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quarta-feira, 5 de julho de 2017

Talento feminino: Empresas investem mais em diversidade para aumentar competitividade


Pesquisa sobre equidade de gênero e recrutamento, realizada em mais de 70 países, revela que 80% dos CEOs adotam políticas com foco em equidade de gênero
Cada vez mais, os CEOs de grandes empresas consideram a diversidade e inclusão fatores fundamentais para o aumento da competitividade e inovação. É o que mostra o estudo "Ganhando a luta pelo talento feminino: como obter a vantagem da diversidade através do recrutamento inclusivo", da PwC, realizado com 4.792 profissionais e líderes empresariais de 70 países. Cerca de 80% dos executivos ouvidos afirmaram que a estratégia de recrutamento de novos funcionários está alinhada aos princípios da equidade de gênero. Além disso, 78% das organizações estão implantando estratégias para atrair mais talentos femininos.
"Valorizar a diversidade é a única opção para as empresas que desejam se manter competitivas e respeitadas no mercado. Ganha-se pelo fortalecimento da imagem perante o mercado e os colaboradores, há benefícios para o clima organizacional e, com isso, ganhos de produtividade também. Acredito que cada empresa deve estabelecer critérios de recrutamento e seleção se deseja ampliar e/ou valorizar a mão de obra feminina", afirma Margot Azevedo, vice-presidente da ABRH Bahia.
Para conseguir recrutar e reter os profissionais, essas empresas oferecem oportunidades de carreira em igualdade de condições, salários competitivos e jornadas de trabalho flexíveis. As mulheres tendem a analisar mais, atualmente, a cultura da organização antes de aceitar uma proposta de trabalho: 67% das candidatas observam o grau de diversidade das equipes seniores, e para 56% delas é importante que a empresa divulgue, publicamente, avanços nos programas de inclusão.
"As mulheres, muitas vezes, deixam a empresa por não contar com as mesmas possibilidades de desenvolvimento dos homens", diz Ana Malvestio, sócia da PwC e líder de diversidade e inclusão. "Por isso, hoje, elas tendem a observar se a equidade de  gênero realmente faz parte do DNA da organização".
O estudo da PwC revela que 50% das mulheres acreditam que ganham menos que seus pares masculinos com os mesmos cargos e qualificação similar. Em relação à evolução na carreira, em média 70% das mulheres tendem a ocupar posições menos qualificadas ao retornarem ao trabalho após um período de afastamento por licença maternidade ou outros motivos.
Quanto às estratégias de recrutamento, a maioria das empresas ainda não utiliza tecnologia digital e data analytics. O levantamento da PwC mostra que, atualmente, 30% das organizações utilizam plataformas de seleção de candidatos que facilitam a contratação de profissionais de diversos perfis, gênero e origem, enquanto 28% adotam procedimentos e recursos voltados a reduzir a influência de aspectos emocionais nos processos de seleção. "Não raro, pré-conceitos que os recrutadores possam ter, que nós chamamos de vieses inconscientes, exercem influência sobre a decisão deles", diz Ana Malvestio. “Por isso, é importante ter processos mais transparentes e que levem em conta essa questão.
Sobre a PwC
Na PwC, o nosso propósito é construir confiança na sociedade e resolver problemas complexos. Somos um Network de firmas presente em 157 países, com mais de 223 mil profissionais dedicados à prestação de serviços de qualidade em auditoria e asseguração, consultoria tributária e societária, consultoria de negócios e assessoria em transações. Saiba mais sobre a PwC e nos diga o que é importante para sua empresa ou carreira, visitando nosso site: www.pwc.com
 Sobre a ABRH-BA
A ABRH-BA é uma entidade não governamental, sem fins lucrativos e tem por finalidade o desenvolvimento de pessoas, organizações e sociedade, através da educação, cultura, apoio técnico e científico, capacitação, pesquisa, atividades associativas e ação social. Atualmente, possui quase mil associados na Bahia e cerca de 10 mil no Brasil.
Foi fundada em 8 de maio de 1989, sob a denominação Associação Brasileira de Recursos Humanos - Seccional Bahia, por profissionais envolvidos com a causa de promover a área de Recursos Humanos no estado.
É afiliada à World Federation of People Management Associations (WFPMA) e à Federación Interamericana de Asociaciones de Gestión Humana (Fidagh), através da ABRH-Brasil, que também integra a Confederação dos Profissionais de Recursos Humanos dos Países de Língua Portuguesa (CRHLP), fundada em 2010.
(Com informações da ComunicAtiva Associados)

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