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Adquira no Boulevard Shopping (na Cappa Clara Tabacaria), Restaurante Flor do Maracujá (na Kalilândia), bancas Avenida, Cidreira e Status (na avenida Getúlio Vargas), no Espaço Cultural e O Folheteiro (no Mercado de Arte Popular)

Venda antecipada de ingresso no Orient Cineplace Boulevard

Venda antecipada de ingresso no Orient Cineplace Boulevard
11 (sábado, 29) - 13 - 15h10 -17h20 - 19h30

Venda antecipada no Orient Cineplace Boulevard

Venda antecipada no Orient Cineplace Boulevard
10h30 (sábado, 6) - 13 - 15h40 - 18h20 (dublado) - 21 (legendado)

domingo, 30 de setembro de 2018

Bolsonaro tem apoio de líder da Igreja Universal


Trata-se de uma ruptura e tanto com o PT, sigla que o bispo apoiava desde 2002

Desde sábado, 29, circula na Internet uma imagem de um conversa do bispo Edir Macedo, fundador e líder da Igreja Universal do Reino de Deus com um fiel nas redes sociais. Nela, o religioso declara seu apoio a Jair Bolsonaro (PSL), embora o PRB, partido ligado à sua igreja, faça parte da coligação de Geraldo Alckmin (PSDB).


Em meio a tantas notícias inverídicas e montagens que se espalham nas redes sociais, sua veracidade foi questionada.
Este apoio está prestes a se confirmar mais claramente nos próximos dias. Segundo o jornal "O Globo", Macedo fez uma reunião com a cúpula da Universal na quinta-feira, 27, em São Paulo onde tratou da sucessão presidencial. Ele teria dito que o PRB deveria "desembarcar" da campanha de Alckmin e que vai gravar um vídeo de apoio à candidatura do capitão.
Trata-se de uma ruptura e tanto com o Partido dos Trabalhadores, sigla que Macedo apoiava desde 2002. Durante o processo de impeachment de Dilma Rousseff, o bispo e o partido ligado à Iurd já haviam anunciado o distanciamento, pois estariam fartos dos escândalos de corrupção envolvendo petistas.
Ao jornal "O Estado de São Paulo", um representante da Universal declarou que "incentiva a todos os cristãos, de todas as denominações, a escolherem candidatos comprometidos com os valores da família e da fé".

Morre cantora Angela Maria


Assista
Angela Maria cantando "Mentindo" em "Rio Fantasia"

A cantora Ângela Maria, considerada uma das rainhas do rádio, faleceu aos 89 anos, no final da noite de sábado, 29.
Abelim Maria da Cunha nasceu em Macaé, Rio de Janeiro. Era filha de pastor protestante. Ela começou a cantar em corais da igreja.
Apareceu cantando em vários filmes:
2012 3AQ7: Love (Curta)
2010 Nosso Lar
2008 Fronteira
1955 O Feijão É Nosso
Fonte: IMDb

Pedrone expõe "!Enamórate!" em Vigo


sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Sessão especial de "Ferrugem"


Alunos de colégios públicos estaduais participaram de sessão especial do drama "Ferrugem", de Aly Muritiba, no Orient Cineplace Boulevard, na tarde desta sexta-feira, 28. 
O evento integra o programa "Acolher" da Secretaria de Estado da Educação. 
O filme “Ferrugem” trata sobre um tema atual, o ciberbullying.
O cineasta baiano (de Mairi) esteve presente e interagiu com a plateia.
O filme está em cartaz desde quinta-feira, no Multiplex do Boulevard, com sessão única, às 18h40.


No quadro "Minha Vida, Minha História"


Participei do quadro "Minha Vida, Minha História", do programa "Bom Dia, Feira", na Rádio Princesa FM, na manhã desta sexta-feira, 28. A entrevista foi conduzida pelo radialista Fernando Moreira, com produção de Ana Paula Vital.

Relançamento de "O Processo de Cassação da Rádio Cultura" na Feira do Livro

O livro "O Processo de Cassação da Rádio Cultura", organizado por Dimas Oliveira, lançado em 23 de julho, tem novo lançamento nesta sexta-feira, 28, às 17h30, durante a 11ª Feira do Livro/Festival Literário e Cultural de Feira de Santana (Flifs), que ocorre na praça Padre Ovídio.
O lançamento é coletivo e cada autor terá até cinco minutos para apresentar seu livro, que estará disponível para a venda.

Pensando bem...


…o PT venceu em 2002, também em 2006, ganhou de novo em 2010, assim como 2014, mas a culpa da crise é sempre dos outros.
Fonte: Claudio Humberto

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Bolsonaro lidera com 30,6% na pesquisa IstoÉ/Sensus


Nas simulações de segundo turno, 
Jair Bolsonaro venceria todos adversários

O candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL) continua liderando as intenções de voto com 30,6% no quadro estimulado - quando os nomes dos candidatos são apresentados ao eleitor -, em nova pesquisa Sensus/Istoé, divulgada nesta quinta-feira, 27.
Fernando Haddad (PT) tem 24,5%; Ciro Gomes (PDT): 7,7%; Geraldo Alckmin (PSDB): 5,6%; Marina Silva (Rede): 2,7%; João Amoedo (Novo): 1,9%; Alvaro Dias (Podemos): 1,7%; e Henrique Meirelles (MDB): 1,6%).
Nas simulações de segundo turno, Bolsonaro teria 37,2% das intenções de voto, contra 36,3% de Fernando Haddad. Bolsonaro teria 35,1% contra 33,5% de Ciro Gomes. Contra Alckmin, seria 38% versus 26,4%, em favor de Bolsonaro. Na disputa contra Marina, 37,4% a 26,5%, também pró-candidato do PSL.
O levantamento ouviu dois mil eleitores em 136 municípios de 24 estados das cinco regiões do país entre sexta-feira, 21, e segunda-feira, 24. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O índice de confiança da pesquisa é de 95%. 
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-02407/2018.

Bahia é quem mais tem títulos eleitorais cancelados


Metade dos títulos de eleitor cancelados no país está concentrada em cinco estados. Só na Bahia foram 586.333. Na sequência, aparecem São Paulo (375.169), Paraná (257.941), Ceará (234.487) e Goiás (219.426).
Com menos eleitores, os estados da Região Norte foram os que menos registraram problemas desse tipo. Roraima, por exemplo, teve 12.214 cancelamentos, seguido do Acre com 13.564 títulos anulados.
Conforme a Justiça Eleitoral, no total, 3 milhões 368 mil 447 eleitores não vão votar nas eleições de outubro porque não compareceram aos cartórios eleitorais nos municípios em que houve o recadastramento para identificação biométrica ou devido a outras restrições.


Justiça determina busca e apreensão de "santinhos" com nomes de Lula na Bahia


Denúncia feita por ACM Neto tem pedido atendido pela Justiça

A juíza Carmen Lúcia Santos Pinheiro, do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), determinou nesta quinta-feira, 27, a busca e apreensão, no prazo de 24 horas, de todo e qualquer material de campanha que tenha o nome do ex-presidente Lula como candidato ao Planalto. A denúncia foi feita pelo presidente nacional do Democratas e prefeito de Salvador, ACM Neto, resultando em uma ação movida no TRE pela coligação "Para Mudar a Bahia", encabeçada pelo candidato do partido à sucessão estadual, José Ronaldo.
"Esperamos que todo esse material ilegal, que tem como objetivo ludibriar o eleitor para angariar mais votos, seja retirado das ruas o mais rápido possível. Isso é um crime eleitoral grave e que está acontecendo não só na Bahia, mas em vários outros estados da Federação. O PT de fato não aprendeu a fazer uma campanha limpa, mesmo diante de todos escândalos de corrupção que colocaram atrás das grades as principais lideranças do partido. Tudo para favorecer um candidato à Presidência que não tem representatividade", disse ACM Neto.
Conforme a denúncia, lideranças do PT, do PSB, do PSD e do PCdoB da Bahia estão distribuindo pelo interior do estado "santinhos" de candidatos a deputado tendo, no verso, o nome do ex-presidente Lula, que é ficha suja e está inelegível, como postulante ao Planalto. Com o conhecimento das cúpulas partidárias, inclusive do governador Rui Costa (PT), visto que este tipo de material também é distribuído em eventos com a presença dele, o objetivo é ludibriar o eleitor para angariar votos. 
Em Santa Catarina, a Justiça Eleitoral já determinou a apreensão desse tipo de propaganda irregular. Entre as provas do crime estão "santinhos" (materiais impressos que possuem na frente a foto e o número do candidato e no verso uma "cola" com a indicação de toda a chapa) distribuídos pelas campanhas de figuras proeminentes do PT Bahia, a exemplo do líder do governador Rui Costa na Assembleia Legislativa, Zé Neto, que disputa uma vaga na Câmara Federal no pleito deste ano. A atual senadora e candidata a deputada federal Lídice da Mata (PSB) também distribui esse material, assim como inúmeros outros.     
Há ainda um vídeo gravado no comitê de campanha do deputado estadual e candidato à reeleição Alex da Piatã (PSD), no município de Conceição do Coité, onde "santinhos" pedindo voto para o parlamentar são distribuídos tendo no verso o nome de Lula como candidato à Presidência. Conforme a ação no TRE, uma das gráficas de onde saiu parte dos "santinhos" já foi identificada: trata-se da Talismã Artes Gráfica, situada na Avenida Lomanto Júnior, no município de Serrinha.
(Com informações da Assessoria de Imprensa)


Presidente da bancada evangélica diz que é hora dos cristãos se posicionarem a favor de Bolsonaro

Takayama pede para que lideranças cristãs no Brasil se posicionem, pois o país não pode mais ficar sob o comando da esquerda

Em vídeo divulgado em suas redes sociais, o presidente da bancada evangélica, Pastor Takayama (Foto), do PSC/PR, avaliou a situação do país e fez um apelo para que os cristãos tomem uma posição clara em apoio a Jair Bolsonaro. Reconhecendo que muitos estão orando pela nação, lembrou que os evangélicos precisam também exercer sua cidadania e votar em um candidato que demonstre afinidade com as pautas conservadoras.
"Meus irmãos e amigos, o Brasil está em uma encruzilhada. Por mais que as pesquisas sejam questionáveis, está muito claro que se desenha um quadro de polarização. Não é uma questão de voto útil apenas, trata-se da escolha entre quem pode fazer mudanças e quem quer afundar o país de vez numa crise", destacou.
Além disso, pautas como a volta da implantação do kit gay nas escolas públicas brasileiras e a descriminalização do aborto podem avançar rapidamente no país, de acordo com Takayama.
O deputado entende que existe uma orquestração muito clara de vários veículos de mídia que tentam mascarar a realidade. "O PT governou o país por 13 anos. Ganhou em 2002, 2006 2010 e 2014. A mudança começou em 2016, quando tivemos o impeachment de Dilma, resultante de sua incapacidade de gerir o Brasil. Eu fui a favor de seu afastamento porque estávamos a um passo de nos tornarmos uma Venezuela", assegura.
Segundo o pastor, o voto deste ano é o mais importante desde a redemocratização. "Vejam bem o que Lula dizia antes de ser preso. Eles querem o controle da imprensa, o que significa uma censura. Falam em avançar o país, mas seus modelos são o cubano e o regime de Maduro. O plano de governo desse pessoal atingirá em cheio o futuro da nação. Pregam o dividir para conquistar e, pior de tudo, lutam contra a família e pela erotização das nossas crianças. Jamais vamos concordar com isso", lamentou.
Takayama, assumindo um tom profético comum aos pastores, explica que a crise que vivemos é séria e não pode ser ignorada. "Temos milhões de desempregados, educação e saúde sucateada. A enxurrada de denúncias de corrupção de membros do PT e o aparelhamento da máquina pública são bem conhecidas de todos. Agora esse mesmo pessoal quer nos dizer que tem a solução para ajudar o país e que irá combater a corrupção? Ora, o líder maior deles está numa cela em Curitiba e de lá diz como as coisas devem ser. Chega disso!", sentenciou.
Embora reconheça que Jair Bolsonaro não é o "candidato perfeito", sustenta que existem questões importantes que precisam ser consideradas. "Estou com Bolsonaro por motivos muito simples. Eu o conheço da Câmara e muitas vezes votamos juntos pautas que defendem os valores cristãos que acreditamos. Ele, assim como eu, defende a liberalidade econômica. Precisamos de um Estado menor, enxuto, ágil e sem espaços para corrupção e o toma lá, dá cá."
"Infelizmente, o Brasil está se tornando um país de esquerda, ateia. Vivemos no limite do perigo pois, eles, os ateus, não gostam de nós, cristãos e farão de tudo para prejudicar as famílias cristãs e as Igrejas. O que está em jogo é a liberdade de se pregar o evangelho. Nossa chance de impedir isso será nas eleições de outubro!", disse mais.
O deputado é do PSC e concorre à reeleição este ano, lembra que decidiu vir a público mesmo contra seu partido - que indicou o vice na chapa de Álvaro Dias. O motivo de sua postura agora porque precisa deixar claro de que lado está. Finalizou dizendo: "Vou com Bolsonaro e quero estar na Câmara para ajudá-lo a ter governabilidade. Nosso país precisa de rumo e pulso forte. Sou cidadão, quero um futuro seguro para todos aqui. Sei que isso pode me custar politicamente, mas não irei me omitir e peço que todos façam o mesmo nesse momento". Com o posicionamento de Takayama, acredita-se que outros líderes cristãos no Congresso devem começar a se posicionar em favor de Bolsonaro nos próximos dias por meio das redes sociais.
Com informações de Agora Paraná
Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

Faltam 10 dias para as eleições: saiba como consultar seu local de votação


Eleitor pode verificar onde deve votar por meio da Internet, via e-mail ou até por telefone

Todo eleitor está cadastrado para votar em uma seção eleitoral específica. Por isso, é fundamental saber o número da sua zona eleitoral e o seu local de votação. Para tanto, a Justiça Eleitoral disponibiliza uma série de opções que permitem ao eleitor saber em qual seção deverá comparecer para exercer seu direito de voto.
Site do TSE
No site do TSE, basta clicar na aba superior, no menu "Eleitor e eleições" e depois selecionar "Serviços ao eleitor". Na lista, clique em "Título de Eleitor" e, em seguida, faça a consulta pelo "nome do eleitor" ou "número do título eleitoral". No primeiro caso, é necessário informar nome completo, data de nascimento e nome da mãe. No segundo, é necessário ter em mãos o número do título e a data de nascimento. Os sites dos respectivos Tribunais Regionais Eleitorais também destinam um espaço para consulta dessas informações.
Ao fazer a consulta, o eleitor obterá o número de sua inscrição eleitoral, zona eleitoral e local de votação, com endereço completo.
Redes Sociais
Os usuários do Facebook e Twitter também podem verificar onde votar nas páginas oficiais do TSE nas respectivas redes sociais: facebook.com/TSEJus e twitter.com/tsejusbr.
Basta o eleitor enviar uma mensagem e começar a interagir com o assistente virtual, conhecido Bot. Ele dará as boas-vindas e perguntará qual o tipo de ajuda o usuário precisa. Depois, o eleitor poderá escolher o que deseja saber e seguir o passo a passo para obter a resposta. Por meio dessa consulta, é possível obter todas as informações sobre a seção e o local de votação.
e-Título
O aplicativo e-Título, uma versão digital do título de eleitor, também informa o local de votação e, por meio de ferramentas de geolocalização, guia o usuário até sua seção eleitoral. A ferramenta pode ser baixada gratuitamente em dispositivos móveis nas lojas virtuais Apple Store e Google Play.
O e-Título também serve como documento de identificação do eleitor caso ele já tenha feito o recadastramento biométrico. Isso porque a versão digital será baixada com foto, o que dispensa a apresentação de outro documento de identificação no momento do voto.
O eleitor que ainda não tenha feito o recadastramento biométrico também pode baixar o e-Título para saber onde votar, mas deverá apresentar um documento oficial com foto no momento da votação.
Disque-Eleitor
A consulta sobre o local de votação também pode ser feita no serviço Disque-Eleitor dos TREs. O portal do TSE reúne os contatos do tribunais reginais.  
Por fim, o eleitor também pode ir ao cartório eleitoral mais próximo ou ao TRE de seu estado e consultar as informações pessoalmente.
Fonte: http://www.tse.jus.br

Espetáculo lírico em Feira há mais de 133 anos


Em 11 de janeiro de 1885, há 133 anos, apresentação do Teatro Sant'Anna, da ópera "A Filha de Madame Angot", do francês Charles Lecocq, pela Cia. Lírica Cômica Italiana Empresa Naghez, como está em "Vida Feirense", coluna escrita por Arnold Ferreira da Silva para o jornal "Folha do Norte".
Fonte: Livro "Memórias: Arnold Ferreira da Silva", de Carlos Mello e Carlos Brito, pelo Núcleo de Preservação da Memória Feirense Rollie E. Poppino.
A companhia era dirigida pelos maestros Santiago Guerra e Enrico Cogorno e pelo maestro substituto Carlos Campitelli.
A história é inspirada na personagem tradicional francesa Madame Angot e mistura personagens históricos com fictícios.
A ópera foi escrita em 1872, teve sua estreia em Bruxelas, na Bélgica, em dezembro do mesmo ano e foi um sucesso desde então, chegando a ficar em cartaz por mais de 400 dias consecutivos, além de ter sido apresentada em mais de 100 cidades na França e no mundo - Feira de Santana, inclusive.
Considerada umas das melhoras obras do repertório lírico, "A Filha de Madame Angot" fez de Charles Lecocq um dos principais compositores franceses de operas-cômicas do século 19. 

"X-Men: Fênix Negra" ganha trailer




Assista ao trailer

 

Filme chega aos cinemas em 14 de fevereiro de 2019


Sophie Turner é a Fênix em novo filme de "X-Men"
Foto: Reprodução

Filme chega aos cinemas em 14 de fevereiro de 2019


O primeiro trailer do filme de ação, aventura e ficção científica "X-Men: Fênix Negra" (X-Men: Dark Phoenix), de Simon Kinberg, que apresenta os conflitos da personagem Jean Grey (Sophie Turner) desde a infância, foi lançado pela Fox nesta quinta-feira, 27.
Em "Fênix Negra", os X-Men - em sua sétima parte - enfrentam seu inimigo mais formidável e poderoso e um deles é Jean Grey. Sophie Turner interpretou a versão jovem da personagem em "X-Men: Apocalipse" (X-Men: Apocalypse), de 2016, e assume agora a identidade de Fênix, nesta que é a adaptação para os cinemas de uma das histórias mais cultuadas dos mutantes nos quadrinhos da Marvel.

Sinopse
Durante uma missão de resgate no espaço, Jean é quase morta quando é atingida por uma misteriosa força cósmica. Quando ela volta para casa, essa força não só a torna infinitamente mais poderosa, mas muito mais instável.
Lutando com essa entidade dentro dela, Jean desencadeia seus poderes de maneiras que ela não pode compreender nem conter. Com Jean fora de controle, e ferindo aqueles que ela mais ama, ela começa a desvendar a linha que mantém os X-Men juntos. Agora, com esta família desmoronando, eles devem encontrar uma maneira de se unir, não apenas para salvar a alma de Jean, mas para salvar nosso próprio planeta de alienígenas que desejam se armar com essa força e governar a galáxia.

Orçamento de Feira de Santana para 2019 é de mais de R$ 1,2 bilhão


O secretário de Planejamento Carlos Brito entregou ao presidente da Câmara Municipal, vereador José Carneiro Rocha (PSDB), na manhã desta quinta-feira, 27 (Fotos: Jorge Magalhães), o Projeto de Lei de nº 031/2018, de autoria do Poder Executivo, que estima a receita e fixa a despesa do Município de Feira de Santana  para o exercício financeiro de 2019.
A estimativa da receita total do Município para 2019 é de R$ 1.266.366.238,00. O Orçamento Fiscal tem o montante de R$ 738.574.453,00 e o Orçamento da Seguridade Social é de R$ 527.791.785,00. A despesa total está fixada no mesmo valor da receita
A Secretaria de Saúde fica com a maior despesa, com R$ 398.709.357,00; seguida da Secretaria de Educação, com R$ 295.542.571,00; e Secretaria de Administração, com 213.597.403,00.
O Projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA), exigência da Lei Orgânica do Município, é composto pelos Orçamento Fiscal e da Seguridade Social, referentes aos poderes municipais, seus órgãos e entidades, inclusive os fundos e sua elaboração atende às diretrizes contidas na Lei de Diretrizes Orçamentárias para o exercício de 2019, bem como a compatibilização com os objetivos e metas integrantes do Plano Plurianual.
A proposta é fruto de um processo participativo a partir de audiências públicas realizadas, envolvendo as 13 regiões administrativas do município. A partir delas foram encaminhadas as solicitações e demandas da comunidade para as secretarias municipais.
O ato ocorreu no Gabinete da Presidência da Casa, com a presença do diretor de Planejamento Luiz Ivan Santos e dos vereadores Antonio Carlos Passos Ataíde, Cadmiel Pereira, Edivaldo Lima e Fabiano da Van. 

Filmes em Exibição no Orient Cineplace Boulevard

Semana até quarta-feira, 3 de outubro

LANÇAMENTOS NACIONAIS

FERRUGEM, de Aly Muritiba, 2018. Com Giovanni di Lorenzi, Tiffany Dopke e Enrique Diaz. Drama. Tati e Renet já estavam trocando fotos, vídeos e músicas com seus celulares, e na última viagem da escola começaram a fazer contato visual. No entanto, o que poderia ser o começo de uma história de amor, acaba. Não recomendado para menores de 14 anos. Duração: 100 minutos. Horários: 15 horas, somente na sexta-feira, 28, na Sala 4 (261 lugares) e 18h40, na Sala  2 (158 lugares).
O QUE DE VERDADE IMPORTA (The Healer), de Paco Arango, 2018. Com Oliver Jackson-Cohen, Camilla Luddington, Jonathan Pryce. Drama romântico. O engenheiro Alec mora em Londres e ganha a vida consertando eletrodomésticos, mas sua situação financeira está cada vez pior. Um tio desconhecido surge e lhe propõe quitar suas dívidas, desde que Alec se mude para o Canadá. Ele aceita a proposta e inicia uma jornada de descoberta. Cópia dublada. Não recomendado para menores de 10 anos. Duração: 113 minutos. Horários: 11 horas (matinal, no sábado, 29), 13h30, 16 horas, 18h30 e 21 horas. Sala 4 (261 lugares).
PÉ PEQUENO (Smallfeet), de Karey Kirkpatrick, 2018. Animação. Um yeti, também conhecido como Pé Grande, está convencido de que as criaturas evasivas conhecidas como "seres humanos" realmente existem. Cópia dublada. Classificação: Livre. Duração: 96 minutos. Horários: 10h50 (matinal, no sábado, 29), 13 horas, 15h10, 17h20 e 19h30. Sala 1 (240 lugares).
CONTINUAÇÕES
A FREIRA (The Nun), de Corin Hardy, 2018. Com Taissa Farmiga, Demian Bichir e Bonnie Aarons. Terror. Uma freira comete suicídio em um convento na Romênia e, para investigar o caso, o Vaticano envia um padre assombrado e uma noviça que está prestes a se tornar freira. Os dois descobrem um segredo profano e se confrontam com uma força do mal que toma a forma de uma freira demoníaca. Quarta semana. Cópia dublada. Não recomendado para menores de 14 anos. Duração 96 minutos. Horários: 15 horas e 19h20, na Sala 3 (165 lugares); e 21h30, na Sala 1 (240 lugares).
OS JOVENS TITÃS EM AÇÃO! NOS CINEMAS (Teen Titans Go! To the Movies), de Aaron Horvath e Peter Rida Michail, 2018. Animação. Robin, Ciborgue, Estelar, Ravena e Mutano são os Jovens Titãs e, ao perceberem que todos os super-heróis estão estrelando filmes, eles decidem se mobilizar para também ter espaço nas telas. Eles partem em busca de um diretor de Hollywood, mas acabam enganados por um supervilão. Quinta semana. Classificação: Livre. Duração: 88 minutos. Somente no sábado, 29. Horário: 11h30. Sala 2.
O MISTÉRIO DO RELÓGIO NA PAREDE (The House With a Clock in Its Walls), de Eli Roth, 2018. Com Jack Black, Cate Blanchett, Owen Vaccaro e Kyle McLachlan. Fantasia. Lewis, de 10 anos, acaba de perder os pais e vai morar com seu tio Jonathan, em Michigan. Porém, ele não tem ideia de que seu tio e a vizinha da casa ao lado, a Sra. Zimmerman, são feiticeiros. Segunda semana. Cópia dublada. Não recomendado para menores de 10 anos. Duração: 105 minutos. Horários: 14 horas, 16h20 e 20h50. Sala 2.
ALFA (Alpha), de Albert Hughes, 2018. Com Kodi Smit-McPhee, Johanes Haukur Johannesson, Morgan Freeman, Natassia Maline e Leonor Varela. Ação e aventura. Enquanto em sua primeira caçada com o grupo de elite de sua tribo, um jovem é ferido e deve aprender a sobreviver sozinho no deserto. Relutantemente, ele doma um lobo solitário abandonado por sua alcateia e aprende a confiar um no outro e se tornar aliados improváveis. Quarta semana. Cópia dublada. Não recomendado para menores de 10 anos. Duração: 97 minutos. Somente no sábado, 29. Horários: 10h50. Sala 3 (165 lugares).
22 MILHAS (Mile 22), de Peter Berg, 2018. Com Mark Wahlberg, Laureen Lohan, Ronda Rously e John Malkovich. Ação. Um agente da CIA tem que transportar um informante da Indonésia do centro da cidade para refúgio em um aeroporto a 22 milhas de distância. Segunda semana. Cópia dublada. Não recomendado para menores de 14 anos. Duração: 90 minutos. Horários: 13 horas  e 21h20. Sala 3.
O PREDADOR (Predator), de Shane Black, 2018. Com Boyd Holbrook,  Olivia Munn, Thomas Jane, Sterling K. Brown e Keegan-Michael Key. Thriller de ação. Um menino ativa o retorno dos predadores, agora mais fortes e inteligentes do que nunca. Ex-soldados e um professor de ciências se juntam para lutar contra essa ameaça e proteger o futuro da raça humana. Terceira semana. Cópia dublada. Não recomendado para menores de 12 anos. Duração: 107 minutos. Horário: 17h10. Sala 3.
ENDEREÇO E TELEFONE
Orient Cineplace Boulevard - Multiplex do Boulevard Shopping, telefax 3225-3185 e telefone 3610-1515, para informações sobre programas e horários.
(Com informações do Departamento de Marketing de Orient Cinemas)

STF mantém cancelamento de títulos sem biometria


Mais de 3 milhões de eleitores não vão votar nas eleições
Por 7 votos a 2, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu na quarta-feira, 26, rejeitar pedido de liminar feito pelo PSB para evitar o cancelamento dos títulos de eleitores que não realizaram o cadastramento por biometria nas localidades que foram escolhidas pela Justiça Eleitoral.
De acordo com a Justiça Eleitoral, cerca de 3,3 milhões de eleitores não vão votar nas eleições de outubro porque não compareceram aos cartórios eleitorais nos municípios em que houve o recadastramento para identificação biométrica e devido a outras restrições.
Na ação, o PSB alegou que são inconstitucionais as resoluções do TSE que disciplinaram o cancelamento do título como penalidade ao eleitor que não realizou o cadastro biométrico obrigatório dentro do prazo, porque resultaram no indevido cerceamento do direito de votar.
O PT e o PCdoB também participaram do processo. Segundo as legendas, o maior número de eleitores que não poderão votar está na Região Nordeste. Para os partidos, a maioria dos títulos cancelados é de cidadãos humildes que não tiveram acesso à informação para cumprir a formalidade.
Votos
A maioria dos ministros acompanhou voto proferido pelo relator, Luís Roberto Barroso. O ministro entendeu que não há inconstitucionalidade nas normas do TSE que disciplinaram as regras de alistamento eleitoral. Segundo o ministro, a atualização do cadastro de eleitores é necessária para manter a higidez das eleições.
"Não vejo inconstitucionalidade no modo como a legislação e o TSE disciplinaram a revisão eleitoral e o cancelamento do título em caso de não comparecimento para a sua renovação. Eu penso que o TSE demonstrou as dificuldades técnicas e o risco para as eleições há menos de duas semanas", afirmou.
A advogada-geral da União, ministra Gracie Mendonça, se manifestou a favor das restrições por entender que a segurança jurídica das eleições deve ser mantida. Segundo a ministra, os partidos querem afastar o cumprimento de regras das eleições, faltando 11 dias para o pleito.
"O mesmo custo, a mesma dificuldade que o eleitor vai enfrentar para votar, é exatamente a mesma dificuldade que ele teria para se dirigir e se submeter ao processo de revisão. Não se tem aí que a população mais desfavorecida estaria em prejuízo, a relação de custo é a mesma", argumentou.
A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, também defendeu a segurança jurídica e disse que, conforme a legislação, somente pode votar quem realizou a alistamento eleitoral prévio ou está apto para votar.
"O fato de alguém ter problemas para com seu alistamento eleitoral e, por isso, não votar, não coloca em perigo o sufrágio universal, pelo contrário, o protege.  O alistamento eleitoral cuidadoso e completo que garante higidez do cadastro de eleitores e assegura a universalidade do sufrágio", disse Dodge.
Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br

"Alckmin sofre debandada, e perderia no 2º turno"


Pesquisas não confirmam o suposto "favoritismo" de Geraldo Alckmin (PSDB) em eventual segundo turno, como divulga sua propaganda, e pior: após o "centrão", até os próprios tucanos participam da debandada. Em Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral do País com 15,7 milhões de eleitores, o candidato a vice do favorito Antonio Anastasia (PSDB) já pede "voto útil" em favor do candidato do PSL. Marcos Montes fala abertamente em "mãos dadas" com Jair Bolsonaro.
Bye, bye, Geraldo
Reinaldo Azambuja, candidato do PSDB à reeleição no governo do Mato Grosso do Sul, também admite publicamente apoio a Bolsonaro.
Terreiro tucano
Em São Paulo, terreiro de Alckmin, o candidato ao governo João Dória (PSDB) tem sido pressionado pelos eleitores a apoiar Bolsonaro.
Qualquer cenário
Levantamento do Paraná Pesquisa divulgado nesta quarta (26) mostra que Alckmin perderia em qualquer 2º turno (registro BR-03512/2018).
Contra os grandes
Alckmin perderia para Bolsonaro de 42,1% a 38,2% e para Fernando Haddad (PT) de 36,3% a 35,8%, segundo o Paraná Pesquisa.
Fonte: Claudio Humberto

"Vídeos 'ele não' recebem enxurrada de 'dislikes'"


Vídeos de celebridades contra a candidatura presidencial de Jair Bolsonaro (PSL), divulgados no YouTube, têm recebido enxurrada de manifestações de desagrado (ou "dislikes"), que superam em muito o número de "likes", curtidas de apoio à mensagem. O vídeo da cantora pop Anitta, por exemplo, até o fechamento da coluna, tinha a aprovação de 17 mil pessoas, contra 783 mil "descurtidas" do vídeo.
Diferença grande
O vídeo onde Daniella Mercury também se posicionou pelo "#Elenão" teve 19 mil likes (favoráveis) contra 1 milhão de dislikes.
Letícia's deslike
As atrizes Letícia Sabatella (11 mil likes e 790 mil "dislikes") e Letícia Colin (10 mil contra 650 mil dislikes) também aderiram ao "#Elenão".
Menções
A hashtag "Elenão" recebeu pouco mais de 14,5 mil menções nas redes sociais nas últimas 24 horas, segundo o site Hashtracking.
Fonte: Claudio Humberto

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Denúncia contra material em que Lula aparece como candidato é rebatida


Os candidatos a deputado federal Joseildo Ramos e Zé Neto, ambos do PT, se pronunciaram após uma denúncia de representantes do Democratas a respeito da distribuição de "santinhos" em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece como candidato à Presidência da República.
Veja matéria:
PT comete crime eleitoral distribuindo "santinhos" tendo Lula como candidato

Conforme explicação, o material de propaganda eleitoral em que aparece o ex-presidente Lula como candidato à Presidência foi solicitado antes de Fernando Haddad ser definido como o candidato da chapa petista e que foi solicitada a retirada do material de circulação quando Lula deixou de ser candidato. 
"Não há e não houve, portanto, qualquer intenção de mascarar ou enganar os eleitores", explicaram.

"O naufrágio eleitoral do PSDB"

Por Helio Gurovitz

Ainda não se sabe que partido vencerá a eleição presidencial, mas o maior perdedor parece claro: o PSDB. Se confirmados os números das últimas pesquisas, os tucanos deverão sair das urnas com a maior derrota de sua história.
O partido que governou o Brasil nos dois mandatos do governo Fernando Henrique Cardoso está prestes a ser derrotado nos dois principais pleitos que disputa: para presidente da República e para o governo de São Paulo.
No presidencial, o ex-governador Geraldo Alckmin, ao que tudo indica, superará a própria marca de 2006, quando obteve menos votos no segundo turno que no primeiro. Patinando nas pesquisas em torno de 8%, Alckmin será o primeiro candidato tucano a não chegar ao segundo turno desde seu mentor Mário Covas, em 1989.
No paulista, o ex-prefeito João Doria está apenas 2 pontos percentuais à frente do emedebista Paulo Skaf no primeiro turno na média das pesquisas. Considerando apenas votos válidos, perde para ele por uma diferença superior a 5 pontos no segundo.
Na última rodada divulgada hoje pelo Ibope, Skaf já aparece na frente de Dória no primeiro turno, com 24% a 22%. No segundo, o derrota facilmente, com folga de mais de 11 pontos percentuais em votos válidos. Pelos números de hoje, Skaf é o franco favorito.
Sao Paulo é governada pelo PSDB há 24 anos sem interrupção. O estado é o maior bastião do partido no país. Votou majoritariamente pelos tucanos nas últimas sete eleições presidenciais e é dominado por prefeitos do (ou ligados ao) PSDB.
Mesmo que Doria consiga virar o jogo e levar o governo paulista, herdará um estado dividido, em que as prefeituras do interior, outrora alinhadas com o governo estadual, não hesitarão em explorar lealdades aos grupos políticos que saírem mais fortes das urnas.
O domínio sobre a maior economia e maior população do país sempre foi o esteio da projeção tucana na política nacional. É de São Paulo que vêm seus quadros mais importantes (como FHC, Serra, Covas ou o próprio Alckmin), suas políticas públicas mais relevantes e a base de arrecadação que mantém a bancada do PSDB como uma das maiores e mais fortes no Congresso.
A soma das duas derrotas - no Brasil e São Paulo - tornará o PSDB uma sombra do que já foi. O máximo a que pode almejar é ser o principal partido de oposição ao novo governo. Mas só tem chance de conseguir isso se o PT vencer. No caso de vitória de Bolsonaro, a oposição será evidentemente organizada em torno do PT.
A derrocada tucana deriva, em primeiro lugar, da dificuldade que o partido teve para assumir o papel de liderança da oposição nos governos petistas. Mesmo com o PSDB consistentemente apontado como segundo partido na preferência dos eleitores, sempre houve uma divisão entre aqueles tucanos que queriam um enfrentamento mais duro e aqueles, como Alckmin, que defendiam a acomodação.
Na eleição de 2006, diante da ameaça de derrota para Lula, Alckmin vacilou na defesa do legado de FHC. Hesitante, sem estratégia coerente nos anos seguintes, o PSDB abriu o flanco para que Bolsonaro galvanizasse o campo antipetista.
O segundo fator que contribuiu para a derrocada peessedebista foi, naturalmente, a sucessão de escândalos de corrupção que atingiram figuras de relevo no partido, em especial o senador Aécio Neves. Ex-candidato à Presidência derrotado por Dilma, Aécio foi flagrado em grampo, negociando com o empresário Joesley Batista uma entrega de R$ 2 milhões em dinheiro vivo.
O próprio Alckmin foi citado em delações da Operação Lava Jato como destinatário de propinas, pagas pela Odebrecht na forma de caixa dois de campanha. Integrantes de seu governo foram presos, sob a acusação de superfaturamento em obras do Rodoanel paulistano. Embora, pessoalmente, nada tenha sido comprovado contra ele, não há como evitar a associação de seu nome aos escândalos que atingem o partido.
A derrocada do PSDB terá consequências decisivas para o futuro da política nacional. O voto de direita que o partido atraía estará doravante noutras plagas. São Paulo governada por outro partido, provavelmente o MDB, terá um papel mais fraco como contrapeso ao novo governo, quer vença Bolsonaro, quer vença Fernando Haddad.
Outra consequência será o enfraquecimento de todas as políticas bem-sucedidas implantadas pelo partido em São Paulo ao longo dos anos, em áreas como educação, saúde e segurança. Os demais estados e o governo federal teriam muito a aprender com a longeva gestão tucana em São Paulo, em especial no que diz respeito à responsabilidade fiscal.
A consistência entre sucessivos governos explica por que o governo paulista se distingue dos demais em todas essas áreas e por que a qualidade de vida da população paulista atingiu um patamar superior ao do resto do país. Não é uma coincidência que São Paulo seja governada por tucanos há tanto tempo. Nem que a crise do PSDB no estado coincida com seu encolhimento na cena política nacional.