Geddel Vieira Lima e César Borges foram preteridos por Lula no primeiro turno
Deu em "O Globo"
Preteridos até agora na campanha pelo presidente Lula e pela candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, aliados do Planalto na Bahia preparam o troco no segundo turno.
Derrotados domingo, o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB), candidato ao governo, e o senador César Borges (PR), que tentou a reeleição, deixam agora em aberto se vão manter apoio à petista.
Queixando-se de isolamento na disputa, avisaram ontem que só vão tomar posição depois de conversar com seus partidos. PSDB e DEM contam com a neutralidade dos dois caciques para tentar reverter a forte votação de Dilma no estado e atrair os "magoados".
Geddel foi para Brasília ontem para reunir com líderes do PMDB. Deixou claro que a adesão à candidatura de Dilma no primeiro turno não é, necessariamente, extensiva ao segundo:
- Temos agora uma nova eleição. Essa decisão será tomada na reunião.
O ex-ministro ficou em terceiro nas eleições para o Palácio de Ondina, com pouco mais de um milhão de votos (15,5%), atrás de Paulo Souto (DEM), com 16%. Reeleito, o governador Jaques Wagner (PT) teve 63,8% da preferência do eleitorado, após uma campanha em que apresentava Lula como figura siamesa. Após a derrota, Geddel responsabilizou o presidente:
- Não perdi a eleição para Wagner. Perdi para o Lula, quando veio à Bahia em função de um entendimento nacional, que, por uma série de razões, terminou não sendo cumprido. A partir daquele momento, evidentemente que o nosso discurso ficou dificultado.
Por Thomas Oliveira
Deu em "O Globo"
Preteridos até agora na campanha pelo presidente Lula e pela candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, aliados do Planalto na Bahia preparam o troco no segundo turno.
Derrotados domingo, o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB), candidato ao governo, e o senador César Borges (PR), que tentou a reeleição, deixam agora em aberto se vão manter apoio à petista.
Queixando-se de isolamento na disputa, avisaram ontem que só vão tomar posição depois de conversar com seus partidos. PSDB e DEM contam com a neutralidade dos dois caciques para tentar reverter a forte votação de Dilma no estado e atrair os "magoados".
Geddel foi para Brasília ontem para reunir com líderes do PMDB. Deixou claro que a adesão à candidatura de Dilma no primeiro turno não é, necessariamente, extensiva ao segundo:
- Temos agora uma nova eleição. Essa decisão será tomada na reunião.
O ex-ministro ficou em terceiro nas eleições para o Palácio de Ondina, com pouco mais de um milhão de votos (15,5%), atrás de Paulo Souto (DEM), com 16%. Reeleito, o governador Jaques Wagner (PT) teve 63,8% da preferência do eleitorado, após uma campanha em que apresentava Lula como figura siamesa. Após a derrota, Geddel responsabilizou o presidente:
- Não perdi a eleição para Wagner. Perdi para o Lula, quando veio à Bahia em função de um entendimento nacional, que, por uma série de razões, terminou não sendo cumprido. A partir daquele momento, evidentemente que o nosso discurso ficou dificultado.
Por Thomas Oliveira

Um comentário:
Depois desta declaração de Geddel, será mais fácil tirarmos a prova dos nove em relação à êle, se se mostrará decente o suficiente prá não apoiar a criatura do cara, depois de ter levado um pé... vergonhosamente, diante do país inteiro! Um cargo no govêrno não pode custar tão caro, a própria honra, não é?
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