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Vem aí!

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sábado, 4 de dezembro de 2010

"O Cano" neste domingo

"O Cano" é um espetáculo cômico inspirado no número tradicional circense "Excêntricos Musicais". Estreou em 1998 com recursos do Prêmio Aluísio Batata. É um espetáculo familiar, que encanta tanto o público adulto como o infantil. Recebeu o prêmio The Herald Angel Award no Festival Fringe de Edimburgo em agosto de 2000, considerado o maior festival de teatro do mundo. Participa de inúmeros festivais e eventos em 11 estados brasileiros e em nove países em três continentes.
O espetáculo brinca com a relação entre a música, feita de maneira não convencional com instrumentos musicais alternativos, e o clown, aquele ser cômico poético que diverte e surpreende. São três palhaços que vivem situações absurdas e inusitadas. O espetáculo se desenvolve em uma metamorfose mágica, utilizando um repertório musical que vai do jazz a MPB, e técnicas circenses como malabares, fogo, acrobacias e palhaçadas. Do silêncio surge o ruído, e do ruído a música. Do caos surge a comicidade e da comicidade a poesia.
O elenco é formado por Luciano Porto, Marcelo Beré e Márcio Vieira. Marcelo e Luciano são fundadores do Circo Teatro Udi Grudi, que há dezessete anos faz o público rir sob lonas, em teatros, escolas e ruas de Brasília.
Márcio Viera é músico e há dezoito anos pesquisa e fabrica instrumentos musicais, feitos de materiais alternativos como ladrilhos, garrafas, canos de pvc, alumínio, chaves, canudinhos. Seu trabalho é calcado não só na busca de timbres originais, obtidos na utilização de tais matérias primas, como na excelência da sonoridade e precisão das notas.
Na direção está Leo Sykes, diretora inglesa de teatro e cinema que realiza seu primeiro trabalho no Brasil. Leo trabalhou cinco anos como assistente de Eugenio Barba do Odin Teatret, tendo participado de montagens como Kaosmos, apresentado em Brasília, e Teatro Mundi. Em cinema dirigiu o curta "Conto de Duas Cabeças" exibido hors-concours na Mostra 16mm do XXXI Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.
CIRCO TEATRO UDI GRUDI
"O Cano", maior sucesso da companhia até então, estréia em dezembro de 1998. Recebe o prêmio de Melhor Espetáculo Infantil de 1999 do Jornal de Brasília, e participa da I Circonferência, em São Paulo.
Em 2000 o Udigrudi recebe o prêmio The Herald Angel Award no Festival de Edimburgo, na Escócia, o maior festival de teatro do mundo. Participa como convidado do Anjos do Picadeiro III. Para fechar o ano com chave de ouro recebe a Comenda da Ordem do Mérito Cultural do Distrito Federal.
SERVIÇO:
"O Cano"
Datas: domingo, 5, no sábado, 11, e domingo, 12
Horário: 16 horas
Local: Teatro Vila Velha
Av. Sete de Setembro, s/n - Passeio Público
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) / R$ 10,00 (meia)
Classificação Livre
(Com informações de Davi Nogueira, da Assessoria de Imprensa de Selma Santos Produções e Eventos)

Revisão de "O Forte"

Monsueto Menezes faleceu nas filmagens de "O Forte"
Foto: Reprodução

Em postagem na sexta-feira, 3, a lembrança de "O Forte", filme escrito e dirigido por Olney São Paulo (07.08.1936-15.02.1978), baseado no romance de Adonias Filho (27.11.1915-02.08,1990). Em Feira de Santana, foi visto no extinto Cine Timbira (que substituiu o Cine Santanópolis), em 1976. Na manhã deste sábado, 4, a revisão do filme em gravação do Canal Brasil no "Brasil Cult", apresentado por Leona Cavali.
Filmado em Salvador, na parte antiga da cidade - Forte São Marcelo, Pelourinho, Maciel, Carmo -, trata sobre um engenheiro (Adriano Lisboa), casado com Ana Tereza (Susana Vieira, em seu primeiro papel no cinema), que volta à Bahia contratado pelo governo para demolir o Forte de São Marcelo. Ele quer reencontrar seu amor do passado, Tibiti, que é interpretada quando criança por Milena Araújo e Andréa Bulhões, adolescente pela feirense Maridelma Teixeira (sequências em preto e branco, ressaltando o flash back) e mulher por Sandra Mara.
Parcialmente financiado pela Embrafilme, "O Forte" teve produção "complicada e dolorosa", Olney reuniu ainda no elenco o cantor Monsueto (04.11.1924-17.02.1973 - morreu durante as filmagens), Paulo Villaça, Lea Garcia, Emanoel Cavalcanti, seus filhos Olney Júnior, Irving São Paulo e Maria Pilar, todos crianças (que ouvem história para dormir com imagens de Rex Ingram como o gênio da lâmpada em "O Ladrão de Bagdá", de 1940), além dos baianos Simone Hoffman, Bartira, Eduardo Cabus, Jurema Pena, Marisa Rangel, Milton Gaúcho e Silvio Robatto. Tem ainda o feirense Hermínio Lemos.
Com a revisão, ratifico que "O Forte" é um filme com visão humanista e poética com que Olney sempre realizou cinema. O desenrolar do filme é cheio de melancolia dos personagens, sempre lembrando o passado e seus fantasmas. Para o período em que foi realizado tem cenas de nudez (de Sandra Mara, Bartira e Simone Hoffman) bem "fortes".
Na trilha sonora, "It's a Long Way", de Caetano Veloso, "Eu Quero Voltar Pra Bahia", de Paulo Diniz e Odiban, "Se o Caso É Chorar", de Tom Zé e Perna, "Stardust", de Hoagy Carmichael e M. Parish, "Smoke Get in Your Eyes", de J. Kern e O. Harbach, "Vício", de F. Cesar por Billy Davis. Sandra Mara na voz de Helena de Lima interpreta "Diz Que Fui Por Aí", de Zé Keti e H. Rocha, "O Sol Nascerá", de Cartola e Elton Medeiros, e "Mora na Filosofia", de Monsueto Menezes.

Números de "Tropa de Elite 2"

Até domingo, 28 de novembro, "Tropa de Elite 2", de José Padilha, alcançou o público de 10.367.825 espectadores. Em oito semanas, a arrecadação de R$ 96.930.951.
O filme continua em cartaz no país, em nona semana, incluindo em Feira de Santana, no Orient Cineplace, Multiplex do Boulevard Shopping.

Oh, coitada!









Deu em Claudio Humberto

"Os fatos desmentem Lula"

Editorial do jornal "O Estado de S. Paulo", edição deste sábado, 4:
Fiel a seu costume de contar a história à sua maneira, sem o mínimo compromisso com os fatos e a verdade, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva mais uma vez falou sobre a “herança maldita” recebida em 2003, ao iniciar seu primeiro mandato. Desta vez, o rosário de inverdades foi desfiado perante o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social. O evento foi uma das várias despedidas programadas pelo presidente para este mês. De novo ele falou sobre o País quebrado e sobre o mau estado da economia no momento da transição do governo. De novo ele se entregou a uma de suas atividades prediletas, a autolouvação despudorada, atribuindo a si e a seu governo a inauguração de uma economia com fundamentos sólidos, estabilidade e previsibilidade. As pessoas informadas e capazes de discernimento conhecem os fatos, mas talvez valha a pena recordá-los mais uma vez, para benefício dos mais jovens e dos vitimados pela propaganda petista.
A primeira informação escamoteada pelo presidente Lula e pela companheirada é a origem da crise inflacionária e cambial de 2002. Os problemas surgiram quando as pesquisas mostraram o crescimento da candidatura petista. Não surgiram do nada e muito menos de uma perversa maquinação dos adversários. Os mercados simplesmente reagiram às insistentes ameaças, costumeiras no discurso petista, de calote na dívida pública e de outras lambanças na política econômica. Figuras importantes do partido haviam apoiado um irresponsável plebiscito sobre a dívida e mais de uma vez haviam proposto uma “renegociação” dos compromissos do Tesouro.
Tinha sólidos motivos quem decidiu fugir do risco proclamado pelos próprios petistas. A especulação cambial e a instabilidade de preços foram o resultado natural desses temores. A Carta ao Povo Brasileiro, com promessas de seriedade, foi o reconhecimento do vínculo entre a insegurança dos mercados e as bandeiras petistas.
Essas bandeiras não foram inventadas pelas fantasmagóricas elites citadas pelo presidente nas perorações mais furiosas. São componentes de uma longa história. Petistas apoiaram algumas das piores decisões econômicas dos últimos 30 anos. Uma de suas figuras mais notórias aplaudiu entre lágrimas uma das mais desastradas experiências dos anos 80, o congelamento de preços do Plano Cruzado. Nenhum petista ensaiou uma discussão séria quando os erros se tornaram mais que evidentes e o plano começou a esboroar-se.
Naquele período, como nos anos seguintes, petistas continuaram pregando o calote da dívida externa. Ao mesmo tempo, torpedearam todas as tentativas importantes de reordenação política e econômica e resistiram a assinar a Constituição.
O PT combateu as inovações do Plano Real. Foi contra a desindexação de preços e salários. Resistiu ao saneamento das finanças estaduais e municipais. Combateu - como já vinha combatendo - a privatização de velhas estatais, mesmo quando não havia a mínima razão estratégica para manter aquelas empresas sob o controle do Tesouro. Criticou a Lei de Responsabilidade Fiscal e atacou todas as iniciativas de ajuste das contas públicas.
A economia foi retirada do caos e seus fundamentos foram consertados, nos anos 90, contra a vontade do PT. O saneamento e a privatização de bancos estaduais permitiram o resgate da política monetária. Graças a isso foi possível, em 2003, conter o surto inflacionário em poucos meses. O Banco Central simplesmente manejou ferramentas forjadas na administração anterior.
Todos os princípios e instrumentos de política econômica essenciais à estabilidade nos últimos oito anos são componentes dessa herança mais que bendita. Se os tivesse abandonado há mais tempo, o governo Lula teria sido não só um fracasso, mas um desastre. Mas a fidelidade aos princípios do governo FHC nunca foi total. O inchaço da administração, o loteamento de cargos, a desmoralização das agências de regulação e o desperdício são partes da herança deixada à sucessora do presidente Lula, além de compromissos irresponsáveis, como o de um trem-bala mal concebido e contestado econômica e tecnicamente. Esse legado não será descoberto aos poucos. Já é bem conhecido.

Dia do Colunista Social

Em 8 de dezembro comemora-se o Dia do Colunista Social. Em Feira de Santana, o vereador Roberto Tourinho criou a data para homenagear a classe.
"Há muito se mudou o modo de escrever do colunista, hoje ele aborda diariamente assuntos relacionados à sociedade de sua cidade e região, agregando temas sobre cultura, economia, turismo e política. Valoriza pessoas e empresas que fazem o acontecer de uma cidade, destacando a qualidade das pessoas, seu modo de viver. É dizer transformando pessoas em noticiais e destaque", conta Lilia Campos, que edita a revista "Glamour".
"Coloquem na agenda de vocês esta data, pois esses profissionais merecem e muito nosso respeito e consideração", completa.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

ViaBahia deve esclarecimentos sobre Anel de Contorno

Angelo Conrado Loula, professor assistente da Área de Informática do Departamento de Ciências Exatas da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), "gostaria de esclarecimentos da Via Bahia sobre serviços nos acostamentos do segmento norte do Anel de Contorno de Feira de Santana que não foram realizados".
Ele enviou e-mail ao Blog Demais:
Fiquei sabendo através da mídia e do site da concessionária ViaBahia que todas as praças de pedágio da BR-116 no trecho sob concessão da ViaBahia iniciarão suas cobranças.
No entanto, noto que o segmento norte do Anel de Contorno de Feira de Santana (passando pelos entroncamentos com BR-324, avenida Getúlio Vargas, avenida João Durval, avenida Maria Quitéria, BR-116 Norte e BR-116 Sul) encontra-se com os acostamentos em estado precário e perigoso para a segurança dos usuários dessa via. Em muitos trechos o desnível é muito grande ou com grande inclinação, ou simplesmente não existe mais acostamento. Eu moro próximo ao Contorno e transito nele todos os dias, e vejo claramente o descaso com a segurança dos usuários, Houve a recuperação da via de trânsito, mas os acostamentos e faixas de segurança foram ignorados.
Analisando o contrato de consessão (http://www.antt.gov.br/avisolicitacao/bahia/ContratoConcessao_v2.pdf) verifiquei que, segundo o apêndice B do PER, o segmento norte do Anel de Contorno de Feira de Santana corresponde ao trecho 5 do sistema rodoviário sob concessão incluindo como BR-116.
Assim, como foram autorizadas as cobranças nas praças de pedágio da BR-116, assumo que o segmento norte do Contorno de Feira de Santana deveria ter atendido aos requisitos dos trabalhos iniciais de concessão, que incluem diversos parâmetros do quadro 1.1 do PER, mas não consigo acreditar que tenha sido aprovada o cumprimento no referido trecho referente a 'ausência de desnível superior a 5,0 cm, entre a faixa de tráfego e o acostamento' (é evidente que não cumpriu) e mesmo 'execução dos reparos localizados, necessários para correção estrutural e funcional do pavimento das pistas de rolamento, acostamentos e faixas de segurança, em segmentos críticos'.

Dúvida

Na coluna "Repórter Brasília", de Edgar Lisboa, no "Jornal do Comércio", do Rio Grande do Sul, edição de 22 de novembro, a seguinte nota:
Conversa com Getúlio
No discurso da inauguração do Centro de Referência do Trabalhador Leonel Brizola, em Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva contou uma história de quando foi visitar o túmulo de Getúlio Vargas em São Borja-RS, acompanhado de Brizola.
"Fiquei espantado. Ele ( Brizola ) ficou conversando com uma admiração, era como se o Getúlio estivesse ali ouvindo", relatou o presidente.
Lula ainda disse que o Brizola o apresentou para o ex-presidente e perguntou: "Quer conversar com o Getúlio?". Para Lula, foi tudo muito estranho. "O Brizola transcendeu minha compreensão".
Há testemunhas disto? É um elogio? Ou é uma maneira, sutil de, a pretexto de elogiar o Brizola, insinuar que estava caduco, ou coisa que o valha?
Enviada por Sérgio Oliveira, de Charqueadas-RS

Coelba ameaça cortar energia do Hospital Estadual da Criança

O Hospital Estadual da Criança não paga débitos com a conta de energia desde agosto e pode ter fornecimento suspenso a qualquer momento. O hospital tem uma dívida com a Coelba de R$ 305.545,57 referente a quatro contas de energia sem pagamento, dos meses de agosto a novembro.
A instituição foi notificada pela companhia e recebeu um aviso de suspensão do fornecimento de energia elétrica. No aviso, a Coelba afirma que “não houve providência efetivas para o pagamento do débito vencido abaixo relacionado, apesar das correspondências anteriormente enviadas”.
A população tem o direito de saber aonde estão os recursos para a manutenção deste hospital, pois há dinheiro público investido e centenas de crianças de Feira de Santana e região que carecem de atendimento.
Fonte: Blog de Dilson Barbosa

Lula quer regulação da mídia

Está na mídia
Em entrevista a oito rádios comunitárias, na quinta-feira, 2, o presidente Lula disse que a regulação da mídia tem que acontecer "agora" porque a legislação, de 1962, está muito atrasada.
Segundo ele, essa será a prioridade do novo ministério de Comunicações de sua sucessora, Dilma Rousseff.
O governo Lula prepara um anteprojeto de lei para entregar a Dilma, que será o "ponto de partida" de uma nova política para o setor. A expectativa é que Dilma encaminhe o texto para consulta pública ou discussão do Congresso quando assumir e trate o assunto como prioritário em seu governo.
"O novo Ministério está diante de um novo paradigma de comunicação. Quero alertar vocês porque esse debate vai ser envolvente, tem muita gente contra e muita gente a favor. Certamente, o governo não vai ganhar 100% e quem é contra não vai ganhar 100%", disse.
Lula afirmou que as mudanças serão atribuição do Ministério das Comunicações. "Dilma tem compreensão disso. Ao escolher o ministro ela vai ter que escolher pessoa que tenha relação com vocês, com os órgãos de comunicação e com a sociedade", disse.
Entidades como Associação Nacional de Jornais (ANJ), Associação Brasileira de Rádio e Televisão (Abert), entre outras, enxergam na proposta do governo de criar novas regras para serem seguidas pelo setor de telecomunicações e radiodifusão uma tentativa de impor censura à liberdade de informação e controlar os meios de comunicação.

O tempo passa

Extraído do "Diário Oficial do Poder Judiciário", edição de 23 de novembro:
Intime-se a parte autora, para que, no prazo de 30 dias, comprove sua insuficiência financeira para arcar com as custas processuais, colacionando aos autos comprovante de renda, ou, em igual prazo, proceda ao recolhimento das custas processuais, sob pena de cancelamento da distribuição.
Intime-se, para, no prazo de dez dias, corrigir o valor da causa, sob pena de indeferimento da inicial, o qual deverá representar o montante almejado pela parte autora em seu pedido inicial, a título de danos materiais e morais.
Neste sentido, oportuno transcrever entendimento jurisprudencial: "Valor da causa - Indenização por dano moral - Pedido líquido - Valor que representa o conteúdo econômico da demanda - Valor da causa que a ele deve corresponder - Recurso não provido".

O tempo está correndo e não se sabe se o valor da causa foi corrigido. Nesta sexta-feira, 3, completam-se dez dias do prazo. O outro prazo é mais longo.

FAT realiza vestibular sábado

A Faculdade Anísio Teixeira (FAT) está com tudo pronto para a realização das provas do seu vestibular de fim de ano, que acontecem neste sábado, 4. Para o próximo semestre, estão sendo oferecidas vagas nas áreas de Administração, Contábeis, Direito, Psicologia, Jornalismo, Publicidade, Enfermagem, Sistemas Para Internet, Rede de Computadores e Nutrição, novo curso que terá aulas nos turnos matutino e noturno.
As inscrições para o vestibular 2011.1 superaram as expectativas da direção da faculdade, sendo que as vagas mais concorridas são para Direito e Enfermagem.
Para ter acesso à FAT e realizar as provas, os candidatos devem apresentar um documento oficial com foto e o comprovante de inscrição, que foi enviado por e-mail. Os portões da faculdade serão abertos às 13 horas e fechados às 13h30, sendo que as provas serão aplicadas a partir das 14 horas e terão duração de três horas.
Os candidatos às vagas do processo seletivo da FAT responderão a questões nas áreas de Matemática e Linguagem e Códigos, que compreende conhecimentos em Português e Literatura, além de escreverem uma redação. Semelhante ao que acontece em outros vestibulares e concursos públicos, o gabarito deverá ser preenchido com caneta esferográfica de tinta azul ou preta.
O coordenador do vestibular e assessor da diretoria geral da FAT, Adailton Silva, relembra aos candidatos a importância de manterem a calma durante as provas “para conseguirem um bom desempenho no processo seletivo e poderem ingressar em nossa instituição, que está de braços abertos para receber os novos graduandos”, afirma.
(Com informações de Sílvia Dantas, da Assessoria de Comunicação da FAT)

Ildes Ferreira esclarece sobre a denúncia do MPF

O Parque Tecnológico de Salvador - Bahia (Tecnovia) é um empreendimento da maior importância para nosso Estado, pela possibilidade que tem de contribuir, de forma efetiva, para a modernização e dinamização da nossa economia.
Ele foi pensado em 2005 e teve continuidade com o governo Wagner. Tive a feliz oportunidade de iniciar a sua implantação.
O Tecnovia está sendo construído numa área de grande interesse imobiliário e houve muitas tentativas de inviabilizá-lo.
A questão ambiental é sempre colocada como motivo para as tentativas de impedimento. Afinal, somente um empreendimento público dessa natureza poderá garantir a preservação de parte da fauna e da flora ainda restantes.
A mata atlântica, defendida por todos nós, já não existe mais no local.
Aquela vegetação deve ser a 5ª. geração; prova disso foi que não encontramos nenhuma árvore adulta no local, todas já tinham sido devastadas pela retirada clandestina de madeira e lenha. Apreendemos várias armadilhas para capturar animais silvestres e espantamos caçadores clandestinos de lá.
Enfim, adotamos todas as medidas possíveis para preservar o meio ambiente e o projeto do Tecnovia assegura a preservação de 70% da área nativa.
Depois de muitas negociações com a Promotoria do Meio Ambiente e com o Centro de Recursos Ambientais (atual IMA), obtivemos a Licença Ambiental e acordamos com a Sucab a licitação do empreendimento.
No Estado, quem contrata as empresas para construções e emite Ordem de Serviço é a Superintendência de Construções Administrativas da Bahia (Sucab), por isso, no meu entender, a denúncia não deve ser imputada Secti e à minha pessoa.

Ildes Ferreira
Ex-secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado da Bahia

Sobre fascismos e fascismozinhos

Por Flavio Morgenstern

"O que é então a lei? É a organização coletiva do direito individual de legítima defesa" - Frédéric Bastiat.

A frase mais famosa do economista francês Frédéric Bastiat é: "Não esperar senão duas coisas do Estado: liberdade e segurança, e ter bem claro que não se poderia pedir mais uma terceira coisa, sob o risco de perder as outras duas".
Há explicação para a completa falta de compreensão da frase no Brasil: nunca tivemos algo que não fosse um Estado inchado e aparelhado. Antes mesmo de ter um governo, ou alguém a quem governar, já tínhamos um Estado: Tomé de Souza chegou aqui, com ministérios debaixo do braço, para governar uma colônia que ainda inexistia. Tínhamos Estado e jurisprudência para governar tamanduá, capivara, suçuarana e bicho-do-pé.
Elevando-se a interpretação para um patamar um pouco mais civilizado, poderíamos compreender a frase da seguinte forma: o governo nos deve garantir segurança, e tão-somente ela. Ao nos garantir a segurança, nos permitirá agir em liberdade em relação ao concidadão circunstante e também estaremos livres de ameaças não presentificadas a direitos mais abstratos: liberdade de expressão, de filiação, de ir e vir.
De um lado estão as ameaças derivadas de outros compatriotas: assaltantes, estupradores, seqüestradores. Em uma zona um tanto quanto imprecisa desta lista de ameaças, os traficantes - que, por um lado, nunca colocaram droga na mão de ninguém aqui embaixo, deixando que "amigos" mais progressistas, antenados e cabeça cuidassem da distribuição e consumo pelo nicho abastado da população. Estas ameaças são coibidas com o governo nos garantindo segurança.
Do outro lado, estão as ameaças que são impingidas pelo próprio Estado, através de governos inescrupulosos. Não importa quão boas sejam suas intenções locais e pontuais, como combater as mentiras e calúnias de um jornal: ao criar um mecanismo que cerceie a liberdade de imprensa para destruir uma atual indústria da mentira, ao deixar o governo, você pode estar deixando uma máquina de opressão que poderá ser pessimamente utilizada por seu sucessor menos escrupuloso e bonzinho. Estas ameaças são coibidas com o governo nos garantindo liberdade.
A rigor, o governo nos garantir liberdade significa: o governo não deve fazer nada que não seja voltado para a nossa segurança. O que não recai nessa alçada não é função do governo. Se exigirmos que qualquer ação além da garantia da segurança seja realizada pelo governo, perderemos a liberdade. Se quisermos que o governo nos garanta algo além da liberdade, perderemos a segurança (jurídica, econômica, política, eleitoral… basta analisar os escândalos envolvendo a promiscuidade estatal com empresas que jogaram bilhões no lixo, de Cacciola e Daniel Dantas a Lehman Brothers, Bear Stearns, Freddie Mac e Fannie Mae, só para ficar no inquestionável exemplo econômico).
Pior: criaremos uma casta superior - o burocrata governista, que pode definir quem tem seu direito á liberdade assistido e quem não tem. A liberdade deixa de ser um direito do cidadão e passa a ser uma garantia revogável do Estado, quase um favor que este faz em troca de bom comportamento - e quando se trata de o governante supor bom comportamento do governado, geralmente significa leniência e laxismo - caracterizando, por si só, coerção, o que é um atentado à liberdade e à segurança.
A frase de Bastiat ainda pode ser compreendida erroneamente como a busca de um termo pacífico de equilíbrio. Como expus, segurança e liberdade, às vezes, são entidades contrárias. É o pensamento da revolução francesa: Liberté e égalité são conceitos que se chocam: um meio-termo pacífico seria regular as ações pela fraternité. É o que faz com que cada crítica ao "sistema" que seja feita hoje em dia, por pouco contato com teorias que prestam, tentem jogar um pouco da culpa em cada um e, invocando a tal fraternité, creia que o mundo vai melhorar quando cada um colocar a mão em sua própria consciência e entender que é melhor pedir do que roubar. De Hollywood aos sociólogos da FFLCH, são os velhos conscientes de plantão.
Mas o que Bastiat propõe não é um meio-termo mediado entre segurança e liberdade. Para o pensador liberal, o papel do governo é garantir segurança. A liberdade, como vista, se dá negativamente: o governo a garante não fazendo alguma coisa, mas justamente não fazendo nada. Assim, garantem-se ambas, sem um falso e nevoento meio-termo a qual qualquer patife pode reivindicar para atentar contra um, o outro, ou ambos.
Por fim, resta entender que a segurança não se trata apenas de polícia. A princípio, porque pode-se não ter tempo para acioná-la quando uma ameaça surge - e, juntando liberdade e segurança, o cidadão pode ter o direito de reagir a uma ameaça assim que se sente ameaçado, sem precisar perder parte de sua segurança quando perde a liberdade de neutralizar o perigo da forma que lhe convém. Segurança e liberdade estão juntas contra o primeiro agressor.
Quando ambas entram em conflito, como no caso da violência generalizada (já que mesmo um seqüestrador, assassino ou estuprador é considerado "cidadão"), o Estado deve se pautar não por um meio-termo, como fazem nossos intelectuais: sua função é garantir a segurança. A liberdade é consequência direta de se garantir segurança. Se a polícia é honesta e efetiva, a pequena dose de liberdade que nos toma em um dia (como a de atravessarmos a rua sem sermos baleados) garantirá segurança sempiterna. O contrário destrói a segurança e, pior, deixa que a liberdade seja destruída não pelo governo, mas por outros circunstantes.
No entanto, ambas dependem de mecanismos do governo para garantir que ações do cidadão (a famosa iniciativa privada, que no barbarismo parece ser faculdade apenas de milionários), como se matricular em uma faculdade ou abrir uma barraquinha de cachorro-quente, sejam efetuadas sem agressão aos outros, tenham segurança garantida contra agressores e cujos efeitos, lucros e danos sejam de responsabilidade apenas do seu criador.
Assim, o princípio de defesa da segurança liberal depende de garantir a segurança das ações pacíficas e a liberdade de resposta ao agressor - ambas as coisas garantem a liberdade que o governo, por qualquer ação afirmativa que tente, nunca irá garantir à população.
Como segurança custa caro, é comum que uma boa fatia do que se ganhe seja dada ao governo para fins de proteção do resto do montante. O inaceitável é ser coagido (atentado à liberdade) a ser tungado pelo governo num montante vultoso para fins nunca explicados - e que não garantem nenhuma forma de segurança.

O fim da violência
A Rocinha é uma área gigante, aberta, com uma vista maravilhosa, mão-de-obra barata e uma população gigantesca e crescente querendo trabalhar. Por que ela ainda não foi comprada? A resposta, de tão óbvia, surpreende: porque ela não está à venda.
É um lugar-comum da "crítica social" dizer que a violência grassa onde o Estado não chega. Como tudo aquilo que tem gosto de crítica, soa arcano, genial e fruto da mais engenhosa reflexão de estro próprio: na maioria dos casos, é a velha "crítica" que não passa de um clichê bobo de universitários. Estamos há uma semana ouvindo críticas à "mídia" e em suas respostas apenas para dizer enroladamente que não têm resposta nenhuma.
Acompanhada da idéia consagrada e capengante da crítica à "sociedade de consumo", o que este clichê quer dizer é que o Estado não chegou até a Rocinha - logo, o território está dominado pelo capitalismo selvagem dessa tal sociedade de consumo. Capitalismo este que, na visão destes intelectuais, grassaria estranhamente logo onde há menos segurança.
Para piorar, os encômios que a população pagadora de impostos rende quando a polícia destrói o comércio ilegal de traficantes, garantindo segurança onde antes não havia e permitindo uma liberdade temporária ao morador local, é visto como demonstração de fascismo. Fascismo por ser obra de um Estado aplicando o monopólio da força, que é seu apanágio. Fascismo, por parecer uma força retrógrada de opressão, quando estes gostariam de tomar o Estado para incutir seu próprio diagrama social. O fascismo que, ensinado como força "de direita", ou, pior, como a direita in extremis, significaria capitalismo e liberalismo também potencializados.
Ora, se há algo diametralmente oposto ao liberalismo é o comuno-fascismo: ambos os Estados inchados, que buscam garantir muito mais do que segurança e liberdade para os cidadãos - e, como prognosticara Bastiat mais de meio século antes, destruindo justamente as duas primeiramente. Apenas por um representar alguns valores arcaicos e outro falar de uma sociedade futurista não é motivo o suficiente para vê-los como diametralmente opostos, com o liberalismo entre ambos. É muito fácil ver que Hitler e Stálin construíram sociedades bem parecidas, mesmo que professores de História chamem um de direita e outro de esquerda - enquanto que é difícil conceber parecenças entre Hitler e Thatcher ou Hitler e Reagan.
O fator mais curioso, é claro, é que o Estado em que estes críticos das "ações fascistas" defendem é, afinal, bem parecido com um Estado fascista: crítico da liberdade de consumo, busca destruir esta liberdade e muito da segurança mesmo física em prol de princípios macambúzios que consideram os agressores verdadeiros lutadores contra a “antiga” sociedade.
O maior erro desta visão é exposto em casos como a eclosão de violência no Rio de Janeiro: enquanto a grita sobre a violência surgir onde o Estado não chega é consensual, com forte matiz de crítica ao liberalismo, um outro lado da mesma moeda não foi apontado em lugar nenhum da imprensa até agora: onde o Estado não chega, a empresa não chega, e é aí que reside o maior perigo.
Basta perguntar para qualquer criança que ainda não entrou no tráfico nessas comunidades carentes se ela preferiria trabalhar para o Google ou para o tráfico que a resposta não precisa ser nem declarada para ser concebida. Fala-se no Estado como o provedor supremo, aquele que garantirá todas as benesses, mas esquece-se de que, afora a cultura do tráfico, entra-se nele por falta de opção de trabalho em uma outra companhia.
Fala-se que a ocupação do morro pela polícia é ineficiente, e é. Falta a política de segurança. Mas não só essa tal política, também: falta levar uma empresa para cima da favela: o tráfico não é a coisa mais lucrativa do mundo, e seu plano de carreira faz qualquer um, por comparação, querer abraçar o chefe que tem.
Essa é a solução para o tráfico no Rio: fazer com que cada futuro menino do tráfico vire comerciante, técnico de computação, farmacêutico. Isso o governo nunca conseguirá fazer.
Deixem que os sociólogos reclamem da "sociedade de consumo" e do "neoliberalismo" que inexistem nas favelas: o que falta a essas comunidades é, justamente, consumir. Deixe que eles misturem o neoliberalismo com o seu oposto, o fascismo, e critiquem este comportamento na "classe média", quando defendem exatamente um fascismozinho como solução: Tutto nello Stato, niente al di fuori dello Stato, nulla contro lo Stato. Dêem segurança aos morros e só assim permitam a liberdade individual - e isso inclui permitir que o morador de favelas também tenha seu MacBook e vire um designer tão bom quanto a galera que come no Outback.
Às vezes, até mesmo a segurança é feita de maneira mais apropriada quando não é feita pelo Estado.
Fonte: Instituto Millenium

PMDB de Feira de Santana esclarece sobre denúncia

Em relação à denúncia publicada pela imprensa sobre crime ambiental praticado pela Secretaria de Ciência e Tecnologia na gestão do professor Ildes Ferreira, do PMDB de Feira de Santana, o partido pela sua Executiva tem os seguintes esclarecimentos à opinião pública:
1. Acompanhou de perto a atuação de Ildes Ferreira na implantação do Parque Tecnológico, constatando a sua preocupação e zelo pelo meio ambiente. Aliás, ele é militante do meio ambiente, participando do Movimento Água é Vida e do Fórum Ecológico de Feira de Santana (Eco-Feira);
2. Constatou, junto à Justiça Federal da Bahia, que não há nenhuma "ordem de prisão" como foi anunciada, mas uma denúncia a ser investigada;
3. À época, assumindo o cargo de secretário de Estado, Ildes Ferreira representava o governo, logo, a denúncia não pode ser feita contra a pessoa física, mas contra o governo a quem cabe assumir a defesa.
4. No Estado, todas as construções, de todas as secretarias, são executadas pela Sucab, a quem cabe fazer as licitações, emitir ordem de seviços e estar atenda à documentação necessária.
Executiva do PMDB de Feira de Santana

"O lado certo"

Por Nivaldo Cordeiro
Li com atenção a entrevista de Luiz Eduardo Soares dada à "Folha de São Paulo". Fez-me pensar. Ele é o um dos co-autores do livro que foi base para o filme "Tropa de Elite". Supostamente tem autoridade para falar do assunto de Segurança Pública, pois exerceu cargos na área, tanto no Rio de Janeiro como no plano federal. Apesar de todas as credenciais Luiz Eduardo Soares na entrevista demonstra uma grande confusão moral e chega mesmo a identificar o crime com as forças da ordem, onde tudo está misturado. Como alguém tão confuso assim pôde trabalhar num roteiro tão sensacional? Obra coletiva esconde às vezes as carências individuais.
Vimos pela televisão que a paz nos morros depende da presença esmagadora das forças da ordem estatais. Não tem meios termos: ou mandam os bandidos ou o Estado. Se os bandidos ficam fortes a ponto de desafiarem seriamente a ordem estatal então a guerra civil se instala, como vimos na Colômbia, vítima das Farc. E estamos a ver no México, onde uma miríade de organizações criminosas tem matado muita gente, usando armamento de guerra e desafiando as autoridades constituídas.
O fato de haver polícia de um lado e bandidos do outro mostra que não dá para confundir. "Polícia é polícia, bandido é bandido", já declarou um antigo profissional do crime, consagrado nas telas do cinema no filme "Lúcio Flávio, O Passageiro da Agonia". Todos os comentaristas que leio sobre o assunto da violência do tráfico no Rio de Janeiro responsabilizam o governo de Leonel Brizola por abandonar os morros à própria sorte, retirando as forças policiais e entregando territórios livres aos traficantes, que desde então fizeram o que bem quiseram. E desde Brizola nenhum outro governador ousou impor a autoridade do Estado nesses territórios. A exceção veio na semana passada em resposta à insolente ação de desafio guerrilheiro que fizeram, pondo fogo em veículos particulares para "protestar" contra a nova política de segurança de Sergio Cabral.
O argumento de que a corrupção policial é tão podre que torna os policiais bandidos iguais aos outros não se sustenta. Vimos que um comando do governador foi o suficiente para que centenas de traficantes pés de chinelo saíssem do seu covil correndo, entregando o território que haviam usurpado. Alguém pode até argüir que a fuga foi um ato de fraqueza das forças da ordem e mesmo de conivência. Autoridades talvez não quisessem a destruição total do Comando Vermelho. Ainda assim não se pode confudir o certo e o errado, o bem com o mal. As forças da ordem, ainda que se desviem, são as representantes do bem; os traficantes, ainda que façam benemerências e instituam uma ordem "justa", precária que seja, são os representantes do mal.
A morte de Tim Lopes em uma fogueira medieval dá o grau de agudeza do limite a que esse mal pode chegar. Seu sacrifício nos lembra dolorosamente que o mal é sempre mal, mesmo que queira se travestir de bem.
Com o Estado agindo, o negócio das drogas, como ele sugere, jamais ficará bem. É ilusão achar que traficantes vendam sua mortífera mercadoria dispensando a violência. Nem posto de gasolina, com proteção policial e judicial escapa a assaltos esporádicos, o que dirá uma mercadoria que é por natureza contrabandeada e traficada contra as leis e portadora de elevado valor agregado. Sem força armada própria, mínima que seja, o tráfico não se sustenta.
Luiz Eduardo Soares declarou: "A primeira medida fundamental é fazer com que a polícia pare de participar do tráfico". Para que policiais corruptos (e não toda a polícia, como sugere ele) parem de participar do tráfico urge que o tráfico seja suprimido. Não se pode aceitar a hipótese de que esse fato não é alcançável. A fuga de centenas de malandros traficantes em pés de chinelo, portando seus fuzis, mostrou que são frágeis, não têm força militar para confrontar o Estado quando as autoridades têm disposição política. Subentende-se nessa confusão moral e analítica do entrevistado que a polícia como instituição é a responsável pelo tráfico. Não é.
Se há um poder político patrocinando o tráfico, este está acima da polícia e mesmo das Forças Armadas. Bem sabemos das ligações do PT e de outros partidos de esquerda, no âmbito do Foro de São Paulo, com o crime organizado e com os donos da produção de cocaína na América do Sul, as Farc. Vimos os documentos que comprovam até o envolvimento eleitoral do dinheiro sujo do narcotráfico, e não apenas no Brasil. Mesmo assim Lula teve que assinar a ordem autorizando que as Forças Armadas dessem suporte aos policiais cariocas para subir o morro. A grande surpresa é que a população aplaudiu e pediu bis. O problema dessas ligações com as esferas políticas superiores não está no traficante que habita o meio urbano consumidor de tóxicos, está na liberação das fronteiras, no amparo político às fontes produtoras desde fora do Brasil, está na associação com governantes delinqüentes como Hugo Chávez, que hoje tornou a Venezuela um santuário para os chefões das Farc.
Luiz Eduardo Soares não tem uma palavra para falar disso, da corrupção em larga escala no poder político federal, que pôs o Itamaraty a serviço dos Estados delinqüentes e castrou o comando das Forças Armadas, que vêem impotentes os acontecimentos se desenrolarem. Não é a corrupção rasteira dos policiais que dá força ao tráfico. Uma única voz de comando acaba com qualquer "arrego" dos meganhas menores. Mas como acabar com a força de Marco Aurélio Garcia e de Gilberto Carvalho? E mesmo de Lula e de Dilma Rousseff? E de todo o PT e seus aliados?
Penso que os acontecidos na semana passada no Rio de Janeiro se deveram ao fato dos pequenos traficantes acharem que tinham força para afrontar a ordem estabelecida, que está fundada a despeito inclusive da vontade dos controladores do Governo Federal. É a força viva da Nação, que reagiu. O que vimos é que os brasileiros descobriram que têm polícia e que "seu" Exército ainda está aí, junto com a Marinha e a Aeronáutica. São forças dormentes, mas que permanecem potentes. Como o povo permanece. Nossa gente felizmente não faz a confusão mental de Luiz Eduardo Soares. Para ela, bandido é bandido e polícia é polícia e se bandidos exorbitam o Estado deve descer o sarrafo nos vagabundos.
Fonte: "Mídia Sem Máscara"

Boulevard Shopping esclarece

A Superintendência do Boulevard Shopping está esclarecendo que a pessoa detida na quinta-feira, 2, pela Polícia Civil estava prestando serviço de eletricista a uma obra de uma loja situada dentro do shopping e não ao Boulevard Shopping.
O quadro de eletricistas do referido empreendimento é composto pelos próprios funcionários do Shopping, que passam por rigorosos critérios de seleção e contratação.
Desta forma, não é de responsabilidade do Boulevard Shopping a contratação deste funcionário.
Vivianne Freire
Superintendente do Boulevard Shopping

Insistência para censurar imprensa

Está existindo uma deliberada investida das "entidades de defesa da sociedade" em criar mecanismos para o controle do que é divulgado pela imprensa. O controle da imprensa está em pauta insistentemente. A vez é de um deputado do PT do Espírito Santo sugerir criação de conselho de censura
Primeiro Alagoas, Bahia, Ceará, Mato Grosso, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Sul, São Paulo e agora Espírito Santo, por iniciativa do deputado estadual Cláudio Vereza. Para ele, a "democratização" nos moldes do que foi discutido em conferências nacionais manipuladas por tendências autoritárias do governo petista.
O jornalista Marcos Rosetti, diretor da Agência Congresso, considera que a proposta dos conselhos parte de setores do Governo Federal, por conta do debate estimulado pela insatisfação com a atuação independente da imprensa. "Com a revelação de tantos desmandos que gostariam de manter sob o tapete, buscam agora meios para controlar o que é levado ao conhecimento do público", afirma.
No Espírito Santo, a justificativa para a criação do conselho é que "a democratização da comunicação se faz necessária por ela se constituir como direito fundamental de todo cidadão, passível, portanto, de instrumentos públicos de fiscalização".
No Paraná, o deputado Ney Leprevrost (PP), em nome do "direito à liberdade e à informação", propôs à Assembleia Legislativa que aprove lei impedindo que sejam criados no Estado "comitês ou órgãos semelhantes que tenham por finalidade o controle da imprensa escrita, falada ou televisionada".
Fonte: "Ucho.Info"

Experiência inusitada no cinema

Por Maria do Carmo Vieira
Depois de tentar, em vão, ficar alheia ao acontecimento que é "Tropa de Elite 2", fui ao cinema ver o filme. Definitivamente esse não é meu tipo de filme, mas o jornal classificou como imperdível, disseram que não é tão violento assim e que tem uma boa história, então decidir ir. Primeiro, acertei em casa quem iria comigo - Caio e Caíque toparam; Acauã queria, mas tinha um compromisso; depois, fui ontem ao shopping pra comprar os ingressos pra hoje, quarta-feira (1º), dia de ingresso a R$ 4,50 (uma bênção!), aproveitando o momento da minha caminhada.
Pois bem, conforme combinado, encontrei os meninos no shopping e - por acaso - mais dois amigos deles; lanchamos e até tomamos um chopinho (eu gosto e não nego. rs rs). O momento tava tão legal, que quase esquecemos a hora de entrar na sala. Nos apressamos e... fomos barrados! É, exigiram as carteiras de identidade dos meninos e os safadinhos não levaram. Imagina meu drama: meu Deus, quantas mil vezes eu já não falei pra eles não saírem sem esse famigerado documento!!! E pro cinema, então?! Pra ver um filme como esse?!!! O cara da portaria disse que eles tinham que provar que eram meus filhos pra entrar comigo. Ó pá isso?!!
O negócio não ficou pior porque alí, na horinha da raiva, quando eu já estava me preparando para tentar vender os ingressos na fila, um funcionário me avisou que eu podia pegar meu dinheiro de volta. Olha que maravilha!!! Eu não sabia disso não! Corri para o guichê e resgatei minha grana. É claro que isso minorou minha decepção. O jeito foi deixar o cinema pra próxima semana. Agora, EU QUERO assistir esse filme!
Pra não perder a ida ao shopping, fui comprar umas sandálias que tava precisando. Aí esqueci o incidente de vez, e ainda fiquei feliz. É, porque poucas coisas deixam uma mulher tão feliz como fazer umas comprinhas.
E a minha noite foi salva!
Fonte: "Blog de Maria Duth"

Sarneilulismo


Fonte: Claudio Humberto

"Empreiteiras conhecem o segredo do Alemão"

Deu em Claudio Humberto

As empreiteiras Odebrecht, OAS e Delta, que retomam as obras de R$ 493 milhões de um teleférico no Complexo do Alemão, deveriam ser solicitadas a informar as autoridades do Rio de Janeiro como operaram o “milagre” de trabalhar na região, desde abril de 2008, sem que os bandidões do tráfico as importunasse. No mesmo período - dois anos! - as experientes forças policiais do Rio nem sequer entravam na área.
Conluio terceirizado
Segundo oficiais de Inteligência, o governo do Rio sempre fez acordo com os traficantes, por meio de ongs amigas”, para inaugurar obras.
Estranha incompetência
Há dois anos sem entrar no Complexo do Alemão, a polícia poderia ter infiltrado agentes entre trabalhadores de obras do PAC, mas não o fez.
Estranha omissão
Com sua estranha omissão, a polícia carioca ignorou (de propósito?) as alterações nas obras do PAC que criaram a rota de fuga dos bandidos

"De goelas abertas e garras afiadas..."

Por Carlos Chagas
Vale insistir: ou Dilma Rousseff dá um grito de independência, se possível com um murro na mesa, ou seu governo se tornará refém do que há de pior na política nacional. De goelas abertas e garras afiadas, PMDB, PT e penduricalhos exigem ocupar ministérios e impõem nomes sem a menor preocupação de indicar os melhores e os mais capazes. Disputam pastas pelo volume dos recursos orçamentários de cada uma. Tornam-se inconvenientes.
Terá sido um erro a disposição da presidente eleita de dividir com os partidos a composição de sua equipe, iniciativa que faz emergir o que há de pior na futura base parlamentar. Trata-se de fisiologismo explícito, descarado. Tempo ainda haverá, mas cada vez mais escasso, para virar o jogo e selecionar seus ministros pelo critério da eficiência.
Muita gente se acomoda, lembrando que se os partidos não forem atendidos o novo governo enfrentará imensas dificuldades no Congresso. Não é bem assim. Deputados e senadores precisam mais do Executivo do que o contrário. No início de seu primeiro mandato o presidente Lula decidiu excluir o PMDB das negociações para a formação de uma sólida base. Houve pânico no Palácio do Planalto. Desnecessário, porque num sistema presidencialista não se governa um país a partir dos plenários da Câmara e do Senado, ao contrário do parlamentarismo. Governa-se do meio do povo, aqui e ali atendendo alguns pleitos de deputados e senadores.
OS CAVALEIROS DE GRANADA
Nunca é demais repetir os versos de Cervantes sobre os Cavaleiros de Granada, aqueles que "alta madrugada saíram em louca cavalgada, brandindo lança e espada. Para que? Para nada..."
É essa a concepção que Dilma Rousseff deveria ter das bancadas do PMDB, do PT e de outros partidos que a pressionam para ocupar ministérios e altos postos da futura administração. Não há mais mouros a combater, as oposições estão reduzidas à sua menor expressão e nem o novo governo, para obter sucesso, precisará promover amplas reformas na Constituição e nas leis.

Mais filmes vistos

"Acusados", "A Mente Que Mente", "A Armação", "O Escândalo", "Caminhos Perigosos", "A Cor do Dinheiro", "A Qualquer Preço", "Cada um Vive Como Quer", "Conduta de Risco", e "Fora de Controle".

Medalha do Mérito Legislativo

O deputado federal e procurador da Câmara Sérgio Barradas Carneiro (PT-BA) entregou na quarta-feira, 1º (Foto: Divulgação), a Medalha de Mérito Legislativo a dom Itamar Vian, arcebispo metropolitano de Feira de Santana, representado na solenidade pelo padre José Ernanne Pinheiro, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
A Medalha Mérito Legislativo existe desde 1983 e homenageia cidadãos, instituições ou entidades, campanhas, programas ou movimentos de cunho social, civil ou militar, nacionais ou estrangeiros, que ajudaram a promover no plano social, econômico, cultural ou político o desenvolvimento do País.
A honraria também foi entregue ao membro da direção nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), João Pedro Stedile.
Deve ter sido por isso - a má companhia - que dom Itamar não foi a Brasília.
Fonte: Boletim semanal do deputado federal Sérgio Carneiro

Livro e DVD de "Cascalho" têm lançamentos dia 15

Será na quarta-feira, 15, às 18 horas, na Aliança Francesa, Ladeira da Barra, em Salvador, o lançamento do DVD de "Cascalho", de Tuna Espinheira. Também, edição do livro em que foi baseado, de Herberto Sales (21.08.1917-13.08.1999).
"Resgatar esse trabalho do ossuário geral da utopia cinematográfica de baixo orçamento, o disponibilizando ao valioso olhar público, tirando-o de uma espécie de clandestinidade. O evento não significa nenhuma vitória, mas me inunda de alumbramento, com a alma lavada, delírio para minhas retinas cansadas" declara o cineasta baiano.
"Cascalho", primeiro longa-metragem de Tuna Espinheira, foi lançado em Feira de Santana, no Orient Cineplace, em 14 de novembro de 2008. Nacionalmente, o lançamento em Salvador foi no dia 31 de outubro de 2008.

Cifs preocupado com lixo no CIS

O Centro das Indústrias de Feira de Santana (Cifs) promoveu na quinta-feira, 2, reunião em que se discutiu a responsabilidade da realização de serviços públicos no núcleo industrial de Feira de Santana. O Governo Municipal, mesmo convidado, não mandou representante.
O Centro Industrial do Subaé (CIS), autarquia estadual de fomento industrial da região de Feira de Santana, resolveu suspender em 25 de julho deste ano, os serviços de coleta de lixo doméstico e manutenção da iluminação pública e das vias públicas na área industrial por entender não ser de sua responsabilidade a realização desses serviços.
A decisão foi comunicada ao Centro das Indústrias de Feira de Santana (Cifs) através do ofício nº 72/2010 datado de 16 de agosto de 2010.
"Advoga o CIS, que esses serviços são de escopo municipal e que estão previstos na Lei Orgânica do Município. A autarquia alega ainda, que é o Município que arrecada o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e a Contribuição de Iluminação Pública e portanto deve aplicar esses recursos na realização destes serviços públicos", diz ofício.
"A suspensão dos serviços e a falta de assunção da responsabilidade dos mesmos, compromete a imagem do núcleo industrial de Feira de Santana com o despejo, acúmulo e queimada do lixo em locais inadequados, causando a proliferação de insetos, além de deixá-lo escuro e gerando insegurança aos funcionários, prestadores de serviços e clientes das empresas com a ocorrência de assaltos constantemente. A falta de manutenção e sinalização das vias públicas prejudica o transporte de matéria-prima e insumos utilizados no processo de produção, bem como o escoamento da produção gerando avarias e danos as mercadorias, além do aumento dos custos. Há ainda o problema de drenagem das vias públicas que ocasiona o alagamento de indústrias no período de chuvas da região gerando transtornos e prejuízos às mesmas", continua.
"Todos esses fatos geram a impressão de abandono do núcleo industrial de Feira de Santana e esta situação pode ocasionar o cancelamento de investimentos de implantação de novas empresas ou de expansão das atuais empresas já instaladas na cidade que proporcionariam a geração de impostos, emprego e renda", diz mais.
O Cifs manteve contato com o secretário de Serviços Públicos Luís Araújo, que informou que "cabe ao CIS a realização desses serviços públicos e que a pasta não pode realizar esse tipo de atividade por não ter rubrica para esse fim".
Diante do impasse da definição da responsabilidade da realização desses serviços públicos, o Cifs enviou ao CIS, no dia 15 de outubro, pedido de apresentação da base legal que respaldou a medida de suspensão dos referidos serviços públicos, que eram realizados há vários anos pela autarquia e que "foi suspenso repentinamente causando surpresa, transtornos e despesas não previstas às indústrias deste núcleo industrial", como disse André Regis Andrade, presidente do Cifs.

Lembrando de "O Forte"

Em 1974, foi lançado o filme "O Forte", 90 minutos, segundo longa metragem de Olney São Paulo (07.08.1936-15.02.1978), baseado no romance de Adonias Filho (27.11.1915-02.08,1990). Em Feira de Santana, foi visto no extinto Cine Timbira (que substituiu o Cine Santanópolis).
Filmado em Salvador, com produção "complicada e dolorosa", Olney reuniu no elenco o cantor Monsueto (04.11.1924-17.02.1973), Adriano Lisboa, Suzana Vieira, Paulo Villaça, Lea Garcia, Janete Chermont (mesma atriz de "Manhã Cinzenta"), seus filhos Olney Júnior, Ilya São Paulo, Irving São Paulo e Maria Pilar, além dos baianos Bartira, Eduardo Cabus, Jurema Pena, Maridelma Teixeira, Marisa Rangel, Milton Gaúcho e Silvio Robatto.
"O Forte" é um filme com visão humanista e poética com que Olney sempre realizou cinema.

A Santa Casa de Misericórdia

Por Antônio de Lajedinho

Quando D. Pedro II resolveu visitar Feira de Santana, em 1859, coincidentemente estava em plena atividade o movimento da elite feirense com o objetivo de angariar fundos para a construção da Santa Casa de Misericórdia. Aproveitando a presença do imperador, uma comissão dirigiu-se ao monarca e solicitou a sua colaboração para a fundação da Santa Casa. Depois de ouvi-los, o imperador fez uma doação de dois contos de reis, quantia considerável e que foi decisiva para a fundação, e que levou seus fundadores a denominar a Santa Casa de Imperial Asilo dos Enfermos em 25 de março de 1865, data da sua inauguração, tendo posteriormente voltado ao nome de Santa Casa de Misericórdia. É oportuno lembrar que o prédio da Santa Casa foi construído antes de 1865 por um fazendeiro, para sua residência, e depois vendido para a Fundação da casa hospitalar que a adaptou para os fins devidos.
Durante quase um século a Santa Casa foi a única casa hospitalar gratuita de Feira, socorro para todos os casos, amparo para todos os doentes da região. Muitos médicos foram atraídos pela casa de saúde, fazendo de Feira um posto avançado de assistência médica na região. O primeiro médico feirense foi Wilson da Costa Falcão, nascido em l918 e diplomado em 1945, quando a cidade já contava com mais de uma dezena de médicos.
A Santa Casa de Misericórdia, até a década de 50, alem de prestar assistência médico-hospitalar a todos os necessitados, também dava ao seu provedor grande prestígio político, o que fazia o cargo muitíssimo disputado.
O fim da construção do Hospital D. Pedro e a transferência da Santa Casa de Misericórdia para o hospital aconteceu no ano de 1956, no governo municipal de João Marinho Falcão.
Transferida a Santa Casa, o velho casarão abrigou por alguns anos o Batalhão da Polícia Militar (Foto: Reprodução) e posteriormente ganhou o pomposo título de Palácio do Menor, onde se pretendia abrigar o menor desamparado.
Um século e meio depois da sua construção o prédio está vergado sob o peso da ignorância de uma elite que pensa muito em ganhar dinheiro e esquece da memória de Feira, e de políticos que investem todos os seus esforços no futuro de sua eleição, esquecidos que os seus próprios descendentes, certamente mais cultos, irão julga-los e condena-los pelo descaso, desamor e covardia que os fizeram cúmplices da demolição de monumentos históricos que foram símbolos de uma época gloriosa da Princesa do Sertão.
Ontem foi o Cine Teatro Santana, a “Chácara de Tertuliano Almeida”, o Solar Santana, símbolos da mesma época, que foram destruídos em nome de um progresso que apenas esconde o verdadeiro nome da ganância. Amanhã será o prédio da velha Santa Casa de Misericórdia, a antiga Escola Maria Quitéria etc. etc. Em troca abre-se centenas de estacionamentos que dão bons lucros ao dono, quase nenhuma renda para Prefeitura e denegrecem a imagem da cidade.
Mas a história não perdoa e espero que ela seja rigorosa com essa elite atual que tanto explora a Princesa e destrói a sua memória.
Lembrei-me do deputado baiano Joel Presídio que, em 1951, fez um pedido a Deus para os seus opositores, e vou fazer o mesmo pedido para os gananciosos que desprezam a memória de Feira: “Deus, mandai uma chuva de cangalhas para essa gente!!!”.
Fonte: "A Feira Antiga"

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Filmes em Exibição no Orient Cineplace




Roteiro - Período de 3 a 9 de dezembro

LANÇAMENTOS NACIONAIS
MEGAMENTE
(Megamind), de Tom McGrath, 2010. Animação. Megamente é um vilão magro, usa roupa azul e preta e sua cabeça é careca e grande, devido ao cérebro privilegiado. Ele deseja conquistar a cidade de Metro City e faz diversas tentativas, muitas delas são frustradas. Ele precisa ter oponentes para que sua vida tenha sentido e, após a morte de MetroMan, cria Titan, um herói para ter com quem rivalizar. Cópia dublada. Classificação: Livre. Duração: 96 minutos. Horários: 14h20, 16h20, 18h25 r 20h30. Sala 4 (264 lugares)
SKYLINE - A INVASÃO (Skyline) de Colin e Greg Strause, 2010. Com Eric Balfour, Scottie Thompson e David Zayas. Ficção científica. O governo dos Estados Unidos envia uma mensagem para o espaço, visando encontrar vida alienígena. Um grupo de amigos curte a madrugada quando observa misteriosas luzes que começam a descer do céu e atrair as pessoas, fazendo-as sumir. Ao descobrir que algo de muito ruim está acontecendo, os jovens precisam juntar forças para se manter vivos diante dos acontecimentos. Cópía dublada. Não recomendável para menores de 14 anos. Duração: 118 minutos. Horários: 15 e 17 horas, 19h05 e 21h10. Sala 3 (167 lugares)
CONTINUAÇÕES
HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE – PARTE 1
(Harry Potter and the Deatly Hallows - Part 1), de, 2010. Com Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint. Aventura. Harry, Ron e Hermione estão em uma perigosa missão para encontrar e destruir o segredo da imortalidade e destruição de Voldemort - as Horcruxes. Sozinhos, sem seus mentores ou a proteção de Dumbledore, os três amigos agora dependem um dos outros mais do que nunca. Mas no caminho estão Forças das Trevas que ameaçam acabar com eles. Harry nem imagina que seu futuro já foi decidido pelo seu passado, quando num dia fatídico, ele se tornou o “Menino Sobrevivente”. Não mais só um menino, ele está cada vez mais próximo da tarefa para a qual está se preparando desde o primeiro dia em que pisou em Hogwarts: a batalha final com Voldemort. Em terceira semana. Cópia dublada. Não recomendável para menores de 12 anos. Duração: 147 minutos. Horários: 14h40, 17h40 e 20h40. Sala 1 (243 lugares).
TROPA DE ELITE 2, de José Padilha, 2010. Com Wagner Moura, João Miguel, André Ramiro, Fernanda Machado, Seu Jorge e Selton Mello. Policial. Nascimento enfrenta um novo inimigo: as milícias. Ao bater de frente com o sistema que domina o Rio de Janeiro, ele descobre que o problema é muito maior do que imaginava. Ele precisa equilibrar o desafio de pacificar uma cidade ocupada pelo crime com as constantes preocupações com o filho adolescente. Em nona semana. Não recomendável para menores de 16 anos. Duração: 118 minutos. Horários: 14h10, 16h30, 18h55 e 21h20. Sala 2 (160 lugares).

ENDEREÇO E TELEFONE
Orient Cineplace - Multiplex do Boulevard Shopping, telefax 3225-3185 e telefone 3610-1515 para saber informações sobre programas e horários.
(Com informações do Departamento de Marketing de Orient Cinemas)

Forfait do vice

Anunciado aos quatro cantos como a "principal atração" de festa em Feira de Santana, nesta semana, o vice-governador eleito Otto Alencar (PP) não compareceu.