"Não há Feira de Santana sem o Feiraguay, nem Feiraguay sem Feira de Santana". É fato. Durante pouco mais de uma hora, um documentário que eleva o centro comercial como um símbolo da cultura local, um lugar que é sequência da vocação de Feira. Um espaço não somente de negócios, mas de caminhos, encontros e sonhos. De portas que se abrem. E portas que se fecham.
"Feiraguay", de Francisco Gabriel Rêgo, foi lançado na noite de quinta-feira, 4, no teatro da Câmara de Dirigfentes Lojistas (CDL) para uma plateia que aprovou o filme, aplaudindo ao final.
Comerciantes, trabalhadores e frequentadores relatam ao longo do filme suas experiências memoriais.
"Feiraguay" faz referência ao filme "Como Nasce uma Cidade", de Olney São Paulo, 1973, usando imagens do documentário realizado há 52 anos para comemorar o centenário de Feira. Também ao documentário "Norte e Nordeste: Vistas Variadas - 1926-1938", de Afrânio dos Santos, com imagens quase centenárias que registram a feira livre e a feira do gado de então. O pretérito em conexão com o presente.
Lançado o filme, ele precisa ser mostrado e visto pela cidade, cada vez mais, alcançando o objetivo para o qual foi realizado. Vai ser inscrito em festivais de cinema no Brasil e no exterior. "Mais do que fazer filmes, precisamos ver os filmes e nos vermos neles, criando espaços para encontros, para aproximação e para o diálogo", considera Francisco Gabriel.




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