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quarta-feira, 12 de julho de 2017

"Governo Temer faz história com reforma trabalhista"



Se nada tivesse feito, só a aprovação da reforma trabalhista justificou a presidência de Michel Temer. É um avanço fundamental para o País, porque abre portas ao crescimento, anima investidores a oferecerem mais postos de trabalho. O primeiro impacto é a inserção de 14 milhões de pessoas na economia formal. É mais importante para o "Brasil real", que gera empregos e paga impostos, do que a reforma da previdência.
Segurança jurídica
A reforma prevê: o que for acordado entre sindicatos e empresas terá força de lei como jornada, participação nos lucros e banco de horas.
Segurança do trabalhador
A modernização da legislação vai agilizar a criação de novos empregos sem mexer em direitos como salário mínimo, FGTS, férias e o 13º.
Em extinção
Cairá o número de ações na Justiça do Trabalho, mais de 3 milhões em 2016. O Brasil é a casa de 98% de todas ações trabalhistas do mundo.
Maioria mantida
O placar de 50x26 votos que aprovou a reforma trabalhista mostrou que o governo Temer perdeu menos apoio no Senado do que se estimava. Dilma foi destituída com 55 votos, em agosto de 2016.
Faltou se eleger
Os deputados Jandira Feghali (PCdoB), Chico Alencar, Luiza Erundina e Ivan Valente, do PSOL, e Marco Maia (PT) se juntaram às senadoras do PT e invadiram o plenário do Senado para tentar impedir a reforma trabalhista. Não deu: a nova lei trabalhista foi aprovada por 50 a 26.
Bons tempos se foram
Não se faz militância comunista como antigamente: A Central dos Trabalhadores do Brasil, ligada ao PC do B, juntou só 13 pessoas na manhã desta terça para gritar "Fora Temer" do lado de fora do Senado.
Vexame histórico
A "invasão" do plenário por senadoras de oposição, além ser vexame para o Congresso, pode levar à cassação de Vanessa Grazziotin, Gleisi Hoffmann, Regina Sousa e Fátima Bezerra por quebra de decoro.
Circo senatorial
José Medeiros (PSD-MT) criticou e chamou de "circo" a atitude da oposição de ocupar a Mesa Diretora para impedir a votação da reforma trabalhista. "Como viram que iam perder, estão fazendo isso", acusou.
Orientação básica
Quando deputados se viram no direito de sentar no lugar do presidente do Senado, ontem, a piada foi: "tem que se eleger senador antes".
Fonte: Cláudio Humberto

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