Revisão, pela enésima vez, de "007 Contra o Satânico Dr. No" (Dr. No), de Terence Young, 1962. Tem ação, aventura e suspense psicológico. Trata-se do primeiro e melhor filme do agente secreto James Bond, o 007. Personagem de Ian Fleming, este sim um verdadeiro agente secreto, que não é esquecido. Ao contrário de filmes de sucesso efêmero.
Um marco na história do cinema. A crítica reconhece a importância histórica do filme como base da franquia, pois tornou- se um fenômeno cultural que permanece há 65 anos com 25 títulos, que estabeleceu as convenções do personagem e que influenciou o gênero de espionagem
O início da franquia James Bond tem a atuação carismática de Sean Connery - o 007 definitivo - com cenas icônicas dele - a apresentação "Bond... James Bond -, bem como da primeira "Bond Girl", Ursula Andress (que ganhou o Globo de Ouro como Atriz Mais Promissora), como Honey Ryder, na sequência em que emerge da água de biquini. Ele se envolve com outras belas mulheres: Miss Taro (Zena Marshall) e Sylvia (Eunice Gayson). O sinistro vilão, Dr. No (Joseph Wiseman), tem mãos de metal.
Foi exibido em Feira de Santana em meados de 1964, há mais de 60 anos, no Cine Santanópolis. O número 324 anotado no meu cadeno de filmes vistos. Estava com 16 anos e motivou o lançamento de um jornal mural - o 007 - no Ginásio Municipal.



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