquinharias improvisadas para livrá-lo de gente interessada no enredo da pornochanchada financiada por cofres públicos que apresentou ao Brasil, entre outros espantos, os talentos ocultos de Rosemary Noronha.
O silêncio que vai completando 2.500 horas, insista-se, só vale para o caso Rose. Entre 23 de novembro de 2012 e 3 de março de 2013, excluídos os poucos dias em que teve de desativar o serviço de som, o palanque ambulante continuou desempenhando simultaneamente os papeis de co-presidente da República, presidente honorário da base alugada, chefe supremo da seita, protetor dos pecadores companheiros, arquiteto do Brasil Maravilha e consultor-geral do mundo.
Abençoou catadores de lixo e metalúrgicos, leu mais de 300 livros, fingiu entender o que Sofia Loren disse em italiano, avisou que os EUA nunca mais elegerão um negro se Barack Obama fizer besteira, louvou bandidos de estimação, insultou a oposição, deliberou sobre a tragédia ocorrida no jogo do Corithians em Oruro, explicou aos governantes europeus como se transforma tsunami em marolinha, recomendou a FHC que pare de dizer o que pensa e descobriu que Abraham Lincoln reencarnou no Brasil com o nome de Luiz Inácio Lula da Silva. Fora o resto.
Só não falou sobre o que importa, agarrado à esperança de sobreviver sem fraturas expostas ao primeiro escândalo que não pode terceirizar. Não houve intermediários entre Lula e Rose. Não há bodes expiatórios que a apresentar. É natural que fuja como o diabo da cruz de pelo menos 40 perguntas formuladas pelo timaço de comentaristas:
1. Por que se recusa a prestar esclarecimentos sobre um escândalo investigado pela Polícia Federal que o envolve diretamente?
2. Considera inconsistentes as provas reunidas pela Operação Porto Seguro?
3. Por que disse em Berlim que não se surpreendeu com a Operação Porto Seguro?
4. Desta vez sabia de tudo ou, de novo, nunca soube de nada?
5. Onde e quando conheceu Rosemary Noronha?
6. Como qualifica a relação que mantém com Rose há 17 anos?
7. Em quais critérios se baseou para instalar uma mulher sem experiência administrativa na chefia do gabinete presidencial em São Paulo?
8. Por que pediu a Dilma Rousseff que mantivesse Rose no cargo?
9. Por que criou os escritórios da Presidência da República?
10. Continua achando necessária a existência de escritórios e chefes de gabinete?
11. Além de demitir Rose, Dilma Rousseff extinguiu o cargo que ocupava. A presidente errou?
12. Por que Rose foi incluída na comitiva presidencial em pelo menos 20 viagens internacionais?
13. Por que foi contemplada com um passaporte diplomático?
14. Quem autorizou a concessão do passaporte?
15. Por que o nome de Rosemary Noronha nunca apareceu nas listas oficiais de passageiros do avião presidencial divulgadas pelo Diário Oficial da União?
16. Quem se responsabilizou pelo embarque de uma passageira clandestina?
17. Por que Marisa Letícia e Rose não eram incluídas numa mesma comitiva?
18. Quais eram as tarefas confiadas a Rose durante as viagens?
19. Todo avião utilizado por autoridades em missão oficial é considerado Unidade Militar. Os militares que tripulavam a aeronave sabiam que havia uma clandestina a bordo?
20. Como foram pagas e justificadas as despesas de uma passageira que oficialmente não existia?
21. Por que nomeou os irmãos Paulo e Rubens Vieira, a pedido de Rose, para cargos de direção em agências reguladoras?
22. Examinou o currículo dos nomeados?
23. Por que o aliado José Sarney, presidente do Senado, convocou irregularmente uma terceira sessão que aprovou a nomeação de Paulo Vieira, rejeitada em votação anterior?
24. Acha que são culpados?
25. Por que comunicou à imprensa, por meio de um diretor do Instituto Lula, que não comentaria o episódio por considerá-lo "assunto pessoal"?
26. Por que Rose se apresentava como "namorada do presidente"?
27. Se teve o nome usado indevidamente, por que não processou Rosemary Noronha?
28. Conversou com Rose nos últimos 100 dias?
29. Por que Rose tinha direito ao uso de cartão corporativo?
30. Por que foram mantidos em sigilo os pagamentos feitos por Rose com o cartão corporativo ?
31. Autorizou a inclusão, na decoração do escritório da Presidência em São Paulo, da foto em tamanho família em que aparece simulando a cobrança de um pênalti?
32. O blog do deputado federal Anthony Garotinho afirmou que Rose embarcou para Portugal com 25 milhões de euros. Se a denúncia é improcedente, por que não processa quem a divulgou?
33. Por que alegou que não comentaria o episódio por considerá-lo “assunto pessoal”, conforme comunicou à imprensa um dos diretores do Instituto Lula?
34. Era previamente informado por Rose das reuniões que promoveria no escritório da presidência?
35. Depois das reuniões, era informado por Rose do que fora discutido e decidido?
36. Por que, mais uma vez, alegou ter sido "traído"? Quem o traiu?
37. Se pudesse recuar no tempo, faria tudo de novo?
38. Não se arrepende de nada?
39. Não se envergonha de nada?
40. Que história contou em casa?
Há dias, Lula acusou a imprensa de negar-lhe o espaço que merece. Está convidado a preencher o espaço que quiser com respostas a essas perguntas. Todas serão publicadas na íntegra.
Coragem, Lula.
Fonte: "Direto ao Ponto"

 

"Bem feito"

Por J R Guzzo
O bem-amado Estádio do Pacaembu, santuário do futebol paulista desde sua inauguração, em 1940, viveu na semana passada uma noite triste. Com os portões fechados e seus 40.000 lugares vazios, o Pacaembu serviu como tribunal para um caso raro de aplicação de justiça imediata contra a criminalidade no futebol brasileiro de hoje.
Serviu, também, para expor em praça pública o que pode ter sido a pior humilhação já vivida pelo Sport Club Corinthians Paulista em seus 102 anos de existência.
Ali, como punição preliminar para o assassinato de um garoto boliviano de 14 anos de idade, morto na semana anterior por delinquentes da torcida organizada do Corinthians num jogo pela Taça Libertadores da América na Bolívia, o time "da casa" foi obrigado a jogar sem a presença do público.
É uma vergonha que carimba o clube, perante o futebol mundial, como cúmplice ativo de criminosos. É também um caso em que se pode dizer com certeza: "Bem feito".
O Corinthians já começou a pagar, em dinheiro, a primeira parte da punição aplicada pelas autoridades esportivas latino-americanas. Ficou sem os 3 milhões de reais, ou até mais, que iria receber com a venda de ingressos na fase inicial da competição, e terá de devolver o valor das 85 000 entradas que tinha vendido antecipadamente.
No julgamento definitivo do caso, mais adiante, o castigo pode ficar maior. Seja qual for a pena final, será pouco: se jogasse na Europa, o Corinthians estaria simplesmente excluído de qualquer competição internacional durante anos a fio.
O fato realmente animador, na verdade, é o reconhecimento oficial de que o responsável por atos criminosos cometidos em partidas de futebol é o clube cuja torcida pratica a delinquência.
Do ponto de vista penal, a responsabilidade pela morte do garoto Kevin Espada, no jogo disputado em Oruro, é de quem o matou; essa é uma questão para as autoridades da Bolívia, que já colocaram na cadeia, desde a noite do crime, doze integrantes da torcida Gaviões da Fiel.
De todos os outros pontos de vista, a responsabilidade é, sim, do Corinthians.
O clube, a Rede Globo (que conta com o Corinthians como um pilar de sua audiência) e boa parte da mídia esportiva falaram muito em punição "injusta". Sustentam que o clube não tem nada a ver com a "conduta isolada" de torcedores marginais. É falso: o Corinthians tem tudo a ver, na pessoa do seu presidente, Mário Gobbi (um delegado de polícia, por sinal), e de todos os demais diretores da área de futebol profissional.
Não apenas agem em cumplicidade aberta com os marginais das torcidas organizadas, mas garantem a sua existência - abrem as salas de diretoria para elas, financiam suas atividades e dão cobertura para os crimes que cometem.
Uma dessas torcidas chama a si própria de Pavilhão Nove, em homenagem à sinistra e hoje extinta prisão do Carandiru, em São Paulo; um dos seus fundadores é o antecessor de Gobbi na presidência, Andrés Sánchez.
Nada poderia mostrar tão bem as suas almas como a reação que tiveram diante do assassinato de Kevin. Fora umas poucas palavras apressadas para "lamentar" o fato, só pensaram numa coisa: quem vai nos ressarcir dos prejuízos? E o garoto - quem vai ressarci-lo pela perda da sua vida? O doutor Gobbi?
O clube, através da sua torcida de delinquentes, pode agora associar-se a um segundo crime - o de obstrução da Justiça. Um advogado da Gaviões fez, de repente, a descoberta milagrosa de um culpado dos sonhos: com o aval prático da Rede Globo, apresentou um garoto de São Paulo como sendo o autor do crime. Por uma dessas coincidências extraordinárias da vida, o rapaz é menor de idade - e portanto está livre, pela lei brasileira, de receber qualquer tipo de punição.
Foi uma coisa estranhíssima: o advogado, em vez de defender seu cliente, fez tudo para provar que ele era o culpado. A ideia, nessa estratégia genial, era obter a soltura imediata dos doze corintianos presos na noite do crime, entre os quais um dos principais chefes da Gaviões.
Aconteceu, obviamente, a única coisa que poderia ter acontecido: as autoridades bolivianas não tomaram o menor conhecimento da história, pois está na cara que não podem soltar todo mundo só porque apareceu no Brasil, ou na Cochinchina, uma confissão que "muda tudo".
Sem uma atitude de verdadeiro respeito pela decência, ou pela lei, não adiantará nada distribuir a torcedores, para ser mostrados na Globo, cartazes pedindo "paz nos estádios". Só machucando os clubes com penas pesadas seus diretores talvez comecem a se afastar da bandidagem.
Fonte: "Veja", edição que estás nas bancas

 

Palestra "A Graça de Ser Mulher" no Rotary


De olhos nas tendências


No paisagismo, assim como na moda, algumas
espécies de plantas são mais ou menos
usadas de acordo com as
mudanças sociais e físicas de determinada época
A moda segue tendências. Assim, a cada estação, algo vira hit e todo mundo começa a seguir e usar. Muitas vezes, peças e acessórios que já estiveram no auge em alguma época, voltam com tudo e são, mais uma vez, tendência. O mesmo se aplica à decoração - estilos se misturam e se entrelaçam numa dança entre passado e futuro.
No paisagismo ocorre algo semelhante. "O paisagismo é cíclico. Existem plantas que não são mais usadas em projetos, outras que estão no auge, e outras que já foram tendência no passado e, hoje, voltaram à cena, muitas vezes usadas de forma diferente no projeto", explica a paisagista Erly Hooper.
Um bom exemplo de planta que caiu em desuso, mas que agora retoma seu posto é a samambaia. "Muito usada nos anos 1970, principalmente as mais compridas, as samambaias ficaram um longo período sem ser especificadas nos projetos paisagísticos. De uns cinco anos para cá, elas voltaram com tudo, porém sendo lançadas em jardins verticais", conta Erly.
Outro exemplo de espécie que voltou a fazer parte dos jardins é a Dracena Pau d'Água. Antes utilizada como adorno de mesas de escritórios e lojas, essa planta volta à cena, mas ganha espaço em vasos. "É muito comum vê-la em projetos de áreas condominiais, entradas de prédios, e em interiores bem iluminados, onde sua forma colunar, repleta de folhas, cria um detalhe interessante na decoração de ambientes contemporâneos", salienta a paisagista.
Muitas outras plantas que já tinham feito sucesso no passado voltaram a cair no gosto das pessoas, como a Cipó Imbé, Maranta e Cróton. Todavia, como nem só de passado vive o homem, mas de futuro também, novas espécies também aparecem como tendência.
Esse é o caso da palmeira Bismarck. "Espécie de grande efeito ornamental, essa palmeira ainda é novidade no Brasil. É recomendada para parques e jardins espaçosos. Sua maior beleza está nas folhas azuladas, reunidas em forma de leque. Adapta-se bem a qualquer tipo de solo e é bastante tolerante ao sol. As sementes dessa palmeira não são produzidas no Brasil", esclarece Erly.
Entre tantas novas tendências e volta de antigas, tem gente, ou melhor, planta, que ainda não voltou a cair no gosto popular. No paisagismo, os profissionais a chamam de 'over' do momento. "O pinheiro está em desuso, mas como vimos anteriormente, é possível que daqui a pouco tempo ela volte com tudo de novo", alerta a paisagista.
Opções para compor o jardim não faltam. Velhas e novas plantas também podem conviver em harmonia no mesmo projeto. Para deixar os ambientes mais bonitos e na moda, o melhor então, para não se confundir, é procurar a ajuda de um especialista no assunto.
(Com informações de Ana Paula Horta e Fernanda Pinho, da Mão Dupla Comunicação)

Parabéns, Tamara!

 
Nesta segunda-feira, 4, dia de aniversário de minha filha caçula, Tamara (na foto com Raidira Paz), professora do Colégio Helyos e da Escola Municipal Maria Antonia da Costa, no bairro Santa Mônica. Ao lado do marido Valdeilson Cerqueira e do pequeno Augusto, comemora em família.
 

"PT defende censura"


Professora Enedite Braz da Silva homenageada pela Academia de Educação



A professora Enedite Braz da Silva foi homenageada pela Academia de Educação de Feira de Santana com o Prêmio Educador do Ano - edição de 2012, na noite de quinta-feira, 28 de fevereiro. O Teatro da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) ficou lotado. Familiares, amigos, alunos e ex-alunos, pais e professores da Escola João Paulo I, além de muitos paroquianos da Senhor dos Passos, onde ela vive e professa a sua fé.
A sessão solene foi precedida de uma apresentação cultural exibida por crianças da Escola João Paulo I, um tributo à Feira de Santana, terra  que acolhe pessoas de todos os recantos, assim como acolheu a professora Enedite.
Dentre as peças discursivas, merecem destaque a justificativa do Prêmio, pelo acadêmico Geraldo Leite, um dos protagonistas da história da criação da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), instituída por decreto do então governador Luís Viana Filho, patrono do prêmio e a apresentação da homenageada pela acadêmica Elza Santos Silva, em belíssimo pronunciamento.
No seu discurso, a professora Enedite emocionou a platéia ao historiar a sua trajetória educacional desde que aqui chegou, aos 13 anos de idade, para realizar o exame de admissão e iniciar os seus estudos e no momento em que fez uma homenagem ao seu esposo Antonio, falecido no final do ano passado, sendo interrompida pelo aplauso dos presentes.  Encerrou o seu discurso conclamando que "não deixemos  a educação morrer!" E para reflexão, fazendo analogia à letra da música, foi entoada a canção "não deixe o samba morrer" (Alcione), embalando a todos num só sentimento:  "não deixe a educação morrer".
A presidente da Academia, professora Anaci  Paim, fez o seu pronunciamento voltando o olhar para os primórdios da Feira de Santana citada nos poemas de Eurico Boaventura e Georgina Erisman, destacando alguns  dos principais símbolos  do cenário urbano daquela época  e afirmando que hoje, a educadora e cidadã  Enedite, com sua  dedicação e empenho, cria um novo símbolo para esta cidade: a Escola Básica João Paulo I, exemplo que ultrapassa as ações do ambiente educacional oficial e expande para os seus filhos, no desejo revelado da continuidade de tudo que fez e continua fazendo com amor e empenho, no propósito de "não deixar a educação morrer".
Após a sessão solene, aconteceu uma confraternização onde todos tiveram a oportunidade de abraçar a homenageada, num clima de verdadeiro congraçamento entre os presentes.
Fonte: Academia de Educação de Feira de Santana


PMDB defende liberdade de imprensa

O PMDB aprovou no domingo, 3, uma moção de "defesa intransigente da liberdade de imprensa". Segundo o próprio partido, trata-se de uma resposta ao aliado do PT que tem apoiado um projeto de iniciativa popular sobre um novo marco regulatório das comunicações.
"Não podemos permitir que uma agremiação defenda o cerceamento da liberdade de imprensa. A sociedade é devedora da imprensa, que é peça fundamental na democracia. Essa moção é em defesa do Brasil", justificou o deputado federal Lúcio Vieira Lima, que apresentou a proposta ontem na convenção nacional do PMDB
 

Deu em Claudio Humberto


domingo, 3 de março de 2013

"Controle da mídia para petista ver"


Por Mary Zaidan
Na sexta-feira, o Diretório Nacional do PT, reunido em Fortaleza, aprovou mais uma resolução em que decreta: "a democratização da mídia é urgente e inadiável".
Nada de novo.
Há anos o partido reincide no tema. A diferença desta vez é o tom: cobram de seu próprio governo que reconsidere a atitude de engavetar o novo marco regulatório das comunicações, em especial a mudança nas regras de concessões de rádio e TV.
Pelo jeito ranheta da redação, até parece, de verdade, um ultimato à presidente Dilma Rousseff. Pura encenação. Coisa para manter a aura esquerdóide, o usado e ultrapassado jargão "o povo não é bobo, abaixo a Rede Globo".
Um bom teste é averiguar se o senador José Sarney (PMDB-AP), dono das sesmarias do Maranhão e, claro, rei da mídia local, perdeu um segundo de sono com o tema.
É didático ainda repetir o exercício com o presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL). Seu filho tem, declaradamente, uma emissora de rádio, e ele, como se apurou em 2007, outras. Algumas delas em nome de laranjas.
Uma soma por baixo dá conta de que pelo menos 80 parlamentares são donos de rádios e TVs. Algo que deveria ser apurado mais a fundo, até porque é inconstitucional. Para puni-los não seria preciso nova regulamentação, apenas cumprir a que existe.
Ou seja: nem de longe o PT quer mexer nesse vespeiro. Brigar com Sarney? Renan? Com metade da base aliada? Nem pensar.
Jogam para a plateia. E fazem isso com incomparável competência.
Time azeitado, na semana que terminou com a tal resolução, o presidente do PT Rui Falcão voltou a vociferar contra a mídia, e o líder maior Lula se superou nos cotovelos falantes ao se comparar com Abraham Lincoln, que, segundo o ex, "também" teria sido perseguido pela imprensa.
É vero que o PT, Lula & companhia adorariam controlar a mídia. Tentam isso há anos. Governantes, em geral, alguns particularmente, prefeririam não ter os incômodos que o jornalismo não oficial lhes causa.
Modelos de domínio absoluto como os da China e de Cuba então, são invejados por vários. Mas por aqui já se contentariam com as invenciones de Hugo Chávez e Cristina Kirchner.
O desejo é real. Mas, impossibilitados pela realidade, a ação é de mentirinha. Serve de alimento para uma rede fiel que lhes diz amém.
No mais, beira o cômico ver o PT repetir a balela com apoio de mídias dominadas pelos irmãos Gomes, do PSB do Ceará. Na mesma terra do irmão do mensaleiro José Genoíno (PT-SP), deputado José Magalhães, aquele do assessor flagrado com dólares na cueca, hoje líder do PT na Câmara.
Parafraseando o também mensaleiro Delúbio Soares, é mesmo piada de salão.
Mary Zaidan é jornalista. Trabalhou nos jornais "O Globo" e "O Estado de S. Paulo", em Brasília.
Fonte: "Blog do Noblat"

 

Entre o fast food e a Palavra de Deus

Por Eliseu Antonio Gomes
Sendo religioso ou não, qualquer pessoa ao redor do planeta já ouviu falar ou leu parte ou toda a Bíblia Sagrada. Não há sombra de dúvida que é um dos livros, mais citado de todos os tempos.
A melhor definição para a Bíblia é que ela é uma coleção diversificada de escritos, dividido em duas partes:
• Antigo Testemento, que narra a história do relacionamento de Deus com e em favor do povo hebreu;
• Novo Testamento, que compartilha a história de Jesus, o Filho de Deus, relata seus ensinamentos, a vida, a morte e ressurreição, como também as experiências dos primeiros cristãos.
O significado da Bíblia Sagrada para a fé cristã é bastante profundo. O cristão se relaciona com a Bíblia considerando-a a Palavra de Deus em forma escrita. Nas páginas bíblicas, nutre e desenvolve a fé através da obra do Espírito Santo, que por meio da leitura aponta para Jesus Cristo. Ao ler, o cristão recebe novas percepções que o ajuda a crescer, se percebe desafiado a buscar um relacionamento com Deus mais profundamente.
O Pr. Geremias do Couto escreveu o seguinte sobre seu contato com os livros dos livros:
"Quanto mais leio a Palavra, mais sinto necessidade de lê-la. Aprendi que não posso viver sem ela. Por muito tempo, minha leitura priorizava encontrar bons temas para mensagens, estudos bíblicos e artigos para a publicação. Ficava atrás de bons esquemas para as minhas exposições bíblicas. Era uma espécie de "fast food". Pude perceber, com o passar dos anos, o quanto perdi. Não que as mensagens, os estudos bíblicos ou mesmo os artigos deixem de ter o seu lugar. Mas hoje tenho outra perspectiva.
Leio a Bíblia porque ela me é imprescindível. Busco encontrar nela o modo como Deus quer que eu viva. Tenho-na como o alimento que nutre a minha vida espiritual todos os dias, sem o qual jamais estaria fortalecido para os embates da vida. Leio-na com o propósito de deixar que ela induza em mim, como bem expressou Russel Shedd, bons hábitos para o meu dia a dia. Leio-na por necessidade, sem deixar de levar em conta o prazer que encontro em cada passo da minha leitura
Tenho como prática ler em diferentes versões, inclusive aquelas cuja linguagem é mais acessível ao entendimento. Concentro-me em extrair o máximo de cada passagem, sem deixar sobras para trás, deixando que o Espírito Santo aplique cada período, cada frase, cada palavra ao meu coração. Oh, quanta riqueza! Aprendi que a partir dessa perspectiva, dessa mudança de foco, as demais coisas são consequência. As mensagens saltam aos olhos, os estudos, mediante boa exegese, brotam como grandes nascentes, e o pão que me é servido à mesa, posso compartilhá-lo com muito mais alegria."
Fontes: http:belverede.blogspot.com.br
 

Neymar cai-cai


Mais um jogo para Neymar mostrar seu futebol de cai-cai. Sem gol, mas com cartão amarelo. Santos empata com Corinthians.