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sexta-feira, 26 de maio de 2017

15 anos sem Egberto Costa


Completam quinze anos, nesta sexta-feira, que o jornalista Egberto Tavares Costa (Foto) foi vítima de um desaparecimento brutal, de um crime absurdo. Em 26 de maio de 2002, a perda dessa personalidade ética e humana que Egberto Costa era: um dos mais destacados profissionais de comunicação de Feira de Santana.
Continua na lembrança de todos, o homem democrata, íntegro, organizado, sensível, tolerante e trabalhador. Como jornalista tinha uma escrita firme e decidida, tendo desempenhado relevante papel nos meios de comunicação locais. Quando faleceu, era secretário de Comunicação Social do primeiro governo José Ronaldo de Carvalho, desde 1º de janeiro de 2001.
Egberto Tavares Costa nasceu em Tanquinho, no dia 25 de setembro de 1945. Filho de Manoel Ribeiro Costa (falecido) e Bernadete Tavares Costa. Formado em Licenciatura em Estudos Sociais, pela extinta Faculdade Estadual de Educação de Feira de Santana, precursora da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs). Como professor, ele ministrou aulas de História, Geografia e Estudos Sociais no Colégio Estadual e no Colégio Estadual Agostinho Fróes da Motta.
Como jornalista, Egberto foi fundador, superintendente e editor do "Feira Hoje", tendo trabalhado como repórter no "Diário de Notícias", sendo redator do jornal "Situação", correspondente dos jornais "IC Shopping News" e "Tribuna da Bahia", editor da revista "Panorama da Bahia" e da "Gazeta Feirense", também das publicações "Rodentada", "Endogastro Científico" e "Folha Cultural".
No rádio, foi noticiarista da Cultura AM e Antares FM, emissora onde manteve por vários anos o programa "Um Minuto Com Egberto Costa", de opinião. Egberto Costa foi também chefe da Assessoria de Comunicação (Ascom) da Câmara Municipal, assessor de imprensa do Clube de Campo Cajueiro, Colégio Leonardo Da Vinci e Estação da Música. Egberto Costa foi ainda assessor do então deputado estadual José Ronaldo.
Livros
Foi autor dos livros "50 Anos de Rotary Clube de Feira de Santana", em 1991, "Memória Fotográfica de Feira de Santana", da Fundação Cultural de Feira de Santana, em 1994, e "Caminhando & Servindo", em 2001. Em 2005, a edição do livro "Estrada do Tempo", uma coletânea de textos do jornalista Egberto Costa, organizada pela também jornalista Madalena de Jesus, que idealizou o projeto com o secretário de Planejamento e diretor da Fundação Senhor dos Passos, Carlos Brito. O livro traz o selo do Núcleo de Preservação da Memória Feirense.
Era sócio do Rotary Clube de Feira de Santana, tendo exercido sua presidência no ano rotário 1983-1984.
Na juventude fez teatro amador e manteve coluna em jornais sobre as artes cênicas. Fundou o Banco de Olhos de Feira de Santana e a Fundação Comendador Jonathas Telles de Carvalho. Foi componente do Conselho Permanente dos Jogos Abertos do Interior, diretor do Clube de Campo Cajueiro, diretor executivo da Associação Feirense de Assistência Social (Afas).
Homenagens póstumas
Depois de 57 anos de vida dedicados a Feira de Santana, Egberto Costa tem seu nome perpetuado com homenagens póstumas em logradouro (praça no Conjunto Wilson Falcão), unidade de ensino (Biblioteca do Ginásio Municipal Joselito Amorim), prédio público (instalações da Ascom, na Câmara Municipal) e entidade cultural (Fundação Cultural Municipal).

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