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terça-feira, 13 de junho de 2017

Esqueleto ambulante em sessão de cinema



Em meados dos anos 1960, no Cine Íris, apresentação do filme de horror e mistério "A Casa dos Maus Espíritos" (House of Haunted Hill), de William Castle, 1959. 
Nas sessões, como em todos lugares onde foi exibido, uma surpresa para deixar o público em suspense: um esqueleto em tamanho real, que saia do lado da tela e passava sobre a plateia, simulando uma cena que passava no filme. Assim, um esqueleto ambulante.
Foi o primeiro filme com a "nova maravilha maravilhosa", Emergo. "As emoções voam para a direita na audiência!", era anunciado. Tratava-se de um processo eletrônico, um sistema de polia elaborado que permitia que o esqueleto plástico fosse levado para o público.
Um truque (gimmick) que quebrava a chamada quarta parede, que separa o público dos personagens do filme. O objetivo era promover o filme com o artifício para assustar ainda mais a plateia. Desde sempre, grande parte do público se encanta e se fascina com a experiência do medo.
Na trama, o milionário Frederick Loren (Vincent Price) decide comemorar o aniversário da sua quarta esposa, Annabelle (Carol Ohmart) levando cinco desconhecidos - Richard Long (Lance), Carolyn Craig (Nora), Alan Marshall (David), Elisha Cook Jr. (Watson) e Julie Mitchum (Ruth) - a uma casa mal assombrada. Suas motivações são obscuras, mas para atrair as pessoas, ele oferece dez mil dólares a quem chegar vivo ao fim da noite. À medida que a noite avança, todos os convidados estão presos dentro da casa com fantasmas, assassinos e outros terrores. Nos créditos finais, aparece Skeleton (Esqueleto) como "ele mesmo" (himself)

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