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sexta-feira, 22 de junho de 2018

Falta de criatividade é intensa


Cartaz original de "Orgulho e Paixão"
Foto: Reprodução

Desde março deste ano que a Globo está exibindo a novela "Orgulho e Paixão", no horário das 18. O título é o mesmo do drama "Orgulho e Paixão" (The Pride and the Passion), de Stanley Kramer, 1957, com Sophia Loren, Cary Grant e Frank Sinatra.
Não é a primeira vez que a Globo coloca nas suas novelas nomes de filmes.
Em 1965, a emissora lançou "Um Rosto de Mulher". O filme com este título é de 1965, com Joan Crawford.
Em 1966, a novela "A Grande Mentira". Do cinema espanhol, o filme com mesmo nome, de 1956, com Francisco Rabal.
Em 1969, a novela "A Última Valsa". O cinema alemão realizou bem antes, em 1953, filme com Curd Jurgens e Eva Bartok.
Em 1975, a novela "O Grito". 1968, o México lançou filme como mesmo título.
"Jogo da Vida" foi novela da Globo, em 1981. Em 1977, Lima Duarte estrelou filme brasileiro com mesmo nome.
Em 1983, "Guerra dos Sexos", mais uma novela global. Em 1878, o México lançou o filme "Guerra de Sexos".
"Pacto de Sangue", em 1989, foi novela da Globo. Muito tempo antes, em 1944, o clássico film noir "Pacto de Sangue", com Barbara Stanwick.
Em 1984, a rede lançou "Corpo a Corpo". Dez anos antes, Dimas Oliveira realizou o filme em Super 8, "Corpo a Corpo".
São alguns exemplos, mas a lista da falta de criatividade é intensa.

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