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quinta-feira, 20 de julho de 2017

Seis obras-primas da Nouvelle Vague



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A Versátil Home Vídeo apresenta "Nouvelle Vague", digistack com três DVDs que reúne seis obras-primas do movimento cinematográfico francês dirigidas por mestres como Alain Resnais, François Truffaut e Jean-Luc Godard. São quase uma hora e meia de extras, incluindo documentários e entrevistas.
DISCO 1
"O Ano Passado em Marienbad" (L'Année Dernière à Marienbad), de Alain Resnais, 1961. Com Delphine Seyrig, Giorgio Albertazzi e Sacha Pitoeff.
Em um hotel, um homem tenta convencer uma mulher casada a fugir com ele. Mas ela não consegue se lembrar do caso que os dois tiveram no ano anterior. Leão de Ouro em Veneza, a obra máxima de Resnais é apresentada em inédita versão restaurada.
"Os Libertinos" (Les Dragueurs), de Jean-Pierre Mocky, 1959. Com Jacques Charrier, Charles Aznavour e Anouk Aimée.
As aventuras e desventuras de dois jovens, um tímido e outro conquistador, que caçam  mulheres na noite parisiense. Estreia na direção do prolífico Jean-Pierre Mocky, essa crônica sobre a juventude traz um frescor de realização invejável.
DISCO 2
"Um Só Pecado" (La Peau Douce), de François Truffaut, 1964. Com Jean Desailly e Françoise Dorléac.
Numa viagem a Lisboa, conhecido editor torna-se amante de uma bela aeromoça. Ele é casado e vive seu romance até o dia em que sua mulher descobre tudo. Influenciado por Hitchcock, Truffaut realizou uma obra-prima que só cresce com o tempo.
"Bando à Parte" (Bande à Part), de Jean-Luc Godard, 1964. Com Anna Karina, Sami Frey e Claude Brasseur.
Dois amigos trapaceiros convencem uma estudante a ajudá-los em um roubo. Talvez a obra mais acessível de Godard, "Bando à Parte" é uma vibrante homenagem ao filme B hollywoodiano, além de trazer uma interpretação icônica da musa Anna Karina.
DISCO 3
"A Baía dos Anjos" (La Baie des Anges), de Jacques Demy, 1963. Com Jeanne Moreau, Claude Mann e Henry Nassiet.
Jean chega a Nice. Começa a se interessar pelo jogo e encontra no cassino uma jogadora, Jackie. Os dois se apaixonam e se afundam na jogatina. Dialogando com "O Jogador", de Dostoiévski, Demy fez um fascinante filme sobre o amor e o vício.
"Paris nos Pertence" (Paris nous Appartient), de Jacques Rivette, 1960. Com Betty Schneider, Giani Esposito e Françoise Prévost.
Jovem estudante encontra por acaso um grupo teatral que ensaia exaustivamente a peça "Péricles", de Shakespeare. Um dos filmes mais emblemáticos da Nouvelle Vague e uma das obras-primas do genial Jacques Rivette ("A Bela Intrigante").
Extras: No Labirinto de Marienbad (33 minutos), Trailers (18 minutos), Entrevista de Jean-Pierre Mocky (cinco minutos), Depoimento de" (12 minutos), Entrevista de François Truffaut (11 minutos)

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