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sábado, 20 de outubro de 2007

Che - O mito macabro

Artigo de Ipojuca Pontes, transcrito do site "Mídia Sem Máscara" (midiasemmascara.org):

“Não sou Cristo nem filantropo; sou todo o contrário de Cristo”
“Che” Guevara em carta familiar
No próximo dia 23 de outubro, em sessão especial, o Senado Federal vai prestar homenagem à memória do mitológico Ernesto “Che” Guevara. Como se sabe, há 40 anos o “Che”, tentando levantar uma revolução comunista nas selvas da Bolívia, foi capturado por pequena tropa comandada pelo capitão Gary Prado, do Exército boliviano e logo depois executado pelo tenente Mario Téran - não sem antes implorar pela vida: “Não disparem. Sou Che. Valho mais vivo do que morto”.
O requerimento para a estranha celebração política é de autoria do obscuro senador José Nery (PSOL-PA) - que responsabilizou o “imperialismo ianque” pela morte do aventureiro mas cuja desgraça, sabe-se, foi urdida pela vontade de Moscou, Fidel Castro e o PC boliviano – e tem a aprovação de outro político esquerdista, Tião Viana (PT-AC), vice-presidente do Senado.
Como registrei no meu livro “Politicamente Corretíssimos” (Toopbooks, Rio, 2003), o mito Guevara não corresponde nem de longe à realidade dos fatos. Salvo pela “revolução cubana” - efetivada, em parte, pela inação dos Estados Unidos que abandonaram o sargento Fulgêncio Batista e no início ajudaram Fidel Castro nas escaramuças de Sierra Maestra - a vida do cruel revolucionário foi um completo fracasso: na órbita familiar, no amor, à frente de ministério e banco, como comandante, “diplomata” e guerrilheiro, para não falar no “ideólogo do foquismo” - sua trajetória humana e social tributa larga soma de erros e equívocos que nem mesmo os biógrafos mais entusiastas (entre eles, Jon Lee Anderson) conseguem dissimular.
Com efeito, filho de mãe “possessiva” e produto de um lar “excêntrico”, desde cedo o “Che” só fez acumular fracassos. Por exemplo: quando, como estudante, aspirava (em Córdoba/Argentina) realizar casamento “burguês” com a prima rica Chinchina Ferreyra, que o repudiou; ou como presidente do Banco Nacional Cubano, levando a moeda e a economia da ilha à completa insolvência; ou ainda como ministro da Indústria de Cuba, quando fracassou miseravelmente ao lado de Fidel, na obtenção de 10 milhões de toneladas de açúcar que nem de longe atingiu; e nas frustradas negociações com a Nomenklatura soviética em que pedia ajuda para industrializar Cuba e teve como resposta um sonoro “não”; e na sua doentia pretensão de criar o “homem novo” e a “sociedade nova” - enfim, em tudo que o desastrado guerrilheiro colocou as mãos, só demonstrou elevado grau de incompetência e insensatez.
No levantamento dos sucessivos fracassos de Guevara, propositadamente escondido pelos criadores de mitos, o que chama atenção, no terreno em que se dizia “especialista”, é a sua derrota para os 100 mercenários do Coronel Mike Hoare nas planícies do Congo, em 1965. Vale a pena lembrar.
Excluído da vida política e administrativa de Cuba pelos russos, que sustentavam com bilhões de dólares o banquete de “la revolución” e não o queriam por perto, Guevara saiu mundo afora. Sua idéia era criar “um, dois, muitos Vietnãs” para debilitar o “imperialismo ianque”. Julgando oportuno e financiado por Ben Bella (leia-se “petróleo argelino”) e contemplado com armas chinesas, rumou para o Congo (ex-belga) e se juntou às tropas rebeldes de Laurent Kabila, o jovem aspirante a ditador que, por sua vez, queria derrubar o governo de Moise Tshombe e tomar o seu lugar.
Com 127 guerrilheiros cubanos e 3 mil soldados congoleses bem armados, Guevara se internou nos charcos do país africano e tentou derrubar Tshombe. Seus objetivos no Congo eram, pela ordem, privar as fontes financeiras do governo provenientes das minas, obrigar a Bélgica a reconhecer o novo Estado revolucionário, controlar os minerais estratégicos para benefício do bloco socialista e, mais tarde, levar sua guerrilha até Angola.
Diante da ameaça, Tshombe contratou os serviços do Coronel Mike “Mad” Hoare, mercenário sul-africano, especialista em guerra de movimento nas selvas. Conforme registra o historiador Miguel A. Faria, em “Escape of from lost paradise” (Hacienda Publishing, 2002), as derrotas dos guerrilheiros do “Che” no Congo, foram “desmoralizantes”. Na batalha pela hidrelétrica de Bendela, por exemplo, Hoare eliminou boa parte do exército congolês e botou os guerrilheiros cubanos a correr.
Na batalha de Fizi Baraka, nas proximidades do Lago Tanganica, Hoare encurralou Guevara e suas tropas, atacando-as pela retaguarda, de madrugada, destruindo o serviço de comunicação e o centro de abastecimento da guerrilha. No entrechoque fatal, Hoare eliminou 125 soldados congoleses e deixou pelo chão mais de 600 feridos. O “Che”, que tinha prometido aos seus comandados “devorar” com as próprias mãos os adversários vencidos, bateu célere em retirada. No seu próprio diário sobre a experiência militar do Congo (“Passagens da guerra revolucionária: Congo” - Record, Rio, 2005), diz que a experiência foi um “fracasso absoluto” e justifica a clamorosa derrota pela “indisciplina” dos soldados congoleses - que, por sinal, diga-se de passagem, eram também canibais, pois comiam o fígado e o coração dos inimigos.
(Depois da fuga humilhante, irritado com a derrota incontornável, o “Che”, vendo um dos seus guerrilheiros em conversa íntima com uma africana, ordenou que o comandado ficasse de joelhos e, em seguida, deu-lhe malvadamente um tiro bem no meio da testa).
Numa carta dirigida à primeira esposa, Hilda Gadea, o carrasco que de arma em punho matou vários presos políticos na prisão de La Cabaña, e que era movido pelo ódio como fator de luta, escreveu: “Querida velha. Estou na selva cubana, vivo e sedento de sangue”.
É uma figura assim, transformada em santo pela eficiente máquina de propaganda marxista, que o Senado Federal, em detrimento dos verdadeiros heróis, vai homenagear.
É o fim!
O autor é cineasta, jornalista, escritor e ex-Secretário Nacional da Cultura.

A cultura ameaçada

Artigo de Ildásio Tavares, na "Tribuna da Bahia", edição deste sábado, 20:

Sou uma pessoa de esquerda e nada tenho contra Jaques Wagner. Muito pelo contrário. Votei nele duas vezes para governador. No passado, o convidei a compor uma mesa num célebre seminário O Futuro do Socialismo que coordenei juntamente com Capinan, Emiliano José, Paulo Fábio e Bete Wagner. Aplaudo veemente sua posição de apoiar João Henrique para a prefeitura, preservando uma coalizão que vem possibilitando a esquerda conquistar o poder. Tampouco tenho nada de pessoal contra Márcio Meirelles que tem sido meu amigo cordial no correr do tempo.
Todavia, não posso deixar de me postar contra a política cultural que vem sendo exercida nestes nove meses. Nada de pessoal. Boas pessoas podem tomar um rumo equivocado, acreditando que estão certas e levando a vaca pro brejo com a convicção de que estão fazendo um milagre. A grita generalizada da classe artística, dos intelectuais e da imprensa nada serve para abrir os olhos dos condutores desta política que promete um avanço na cultura baiana quando esta o rejeita e a realidade das coisas exibe um claro retrocesso.
Esta política cultural peca por base, quando sob pretexto de democratizar a cultura parte para um dirigismo, típico dos regimes totalitários. Não cabe ao governo orientar ou dirigir a cultura com metas e direções para ela ou para seus cultores. O governo deve ser um pólo de referência para amparar as mais legítimas manifestações artísticas. É um grande erro pensar que o governo deve ser a Irmã Dulce da arte a fazer caridade para os medíocres, coitadinhos, que estariam para as celebridades como os pobres para os burgueses. Arte de nível é privilégio de poucos. E se faz com talento que governo nenhum pode dar. Esse raciocínio demagógico que procura compensar a burrice dando-lhes as melhores oportunidades, termina criando o Produto Interno Estúpido. Talento não vem de um grupo ou partido.
Ninguém fica célebre às custas do governo. Quem não tem suingue morre com a boca cheia de formiga.
É inegável que, nas administrações passadas, houve uma quantidade de aproveitadores que mamaram na teta do estado e realizaram obras de qualidade duvidosa. Mas não se pode passar um trator por cima de todas as realizações passadas que levaram dezesseis anos para se consolidar. Uma das vantagens destas administrações foi, sem dúvida, a continuidade que as obras tiveram, sem o clássico desmanche que políticas contrárias executam. Algumas dessas obras, como a Casa de Jorge Amado, o Museus Costa Pinto, o Teatro XVIII, o Balé do TCA (com fama internacional), não podem ser bodes expiatórios. Não foram parasitas do governo e sim geraram e difundiram cultura. Não pertencem a panelinhas e sim a toda Bahia.
Não há n enhuma certeza de que a esquerda vai continuar no poder.
Se as ações culturais não forem cautelosas, ao fim do mandato de Jaques Wagner teremos um futuro incerto em cima de um passado arrasado. Não se trata de consolar os obscuros mas de avivar a luz.
Neste Blog Demais há nove meses temos postado sobre o o avanço para a retaguarda instalado no governo petista. O artigo de Ildásio Tavares é um libelo contra o arraso que se faz na cultura baiana (de Salvador, fique-se claro). Falta a imprensa da capital tomar conhecimento do que acontece em Feira de Santana, por exemplo, com a obra do Teatro e Centro de Convenções paralizada pelo governo sob as mais estapafúrdias e desencontradas justificativas. Talvez, não queiram nominar o equipamento quando pronto (será que fica?) de Teatro Governador Paulo Souto.

Perda II

Quem serão os substitutos dos que saíram da assessoria de Comunicação Social do deputado estadual José Neto?

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Dia da Consciência Rotária

A Câmara Municipal vai realizar sessão solene no seu plenário, na próxima quinta-feira, dia 25, às 19h30, para comemorar o Dia Municipal da Consciência Rotária. Na oportunidade, o governador 2007-2008 do Distrito 4390 de Rotary International, Germínio Orlando Braga, vai ser condecorado com a Medalha do Mérito Rotário.
A data, criada por Lei 2.322, de 27 de março de 2003, é 27 de outubro (dia de criação do Rotary Club de Feira de Santana, em 1941), autoria do vereador Maurício Carvalho. Este ano, a comemoração será antecipada por cair num sábado.

Perda

Andrews Pedra Branca, Michele Oliveira e Ilma Silva não fazem mais parte da assessoria de Comunicação Social do deputado estadual José Neto (PT).

Aviso aos navegantes

Não custa insistir, mas os comentários postados neste blog serão selecionados para publicação de acordo com critérios. Serão desconsideradas - vão para o merecido lixo - as mensagens ofensivas, anônimas, que contenham termos de baixo calão, e aquelas cujos autores não possam ser contatados por terem fornecido e-mails falsos.

Primeiro ano

No próximo dia 10 de novembro, o Blog Demais completa um ano no ar. Neste momento, está com 29.125 visitas e com 1.438 postagens.

Aquisição de equipamentos do Museu Parque do Saber

O prefeito José Ronaldo de Carvalho assinou, na manhã dequinta-feira, 18, contrato com a empresa Omnis Lux Astronomia & Projetos Culturais, de São Paulo, representante autorizado no Brasil da Carl Zeiss, vencedora de concorrência internacional para aquisição dos equipamentos do Museu Parque do Saber. O contrato também foi assinado pelo consultor de projetos Luiz Sampaio, da Omnis, com a presença do diretor-presidente da Fundação Cultural Municipal Egberto Tavares Costa, Augusto Cézar Orrico.
José Ronaldo destacou o salto em conhecimentos científicos que o município de Feira de Santana dará com a disponibilidade dos equipamentos para a comunidade. Ressaltou que o Teatro Virtual poderá ser utilizado para melhorar a qualidade do ensino nas mais diversas disciplinas.
No ato, também foi assinada procuração para ser dado início à documentação visando a importação dos equipamentos do Museu. A previsão é de que os equipamentos estejam em Feira de Santana até março de 2008, possibilitando assim a inauguração do equipamento no final do mês de junho.
Luiz Sampaio observou que a cúpula de projeção, uma grande tela que cobre a sala do Museu Parque do Saber, será importada dos Estados Unidos. Os demais equipamentos, a exemplo do projetor do planetário ZKP-4 Quinto e o conjunto de cinco projetores digitais que se chamam SpaceGate, utilizados para projetarem todas as imagens, assim como equipamentos de sonorização e software, serão importados da Alemanha.

15 ganharam convites e brindes de "O Homem Que Desafiou o Diabo"

Leitores do Blog Demais, Alana Carvalho, André Silva, Jacilma Mota, Johny Guimarães, Kácia Barreto, Luciana Boeira, Mateus Pessoa, Rozileide Agostinho, Tamara Cerqueira e Valdeilson Dias, disputaram sorteio e ganharam convites para assistir ao filme “O Homem Que Desafiou o Diabo”, que esteve em cartaz até quinta-feira, 18, no Orient Cineplace, em Feira de Santana.
Enquanto isso, Bruno Dias Lima, Gilton A. de Jesus, Gerson Almeida da Silva, José Luiz Santana Barreto e José da Silva Santos ganharam brindes (bonés) alusivos ao mesmo filme, sendo que os três últimos ganhadores participaram de sorteio na tarde de quinta-feira, 18, durante a "Dica Cultural", no programa "Rádio Repórter", ancorado por Renato Ribeiro, na Rádio Subaé AM.
As duas promoções foram realizadas em parceria com a Espaço/Z Marketing de Entretenimento e a Warner Bros.

Roteiro de Filmes




Período de 19 a 25 de outubro

LANÇAMENTO NACIONAL
SUPERBAD – É HOJE
(Superbad), de Greg Mottola, 2007. Com Jonah Hill, Michael Cera, Bill Hader, Seth Rogen, Emma Stone e Aviva. Comédia. Dois amigos inseparáveis, que estão terminando o colegial. Eles vão para faculdades diferentes e são obrigados a se separar. Um é amável, esperto e normalmente aterrorizado com o que acontece à sua volta, enquanto que o outro é desbocado, frívolo e obcecado pela sexualidade. Cada um de sua forma, precisará superar suas frustrações com as mulheres na nova fase de suas vidas. Classificação indicativa: 16 anos. Duração: 116 minutos. Horários: 13h50 (sábado e domingo), 16h10, 18h35 e 21 horas. Sala 1 (243 lugares).
LANÇAMENTO
O VIDENTE
(Next), de Lee Tamahori, 2007. Com Nicolas Cage, Julianne Moore, Jessica Biel e Thomas Kretschmann. Suspense. Mágico possui o dom de prever alguns minutos do futuro próximo. Esta habilidade o ajuda em seu trabalho e também nas mesas dos cassinos. Os guardas da segurança de um cassino estão de olho nele, tentando descobrir qual é seu truque com as cartas e que lhe dá tanta sorte. Paralelamente, uma agente o procura para que a ajude a impedir um ataque terrorista em Los Angeles. À medida que o tempo passa a ameaça de uma explosão nuclear torna-se mais real, fazendo com que ele seja a peça-chave para impedir que uma tragédia ocorra. Classificação indicativa: 14 anos. Duração: 96 minutos. Horários: 14h40 (sábado e domingo), 16h40, 18h45 e 20h50. Sala 2 (160 lugares).
CONTINUAÇÕES
BRATZ - O FILME
(Bratz - The Movie), de Sean McNamara, 2007. Com Logan Browning, Janel Parrish, Nathalia Ramos e Skyler Shaye. Comédia. As bonecas Cloe, Jade, Sasha e Yasmin ganham vida e enfrentam situações de perigo no colégio. Baseado em linha de bonecas norte-americana. Em segunda semana. Cópia dublada. Classificação indicativa: Livre. Duração: 105 minutos. Horários: 14h40 (sábado e domingo), 16h50, 19h05 e 21h15. Sala 3 (167 lugares).
TROPA DE ELITE, de José Padilha, 2007. Com Wagner Moura, Caio Junqueira, André Ramiro, Fernanda de Freitas, Fernanda Machado, Maria Ribeiro. Ação. O dia-a-dia do grupo de policiais e de um capitão do Bope, que quer deixar a corporação e tenta encontrar um substituto para seu posto. Paralelamente dois amigos de infância se tornam policiais e se destacam pela honestidade e honra ao realizar suas funções, se indignando com a corrupção existente no batalhão em que atuam. Em segunda semana. Classificação indicativa: 16 anos. Duração: 120 minutos. Horários: 14h10 (sábado e domingo), 16h30, 18h55 e 21h20. Sala 4 (264 lugares).

ENDEREÇO E TELEFONES
Orient Cineplace - Shopping Iguatemi, telefax 3225-3056 e telefone 3610-1515 para saber informações sobre programas e horários.
As informações sobre programação e horário são prestadas pela empresa exibidora, a Orient Filmes.

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Idéia 3 cria para Centro de Cirurgia da Obesidade


“Perca peso e ganhe saúde” é o mote da campanha criada pela Idéia 3 para o Centro de Cirurgia da Obesidade. O objetivo das peças é alertar para as diversas conseqüências que o excesso de peso pode trazer e comunicar que o centro a partir de agora tem sede própria no Hospital da Bahia. A campanha, que utiliza mídias diversificadas, é composta por dois motivos de outdoor, elemídia, anúncio de revista, cinta de jornal e banner para Internet criado pela Idéia 3 Digital.

Satisfação e orgulho

Cézar Orrico palestra no Rotary Clube Feira-Leste
Divulgação
Onde tem sido apresentado, o Projeto Teatro Virtual causa satisfação e orgulho à audiência pela importância do investimento do Governo Municipal em dotar Feira de Santana de uma conquista que realmente vai além das fronteiras do conhecimento.
Nada no Estado, nada no Brasil, nada na América do Sul se iguala ao planetário ZKP4 Quinto encomendado pela Prefeitura de Feira de Santana, que ganha um atrativo diferenciado.
Na quarta-feira, 17, no restaurante do Clube de Campo Cajueiro, foi a vez de integrantes do Rotary Clube Feira-Leste tomarem conhecimento do Museu Parque do Saber, com apresentação feita pelo diretor-presidente da Fundação Cultural Egberto Costa, Augusto Cézar Orrico, atendendo a convite do presidente Eloan Ferreira. Presente, o chefe de Divisão de Projetos da Fundação Cultural Municipal, Basílio Fernandez.
Todos rotarianos ressaltaram em suas considerações o empenho do prefeito José Ronaldo de Carvalho em investir em ciência, tecnologia, conhecimento e lazer.

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Trecho de artigo

Trecho de artigo de Hélio Fernandes na "Tribuna da Imprensa", edição desta quarta-feira, 17:
O artigo do jornalista Reinaldo Azevedo, além de preciosidades da palavra escrita, tem uma frase, longa, mas que deveria ser lida, divulgada e meditada. "Na democracia, o direito à divergência não alcança as regras do jogo. Um democrata, em nome dos seus princípios, não deve conceder a seus inimigos licença, que estes, em nome dos deles, a ele não concederiam se chegassem ao Poder".
É para colocar num quadro. Sem moldura, só o texto.
A frase a que ele se refere está no artigo que Reinaldo Azevedo publicou na "Folha de S. Paulo", edição de segunda-feira, 15.

Visita ao canteiro de obras do Teatro Virtual

Luiz Sampaio, Lúcia Miranda, Cézar Orrico e Dimas Oliveira no canteiro de obras do Teatro Virtual
Divulgação
O consultor de projetos Luiz Sampaio, da Omnis Lux Astronomia e Projetos Culturais, de São Paulo-SP, representante autorizado no Brasil da Carl Zeiss, está em Feira de Santana desde terça-feira, 16. Ele visitou na tarde desta quarta-feira, 17, o canteiro de obras do Teatro Virtual, primeira etapa do Museu Parque do Saber, junto com o diretor presidente da Fundação Cultural Egberto Costa, secretária de Desenvolvimento Social Lúcia Miranda e jornalista Dimas Oliveira . Também manteve contato com o prefeito José Ronaldo de Carvalho, quando garantiu o cumprimento do cronograma de implantação do equipamento.
A Omnis Luz é a empresa que vai acompanhar a equipe da Carl Zeiss que vem da Alemanha para montar o ZKP4 Quinto, equipamento encomendado à maior empresa de óptica do mundo, instalada na cidade de Jenna. Luiz Sampaio volta a São Paulo nesta quinta-feira, 18.

"Conta, Zé Neto, conta!"

Na coluna "Em Tempo", de Alex Ferraz,na "Tribuna da Bahia", edição desta quarta-feira, 17:
Sempre que um político promete contar os podres da administração pública brasileira, eu me lembro de Roberto Jefferson (PTB-RJ), que contribuiu para que os brasileiros, finalmente, entendessem que o que estávamos vendo era, apenas, uma quadrilha sendo substituída por outra. Agora, vemos o corajoso deputado Zé Neto (PT-BA) dizer que vai contar todos os “trambiques” que aconteceram na área da Saúde durante os 16 anos que o grupo do falecido ACM mandou na Bahia. Tudo isso porque o secretário de Saúde atual, do PT, Jorge Solla, deu consultoria ao grupo que venceu uma concorrência para a própria secretaria que ele chefia. Zé Neto acredita que isso é normal. É um direito dele. E sabe de coisas dos governos anteriores (carlistas) que ele chama de “trambicagens”. Eu acredito nele. E acredito que os leitores da “Tribuna” também acreditam. Chega de levar porrada e não dar nome aos bois (valha-me, São Renan!)! Zé Neto mostrará (sic) toda a picaretagem que cercou a Secretaria da Saúde por 16 anos. Agora, só tem um detalhe: se o deputado Zé Neto não mostrar os tais “trambiques”, vai ficar parecendo a manobra de Renan no Senado, que ameaçou os outros senadores com revelações bombásticas. Não revelou nada, porque não tem coragem, e vai acabar fora da Presidência do Congresso. Num caso destes, quem ameaça tem que concretizar a ameaça. Então, conta tudo, Zé Neto!

"Conta, Zé!"

Artigo de Jânio Lopo, editor de Política. "Tribuna da Bahia", edição desta quarta-feira, 17:
No afã de defender o secretário estadual da Saúde, Jorge Solla, o deputado Zé Neto (PT) criou um desnecessário embaraço político para o governo Jaques Wagner. A oposição na Assembléia Legislativa acusa Solla de improbidade administrativa. A oposição está aí para atirar, mas se o fez (ou o faz) irresponsavelmente deve responder pelos excessos. Se Solla foi ímprobo, o esbaforido Zé Neto pode, perfeitamente, ser denunciado por ocultar informações que comprometem (e como) a gestão Paulo Souto.
Vejamos: Zé Neto, em discurso na AL, prometeu apontar “as trambicagens com as cooperativas e as maracutaias com as empresas prestadoras de serviços na área de saúda praticadas pelo governo passado”. Esperemos que não sejam meros desabafos ou meras chantagens para calar a oposição. Zé Neto está na obrigação de revelar as supostas “trambicagens” e “maracutais” do antecessor de Wagner. Esta é uma questão que diz respeito a toda a sociedade. Não pode ser tratada como moeda de troca ou como segredo pessoal ou de grupo.
Pergunto: estaria o nobre deputado infringindo as regras do decoro parlamentar? Há, inegavelmente, na Bahia e em todo o país, um clima de denuncismo que ultrapassa à barreira do bom senso. Todo homem público passou a ser corrupto, aproveitador, oportunista e ladrão. Ora, não é nada disso. Solla tem se esmerado em dar explicações sobre sua participação, quando ainda não era secretário e depois de sê-lo, no consórcio que disputou e venceu a licitação do Banco Mundial para atuar na transferência da gestão plena de saúde do Estado para a prefeitura de Salvador.
Os nomes dele e de um assessor foram substituídos por outros em agosto após concluído todo o processo, do qual saiu vencedora a empresa Conseil Santé-Consaúde. Solla garante não ter assinado qualquer contrato nem tampouco recebido qualquer dinheiro por sua participação. O secretário, creio, não agiria de má fé. As explicações foram dadas detalhadamente. Óbvio que a oposição quer que o assunto renda cada vez mais. É uma forma de desgastar o governo.
Mas, estressado ou não com relação as denúncias, Zé Neto deve mesmo abrir o verbo e mostrar os hipotéticos podres do adversário na área da saúde.
Talvez assim esclareça, de uma vez por todas, porque a saúde na Bahia é e continua sendo de péssima qualidade. Privilegiam-se as grandes organizações com verbas milionárias enquanto a população pobre morre nas filas do SUS. Está, pois, na hora de retirar a sujeira debaixo do tapete.
Quem sabe assim, médicos, enfermeiros e todo pessoal ligado ao setor da saúde venham ser tratado com respeito e dignidade e que, por sua vez, a população, em especial os mais carentes, deixe de ser tratada como bicho a pedir um socorro pelo amor de Deus e passe a ser vista como ser humano.

Colbert antecipa candidatura e causa imbróglio

Antecipar lançamento de candidatura já está dando polêmica. O deputado federal Colbert Martins Filho, lançado pelo PMDB em seu site, garantia que conta com o apoio e a união de partidos que elegeram o governador Jaques Wagner. Mas, o deputado estadual José Neto (PT) já entrou em cena para afirmar peremptoriamente que o PT vai ter candidatura própria - que pode ser a dele ou do deputado federal Sérgio Carneiro (o que vai dar outro imbróglio).
Segundo José Neto disse na mídia, "a posição do PT foi comunicada ao deputado federal Colbert Filho, justamente para que ele não alimente vãs esperanças".
Faltando um ano para as eleições, a briga intestina com fogueira de vaidades, já está posta nas oposições locais.

"Capitão Nascimento bate no Bonde do Foucault"

Artigo de Reinaldo Azevedo, na "Veja" que está nas bancas:
Nunca antes neste país um produto cultural foi objeto de cerco tão covarde como Tropa de Elite, o filme do diretor José Padilha. Os donos dos morros dos cadernos de cultura dos jornais, investidos do papel de aiatolás das utopias permitidas, resolveram incinerá-lo antes que fosse lançado e emitiram a sua fatwa, a sua sentença: "Ele é reacionário e precisa ser destruído". Num programa de TV, um careca, com barba e óculos inteligentes, índices que denunciam um "inteliquitual", sotaque inequívoco de amigo do povo, advertia: "A mensagem é perigosa". Outro, olhar esgazeado, sintaxe trêmula, sonhava: a solução é "descriminar as drogas". E houve quem não resistisse, cravando a palavra mágica: "É de direita". Nem chegaram a dizer se o filme – que é entretenimento, não tratado de sociologia – é bom ou não.
Seqüestrado pelo Bonde do Foucault (já explico o que é isso), Padilha foi libertado pelo povo. A pirataria transformou seu filme num fenômeno. A esquerda intelectual, organizada em bando para assaltar a reputação alheia (como de hábito), já não podia fazer mais nada. Pouco importava o que dissesse ou escrevesse, o filme era um sucesso. Derrotada, restou-lhe arrancar, como veremos, do indivíduo Padilha o que o cineasta Padilha não confessou. Por que tanta fúria? A resposta é simples: Tropa de Elite comete a ousadia de propor um dilema moral e de oferecer uma resposta. Em tempos de triunfo do analfabetismo também moral, é uma ofensa grave.
Qual dilema? Não há como ressuscitar o filósofo alemão Immanuel Kant (1724-1804), mas podemos consultar a sua obra e então indagar ao consumidor de droga: "Você só pratica ações que possam ser generalizadas?". Ou por outra: "Se todos, na sociedade, seguirem o seu exemplo, o Brasil será um bom lugar para viver?". O que o pensamento politicamente correto não suporta no Capitão Nascimento, o anti-herói com muito caráter, não é a sua truculência, mas a sua clareza; não é o seu defeito, mas a sua qualidade. Ele não padece de psicose dialética, uma brotoeja teórica que nasce na esquerda e que faz o bem brotar do mal, e o mal, do bem. Nascimento cultua é o bom paradoxo. Segue a máxima de Lúcio Flávio, um marginal lendário no Brasil, de tempos quase românticos: "Bandido é bandido, polícia é polícia".
A cena do filme já é famosa: numa incursão à favela, o Bope mata um traficante. No grupo de marginais, há um "estudante". Aos safanões, Nascimento lhe pergunta, depois de enfiar a sua cara no abdômen estuporado do cadáver: "Quem matou esse cara?". Com medo, o rapaz engrola uns "não sei, não sei". Alguns tapas na cara depois, acaba respondendo: "Foram vocês". E ouve do capitão a resposta que mais irritou o Bonde do Foucault: "Não! Foi você, seu maconheiro". Nascimento, quem diria?, é um discípulo de Kant. Um pouco desastrado, mas é. A narrativa é sempre pontuada por sua voz em off. Num dado momento, ele faz uma indagação: "Quantas crianças nós vamos perder para o tráfico para que o playboy possa enrolar o seu baseado?".
O Bope que aparece no filme de Padilha é incorruptível, mas violento. O principal parceiro de Nascimento chega a desistir de uma ação porque não quer compactuar com seus métodos, que, fica claro, são ilegais. Trata-se de uma mentira torpe a acusação de que o filme faz a apologia da tortura. Ocorre que o ódio que a patrulha ideológica passou a devotar à obra não deriva daí. Isso é pretexto. O que os "playboys" do relativismo rejeitam é a evocação da responsabilidade dos consumidores de droga na tragédia social brasileira. Nascimento invadiu a praia do Posto 9, em Ipanema.
Já empreguei duas vezes a expressão "Bonde do Foucault" para me referir à quadrilha ideológica que tentou pôr um saco da verdade na cabeça de Padilha: "Confesse que você é um reacionário". "Bonde", talvez vocês saibam, é como se chama, no Rio de Janeiro, a ação de bandidos quando decidem agir em conjunto para aterrorizar os cidadãos. Quem já viu Tropa de Elite sabe: faço alusão também a uma passagem em que universitários – alguns deles militantes de uma ONG e, de fato, aliados do tráfico – participam de uma aula-seminário sobre o filósofo francês Michel Foucault (1926-1984). Falam sobre o livro Vigiar e Punir, em que o autor discorre sobre a evolução da legislação penal ao longo da história e caracteriza, de modo muito crítico, os métodos coercitivos e punitivos do estado.
No Brasil, os traficantes de idéias mortas são quase tão perigosos quanto os donos dos morros, como evidenciam nossos livros didáticos. Foucault sempre foi um incompreendido. Por que digo isso? Porque ele era ainda mais picareta do que seus críticos apontaram. No filme, aluna e professor fazem um pastiche de seu pensamento, e isso serve de pretexto para um severo ataque à polícia, abominada pelos bacanas como força de repressão a serviço do estado e suas injustiças. Sim, isso pode ser Foucault, mas Foucault era pior do que isso. Em Vigiar e Punir, ele fica a um passo de sugerir que o castigo físico é preferível às formas que entende veladas de repressão postas em prática pelo estado moderno. Lixo.
O personagem Matias, um policial que faz o curso de direito, é o elo entre o Capitão Nascimento, o kantiano rústico, e esse núcleo universitário. A seqüência em que essas duas éticas se confrontam desmoraliza o discurso progressista sobre as drogas e revela não a convivência entre as diferenças, mas a conivência com o crime de uma franja da sociedade que pretende, a um só tempo, ser beneficiária de todas as vantagens do estado de direito e de todas as transgressões da delinqüência. Por isso o "Bonde do Foucault" da imprensa tentou fazer um arrastão ideológico contra Tropa de Elite. Quem consome droga ilícita põe uma arma na mão de uma criança. É simples. É fato. É objetivo. Cheirar ou não cheirar é uma questão individual, moral, mas é também uma questão ética, voltada para o coletivo: em qual sociedade o consumidor de drogas escolheu viver? Posso assegurar: não há livro de Foucault que nos ajude a responder.
Derrotada, a elite da tropa esquerdopata não desistiu. José Padilha e o ator Wagner Moura foram convocados a ir além de suas sandálias. Assim como um juiz só fala nos autos, a voz que importa de um artista é a que está em seu trabalho. Ocorre que era preciso uma reparação. A opinião de ambos – ligeira e mal pensada – favorável à descriminação das drogas ameaçou, num dado momento, sobrepor-se ao próprio filme. Observem: Tropa de Elite trata é da falência de um sistema de segurança em que, segundo Nascimento, um policial "ou se corrompe, ou se omite, ou vai para a guerra".
A falha desse sistema independe do crime que ele é chamado a reprimir. Se as drogas forem liberadas e aquela falha permanecer, os maus policiais encontrarão outras formas de extorsão e associação com o crime. E esse me parece um aspecto importante do filme, que tem sido negligenciado. Um dos lemas da tropa é "No Bope tem guerreiros que acreditam no Brasil". Esse patriotismo ingênuo e retórico tem fôlego curto: um dos soldados da equipe morre, e seu caixão está coberto com a bandeira brasileira. Solene e desafiador, Nascimento chega ao velório e joga sobre o "auriverde pendão da esperança" a assustadora bandeira do Bope: um crânio fincado por uma espada, atrás do qual se cruzam duas pistolas. Outro dos refrões do grupo pergunta e responde: "Homem de preto, qual é sua missão? / Entrar na favela e deixar corpo no chão / Homem de preto, o que é que você faz? / Eu faço coisas que assustam satanás". Resta evidente que o filme não propõe este Bope como modelo de polícia.
Pouco me importa o que pensam Padilha e Moura. O que interessa é o filme. E o filme submete a um justo ridículo a sociologia vagabunda que tenta ver a polícia e o bandido como lados opostos (às vezes unidos), mas de idêntica legitimidade, de um conflito inerente ao estado burguês. O kantiano rústico "pegou geral" o Bonde do Foucault.

Comédia e filme de ação são novidades a partir de sexta-feira

Nicolas Cage e Jessica Biel em “O Vidente”, em cartaz a partir desta sexta-feira
Divulgação

A comédia “Superbad - É Hoje” em lançamento nacional e o filme de suspense “O Vidente”, são as duas novidades desta semana, a partir de sexta-feira, 19, no Orient Cineplace. Continuam em cartaz, a comédia adolescente “Bratz - O Filme” e o filme de ação brasileiro, “Tropa de Choque”.
“Superbad - É Hoje” é comédia descartável, escatológica, com diretor e elenco desconhecidos. Dois amigos inseparáveis vão para faculdades diferentes, onde precisam superar suas frustrações com as mulheres. Nos Estados Unidos, em seis semanas, rendeu 116,171 milhões de dólares.
Em “O Vidente”, que mistura de ação, suspense e ficção-científica, Nicolas Cage faz um mágico que possui o dom de prever alguns minutos do futuro próximo. É um segredo que o atormenta e que ele guarda desde criança. Ele é procurado por uma agente do governo americano, que deseja que a ajude a impedir um ataque de terrorista, que ameaça detonar uma bomba em Los Angeles.
Dirigido por Lee Tamahori, a produção custou 70 milhões de dólares. Ainda no elenco, Julianne Moore e Jessica Biel. Em três semanas no Brasil, já foi visto por 242.532 espectadores.
Mas o filme que deve continuar atraindo mais público é “Tropa de Elite”, de José Padilha, com o baiano Wagner Moura, que entra em segunda semana de sucesso. Todo mundo quer ver o filme de ação que está arrebatando multidões, pela forma direta com que trata de um problema nacional: a violência. Um soco no estômago de bandidos e de quem os protege.

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Cinema com Dimas Oliveira no "Unef News"

Cartaz original de "O Jornal"
Divulgação

No "Unef News", informativo mensal editado pela Assessoria de Comunicação da Unidade de Ensino Superior de Feira de Santana, com a coordenação doprofessor Andrews Pedra Branca, estamos com espaço para comentar sobre filmes.
Na edição deste mês de outubro:
Além da professora de Língua Portuguesa Helanya Carneiro, que exibiu “Mera Coincidência” para alunos do 1º semestre do curso de Comunicação Social, a professora Andréa Souza, de Teoria do Jornalismo, e o professor Andrews Pedra Branca, de História do Jornalismo, indicam a assistência e devem promover exibição de filmes que tenham como tema a imprensa, que tratem do cotidiano nas redações de jornais, revistas, estúdios de televisão e rádio.
Estão indicados títulos como “O Informante”, “O Jornal” e “A Primeira Página”. São filmes indispensáveis para estudantes de jornalismo.
Em “O Informante”, ex-executivo da indústria do tabaco dá entrevista bombástica ao programa “60 Minutos”, da CBS, denunciando que a empresa não apenas sabia da capacidade viciadora da nicotina como também aplicava aditivos químicos ao cigarro, para acentuar esta característica.
“O Jornal” mostra a rotina de “The Sun”, um tablóide de Nova York, durante 24 horas, com a vida frenética de um jornalista que precisa lidar com sua mulher grávida, o chefe desenganado e uma diretora mal-amada com os problemas pessoais e particulares das pessoas que trabalham no jornal.
“A Primeira Página” retrata bem a busca da notícia, trata sobre ética jornalística, faz considerações sobre manipulação e tem muitas tiradas sarcásticas sobre os bastidores do jornalismo. Assim, o universo do jornalismo em hilariante tom de comédia.

Herrar é umano

Em qualquer lugar do Brasil de Lula, inclusive em Feira de Santana, existem inúmeros talentos na arte de assassinar a gramática. Pessoas que mesmo tendo passado pelos bancos escolares não aprenderam para quê servem acentos, concordância, letras maiúsculas em nomes próprios e no início das sentenças, parêntesis, pontos, símbolos gráficos e vírgulas, mas que escrevem em jornais e sites. Naturalmente que herrar é umano. Mas poucos reconhecem e assumem equívocos cometidos de montão. Pior são os que tentam justificar que cometer erros não é para merecer reparos.

Lembrando as três derrotas de Colbert

O deputado federal Colbert Martins Filho (PMDB) vai tentar pela quarta vez nas eleições de 2008 sentar na cadeira de prefeito - e não a terceira vez, como está em matéria no site do seu partido.
Em 1996, com 46.330 votos, ficou em terceiro lugar na disputa. Em 2000, pelo PPS, ele obteve 69.395 votos (33,78%), ficando em segundo lugar, com José Ronaldo de Carvalho (PFL) ganhando em primeiro turno. Na eleição de 2004, também pelo PPS, a terceira derrota de Colbert Filho, diminuindo sua votação em relação ao pleito anterior, com 47.721 votos (19,21%), perdendo para José Ronaldo, que obteve 170.162 votos (68,49%), também em primeiro turno.

Colbert não conhece a cidade que quer governar

No site do PMDB, a matéria "Colbert espera união em torno de sua candidatura à Prefeitura de Feira"
Nela, o deputado federal afirma que "a população de Feira de Santana tem muito carinho pelo partido que governou o município durante quase 15 anos. “É importante o PMDB voltar a administrar Feira. Já estivemos no poder e a cidade era muito diferente. Na prefeitura vamos desenvolver o município, contando especialmente com o apoio do ministro Geddel Vieira Lima” afirmou.
Comentário 1: O candidato deve estar incluindo a gestão de Clailton Mascarenhas, de triste memória para a população.
O parlamentar acerta em dizer que Feira de Santana é a segunda maior cidade do Estado, mas não sabe a sua população, que o IBGE divulgou no dia 5 passado, de 571.779 habitantes -"tem uma população de mais de 500 mil habitantes", disse. Também não sabe que Feira passou de 33ª para 31ª cidade do país, pois afirmou na matéria que "ocupa o 34º lugar em população".
Colbert Filho afirma ainda que Feira "tem uma economia de cidade pequena e está sendo administrada assim. Temos que aumentar a quantidade de empregos e trazer novos investimentos, além de cuidar da saúde pública, educação e urgentemente do saneamento básico".
Comentário 2: Politicamente cego, não vê o patamar de desenvolvimento atual que o Município tem, graças à gestão do prefeito José Ronaldo de Carvalho.
Para o pleito de 2008, ele afirma que pretende firmar alianças e buscar a unidade e o consenso, principalmente com o PT, para ter mais força na disputa. Colbert defende que a união dos partidos que apoiaram Jaques Wagner seja mantida em 2008.
Comentário 3: Deve estar sonhando, pois José Neto e Sérgio Carneiro disputam para saber quem será o candidato petista.

Candidatura de Colbert Filho

Está no site "Política Livre" (http://www.politicalivre.com.br/):
O presidente regional do PMDB, Lúcio Vieira Lima, confirmou hoje, no site do partido, que o deputado federal Colbert Martins Filho será o candidato a prefeito da legenda em Feira de Santana.
No mesmo texto, Colbert diz que está “conversando com as lideranças, angariando apoios e ouvindo a população para saber exatamente quais suas necessidades para construir suas propostas de governo”.
“É importante o PMDB voltar a administrar Feira. Já estivemos no poder e a cidade era muito diferente. Na prefeitura vamos desenvolver o município, contando especialmente com o apoio do ministro Geddel Vieira Lima”, afirma.
O parlamentar, que já concorreu duas outras vezes à Prefeitura, espera contar, desta vez, com o apoio do PT, que tem dois pré-candidatos locais - os deputados Zé Neto (estadual) e Sérgio Carneiro (federal).
Um detalhe é que Colbert Martins Filho já foi candidato derrotado à Prefeitura de Feira de Santana em três outras oportunidades e não duas (este número, para o prefeito José Ronaldo de Carvalho). O PMDB desconhece a carreira de seu candidato.

Público dos filmes em cartaz

Em 336 salas no Brasil, incluindo uma no Orient Cineplace, em Feira de Santana, "Tropa de Elite" foi visto até domingo, 14, por 700 mil espectadores. "Resident Evil: A Extinção", em 223 salas, foi assistido por 540.232 espectadores; "O Homem Que Desafiou o Diabo", em 161 salas, teve público até agora de 225.915 espectadores; e "Bratz - O Filme", em 76 salas, levou 38.153 pessoas aos cinemas. Outro filme em cartaz nesta cidade, "Rogue - O Assassino", não está entre os 20 principais no ranking de público no país.

Mais notas sobre seminários distritais de Rotary em Maceió

* O casal governador 2007-2008 do Distrito 4390 de Rotary International, Germínio Orlando Braga e Lígia Marina, teve a companhia de 13 companheiros na viagem de ônibus para Maceió-AL, para participação no XVI Seminário Distrital da Fundação Rotária e XVI Seminário Distrital deo Desenvovimento do Quadro Social. O grupo saiu de Feira de Santana na sexta-feira, 12, às 7 horas, e estava de volta no domingo, 14, às 21 horas.
* No grupo, Antonier Nunes Rios e Sônia, Aurino Soares de Melo e Zirca, Dázio Brasileiro e Lenice, Dimas Oliveira e Doralice, Eloan Ferreira da Silva, Gabriel Eustáquio de Rezende, Hugo da Cruz Dórea e Cristina, João Martins Freitas e Maria do Carmo Campos, José Barbosa da Silva, José Nilton Mascarenhas e Sílvia, Rosalvo dos Reis Costa e Maria Gaciete Magalhães, mais a filha Luana e a neta Joana, Sérgio Aras e Valcineide Oliveira e Theódulo Carvalho e Consuelo.
* De última hora, a impossibilidade de integrar a comitiva do companheiro Antônio Gonçalves da Silva e Elizabete. Provável governador 2010-2011 do Distrito 4390, ele fez falta.
* O serviço de bordo foi comandado por Dázio e Eloan e contou com a adesão de Joana, oito anos, neta de Rosalvo, que conquistou todos com sua simpatia. Um kit de lanches foi distribuído a cada rotariano. Na viagem, foram servidos comes e bebes.
* Em Aracaju, a adesão do companheiro Marcos Junqueira e Gardênia. Em Maceió, Pierina Erbano e o filho Cláudio, mais Pedro Neto e Magali e Ramon Rocha e Monalisa.
* Companheirismo foi a tônica em toda a viagem. Rotary foi compartilhado em sua essência pelos companheiros.
* Da Bahia, a participação de 17 companheiros de três clubes (RC Feira-Leste, com sete, RC Feira de Santana, com sete, RC Feira de Santana Olhos d’Água, com dois, e RC Alagoinhas, com três). Apenas um EGD baiano presente: Theódulo Bastos de Carvalho Júnior.
* Naturalmente, a maior participação foi a dos clubes de Alagoas (RC Maceió, RC Maceió Farol, RC Maceió Leste, RC Água Branca, RC Palmeira dos Índios e RC Penedo. Seis clubes e 21 companheiros. Sergipe, com 15 companheiros e sete clubes (RC Aracaju, RC Aracaju Norte, RC Aracaju Salgado Filho, RC Aracaju Siqueira Campos, RC Itabaiana, RC Itaporanga d’Ajuda e RC São Cristóvão).
* O RC Feira Leste ficou com o troféu de Maior Delegação e o RC Feira de Santana Olhos d’Água com o troféu de Clube Mais Distante.
* Foi destacado o trabalho sempre eficiente do instrutor distrital Hugo da Cruz Dórea.
* Assessor de comunicação do governador Germínio Orlando Braga, o jornalista Dimas Oliveira editou um Boletim Informativo dos seminários, que foi entregue junto com o certificado de participação.

Jaques quem?

Deu em Cláudio Humberto, domingo, 14:

O governador da Bahia, Jaques Wagner, não consegue figurar na lista de pré-candidatos petistas à sucessão de Lula, ao lado dos ministros Dilma Rousseff (Casa Civil) e Tarso Genro (Justiça). Até os amigos suspeitam que a razão é simples: ele ainda não tomou posse. Se tomou, não avisou.

Porque "Tropa de Elite" é muito bom

Acabei de assistir ao filme "Tropa de Elite", de José Padilha, que realmente é muito bom. Principalmente porque arrasa com a tal de "consciência social", com o politicamente correto, com os direitos humanos para bandidos, com as chamadas organizações não governamentais, com caminhadas contra a violência.
Depois, faço mais comentários.

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Unef está sendo avaliada pelo MEC

Avaliadores do MEC na visita ao laboratório de informática da Unef
Ascom/Unef

Já se encontram, desde o início da manhã desta segunda-feira,15, as três equipes de avaliadores do Ministério da Educação (MEC), em visita in loco as instalações da Unef, que vai até quarta-feira, 17. Os professores chegaram à Feira de Santana na noite de domingo, 14, e os trabalhos para o processo de reconhecimento dos cursos de Administração, Jornalismo e Publicidade e Propaganda começaram em ritmo acelerado, com muitas anotações, verificação de toda a documentação da faculdade, conversa com a diretoria, coordenadores e visita às salas de aulas, laboratórios e área externa. Na noite desta segunda, os técnicos fizeram reunião com professores e alunos.
São dois avaliadores por curso, sendo cinco doutores e um mestre. Os responsáveis em avaliar o curso de Administração são os professores Edson Costa de Barros Carvalho Filho, com doutorado pela University of Kent at Canterbury - atua como professor adjunto e coordenador do mestrado profissional da Universidade Federal de Pernambuco (Ufpe) – e o mestre em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), José Plínio Vicentini.
De acordo com o coordenador interino do curso de Administração da Unef, professor-mestre Hélio Ponce, o processo de reconhecimento do curso será o resultado de um trabalho árduo e posteriormente fortalecido. “Estamos com uma excelente estrutura em diversas áreas, como a biblioteca, professores, equipamentos e muitos outros pontos positivos”, considerou. Após o contato direto com os avaliadores, ele demonstra confiança que a equipe do MEC fará um diagnóstico de acordo com “o padrão de excelência de ensino superior que a Unef oferece aos seus alunos”.
Comunicação Social
Já o curso de Jornalismo conta com dois professores doutores. Robson Bastos da Silva possui doutorado em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Também, é professor assistente pela Universidade de Taubaté, no Departamento de Comunicação Social e docente do Mestrado em Lingüística Aplicada. O outro técnico do MEC é o professor Luís Carlos Bittencourt, carregando no currículo o doutorado em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). É professor adjunto da Faculdade CCAA, onde coordena a habilitação em Multimídia do curso de Comunicação Social e professor adjunto da Universidade Veiga de Almeida, onde coordena o curso de Comunicação Social.
O curso de Publicidade e Propaganda está sendo avaliado pelos doutores Luís Carlos Ferreira de Sousa Oliveira e Márcio Magera Conceição. Luís Carlos possui doutorado em Ciências de La Información, pela Universidad Autonoma de Barcelona além de ser professor titular da Universidade Federal de Lavras. O outro membro da comissão, professor Magera, concluiu doutorado em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Ainda, é professor titular da Universidade Paulista, professor e pesquisador da Faculdade Santanna de Salto, diretor da Prefeitura da cidade de Salto, pesquisador da Universidade Estadual de Campinas e professor da Escola Superior de Administração Marketing e Comunicação.
Para a coordenadora dos cursos de Comunicação Social, a professora-mestra Élica Paiva, este é o momento de maturidade da instituição. “Nós estamos com uma boa porcentagem para que os nossos cursos sejam reconhecidos”, garantiu. Segundo ela, mesmo que haja ressalvas a serem observadas, o reconhecimento virá. “O processo de reconhecimento é constante, pois ele não se encerra quando sai o resultado”, observou.

Estado de calamidade da Bahia denunciado

“Quando o candidato do PT Jaques Wagner se tornou governador do Estado da Bahia afirmou que a educação, a saúde e a segurança iriam experimentar um salto de qualidade em sua administração que os baianos nunca mais esqueceriam seu governo. Quase um ano depois o Governo do Estado da Bahia continua a patinar”. A afirmativa é do deputado Fernando de Fabinho (DEM), que usou a Tribuna da Câmara Federal para denunciar o estado de calamidade em que a Bahia se encontra.
Fernando de Fabinho afirmou que ao contrário do que prometera Jaques Wagner, a educação não melhorou. "As condições dadas aos alunos e professores são piores do que as do governo anterior. A saúde está uma lástima, com os hospitais sem pessoal suficiente para atender ao público de forma adequada, além de faltar medicamentos, máquinas e equipamentos que permitam aos profissionais de saúde atender os pacientes a contento. E a segurança? Está falida!".
Fernando de Fabinho disse em seu discurso que a saúde e a educação, estão em situação muito difícil, mas, o seu alvo mesmo é a segurança pública da Bahia, que está falida e não consegue exercer seu papel de proteger a população baiana. “Ao contrário, a Bahia se transformou em um dos estados mais violentos e inseguros do País, o que chamou, sobremaneira, a atenção das mídias nacional e internacional, que hoje têm a Bahia como referência de notícias sobre violência, notadamente os homicídios”.
Epidemia
“Os crimes de morte na Bahia, como afirmam, de forma acertada, as manchetes dos jornais, virou epidemia – continua Fernando de Fabinho, que acrescenta: “Essa epidemia poderia ser combatida através de diagnósticos corretos, como a prevenção e o combate direto ao crime. A prevenção seria por meio de investimentos nos setores de inteligência das polícias e o combate aos criminosos através da compra de equipamentos, de viaturas, de armas e de treinamento dos servidores da Secretaria de Segurança”.
O número de assassinatos na região metropolitana de Salvador cresceu este ano 35% em comparação aos registrados entre janeiro e agosto de 2006. Um dos vários motivos para esses acontecimentos, de acordo com o próprio Governo do Estado, é que o efetivo de policiais não é suficiente para cobrir a grande Salvador. “O argumento não convence, até porque sabemos que muitos policiais estão lotados em outros órgãos do Estado, no Legislativo, no Judiciário, e até mesmo desviados de função em âmbito federal, o que é um grande absurdo e uma falta de senso completa”, afirmou o deputado.
Fernando de Fabinho defende a abertura de concurso público pelo Governo de Estado para aumentar o efetivo policial. “Não se pode brincar com vidas humanas em nome dos gastos públicos”, sentencia ele, que acrescenta: “Se a Secretaria de Segurança Pública da Bahia não tem condições de administrar com competência as suas responsabilidades, sugiro aos que têm cargo de mando e de liderança que se demitam e dêem a vez àqueles que querem realmente trabalhar em prol do sossego da população baiana e da paz social. O governador Jaques Wagner precisa ter o controle da situação. A Bahia está prejudicada em todos os sentidos. Não dá mais para protelar”, concluiu.