É estarrecedor perceber de que modo dramático os leitores são enganados pelo jornalismo atrelado aos interesses dos governos de plantão.
É coisa criminosa.
O caso da visita de Lula ao Salão Oval é o mais recente episódio emblemático do disparo de fake news, a maior parte delas ocorridas por omissões escrachadas, mentiras deslavadas e narrativas transviadas.
O jornal Zero Hora, RBS, publica este título na capa da edição de hoje
- Lula vê avanços na negociação de taxas e afirma que Trump não tratou de Pix nem de facções.
No noticiário e na análise do jornalista Rodrigo Lopes, página 2, o distinto público é brindado pela desinformação.
Tratou, sim, como admite o noticiário da Agência Brasil, que apesar de chapa branca, deixou isto claro (CLIQUE AQUI para ler na Agência Brasil).
Valor ("Lula ressurgiu das cinzas"), G1 ("Saiu de Washington como maior estadista da história do Brasil") e Folha ("Imprensa internacional repercute") não vão longe desse desserviço público.
https://polibiobraga.blogspot.com/2026/05/opiniao-imprensa-nefasta.html


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